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Por que as mamas doem antes da menstruação?

Cats, é muito comum as mulheres confundirem as dores nas mamas durante o período pré-menstrual com algum sinal de câncer de mama. 

Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Mastologia de MG esclarece o porquê, confira:

“A explicação para o incômodo está no efeito hormonal sobre as mamas. Conhecida como “Mastalgia Cíclica”, apresenta-se porque os hormônios femininos produzidos pelos ovários em maior quantidade nessa época, atuam nos receptores hormonais das mamas, causando dor.

Costuma ocorrer em torno de 3 dias antes do período menstrual, com intensidade variável, podendo estar associada a edema (inchaço), aumento de volume e maior sensibilidade, principalmente na região próxima às axilas.

É comum, na presença desses sintomas, a mulher associar a algum sinal oncológico ou doença. No entanto, vale lembrar que a dor mamária recorrente, relacionada ao ciclo menstrual, é uma condição fisiológica e não precisa estar associada a um problema ou a uma doença para ocorrer.

O principal tratamento consiste em orientar e tranquilizar a paciente. Algumas medidas como mudanças no estilo de vida, pela prática de exercícios físicos, alimentação livre de alimentos industrializados e manejo do estresse podem trazer benefícios no controle dos sintomas. O uso de “tops” ou sutiãs adequados também proporciona maior conforto nesses dias por fornecer uma melhor sustentação para as mamas. Na maioria dos casos, o esclarecimento médico é suficiente para o controle dos sintomas e afastar qualquer preocupação, na ausência de outras alterações.

Importante lembrar que mulheres na faixa etária de rastreamento de câncer de mama devem manter sua mamografia de rotina em dia. O tratamento medicamentoso pode ser necessário, devendo ser reservado para os casos refratários às medidas já mencionadas e sempre prescrito por médico.

Em caso de dor mamária persistente, localizada, com piora progressiva que interfira nas atividades diárias ou no sono, procure um mastologista.”

Fica a dica, Cat!

Na foto Flavia Flores by Edson Lopes Jr/Veja

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Aleitamento materno auxilia na prevenção do câncer de mama

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), divulgou um estudo epidemiológico, realizado por médicos da Universidade de Curtin (Austrália), que revelou uma queda de 4,3% nas chances de a mulher ter a doença no período de 12 meses de amamentação e a diminuição do desenvolvimento da doença em sua forma mais agressiva. 

Para o Dr. Anastasio Berrettini Jr, membro da SBM, a amamentação é extremamente benéfica na prevenção da doença, já que substitui o tecido glandular por gorduras nas mamas, gerando assim uma proteção contra os tipos mais agressivos do tumor. “Nesse período, ocorrem trocas de substâncias em que os hormônios agem como fator de proteção em relação ao câncer de mama. Esse mecanismo hormonal acontece a partir da estimulação do seio da mãe pela criança e, por isso, quanto mais a mãe amamentar, mais protegida ela está”, afirma o mastologista.

Porém, é preciso ressaltar que a amamentação não funciona como uma espécie de blindagem. Por isso, é preciso estar sempre atenta às saúdes das mamas. “No período da amamentação – em que os peitos ficam cheios de leite – pode surgir, em alguns casos, um nódulo ou até mesmo um câncer, os quais acabam sendo mascarados pelo volume das mamas e podem ainda obstruir a saída do leite”, afirma o mastologista, acrescentando que é essencial o acompanhamento médico durante toda a gestação.

Amamentação x Mastite

Outro ponto importante que merece atenção é o risco de inflamações e doenças mamárias, como a mastite, que na mulher que está amamentando ocorre quando o leite fica empedrado e o seio se torna uma porta de entrada para infecção. 

“A amamentação ofusca o diagnóstico precoce do câncer de mama, portanto o exame delas no período da gravidez é de extrema importância”, conclui o mastologista.

