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BRITÂNICAS CRIAM SEIOS DE TRICÔ PARA DEVOLVER AUTOESTIMA A MULHERES APÓS CÂNCER DE MAMA

Uma ONG de apoio a mulheres com câncer de mama encontrou uma maneira única para recuperar a autoestima das sobreviventes da doença: seios de tricô. (Assista ao vídeo)

A britânica Sharon Simpson, de 52 anos, vem tricotando próteses desde 2014 ao lado de outras 300 voluntárias.

Intitulada Knitted Knockers (“Seios de tricô”, em tradução livre), a instituição distribui gratuitamente cerca de 300 seios de tricô todos os meses a mulheres que tiveram de se submeter à mastectomia (remoção completa da mama) ou à lumpectomia (quando é retirada uma parte).

Os seios de tricô são uma alternativa às próteses de silicone, criticadas por serem quentes, pesadas e grudentas.

“As nossas são muito mais leves”, orgulha-se Sharon.

A própria Sharon, que é natural da Escócia, mas vive na Irlanda, enfrentou a batalha contra o câncer.

“O câncer de mama não é cor-de-rosa ou fofo; é uma doença horrível e desagradável que muda as vidas das pessoas”, diz ela, diagnosticada em janeiro de 2013.

Sharon já tricotava havia anos e fazia parte de grupos sobre a prática na internet quando, durante o tratamento, descobriu a ONG Knitted Knockers nas redes sociais.

O tricô tinha um papel terapêutico para a paciente, que passava por procedimentos como quimioterapia ou radioterapia.

“Trata-se de uma atividade relaxante”, conta. “Você pode fazê-lo da cama ou do sofá. Quem não ama tricotar?”

Cirurgia

Muitas mulheres, como Sharon, decidem não passar pela cirurgia reconstrutiva.

“É necessária anestesia geral – ou seja, você vai para a faca de novo. Não é algo tranquilo”, acrescenta.

Para ela, a parte mais recompensadora de tricotar seios é ver as mulheres recuperarem a autoestima.

“Para uma mulher, perder um seio é como perder parte de sua identidade”, diz.

“Olhar-se no espelho para ver um seio que ou está desfigurado ou não está mais lá pode ser angustiante”, completa.

Segundo Sharon, as reações de algumas das mulheres que recebem os seios de tricô fazem “todo mundo chorar”.

“Tivemos o caso de uma mulher que só usava camisetas largas. Ela recebeu um dos nossos seios, foi até o armário e o experimentou com cada peça de roupa. Exatamente como ela era antes de se submeter à mastectomia”, lembra.

Os seios de tricô são feitos em diferentes tamanhos, formatos e cores, e podem ter ou não mamilos. Eles são tricotados com fios de algodão e preenchidos com pelúcia macia de brinquedos.

‘Dias sombrios’

Sharon, que trabalhava como radiologista, passou por momentos muito difíceis na luta contra o câncer.

“Nem sempre achei que conseguiria vencê-lo. Tive meus dias sombrios, aqueles em que senti que estava desistindo.”

Em 2018, ela completa cinco anos sem a doença.

“É um marco histórico para mim”, diz. “O que eu vou fazer é focar nos próximos cinco anos”, acrescenta.

“Minha motivação e meu objetivo é melhorar a vida das pessoas que estão sofrendo com câncer e é isso que estou fazendo. Por isso, decidi tricotar seios.”

Fonte: G1

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AMIGOS FICAM CARECAS PARA HOMENAGEAR JOVEM COM CÂNCER

Amigos de infância de um estudante de farmácia de uma faculdade particular de Teresina fizeram uma homenagem emocionante ao rapaz.  No auditório de uma casa de eventos da capital, 18 rapazes emocionaram os convidados ao aparecerem carecas na cerimônia de colação de grau, uma homenagem a Carlos Roberto Júnior, de 20 anos, também sem cabelos, mas por consequência do tratamento contra o câncer ósseo na coluna.

Os amigos de sala de aula também fizeram parte da noite de emoções levando cartazes com a mensagem: “Já vencemos Carlim”, arrancando lágrimas de quem estava na cerimônia.

