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NOVO REMÉDIO PARA CÂNCER DE PELE CHEGA AO MERCADO AMERICANO

NOVO REMÉDIO PARA CÂNCER DE PELE CHEGA AO MERCADO AMERICANO

Chegou às farmácias dos Estados Unidos um remédio que pode ajudar a combater o câncer de pele em estágio avançado. Por enquanto, a venda é só por lá e os preços são astronômicos.


Fortalecer o nosso sistema imunológico para combater o câncer é o que faz uma nova geração de remédios que tem despertado a esperança de médicos e pacientes. A agência que regulamenta os medicamentos nos estados unidos, a FDA, recentemente aprovou o uso de uma substância indicada para pessoas que tem melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele.


Nas células de defesa do corpo, existe uma proteína chamada PD-1. Ela evita que o nosso sistema imunológico ataque tecidos saudáveis. O problema é que ela reage com uma proteína da célula tumorosa, facilitando o ataque do câncer. O pembrolizumabe – que é a base desse novo medicamento – bloqueia essa reação permitindo que o organismo lute contra o tumor.


Esse tratamento pode ser feito em pacientes que já estão com o câncer de pele em estado avançado e que não respondem mais aos outros tratamentos. Em um dos estudos feitos, a nova droga foi dada a 173 pacientes. Ao todo, 26% dos voluntários tiveram ou a redução do tumor ou o desparecimento dele.


O novo tratamento contra o melanoma chega ao mercado com um preço bem salgado: em média cada paciente deve gastar US$ 12,5 mil por mês para comprar o medicamento, o equivalente a cerca de R$ 30 mil. Em um ano, são R$ 360 mil. A expectativa é que a concorrência entre os laboratórios possa aos poucos ajudar a reduzir esse preço e tornar o tratamento acessível a cada vez mais pessoas.

Fonte:(Portal G1)

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CIRURGIA BARIÁTRICA SALVA MULHER DO CÂNCER

CIRURGIA BARIÁTRICA SALVA MULHER DO CÂNCER

Todo mundo sabe que obesidade é um fator importante para o surgimento do câncer mas sabia que a obesidade pode esconder o câncer?


A Eliane Régis , de Santos/SP, sofreu durante anos com a obesidade mórbida, chegou a pesar 140 quilos e já não conseguia mais fazer tarefas rotineiras até que resolveu emagrecer, e foi aí que começou a sua história.

Após fazer a cirurgia bariátrica e emagrecer 64kg, Eliane salvou sua vida 3 vezes: primeiro, pela perda de peso, e as outras duas porque descobriu a tempo 2 tumores que não eram detectados devido a quantidade de gordura. Logo após a cirurgia foi descoberto um tumor na mama e logo em seguida um no colo do útero.


Hoje Eliane está magra, saudável e o mais importante, curada de ambos os tumores. Fica aí a dica para quem está fora do peso!

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ALERTAS DE VERÃO PARA CRIANÇAS COM CÂNCER

Sabemos que segurar os pequenos em época de sol e férias não é fácil mas com cuidados especiais é possível que as crianças em tratamento passem bem por essa época do ano

1) Roupas: Utilize opções leves, claras e soltas para facilitar a transpiração. Vestimenta esportiva, como camisetas, regatas, shorts e calças de tecidos de algodão e poliéster, é altamente recomendada.

2) Alimentação: Ofereça alimentos ricos em água, como as frutas: laranja, ameixa, figo, pera e coco verde.
A ingestão de alimentos crus deve ser evitada. Por isso, no caso de alimentos que normalmente são ingeridos assim, ferva ou refogue e depois coloque na geladeira, para melhorar a aceitação.
É importante higienizar as frutas e legumes de maneira adequada, mergulhando por 15 a 20 minutos em uma vasilha com um litro de água potável e uma colher de sopa de água sanitária (ou um litro de água potável para duas colheres de vinagre).Nos casos em que o paciente tem náusea e vômitos, estimule a ingestão de alimentos gelados e fracionados. Experimente fazer as bebidas favoritas das crianças em cubos de gelo, como se fossem geladinhos.

3) Líquidos: Ofereça água com frequência água (filtrada e fervida ou água mineral) ou suco, principalmente nos intervalos entre as refeições. A sugestão é ingerir de 1,5 a dois litros por dia. No preparo dos sucos, as frutas devem ser preferencialmente com cascas íntegras e sem partes estragadas.

4) Banhos públicos: Por mais que esteja calor, é necessário evitar tomar banho em piscinas, açudes, lagoas ou praias, porque são lugares onde existe grande probabilidade de contaminação por meio de agentes infecciosos, como o mosquito da dengue. A quimioterapia pode enfraquecer o sistema imunológico, por isso infecções são mais perigosas para os pacientes.