Na foto nossa fundadora Flavia Flores e seu bebê Lyon, de uma gravidez pós-câncer. Devido à sua mastectomia total não pode amamentá-lo, mas transformou o momento da mamadeira, único de mãe e filho, num ritual cheio de carinho e amor.

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Mastologista, Mamografia e dicas para prevenir o câncer

Hoje é o Dia do Mastologista, médico especializado na saúde e doenças das mamas, em especial o câncer. Recomenda-se visitar anualmente este profissional e realizar a mamografia anualmente, a partir dos 40 anos. Este exame é importante para a detecção precoce do câncer de mama, e por isso, hoje também é marcado como o Dia Nacional da Mamografia.

Pensando no autocuidado, na saúde e bons hábitos preparamos algumas dicas de prevenção para você. Confira:

1. Conheça o seu corpo 

Não esqueça de fazer os exames de mamografia regularmente a partir dos 40 anos!

O câncer de mama tem 90% de chances de cura se diagnosticado precocemente 

2. Vá ao médico periodicamente

As mulheres devem realizar exame preventivo ginecológico (papanicolau) a partir dos 21 anos, a cada 2 a 3 anos (se tudo estiver normal), e mamografia uma vez por ano, a partir dos 40 anos. A partir dos 50 anos, homens e mulheres devem fazer exames de rastreamento para o câncer de intestino. Os homens entre 50 e 70 anos devem conversar com seus médicos sobre os riscos e benefícios do rastreamento do câncer de próstata. 

90% das mulheres com câncer de mama não têm histórico familiar – quem tem histórico familiar deve redobrar os cuidados! 

3. Controle de peso e alimentação saudável 

Faça exercícios por pelo menos 30 minutos todos os dias. Troque o elevador pelas escadas, leve o cachorro para passear, cuide do jardim, varra a casa, caminhe, dance!

Evite o consumo excessivo de carne vermelha, sal e açúcar, faça pequenas refeições ao longo do dia, mastigue bem e lentamente.

Tenha uma alimentação rica em hortaliças, frutas, cereais e grãos integrais.

Evite comer alimentos processados.

4. Não fume!

O cigarro libera no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas, inaladas por fumantes e não fumantes

5. Cuidado com o amado SOL

Evite a exposição ao sol, principalmente no horário das 10h às 16 horas. Use chapéu e protetor solar, inclusive nos lábios.

6. Cuide do seu sorriso

Cuidar do seu sorriso é cuidar da mente, do corpo e da saúde. Realize diariamente a higiene bucal – Capriche na escovação dos dentes, língua e gengivas, e não deixe de consultar o dentista regularmente

7. Amamente

O aleitamento materno é a primeira alimentação saudável. A amamentação exclusiva até os seis meses de vida protege as mães contra o câncer de mama e as crianças contra a obesidade infantil ​ 

8. Evite bebidas alcoólicas

A ingestão excessiva de bebidas alcoólicas está ligada a um risco maior de câncer de mama, prejudica a memória e aumenta a incidência de doenças hepáticas.

9. Vacine-se

Vacine-se contra a hepatite B: pessoas que apresentam infecções crônicas com o vírus da hepatite B possuem maior chance de desenvolver o câncer de fígado. Por isso, é recomendado tomar a vacina, que tem o objetivo de prevenir a infecção do vírus e, consequentemente, reduzir o risco do câncer de fígado.

Vacinas contra HPV são indicadas para meninas e meninos e disponíveis no SUS. Apesar de vacinados, na vida adulta devem realizar exames preventivos. 

05 de Fevereiro Dia do Mastologista e Dia Nacional da Mamografia

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Câncer de mama é o mais comum do mundo

Cats, nesta terça-feira (02) foi divulgado pela Organização Mundial da Saúde que o câncer de mama tornou-se a forma mais comum da doença.
É a primeira vez que este tipo de câncer possui maior ocorrência global, já que nas últimas décadas, o câncer de pulmão foi considerado o mais comum no mundo. Agora, esse tipo de câncer fica atrás do câncer de mama e na frente do de coloretal.