Carlos Roberto Júnior, de 20 anos, descobriu o câncer na semana em que entregou o trabalho de conclusão de curso, em dezembro do ano passado. Quatro dias depois ele fez a cirurgia para retirar o cisto e iniciou em janeiro as sessões de quimioterapia, além da fisioterapia para voltar a andar.

O sarcoma de ewing, é um dos três tipos de tumores primários ósseos mais comuns entre crianças e adolescentes. Segundo o instituto nacional do câncer (Inca), a causa é desconhecida e não parece ser hereditária.

Adilson Sousa revelou ter criado um grupo para organizar a surpresa. Ao todo, 18 amigos de São João do Piauí, cidade natal de Carlos, decidiram raspar o cabelo para homenageá-lo.

A primeira surpresa aconteceu durante a missa de formatura na segunda-feira (30). Quinze amigos decidiram passar um de cada vez na frente de Carlos para mostrar a careca, emocionando o formando na entrada da igreja.

“O Carlos olhava pra gente e dizia: mãe estão todos carequinhas. Ele ficou sem acreditar, bastante emocionado com a surpresa e chegou a ficar com os olhos cheio de lágrimas. Somos todos amigos de infância, irmãos, e nesse momento difícil queremos que ele saiba que pode contar conosco”, declarou.

Outro que raspou a cabeça pra apoiar o amigo foi João Batista. “Quando descobrimos que ele estava doente nós ficamos muito mal, porém sabendo que ele é um vencedor, nós nãos demonstramos isso para ele e decidimos lutar junto com ele. Raspamos a cabeça como uma forma de homenagem”, disse.

A irmã de Carlos, Ana Valéria, contou que a família ficou emocionada e agradecida com a homenagem. Para ela, o apoio dos amigos tem sido fundamental para a recuperação do irmão e sempre que podem todos estão reunidos em sua casa.

“Os amigos são uma segunda família para o Carlos. Eles são muito unidos e não seria diferente nesse momento. Meu irmão sempre foi muito positivo, cheio de vida e esse apoio só aumenta mais a vontade dele superar isso”, comentou a irmã.

Carlos Roberto Júnior foi levado par receber o canudo pelo pai. Após esse momento, alunos que também se formavam com ele levantaram um placa com a frase ‘Já vencemos Carlim’. Emocionado, o jovem não segurou as lágrimas.

Carlos Roberto Júnior ficou bastnte emocionado (Foto: Ellyo Teixeira/G1)

“É um orgulho pra mim estar recebendo homenagens como essa nesse momento. Isso me fortalece e faz com que eu consiga minha saúde de volta. Fico emocionado e ao mesmo tempo mais forte para enfrentar o tratamento”, falou.

Emoção também foi para os pais do jovem. Em poucas palavras, a mãe relatou que a formatura é mais uma prova de que o filho é vencedor. “Meu filho é muito forte e assim como lutou e conseguiu se formar vai conseguir vencer essa doença. É um filho guerreiro”, disse a mãe orgulhosa.

Fonte: G1

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ENFERMEIRA DOA “NOVAS SOBRANCELHAS” PARA MULHERES COM CÂNCER NO PARANÁ

Há cinco anos, Magali Aparecida Borges, de Umuarama, no noroeste do Paraná, teve uma das piores notícias da vida: estava com câncer de pele. Desde então, viu a vida mudar completamente. Durante o tratamento, Magali precisou se aposentar, perdeu os cabelos e os pelos da sobrancelha. Após 30 sessões de radioterapia, o câncer desapareceu, mas a autoestima se perdeu. Sem sobrancelha, o rosto não voltou a ser o mesmo.

“Depois do tratamento raramente saía de casa por causa da falta de sobrancelha. Quem olha leva um choque, é nítido que tive a doença. Fico abalada. Parece que está escrito. Todo mundo olha e vem perguntar, saber o que aconteceu. Então, prefiro não sair de casa, tenho vergonha”, diz Magali.

Casos como o da aposentada, de mulheres que sofrem por falta de sobrancelha, não são raros. Alguns procedimentos estéticos resolvem o problema por um período, como a rena, mas não são permanentes. Uma das únicas alternativas é a micropigmentação, um serviço caro, que custa em média R$ 400 e oferecido por poucas profissionais.

