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Como determinar seu comportamento para praticar atividade física

Pessoal, por que para algumas pessoas é mais fácil “resolver” iniciar uma atividade física, enquanto para outras parece um sacrifício? Como a Miranda consegue levantar todos os dias tão
cedinho antes do trabalho para fazer uma atividade física? Por que você não consegue encontrar ânimo nem para subir três degraus? São diversas respostas e que dependem muito, obviamente. Temos algumas correntes que nos ajudam a entender nosso comportamento no contexto das práticas corporais (e aqui entenda como prática corporal qualquer atividade física, esporte, exercício físico, dança, luta, jogos, enfim, “geralzão”, ok?) e como ocorre a mudança do mesmo, ou seja, nosso passo a passo pra decidir iniciar ou manter as práticas. É assunto complexo e que requer profundidade, mas a ideia deste texto é apresentar, de modo geral, como “resolvemos” iniciar a prática de alguma atividade física.

Nossos comportamentos podem ser determinados pelo ambiente e pelo nosso interior, ou seja, eles são influenciados pelo ambiente (em casa, no trabalho, no lazer), por como percebemos esse
ambiente (ameaça, conforto, confiança), pelo papel que estamos desempenhando nele (mãe, chefe, amiga, etc.) e das nossas características de personalidade (valores, moral). É difícil isolar apenas um fator que seja decisivo na determinação do comportamento humano (Freud que o diga! De acordo com este grande médico neurologista, o comportamento humano é explicado pelos níveis de consciência e, de maneira ampla, o comportamento é uma expressão de nosso inconsciente. Logicamente, o trabalho dele é muito, mas muito, mais do que isso. Não vamos perder o foco, voltemos ao assunto). Podemos considerar essas diversas influências, internas e externas. Assim, no ambiente das práticas corporais não
é diferente.

Há muitos estudos demonstrando que nós, seres humanos, nos envolvemos e engajamos em atividades que nos permitam ter sentimentos de autonomia, capacidade, competência, êxito, sucesso,
grupo, dentre outros. Então, primeiro de tudo, temos que pensar em alguma atividade que possa trazer bons sentimentos, que possa trazer satisfação e prazer. Se você for uma daquelas pessoas
traumatizadas com as aulas de Educação Física da escola nas quais você era a última a ser escolhida para jogar ou que todos brigavam com você quando errava alguma coisa (oi, bem-vindas ao time!), a nossa missão em encontrar alguma atividade que você goste é mais complexa (mas nunca impossível!). Isso porque associamos esses sentimentos ruins (incompetência, julgamentos) com as práticas. Hoje em dia existem TANTAS modalidades que eu tenho certeza que há alguma que você irá se identificar e gostar muito (muitas amigas que não gostam de treinos, adoram pilates, por exemplo).

Para mudarmos nosso comportamento, primeiramente, precisamos querer. Eu sei, parece bobagem, mas é verdade. Há estágios de mudanças de comportamento, os quais vou escrever e finalizar
a seguir. A ideia é que você identifique onde se encontra e tente mudar para melhor (porque sim, vou insistir eternamente que você mude para um estilo de vida ativa ou mantenha, caso esteja pensando em parar, ou apenas continue). São cinco estágios de mudança de comportamento: Pré-contemplação (não há intenção de mudar), Contemplação (existe a intenção, mas não há atitude), Preparação (já intenção e pretensão em iniciar algo em breve), Ação (yes! O comportamento muda e está nos primeiros seis meses do início) e, por fim, Manutenção (adquiriu-se o comportamento e está engajado há mais de seis meses). Gente, é real isso! Nos primeiros três meses de prática, há uma gigantesca taxa de desistentes das práticas. Se você persistir por mais de seis meses, há grandes chances de manter esse estilo de vida (vou chamar assim). E aí eu te pergunto: Por que, primeiro, preciso querer mudar? Olha lá o primeiro estágio! Se não houver intenção de mudar, nada acontecerá, mas se alguma coisinha aí dentro, às vezes, já te fala para iniciar alguma atividade, MARAVILHA, entramos para a contemplação e falta pouco para que você mude.

Agora, os motivos da Miranda gostar mais do que você, é outra longa história. Nossas motivações podem ser intrínsecas ou extrínsecas, podemos ser mais ou menos autodeterminados, dentre outros muitos fatores que falaremos outro dia. Por hoje, é isso. Pense em qual estágio você se encontra e, amiga, vá em frente!

