Publicado em Deixe um comentário

Nílton Góes

“Olá meu nome é Nílton Góes sou empresário aqui na cidade de Itajaí, Santa Catarina.Certa noite estava no sofá de casa com meu neto e senti um carocinho na minha mama, então ao tocá-lo senti um volume um pouco maior que o de um tamanho de um caroço de laranja. Então, rapidamente, minha esposa Adriana me aconselhou a procurar um médico.Na semana seguinte fui até uma médica por indicação até Florianópolis. Fizemos vários exames e foi constatado um nódulo maligno (câncer de mama masculino).Quando recebi este diagnóstico fiquei sem chão porque até então nunca tinha ouvido falar nesta patologia em homens. Você somente vê falar em câncer de mama em mulheres e creio que a maioria dos homens não saibam que homens podem ter este tipo de câncer.Minha pergunta para a médica foi essa:  Quanto tempo eu teria de vida? Ela me explicou que eu teria que passar por uma cirurgia para retirada do nódulo, o qual já estava com 1.5 cm (cresce muito rápido), e que depois eu teria que passar por sessões de quimioterapia e ser acompanhado por um certo tempo.Quanto mais ela me explicava, mais eu ficava desanimado e pensava  que esta doença iria acabar com minha vida.Então, após a cirurgia que foi feita numa clínica particular, logo veio as sessões de quimioterapia todas feitas no CEPON em Florianópolis. A primeira e segunda sessão foram tranquilas. Agora, após a terceira sessão em diante, vieram cada vez mais os efeitos, muita fadiga, perca de memória, muita sede e enjoos, pois fiquei sabendo que a quimioterapia é acumulativa. Consegui sobreviver e minha última sessão foi no dia 10 de setembro 2018. Agora tenho de fazer todo acompanhamento conforme a médica indicar.No início foi muito difícil, mas resolvi lutar contra não só o câncer mas também contra o psicológico que te derruba e te impossibilita de lutar, pois pior que a doença é o nome CÂNCER. Para me incentivar a lutar, comprei uma camiseta do Superman que vi numa loja, porque qualquer coisinha que te incentiva a ir em frente é valido.

família foi e está sendo muito importante nesta luta. Hoje penso assim: este câncer veio para mim como mais uma superação e no final tenho certeza que serei vitorioso. Pretendo conscientizar os homens sobre este câncer, também porque quanto mais cedo você souber, mais chances de cura você terá.Estamos na luta porque uma vida sem luta não tem vitória!”

Publicado em Deixe um comentário

ANDRÉ MORENO

QUANDO TUDO IA BEM

Já estava em outro emprego, em nova função, pois aquele que eu estava e não quis continuar o tratamento…, lembram? Fui desligado! Um filme passou em minha cabeça, na ocasião, pensei comigo mesmo: “do que adiantou André? Colocar sua saúde em segundo plano! ”

Não que eu pensasse que a empresa tivesse um compromisso comigo, mas que levasse em conta minha dedicação e meu comprometimento. Mas…, contudo, pensei: “somos apenas números”. Continuei a tocar minha vida, sem pensar um só minuto em doença, virei á pagina.

Mas, em abril de 2016, 19 meses depois do primeiro diagnóstico, com fortes dores na virilha, decorrentes de um inchaço que já estava ali há três semanas, fui obrigado a procurar ajuda médica. Na realidade, só procurei porque subindo as escadas fiquei com a pernas travadas, de tão fortes que eram as dores. Ali mesmo permaneci, até que amparado por uma amiga cheguei à sala e dali fui levado à emergência. Chegando, fui atendido por médico plantonista, do qual tirei conclusões precipitadas, como: “esse médico irá me atender, tão novo… não sei não”.

Entrei no consultório, relatei tudo a ele, desde meu primeiro diagnóstico até aquele dia, inclusive que havia anteriormente sido encaminhado a um oncologista, o qual fui, mas não voltei. O mesmo diante do meu relato, para minha surpresa, pediu que eu fizesse um exame de sangue (hemograma especifico), mais um ultrassom e que retornasse ao consultório. 

Após fazer os exames, retornei ao consultório, percebi então uma agitação do médico, o qual pediu para que eu aguardasse ao lado. Depois de 10 minutos o mesmo me chamou, com bastante cuidado, mas direto, me disse: “André seu exame de sangue está ótimo, sem alterações, porém no ultrassom foi constatado cinco nódulos em sua coxa e diante do seu histórico estou lhe encaminhando para fazer uma pulsão, junto estou fazendo uma carta de encaminhamento para você procurar um oncologista.” 

Meu mundo novamente caiu, fiquei zonzo, mas sabia no fundo que aquilo era consequência das minhas “costas” que dei no primeiro diagnóstico. Mas dessa vez, enfrentei, ergui a cabeça e fui fazer a tal pulsão.