Segundo o especialista em câncer da OMS, Andre Ilbawi, a obesidade é um fator de risco comum ao câncer de mama e está entre os fatores que levaram ao aumento de casos da doença.

Com o crescimento da população global e o aumento da expectativa de vida, o câncer deverá se tornar ainda mais comum e deve chegar a 30 milhões de novos casos por ano em 2040. Em 2020, o número de casos registrados foi de 19,3 milhões.

No Brasil, o câncer de mama é o segundo tipo mais comum em mulheres. Segundo a estimativa da Fundação do Câncer, com base nos dados do Sistema Único de Saúde (SUS), em 2020 houve uma redução de 84% no número de mamografias realizadas no país, em comparação com 2019.

Quando descoberto em estágio inicial, o câncer de mama tem 90% de chance de cura e uma das formas mais eficaz de detectar a doença é através da mamografia, que deve ser realizada anualmente a partir dos 40 anos.

Fonte: Jornal O Globo

Amanhã, 04 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer convidamos todos os pacientes e população em geral a unir esforços na conscientização e importância da prevenção e controle do câncer, por meio da adoção de hábitos saudáveis e cuidados gerais com a saúde.

O IQeB e o Banco de Lenços Flavia Flores apoia a Campanha #Vádelenço realizada pela Abrale.

Participe você também e se amarre nesta causa!

Na foto de @nheiniger, a Cat Taluana Jamel @pitadapositiva

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Desodorante pode causar câncer de mama?

Cats, nosso diretor científico Dr. Felipe Ades em parceria com o Onco e Pele, esclarece uma dúvida muito comum na área oncológica: Desodorante pode causar câncer de mama?

Confira e entenda como funciona o desodorante ao entrar em contato com a nossa pele.

“Alguns culpam o alumínio presente nos desodorantes como causa de câncer de mama. Não há comprovação científica disso.⁣

Os sais de alumínio são utilizados no desodorante para bloquear a saída do suor no orifício das glândulas sudoríparas. Com menos suor, as bactérias que vivem na pele e causam odor desagradável não têm o substrato para produzir o mau cheiro.⁣

Estudos mostram que o alumínio pode ser encontrado na mama, e que em células mamárias estudadas em laboratório ele pode causar mutações ou ativar mutações pré-existentes naquelas células. ⁣

Mas isso não faz assumir que esse efeito carcinogênico possa ser extrapolado para a mama de mulheres. Uma coisa é “in vitro” (células de laboratório) e outra coisa é “in vivo” (corpo humano), em que muitas outras células estão juntas e implicadas na defesa e no controle de distúrbios decorrentes de tantos fatores internos ou externos. ⁣

Alguns estudos compararam mulheres que usam desodorante com sais de alumínio e outras que não usam e os dados são conflitantes: uns concluíram que as que usaram tiveram maior risco de câncer e outros estudos, não. Essa amostra que teve câncer de mama, ⁣ pequena nesses estudos, pode ter viéses (seriam mulheres com mutação? teriam herança genética para câncer de mama? outros fatores pessoais ou de hábitos de vida que predispõem ao câncer?).⁣

Além disso, não há estudo que explique como o sal de alumínio aplicado na axila faz o alumínio chegar no tecido mamário. Não teria vindo dos alimentos, fonte mais comum de alumínio, sejam naturais ou processados? Outra questão é, se for comprovada a relação do desodorante com câncer de mama, não poderia ser outro componente que não o sal de alumínio? ⁣

É interessante que se questionem fatores externos como causadores de câncer de mama. Porém, precisamos de mais estudos que avaliem essa relação com os sais de alumínio do desodorante.” ⁣

A sugestão é: “fica a critério de cada um usar ou não desodorante com sais de alumínio. Com o que dispomos atualmente, não podemos culpá-lo”, declara Dr. Felipe Ades.