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COMO AFASTAR O CÂNCER COM COMPORTAMENTOS SIMPLES – PARTE 3

E pra terminar a nossa série, damos mais dicas simples e fáceis para manter a saúde e afastar o câncer

7. Faça aquilo de que gosta 1 hora por dia  Leia, jogue bola, vá ao cinema… Não importa o programa. O essencial é fazer algo que lhe dê prazer. Domar a tensão é uma estratégia valiosa para cortar o câncer. “As situações estressantes disparam alterações nervosas e hormonais que resultam numa falha do sistema imunológico”, explica o psicólogo Esdras Vasconcellos, da Universidade de São Paulo. Se esses momentos são constantes e pouco contra-atacados, você há de convir que as forças de defesa do corpo amolecem. “Quando se reduz o contingente de policiais nas ruas, aumenta a criminalidade”, compara Vasconcellos. “No organismo, o estresse afeta a produção de células que funcionam como agentes de patrulha”, diz. “Sem uma vigilância eficaz, um câncer pode avançar sem ser destruído de cara pelas defesas.” A ciência garante que o sistema imune fica bem mais alerta em quem, com disciplina férrea, reserva uma hora de lazer por dia.

8. Mexa-se 5 vezes por semana Pelo menos meia hora diariamente. A atividade física já é considerada um antídoto contra certos tipos de câncer. “Estudos mostram que praticar regularmente exercícios aeróbios, como a caminhada e a corrida, diminuem entre 40 e 50% a ocorrência de tumores de cólon do intestino”, conta o oncologista José Augusto Rinck Júnior, do Hospital A.C. Camargo. Os médicos acreditam que o esporte incentive o próprio intestino a trabalhar direito. “Isso reduziria o tempo de contato do órgão com substâncias tóxicas que seriam eliminadas nas fezes”, explica. O câncer de mama também pode ser espantado ao custo de muito suor. A hipótese dos pesquisadores é que a atividade física auxiliaria a regular a produção do hormônio feminino, além de eliminar o excesso de gordura, fatores que alimentam a doença.

9. Coma cinco vegetais por dia No mínimo. Mas pode ficar à vontade para extrapolar esse número de porções. Os nutrientes que habitam verduras, legumes e frutas têm merecida fama de agentes anticâncer. Por isso, estrelam milhares de estudos ao redor do globo, que investigam como eles são capazes de prevenir e brecar tumores. Há um exército dessas substâncias, e são vários seus estratagemas para desarmar a gênese da doença. Fazem parte dele o licopeno do tomate e o betacaroteno do mamão. “Eles têm ação antioxidante, isto é, anulam os radicais livres que danificam o DNA das células”, explica Thomas Ong, coordenador do Laboratório de Dieta, Nutrição e Câncer da Universidade de São Paulo. Outro pelotão é capitaneado pelo selênio, da castanha-do-pará. “Ele induz a destruição de células cancerosas, cortando o mal pela raiz”, explica. Há soldados, como os isotiocianatos da couve-flor, que estimulam a atividade de genes protetores. E ainda as fibras, que formam um escudo contra tumores no intestino.

Fonte:(M de Mulher)

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COMO AFASTAR O CÂNCER COM COMPORTAMENTOS SIMPLES – PARTE 2

Continuando nossa série de hábitos simples mas importante para manter a saúde, temos mais 3 dicas bem importantes

4. Passe o protetor solar (sempre!) Não é frescura, não. Para facilitar a vida, saiba que, no cotidiano, basta espalhar o creme pelas áreas do corpo que ficam mais expostas ao sol, como o rosto, a nuca e os braços. Não adianta cobrir toda a pele com a loção na temporada de praia e deixá-la à mercê da sorte no resto do ano. “É mais importante se proteger contra a radiação solar no dia a dia”, afirma o dermatologista Sergio Schalka, diretor da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A exposição crônica ao sol é a principal culpada pelo câncer de pele. Por isso, não se esqueça do protetor antes de caminhar no parque ou pegar aquele trânsito, por exemplo. “O produto deve ter pelo menos fator 15 e contar, ainda, com proteção contra os raios UVA”, orienta Schalka.

5. Fique longe de fumantes Ou, se for o seu caso, pare de fumar. Pergunte a quem estiver mais próximo o que provoca câncer. A resposta será provavelmente cigarro. “Nenhum outro poluente tem tantas substâncias químicas, e muitas delas favorecem a doença”, alerta o oncologista Alexander Daudt, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Inclusive para fumantes passivos. Embora o sistema respiratório seja o principal alvo das baforadas (próprias ou alheias), hoje se sabe que elas sopram a favor de tumores em outras redondezas do corpo. A Sociedade Americana de Câncer, por exemplo, acusa o cigarro como causa do problema na bexiga. E uma revisão de estudos da Universidade de Hong Kong acaba de confirmar: a fumaça espalha o mesmo suplício no intestino. “Ao cair na circulação, os compostos nocivos se tornam fator de risco para o câncer em diversos órgãos”, diz Daudt.

