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NERCYMAR OLIVEIRA DE AZEMEIS

Oi Flavia, querida!
Que pena que quando você veio a Portugal não pude te encontrar.
Mas aqui é como você viu: As pessoas tem tudo, mas vivem de cara amarrada.
Eu tenho de viver aqui porque agora é aqui a minha vida. Não tenho mais meus pais e não tenho irmãos. Agora só tenho meu marido.
E meus três bebezinhos que são os meus gatinhos. Eles me ajudaram a vencer a solidão, o isolamento e o preconceito. Os encontrei numa caçamba de lixo. Já estão comigo há 5 anos. São meus amigos e grandes companheiros.
Hoje eu doou ração para cães e gatos para a Ani – SJM aqui em Portugal todos os meses e tenho três afilhados felinos na Sozed Rio que abriga animais abandonados e que sofrem maus tratos. Ambas instituições aqui e ai no Brasil promovem campanhas de adoção e conscientização.
As fotos são dos meus filhos aqui em casa.
Frajola e Sofia juntos e Alexandre.
Beijinho,
Nercymar
Oliveira de Azemeis
Portugal

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MENINA COM BRAÇO AMPUTADO GANHA GATINHA SEM PATA NOS EUA

A menina americana Scarlette Tipton, de dois anos, que teve um braço amputado após uma batalha contra o câncer, ganhou de seus pais um presente especial: uma gatinha que também sofreu uma amputação.

Matt e Simone Tipton, que moram no condado de Orange, na Califórnia (EUA), estavam à procura de um gatinho para sua filha Scarlette, que nasceu com uma forma rara de câncer. O braço esquerdo da menina teve que ser amputado quando ela tinha 10 meses.

Os pais de Scarlette queriam encontrar um felino que tivesse sido submetido a uma cirurgia de amputação para ajudar na recuperação da filha.

Foi quando eles ouviram falar de Holly, uma gatinha que duas mulheres encontraram machucada em dezembro. A pata esquerda dianteira do Holly precisou ser amputada.

A família adotou a gatinha chamada Holly no abrigo de animais de San Jacinto na véspera de Natal.

Fonte: G1

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O GATO ENFERMEIRO

Vocês já ouviram falar no Rademenes, o gato enfermeiro? Ele é um gato de Bydgoszcz, na Polônia, que “trabalha” em um hospital veterinário sendo um enfermeiro excepcional, ajudando os outros bichinhos.

A história dele é: ele foi resgatado da rua com uma infecção respiratória bem complicada. Escapou da morte por pouco, e foi cuidado pelo hospital. O engraçado foi que assim que ele estava melhor, perceberam que ele começou a ajudar os outros pacientes!! Todo carinhoso, ele fica junta, deita junto, massageia, afaga e até dá aquele banho de gato que é puro amor. Realmente preocupado, ele mostra como se cuida dos outros animais, parece querer dizer “Calma, tudo vai ficar bem”! Lindo né?

Olhem que fofura:

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FLAVIA FLORES & NINO

Quando eu fui diagnosticada com câncer, não teve outro jeito, fui parar na casa da minha avó. O meu porto seguro sempre foi Florianópolis, mais exatamente na casa dela. Quando eu nasci ela veio a Florianópolis para ajudar a cuidar de mim, então eu queria estar lá na casa dela também nessa fase que eu precisava de cuidados novamente..

Assim que precisei raspar meus cabelos, não foi fácil, eu estava muito triste, minha prima veio com um gatinho tão feinho e judiado pra ver se a gente podia cuidar. Ela tinha o encontrado abandonado num terreno baldio. Ele estava sujo, tinha pouco pelo entre as orelhas, o rabo parecia um rabo de ratazana; aquele pequeno Siames precisava ir ao veterinário!

Fomos ao veterinário, ele tirou sangue, tomou vacinas, banho, eliminaram as pulgas, e assim pode voltar pra casa, liberado para ficar tomando conta de mim.

