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DOAÇÃO E VISITA AO HOSPITAL INFANTIL DARCY VARGAS

Segunda feira foi um dia de alegria no Hospital infantil Darcy Vargas.
O Instituto Quimioterapia e Beleza e as voluntárias universitárias da PUC, fizeram a alegria dos lindos pacientinhos!
Entregamos com muito carinho os kits da PEDALADA Rosa, e muitos lenços do Banco de Lenços.
A bandana rosa fez o maior sucesso, inclusive entre os garotos que faziam de piratas.
Muita emoção, carinho, força! Saímos energizados de amor!

Fotos: https://www.flickr.com/photos/quimioterapiaebeleza/albums/72157685222051206/with/35312943271/

Ainda não conhece o nosso Banco de Lenços? Acesse: www.bancodelencos.com.br

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KEYLOR NAVAS RASPA A CABEÇA EM HOMENAGEM A CRIANÇAS COM CÂNCER

O goleiro do Real Madrid, Keylor Navas, raspou a cabeça depois de vencer com o time o Campeonato Espanhol, no domingo, em uma homenagem a crianças que lutam contra o câncer.

“Raspei a cabeça porque queria dedicar o gesto às crianças que estão nos hospitais, submetidas a tratamentos muito severos, que os fazem perder o cabelinho. E aqui estou, sem cabelos”, afirmou, após o jogo.

“Se conseguisse um título, queria dedicá-lo a elas e aqui estou com atos”, disse o goleiro costa-riquenho à rádio Cadena Cope, depois da partida na qual o Real Madrid venceu o Málaga por 2 x 0.

Keylor Navas reconheceu que a equipe lutou bastante (pelo título do Campeonato), e que os companheiros “fizeram um grande trabalho”. “Hoje podemos nos considerar muito satisfeitos porque atingimos o objetivo ao qual nos propusemos no início da temporada”.

O goleiro costa-riquenho insistiu que deseja continuar no Real Madrid, quando voltam a soar rumores sobre uma eventual chegada à equipe do goleiro do Manchester United, David de Gea.

“Estou muito tranquilo, tenho contrato com o Real Madrid. Depois da final da Liga dos Campeões, vou sair de férias. Na pré-temporada voltarei com mais força. Não tenho nenhuma intenção de ir embora. Sou feliz aqui”, assegurou Keylor Navas.

Fonte: El País

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MÉDICO TOCA MÚSICA PARA CRIANÇA COM CÂNCER

Texto por Dr Paulo Martins:

“Nessa vida, o importante é ser feliz. Um dia antes, na visita habitual da enfermaria, vi que estávamos com muitos adolescentes internados e que eles sofriam com a ociosidade da internação, além das dificuldades inerentes ao momento em que passavam. Combinei com eles que no dia seguinte iria trazer o ukelele para fazermos um som e desopilarmos um pouco. No dia seguinte, como prometido, trouxe o instrumento. Aguardei o turno da tarde, onde as coisas pareciam estar mais calmas, para fazer um tour musical pela enfermaria da oncologia. Quando peguei o ukelele, parece que foi mágico, nas duas horas subsequentes não houve nenhuma intercorrência. Juntos a Minhas parceiras inestimáveis, Laila Rigolin Fortunato e Juliana Souza, começamos a tocar de quarto em quarto as musicas que cada paciente pedia. Sertanejo, rock, música gospel. Sob a supervisão da nossa enfermagem, íamos tocando duas, três musicas em cada quarto. Cada paciente cantou a plenos pulmões, se emocionou, pediu mais. Notei que enquanto eu entrava nos quartos e tocava as musicas, havia uma pequenina que me acompanhava dançando do lado de fora. Quando sai no último quarto, não teve jeito, ela estava na porta me esperando, me olhando curiosa. Pediram, ” toca uma música para ela Paulão! “. Inicialmente fiquei envergonhado, pois não sabia nenhuma música infantil. Mas o pai me acalmou, “ela gosta de Marília Mendonça”. Não teve jeito. Comecei a tocar, baixinho, e na medida que os acordes e a letra iam fluindo, seus passos magicais foram me acompanhando. Dançou a música inteira. Terminei e me pediram outra. Medo Bobo. Toquei e ela dançou divinamente bem. Ao término, só alegria. Todo mundo feliz, leve. Aquilo se chamava Paz. Hoje, dias após, vejo que essa tarde, aparentemente tão simples, ganhou uma repercussão que eu jamais imaginaria. Mensagens, ligações, apoio. Me lembrei de todas as vezes em que meu jeito foi criticado, desde a graduação, até mesmo na residência. Mas não há dúvidas: quando a gente faz o que gosta, do jeito que gosta, dá certo. Nesta tarde, todos ganhamos. Na saudade intensa de casa e da minha família, nos braços dos pacientes e dos seus familiares, recebo todo afeto do mundo. Agradeço imensamente a toda a equipe multidisciplinar que trabalha na enfermaria do HC, pessoas fantásticas, aos meus preceptores exemplares, aos meus amigos da residência e, em especial, ao me sexteto que está diariamente junto comigo nessa batalha. Amar e se dedicar ao próximo jamais deve ser um fato único que chame a atenção, tem de ser algo constante e rotineiro. As crianças precisam disso! Nós que temos de levar alegria e boa energia nos lugares onde vamos, e jamais devemos nos abater com o mau humor, indiferença e tristeza que algumas vezes tentam nos contaminar. Ó impossível é só questão de opinião. Avante!”