Ao analisar esse cenário, a enfermeira Michaely Natali fez cursos de micropigmentação para reconstruir sobrancelhas e decidiu oferecer o serviço de graça para mulheres em tratamento de câncer ou que já se curaram.

“Estou querendo sair da enfermagem, mas não completamente. Quero usar a minha mão como enfermeira para ajudar as pessoas. Depois de fazer o curso de micropigmentação percebi o quanto essas mulheres precisam do serviço, então decidi disponibilizar quatro atendimentos gratuitos por mês para pacientes com câncer. Mas, quero oferecer a mais pessoas”, explica a enfermeira.

A primeira a ser atendida foi Magali Borges. Com a liberação médica em mãos, autorizando o procedimento, ela ganhou sobrancelhas novas na noite de terça-feira (9).

“Cheguei a chorar no dia que recebi a notícia que ganharia a micropigmentação, não tenho condições de pagar. Antes tinha vergonha de sair de casa, de me expor, agora isso é passado”, enfatiza a aposentada.

Michaely explica que antes de marcar o procedimento estético exige das mulheres interessadas laudos médicos autorizando o tratamento.

“O procedimento é um pouco invasivo, então se a paciente estiver com a imunidade baixa corre o risco de desenvolver uma infecção ou até ter uma cicatriz. Por isso, a única exigência é essa liberação médica, uma vez que os tratamentos de quimioterapia e radioterapia são muito fortes”, detalha.

Um procedimento que dura em média uma hora, mas que faz bem tanto para quem recebe o serviço quanto para quem oferece o procedimento.

“Ajudar uma pessoa provoca um calorzinho no peito, é uma sensação tão gostosa. Ver o sorriso no rosto da Magali gera uma sensação inexplicável. Para mim é algo simples, mas para essas mulheres é algo grandioso”, destaca Michaely Natali.

Quem se interessar pelo serviço pode entrar em contato com Michaely pela página dela em uma rede social.

Fonte: G1

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FUNCIONÁRIOS DE LOJA RASPAM A CABEÇA PARA APOIAR COLEGA COM CÂNCER

Em um gesto de solidariedade, a vendedora Lorena Trevisan Vidigal, de 29 anos, ganhou força extra para lutar contra um tipo agressivo de câncer. Na última quinta-feira (28), funcionários de uma loja agropecuária de Jaru (RO), município a cerca de 290 quilômetros de Porto Velho, decidiram raspar os cabelos em prol do tratamento contra a doença. Segundo a gerência do estabelecimento, mais de 20 funcionários de toda a rede aderiram à causa para apoiar Lorena.

Há menos de um ano, Lorena descobriu um tumor benigno no colo do útero, que foi retirado após uma cirurgia. Há seis meses, depois de realizar uma segunda carga de exames, foi constatado um tumor maligno entre a coluna vertebral e o rim. Por estar bem próxima da medula óssea, a cirurgia para a retirada do nódulo não pode ser realizada.

Após iniciar o tratamento quimioterápico, Lorena passou a conviver com um grande dilema para si própria: a queda do cabelo, do qual sempre zelou. “Foi um choque muito grande, pois sempre tive o cabelo comprido e assim que iniciaram os efeitos da quimioterapia eu cortei o cabelo e o deixei em tamanho médio. Depois que passei pela segunda sessão, onde os efeitos foram mais fortes tive que raspar a cabeça, pois todos os fios já estavam caindo”, comenta Lorena.

Para driblar o abatimento, devido o tratamento com seis sessões de quimioterapia, a vendedora decidiu depois de uma consulta na psicóloga continuar exercendo as suas atividades da profissão. “Se eu me ausentasse do trabalho, a minha mente ficaria inativa e desta forma ficaria bem mais abalada e ressentida com toda a situação do tratamento. Acredito que tomei a decisão certa”, enfatiza.

De acordo com a gerente da loja, Adei das Graças, ao perceber em que Lorena teve que raspar a cabeça, os próprios funcionários se sensibilizaram e decidiram raspar os cabelos depois do expediente.