Continua…

Para conferir outras partes da história do André, é só clicar nos seguintes links:

Conhecendo a história de André: https://goo.gl/uTm98v

Segundo contato: https://goo.gl/WCrnPw

O primeiro diagnóstico: https://goo.gl/jA9crd

A recusa: https://goo.gl/EURzsd

Publicado em Deixe um comentário

ANDRÉ MORENO

A RECUSA

Não demorou muito, lá estava eu no consultório para a tal consulta. Dessa vez, em um especialista, Cirurgia Cabeça e Pescoço.

Quando o doutor acabou de me examinar, sentou-se e diretamente me disse: “Olha a cirurgia do Dr. foi muito bem-feita…, porém foi feito uma “cerquinha” de imediato, mas precisamos agora fazer uma “muralha”, vou operar você novamente. Farei uma nova cirurgia, abrangendo uma maior área de seu pé. Em seguida faremos um exame chamado SENTINELA, que através de uma pequena incisão, na região da virilha injetamos um liquido (contraste), e esse irá apontar se houve ou não infiltração na corrente sanguínea, daí conseguiremos chegar ao diagnóstico final e a um tratamento a seguir”.

Ouvi essa notícia com muita apreensão e desapontamento. Sem questionar o Dr. sai do consultório com uma nova guia de internação e exames, mas com uma única certeza: “Não irei fazer esse exame agora, acabei de ser promovido, preciso me dedicar ao trabalho e depois irei atrás disso, tenho certeza que não tenho nada! ”

Ainda naquele dia, recebi três ligações do médico, preocupado comigo e da maneira que recebi a notícia de uma nova cirurgia, insistiu para que eu voltasse ao consultório para uma nova conversa, “enrolei” o Dr. e não apareci mais, “caindo de cabeça” no trabalho. Estava muito feliz havia sido promovido por meritocracia dentro da empresa, não poderia desapontar meus encarregados, não que houvesse cobrança exterior, pois isso partia de mim mesmo.

Em minha cabeça não havia motivo de preocupação, afinal eu já havia sido operado, o Câncer já havia sido retirado, o meu trabalho era mais importante que a minha saúde, afinal eu estava bem! 

A RECUSA havia se instalado! Mesmo que de maneira inconsciente, eu não me importei em tudo que ouvira, e minha fuga foi o trabalho, afinal eu não tinha tempo para pensar em doença, em tratamento e muito menos em um novo procedimento.

Para conferir outras partes da história do André, é só clicar nos seguintes links:

Conhecendo a história de André: https://goo.gl/uTm98v

Segundo contato: https://goo.gl/WCrnPw

O primeiro diagnóstico: https://goo.gl/jA9crd

Publicado em Deixe um comentário

André Moreno

O primeiro diagnóstico

Em 15 dias, já estava operado e em casa afastado. Após esse período de afastamento, que acabou se estendendo por mais uns 5 dias, retornei ao consultório para o diagnostico final.

Entrei na sala novamente ansioso. O Dr. pediu para que eu me sentasse e com toda delicadeza, me passou o laudo da biópsia: “André infelizmente minhas suspeitas se confirmaram, a sua pinta trata-se de um MELANOMA CUTÂNEO, TIPO NODULAR COM NÍVEL DE INFILTRAÇÃO 5. Fui bastante invasivo, ou seja, me aprofundei na incisão para não ter risco de METÁSTASE, porém é interessante e é protocolo você procurar um Oncologista para seguir o protocolo da doença, fazer exames, para verificação de infiltração na corrente sanguínea, muito comum nesses casos de Câncer”.

Para conferir outras partes da história do André, é só clicar nos seguintes links:

Conhecendo a história de André: https://goo.gl/uTm98v

Segundo contato: https://goo.gl/WCrnPw

Publicado em Deixe um comentário

ANDRÉ MORENO

Cats, em homenagem ao Novembro Azul, vamos continuar contando a história do André Moreno, criador do “O câncer e eu”.

Caso queiram conferir a primeira matéria dele aqui no blog, é só clicar aqui: http://quimioterapiaebeleza.com.br/conheca-historia-do-andre-moreno-e-seu-projeto-o-cancer-e-eu/

O SEGUNDO CONTATO:
Em nova consulta, dessa vez a um especialista em Tumores Ósseos, muito ansioso entrei na consulta, o Dr. me recebeu e logo após o primeiro contato, me conduziu à sala ao lado para exames, logo que retirei a meia, que já estava manchada, devido a secreção, o mesmo olhando me repetiu o primeiro diagnostico, porém dessa vez, de uma maneira cuidadosa e me explicando que poderia ser: “André teremos que retirar o quanto antes, pois pode se tratar de um melanoma, um câncer de pele, com alto poder de infiltração na corrente sanguínea, irei operá-lo primeiramente, mandarei o material para análise e daí saberemos os próximos passos.