Fonte: Dras. Giselle Barros e Adriana Mendes | @oncoepele e @drfelipeades

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Paciente comemora última quimio em carro com balões

Cats, não há nada melhor do que comemorar o final do tratamento, não é mesmo? A Aparecida Conceição e Silva, de 59 anos, que venceu o câncer de mama nesta semana, encontrou uma forma super divertida de comemorar esta vitória.

Um carro branco decorado com balões vermelhos chamou a atenção de quem passava pela Avenida 23 de Maio na manhã da última terça-feira (8). No vidro, a frase explicava a razão do buzinaço e da celebração: “Minha última quimioterapia”. A cena foi registrada pela equipe da TV Globo e comoveu os motoristas que percorriam a via.

“Aquilo aconteceu porque foi uma maneira das minhas filhas levantarem minha autoestima, apesar de que estou bem, e comemorar mais uma etapa da químio, que não é fácil. É um dia de cada vez”, afirma Aparecida em entrevista ao G1.

A neta de Aparecida, Isabela Oliveira Serra, participou da organização da comemoração. “Pensei em fazer isso para minha avó porque ela está longe da casa dela, dos parentes e amigos. É uma forma de ela celebrar mais uma etapa”

“E na hora a gente pensou, ligou para a moça das bexigas, compramos bolo para levar par o hospital, para comemorar com as pessoas e aí foi essa alegria desde a hora que a gente saiu de casa, a gente mesmo já saiu buzinando feliz e no meio do caminho muito motoboy e mais pessoas tirando foto e filmando, foi muito legal”, conta a filha Patrícia Carvalho.

Aparecida não esconde a felicidade e a gratidão.

“Foi tudo de bom, graças a Deus, à minha família e aos profissionais do IBCC. Estou muito feliz, muito contente, muito esperançosa. Quero agradecer a minhas filhas, netos e genros, toda minha família, mas essas pessoas que citei sempre estiveram juntinho a mim, choraram comigo, correram comigo e não me deixaram faltar nada. Só tenho a agradecer a eles e a Jesus que me amparou e ampara. É tudo o que tenho.”

Vem conferir o lindo vídeo da comemoração da Aparecida nesse link https://glo.bo/37TW6lh

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Estudo mostra que a radioterapia durante a cirurgia é tão segura quanto à convencional

A crise provocada pela pandemia de Covid-19 possibilitou mais um avanço para o tratamento do câncer de mama. Um recente estudo, chamado TARGIT-A, publicado por um grupo internacional de pesquisadores, mostrou que a radioterapia intraoperatória (realizada já no ato da cirurgia) em mulheres em casos iniciais (tumores menores que 3 cm) pode oferecer a mesma segurança que a radioterapia convencional, feita entre duas e quatro semanas após a cirurgia. E mais, pode proteger essas mulheres ao diminuir os deslocamentos, que são necessários logo após a operação, mas ao mesmo tempo inseguros por conta da pandemia.

Os resultados do estudo também mostraram que o controle loco regional do câncer, assim como a sobrevivência em longo tempo no grupo de mulheres que fizeram a radioterapia intraoperatória foram tão bons quanto da radioterapia convencional.

Para Dr Ruffo de Freitas Junior, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Mastologia, o estudo surge em um momento extremamente importante e já está sendo discutido com as pacientes brasileiras nessa fase de pandemia. “As mais favorecidas são as mulheres acima de 50 anos que poderão fazer seu tratamento de câncer com segurança, correndo menos risco também em relação à pandemia`”, explica o médico.

A radioterapia intraoperatória foi realizada em 32 centros especializados distribuído em 10 países, com 2.298 mulheres com 45 anos ou mais com câncer de mama inicial, de até 3,5 cm de tamanho. O TARGIT-A apresentou longa eficácia e segurança no controle do câncer de mama inicial e foi discutido com pacientes quando a cirurgia conservadora da mama é planejada.

