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História da Cat Iva Santos

A história de hoje é da Cat Iva Santos, se inspire com essa jornada🎀💖

“Em pleno início da pandemia e uma semana após meu aniversário, vejo um minúsculo sinal vermelho na minha mama quando sai do banho. A priori, não achei nada importante, até porque, meu corpo marca com tudo. No entanto, uma semana depois, o sinal aumentou para quase toda a mama, ficando vermelho e com temperatura muito quente. Foi quando notei que o mamilo estava com aparência de casca de laranja, endurecido e com o bico invertido. Mantive a calma e procurei uma especialista que foi um anjo comigo! Fiz os exames e apresentou o Carcinoma invasivo de tipo não especial. O nervosismo tomou conta, mas por pouco tempo, porque creio e sirvo a um Deus que tudo pode e que já havia feito milagres na minha família.

Foi tudo muito rápido, tive o diagnóstico no dia 15/04 e em 30/04 já estava fazendo a 1/16 quimioterapia, logo após realizei a mastectomia radical e 25 sessões de radioterapia. Fui bem assistida por profissionais excelentes. As reações da quimioterapia foram muitas: enjoos, dor de cabeça, baixa visão, labirintite, acentuou problemas na rosácea, na memória, desgaste ósseo, obesidade, entre outras, contudo, não esmoreci. Sempre confiante na minha vitória. Em nenhum momento pensei que iria morrer, mas me esforcei pra viver com mais intensidade.

Minha alegria, meu sorriso, meus sonhos, não foram nem de longe arranhados pelo câncer, pelo contrário, serviu como degrau mais alto pra ver a vida por outros ângulos e prisma. Mesmo careca, sem cílios, sem sobrancelhas, 28kg mais gordinha, pele super sensível e tantas outras reações, continuei me achando especial sim! Otimista, resiliente e alto astral sou eu, viu?! rs😻 Tive perdas materiais, sem emprego e algumas outras coisitas, mas que não me abalam, só me fazem crescer no tempo de Deus. Sou grata a Ele, minha família e amigos, e aos amigos dos amigos, e a tantas pessoas que nem me conhecem e torcem, ajudam em orações e outras formas.

Deixo aqui um alerta para as mulheres: façam seus exames periodicamente, tanto o autoexame como também os exames clínicos, porque o nódulo em mim não era palpável, só foi possível ser visto através da mamografia e ultrassonografia. Graças a Deus, sempre fui muito vigilante a qualquer sinal que meu corpo emita. Seja você também. Se observa no banho, se olhe com muita atenção e não deixe de ir ao seu médico. Obrigada pelo espaço dado para contar um pouco da minha história, Instituto Quimioterapia e Beleza. Um grande abraço cheio de amor a todos.” Iva Santos 💞

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Câncer Colorretal

Cats, temos acompanhado as notícias do “Rei Pelé”, 80, que passou por uma cirurgia de retirada de tumor no cólon direito, no último sábado. A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica pontua que a idade avançada está entre os principais fatores de risco do câncer de intestino.

De acordo com sua Diretora Dra. Maria Ignez Braghiroli, esse é um câncer que acomete especialmente as pessoas acima dos 50 anos e está muito relacionado à saúde do paciente como um todo. “Por isso, levar uma vida saudável com prática de atividade física e alimentação balanceada são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino. Assim como não fumar e não se expor ao tabagismo”.

Segundo dados do INCA, o câncer colorretal é o terceiro mais frequente em homens, atrás do câncer de próstata e de pulmão, e o segundo mais comum em mulheres, após o câncer de mama.🎀

  • 6 dicas de prevenção:
  • ✅mantenha seu peso corporal em níveis saudáveis
  • ✅evite o consumo de alimentos embutidos e reduza o consumo de carnes vermelhas
  • ✅mantenha uma dieta equilibrada rica em fibras e grãos integrais
  • ✅evite o consumo excessivo de bebidas alcoólicas
  • ✅não fume
  • ✅realize, diariamente, 30 minutos de atividade física
  • Sinais e Sintomas
  • alteração do hábito intestinal
  • sangramento nas fezes
  • inchaço do abdômen
  • mudança da aparência das fezes
  • dor abdominal
  • perda de peso e anemia
  • Exames mais comuns para diagnóstico:
  • sangue oculto nas fezes
  • colonoscopia e sigmoidoscopia
  • Tratamento:
  • geralmente a cirurgia é o tratamento inicial para retirar a lesão
  • quimioterapia
  • radioterapia em alguns casos

Portanto Cats, como sempre frisamos, o diagnóstico precoce é essencial para melhores condições de tratamento e cura. Fiquem atentas aos sinais e conheça o seu corpo!😽

Fontes: SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica)
        INCA (Instituto Nacional do Câncer)
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Março: mês de conscientização do câncer colorretal

O câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino ou câncer de cólon e reto, é o terceiro tipo mais frequente tanto em homens como em mulheres, sendo assim o tumor mais prevalente do aparelho digestivo. 