Publicado em Deixe um comentário

BRUNO DA SILVA

Meu filho se chama Bruno, Bruninho. Com 6 anos apos ter dengue ele parou de andar e logo foi diagnosticado com LEUCEMIA. Pra mim foi o fim. Sou enfermeira e cuido de pacientes oncológicos, isso não poderia estar acontecendo.Iniciamos o tratamento, eu fiquei acabada e criança na sua inocência nem sabia o que estava acontecendo, até hoje ele acha que é dengue. Ele sofreu demais. Mas sempre ele que me dava força, lembro que quando eu ficava chorando ele falava: FORÇA MULHER. E também ele falava que ia fica curado porque DEUS NÃO FAZ AS COISAS PELA METADE.  Ele me falou que agora quer ser médico,  e cuidar de crianças igual ele,  porque ai quando alguma mãe chorar igual e choro ele vai falar NÃO CHORA NÃO, MINHA MÃE CHOROU TANTO E EU ESTOU AQUI.  O bruninho não passou mal de ficar vomitando. Mas ele teve pressão alta teve ulcera sangrante no estomago, teve tiflite, teve monilíase oral que atingiu tudo por dentro (boca, esofago, estomago, intestino) até o ânus, teve 2 avc , perda de massa encefálica, ficou sem andar, sem falar, sem se movimentar. Voltou a usar fralda. Ficou respirando só por aparelho. Precisou de mais de 100 bolsas de sangue. Mas venceu. Ele está lindo agora mais do que antes, mais do que nunca. Rosto perfeito. Inteligente mais que antes.

Publicado em Deixe um comentário

FABRÍCIO CATARINO

Fabrício tem 34 anos. Nos mandou a história dele por vídeo. Ele fez um canal no youtube contando, de forma engraçada, como foi lidar com a doença. Não quis fazer vídeo triste. Quis trazer muito otimismo e piada, mas sem esquecer de levar o câncer como algo sério e algo que deve ser cuidado.

Ele contou no vídeo que não ia no médico, ele era teimoso. Um dia foi internado com muita febre e muita dor. Fez uma videolaparoscopia. Quando viu o resultado, estava com metástase no nível 4. Imagine o susto! Fez uma bateria de exames, passou por tratamento, e o câncer diminui: de quatro órgãos, foi para dois.

Ele teve que mudar drasticamente! Alimentação e rotina em primeiro lugar. Está passando por quimioterapia, claro. Mas ele não deixou que isso desanimasse. Mantém o sorriso no rosto e a energia positiva. E com muita fé, ele vai se cuidando.

Veja o vídeo aqui!

Publicado em Deixe um comentário

A FAMÍLIA DO FELIPE MENDONÇA

Meu nome é Felipe Mendonça e gostaria de compartilhar a nossa história, a história da minha família com vocês. Minha tia Ivone Silveira, irmã mais nova da minha mãe Isa Garcia, está lutando contra o câncer de mama. A história por si só já fez com que nós nos unissemos muito, mas quando tia Ivone teve que raspar a cabeça nesse último fim de semana a família se uniu ainda mais. Minha mãe propôs que nós sobrinhos, raspassemos a cabeça em apoio a tia Ivone. E assim fizemos.
Tia Ivone assumiu a cabeça agora sem cabelos, e nossa atitude encorajou essa guerreira a lutar ainda com mais força contra o câncer de mama.
Duas postagens foram feitas no Facebook (Uma feita pela própria tia Ivone e outra feita pela Rafaela minha prima e filha mais nova da tia Ivone) e juntas elas tiveram mais de 1000 curtidas.

Espero que nossa história inspire outras famílias, a apoiar incondicionalmente a pessoa acometida.
Tal história me remete a um conto da Disney relativamente recente, onde eles definem família assim: “Ohana quer dizer família, e família quer dizer nunca abandonar ou esquecer” (Lilo&Stitch).
Obrigado pela oportunidade de nos deixar dividir nossa história com os seguidores da página, e parabéns pelo trabalho de vocês! Vocês não fazem idéia do quanto vocês têm nos ajudado!

Um grande e cordial abraço!