“Ela sempre foi muito querida por todos nós, e mesmo após a perca do cabelo, ela continuou prestativa e alegre com todos. Durante este convívio, os funcionários se reuniram para discutir a ideia com o gesto de solidariedade a ela e, ao final do expediente de quinta-feira, eles começaram a raspar as cabeças”, conta.

Em uma surpresa, a vendedora relata que ao chegar no outro dia até a loja encontrou os colegas com a cabeça raspada e ficou extremamente emocionada. “Foi um sentimento de gratidão enorme. Não tenho palavras para agradecer a este grande gesto de carinho. Mas tive a certeza que não tenho apenas colegas de trabalho e sim grandes amigos que são como parte da minha família”, diz Lorena.

Lorena ainda passará por outras quatro sessões de quimioterapia para concluir o tratamento, mas apesar de todo sofrimento em consequência da doença, ela percebeu que em hipótese alguma estará enfrentando esta batalha sozinha.

Ação de apoio

Segundo a gerente Adei das Graças, além da vendedora do município, a ação se mobilizou para efetuar apoio a uma funcionária do município de Ji-Paraná (RO), que também foi diagnosticada com um tipo de câncer.

Em todo o estado, a rede da empresa possui 72 funcionários e, até este domingo (31), 27 funcionários já rasparam a cabeça para apoiar as colegas e amiga de trabalho.

Fonte: G1

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FUNCIONÁRIOS DE LOJA RASPAM A CABEÇA PARA APOIAR COLEGA COM CÂNCER

Em um gesto de solidariedade, a vendedora Lorena Trevisan Vidigal, de 29 anos, ganhou força extra para lutar contra um tipo agressivo de câncer. Na última quinta-feira (28), funcionários de uma loja agropecuária de Jaru (RO), município a cerca de 290 quilômetros de Porto Velho, decidiram raspar os cabelos em prol do tratamento contra a doença. Segundo a gerência do estabelecimento, mais de 20 funcionários de toda a rede aderiram à causa para apoiar Lorena.

Há menos de um ano, Lorena descobriu um tumor benigno no colo do útero, que foi retirado após uma cirurgia. Há seis meses, depois de realizar uma segunda carga de exames, foi constatado um tumor maligno entre a coluna vertebral e o rim. Por estar bem próxima da medula óssea, a cirurgia para a retirada do nódulo não pode ser realizada.

Após iniciar o tratamento quimioterápico, Lorena passou a conviver com um grande dilema para si própria: a queda do cabelo, do qual sempre zelou. “Foi um choque muito grande, pois sempre tive o cabelo comprido e assim que iniciaram os efeitos da quimioterapia eu cortei o cabelo e o deixei em tamanho médio. Depois que passei pela segunda sessão, onde os efeitos foram mais fortes tive que raspar a cabeça, pois todos os fios já estavam caindo”, comenta Lorena.

Para driblar o abatimento, devido o tratamento com seis sessões de quimioterapia, a vendedora decidiu depois de uma consulta na psicóloga continuar exercendo as suas atividades da profissão. “Se eu me ausentasse do trabalho, a minha mente ficaria inativa e desta forma ficaria bem mais abalada e ressentida com toda a situação do tratamento. Acredito que tomei a decisão certa”, enfatiza.

De acordo com a gerente da loja, Adei das Graças, ao perceber em que Lorena teve que raspar a cabeça, os próprios funcionários se sensibilizaram e decidiram raspar os cabelos depois do expediente.

“Ela sempre foi muito querida por todos nós, e mesmo após a perca do cabelo, ela continuou prestativa e alegre com todos. Durante este convívio, os funcionários se reuniram para discutir a ideia com o gesto de solidariedade a ela e, ao final do expediente de quinta-feira, eles começaram a raspar as cabeças”, conta.

Em uma surpresa, a vendedora relata que ao chegar no outro dia até a loja encontrou os colegas com a cabeça raspada e ficou extremamente emocionada. “Foi um sentimento de gratidão enorme. Não tenho palavras para agradecer a este grande gesto de carinho. Mas tive a certeza que não tenho apenas colegas de trabalho e sim grandes amigos que são como parte da minha família”, diz Lorena.

Lorena ainda passará por outras quatro sessões de quimioterapia para concluir o tratamento, mas apesar de todo sofrimento em consequência da doença, ela percebeu que em hipótese alguma estará enfrentando esta batalha sozinha.

