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NOIVA COM ALOPECIA EMOCIONA CONVIDADOS COM SUA CONFIANÇA

Kylie Bamberger, 27, foi diagnosticada com alopecia universal, doença rara e autoimune que causa perda completa e total de cabelo (incluindo sobrancelhas, cílios e pelos por todo corpo), aos 15 anos de idade. Hoje, a modelo e oradora busca conscientizar e desafiar as percepções sociais e inspirar mulheres (e homens) em toda parte com sua mensagem empoderadora.

No passado, Bamberger sofreu muito para conquistar autoconfiança. Durante o colégio, a modelo perdeu tanto cabelo em uma única semana que  ela não podia mais prendê-lo em um simples rabo de cavalo. Para o Helth Reports, ela contou que passou muito tempo tentando esconder seu problema com chapéus e também perucas.

Depois de certo tempo, lidar com esse segredo se tornou muito cansativo e um dia, por um descuido, ela esqueceu de colocar a peruca para ir a escola e decidiu abraçar sua verdadeira aparência. “Toda beleza é linda. Nós não podemos separar e julgar o que é ou deixa de ser belo“, contou Bamberger ao TODAY Style.

Além dos sintomas visíveis, a perda de cabelo afeta a maneira como a pessoa vê a si própria e sua autoconfiança, principalmente as mulheres. Além disso, essa doença, que normalmente é vista como um problema masculino, é, na verdade, segundo a American Hair Loss Association, muito mais presente no universo das mulheres do que se fala: elas representam cerca de 40% dos atingidos pela perda de cabelo.

Bamberger, no entanto, quer mudar esse cenário de desconhecimento e decidiu contar sua história para o mundo. Ela recentemente se abriu em um vídeo postado em seu Instagram. “Quando eu perdi meu cabelo, eu fiquei tão focada no que tinha perdido que eu não consegui perceber o que havia ganhado. Eu finalmente ganhei a habilidade de me amar. É algo que eu insisto em dizer para as pessoas tentarem fazer. Ninguém deveria ser alienado por conta de sua aparência física. Vocês são todos lindos”, disse a modelo. O vídeo, que já tem mais de 80 mil visualizações, incitou um debate e gerou muitos comentários positivos.

Ela não usa uma peruca há cinco anos e abraçou completamente sua beleza, até mesmo no dia de seu casamento. “Não serei eu mesma se usar uma peruca. Não é assim que meus amigos, família e marido me conhecem. Por isso, eu nunca pensei em usar uma peruca no dia do meu casamento”, comentou ela.

Por conta de sua própria experiência, hoje, ela tem um simples conselho para outras noivas: “O seu casamento é o momento para você brilhar – e você vai brilhar de qualquer maneira, mesmo se algo espirrar no seu vestido ou se seu cabelo não estiver perfeito. Você não pode controlar tudo. As coisas serão do jeito que são. Você não vai conseguir viver exatamente esse dia novamente, então, aproveite-o”.

Fonte: Claudia

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NOIVA QUE LUTA CONTRA CÂNCER, CASA COM VESTIDO ROSA

Com os olhos fechados em oração, Geline e Rogélio agradeciam a oportunidade de viver mais um segundo juntos. Dos seis anos que compartilham, entre as alegrias do matrimônio e as dores de um tratamento longo de câncer de mama, os dois só desejavam subir ao altar para celebrar a união. O pedido foi atendido no sábado a noite, em uma cerimônia simples, mas que contou com a ajudinha de cada amigo e familiar.

A história de Geline Machado dos Santos, 34 anos, e Adão Rogélio Ramos dos Santos, 35 anos, começa lá em 2010, quando o autônomo ainda morava em Portugal. Ao ver a então futura mulher passando atrás da webcam da irmã, ele decretou que os dois seriam namorados em breve, quando retornasse ao Brasil. A brincadeira se tornou paquera e depois, não deu em nada. Ao contrário da previsão, Rogélio engatou um romance com outra pessoa.

“Ele começou a namorar uma menina e eu percebi que estava com ciúmes. Mas, fiquei na minha. Depois de um tempo eles terminaram e eu pedi ele namoro. Ele faz graça com a situação, sempre me apresentava como namorada e brincava que eu que tinha pedido em namoro”, relembra Geline.

Alegre e com uma voz calminha, Geline não deixa de elogiar o marido, que a pediu em casamento após o diagnóstico de câncer de mama. “Nósnamoravámos há dois anos quando eu descobri o câncer já em fase de metástase. Eu tenho um marido maravilhoso, que cuida e cuidou de mim em todos os momentos. Uma pessoa mandada por Deus e que decidiu ficar comigo mesmo assim”, ressalta.

O casamento aconteceu primeiro no civil, mas o sonho de reunir todos e receber uma benção continuou firme e forte no coração de Gelina e Rogélio. Sem pompa ou qualquer coisa do gênero, os dois pediram um Culto de Glorificação do Casamento e ganharam uma festa.

“Cada amigo foi ajudando de uma forma e foi muito melhor do que a gente merecia ou esperava. Foi uma surpresa para mim porque eu não ajudei em nada. Quando cheguei estava tudo pronto. Fizemos no quintal de casa, arrumaram tudo, decoraram, teve música, encontraram um vestido”, sorri a noiva.

Uma amiga foi a responsável por encontrar o vestido perfeito para Geline. Diferente do branco tradicional, ela optou por um rosa claro, sua cor favorita. “É a cor que eu mais gosto. Eu já sou casada então não vi necessidade de usar um branco. Uma irmã da igreja conseguiu vários modelos e levou em casa para eu escolher. Como eu só saio de casa para ir ao médico, nós demos um jeitinho”, explica.

A cerimônia para eles é impossível de descrever. De cadeira de rodas e com o buquê nas mãos, Geline permaneceu o tempo todo emocionada. “Só quem estava lá conseguiu sentir a emoção. É difícil explicar, a presença de Deus, foi tudo maravilhoso”, acredita a noiva. Rogélio complementa.

“Foi emocionante, só quem estava aqui mesmo, não tem como, quem presenciou sabe como que foi. Sentimos muito a presença de Deus, tudo organizado, todo mundo cooperou, ajudou bastante, foi mais que a gente esperava”, descreve.

Inclusive, o responsável por jogar o buquê desta vez foi o marido, já que Gelina não podia fazer movimentos muito bruscos. Com bom-humor ele aceitou a missão e até posou para as fotos. “Tudo foi muito especial para nós. Era algo que queríamos, mas nao imaginávamos que seria assim”, confessa.

O tratamento contra o câncer continua. Depois de sofrer metástase e atacar o fígado e o crânio, Geline precisou fazer radioterapia e uma cirurgia para retirar os ovários. “A esperança é controlar a doença”.

Fonte: Campo Grande News

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NOIVA RASPA A CABEÇA NO CASAMENTO PARA HOMENAGEAR NOIVO COM CÂNCER

Craig e Joan Lyons se conheciam há 30 anos, mas só há um ano e meio Craig tomou coragem para declarar seu amor por Joan.

Os dois se apaixonaram, mas logo em seguida ele descobriu que tinha um câncer terminal no pâncreas. A notícia trágica, porém, não alterou os planos dos dois de ficarem juntos e eles se casaram.

Para homenagear o marido em meio a uma cerimônia repleta de emoções, Joan raspou a cabeça em frente aos convidados e doou seu cabelo para a instituição Little Prince Trust, que faz perucas para crianças com câncer.

Veja as cenas emocionantes do casal:

Fonte: Catraca Livre