Publicado em Deixe um comentário

VITOR E RAQUEL VAZ

Gostaria de dividir com vocês a minha história.Sou Raquel Vaz mãe do Vitor, diagnosticado com linfoma de Hodgkin aos 12 anos.Demoramos muito para diagnosticá-lo.Tudo começou com uma pneumonia em maio/2012 e que se repetiu em julho/2012 com aumento de linfonodos no pescoço.A princípio a pediatra falou que devido ao quadro de pneumonia é normal os linfonodos aumentarem e prescreveu anti-inflamatório para diminuir os linfonodos.Após utilização do medicamento, mesmo assim o linfonodo só aumentava, e com isso, a pediatra solicitou uma bateria de exames de sangue e ultrassonografia do pescoço.Os resultados dos exames de sangue estavam normais, porém a ultrassonografia constatou 5 linfonodos aumentados de cada lado do pescoço. Após esses resultados de exame a pediatra nos encaminhou para um infectologista.O infectologista nos solicitou mais exames de sangue, ultrassonografia de abdômen, PPD (pois havia suspeita de tuberculose) e raio X de pulmão. Os resultados desses exames constaram mais linfonodos aumentados no abdômen, aumento de baço e o PPD negativo.Como não foi possível fechar o diagnóstico com resultados desses exames, o infectologista solicitou biópsia do linfonodo do pescoço, para fecharmos o diagnóstico.No dia 14/11/2012 fomos para temida biópsia, com suspeita de tuberculose.O cirurgião nos informou que o resultado da biópsia levariam uns 40 dias para ficar pronto, mas dias depois, o infectologista muito atencioso entrou em contato com o patologista e solicitou uma prévia da biópsia e infelizmente havia descartado tuberculose e tudo indicava uma doença neoplásica (câncer).Fomos à consulta do infectologista, no dia 26/11/2012, e o mesmo solicitou que internássemos para fazermos mais exames, pois a biópsia havia descartado tuberculose e ele não podia ficar esperando o resultado completo da biópsia. Não podíamos perder mais tempo para fechar esse diagnóstico.  E pra aumentar mais a nossa ansiedade, naquela noite o Vitor teve febre.No dia seguinte fomos ao hospital indicado pelo infectologista para realizarmos uma tomografia de tórax, abdômen e pelve, broncoscopia e mielograma.Já internados, aguardamos os próximos passos e datas para a realização dos exames. Os pediatras da rotina do hospital nos avisaram que a equipe da oncologia iria passar para uma avaliação. Já conhecia aquela palavra oncologista pois meus pais haviam falecido de câncer e não podia acreditar que o meu filhote pudesse ter esta doença.Enfim, no fim da tarde a médica oncologista avaliou o Vitor e me chamou para conversarmos em particular. Ela foi super carinhosa e atenciosa, me perguntou se ele havia perdido peso nos últimos meses, e tinha sudorese noturna e etc… E o Vitor suava horrores a noite e havia emagrecido muito nos últimos meses. O suor eu achava normal, pois o Rio é muito quente e o emagrecimento eu achava que era devido ao fato dele estar em fase de crescimento e neste período ele tinha reduzido muito a alimentação no intuito de emagrecer mesmo.Voltando a conversa com a oncologista, ela informou que todos os sintomas indicava um linfoma. Só com a hipótese meu coração parou, mais cria que Sr. Jesus estava no controle e teria um propósito naquilo tudo.No início de dezembro/2012, o meu filhote foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin estadiamento IV. E a partir daí meu guerreiro lutou muito. Passou por 5 protocolos diferentes de quimioterapia, incluindo o transplante autólogo de medula óssea, devido várias recidivas.Mas lutou bravamente sem nunca perder a FÉ.Na tarde do dia 21/01/2015 o Sr. Jesus resolveu recolher o Vitor para Seu colo e creio que a ele foi dada a verdadeira CURA, a VIDA ETERNA.Confesso que foi muito difícil, saber e ver meu filhote partir. Mas a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. E os sonhos Dele são muito maiores que os nossos.E falando em sonhos, no dia 27/05/2015, o Sr. Jesus colocou no meu coração o projeto PAPO DE MÃES. Imediatamente compartilhei com as minhas amigas que também são mães de pacientes oncológicos no hospital no qual meu filhote se tratava. Todas abraçaram o projeto e estamos aí pra MUDAR a estatística da CURA do câncer infantil, por meio de informações do diagnóstico precoce e esclarecimento sobre a doação de medula óssea.Esse é o link da pagina: Papo de Mães

Publicado em Deixe um comentário

Evandir Gióia

Pratico o budismo de Nitiren desde 1989, aonde busquei novos desafios, visando o meu desenvolvimento pessoal e familiar. Não passava por problemas financeiros, nem desarmonia familiar e sempre tive boa saúde. Trabalhava e atuava na comunidade, até que em agosto de 2010, quando estava em um serviço terceirizado na Petrobrás, o trabalho chegou ao fim. Neste período comecei a notar alguns caroços no meu pescoço.

