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MARCELLA MENEGHETTI E JEANNIE

História de cats pets!!! A Marcella Meneguetti conta no seu blog sobre sua relação com a Jeannie, sua cachorra. Eu já contei aqui como o Nino, meu gatinho me ajudou. É incrível como esses bichinhos podem nos ajudar! Eles nos animam, nos dão força  e quando a gente está triste, eles sempre percebem e vem nos dar colo! 

Confira o texto da Marcella:

“Gente, vocês já viram o post sobre a minha cachorra que me ajudou muito durante todo o tratamento?Ela é uma Golden Retriever, tem 4 anos e que é a minha paixão!

Essa semana postei para vocês sobre o Granulokine e falei que essa medicação é usada para aumentar a imunidade, não é? Pois então, eu usei mais ou menos durante as minhas 3 primeiras sessões de quimioterapia ABVD, mas logo quando pude ficar perto da Jeannie e ela passou a ficar comigo nas semanas de recuperação das quimios, a minha imunidade começou a aumentar, e eu nunca mais precisei de Granulokine! Parece brincadeira, mas não é.. Eles são tudo em nossa vida e nos ajudam muito mais do que nós imaginamos!Existem vários estudos que mostram que o cachorro faz liberar uma enzima que faz a imunidade aumentar e, a minha Jeannie ajudou a aumentar a minha imunidade e principalmente a não precisar mais de uma medicação que gerava alguns efeitos colaterais. Tudo na base do amor e carinho!

O nosso amor é de outras vidas e eu conseguia me recuperar das quimios para passar a semana muito bem! Cãoterapia é tudo de bom! Se você também tem um animalzinho de estimação que sente todo esse carinho e aproximação, não duvide nunca disso, e não só em relação à ajuda a cura, mas sim em tudo! Eles nos fazem bem em tuuuudoo!!

Beijosss =)”

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PET TERAPIA – AUXILIO DOS ANIMAIS NO TRATAMENTO DO CÂNCER

A cada ano novas pesquisas mostram a eficácia do uso de animais no tratamento de diversas doenças, inclusive o câncer.
Vários hospitais pelo país ja adotaram a chamada Pet Terapia para despertar alegria e força de vontade nos pacientes, tornando o ambiente hospitalar mais leve e mais aconchegante.
Esse tipo de tratamento auxilia na recuperação, dado já comprovado por estudos científicos. Em pouco tempo em contato com os cães, é possível notar o sentimento de segurança e afeto que crianças e adultos desenvolvem com estes animais.
Para o paciente, os benefícios são inúmeros: vão desde o efeito calmante e antidepressivo e até servem como estímulo à integração social e elevação da autoestima, pois desvia o foco da tensão emocional, da dor e do estresse de internação ou tratamento. Estudos também apontam redução da pressão sanguínea e cardíaca, além do fortalecimento do sistema imunológico e do bem-estar.
O uso da terapia com animais também ajuda a manter o astral elevado da família do paciente, que costuma se desgastar com a situação além de levar alegria também para os profissionais que também sofrem com o estresse causado pela profissão.
Nem todo animal nasceu para ser um terapeuta, por assim dizer. “Ele precisa ser tranquilo, ter uma personalidade que as pessoas possam abraçar, beijar e apertar, sem que ele reaja”, explica o adestrador José Luis Doroci. Outro pré-requisito é que os animais estejam limpos e vacinados para brincar com os pacientes.
O benefício terapêutico dos bichos já vem sendo observado há algum tempo. Em 1955, no Brasil, a psiquiatra Nise da Silveira relatou os benefícios desta interação no convívio de seus pacientes esquizofrênicos com cães e gatos adotados pela instituição aonde trabalhava.Com o passar dos anos, a terapia foi abrangendo pacientes com outras enfermidades.
Não há uma recomendação específica de quem pode ser ajudado pela pet terapia. Qualquer paciente pode ser beneficiado, desde que não haja alguma contraindicação, como por exemplo, medo de animais, alergia, problemas de respiração ou imunidade muito baixa.

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FLAVIA FLORES & NINO

Quando eu fui diagnosticada com câncer, não teve outro jeito, fui parar na casa da minha avó. O meu porto seguro sempre foi Florianópolis, mais exatamente na casa dela. Quando eu nasci ela veio a Florianópolis para ajudar a cuidar de mim, então eu queria estar lá na casa dela também nessa fase que eu precisava de cuidados novamente..

Assim que precisei raspar meus cabelos, não foi fácil, eu estava muito triste, minha prima veio com um gatinho tão feinho e judiado pra ver se a gente podia cuidar. Ela tinha o encontrado abandonado num terreno baldio. Ele estava sujo, tinha pouco pelo entre as orelhas, o rabo parecia um rabo de ratazana; aquele pequeno Siames precisava ir ao veterinário!

