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Morre Marie Fredriksson, vocalista do Roxette

Marie Fredriksson, da dupla Roxette, morreu nesta segunda-feira (9), aos 61 anos anos. Segundo a assessoria da cantora, Marie faleceu “após uma batalha de 17 anos contra o câncer”.

Com nacionalidade sueca, a artista ficou famosa e reconhecida internacionalmente nos anos 90 graças aos hits de sucesso como The LookJoyride e It Must Have Been Love. Seu companheiro de banda, Per Gessle, compartilhou sua homenagem à amiga nas redes sociais. “Você era a amiga mais maravilhosa há mais de 40 anos. As coisas nunca serão as mesmas”, lamentou o amigo.

Os dois se conheceram no fim da década de 70, época em que Marie participava do grupo Strul & Ma Mas Barn, enquanto Gessle tocava com Gyllene Tider, um dos maiores grupos da Suécia. Em 1986, os cantores criaram a dupla. Mesmo com uma grande popularidade na Escandinávia, a gravadora se recusou a lançar seus discos nos EUA. Porém, um estudante norte-americano que estudou na Suécia convenceu um DJ de seu país a tocar um dos hits do grupo. A partir deste momento, o sucesso foi inevitável.

A carreira da artista

Marie nasceu em 30 de maio de 1958, na Suécia, e iniciou a sua carreira artística quando se tornou amiga de seu futuro companheiro da banda Roxette, Per Gessle.

Em 2002, a cantora foi diagnosticada com um severo câncer no cérebro e passou por um longo tratamento. Em 2009, Marie voltou aos poucos para os palcos, seguindo com seus compromissos musicais e encontros com fãs até 2016, quando os médicos lhe pediram para interromper a turnê e se dedicar aos cuidados com a saúde.

Mas Marie nunca se entregou à doença e sempre continuou a se dedicar ao mundo da música. Entre 2010 e 2016, a cantora viajou em turnê pelo mundo e lançou um projeto solo, o álbum Now. Ela inclusive chegou a cantar em um casamento real durante o tratamento que a deixou com algumas sequelas. Em 2010, a banda Roxette se apresentou na festa de casamento da princesa herdeira da Suécia, Vitória, com Daniel Westling. Na ocasião, o evento foi descrito como “o maior casamento real da Europa desde que o Príncipe de Gales se casou com a Lady Diana Spencer, em 1981”.

Em 2016, mesmo com uma pausa nas apresentações, Marie continuou compondo ao lado do marido Mikael Bolyos. Em paralelo, ela utilizou o desenho com carvão como forma de terapia e montou várias exposições bem sucedidas.

Marie Fredriksson deixa o marido Mikael Volyos e seus dois filhos Ines Josefin, 26 anos, e Oscar, 23.

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Morre Marie Fredriksson, vocalista do Roxette

Marie Fredriksson, da dupla Roxette, morreu nesta segunda-feira (9), aos 61 anos anos. Segundo a assessoria da cantora, Marie faleceu “após uma batalha de 17 anos contra o câncer”.

Com nacionalidade sueca, a artista ficou famosa e reconhecida internacionalmente nos anos 90 graças aos hits de sucesso como The Look, Joyride e It Must Have Been Love. Seu companheiro de banda, Per Gessle, compartilhou sua homenagem à amiga nas redes sociais. “Você era a amiga mais maravilhosa há mais de 40 anos. As coisas nunca serão as mesmas”, lamentou o amigo.

Os dois se conheceram no fim da década de 70, época em que Marie participava do grupo Strul & Ma Mas Barn, enquanto Gessle tocava com Gyllene Tider, um dos maiores grupos da Suécia. Em 1986, os cantores criaram a dupla. Mesmo com uma grande popularidade na Escandinávia, a gravadora se recusou a lançar seus discos nos EUA. Porém, um estudante norte-americano que estudou na Suécia convenceu um DJ de seu país a tocar um dos hits do grupo. A partir deste momento, o sucesso foi inevitável.