5) Proteção solar: Alguns quimioterápicos provocam sensibilidade na pele e em exposição ao sol podem deixá-la com manchas. Embora os protetores solares sejam essenciais e atualmente venham nas mais diversas formas, eles não protegem a pele completamente, por isso é importante complementar com outras ações. Aplique o protetor 30 minutos antes de sair ao sol. O fator de proteção deve ser maior do que 30 FPS e ser adequado a cada tipo de pele. Os raios UV são mais prejudiciais em torno do meio dia, evite ficar exposto nesse horário. Chapéus e óculos-escuros são fundamentais.

6) Repouso: Fadiga e o cansaço são outros sintomas que podem estar associados ao tratamento. Portanto, é importante que os pais evitem expor a criança a locais muito abafados e não ofereçam atividades que demandem muita energia.

Fonte:(Vencer o Câncer)

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BRASIL DÁ SALTO EM SOBREVIVÊNCIA A CÂNCER DE MAMA E PRÓSTATA

BRASIL DÁ SALTO EM SOBREVIVÊNCIA A CÂNCER DE MAMA E PRÓSTATA

O Brasil deu importantes saltos nas taxas de sobrevivência de câncer de mama e próstata, segundo estudo publicado pelo periódico especializado “The Lancet”. O estudo mapeou diversos tipos de tumores em 67 países e quantas pessoas sobreviviam a eles cinco anos após seu diagnóstico. A partir de dados de diagnósticos e óbitos analisados em sete cidades brasileiras, abrangendo cerca de 80 mil casos, concluiu-se que a porcentagem de sobrevivência de pacientes com câncer de mama subiu de 78,2% entre 1995 e 1999 para 87,4% entre 2005 e 2009 (dados mais recentes). O índice se assemelha ao de alguns países desenvolvidos.


Na análise de pacientes de câncer de próstata, a sobrevivência aumentou de 83,4% em 1995-99 para 96,1% em 2005-09.”Isso parece indicar uma melhoria na qualidade do tratamento e um aumento na detecção precoce dessas doenças no país”, disse à BBC Brasil Gulnar Azevedo e Silva, coautora do artigo do Lancet e pesquisadora e professora associada do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. “Mostra que o Brasil melhorou muito na atenção a alguns tipos de câncer”.


No entanto, os dados analisados por Azevedo no mesmo período sugerem uma piora nas taxas de sobrevivência a outros tipos mais letais – e de diagnóstico mais difícil – de câncer, como estômago (índice caiu de 33% para 25%), fígado (de 16% para 11,6%) e leucemia em adultos e crianças (de 34,3% para 20,3% e de 71,9% para 65,8%, respectivamente). Para a especialista, isso pode não necessariamente significar que os brasileiros estão morrendo mais dessas doenças, mas sim que ficou mais fácil o acesso aos dados de mortalidade analisados pelo estudo entre 1995 e 2009.
“Acredito que, antes, muitos desses casos, ainda que letais, não eram registrados como casos de câncer e portanto nós (pesquisadores) não tínhamos como identificá-los. Portanto, essas porcentagens podem não ser totalmente comparáveis”, diz”. Mas também parece não ter havido uma melhora no acesso ao diagnóstico e ao tratamento. Não é um problema só daqui – os índices foram semelhantes em outros países da América Latina”.

No Chile e em Cuba, por exemplo, as taxas de sobrevivência em câncer de estômago são de 18% e 26,2%. Mas o índice chega a ser bem mais alto em alguns países desenvolvidos: no Japão, ela sobe para 54%, mais que o dobro da taxa brasileira.

Para Azevedo, o país precisa manter o foco na detecção precoce dos tumores e investir para que a qualidade do tratamento dos cânceres se torne mais igualitária nas diversas partes do país.

Disparidades no mundo
O estudo, o maior mapeamento internacional já feito para analisar a sobrevivência de 11 tipos de câncer, envolveu cerca de 26 milhões de casos em 67 países, mas concluiu que os dados de sobrevida de pacientes ainda são escassos. Uma das principais conclusões, a partir dos dados existentes, é que existe uma grande disparidade entre países na eficiência de sistemas de saúde em diagnosticar e tratar as doenças. Isso faz com que cânceres sejam muito mais letais em alguns países do que em outros”. A sobrevivência em cinco anos de crianças com leucemia aguda linfoblástica é de menos de 60% em diversos países, mas chega a 90% no Canadá e em quatro países europeus, o que indica grandes deficiências no gerenciamento de uma doença altamente curável”, diz o levantamento. No Brasil, a taxa de sobrevivência dessa doença foi de 65,8% até 2009.” As comparações de tendências internacionais revelam diferenças muito amplas de sobrevivência, que provavelmente podem ser atribuídas a diferenças no acesso a diagnósticos precoces e tratamento ideal”, prossegue o texto. A continuidade da observação da sobrevida ao câncer deve se tornar uma fonte indispensável de informação para pacientes e pesquisadores e um estímulo para políticos, que devem melhorar leis e sistemas de saúde.


