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Cat Giu Nardini

Cats, a Giulianna Nardini compartilhou o depoimento falando da importância de dar atenção à uma vida saudável depois de vencer o câncer de mama aos 21 anos!

“”nossa, você teve câncer tão nova”
Toda vez que alguém descobre que eu tive câncer de mama com 21 anos eu ouço isso. Entendo o espanto (eu, minha família e até meus médicos achávamos que não seria não seria nada por causa da idade), mas precisamos falar, sempre que possível: CÂNCER NÃO TEM IDADE 🗣️

O câncer não é uma doença que tem que tremer as pernas só de ouvir o nome, não é igual a gente vê nos filmes. Tenho certeza que todo mundo conhece alguém que não fala nem a palavra câncer, bate na boca ou fala “aquela doença”.

Enquanto o nome dessa doença não for falada, enquanto a gente não falar que câncer não tem idade e que todos precisamos nos cuidar, ela continuará assustando milhares de pessoas.

Existe prevenção? Não. Não existe nada que te garanta que você não vai nunca ter câncer, mas existem cuidados: ter uma vida saudável (lembrando que é pra cuidar da saúde física e psicológica, hein) e ir ao médico com frequência. O papo da vida saudável é sério, a educação alimentar é tão importante quanto exercício e terapia. Somos uma maquininha complexa 🤖

E a necessidade de ir ao médico e fazer exames com a frequência indicada é de extrema importância. Procure um médico que você confie, que dê o match paciente-médico, e tire todas as suas dúvidas.

A única coisa que a gente tem é nosso corpo. Beba água, come frutinha e tome sol, ok?”

Vamos seguir o conselho da Giu e cuidar do nosso corpo! 💖🎀

Gostaram desse depoimento? Se quiser compartilhar o seu, encaminhe junto com uma foto para o email [email protected] Nossas histórias nos uni na luta contra o câncer. 🎀

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Como forma de aliviar o tratamento, paciente produz crochê para bebês

A experiência de se voluntariar para uma ação social faz a diferença no desenvolvimento pessoal e fortalece a cidadania do voluntário, que é o cidadão motivado pelos valores de participação e solidariedade. Ele doa seu tempo, trabalho, conhecimento e habilidades, de forma espontânea e sem remuneração, para causas de interesse da sociedade.

Essa ação pode ser contínua ou pontual em alguma atividade específica. Mas, quem experimenta dificilmente deixa de praticá-la com frequência. E foi exatamente isso que aconteceu com a dona Marlene Scheurich, paciente do Hospital Santo Antônio, de Blumenau, que luta para vencer o câncer. 

Apesar de estar passando por um momento complicado, ela não abre mão do seu passatempo predileto: fazer crochê. Apaixonada por esta atividade, dona Marlene sempre participou de projetos do hospital, confeccionando diversas peças que trazem maior conforto aos recém-nascidos e crianças que estão internadas na unidade de saúde. 

Enquanto ela espera sua sessão de quimioterapia acabar, ela produz suéteres, toucas, meias e levas com muito amor e carinho. Recentemente, uma fisioterapeuta do hospital percebeu como Marlene ficava mais quietinha quando não estava com suas linhas, percebendo assim a paixão por crochê da paciente. 

“Algumas semanas atrás alguém colocou na caixa de doações do meu condomínio muitos rolos de linha para crochê. Eu estava de saída para o hospital e acabei levando os rolos para a dona Marlene, minha paciente. É o passatempo dela enquanto está no hospital fazendo quimioterapia. Nos últimos dias, ela estava mais calada, pois tinham acabado suas linhas, e quando entreguei os rolos, ficou muito feliz”, conta a fisioterapeuta em entrevista ao R7.

A paixão e vontade de fazer crochê é tão grande que as linhas já acabaram, mas a paciente teve uma linda surpresa. Ao descobrir a história de Marlene, uma empresa de Blumenau a presenteou com um kit de linhas e revistas. Radiante com a surpresa, ela confeccionou várias meias e toucas de bebê, que foram doados aos pequenos pacientes do hospital. 

Muito linda e inspiradora a história da dona Marlene. E você? Descobriu algum passatempo durante o tratamento?
Ou ainda, pretende ou já é voluntário em alguma Instituição?

