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O “eu” que vive em mim

A vida da mulher não sai do automático. Numa rotina normal, ela acorda, prepara os filhos para a escola (se tiver), organiza o café da manhã para o marido, arruma o lanchinho dos filhos (se tiver, se não o lanchinho pode ser para o marido ☺), e só depois de dar uma organizada breve na casa é que vai se arrumar, normalmente demora de 15 a 20 minutos para tomar um banho, passar uma make e um perfume e sair de casa correndo para o trabalho, que termina 8-9 horas depois. Chega em casa, tem o jantar, banho das crianças, arrumar a cozinha, estender a roupa, pôr para dormir… UFA, e com isso são 23h!! Entre o trabalho, casa, maternidade e vida social, a mulher ainda segue a sua vida, muitas vezes angustiada por não ter tempo de fazer o que ela gosta, o que ela quer… no fundo o que a faz feliz.

E, muitas vezes, acontece que esse tempo surge com o aparecimento de uma doença. Quando diagnosticada com câncer, a mulher se sente perdida, e alguns sentimentos menos bons vêm à tona.

Mas… fazendo uma breve reflexão: Onde seus pensamentos têm estado focados? O que te faz feliz? O que te motiva todos os dias a levantar, apesar de sentires algumas dores? Olhando no espelho, o que vê? O que ama nessa imagem refletida?

O Espelho reflete o olhar e o sorriso… As expressões, que falam tanto sem palavras! O que dizem os seus olhos? E o seu sorriso? O que você fala, sem palavras, com a sua imagem? O que sente perante essa imagem?

Nossa imagem fala muito… sem usar uma única palavra. E na consultoria de imagem, tudo tem seus truques de beleza…absolutamente tudo. Todas as mulheres podem ter sua beleza, até no momento mais delicado da doença, mas…..precisa querer, se permitir …se cuidar e se amar!

O primeiro passo é a base de tudo… Se autoconhecer!

“Perde” um tempo, pega um espelho e se olhe… se abrace! Sinta a pessoa que você é e a força que tem. Tem tanto potencial dentro de ti… o teu acreditar em ti mesmo!

Você é um ser único, com sua essência e verdade, que só você precisa conhecer!

Rafaela Mendes
Consultora de Imagem e valorização Pessoal
Visagista e especialista em treinamento
Fundadora Onncovida – Um amor que Transforma
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Dicas para controlar o enjoo na hora da refeição

Foto: Reprodução

Sabemos que durante o tratamento contra o câncer é preciso lidar com os incômodos efeitos colaterais da quimio e da radioterapia, um deles é o enjoo. Isso acontece porque ambos os tratamentos resultam em toxicidade para o trato gastrointestinal, o que, consequentemente, leva ao desinteresse pela alimentação, náuseas, vômitos, disgeusia (alteração ou distorção do sentido do gosto/paladar), mucosite (inflamação da mucosa de revestimento do tubo digestivo), diarreia, xerostomia (redução da produção de saliva/boca seca), entre outros.

Nem por isso, a alimentação deve deixar de ser feita e é preciso se conscientizar da importância de realizar as refeições. Pensando nisso, trouxe 5 dicas para ajudar a conter as náuseas que tanto incomodam.

1. Realizar mais refeições por dia, em menores quantidades.

O jejum prolongado é um dos fatores que provocam o enjoo, por isso é importante manter a constância das refeições. Pode-se fracionar o que se come em partes, reduzindo o volume por refeição e fazendo de seis a oito refeições por dia.

2. Dar preferência a alimentos mais secos.

Alimentos como pães, torradas, bolachas e biscoitos auxiliam no controle do aumento da produção da saliva, graças a sua consistência. São também de fácil mastigação, digestão, absorção, contribuindo com o controle da taxa de açúcar no sangue (glicemia). Seu sabor neutro também diminui o estímulo sensorial do reflexo do vômito.

3. Elaborar pratos visualmente agradáveis.

O paladar não é estimulado somente pelo gosto dos alimentos, há todo um sistema sensorial envolvido. Por isso, é importante elaborar pratos visualmente agradáveis e coloridos para ajudar a resgatar o apetite e a despertar novamente o interesse pela refeição. Além disso, pratos coloridos, além de atrativos, possuem maior quantidade de nutrientes.