Ação de apoio

Segundo a gerente Adei das Graças, além da vendedora do município, a ação se mobilizou para efetuar apoio a uma funcionária do município de Ji-Paraná (RO), que também foi diagnosticada com um tipo de câncer.

Em todo o estado, a rede da empresa possui 72 funcionários e, até este domingo (31), 27 funcionários já rasparam a cabeça para apoiar as colegas e amiga de trabalho.

Fonte: G1

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REYNALDO GIANECCHINI LIGOU PARA EDSON CELULARI: “TODO APOIO É IMPORTANTE”

Reynaldo Gianecchini ligou para Edson Celulari ao saber que o colega foi diagnosticado com um linfona não-Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema de defesa do organismo.

Giane, que enfrentou a mesma doença em 2011, contou que fez uma ligação solidária para o ator. “Todo o apoio é bem importante neste momento”, disse nos bastidores da gravação de uma campanha publicitária, em São Paulo, nesta semana.

O ator, escolhido como garoto-propaganda de uma marca de tintas, passou alguns dias na capital paulista para gravar um comercial. Barbudo e com os fios mais longos para a novela A Lei do Amor, novo folhetim das 9h, ele diz que está satisfeito com o look. “Estou gostando muito deste estilo mais descontraído. Estou até pensando em mantê-lo depois do fim da novela”, contou.

Fonte: Revista Quem

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PRIMEIRO MUTIRÃO BANCO DE LENÇO FLÁVIA FLORES

No dia 22 de março, terça feira, aconteceu o primeiro mutirão do nosso Banco de Lenços com muita gente linda reunida. O evento foi na Laundry Deluxe, um espaço incrível que acolheu todo mundo com comidinhas e bebidinhas deliciosas! Nas máquinas estavam os lenços que foram doados, todos limpos e cheirosos, prontos para serem embrulhados pra presente para uma Cat. E então, quem quis participar da experiência colaborou com o custo do processo (todo o valor foi arrecadado para o Instituto Quimioterapia e Beleza).

Como funciona o Banco de Lenços Flávia Flores? Em nosso site (www.bancodelencos.com.br) as Cats podem solicitar o lenço, além de aprender novas amarrações, realizar doações ou conhecer mais do trabalho do Instituto. Ao solicitar o lenço, é necessário preencher um cadastro com as informações necessárias – inclusive com uma melhor descrição do tipo de lenço que gosta. Afinal, não é qualquer lenço que deve ser enviado né? Tem que ser um lenço que a Cat se identifique.

Depois da escolha do lenço: dobramos, colocamos em um saquinho, etiquetamos, empacotamos, preenchemos o envelope. Também podia escrever uma cartinha para enviar junto com o lenço!!

O dia foi assim: muito trabalho e muito carinho envolvido! Agradeço imensamente todos que participaram desse mutirão, todos os voluntários que colocaram a mão na massa (ou melhor, nos lenços). Foi tudo muito incrível!! O Banco de Lenços Flavia Flores é para mim, um sonho. Aqui, as Cats são lembradas, ouvidas, respeitadas e cuidadas – claro, com muito amor e carinho. Um lenço durante o tratamento pode fazer diferença enorme. É como um amuleto, cheio de energias boas, passado de Cat para Cat.

Veja as fotos em nosso Flickr!

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DEPOIS DE PERDER A TIA, GAROTINHA DISTRIBUI “KITS DE QUIMIOTERAPIA” PARA CRIANÇAS COM CÂNCER

Fonte: Claudia Online

Nem todas as crianças são capazes de lidar com a perda de alguém muito importante. Muitas vezes, todo o sofrimento envolvido em tratamentos contra doenças devastadoras como o câncer acaba transparecendo para os pequenos toda a angústia e a tristeza dos efeitos colaterais da quimioterapia.

E é pela aguçada sensibilidade infantil que situações com estas podem ativar o gatilho de alguns traumas. Mas nem sempre eles lidam dessa forma, há exceções que nos surpreendem, como é o caso de Madeline Domian, uma garotinha de apenas 10 anos.