Por isso, foi criada a campanha Março Azul para falar e conscientizar sobre esse tipo de câncer e a importância de realizar exames. Diagnóstico precoce salva!

Segundo dados, o risco de uma pessoa desenvolver o câncer colorretal durante a vida é de, aproximadamente, 5%. Além disso, mais de 90% dos casos ocorrem em indivíduos com mais de 50 anos. 

A Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed) caracteriza esta doença como algo causado pelo estilo de vida do paciente e uma das principais formas de prevenir o tumor é manter hábitos saudáveis, como alimentação adequada (sem alimentos industrializados e embutidos) e uma rotina de exercícios físicos. 

Dentre os principais fatores de risco para o câncer colorretal estão:

– Dieta com maior consumo de carne vermelha e gordura e pouco consumo de fibra

– Fumo

– Síndromes genéticas

– Pólipos

– Retocolite ulcerativa

– Doença de Crohn

– Histórico familiar

– História pessoal de tumores colorretais

Detecção e tratamento

A colonoscopia é o principal exame para detecção do câncer colorretal e deve ser realizada a partir dos 45 anos, uma vez a cada dez anos. Além disso, ainda podem ser realizados exames como retossigmoidoscopia ou exame simples de sangue oculto nas fezes.

“Uma vez que o paciente foi diagnosticado, deve ser encaminhado para tratamento adequado. No caso do câncer colorretal, quase sempre é cirúrgico”, explica o oncologista cirúrgico do Hospital Amaral Carvalho (HAC), André Carvalho. Em algumas situações, é possível fazer um tratamento oncológico clínico antes da cirurgia.

Por isso, tenha sempre em dia os exames, consultas, exames físicos e toque retal para diagnóstico.

#quimioebeleza #oncologia #autoestima #informacaodesaude #bancodelencos #iqeb #saude #autocuidado #prevencao #marcoazul #diagnostico #cancercolorretal

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Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que para 2021 sejam diagnosticados no Brasil 8.460 novos casos de câncer infanto-juvenis (4.310 em garotos e 4.150 em garotas). Esses valores correspondem a um risco estimado de 137,87 casos novos por milhão no sexo masculino e de 139,04 por milhão para o sexo feminino. 

O câncer infantojuvenil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. 

Para chamar a atenção ao assunto, em 2002 foi criado o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil, pela organização Childhood Cancer International e simboliza uma campanha global para conscientizar sobre o tema e expressar apoio às crianças e adolescentes e suas famílias. Assim como nos países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Porém, em torno de 80% deles podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados, por isso a importância de que a família esteja atenta e busque tratamento adequado já no início. 

Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afetam os glóbulos brancos), os que atingem o sistema nervoso central e os linfomas (sistema linfático). Também acometem crianças e jovens o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que originam os ovários e os testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).

Sintomas

Segundo o Inca, os sinais do câncer pediátrico, muitas vezes, são parecidos com os de doenças comuns entre crianças e adolescentes, então caso persistam, precisam ser investigados por profissionais de saúde o mais breve possível. Alguns sintomas são: palidez, manchas roxas, sangramento, dor na perna, caroços e inchaços indolores, perda de peso inexplicável, aumento da barriga, alterações nos olhos, dor de cabeça, fadiga, tontura, sonolência, vômitos pela manhã com piora ao longo do dia, tosse persistente, sudorese noturna e falta de ar.

Por isso, é importante o acompanhamento constante com um pediatra. Por serem predominantemente de natureza embrionária, tumores na criança e no adolescente são constituídos de células indiferenciadas, o que, geralmente, proporciona melhor resposta aos tratamentos atuais. Compreende três modalidades principais (quimioterapia, cirurgia e radioterapia), sendo aplicado de forma racional e individualizada para cada tumor específico e de acordo com a extensão da doença.