Nesta mesma época também, recebi um telefonema de Cubatão, de um engenheiro que trabalhava comigo na Petrobrás em São José dos Campos, oferecendo um emprego pra mim e dizendo que demoraria por volta 20 dias para me chamarem para fazer o exame medico. Simultaneamente, aqueles caroços foram aumentando de tamanho. Passei em um posto médico da prefeitura, e o médico me examinou me encaminhou para outro médico especializado em cabeça e pescoço. Foi quando essa empresa me chamou para fazer o exame médico de admissão, dentro da Petrobrás de Cubatão. No dia do exame, fui recitando daimoku dentro do ônibus de Jacareí até Cubatão. Foi quando, nesta ocasião, no meio da Serra, o ônibus que eu estava bateu em outro e em mais cinco carretas. O exame estava marcado para 10h50 e já era 10h00, e eu ainda estava no meio da Serra. Não tinha como comunicar com ninguém por celular. Até que uma hora, eu entrei dentro do ônibus e consegui ligar para minha esposa, e pedi para ela que ligasse para a empresa para contar o acontecido. Cheguei em Cubatão 11h30, fui para a Petrobrás fazer os exames, e fazendo daimoku para tudo dar certo, e orando para que a médica evitasse de olhar o caroço. Mas não teve jeito, ela apalpou bem em cima e perguntou se doía. Falei a verdade, disse a ela que não doía. Ela assinou a ficha, relatando que eu estava apto para o trabalho. Comecei a trabalhar em 01º de outubro.

Agora com o plano de saúde. Neste período, minha esposa marcou consulta com o médico da cabeça e pescoço, e do dia 10 de novembro, o Dr. Carlos foi curto e grosso, sem fazer nenhum tipo de exame, falou: ‘Isto é um câncer, em um lugar sensível e perigoso’, e não sabia como eu ainda estava falando. Fui encaminhado para a tomografia computadorizada e para a biopsia.

Mas aprendemos no budismo, que existe quatro tipos de sofrimento que enfrentamos inevitavelmente: NASCIMENTO, ENVELHECIMENTO, DOENÇA E MORTE. Era algo que eu deveria passar. Se eu fiz a causa, consequentemente iria aparecer o efeito. Saíram os resultados dos exames, da biopsia e da tomografia, e aí eu descobri que não era apenas um câncer, mas quatro, malignos, na região cervical à esquerda. Confesso que ao receber a notícia, balancei um pouco, me senti sem chão, e não conseguia me concentrar. Porém, foram sentimentos passageiros. Logo meu coração se encheu de força e de coragem. Lembrei da escritura de Nitiren Daishonin: ‘Fortaleça sua fé, dia após dia, e mês após mês. Se enfraquecer, mesmo um pouco, demônios aproveitar-se-são’. Então reuni minha esposa e minhas filhas e falei: ‘Agora é com a gente, o pai confia no poder do Gohonzon, se vocês confiarem, também comprovarão que não há oração sem resposta’. Com o apoio da família, dos companheiros da organização, desafiamos ainda mais a recitação de daimoku. No dia 01º de janeiro, lancei meu objetivo:’

Gohonzon, eu quero ser um grande valor para o Kossen-Rufu, mas com bastante saúde. Gohonzon, que eu possa ser tão forte como um rugido de um leão. Que doença pode ser um obstáculo? Gohonzon que eu seja tão forte, para ultrapassar a quimioterapia e a radioterapia, não tendo problemas para orar, falar, e comer, tudo para não atrapalhar os serviços médicos. Para chegar ao final, vitorioso e forte, e poder lutar em prol do Kossen-Rufu, que os nossos protetores budistas deem proteção a todos da equipe médica, e para todas as pessoas envolvidas. Iniciei no dia 3 de janeiro, 35 sessões de radioterapia e 6 de quimioterapia. Tudo estava correndo bem. Houve um dia, em que teve daimoku da comunidade em casa, e era tanta alegria, que falei para todos os presentes que o medico, tinha me falado de tantos pacientes que também tiveram câncer na garganta, contei que ele tinha me dito que nunca tinha visto uma pessoa de forte determinação, e de boa cabeça, e me disse que isto contribui para uma recuperação mais rápida. Foi quanto na 23ª radioterapia, devido a queimadura interna e externa do pescoço, senti algo estranho na garganta. Não descia nada, nem água. Nem podia me alimentar. Foram quatro dias sem beber e comer nada. Fui internado para tomar soro, e passar a sonda, para eu poder voltar a me alimentar. Usei a sonda mais de 45 dias, ingerindo suplementos próprios para esse tipo de alimentação via enteral. Agora já estou me alimentando normalmente via oral. A equipe médica que está cuidando do meu caso, ficam todos bobos com minhas recaídas e minhas recuperações rápidas. Um dia, eu estava passando pelo corredor, aonde eu fazia a radioterapia, e encontrei com a minha médica. Eu falei para ela: ‘Doutora, eu pratico uma religião, onde eu exercito muito a garganta. Quero saber se não tem problema eu continuar a fazer minha oração?’ E ela me respondeu: ‘Pode sim Evandir, é até bom’. Passando uma semana, que eu havia perguntado isso, eu tive uma nova consulta com ela. Nesse dia, ela me examinou e me disse:’Evandir, você ainda está fazendo a sua oração?’ Eu respondi que sim. E ela respondeu: ‘Continue fazendo, porque está dando um grande resultado, você está indo muito bem, está sendo fácil cuidar do seu caso’. Fora ela, o meu médico oncologista também, em todas as consultas, dizia que eu estava muito bem, pois sabia que meu tratamento era muito forte. Aí então, cada vez que eles falavam que eu estava indo bem, eu comprovava cada vez mais a força do meu daimoku, do daimoku das minhas filhas e da minha esposa. E comprovava cada dia mais, que não há oração sem resposta. Mas o que me deixou mais feliz, foi ver que pessoas que estavam praticamente paradas, vieram a realizar comigo do dia 25 de novembro de 2010 até o dia 30 de Janeiro de 2011: 1 milhão e 200 mil daimokus. Estas pessoas são minhas filhas, e minha esposa. Daimokus que resultaram em imensuráveis benefícios, não só na minha vida, mas nas vidas de todos que participaram deste daimoku. O maravilhoso poder do Gohonzon é igual para todos. Por que uns conseguem e outros não? Porque é preciso eliminar a dúvida do coração e a palavra ”será?”.