4. Consumir frutas cítricas 

Frutas cítricas são ricas em ácido fólico, uma vitamina do complexo B que estimula a formação dos ácidos digestivos, favorecendo o esvaziamento gástrico e diminuindo o surgimento de enjoos. De quebra, elas ainda promovem aumento da salivação, reduzindo a sensação de boca seca que às vezes é causada por certas drogas quimioterápicas.

5. Se hidratar

É importante ingerir de oito a dez copos de líquidos entre as refeições para evitar a desidratação. Dessa maneira, reduz-se a pressão no estômago, diminuindo também a ocorrência do refluxo. Os líquidos claros são boas opções, como sucos, chás, sopas e caldos, limitando o uso de líquidos com muita cafeína, incluindo refrigerantes à base de cola, café e chá preto ou mate ou verde.

Fonte: Vencer o Câncer

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O choque do momento do diagnóstico do câncer e a resiliência

Instituto Quimioterapia e Beleza oferece coaching em resiliência gratuito para pacientes com câncer

O impacto de se descobrir uma doença como o câncer desequilibra de imediato. Apesar dos avanços nos variados tipos de tratamento e na grande chance de cura para diagnósticos precoces, o nome “câncer” ainda é fortemente associado à morte. “Essa associação precisa de tempo para ser desconectada”, explica a psicóloga e coach em resiliência Diana Vilas Boas, da Sobrare, parceira do Instituto Quimioterapia e Beleza no acompanhamento de pacientes com câncer. “Esse tempo pode ser mais rápido se, a partir do momento da descoberta do câncer, o paciente tomar uma importante decisão: aceitar o diagnóstico”.

O momento exato da notícia é muito difícil, porque surge uma relação imediata com a morte que levará um tempo para ser dissociada. A maioria das pessoas perde o norte e em alguns casos, entra em um estado de incapacidade de tomar decisões mínimas, como por exemplo, procurar a chave do carro, pagar o estacionamento, ir para casa. “Neste momento inicial, é preciso colocar para fora todo esse susto e esse medo”, diz Diana. “Chorar, gritar, desabafar com alguém que traga sensação de conforto e confiança. E não será somente neste começo, os momentos de choro e explosão acontecerão em outras etapas do tratamento também, e são necessários”, completa.

A resiliência ajuda a pessoa a se manter de pé, e o passo inicial é a aceitação. Olhar para a frente e definir passo a passo. Existe tratamento? O que será preciso fazer? Marcar mais exames? Onde? Quem pode me ajudar? “Aceitar que a vida terá uma mudança de rotina é fundamental. Já comece a pensar em como vai se adaptar rapidamente e de forma criativa às mudanças”, explica Diana.

Coaching em Resiliência e o IQeB

O Coaching em Resiliência não é uma terapia, mas sim um processo de apoio, de facilitação, com metodologia própria, para fazer com que as pessoas reflitam e busquem por elas mesmas novos caminhos, do presente para o futuro.

Como participar

Criado entre o Instituto Quimioterapia e Beleza e a SOBRARE, o atendimento gratuito visa a atender mulheres que estejam passando pela doença, de todo o Brasil, por meio de sessões de atendimentos virtuais. Para se candidatar ao Coaching em Resiliência, é preciso entrar no site (http://quimioterapiaebeleza.com.br/coaching-em-resiliencia/) e preencher um formulário com perguntas como: “Que tipo de ajuda necessita neste momento da sua vida?”, “O que é importante para você conseguir neste momento?” e “Em que parte do tratamento se encontra?”.

Sobre o Instituto Quimioterapia e Beleza

O Instituto Quimioterapia e Beleza nasceu após o forte engajamento e inspirador trabalho nas redes sociais da escritora e blogueira Flávia Flores que levou conforto, bem estar e cuidados com a beleza das mulheres diagnosticadas com câncer. O Instituto tem como missão fortalecer mulheres que estão enfrentando a doença, usando a beleza como uma das ferramentas de superação. Faz parte das iniciativas da Quimioterapia e Beleza apoiar as famílias das pacientes, disseminar e desmistificar informações relacionadas ao câncer, abordar prevenção, beleza, sexualidade e relacionamento familiar, além de promover o engajamento de pessoas e organizações pela mesma causa. Para acompanhar as novidades, doar ou solicitar o seu lenço entre no site www.bancodelencos.com.br e www.quimioterapiaebeleza.com.br.