Fonte: Sociedade Brasileira de Mastologia

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IQeB – Instituto Quimioterapia e Beleza divulga pesquisa: “Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19”

Pacientes oncológicas não se surpreenderam com o isolamento social e o uso de máscaras são práticas cotidianas indicada devido à baixa imunidade, porém o receio do pós pandemia existe e foi declarado por cerca de 77,2% das entrevistadas

O Instituto Quimioterapia e Beleza – IQeB, maior banco de lenços do Brasil, lança a pesquisa ‘Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19’, com o intuito mostrar a dimensão do impacto da pandemia em pacientes oncológicas. A pesquisa ouviu cerca de 820 pacientes oncológicas de todo o Brasil, entre 18 e 70 anos, e aponta que muitas pacientes deixaram de se consultar com médicos, realizar exames, receber diagnóstico, iniciar ou manter tratamentos e tiveram até procedimentos importantes cancelados, como cirurgias, radio e quimioterapia.

Para além da pesquisa, as sociedades de saúde já informaram que muitas mulheres deixaram de ser diagnosticadas, devido a diferentes movimentos da área da saúde, com o foco na erradicação do Covid-19. Segundo o INCA em estudo realizado em 2019, para este ano de 2020, a incidência do câncer em mulheres foi estimada em mais de 300 mil casos, sendo que 66 mil são apenas de câncer de mama.

Estes dados impactam diretamente no quadro e avanço da patologia e a pesquisa realizada pelo IQeB ‘Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19’ dá um panorama sobre o comportamento e também os receios dessas pacientes em relação ao término da pandemia. 77,2% das respondentes informaram estar em tratamento para o câncer de mama e embora 17,7% delas tenha declarado não considerar seguro manter o tratamento durante a pandemia e preferir aguardar, a maioria comenta que reconhece o risco de alteração do estágio da doença.

Além disso, 77,2% das entrevistadas pela pesquisa do IQeB também declararam não acreditar que o sistema de saúde terá capacidade para atender o número represado de pacientes após a pandemia. Lembrando que, além dos tratamentos em curso, há os novos casos que deixaram de ser diagnosticados neste período.

Essas pacientes apresentam vulnerabilidade imunológica, uma característica do câncer e, segundo a Sociedade Brasileira de Patologia, cerca de 50 mil brasileiros, ao menos, deixaram de ser diagnosticados com câncer desde o início da pandemia. Um dado da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica informa que 70% das cirurgias de câncer foram adiadas em abril de 2020, além disso, segundo o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – Icesp, no período 30% menos pacientes iniciaram tratamento.

Comportamento

O cotidiano destas pacientes não foi alterado, mas a modificação aconteceu no principal cenário: rotina médica, uma exigência para os casos de câncer, para que se possa desacelerar, tratar e minimizar os sintomas e avanços da doença. Além disso, o receio sobre o pós-pandemia e a retomada da rotina de tratamentos é o que deixa as pacientes mais receosas.

43,5% das respondentes declararam que não saíram de casa durante a pandemia e ficaram em total isolamento social. Elas informaram ter utilizado a internet e as facilidades da tecnologia para fazer compras, evitando contato com possíveis infectados.

“Este estudo mostra apenas um recorte sobre a situação das pacientes com câncer e deixa a reflexão sobre o setor de saúde, levantando algumas questões importantes: Depois do Covid-19 como será o impacto disso quando a área da saúde voltar a fazer estes atendimentos? O setor da saúde está com a estrutura preparada para dar atendimento a esta demanda que irá surgir?”, comenta Deborah Duarte Presidente e sócia-fundadora do Instituto Quimioterapia e Beleza e responsável por conduzir a pesquisa, junto com o oncologista Dr. Felipe Ades, diretor científico do IQeB. “Muitas pacientes relatam ter medo do futuro, de como poderão ter mais qualidade de vida e sobrevida, pois é uma crescente o número de casos diariamente e a estrutura se mostra despreparada para isso”.