Basta ter fé, convicção e acreditar…é recitar daimoku sem se preocupar com mais nada. Sempre com a certeza da vitória no final. Sou muito grato a todos os companheiros de bloco, comunidade, distrito, regional, RM, que estiveram ao meu lado nessa primeira vitória sobre a doença. Em agradecimento ao nosso presidente Ikeda, por ter trazido o budismo, base da minha primeira vitória, e continuidade da minha preciosa vida.

Gohonzon, por meio da cura dessa doença, vou comprovar sem falta a veracidade deste budismo, por favor me conceda uma grande energia vital. Para que eu possa atuar com toda liberdade e energia em prol do Kossen-Rufu. A 1º vitória nós já tínhamos conseguido, em março de 2010. No mês de abril, Dr. Marcelo, oncologista, solicitou uma nova tomografia computadorizada para ver o resultado. Falou que estava tudo bem, mas que havia ainda um resíduo do tumor. Nisto já me encaminhou para a Drª. Alexandra, radioterapeuta, para sua avaliação. A mesma me falou que a radioterapia tinha sido um sucesso, e, que queria me ver só dali há três meses. Ela também comentou comigo, que quando cheguei na clínica com os exames, ela me olhou dos pés à cabeça e pensou: ‘Este senhorzinho não vai aguentar’. Mas para a surpresa dela, eu estava ali, me despedindo do tratamento, com a mesma alegria de quando tinha iniciado o tratamento.

Sem lamentação e ainda dando todo apoio as pessoas que estavam fazendo o mesmo tratamento. Em seguida, Dra. Alexandra já me encaminhou para o meu médico da cabeça e pescoço, Dr Carlos, e ele examinando tc.disse o que o médico, Dr. Marcelo tinha dito que ainda tinha restado um resíduo do tumor, e que nós íamos ter que fazer uma cirurgia de esvaziamento cervical que devia demorar 2h mais ou menos. Mas nisto ele me disse que iria me encaminhar para outro colega de equipe pois, o Dr Celso, atendia pelo plano da Unimed (no caso, o meu), e o Dr. Carlos só pela Medial. Minha firma havia trocado de plano de saúde, devido a Medial não ter na época, aqui em São Jose dos Campos, uma clínica de radioterapia credenciada. Mas o mesmo assim, o Dr. Carlos me pediu para ficar tranquilo, que no dia da minha cirurgia, ele estaria lá, junto com o seu parceiro de equipe para me operar. No dia 20 de maio ás 14h00, chegando no Hospital Santos Dumond, para me internar, ele já estava. Como tinha dito, a cirurgia de 2h00 de duração, passou para 5h20. Começou as 14h00 e terminou as 19h20. Após a cirurgia, ele chamou minha esposa para falar que a cirurgia tinha sido um sucesso. Que eu era um leão e não sabia da onde saia tanta força. Minha esposa foi agradecer a ele, por mesmo não fazendo parte do nosso convenio médico, ter feito a cirurgia com a mesma responsabilidade e dedicação. Ele disse que era papel de um médico. Eu acho que quem estava ali, cuidando de mim era o próprio Shinjo Kingo. Para nossa surpresa, a demora foi por causa que na região ainda haviam instalados 45 linfonodos do tipo I ao nível V alguns com Metástase. Conforme laudo anexado, ele chegou a dizer que não sabia como eu ainda estava vivo e ainda falando. Quando a gente ora com o coração tudo começa a conspirar. Tudo ao nosso favor. Como vocês podem ver ele não fazia parte do meu plano e estava ali, exercendo seu papel de médico. Eu ainda passo por ele, e vou continuar durante 5 anos, porque daqui para frente tenho que me consultar com ele todos os meses. Existe 75% de chance desta doença voltar nos primeiros anos. Mas não vai voltar porque isso é uma oportunidade pra eu não desanimar, e fazer muito daimoku!