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BAILE DE CARNAVAL ANIMA CRIANÇAS EM TRATAMENTO

Marchinha, fanfarra, samba e tecnobrega embalaram o 1º Bailinho do Bem do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém, realizado no sábado (18). Gaby Amarantos, Lia Sophia e Arthur Espíndola cantaram para as crianças. A festa foi realizada na brinquedoteca da unidade, que ganhou uma decoração especial para receber pacientes e acompanhantes.

Para o músico Arthur Espíndola, a visita ao Hospital Oncológico Infantil foi um momento muito especial. “Estou muito feliz em ver a alegria das crianças, dos pais, dos colaboradores que cantaram com a gente. Foi um momento de alegria em uma jornada muito dura. E poder trazer um pouco do que faço, do talento que Deus me deu, me deixa muito feliz”, contou Arthur.

A cantora Lia Sophia também considerou o momento como especial. “É um presente para mim participar e contribuir um pouquinho para essas crianças, que estão nessa luta. Vamos todos fazer nossa parte, doar nossa alegria para eles”, falou.

Lia Sophia e Arthur Espíndola participam do bailinho de carnaval para jovens e crianças em tratamento de câncer (Foto: Agência Pará)

A adolescente B. H., de 17 anos, que faz tratamento na instituição há oito meses, era uma das mais animadas no evento. Para a sua mãe, Vanessa Rodrigues, ações como essa ajudam a promover o bem estar e amenizar o sofrimento de crianças e adolescentes que lutam contra o câncer na unidade. “Nessa hora, eles esquecem todos os problemas e curtem o momento. E, como vejo minha filha feliz, eu também fico”, comentou a acompanhante.

Segundo a coordenadora de Humanização do Oncológico Infantil, Paula Viana, a programação faz com que os pacientes se sintam parte do que acontece fora do hospital. “Quem está internado na unidade, vê que fora está acontecendo o Carnaval, uma das principais festas brasileiras, e nem imagina que poderia acontecer aqui também. Então, é legal a gente trazer essas atividades para que as crianças possam viver essa alegria também e lembrar que não são pessoas que estão simplesmente doentes, mas são sujeitos, e que a vida existe muito além da doença”, explicou a coordenadora.

O 1º Bailinho do Bem do Oncológico foi promovido em parceria com a organização não governamental No Olhar e o grupo de voluntários Flores de Kahlo. A coordenadora de campanhas da ONG, Patrícia Gonçalves, falou da alegria em poder contribuir. “O mais importante nessa vida é espalhar amor. Nós estamos aqui para plantar essa semente e, também, mostrar que se a gente aplicar o respeito à vida em pequenas ações do dia a dia, é possível transformar esse mundo em um lugar melhor”, contou Patrícia.