6. Pare no primeiro copo  O álcool vive num sobe e desce quando se debatem seus efeitos sobre a saúde. Pesquisas apontam que doses moderadas são um dos ingredientes da longevidade. Por outro lado, pululam trabalhos indicando que beber em excesso contribui para o câncer. Apesar de não haver acordo sobre o limite – ele varia de pessoa para pessoa -, os médicos estão certos de que não se deve abusar de jeito nenhum. “O álcool tem relação direta com alguns tumores, como o de fígado”, diz o cirurgião oncológico Luiz Paulo Kowalski, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. “Também age como solvente na mucosa da boca, facilitando a ação de agentes tóxicos, como os do cigarro.” Não à toa, quem fuma e bebe demais tem um risco 150 vezes maior de desenvolver um câncer ali. A Organização Mundial da Saúde recomenda aos homens não ultrapassar duas doses e às mulheres parar na primeira.  A ameaça do abuso
Saiba quais tipos de câncer podem vir à tona quando se exagera diariamente nas bebidas alcoólicas:
Destilados – O consumo excessivo desencadeia tumores na boca e no fígado.
Vinho – Várias taças da bebida levam a tumores na garganta e na laringe.
Cerveja – Litros e litros diários podem contribuir para o câncer de intestino.

Fonte:(M de Mulher)

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COMO AFASTAR O CÂNCER COM COMPORTAMENTOS SIMPLES – PARTE 1

Hoje vamos começar uma nova série com dicas simples (e rotineiras) que fazem bem pra saúde e, principalmente, afastam o câncer.

Vamos, la?

1. Durma mais cedo De olhos bem fechados – é assim que se cumpre a primeira medida para se ver livre de um tumor. E essa tarefa exige simplesmente que a gente adormeça. Quem deixa de lado boas noites de repouso se expõe ao câncer. Pior: a privação do descanso acelera a evolução da doença, como mostra um estudo da Universidade Federal de São Paulo. “Camundongos fêmeas com câncer e que não dormiam direito morreram mais depressa”, conta o psicobiólogo Sérgio Tufik, coordenador da pesquisa. “A falta de sono prejudica o sistema imune, permitindo que o tumor se desenvolva rápido”, diz. É também à noite, quando nos entregamos ao travesseiro, que a glândula pineal, no cérebro, fabrica a melatonina. “Esse hormônio regula o nosso ritmo biológico e ainda tem efeito antioxidante”, diz Tufik. Ou seja, blinda o corpo prevenindo toda sorte de tumores. Mas evite o atraso na hora de ir para a cama – o pico de melatonina é por volta da uma da manhã e você precisa estar dormindo há pelo menos uma ou duas horas para obter o máximo proveito – e nunca troque a noite pelo dia. Ora, é na escuridão que se garantem as fases reparadoras do sono e, com isso, uma maior proteção.

2. Vista a camisinha O conselho não é destinado apenas aos jovens. Quem se gaba de décadas de experiência entre os lençóis também deve usar o preservativo – sobretudo quando não tem um parceiro fixo. Ele ajuda a erguer uma muralha contra o papiloma vírus humano, o HPV – e são alguns tipos desse vilão os responsáveis por quase 99% dos cânceres de colo de útero. “Embora não seja totalmente eficaz, a camisinha é uma boa medida preventiva”, diz o ginecologista Rogério Ramires, do Femme Laboratório da Mulher, em São Paulo. “Basta o contato entre as mucosas nas preliminares para a transmissão do vírus”, afirma. De qualquer forma, o preservativo já limita a entrada de hordas de HPV, micro-organismo que é capaz de se instalar no útero e, se o código genético do hospedeiro lhe for viável, detonar ali as lesões que abrem alas a um tumor. Mas não pensem os homens que só as damas sofrem as consequências do sexo inseguro. Uma pesquisa do Instituto Nacional de Câncer revelou uma íntima relação entre o HPV e o câncer de pênis. “Ele esteve associado a 75% dos casos da doença”, conta o autor do estudo, o urologista Antonio Augusto Ornellas. E há quem diga ainda que o HPV seja gatilho para tumores de boca.

3. Busque seu peso ideal Quer motivo mais nobre para ajustar as contas com a balança? Os quilos extras financiam diversos tumores. Não por acaso, esse tenebroso elo é o tema da campanha da União Internacional contra o Câncer deste ano. A entidade alerta: controlar a obesidade ainda na infância é o jeito mais seguro de erradicá-la na fase adulta e, de brinde, impedir que um câncer apareça. “O excesso de gordura acarreta uma maior concentração de substâncias que estimulam o surgimento de células precursoras de um tumor”, explica o nutricionista Fábio Gomes, do Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro. “Além disso, o tecido gorduroso produz fatores inflamatórios que, em abundância, favorecem a transformação de células saudáveis em cancerosas”, arremata o especialista. Para prevenir tanto problema, a estratégia é aliar um cardápio equilibrado a um programa de atividade física – hábitos que, por si só, já botam tumores para correr. E Gomes dá um recado às mulheres que acabam de ser mãe: “Amamentar o bebê até os 6 meses de idade diminui o risco de ele ser obeso e, assim, sofrer de um câncer no futuro”.
Os cientistas já têm evidências de que esta lista de tumores está associada à obesidade:
Câncer de esôfago
Câncer de endométrio – o tecido que reveste o útero
Câncer de rim
Câncer de vesícula
Câncer de mama após a menopausa
Câncer de pâncreas
Câncer colorretal

Nossa maior dica? Se cuide e seja feliz

Fonte:(M de Mulher)