2ª PARTE = Tudo estava correndo bem durante este tempo, mas no mês de outubro de 2012, notei alguns caroços, mas desta vez no lado direito do pescoço. Então o Dr. Carlos Godoy solicitou novas tomografias da garganta, tórax, e uma endoscopia digestiva.

Estava fazendo todos exames de rotina pelo meu plano de saúde, mas por uma coincidência ruim, neste mesmo mês a empresa cortou meu plano de saúde. O meu primeiro tratamento, foi feito em São José dos Campos, com os médicos e clínicas que faziam parte do convênio. Desta vez, no segundo tratamento, e sem convênio, teria que fazer o tratamento em Jacareí. Fui até a secretaria de saúde, pedir para que transferissem meu tratamento para São José dos Campos, pois os meus médicos também atendiam lá pelo SUS. Parti com sabedoria, e com a ajuda de algumas pessoas, consegui falar com o assessor do prefeito, relatando que queria fazer meu tratamento em São José dos Campos. Ele ligou para o secretário de saúde, mas o mesmo disse que isso não poderia ser feito, mas agendou uma consulta com o médico da cabeça e pescoço para a semana seguinte. Após a consulta, fui encaminhado para o Hospital São Francisco, agora com acompanhamento de um oncologista, Dr. Andre Prestes, e o médico da cabeça e pescoço, Dr. Felix Cristiano, que me encaminharam para exames de tomografia computadorizada, endoscopia e biópsia, algumas feitas pelos SUS e outras com meu próprio dinheiro. Por conta disso, meu tratamento atrasou em quase três meses. Estando os exames prontos, após análise do Dr. Felix, fui informado que seria impossível fazer uma cirurgia devido os três nódulos estarem em cima da veia arterial, sendo assim eu corria o risco de ficar cego ou com rosto deformado, ou mesmo ir a óbito, porque eu já havia retirado esta veia do lado esquerdo na cirurgia em 2011. Eu e minha esposa determinamos fazer do impossível o possível! O tratamento seria composto de 6 quimioterapias fortes e 25 radioterapias mais leves. Comecei a fazer a primeira quimioterapia, quando para a nossa surpresa, meu plano particular de saúde tinha sido devolvido. Resolvi me informar sobre o porquê da devolução do convênio e eles me disseram apenas que tinha ocorrido um equívoco. Quando oramos com sinceridade tudo começa a conspirar ao nosso favor. Foi um tratamento muito doloroso. Cheguei até a fazer uma transfusão de sangue, devido a químio ser muito forte e por conta disso abaixou muito a imunidade. Mas para minha boa sorte até meu organismo me ajudou, porque quando fiquei sabendo que a doença havia retornado, eu estava com 58 kilos, e entra essa ida e vinda do sus para o plano de saúde meu peso foi para 64 kilos. Como os próprios médicos disseram, naquele momento eu estava preparado.

Para a minha felicidade, não tive nenhum efeito colateral, comia normalmente, frequentava atividades, sempre colocando a gakkai e os membros em primeiro plano. Acabando a radioterapia, no dia 09 de abril de 2013, e a quimioterapia em 13 junho 2013, meu médico, Dr. Felix solicitou nova tomografia da garganta. Levei para ele analisar no dia27/6/2013, o mesmo não quis nem ver as tomografias, me examinou apalpando meu pescoço para ver se tinha alguns nódulos, e depois foi verificar as tomografias, ficou olhando de um lado para o outro e depois de um tempo me disse: “Sr. Evandir, você não tem mais nada! Os nódulos desapareceram!” Mais uma vez, outra surpresa! Tive uma audiência de trabalho no dia 16/09/13, e o Juiz determinou que a firma me desse mais 5 anos de planos de saúde. Outra vez, podemos comprovar que não existe oração sem resposta, mas como nosso queridos veteranos nos dizem”Vamos fazer a transformação da doença nesta existência”. Em março de 2012, o INSS me cortou em seis pericias eu com 3 laudos médicos oncologista, da cabeça e pescoço e ortopedista e o médico da Petrobrás. Mas em dezembro de 2012 o Juiz determinou que o INSS pagasse os meus atrasados ele foram me pagar em abril de 2013, ficando 1 ano e um mês sem receber nada.

VISTOS. Trata-se de ação de concessão de benefício com conversão em aposentadoria por invalidez proposta por EVANDIR GIOIA em face do INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL – INSS, sustentando os fatos descritos na inicial. Juntou documentos (fls. 14/36). A tutela antecipada foi indeferida (fls. 37/38). Laudo pericial (fls. 49/54), sobre o qual as partes se manifestaram, sendo que o réu apresentou contestação (fls. 57/63) e o autor, réplica (fls. 72/85). É O RELATÓRIO. DECIDO. Presentes as condições da ação e os pressupostos processuais, passo diretamente à análise do mérito, quando verifico que o pedido do (a) autor (a) merece ser julgado parcialmente procedente. O laudo pericial concluiu (fls. 49/54): “(…) Considerando os dados apresentados e o exame físico, concluo que há incapacidade laboral parcial e permanente para as atividades habituais que exijam esforço físico de qualquer natureza. (…) Possui sequelas irreversíveis da doença neoplásica e da cirurgia sofrida. (…) Há sequelas não relacionadas ao trabalho que exercia. Se não houver sobrecarga mecânica poderá trabalhar. (…) Pode exercer atividade sem esforço físico de nenhuma ordem como com os braços e coluna cervical.”