Dados da Pesquisa: “Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19”

Faixas etárias das entrevistadas

36,5% – 41 a 50 anos
19,8% – 36 a 40 anos
19,3% – 50 a 60 anos
11,6% – 31 a 35 anos
5,9% – 26 a 30 anos
4,6% – 61 a 70 anos
1,3% – 18 a 25 anos

Tipo de tratamento em andamento

77,2% Das respondentes declararam estarem em tratamento para o câncer de mama. As demais declararam câncer de pele, útero, linfoma ou leucemia, ovário, pulmão e intestino.

Tipo de tratamento

32,9% – Curativo
– 74,8 câncer de mama
29,4% – Adjuvante
– 89,2% câncer de mama
18,7% – Para doença metastática
– 52,9% câncer de mama
14,1% – Neoadjuvante
– 96,6% câncer de mama
4,9% – Paliativo exclusivo
– 57,5% câncer de mama

Impacto da pandemia no tratamento

54,6% – Não houve alteração
15,7% – Consultas remanejadas
11,2% – Consultas remanejadas, exames prorrogados
6,0% – Exames prorrogados
2,6% – Cirurgias canceladas ou adiadas
1,6% – Consultas remanejadas, cirurgias canceladas ou adiadas
1,3% – Interrupção no tratamento (quimioterapia, radioterapia, outros)

Local de tratamento: Hospital particular, público ou convênio médico

53,4% – Hospital particular com convênio médico
44,3% – Hospital público
– 80,7% – Câncer de Mama
2,3% – Hospital particular
– 74,4% – Câncer de Mama

Comportamento durante a pandemia

43,5% – Não saíram de casa durante a pandemia – ficaram em total isolamento social e utilizaram-se de ferramentas on-line para fazer compras, evitando contato com possíveis contaminados.
39,5% – Saíram unicamente para irem ao supermercado, realizar compras de alimentos e à farmácia para compra de medicamentos.
9% Saíram para trabalhar
8% Para se exercitar

Segurança para manter atendimentos durante a pandemia

Embora 17,7% tenha declarado não considerar seguro manter o tratamento durante a pandemia e preferir aguardar, a maioria delas declara que reconhece o risco de alteração do estágio da doença.

Capacidade do Sistema de Saúde no momento pós pandemia

77,2% declararam não acreditar que o sistema de saúde terá capacidade para atender o número represado de pacientes após a pandemia.

Pesquisa “Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19”

Realização: IQeB – Instituto Quimioterapia e Beleza
Validada por oncologista: Dr. Felipe Ades (CRM 168018/SP), Diretor científico do IQeB
Respondentes: 820 pacientes oncológicas de todo o Brasil
Entrevistas por e-mail
Período de coleta de dados: 21/06 a 05/07/2020

Sobre o Instituto Quimioterapia e Beleza

O Instituto Quimioterapia e Beleza iniciou as atividades em 2014, cresceu e segue com seu time ampliando as suas ações e impactando a vida de milhares de mulheres diagnosticadas diariamente. Mantém seu maior projeto, o Banco de Lenços Flavia Flores, que já doou mais de 25 mil lenços por todos os Estados do Brasil. O IQeB também oferece suporte psicológico e jurídico, dissemina informação de saúde, engaja voluntários, promove Oficinas de beleza para autoestima e, com sua diretoria científica, desenvolve pesquisas junto às pacientes.