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Especial Dia das Mães: confira o depoimento da Catmamãe Kaka e sua filha

Chegando o Dia das Mães e trazemos o depoimento da Catmamãe Kaka @katiacris e sua filha Debora, minicat

As duas são pacientes oncológicas e fazem tratamento para combater a doença

Mãe e filha na batalha. Incentivamos uma a outra.
No começo do tratamento da minha filha, houve um incentivo por parte dela pois me assustei muito, não imaginava que a minha filha com 15 anos iria desenvolver uma doença tão cruel, com a qual eu luto há tantos anos. Eu supunha qualquer coisa menos câncer e no dia em que ela recebeu o diagnóstico, eu passei muito mal. Praticamente tive que ser internada. Fui socorrida onde eu estava com ela e já queriam me transferir para o hospital onde eu sou tratada porque realmente perdi o chão e não tive forças. Estava sendo atendida no pronto socorro e recebi mensagens no celular: “Mãe, levanta pelo amor de Deus. Se for assim toda vez que eu vier para o hospital, não vou querer me tratar. Eu preciso que a senhora fique bem.”

Foi então que percebi que não poderia mostrar nenhuma das minhas fraquezas naquele momento, pois seria fundamental para que ela tivesse coragem de iniciar o tratamento. Com esse chacoalhão, pude prosseguir e assumi meu lugar de mãe, dizendo que tudo passaria e daria forças. A princípio nós não nos desgrudamos. Eu não conseguia deixar ela dormir nem no seu quarto, e sim comigo porque queria ficar perto dela durante 24h, sempre que precisasse. Foi muito difícil nos primeiros dois meses, porque ela sentia muitas dores e chorava muito. Mas eu sempre me lembrava da mensagem do começo, que me mantém de pé mediante a tudo o que temos vivido.  

2. Ainda em tratamento, você recebe o diagnóstico de câncer da sua filha adolescente, qual foi sua reação?

Eu não imaginava. Esperava qualquer doença para a minha filha menos o câncer. Me senti culpada porque o tipo de câncer dela é embrionário, ou seja, eu passei para ela no ventre. Primeiro bate um sentimento de culpa, mesmo sabendo que não passei voluntariamente, eu não sabia que tinha essa células. Foi a pior sensação que já senti na vida. Passei por muitos problemas na vida e achava que tinha sofrido muito, mas percebi que não sofri nada. Quando olhei minha filha com o rosto deformado, porque o câncer dela foi no olho,  chorando de dor e eu impotente, além de tentar confortar, passar horas debaixo do chuveiro tentando acalmar, colocando ela embaixo do meu peito tentando acalentar, mas com certeza foi a pior notícia, a pior dor e eu tive meu momento de fraqueza onde achei que não  conseguiria ajudar. Mas com a mensagem dela, que é uma menina muito guerreira, me mandando reagir por ela senão não ia nem se tratar, fui buscar forças por ela e me levantei, continuamos lutando juntas, como deve ser. Eu por ela e ela por mim. É esse o nosso combinado!         

3. Além de todo autocuidado no tratamento, temos agora a preocupação da pandemia do Covid-19, como vcs estão lidando com mais esse fator?                                                                                                                                                           

A questão do COVID-19 não assusta nós que temos câncer há bastante tempo, porque a gente já lida com tantos cuidados, e a princípio, não parecia ser algo tão sério. Mas agora tem sido preocupante, porque ela faz quimio a cada 15 dias e necessita estar internada por passar muito mal, eu a acompanho. Tenho lesões pulmonares então sou fator de risco iminente. Só que, sempre penso que a minha filha precisa de mim e eu preciso dela também, então estaremos bem se estivermos uma ao lado da outra. Sei que ela vai ficar mais tranquila se eu estiver lá. Então a gente tenta tomar todas as precauções de higiene, lavagem das mãos a toda hora e usar máscaras. A reação é viver com medo, mas o amor ainda é maior que tudo isso e não deixei de cumprir com minhas obrigações de mãe e estar com ela, acompanhá-la nas consultas e passar os dias hospitalares na sua companhia. O nosso amor é maior do que o medo do COVID.         