Maddie, como prefere ser chamada, recorda-se claramente do quão doente e debilitada sua tia Kathi estava quando ela a visitou no hospital.

Diagnosticada com câncer no sistema gástrico aos 65 anos de idade, Kathi acabou não sobrevivendo e faleceu no primeiro dia de setembro do ano passado. Foi então que a menina resolveu que precisava fazer alguma coisa para que as pessoas não se deprimissem tanto durante o tempo em que estavam submetidas às sessões de quimioterapia e radioterapia.

Foi então que ela teve a ideia de distribuir um “kit de quimioterapia” com meias, cobertas, lápis de cor, jogos, cremes, balas e chicletes para os pacientes que foram diagnosticados com câncer. “Eu não acho que ninguém gosta de ficar doente, especialmente crianças. Tudo o que elas querem é brincar e se divertir”, disse Madeline em entrevista ao site TODAY.com.

A iniciativa da garotinha foi tão bem recebida que até mesmo a sua escola em Fenton, no Missouri, que acabou abraçando sua ideia. No dia 15 de janeiro, ela ministrou uma assembleia apresentando seu projeto para todas as turmas, em que explicava a relação com sua querida tia e os motivos que a encorajaram a fazer isso para que todos pudessem ajudá-la. “Nós não tínhamos a menor ideia de que Maddie queria fazer algo tão grandioso. Temos muito orgulho dela,” disse sua mãe Michelle Domian.

Foi através de um concurso para ver qual série, desde o jardim de infância, até a quinta, era capaz de coletar o maior número de itens para serem embrulhados cuidadosamente por ela e entregues ao maior número de pessoas possível. Madeline e seus amigos conseguiram juntar 50 kits que foram levados ao hospital infantil St. Louis na última semana.

Kinsey Siadek, de 17 anos, foi uma das pacientes que recebeu o presente. Diagnosticada com osteossarcoma, ela ficou muito feliz em receber o kit. A coberta foi o presente que mais gostou, mas o gel higienizador de mãos é a lembrancinha que mais tem usado: “Sabendo que o cobertor foi feito à mão dá um significado especial para ele,” disse Siadek. “Eu não consigo acreditar que uma menina fez isso tudo por pura bondade.”

Quando sua tia foi diagnosticada com câncer, em setembro de 2013, Maddie e sua irmã mais nova começaram a vender biscoitos na tentativa de arrecadarem fundos para a Sociedade Americana do Câncer. Mas depois do seu falecimento, a pequena pensou em fazer algo muito mais grandioso como uma forma de homenagear Kathi.

O mutirão da sua escola vai terminar daqui há duas semanas com um torneio de queimada como premiação, mas a garotinha vai continuar criando seus kits com o dinheiro que está conseguindo online. “Eu espero fazer crianças com câncer sorrirem e que elas percebam que outras pessoas se importam e acreditam que elas podem vencer. Eu acredito nelas,” arrematou a pequena-grande Madeline.

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MENINA DE 7 ANOS INSPIRA-SE EM AVÓ COM CÂNCER E DECIDE DOAR OS CABELOS

Depois de ver a avó raspar a cabeça durante processo de quimioterapia contra um câncer de mama, a pequena Júlia Cabral, de 7 anos, decidiu doar os mais de 20 centímetros de cabelos cortados. As madeixas serão entregues não à avó, que começa a recuperar os cabelos naturais, mas a uma paciente que faz tratamento no Amapá contra a mesma doença, e também ficou careca.

“Minha filha me falou que queria cortar o cabelo da Júlia que estava muito grande. Eu logo sugeri que fizéssemos uma doação e elas aceitaram na hora”, contou a professora Maria das Neves Amanajás, de 56 anos.

“Depois que comecei a conviver muito com mulheres pacientes de câncer, percebi a angústia delas quanto a perda do cabelo, e a baixa auto-estima”, acrescentou a avó.

O corte do cabelo da pequena Júlia ocorreu no dia 27 de fevereiro. Segundo Maria das Neves, a doação será feita a partir de segunda-feira (7), inicialmente ao Instituto do Câncer Joel Magalhães (Ijoma), instituição que oferece apoio a pacientes de câncer no Amapá. Depois, o cabelo será entregue à paciente.

