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A VIDA E A ARTE DE TUNGA

Essa semana o Brasil encarou a notícia da morte do artista plástico Tunga. Nascido em 1952, na cidade de Palmares (PE), concluiu o curso de Arquitetura e Urbanismo no Rio de Janeiro em 1974, e foi no período como estudante que começou a exposição de suas obras. Em 1982 alcançou mundo afora: sua arte participou de exposição na Bienal de Veneza. E então sua vida foi cercada de arte, até que em 1990 ganha um prêmio por seu trabalho: o Prêmio Brasília de Artes Plásticas. As exposições e prêmios não pararam, ele chegou até a expor sob teto do famoso Louvre, em 2004.

Artista plástico, escultor, desenhista e performático, Tunga deixou suas marcas pelo mundo: ele espalhou sua cor e sua reflexão. Tunga morreu nessa semana com 64 anos. Ele estava em uma luta contra câncer, ficou internado em Campinas por 3 semanas.

Esse grande artista deixará saudade! Ficamos então aqui admirando suas obras.

“Sempre gostei de bagunça. Não de ordem nem desordem. Bagunça. O que tenho a mão vou mexendo até perder, pra depois achar de novo. Achando o que perdi acho o novo de novo, reencontro o novo no velho – é como a luz, a velha luz, descansada e sempre nova de novo” – Tunga

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CARTUNISTA TRANSFORMA PERSONAGENS DE DESENHOS EM SOBREVIVENTES DE CÂNCER DE MAMA

Outubro terminou, mas as informações sobre prevenção, tratamento e cura do câncer de mama não podem parar.

Pensando nisso e querendo abordar o tema de forma leve e divertida, o cartunista italiano Alexsandro Palombo desenvolveu um dos trabalhos mais criativos e reflexivos dos últimos tempos, para mostrar a relação da mulher com as sequelas do tratamento e com a vitória sobre a doença.

A obra “Survivor” mostra personagens de desenhos animados e princesas da Disney como sobreviventes do câncer de mama.

De forma irreverente o artista retrata a beleza e a naturalidade de personagens super conhecidos como Marge Simpson, Betty Boop, Ariel, dentre outras, após a cirurgia nos seios.

A intenção de Palombo é refletir sobre “a doença, a mastectomia e seus efeitos, identidade feminina e aceitação”, em uma tentativa de fortalecimento da autoestima das mulheres que enfrentaram o câncer, mostrando que qualquer mulher pode ser vítima de doenças e que existe sim, a cura.