Por um lado, o estudo afirma que “o fardo global do câncer está crescendo, particularmente em países de renda baixa e média”, que têm de “implementar estratégias efetivas de prevenção” com urgência e pensar, no longo prazo, em estratégias de prevenção. Por outro, houve melhorias consistentes na sobrevida de pacientes de câncer de próstata, intestino e mama em diversos países do mundo. Já os tumores malignos de fígado e pulmão continuam sendo letais no mundo inteiro, com taxas de sobrevida ainda baixas (no Brasil, cerca de um terço dos pacientes sobrevive após cinco anos).

Fonte:(BBC Brasil)

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10 MITOS SOBRE CÂNCER DE MAMA

Sabemos que o número de casos de câncer de mama aumenta dia a dia e, obviamente, isso gera dúvidas, preocupações principalmente mitos em torno da doença.
Você saber quais são os 10 maiores mitos que envolve o assunto?

Mito 1: câncer de mama sempre aparece com um caroço
Existem duas formas principais de aparecimento do câncer de mama. “A primeira delas é o nódulo ou caroço, como é popularmente conhecido”, afirma o mastologista Eduardo Millen, diretor da Sociedade Brasileira de Mastologia. A outra forma mais comum é a microcalcificação. “Neste caso, apenas a mamografia consegue fazer o diagnóstico precoce, quando ele tem, no mínimo, 1 milímetro”, aponta.Há casos menos comuns ainda em que ocorre uma secreção sanguinolenta pelo mamilo de forma espontânea ou descamação da auréola e do mamilo.

Mito 2: todo caroço na mama é um câncer
Nem todo caroço na mama é um câncer. “Na verdade, a maioria dos nódulos que surgem são benignos”, afirma o mastologista Silvio Bromberg, do Hospital Albert Einstein. Geralmente, eles são fibroadenomas ou proliferações das células da glândula mamária. Porém, sempre que detectado um caroço deve-se procurar um mastologista

Mito 3: antitranspirantes e desodorantes favorecem o aparecimento do câncer de mama
Não há qualquer relação entre o uso de antitranspirantes ou desodorante e o câncer de mama”, afirma a mastologista Maria do Socorro Maciel, diretora de mastologia do Hospital A. C. Camargo. Nenhum estudo comprovou que o uso, seja de produtos roll on, spray ou aerosol, favoreça o desenvolvimento da doença.

Mito 4: apenas mulheres com histórico de câncer de mama na família podem ter a doença
“Qualquer pessoa em qualquer idade pode desenvolver um câncer de mama, independente do sexo, da cor ou do histórico familiar”, afirma o mastologista Eduardo. Ele aponta, entretanto, que alguns pacientes apresentam um risco maior de ter a doença do que outras. Elas se enquadram nos chamados ‘grupos de risco’.

Mito 5: a biópsia do câncer de mama pode causar uma metástase
“A metástase pode acontecer quando o câncer apresenta células capazes de se deslocar e implantar em outras partes do corpo, o que independe da realização ou não de uma biópsia”, afirma a mastologista Maria do Socorro.

Mito 6: sutiã apertado pode causar câncer de mama
Com ou sem aro, com ou sem bojo, com alças largas ou finas, não importa. “O sutiã não favorece o desenvolvimento do câncer de mama”, afirma o mastologista Eduardo

Mito 7: autoexame dispensa a mamografia
“Nenhum estudo conseguiu provar que o autoexame diminui a mortalidade por câncer de mama”, afirma o especialista Silvio. Por isso, nada dispensa consultas com mastologistas ou exames de mamografia. De qualquer forma, o toque durante o banho ou em outro momento mais calmo ajuda a identificar lesões ou nódulos. Quando isso acontece, a primeira medida é procurar um médico para uma avaliação mais detalhada.

Mito 8: mulheres com seios pequenos não têm câncer de mama
“A chance de uma mulher desenvolver câncer de mama não está relacionada ao tamanho dos seios”, afirma o mastologista Eduardo. Verdadeiros fatores de risco são a obesidade, a hereditariedade e o cultivo de maus hábitos, como fumar.