Assim, embora a parte autora não faça jus à aposentadoria, o auxílio doença deve ser concedido, devendo o INSS providenciar a sua reabilitação profissional, oportunamente e se o caso. Vale observar que a parte autora trabalhava como assistente técnico de materiais (fls. 20), tal função outrora exercida é incompatível com sua limitação laboral, de modo que, ao menos por ora, sua incapacidade é total para efeito de auxílio doença.

De outra parte, também vale observar que há possibilidade de tratamento e, se o caso, reabilitação, daí a natureza temporária da sua incapacidade, não estando por enquanto definitivamente consolidada a lesão nem a integral incapacidade. Não há nexo laboral, até em razão da natureza da doença da parte autora (neoplasia). Ademais, o INSS não fez prova cabal da sua alegação, o que lhe competia por força do disposto no art. 333, II, do CPC. Ante o exposto, e por tudo mais que dos autos consta, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE a presente AÇÃO, e o faço para condenar o requerido ao pagamento do auxílio doença previdenciário (código 31) desde a data de sua cessação (DIB em07.03.2012.

“Reúna sua fé e ore este Nam-Myoho-Rengue- Kyo então o que é que não pode ser alcançado? Deve crer que acontecerá tal como o Sutra de Lótus diz os desejos das pessoas se realizam como a água fria e límpida de um tanque sacia a sede das pessoas. E diz ainda: Eles terão paz e segurança nesta existência e nascerão em boas circunstâncias na próxima.” Esvaziamento cervical: câncer de garganta muitas vezes atinge os gânglios linfáticos do pescoço. Dependendo do estágio e da localização exata do câncer, pode ser necessário remover esses nódulos por meio de uma cirurgia chamada esvaziamento cervical ou dissecção de pescoço. Há vários tipos de procedimentos para o esvaziamento cervical, que diferem quanto à quantidade de tecido retirado. O objetivo é remover os gânglios linfáticos atingidos ou suspeitos de conter câncer. A quantidade de tecido removido depende do tamanho do tumor primário e da extensão da disseminação para os gânglios linfáticos. Na dissecção parcial ou seletiva de pescoço, apenas alguns nódulos linfáticos são retirados. Na dissecção radical modificada, a maioria dos gânglios linfáticos de um dos lados do pescoço, entre a mandíbula e a clavícula, bem como músculo e tecido nervoso, são removidos.

Na dissecção radical de pescoço, praticamente todos os gânglios linfáticos de um dos lados do pescoço, além de mais músculo, nervos e veias são retirados. Os efeitos mais comuns de qualquer dissecção de pescoço são dormência da orelha (causada por ressecção do nervo grande auricular), fraqueza ao erguer o braço acima da cabeça (causada por ressecção do nervo espinhal acessório) e fraqueza do lábio inferior (causada por comprometimento dos ramos inferiores do nervo facial). Na dissecção seletiva, a fraqueza do braço e lábio inferior geralmente desaparece depois de alguns meses. Mas, se algum nervo é retirado como parte da dissecção radical ou por envolvimento de tumor, a fraqueza será permanente. Depois de qualquer dissecção, será necessário o auxílio de fisioterapeutas para o paciente melhorar a movimentação do pescoço e ombros.

Certa vez, o presidente Toda disse: “Mesmo ficando doente, devemos manter a atitude de que ‘Eu estou bem. Sei que se orar ao Gohonzon, vou melhorar.’ O fato de manifestar o estado de Buda não quer dizer que somos capazes de viver desfrutando uma completa paz espiritual? Sim, porém, como o estado de Buda contém os outros nove estados, em algumas ocasiões ainda podemos ficar irados. O fato de experimentarmos a paz espiritual não significa que eliminamos a ira, por exemplo. Uma preocupação continua sendo uma preocupação. Contudo, sentimos em nosso interior uma profunda paz espiritual. A pessoa que manifesta esta condição de vida pode ser chamada de Buda.”

Hoje estou curado o médico oncologista me pediu para passar pelo consultório dele de 4 em 4 meses, outro médico da cabeça e pescoço que tinha que passar de mês em mês passou de dois a dois, fui até liberado pelo INSS para trabalhar.

Sou muito grato a todos os companheiros de bloco, comunidade, distrito, regional, RM, que estiveram ao meu lado. Em agradecimento ao nosso presidente Ikeda, por ter trazido o budismo ao Brasil. Muito obrigado!!!!