4. O que você destacaria como aprendizado desta luta da sua filha?                                                                                                                             

Meu maior aprendizado, com certeza, é que achava que eu era uma pessoa com uma história de sofrimento que ninguém tinha igual. Acreditava que já tinha sofrido mais do que qualquer pessoa. Quando eu ouvi do médico “a sua filha está com câncer” e tomei conhecimento do resultado do exame com o tipo de tumor, aquilo foi como se meu mundo desabasse. Senti uma dor que eu nunca tinha sentido em toda a minha vida. Foi aí que eu vi que todas as outras dores que eu já tinha reclamado não era nada. Percebi que muitas vezes eu reclamei de dores que eu podia ter me calado, podia ter enfrentado, porque tinha forças para enfrentá-las mas muitas vezes eu chorei e me escondi, achando que era demais para mim, mas não era nada perto da dor de ver um filho sofrer. 

Destaco que se temos os nossos filhos ao nosso lado com saúde, muitas vezes até dando trabalho, que a gente agradeça mais do que reclame, porque ter um filho sofrendo é a pior dor que uma mãe pode sentir na vida. Acho que pior do que vê-lo sofrer é perdê-lo. Mas eu agradeço a Deus por estar aqui, apesar de ter passado por momentos horríveis em coma na UTI e ter voltado, ressignificado a minha vida e entender porque Deus me manteve aqui com tudo isso…havia um propósito por trás de tudo. Meu maior aprendizado é não reclamar, porque existem dores maiores que não posso nem imaginar e nem passei por elas. Tudo que tenho passado é porque tenho capacidade de passar, nao reclamo de mais nada, apenas agradeço por tudo. Esse foi meu maior aprendizado.     

5. A relação de vocês ficou mais fortalecida?                                                                                                                                        

Sim, com certeza absoluta. Nossa relação ficou fortalecida e íntima. Ficou única. Nós já éramos muito próximas e amigas, mas agora somos dependentes uma da outra, nos aproximou mais. Ela voltou a ser meu bebê, porque eu tenho que dar banho, cuidar, passar pomada, enxugar, as vezes sustentá-la com o peso do meu corpo porque não consigo pegá-la  no colo. Consigo perceber quando ela está passando mal e já trago o saquinho, com seu olhar já abro o saquinho sem que ela precise pedir. As vezes ela fala para eu  descansar um pouco porque sabe do meu cansaço, das dores expressas no meu rosto apesar de não precisar revelar isso pra ela.  

Somos cúmplices uma da outra. Não tem preço ter na sua filha a sua melhor amiga. É muito bom, tiro muito proveito!    

6. Qual sua mensagem pra outras mães que estão passando pelo mesmo desafio que vcs?

É muito difícil falar sobre isso. O que eu diria para outras mães…, é uma dor tão grande que não podemos nem mensurar. Porém destacaria o meu aprendizado. Diria para tentar  fortalecer ainda mais a sua relação com o seu filho que passa por isso. Converso muito com outras mães durante o tratamento da minha filha tentando entender o sentimento delas e identificar a reação de cada uma. O que eu poderia sugerir é que continuem se esforçando, pois a situação nos obriga a ser melhores, mesmo com todos os obstáculos que enfrentamos por conta da nossa limitação com o câncer, vira uma formiguinha perto da limitação do nosso filho. Pode ser até menor do que a nossa, mas um filho precisa da gente e nos transformamos em um leão para proteger a cria,  mesmo machucada e debilitada. A mãe não sai de perto da cria, não larga. Digo para todas as mães que vão ler essa entrevista: fiquem perto dos seus filhos o máximo de tempo possível e deem o melhor de si, porque podemos muito mais do que imaginamos! 

Muito obrigada. 

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Instituto Quimioterapia e Beleza lança o Projeto Abre Portas para pacientes oncológicos

A recolocação no mercado de trabalho não é uma tarefa muito fácil. Tudo se torna um desafio, principalmente conciliar o tratamento com um novo emprego. Foi observando essa demanda das pacientes que o Instituto Quimioterapia e Beleza lançou o projeto “Abre Portas“. 

Desenvolvido com a expertise da psicóloga do IQeB e coach empresarial e de resiliência Diana Vilas Boas, com 30 anos de experiência no mercado, destaca que “muitas das mulheres que estão em tratamento ou que já passaram por ele sentem falta da rotina de trabalho. Elas possuem muitos sonhos e objetivos que ficam cada vez mais difíceis de serem realizados após enfrentar o câncer”. 