Prevenção

A hematologista e hemoterapeuta pelo Inca, Maria Cunha Ribeiro Amorelli (CRM 13.399), que atende na clínica AngioGyn, no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, explica que em núcleos familiares nos quais se percebe um aumento no número de casos de câncer ou tumores graves, raros ou consanguinidade entre os pais, isto é, sejam parentes, é possível fazer o aconselhamento genético pré-natal. “Nas famílias onde já se detectou uma síndrome de hereditariedade do câncer, doenças genéticas herdadas ou raras está indicado o aconselhamento pré-natal para que a família entenda e calcule os riscos de surgimento da doença no seu filho.”

Ela, que também é especialista em hereditariedade do câncer pelo Hospital Albert Einstein, salienta que já existe a possibilidade de seleção do embrião para as famílias submetidas a reprodução assistida. “A técnica é um sequenciamento de nova geração feito nos genes do embrião que permite selecionar embriões que não possuam mutação hereditária”, revela Maria Amorelli.

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Mastologista, Mamografia e dicas para prevenir o câncer

Hoje é o Dia do Mastologista, médico especializado na saúde e doenças das mamas, em especial o câncer. Recomenda-se visitar anualmente este profissional e realizar a mamografia anualmente, a partir dos 40 anos. Este exame é importante para a detecção precoce do câncer de mama, e por isso, hoje também é marcado como o Dia Nacional da Mamografia.

Pensando no autocuidado, na saúde e bons hábitos preparamos algumas dicas de prevenção para você. Confira:

1. Conheça o seu corpo 

Não esqueça de fazer os exames de mamografia regularmente a partir dos 40 anos!

O câncer de mama tem 90% de chances de cura se diagnosticado precocemente 

2. Vá ao médico periodicamente

As mulheres devem realizar exame preventivo ginecológico (papanicolau) a partir dos 21 anos, a cada 2 a 3 anos (se tudo estiver normal), e mamografia uma vez por ano, a partir dos 40 anos. A partir dos 50 anos, homens e mulheres devem fazer exames de rastreamento para o câncer de intestino. Os homens entre 50 e 70 anos devem conversar com seus médicos sobre os riscos e benefícios do rastreamento do câncer de próstata. 

90% das mulheres com câncer de mama não têm histórico familiar – quem tem histórico familiar deve redobrar os cuidados! 

3. Controle de peso e alimentação saudável 

Faça exercícios por pelo menos 30 minutos todos os dias. Troque o elevador pelas escadas, leve o cachorro para passear, cuide do jardim, varra a casa, caminhe, dance!

Evite o consumo excessivo de carne vermelha, sal e açúcar, faça pequenas refeições ao longo do dia, mastigue bem e lentamente.

Tenha uma alimentação rica em hortaliças, frutas, cereais e grãos integrais.

Evite comer alimentos processados.

4. Não fume!

O cigarro libera no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas, inaladas por fumantes e não fumantes

5. Cuidado com o amado SOL

Evite a exposição ao sol, principalmente no horário das 10h às 16 horas. Use chapéu e protetor solar, inclusive nos lábios.

6. Cuide do seu sorriso

Cuidar do seu sorriso é cuidar da mente, do corpo e da saúde. Realize diariamente a higiene bucal – Capriche na escovação dos dentes, língua e gengivas, e não deixe de consultar o dentista regularmente

7. Amamente

O aleitamento materno é a primeira alimentação saudável. A amamentação exclusiva até os seis meses de vida protege as mães contra o câncer de mama e as crianças contra a obesidade infantil ​ 

8. Evite bebidas alcoólicas

A ingestão excessiva de bebidas alcoólicas está ligada a um risco maior de câncer de mama, prejudica a memória e aumenta a incidência de doenças hepáticas.

9. Vacine-se

Vacine-se contra a hepatite B: pessoas que apresentam infecções crônicas com o vírus da hepatite B possuem maior chance de desenvolver o câncer de fígado. Por isso, é recomendado tomar a vacina, que tem o objetivo de prevenir a infecção do vírus e, consequentemente, reduzir o risco do câncer de fígado.

Vacinas contra HPV são indicadas para meninas e meninos e disponíveis no SUS. Apesar de vacinados, na vida adulta devem realizar exames preventivos. 

05 de Fevereiro Dia do Mastologista e Dia Nacional da Mamografia

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Dia Nacional de Combate ao Câncer

Vacinação – Fake News – Prevenção – Oncologia

Na última década, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram queda de, pelo menos, 14% na cobertura vacinal no Brasil. Após o início da pandemia, esses números são ainda mais expressivos, principalmente devido ao impacto da propagação de fake news.