Para a diretora geral da unidade, Alba Muniz, é primordial que as crianças e adolescentes tenham uma vida normal durante o tratamento. “Aqui é um lugar de vida, no qual o nosso afeto e um trabalho humanizado promovem o bem estar e a consequente recuperação. Queremos sim espalhar alegria”, revelou a diretora.

Gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), a unidade possui 60 pacientes internados, e cerca de 650 pacientes em tratamento.

Fonte: G1

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CÃO LABRADOR LEVA ALEGRIA A CRIANÇAS EM TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER

As crianças que esperavam por atendimento no setor de oncologia da Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente receberam nesta quarta-feira (1º) a visita inesperada de um cão, da raça labrador. A iniciativa faz parte do projeto “Amicão”, do Fundo Social de Solidariedade.

A presença do cachorro transformou o clima de espera na recepção do ambulatório de oncologia, onde ocorre o tratamento de pacientes contra o câncer. As crianças não se intimidaram e fizeram questão de cobrir o “Chico” com muitos afagos.

Segundo a pediatra oncologista Danielle Honorato Torelli, esse contato dos pacientes com o animal ameniza a ansiedade antes das consultas. “Deu para perceber que eles estavam mais felizes, é uma forma de esquecer o ambiente hospitalar e o tratamento”, afirmou a médica.

De acordo com a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lisiane Bugalho, os objetivos são manter visitas semanais à instituição e levar o projeto para outras entidades. “Além de amenizar  o sofrimento das pessoas em tratamento, o cão também auxilia na integração da equipe hospitalar e dos pacientes”,  frisou Lisiane.

Durante a visita, o labrador de seis anos teve o acompanhamento de um adestrador voluntário.

“Chico” provocou diferentes emoções e teve a aprovação do público em atendimento. “Minha filha ficou muito animada, ela adora cachorro e encheu o ‘Chico’  de carinho”, falou Aline Cristina Vasconcelos, de Panorama, mãe da pequena Laura, de quatro anos.

A dona de casa Simone Cordeiro dos Santos, de Presidente Epitácio, que acompanhava o filho Luís Gabriel, de oito anos, também gostou da visita. “Muito bom para as crianças, elas se divertiram. Esse tratamento é difícil e esse contato ajuda a amenizar o sofrimento”,  afirmou Simone.

Fonte: G1

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MULHERES QUE VENCERAM CÂNCER CRIAM GAME PARA AUXILIAR CRIANÇAS

Desenvolvedores de Santos, no litoral de São Paulo, criaram um game para auxiliar crianças e familiares na luta contra o câncer infantil. A ideia do jogo surgiu da dona de uma produtora da cidade e da fundadora do Instituto Beaba. As duas tiveram câncer e sentiam a necessidade de levar informações sobre a doença de uma forma mais lúdica e leve para as crianças. No jogo, os personagens passam pelas fases do tratamento, de uma maneira clara, otimista e bem didática.

Ludmilla Rossi, a fundadora da produtora de games Mukutu, recebeu o diagnóstico do câncer de língua no final de 2011. “Você recebe a notícia e é um susto. Vê que a doença é mais complexa do que parece. Tem uma série de tabus. Fiz o meu tratamento e vi que como a informação é importante para o paciente”, comenta.

Paciente oncológica em remissão, ela conheceu Simone Mozzilli, sócia fundadora do Beaba, uma entidade sem fins lucrativos que tem como missão informar sobre a doença e o tratamento para crianças, adolescentes e seus acompanhantes. As duas foram vítimas do câncer e sabiam da importância do acesso a informação aos pacientes e familiares. “A primeira coisa que você faz é ir para a internet pesquisar e, o paciente que faz isso, tem certeza de que vai morrer. A criança que recebe a notícia e tem acesso ao Google vai fazer a mesma coisa. Ela acaba encontrando informações que não são legais”, diz.

Simone apresentou a cartilha Beaba do Câncer para Ludmila, que foi criada especialmente para trazer as principais informações necessárias para os pequenos pacientes e suas famílias. Ludmila teve a ideia de deixar o material mais atrativo e com um acesso muito maior. Assim, junto com a equipe da Mukutu, ela criou um aplicativo com games baseado nas informações contidas na cartilha.