Mito 9: próteses de silicone favorecem o desenvolvimento do câncer de mama
“Próteses de silicone não aumentam o risco de desenvolver o câncer de mama”, diz o especialista Silvio. Antes de fazer o implante, entretanto, recomenda-se realizar uma consulta com um mastologista para ter certeza de que não há qualquer nódulo nas mamas.

Mito 10: próteses de silicone atrapalham o diagnóstico do câncer de mama, piorando o tratamento
Em maio de 2013, o periódico científico British Medical Journal publicou um estudo realizado na Universidade Laval, no Canadá, que sugere que a colocação de próteses de silicone dificulta o diagnóstico precoce do câncer de mama porém não há consenso científico quanto às limitações dos exames de imagem em pacientes que possuem próteses de silicone nas mamas.

(fonte: Portal Minha Vida)

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APLICATIVO DE CELULAR PARA LEMBRAR-SE DO AUTOEXAME

App "Your Man Reminder"

A instituição canadense Rethink Breast Cancer (Repense o Câncer de Mama) lançou um aplicativo para celular que lembra as mulheres que elas precisam fazer o autoexame de mamas, além de informações sobre como detectar o câncer de mama em estágio inicial e agenda para consultas médicas.


O aplicativo chamado “Your Man Reminder?” esta disponível para sistema IOS e Android e tem um diferencial para atrair as mulheres: ele usa homens sensuais para incentivá-las a verificar se existe algo de errado. As usuárias podem escolher o homem que mais as atraem e ele irá lembrá-las de cuidar dos seios.


A equipe QeB testou e aprovou as funções, porém não existe versão em português.

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PACIENTE ONCOLÓGICO PODE VIAJAR?

Festas de final de ano, férias de verão… E aí, o paciente oncológico pode viajar?

Pode sim, e deve, desde que seja um destino tranquilo, que não seja estressante. Mas é necessário tomar algumas medidas de segurança.
O primeiro e fundamental passo é que o médico saiba e esteja de acordo com a decisão do paciente em viajar, pois ele é quem irá passar todas as recomendações de como deverão ser os próximos dias.

É importante que o paciente não viaje sozinho e se certifique que o local de destino possua uma boa estrutura caso seja necessário algum atendimento.
Se a viagem for de avião e longa, lembre-se de levantar da poltrona a cada uma hora para estimular a circulação.

Febre é questão de urgência. Se o paciente apresentar febre igual ou superior a 37,8º C (medida embaixo das axilas) e estiver em quimioterapia ou radioterapia, deve procurar imediatamente o serviço local de saúde ou entrar em contato com seu médico.

Pacientes em tratamento quimioterápico devem proteger-se do sol com o uso de filtro solar (fator maior ou igual a 30) e roupas e acessórios, que devem incluir chapéus ou lenços na cabeça. Os medicamentos podem manchar a pele e evitar esse efeito com o uso de bloqueadores solares é imprescindível.

Cuidar da alimentação faz parte da rotina a todo momento, mas em viagem a atenção deve aumentar. É importante que o paciente sempre consuma alimentos frescos e de procedência confiável, além de beber bastante líquido.

Outra dica é não esquecer de levar na viagem todos os medicamentos que estejam em uso. Não somente os do tratamento, mas também os sintomáticos, utilizados em caso de dor, febre e vômito, por exemplo.
Seguindo essas medidas de segurança a viagem tem tudo para ser um sucesso!

Fonte:(Vencer o Câncer)

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Selfies divertidas para enfrentar a queda de cabelo

A britânica Sara Cutting, 46 anos, foi diagnosticada com câncer de mama em julho de 2014. Já passou por cirurgia para eliminar o tumor e agora passa por quimioterapia.  Para lidar com a queda de cabelo, Sara quebrou com expectativas e arrasou! De um jeito bem humorado, ela se desafiou postar uma foto por dia nas redes sociais com os mais diferentes adereços sobre a cabeça. Com as fotos maravilhosas, Sara além de demonstrar o apoio virtual, também alcançou visibilidade e conseguiu arrecadar dinheiro para a ONG Macmillan Cancer Care (ela já levantou mais de 40 mil reais com a doação de seus seguidores!). Em uma entrevista com o jornal britânico “The Guardian”, ela diz que antes nunca tirava selfies e era super reservada no mundo virtual, e que tudo isso tem sido uma experiência energizante. Sara diz ainda que “A vida tem que seguir em frente e você tem que encontrar uma maneira positiva de lidar com isso “. Doações podem ser feitas na  página JustGiving  de Sara. Veja suas várias selfies no:  Facebook  e Instagram.