Fomos ao veterinário, ele tirou sangue, tomou vacinas, banho, eliminaram as pulgas, e assim pode voltar pra casa, liberado para ficar tomando conta de mim.

Eu ficava muito em casa naquela fase e a gente se apegou muito! Parecia que ele sabia que naquela casa eu que precisava de carinho, então aonde eu ia, ele ia atrás. Se eu ia dormir ele já estava lá me esperando no lugarzinho dele na minha cama, ele adorava o gosto da pasta de dente que saia da minha boca, ensinei ele a tomar água da pia enquanto eu escovava os dentes. Se eu estava escrevendo no blog, ele queria participar também, sentir o calorzinho do teclado. Se ele achava que eu pudesse sentir frio na careca ele vinha me esquentar e se fazia as vezes de chapeuzinho. Sempre teve muito cuidado com meus peitos, as vezes ele ia se deitar ali, parecia que ele sentia onde era mais doloroso pra mim: na cabeça e nos peitos.

E era um grude comigo! A medida que meus cabelos iam crescendo o Nino também crescia.

Os pets só fazem bem pra gente durante o tratamento, nos dão carinho, fazem a gente sorrir o tempo todo, afastam a depressão assim ajudam no aumento da imunidade. E a companhia deles são as melhores!

Hoje eu moro em São Paulo e o Nino ficou na casa da minha avó em Florianópolis, melhor pra ele porque eu viajo muito e seria muito ruim deixá-lo sozinho no apartamento. Floripa é a praia dele, onde tem uma casa com quintal, liberdade de passear na rua quando quer, comida de primeira, carinho da vó Kerta e do Gregorio.

Mas sempre que eu chego lá é uma festa! Já saio chamando Niiiiiinoooooo! E ele sai do esconderijo preferido dele, no forro da minha cama, para me receber!

Quer contar a história do seu bichinho com você? Envie com uma foto sua (800x 600 pixels), cidade e estado, para cats@quimioterapiaebeleza.com.br.
Amoooo! Bjs!

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FLAVIA FLORES & NINO

Quando eu fui diagnosticada com câncer, não teve outro jeito, fui parar na casa da minha avó. O meu porto seguro sempre foi Florianópolis, mais exatamente na casa dela. Quando eu nasci ela veio a Florianópolis para ajudar a cuidar de mim, então eu queria estar lá na casa dela também nessa fase que eu precisava de cuidados novamente..

Assim que precisei raspar meus cabelos, não foi fácil, eu estava muito triste, minha prima veio com um gatinho tão feinho e judiado pra ver se a gente podia cuidar. Ela tinha o encontrado abandonado num terreno baldio. Ele estava sujo, tinha pouco pelo entre as orelhas, o rabo parecia um rabo de ratazana; aquele pequeno Siames precisava ir ao veterinário!

Fomos ao veterinário, ele tirou sangue, tomou vacinas, banho, eliminaram as pulgas, e assim pode voltar pra casa, liberado para ficar tomando conta de mim.

Eu ficava muito em casa naquela fase e a gente se apegou muito! Parecia que ele sabia que naquela casa eu que precisava de carinho, então aonde eu ia, ele ia atrás. Se eu ia dormir ele já estava lá me esperando no lugarzinho dele na minha cama, ele adorava o gosto da pasta de dente que saia da minha boca, ensinei ele a tomar água da pia enquanto eu escovava os dentes. Se eu estava escrevendo no blog, ele queria participar também, sentir o calorzinho do teclado. Se ele achava que eu pudesse sentir frio na careca ele vinha me esquentar e se fazia as vezes de chapeuzinho. Sempre teve muito cuidado com meus peitos, as vezes ele ia se deitar ali, parecia que ele sentia onde era mais doloroso pra mim: na cabeça e nos peitos.

E era um grude comigo! A medida que meus cabelos iam crescendo o Nino também crescia.

Os pets só fazem bem pra gente durante o tratamento, nos dão carinho, fazem a gente sorrir o tempo todo, afastam a depressão assim ajudam no aumento da imunidade. E a companhia deles são as melhores!

Hoje eu moro em São Paulo e o Nino ficou na casa da minha avó em Florianópolis, melhor pra ele porque eu viajo muito e seria muito ruim deixá-lo sozinho no apartamento. Floripa é a praia dele, onde tem uma casa com quintal, liberdade de passear na rua quando quer, comida de primeira, carinho da vó Kerta e do Gregorio.

Mas sempre que eu chego lá é uma festa! Já saio chamando Niiiiiinoooooo! E ele sai do esconderijo preferido dele, no forro da minha cama, para me receber!

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Amoooo! Bjs!