Outras informações

50 mil brasileiros, ao menos, deixaram de ser diagnosticados com câncer desde o início da pandemia (Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia, 2020)

70% das cirurgias de câncer foram adiadas em abril (Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, 2020) 30% menos pacientes iniciando tratamento no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, no período (Fonte: Icesp, 2020)

Recomendação do INCA para a não orientação sobre diagnóstico precoce

“No contexto da atual pandemia de Covid-19, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), recomenda que os profissionais de saúde orientem as pessoas a não procurar os serviços de saúde para rastreamento de câncer no momento, remarquem as coletas de exame citopatológico e a realização de mamografias de rastreamento, adiando consultas e exames para quando as restrições diminuírem.” Nota Técnica – DIDEPRE/CONPREV/INCA – 30/3/2020 Detecção precoce de câncer durante a pandemia de Covid-19 As ações de

Estimativa geral Brasil

Para 2020, a incidência do câncer em mulheres é mais de 300 mil casos, sendo que 66 mil são apenas de câncer de mama. (Fonte: INCA, 2019)

Nossa pesquisa na mídia

Portal Hospitais Brasil – Instituto divulga pesquisa: “Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19”

Site Medicina S/A – Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19

Site Federação Brasileira de Hospitais – Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19

Site O Tempo – IQeB – Instituto Quimioterapia e Beleza divulga pesquisa: ‘Expectativa do paciente oncológico para o cenário pós-Covid-19’

Autores
Deborah CB Duarte
– Presidente do IQeB
Dr. Felipe Ades – oncologista e Diretor Científico do IQeB – CRM 168018/SP

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Vivara apresenta personalização de pingentes

Site Arroz de Fyesta – 23/10/2020

Em prol da luta contra o câncer de mama, a Vivara se uniu ao Instituto Quimioterapia e Beleza para lançar dois pingentes personalizáveis com a temática do Outubro Rosa. A parceria inclui a doação de recursos financeiros para o projeto, que desde 2014 já doou mais de 25 mil lenços para mulheres em tratamento oncológico. 

Feitos em ouro rosé, os dois pingentes em tamanhos diferentes podem levar a gravação da palavra “Força”, um nome e/ou o laço rosa, símbolo do combate ao câncer de mama. A partir da venda de cada joia, R$ 100,00 serão revertidos para o Instituto Quimioterapia e Beleza. 

Para levar informação sobre o tema para o seu público, a Vivara também receberá a fundadora do projeto, Flavia Flores, para uma live com a modelo Laura Wie. O bate-papo será transmitido pelo Instagram da @vivaraonline, nesta sexta-feira (23/10), às 19h, e abordará temas como a positividade das histórias de superação, autoestima, beleza e a vida pós-câncer. 

Os pingentes estarãoo disponíveis exclusivamente no e-commerce da Vivara, até o final de outubro. Eles custam R$ 580,00 e R$ 1.690,00.

Fonte: https://www.arrozdefyesta.net/moda-e-beleza/vivara-apresenta-personalizacao-de-pingentes-54-20201023

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Vivara apresenta personalização de pingentes para o Outubro Rosa

Site Rota Cult – 22/10/2020

Em prol da luta contra o câncer de mama, a Vivara se une forças com o Instituto Quimioterapia e Beleza e lança dois pingentes personalizáveis com a temática do Outubro Rosa. A parceria, aliás, inclui a doação de recursos financeiros da marca para o projeto, que desde 2014 já doou mais de 25 mil lenços para mulheres em tratamento oncológico.

Feitos em ouro rosé, os dois pingentes em tamanhos diferentes podem levar a gravação da palavra “Força”, um nome e/ou o laço rosa, símbolo do combate ao câncer de mama. Além disso, a partir da venda de cada joia, R﹩100,00 serão revertidos para o Instituto Quimioterapia e Beleza.

No dia 23 de outubro, às 19h, Vivara recebe a fundadora do projeto, Flavia Flores, para uma live com a modelo Laura Wie. O bate-papo será transmitido pelo Instagram e abordará a positividade das histórias de superação, autoestima, beleza e a vida pós-câncer.

Os pingentes estarão disponíveis exclusivamente no e-commerce da Vivara, a partir do dia 4 de outubro até o final do mês.

Fonte: https://rotacult.com.br/2020/10/vivara-apresenta-personalizacao-de-pingentes-para-o-outubro-rosa/