Simone Mozzilli, sócia fundadora do Beaba (Foto: Arquivo Pessoal/Simone Mozzilli)

O projeto teve o apoio da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE).  Programadores, pacientes e profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, pedagogos, entre outros, ajudaram na criação e validação do aplicativo. A ilustradora Elisa Sassi criou os personagens e deu a cara infantil que o game precisava para ser compatível com as crianças. Assim, surgiu AlphaBeatCancer.

O aplicativo conta com 20 minigames para divertir e trazer informações sobre a doença de maneira clara e otimista. O usuário percorre o caminho do tratamento, passando por procedimentos que vão da quimioterapia à radioterapia, do ultrassom à tomografia, dos cuidados com alimentação à rotina de higiene, de maneira lúdica e interativa. Na fase da tomografia, por exemplo, as crianças precisam segurar o mascote do Beaba para que ele não se mexa durante o exame.

“A ideia era ter o aplicativo 100% grátis para atingir o máximo de pessoas possíveis. A nossa intenção não é só quem é doente que jogue, a gente quer que qualquer criança possa jogar. Além da questão da conscientização, se ela tem um parente ou amiguinho com a doença, vai entender muito mais”, comenta ela.

Danilo Costa foi um dos produtores do jogo e foi o responsável pelo desenvolvimento, desde a construção inicial até cada detalhe das fases do jogo. Geralmente, um game tem um perfil mais relacionado à ficção do que a fatos reais. Por isso, para Danilo, a parte mais difícil foi deixar o jogo divertido e com informações verídicas sobre a doença.

“O game conta a realidade. O assunto do jogo, em si, é pesado. Mas, a forma como ele foi explicado e o layout o deixou muito leve. Mostra realmente como acontece. A parte mais complexa foi alinhar com os médicos para que tudo que estivesse no jogo estivesse dentro da realidade com o que a criança irá encontrar no hospital. A gente teve que eliminar partes dos jogos porque não condizia com a realidade”, explica ele.

O aplicativo foi lançado em novembro no Brasil, mas já tinha sido apresentado no G4C 2016, maior evento de jogos impactos do mundo, que aconteceu em junho de 2016 em Nova York.  O próximo passo do projeto é traduzi-lo para o inglês. “É um projeto que precisa de mais incentivo. A gente espera ter parceiros para levar o game para o mundo inteiro. O nosso sonho é que ele sirva como um suporte nos hospitais para o tratamento oncológico”, disse Costa.

Para Ludmila, transformar um game em um canal de informação sobre saúde é uma conquista pessoal. “Me sinto realizada por transformar um momento horrível da minha vida em um projeto desse. Já tivemos informações de que existem muitas crianças em hospitais jogando. A reação das crianças é incrível. A gente vê a criança jogando como qualquer outro jogo. Esse resultado é imediato”, finaliza.

Fonte: G1

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POLICIAIS RODOVIÁRIOS RASPAM O CABELO PARA APOIAR CRIANÇAS COM CÂNCER

Os policiais rodoviários de Mato Grosso deixaram a rotina de lado nesta quarta-feira (23) para promover um evento em prol de crianças e adolescentes com câncer do estado. O principal compromisso do dia era raspar o cabelo em apoio aos pacientes que tiveram que se desfazer do cabelo por causa do tratamento. Além da ação, cerca de duas toneladas de alimentos e um cheque no valor de R$ 3 mil foram arrecadados pelos policiais.

Ação fez parte do Dia Nacional de Combate ao Câncer em crianças e jovens. Como parte das atividades, os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mudaram o visual. O cabelo raspado foi uma foram de demonstrar apoio para as quase 1,5 mil crianças em tratamento no estado.

“Não há preço estar em aqui. Nós nos sensibilizamos com o caso e sempre tentamos apoiar da melhor forma possível”, disse o superintendente da PRF, Arthur Nogueira.

Além da mudança de visual, foram arrecadados R$ 3 mil com o troco solidário nas praças de pedágio em rodovias do estado. Durante uma campanha, a PRF também arrecadou mais de duas toneladas de alimentos que serão doadas.