Para combater a desinformação, Dr. Sandro Cavallero, diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e Coordenador do Comitê de Tumores do Sistema Nervoso Central, defende que todas as condutas médicas devem ser baseadas na ciência e nas pesquisas clínicas. “Infelizmente, por conta do alastramento da desinformação por grandes lideranças, parte da população ficou no escuro, sem saber no que acreditar. Com isso, no meio de uma crise de saúde global, tivemos também uma crise política, ampliando o cenário de incertezas”, comenta.

A crescente disseminação de fake news impactou a confiança da população em vacinação, principalmente em torno dos testes realizados para a vacina contra o coronavírus. Para Dr. Cavallero, as notícias falsas se disseminaram tanto quanto, ou talvez até mais, que o próprio vírus. “Não só os médicos, mas todo cidadão, tem como dever o combate às fake news. Disseminá-las é grave em todos os aspectos, desde moral e ético até gerar riscos para a saúde da população”.

Foi por meio das vacinas que o Brasil erradicou diversas doenças, entre elas a poliomielite e a varíola. “A erradicação seria possível, também, com o câncer do colo de útero, em que 90% dos casos são causados pelo vírus HPV, se a vacina fosse mais divulgada e tivesse maior adesão de meninas dos 9 aos 14 anos e meninos dos 11 aos 14 anos, o que já é realidade em outros países”, acrescenta Dr. Cavallero.

Em relação ao câncer, existem dois pontos importantes: as vacinas para tratar o câncer, criadas com o intuito de atuar contra a doença já existente, mas que ainda são experimentais; e também as vacinas para prevenir o câncer, como é o caso da própria vacina anti-HPV e, também, as vacinas contra a hepatite B e C, que são responsáveis pelo desenvolvimento de cirrose e câncer de fígado em pacientes crônicos. Ou seja, todas essas doenças também podem ser prevenidas.

Por outro lado, ainda de acordo com o diretor da SBOC, é um desafio muito grande vacinar a população por completo. “Existe uma demanda estratégica e logística para que consigamos atingir o sucesso nacional. O Ministério tem um programa respeitável, que perde força nesse cenário. Nosso papel é continuar educando que todas as vacinas são seguras, com eficácia comprovada e não causam disfunções cerebrais, como demência, epilepsia, Alzheimer, autismo ou outras consequências.”

Pacientes oncológicos podem (e devem) tomar vacinas, mas levando em consideração as orientações médicas. “Se a imunidade do paciente estiver baixa, seja por conta da própria doença ou pelo tratamento quimioterápico, não é aconselhado tomar as que chamamos de vacinas de vírus vivo, como as de febre amarela, catapora e sarampo, por exemplo. Já as vacinas de vírus não vivo, como a da gripe e, em breve, a do coronavírus, que possuem a função de aumentar a imunidade do paciente, não há contraindicação. Uma das vacinas mais recomendadas para os pacientes de câncer é a pneumocócica, contra pneumonia e meningite, mas que, infelizmente, é pouco divulgada”, completa Dr. Cavallero.

A mensagem da SBOC para aqueles que não acreditam nas vacinas é para que confiem na ciência, pois é possível deter doenças altamente contagiosas através da vacinação. A entidade sempre defendeu com afinco a importância do incentivo às pesquisas clínicas, além de ter como compromisso disseminar informações de qualidade e que sigam protocolos baseados em evidências científicas, como meio de educar a população. Afinal, quanto mais a população souber a respeito, maior a mobilização para que mudanças sejam concretizadas.

A SBOC mantém orientações atualizadas sobre vacinação em seu site e determinou metas e estratégias para incentivar a vacinação anti-HPV e erradicar o câncer de colo de útero, alinhadas à campanha global lançada recentemente pela OMS e adaptadas para a realidade do Brasil. São elas atingir 90% de cobertura vacinal em meninas e meninos, 70% de rastreamento da doença e 90% de acesso a diagnóstico e tratamento precoce, até 2030.

Atualmente, o Brasil atinge 70% de cobertura vacinal na primeira dose e menos de 50% na segunda; apenas 25% de rastreamento da doença; e 50% de mulheres que têm dificuldade no acesso ao tratamento. A SBOC acredita que com a união de forças das sociedades de saúde na conscientização da população, na divulgação de programas de vacinação, no aprimoramento e atualização dos exames de rotina e no aumento do acesso a melhores tratamentos em todas as regiões do país, o país pode alcançar essas metas dentro do prazo estabelecido.