Pensando nisso, desenvolvemos o projeto “Abre Portas” com o objetivo de ajudar essas mulheres a conseguir uma oportunidade e também sensibilizar as empresas sobre essas profissionais disponíveis. Através de um banco de dados e dos currículos das pacientes, muitas empresas vão conhecer ex e atuais pacientes e entender suas necessidades. 

“Vejo que há uma demanda para que as pacientes sejam orientadas na criação de um currículo, na preparação para uma entrevista, no conhecimento do mercado de trabalho e nas formas de encontrar um emprego”, afirma Diana Vilas Boas. 

Tudo isso também será oferecido no “Abre Portas”, através de um treinamento on-line dividido em três módulos e com temáticas diferentes. Ao final, serão divulgados os currículos para empresas e RHs mais conceituados do mercado. Além disso, será disponibilizado o Banco de Currículos do IQeB para as empresas, facilitando a busca pelo profissional adequado.

Com um investimento de 3 parcelas de R$ 59 (cinquenta e nove reais) a paciente recebe os 03 módulos do treinamento on-line, cuja contribuição é revertida para o Instituto manter o projeto sustentável.  A paciente que desejar somente encaminhar seu currículo, também o pode fazer gratuitamente pelo site.

Saiba mais informações sobre este lindo projeto clicando aqui

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Cat Eliene

O câncer não é um bicho de 7 cabeça.

A vida nos dá tarefas difíceis para podemos aprender. Vou falar um pouco da minha história, assim posso ajudar quem passa pelo tratamento a enfrentar o câncer de cabeça erguida.

Há 5 anos fui diagnóstica com câncer de mama tumor agressivo grau II, e assim começou a luta contra a morte. Tratamento: médicos, ressonâncias, tomografias, pet ct, laboratórios… cateter port a ct, pois minhas veias estavam secas e não conseguia puncionar, 16 químios. Reações: vômitos, fraquezas, diarreia, careca, sem pelos até nos cílios. Difícil? Um pouco! Não impossível!

Cirurgia: mastectomia. Infelizmente a parte externa mexe muito com a nossa auto estima, difícil? Sim! Mas ficou a marca da segunda chance que a vida me deu, viver mais alguns anos, conforme a batalha que Deus me deu, começar outro processo da cura, as radioterapias.

Os efeito colaterais: cansaço, queimaduras (local e da tranqueira), alimentos só gelado e líquido, difícil? Não posso ser hipócrita e dizer que foi fácil, mas nunca posso dizer que seria impossível, pois nada seria eterno, tudo passa e passou!!!

Após um ano de lutas, quase fim do tratamento, vem mais uma prova em minha vida. Metástase óssea, senhor será meu fim? Cuidados paliativos,” não existem cura pela medicina” não!!! Ainda tenho opção, seguir em frente????

Fratura da coluna, agora sim foi o fim? Não!

Vamos lá, na luta aprendi a valorizar os seres humanos ver as pessoas como de fato deveríamos ver todos os irmãos.

Tratamento em geral: será que consigo contar tudo?
16 quimios.
36 rádios
26 rádios
16 rádios
16 rádios
16 rádios
16 rádios.

Zometa: quimio para não deixar fraturar os ossos, total até o momento 48 aplicações via cateter port ct, a cada 28 dias.

Faslodex: 49 aplicações na barriga, a cada 21 dias. Aromasin e afinitor via oral todos os dias ” quimio oral”.

Acabou? Não! Ainda tem mais, vamos lá nova quimio: xeloda, síndrome pé e mão, enjoos cansaço, começa uma novo fase em minha vida, vamos lá?? rádios, quantas? ….., a maquina ja é Minha amiguinha que ajuda nas minhas batalhas, os funcionários já fazem parte da família.

Ainda tenho oportunidades, as escolhas são minhas. Viver o hoje como se não existisse o amanhã, ter qualidade de vida. Olhar para trás? As vezes… ver o quanto Deus é maravilhoso e o quanto aprendi até aqui.

Moral da história:

Vida que segue, Deus é o meu sustento. Não deixar a parte física interferir na minha parte espiritual. Aprendo com a vida!

