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Resiliência para enfrentar o câncer

Olá, queridas Cats! ?

Quero comentar com vocês sobre a palestra do Dr. George Barbosa na última sexta-feira (4 de maio), e reforçar alguns pontos que considero de extrema importância! Vamos recordar? E para quem não foi, passamos algumas dicas!

O tema abordado se referiu ao fortalecimento da resiliência para enfrentar o câncer e o otimismo como fonte de nutrição. ??

A resiliência trabalha com a saúde, com o positivo, e é composta de 8 áreas conforme descrição abaixo:

Análise de contexto: Perceber e ter uma visão do todo, das pistas, sinais e evidências do ambiente para que se possa ter uma atitude mais adequada.   

Leitura corporal: Perceber as alterações do próprio corpo, o que está acontecendo nas situações de stress para que se possa cuidar melhor de si mesmo. “O corpo fala”.

Sentido de Vida: Entender o que faz sentido. A pessoa tem que dar um significado para a sua vida e fazer mais o que gosta, o que dá prazer e alegria. O máximo que for possível. Ter uma profunda crença de que a vida faz sentido.

Como diz o Nietzsche: “O que não me mata me faz forte” ??

Empatia: Procurar entender o outro, o significado para ele, e a partir daí vou agir de acordo com o que vi e ouvi do dele. ??

Conquistar e Manter Pessoas: Ampliar a rede, vincular desconhecidos, estar sempre aberto a novas descobertas e relacionamento com novas pessoas.

Autocontrole: Há a gestão da química do corpo, o controle de emoções como o medo, a raiva, a tristeza.

Auto-confiança: A capacidade de sentir-se capaz, a capacidade de tomada de decisão e a ousadia para pôr em prática.

E, por fim, o Otimismo: que nos permite enfrentar os momentos difíceis com uma atitude resistente, com um olhar para o positivo e para o que ainda pode dar certo.

Essas áreas da resiliência são influenciadas pelas nossas crenças, pelas nossas experiências passadas, pelo que aprendemos em nossa vida como sendo o certo.

Mas o grande segredo é saber flexibilizar, rever essas crenças, ressignificá-las e, dessa forma, aprender a se comportar através de novas crenças que poderão levar ao equilíbrio para enfrentar com mais sabedoria as situações de adversidade.

Ele disse também sobre a importância de nos aceitarmos, de nos amarmos e de sermos benevolentes conosco mesmo…

E termino hoje o nosso papo, com as seguintes perguntas: Qual o propósito da vida humana?  O que eu quero deixar como legado? O que gosto de fazer? O que eu quero para a minha vida?

Pensem: no que mais gostariam de fazer, sem se preocupar como vão conseguir…

Um grande abraço, fiquem bem!

Diana Vilas Boas
Coach em resiliência