Mais informações sobre o coaching é só clicar aqui!

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Como enfrentar o diagnóstico do câncer

Cats queridas, nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, traz um texto para ajudar a encarar um dos momentos mais difíceis: o do diagnóstico.

“Olá queridas Cats!

Como estão vocês, mulheres fortes e batalhadoras?

Vamos falar um pouco sobre como enfrentar o diagnóstico do câncer? Imagino que muitas de vocês que já passaram por essa situação, devem ter bastante experiência e muito a ensinar!

A palavra “câncer” vem carregada de conotações negativas como um estigma de algo ruim, formado por crenças de fatalidade e desesperança, o que é péssimo para o nosso humor, para a nossa capacidade de otimismo e de acreditar que a doença tem tratamento e cura.

Esse é o primeiro impacto, difícil de suportar, legítimo, mas nem sempre real, “o bicho é muito menor do que imaginávamos”, na maioria das vezes. A desinformação nos leva a pensar que a doença é fatal, incurável, que a nossa vida vai acabar…e na verdade não é assim, a medicina evoluiu muito, há tratamentos perfeitamente suportáveis e que possibilitam ao paciente levar uma vida normal com uma sobrevida de muitos e muitos anos.

Temos que ressignificar nossas crenças relacionadas ao câncer, acreditando que é possível buscar soluções e controlar as emoções para se obter um resultado de cura.

Temos que nos informar, procurar saber o que está acontecendo conosco, entender melhor a doença, o que acontece efetivamente, quais os tratamentos, possibilidades, médicos, oncologistas e hospitais capacitados para nos ajudar.

No meu trabalho de atendimento à inúmeras mulheres que estão enfrentando a doença, aprendi que o conhecimento e a informação podem oferecer as respostas que buscam, e dessa forma, muitas delas conseguem manter a confiança e o otimismo no futuro.

Outras preferem se agarrar na religiosidade, na certeza de que Deus está com elas e vai promover a cura, o amparo e a esperança de que precisam. Saber orar, confiar, e acreditar pode ser de grande ajuda nos momentos de aflição! E o acreditar, a fé e o amor, promovem verdadeiros milagres!

Tudo é valido para que se consiga manter a esperança e a vontade de ficar curado, e os exemplos estão aí provando a nossa grande capacidade como seres humanos de superar e vencer inúmeras adversidades!

“Se eu quero, eu posso”!

Um grande abraço a vocês todas queridas Cats, e também a minha admiração e profundo respeito pela forma corajosa como enfrentam as dificuldades.

Como diz Nietezche: “O que não me mata me fortalece”.

Diana Vilas Boas”

Quer enviar uma solicitação de Coaching em Resiliência para ela? Clique aqui e preencha o formulário.

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FLAVIA FLORES & NINO

Quando eu fui diagnosticada com câncer, não teve outro jeito, fui parar na casa da minha avó. O meu porto seguro sempre foi Florianópolis, mais exatamente na casa dela. Quando eu nasci ela veio a Florianópolis para ajudar a cuidar de mim, então eu queria estar lá na casa dela também nessa fase que eu precisava de cuidados novamente..

Assim que precisei raspar meus cabelos, não foi fácil, eu estava muito triste, minha prima veio com um gatinho tão feinho e judiado pra ver se a gente podia cuidar. Ela tinha o encontrado abandonado num terreno baldio. Ele estava sujo, tinha pouco pelo entre as orelhas, o rabo parecia um rabo de ratazana; aquele pequeno Siames precisava ir ao veterinário!

Fomos ao veterinário, ele tirou sangue, tomou vacinas, banho, eliminaram as pulgas, e assim pode voltar pra casa, liberado para ficar tomando conta de mim.