Para a jovem Fernanda Oliveira, de 20 anos, que está em tratamento contra o câncer, a ação é fundamental. “É uma forma de nos sentirmos mais amados. Além disso, nos sentimos mais fortes para enfrentar a doença”, declarou.

Com a proximidade do natal, também foram arrecadados livros e brinquedos que serão entregues aos pacientes do Hospital do Câncer de Mato Grosso.

Fonte: G1

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MENINAS RECRIAM FOTO PARA MARCAR VITÓRIA CONTRA O CÂNCER

(Fonte: Por Dimitriu Ritter, Revista Donna)

Em 2014, as fotógrafas Lora Scantling e Christy Goodger foram responsáveis por uma imagem que se tornou um viral nas redes sociais. Na foto, três meninas aparecem abraçadas de olhos fechados com a seguinte frase sobreposta: “Às vezes a força vem em saber que você não está sozinha.”

A mensagem é um incentivo às meninas que lutavam contra o câncer. A foto, publicada na página das fotógrafas, foi curtida mais de cinco mil vezes e compartilhada por quase três mil pessoas. Dois anos depois, elas recriaram o ensaio para comemorar a vitória na batalha contra a doença: todas estão em remissão ou curadas. As informações são do jornal Today.

Rheann Franklin, hoje com 8 anos, está completamente curada do tumor que teve na região da cabeça. A perda do cabelo e os olhinhos fechados foram as únicas sequelas da doença. Ainsley, na direita da foto, com 6 anos, está vencendo a batalha contra o câncer, que está em remissão. E, segundo a fotógrafa, Rylie Hughey, de 5 anos, está cada vez mais forte e é monitorada a cada três meses.

— O vínculo que elas têm é incrível e é realmente puro. Elas entendem que a foto foi vista em todo o mundo e que fizeram uma enorme diferença para a consciência do câncer — disse Lora ao Today.

É muito amor envolvido, né?

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CACHORRO AJUDA DESCOBRIR CÂNCER EM MENINA

Os pais de Pippa Woods, Paula e Philip, se alertaram quando a cadela Bessie não saía do lado da menina. Estranhando o comportamento do animal, eles levaram a filha ao médico e veio o diagnóstico: leucemia linfoblástica. Graças à detectação precoce, a menina já iniciou tratamento e descobriu que seu câncer está em remissão.

A família é de Brotton, North Yorkshire, no Reino Unido. “Temos sido abençoados.  A detecção precoce explica a remissão. Somos gratos pela ajuda do nosso cão”, afirma o pai de Pippa. Os especialistas acreditam que seguindo neste ritmo, ela poderá terminar seu tratamento em 2018. O diagnóstico foi dado em maio deste ano.

Fonte: O Povo

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ISRAELENSE LEILOA CREDENCIAL OLÍMPICA PARA AJUDAR CRIANÇAS COM CÂNCER

Medalhista de bronze nos Jogos do Rio-2016, a judoca israelense Yarden Gerbi decidiu colocar sua credencial olímpica a venda no site de leilão online Ebay, com o objetivo de reverter o dinheiro para um hospital que cuida de crianças com câncer.

Até a tarde de terça-feira (23), o lance mais alto foi de 11.121,41 euros (R$ 40 mil), sendo que 79 compradores potenciais se manifestaram. Gerbi, que conquistou sua medalha na categoria até 63 kg, pretende manter o leilão online até segunda-feira.

De acordo com a mídia israelense, a verba será destino ao tratamento de crianças com câncer no hospital Sourasky, de Tel-Aviv. Nos Jogos do Rio, Gerbi perdeu nas quartas de final para a brasileira Mariana Silva, mas conseguiu subir ao pódio por meio da repescagem.

Mesmo tendo derrotado a israelense, Mariana acabou ficando sem medalha, por ter perdido a semifinal e a luta pelo bronze. O judô israelense saiu do Rio com duas medalhas, já que Os Sasson também levou o bronze, na categoria acima 100 kg.

Sasson teve a participação marcada por uma grande polêmica, quando o egípcio Islam El Shehaby se recusou a cumprimentá-lo depois da sua derrota.

Fonte: Bem Estar