Eu ficava muito em casa naquela fase e a gente se apegou muito! Parecia que ele sabia que naquela casa eu que precisava de carinho, então aonde eu ia, ele ia atrás. Se eu ia dormir ele já estava lá me esperando no lugarzinho dele na minha cama, ele adorava o gosto da pasta de dente que saia da minha boca, ensinei ele a tomar água da pia enquanto eu escovava os dentes. Se eu estava escrevendo no blog, ele queria participar também, sentir o calorzinho do teclado. Se ele achava que eu pudesse sentir frio na careca ele vinha me esquentar e se fazia as vezes de chapeuzinho. Sempre teve muito cuidado com meus peitos, as vezes ele ia se deitar ali, parecia que ele sentia onde era mais doloroso pra mim: na cabeça e nos peitos.

E era um grude comigo! A medida que meus cabelos iam crescendo o Nino também crescia.

Os pets só fazem bem pra gente durante o tratamento, nos dão carinho, fazem a gente sorrir o tempo todo, afastam a depressão assim ajudam no aumento da imunidade. E a companhia deles são as melhores!

Hoje eu moro em São Paulo e o Nino ficou na casa da minha avó em Florianópolis, melhor pra ele porque eu viajo muito e seria muito ruim deixá-lo sozinho no apartamento. Floripa é a praia dele, onde tem uma casa com quintal, liberdade de passear na rua quando quer, comida de primeira, carinho da vó Kerta e do Gregorio.

Mas sempre que eu chego lá é uma festa! Já saio chamando Niiiiiinoooooo! E ele sai do esconderijo preferido dele, no forro da minha cama, para me receber!

Quer contar a história do seu bichinho com você? Envie com uma foto sua (800x 600 pixels), cidade e estado, para cats@quimioterapiaebeleza.com.br.
Amoooo! Bjs!

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FLAVIA FLORES & NINO

Quando eu fui diagnosticada com câncer, não teve outro jeito, fui parar na casa da minha avó. O meu porto seguro sempre foi Florianópolis, mais exatamente na casa dela. Quando eu nasci ela veio a Florianópolis para ajudar a cuidar de mim, então eu queria estar lá na casa dela também nessa fase que eu precisava de cuidados novamente..

Assim que precisei raspar meus cabelos, não foi fácil, eu estava muito triste, minha prima veio com um gatinho tão feinho e judiado pra ver se a gente podia cuidar. Ela tinha o encontrado abandonado num terreno baldio. Ele estava sujo, tinha pouco pelo entre as orelhas, o rabo parecia um rabo de ratazana; aquele pequeno Siames precisava ir ao veterinário!

Fomos ao veterinário, ele tirou sangue, tomou vacinas, banho, eliminaram as pulgas, e assim pode voltar pra casa, liberado para ficar tomando conta de mim.

Eu ficava muito em casa naquela fase e a gente se apegou muito! Parecia que ele sabia que naquela casa eu que precisava de carinho, então aonde eu ia, ele ia atrás. Se eu ia dormir ele já estava lá me esperando no lugarzinho dele na minha cama, ele adorava o gosto da pasta de dente que saia da minha boca, ensinei ele a tomar água da pia enquanto eu escovava os dentes. Se eu estava escrevendo no blog, ele queria participar também, sentir o calorzinho do teclado. Se ele achava que eu pudesse sentir frio na careca ele vinha me esquentar e se fazia as vezes de chapeuzinho. Sempre teve muito cuidado com meus peitos, as vezes ele ia se deitar ali, parecia que ele sentia onde era mais doloroso pra mim: na cabeça e nos peitos.

E era um grude comigo! A medida que meus cabelos iam crescendo o Nino também crescia.

Os pets só fazem bem pra gente durante o tratamento, nos dão carinho, fazem a gente sorrir o tempo todo, afastam a depressão assim ajudam no aumento da imunidade. E a companhia deles são as melhores!

Hoje eu moro em São Paulo e o Nino ficou na casa da minha avó em Florianópolis, melhor pra ele porque eu viajo muito e seria muito ruim deixá-lo sozinho no apartamento. Floripa é a praia dele, onde tem uma casa com quintal, liberdade de passear na rua quando quer, comida de primeira, carinho da vó Kerta e do Gregorio.

Mas sempre que eu chego lá é uma festa! Já saio chamando Niiiiiinoooooo! E ele sai do esconderijo preferido dele, no forro da minha cama, para me receber!

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Amoooo! Bjs!