A carreira da artista

Marie nasceu em 30 de maio de 1958, na Suécia, e iniciou a sua carreira artística quando se tornou amiga de seu futuro companheiro da banda Roxette, Per Gessle.

Em 2002, a cantora foi diagnosticada com um severo câncer no cérebro e passou por um longo tratamento. Em 2009, Marie voltou aos poucos para os palcos, seguindo com seus compromissos musicais e encontros com fãs até 2016, quando os médicos lhe pediram para interromper a turnê e se dedicar aos cuidados com a saúde.

Mas Marie nunca se entregou à doença e sempre continuou a se dedicar ao mundo da música. Entre 2010 e 2016, a cantora viajou em turnê pelo mundo e lançou um projeto solo, o álbum Now. Ela inclusive chegou a cantar em um casamento real durante o tratamento que a deixou com algumas sequelas. Em 2010, a banda Roxette se apresentou na festa de casamento da princesa herdeira da Suécia, Vitória, com Daniel Westling. Na ocasião, o evento foi descrito como “o maior casamento real da Europa desde que o Príncipe de Gales se casou com a Lady Diana Spencer, em 1981”.

Em 2016, mesmo com uma pausa nas apresentações, Marie continuou compondo ao lado do marido Mikael Bolyos. Em paralelo, ela utilizou o desenho com carvão como forma de terapia e montou várias exposições bem sucedidas.

Marie Fredriksson deixa o marido Mikael Volyos e seus dois filhos Ines Josefin, 26 anos, e Oscar, 23.

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FALANDO DE MORTE COM AS CRIANÇAS

Esta semana tivemos a perda do humorista Roberto Bolaños, o eterno “Chaves”, personagem conhecido por pelo menos 8 em cada 10 crianças.
TV’s do mundo inteiro noticiaram o fato, a exaustão e certamente foi um assunto bastante comentado nas escolas entre os coleguinhas.
Ai entra a pergunta: como falar de morte com as crianças?
Muitas famílias erroneamente, evitam falar sobre o assunto, fazendo a criança acreditar que a pessoa falecida foi viajar. Isso não é certo, pois ela precisa e deve tomar conhecimento sobre o assunto para que saiba lidar com os futuros lutos.
Ao contrário do que se pensa, a criança sente muito a falta das pessoas próximas e assim como os adultos, podem demorar para passar pelo período de luto. Embora entretida com outras atividades como escola, brincadeiras, essa falta continua lá, mexendo com ela.
É preciso saber conversar e explicar a ausência no mundo real, já que na fantasia a morte não é um evento corriqueiro, muito pelo contrário, alguns personagens de desenhos por mais que estejam em situação de risco passam a imagem de imortal.
Para introduzir o assunto é preciso abordar três temas:
– o ciclo da vida: explicar que todos os seres vivos um dia irão morrer, sejam eles familiares, o cachorrinho ou as plantinhas;
– a impossibilidade da volta: a criança não pode achar que aquela pessoa está em férias e irá voltar a qualquer momento;
– a finitude do corpo: o corpo é uma máquina e uma hora – mais cedo ou mais tarde, ele para de funcionar.
Lidar com o assunto desde cedo possibilita que no futuro o adulto elabore o processo com mais facilidade e aprenda a lidar melhor com situações inevitáveis, não só a morte.
Por mais difícil que possa ser entrar no tema, os pais ou qualquer outro adulto que vá abordá-lo, pode abrir mão de metáforas (a pessoa virou uma estrelinha, por exemplo) e assim tocar no emocional da criança de forma mais leve, mais dentro da sua realidade, porém nunca deixar de associá-la a perda. Falar que a pessoa falecida foi viajar, por exemplo, pode desencadear o sentimento de abandono, que pode ser bem pior nessa fase da vida.
E se a criança perguntar para onde a pessoa falecida vai? Nessa hora é preciso levar em consideração a cultura e religião em que ela é criada, visto que esse é um assunto que diverge muito entre os povos.
Importante: deixe a criança falar, perguntar, se expressar, pois mesmo querendo poupa-lá de algo tão doloroso, ela precisa se sentir parte dos acontecimentos.