SOBRE A SBOC – SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA
A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 2,2 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. É presidida pela médica oncologista Dra. Clarissa Mathias, eleita para a gestão do biênio 2019/2021.

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Câncer de boca: a cura pela prevenção

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Boa noite, Cats! Vocês sabiam que o câncer de boca é uma doença super frequente entre os brasileiros??  Por isso é muito importante se prevenir! Se liguem nessa matéria que esclarece as medidas que devemo tomar para afastar ou detectar precocemente esse tipo de câncer. 

Apesar de estar entre os dez tumores mais comuns do Brasil, o câncer de boca, bem como seus sintomas, causas e tratamentos, ainda é desconhecido de boa parte da população. O cenário é comprovado pelo fato de que uma parcela expressiva dos diagnósticos ainda é realizada tardiamente, o que diminui de maneira considerável as chances de cura. De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) somente neste ano 15 490 pessoas serão vítimas da doença, sendo 11 140 homens e 4 350 mulheres.

Tais números colocam o Brasil na ingrata terceira colocação entre os países com maior incidência do câncer de boca no mundo, atrás somente da Índia e da República Checa. A cada duas horas um brasileiro morre por causa da doença. O período de tempo transcorrido em uma partida de futebol ou em uma sessão de cinema no domingo, por exemplo, representa mais uma vida perdida, o que poderia ser evitado com medidas acessíveis e simples.

E por que o país apresenta tantos casos? Uma das respostas está no uso de álcool e tabaco, que, mesmo caindo, representa um dos maiores causadores da enfermidade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer de boca são tabagistas. Além disso, quando o fumo e o álcool estão associados, as possibilidades de desenvolver a doença aumentam em 30 vezes.

Homens acima dos 50 anos compõem a maior parte dos acometidos pelo problema. No entanto, o cenário está mudando. Cada vez mais jovens de até 40 anos estão apresentando a doença e um dos principais motivos é o papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV.

Transmitido durante as práticas sexuais sem proteção, o vírus tem a capacidade de acelerar o tempo de desenvolvimento desse tumor. Um estudo produzido pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostra que há vinte anos o HPV representava 25% dos casos de câncer de amígdala. Atualmente, o número registrado é de 80%.

A maior medida para diminuir o número de vítimas está na prevenção, que pode ser feita inclusive em casa. O câncer de boca tem cura e, assim como o câncer de mama, pode ser facilmente identificado por meio do autoexame — neste caso, com a ajuda de um espelho.

Analisar a boca periodicamente, observar o aspecto da língua e de toda a cavidade oral (lábios, mandíbula, gengiva, glândulas salivares e garganta) deve se tornar hábito. O surgimento de feridas e lesões que demoram mais de duas semanas para sumirem são o sinal de alerta, assim como sangramentos, caroços, mudanças na coloração ou dor.

Entre os sintomas do câncer de boca estão também nódulos persistentes nas bochechas, irritação ou sensação constante de algo entalado na garganta, inchaço na mandíbula, dificuldade para engolir, mau hálito, dor para mastigar ou mover a língua, dentes frouxos na gengiva e até mesmo mudanças na voz e perda de peso. São sinais facilmente identificáveis não só pelo paciente, mas também pelas pessoas com quem ele convive. É importante ressaltar que o autoexame não substitui as visitas regulares aos cirurgiões-dentistas, fundamentais para o diagnóstico precoce.

É esse profissional que será responsável pelo encaminhamento de casos suspeitos para a confirmação e o posterior tratamento do câncer de boca e pelas orientações iniciais ao paciente. A localização e o estágio tumor determinam as medidas mais adequadas, que geralmente são cirurgia e/ ou radio e quimioterapia. Quando a doença é diagnosticada no início e tratada de maneira adequada, 80% dos casos chegam à cura.

Fica claro diante desse cenário que a grande questão em torno do câncer de boca é a prevenção. Para fortalecer a rede de informações sobre o tema e orientar a população, foi criada a lei federal nº 13.320 de 2015, que estabelece a primeira semana de novembro como a Semana Nacional de Prevenção ao Câncer de Boca. A importância do período é inegável, mas é essencial que os hábitos para combater a doença e diminuir o número de vítimas façam parte do cotidiano da população.

Fonte: SAÚDE

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Suco de romã pode inibir a metástase do câncer de próstata

Quando ocorre o reaparecimento do câncer de próstata no paciente depois de tratamentos, geralmente, os médicos indicam a supressão do hormônio masculino testosterona, que é um tratamento que inibe o crescimento das células cancerosas, pois elas precisam do hormônio para crescer. Porém, com o tempo, o câncer desenvolve formas de resistir ao tratamento. 

Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Riverside, da Califórnia, fizeram um estudo sobre o efeito do suco de romã. Para isso, ele foi aplicado nas células de câncer de próstata cultivadas em laboratório, as quais já eram resistentes à testosterona. 

Ao analisar os resultados, os pesquisadores descobriram que as células tratadas com o suco de romã mostraram maior adesão, ou seja, menos células se separavam. Também houve uma queda na movimentação dessas células.

Com o intuito de tornar os componentes inibidores do câncer no suco de romã mais eficazes na prevenção da metástase do câncer de próstata, os pesquisadores identificaram os grupo ativos de ingrediente no suco que tiveram impacto molecular na adesão das células. Através disso, podem ser criadas terapias com remédios mais eficazes.

Manuela Martins-Green, pesquisadora, afirmou que a descoberta pode ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer. Porém, ainda devem ser feitos mais estudos.

Através da pesquisa, foi possível comprovar que o suco de romã tem o potencial de evitar a metástase das células do câncer de próstata para a medula, devido à função de inibir a proteína produzida na medula óssea, que leva as células cancerosas a se mover para a medula, onde elas poderão formar novos tumores.

Os próximos planos da pesquisadora são fazer testes adicionais em um organismo vivo com câncer de próstata em em fase de metástase para determinar se os mesmos componentes que foram eficazes nas células cultivadas em laboratório poderão evitar a metástase sem efeitos colaterais.

Fonte: BBC Brasil

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Nozes ajudam a diminuir recorrência do câncer de cólon

Como sabemos, a alimentação é um dos fatores fundamentais para a prevenção de diversos tipos de câncer. No caso das nozes, um novo estudo aponta ótimos resultados em relação à recorrência e a mortalidade no câncer de cólon.

Foram monitorados 826 pacientes com câncer de cólon em estágio 3. Quem consumia cerca de 57 gramas (duas onças) ou mais de nozes por semana teve 42% menos chances da recorrência da doença e 57% menos chance de morte em comparação com quem não as ingeriu.

Esse é um novo patamar nas pesquisas que envolvem a alimentação e o câncer, pois mostra resultados eficazes não apenas na prevenção do surgimento da doença, mas como um tipo de antídoto já quando o problema se manifesta.

Benefícios das nozes

Além de diminuir a recorrência no câncer de cólon, as nozes estão sempre associadas a diferentes benefícios na saúde, como a menor incidência de obesidade, diabetes tipo 2 e redução da resistência à insulina.

Vale ressaltar que todos esses benefícios, assim como os de combate ao câncer de cólon estão presentes nas chamadas tree nuts, ou seja, todos os frutos de casca dura que nascem em árvores, incluindo amêndoas, nozes, avelãs, castanhas de caju e nozes pecã.

Já o consumo de amendoim não apresentou nenhum tipo de redução da recorrência do câncer.

O estudo

Esse estudo começou em 1999 e por isso mesmo traz resultados confiantes, uma vez que não se trata de uma pesquisa rápida e recente.

Os autores analisaram as associações entre o consumo total de nozes e apenas o consumo de tree nuts, e o risco de recorrência do câncer e morte. Pacientes que consumiram cerca de 57 gramas de todos os tipos de nozes por semana (19% de todos os pacientes no estudo) tiveram uma probabilidade 42% menor de recorrência do câncer e uma chance de morte 57% menor em comparação com os pacientes que não comeram nozes após a conclusão de seu tratamento contra o câncer.

Ao olhar apenas para o consumo de tree nuts, a chance de recorrência foi 46% menor e a chance de morte 53% menor para aqueles que comiam pelo menos 57 gramas por semana. Não houve redução significativa na recorrência do câncer ou morte para aqueles que comeram amendoim ou manteiga de amendoim.

FONTE: Instituto Vencer o Câncer

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Prevenção do câncer: exercícios físicos são essenciais para as mulheres

Tem vídeo super legal pra vocês assistirem!

O oncologista Dr. Fernando Maluf explica a importância dos exercícios físicos na prevenção do câncer em mulheres, principalmente o câncer de mama.

Os exercícios funcionam também para mulheres que têm propensão a desenvolver a doença.

E quanto mais cedo a práticas de exercícios começa, melhor, podendo diminuir em até 60% o risco!

Veja todos os detalhes dos estudos e seus resultados no vídeo abaixo.