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Morre Marie Fredriksson, vocalista do Roxette

Marie Fredriksson, da dupla Roxette, morreu nesta segunda-feira (9), aos 61 anos anos. Segundo a assessoria da cantora, Marie faleceu “após uma batalha de 17 anos contra o câncer”.

Com nacionalidade sueca, a artista ficou famosa e reconhecida internacionalmente nos anos 90 graças aos hits de sucesso como The Look, Joyride e It Must Have Been Love. Seu companheiro de banda, Per Gessle, compartilhou sua homenagem à amiga nas redes sociais. “Você era a amiga mais maravilhosa há mais de 40 anos. As coisas nunca serão as mesmas”, lamentou o amigo.

Os dois se conheceram no fim da década de 70, época em que Marie participava do grupo Strul & Ma Mas Barn, enquanto Gessle tocava com Gyllene Tider, um dos maiores grupos da Suécia. Em 1986, os cantores criaram a dupla. Mesmo com uma grande popularidade na Escandinávia, a gravadora se recusou a lançar seus discos nos EUA. Porém, um estudante norte-americano que estudou na Suécia convenceu um DJ de seu país a tocar um dos hits do grupo. A partir deste momento, o sucesso foi inevitável.

A carreira da artista

Marie nasceu em 30 de maio de 1958, na Suécia, e iniciou a sua carreira artística quando se tornou amiga de seu futuro companheiro da banda Roxette, Per Gessle.

Em 2002, a cantora foi diagnosticada com um severo câncer no cérebro e passou por um longo tratamento. Em 2009, Marie voltou aos poucos para os palcos, seguindo com seus compromissos musicais e encontros com fãs até 2016, quando os médicos lhe pediram para interromper a turnê e se dedicar aos cuidados com a saúde.

Mas Marie nunca se entregou à doença e sempre continuou a se dedicar ao mundo da música. Entre 2010 e 2016, a cantora viajou em turnê pelo mundo e lançou um projeto solo, o álbum Now. Ela inclusive chegou a cantar em um casamento real durante o tratamento que a deixou com algumas sequelas. Em 2010, a banda Roxette se apresentou na festa de casamento da princesa herdeira da Suécia, Vitória, com Daniel Westling. Na ocasião, o evento foi descrito como “o maior casamento real da Europa desde que o Príncipe de Gales se casou com a Lady Diana Spencer, em 1981”.

Em 2016, mesmo com uma pausa nas apresentações, Marie continuou compondo ao lado do marido Mikael Bolyos. Em paralelo, ela utilizou o desenho com carvão como forma de terapia e montou várias exposições bem sucedidas.

Marie Fredriksson deixa o marido Mikael Volyos e seus dois filhos Ines Josefin, 26 anos, e Oscar, 23.

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Alerta ao câncer de boca

O Instituto Quimioterapia e Beleza alerta, conforme informações do HAC, à prevenção do câncer de boca. 

A Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal tem como objetivo chamar atenção das pessoas para essa doença e estimular ações de prevenção. 

Segundo dados do Ministério da Saúde, o câncer de boca é a doença mais comum entre homens e 70% dos casos são diagnosticados em pessoas com mais de 40 anos. Além disso, o tumor é caracterizado por ferimentos na boca, podendo afetar a mucosa, a língua e os lábios. O principal sintoma é a não cicatrização. 

O cirurgião dentista do Hospital Amaral Carvalho em Jaú, Giovane Furlanetto, afirma ser necessário ficar atenta às alterações na boca e explica que o autoexame pode auxiliar na identificação de lesões, feridas, caroços ou inchaço nas bochechas. “O autoexame não substitui o exame clínico. É importante visitar o médico ou dentista de confiança com frequência, pelo menos uma vez ao ano”, ressalta.

Durante o ano inteiro o hospital mantém o Programa de Prevenção do Câncer de Boca, com atendimento para Jaú e região. 

Dentre os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença estão a ingestão de bebidas alcoólicas e uso de cigarros e outros fumos. Além disso, a má higiene da boca e a má alimentação também são apontadas como causa do câncer. 

O doutor Giovane Furlanetto orienta que a prevenção está em uma alimentação saudável, bons hábitos, prática de atividades físicas e proteção solar. Se houver um diagnóstico precoce, a doença pode ser tratada com cirurgia e tem altas chances de cura.