Câncer de mama
A professora descobriu o câncer de mama há um ano, em Macapá. Ela logo iniciou o tratamento na capital, passou por quimioterapia, cirurgia e fez a radioterapia em Belém. Ainda em 2015, ela raspou a cabeça, ficou careca, e conta que não deixou de lado a felicidade.

“Eu me sinto curada. Estou controlando, tomando uma medicação. Mas é aquela história, não posso vacilar. Mudei minha alimentação e estou sempre fazendo exames”, disse Neves.

“Aprendi que a gente não pode se entregar ao câncer. A família, amigos e a fé são fundamentais para levar o tratamento adiante. As redes sociais me ajudaram muito. Eu posso estar mal, mas sempre estou levantando o astral, sendo feliz”, concluiu a professora.

Fonte: G1

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MENINA DE 12 ANOS FICA CARECA PARA APOIAR AMIGA EM TRATAMENTO DE CÂNCER

Ao descobrir que a amiga de infância estava com leucemia, a amapaense Amanda Maria Raposo, de 12 anos, decidiu raspar a cabeça para apoiar no tratamento da também jovem Giovanna Redig, de 12 anos, contra a doença. A emocionante parceria ganhou as redes sociais no Amapá. Giovanna faz tratamento há um mês.

“A Giovanna é muito vaidosa e quando eu a vi sem cabelo, pensei que deve ter sido um sofrimento, um baque muito grande. Sempre pensei que se fosse para ela passar pelo que ela está passando, que não fosse só. Aí eu resolvi raspar e fazer essa homenagem para ela. Assim, ela tenta combater o câncer com mais determinação”, falou Amanda Maria.

Mais de 2,6 mil quilômetros separam as amigas amapaenses, que vivaram símbolo de amizade nas redes sociais.

“Eu não chorei quando eu raspei o cabelo, e eu até gostei. A minha amiga também fez, foi um gesto muito bom. Eu amei. Quando ela falou que ia raspar, eu nem acreditei. Mas depois ela falou que ia fazer do mesmo jeito e não ia desistir de mim. O cabelo, quando a gente raspa, não vai deixar de ser feminina, cabelo cresce”, disse Giovanna.

A paciente gravou um vídeo no quarto do hospital onde faz tratamento há um mês, agradecendo o apoio da família, amigos e desconhecidos. Ela mandou um recado para pacientes com câncer no sangue.

Amanda lembra que perdeu o contato com Giovanna quando a amiga mudou de horário na escola. Com a notícia da doença, a amizade ressurgiu e deu forças para a paciente continuar o tratamento.

“Eu tô me sentindo bem. É bacana de passar a mão [na cabeça]. Está sendo até divertido para mim. A gente ficou mais próximas, começamos a lidar melhor com a doença. O cabelo é só um acessório. Não vai me fazer ser menos feminina. Continuo sendo eu. Cabelo cresce”, lembrou Amanda.

Doença
De acordo com a mãe de Giovanna, a nutricionista Louise Regrid, de 29 anos, a filha pode estar no fim do tratamento. De São Paulo, ela contou, por telefone, que a filha passou por duas etapas de quimioterapia e que, na última, restavam 2% de células cancerígenas na medula.

“Ela fez um tratamento forte e contínuo. Ela não reclama, só fica mal durante a quimioterapia, mas está cantando, dançando, se divertindo. Ela está sendo muito guerreira. Inclusive o corte de cabelo foi iniciativa dela. Estamos nos surpreendendo com a Giovanna”, falou Louise.

Segundo ela, a doença da filha foi descoberta depois de surgirem manchas na pele da adolescente. Após consultas ao dermatologista, dores na mandíbula e exames, a família recebeu a informação de que Giovanna poderia estar com alguma doença no sangue. Encaminhada para a cidade paulista, ela iniciou o tratamento no dia 1º de janeiro.

“Quando eu recebi a notícia foi um baque muito grande, eu não chorei muito porque eu sabia que eu poderia ser curada. Eu acredito muito em Deus, rezo todos os dias para que eu consiga batalhar, consiga ter mais fé e me curar de tudo”, falou Giovanna, no vídeo.

Fonte: G1