Eu ficava muito em casa naquela fase e a gente se apegou muito! Parecia que ele sabia que naquela casa eu que precisava de carinho, então aonde eu ia, ele ia atrás. Se eu ia dormir ele já estava lá me esperando no lugarzinho dele na minha cama, ele adorava o gosto da pasta de dente que saia da minha boca, ensinei ele a tomar água da pia enquanto eu escovava os dentes. Se eu estava escrevendo no blog, ele queria participar também, sentir o calorzinho do teclado. Se ele achava que eu pudesse sentir frio na careca ele vinha me esquentar e se fazia as vezes de chapeuzinho. Sempre teve muito cuidado com meus peitos, as vezes ele ia se deitar ali, parecia que ele sentia onde era mais doloroso pra mim: na cabeça e nos peitos.

E era um grude comigo! A medida que meus cabelos iam crescendo o Nino também crescia.

Os pets só fazem bem pra gente durante o tratamento, nos dão carinho, fazem a gente sorrir o tempo todo, afastam a depressão assim ajudam no aumento da imunidade. E a companhia deles são as melhores!

Hoje eu moro em São Paulo e o Nino ficou na casa da minha avó em Florianópolis, melhor pra ele porque eu viajo muito e seria muito ruim deixá-lo sozinho no apartamento. Floripa é a praia dele, onde tem uma casa com quintal, liberdade de passear na rua quando quer, comida de primeira, carinho da vó Kerta e do Gregorio.

Mas sempre que eu chego lá é uma festa! Já saio chamando Niiiiiinoooooo! E ele sai do esconderijo preferido dele, no forro da minha cama, para me receber!

Quer contar a história do seu bichinho com você? Envie com uma foto sua (800x 600 pixels), cidade e estado, para cats@quimioterapiaebeleza.com.br.
Amoooo! Bjs!

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FLAVIA FLORES & NINO

Quando eu fui diagnosticada com câncer, não teve outro jeito, fui parar na casa da minha avó. O meu porto seguro sempre foi Florianópolis, mais exatamente na casa dela. Quando eu nasci ela veio a Florianópolis para ajudar a cuidar de mim, então eu queria estar lá na casa dela também nessa fase que eu precisava de cuidados novamente..

Assim que precisei raspar meus cabelos, não foi fácil, eu estava muito triste, minha prima veio com um gatinho tão feinho e judiado pra ver se a gente podia cuidar. Ela tinha o encontrado abandonado num terreno baldio. Ele estava sujo, tinha pouco pelo entre as orelhas, o rabo parecia um rabo de ratazana; aquele pequeno Siames precisava ir ao veterinário!

Fomos ao veterinário, ele tirou sangue, tomou vacinas, banho, eliminaram as pulgas, e assim pode voltar pra casa, liberado para ficar tomando conta de mim.

Eu ficava muito em casa naquela fase e a gente se apegou muito! Parecia que ele sabia que naquela casa eu que precisava de carinho, então aonde eu ia, ele ia atrás. Se eu ia dormir ele já estava lá me esperando no lugarzinho dele na minha cama, ele adorava o gosto da pasta de dente que saia da minha boca, ensinei ele a tomar água da pia enquanto eu escovava os dentes. Se eu estava escrevendo no blog, ele queria participar também, sentir o calorzinho do teclado. Se ele achava que eu pudesse sentir frio na careca ele vinha me esquentar e se fazia as vezes de chapeuzinho. Sempre teve muito cuidado com meus peitos, as vezes ele ia se deitar ali, parecia que ele sentia onde era mais doloroso pra mim: na cabeça e nos peitos.

E era um grude comigo! A medida que meus cabelos iam crescendo o Nino também crescia.

Os pets só fazem bem pra gente durante o tratamento, nos dão carinho, fazem a gente sorrir o tempo todo, afastam a depressão assim ajudam no aumento da imunidade. E a companhia deles são as melhores!

Hoje eu moro em São Paulo e o Nino ficou na casa da minha avó em Florianópolis, melhor pra ele porque eu viajo muito e seria muito ruim deixá-lo sozinho no apartamento. Floripa é a praia dele, onde tem uma casa com quintal, liberdade de passear na rua quando quer, comida de primeira, carinho da vó Kerta e do Gregorio.

Mas sempre que eu chego lá é uma festa! Já saio chamando Niiiiiinoooooo! E ele sai do esconderijo preferido dele, no forro da minha cama, para me receber!

Quer contar a história do seu bichinho com você? Envie com uma foto sua (800x 600 pixels), cidade e estado, para cats@quimioterapiaebeleza.com.br.
Amoooo! Bjs!