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Oficina da Solidariedade por Diana Vilas Boas

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Olá Cats queridas!  Essa sexta temos o texto da nossa coach em resiliência Diana Vilas Boas falando sobre a dinâmica que fizemos semana passadas, dia 15! 

Hoje eu quero falar um pouco do nosso evento, a Oficina da Solidariedade, que começamos a
fazer na semana passada e que espero, venha a ser um espaço nosso, para nos reunirmos e
conversamos sobre tudo o que possa nos fazer bem e nos ajudar a vencer as adversidades.
A ideia é sempre levar para o encontro algum assunto interessante, outras pessoas que
possam acrescentar com experiência e conhecimentos, vídeos, filmes motivadores, mas
principalmente um espaço para que todas possam falar das suas aflições, trocar informações e
poder ajudar umas às outras.
E como faz bem ser ouvida, ser entendida, receber carinho e atenção, energizar-se e
empoderar-se para enfrentar os desafios da doença e tratamento.
Posso dizer para vocês, que me emocionei muito com os depoimentos! Que mulheres
corajosas e guerreiras! Todas tem uma forma peculiar de enfrentar os desafios que vão
aparecendo ao longo do tratamento e vão encontrando forças para aceitar, descobrir novos
caminhos, e assim, ir vencendo cada etapa.
Saber que outras pessoas enfrentaram os mesmos problemas e conseguiram superar, nos
deixa mais fortes, se ela conseguiu eu também posso, saber que há tantas possibilidades de
tratamento, tantos recursos na medicina moderna, renova as esperanças e a vontade de lutar.
Conversamos sobre resiliência e como pode nos ajudar a vencer nossas crenças e a
resinificar o que acreditamos. Podemos sim, fortalecer cada área da resiliência e equilibrar a
nossa autoconfiança, autoestima, otimismo e razão de viver.
E vamos que vamos! É como diz o Nietzsche em sua famosa frase: “O que não me mata me
fortalece.”
Teremos sempre imenso prazer em receber vocês para esses encontros, tomar um café
acompanhado de um bolo gostoso, tudo preparado com muito amor e carinho.
Gostaria também de saber a opinião de vocês, receber ideias e sugestões que possam ser úteis
ao nosso trabalho.
Um grande abraço a todas! Fiquem bem.

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FUNCIONÁRIOS DE LOJA RASPAM A CABEÇA PARA APOIAR COLEGA COM CÂNCER

Em um gesto de solidariedade, a vendedora Lorena Trevisan Vidigal, de 29 anos, ganhou força extra para lutar contra um tipo agressivo de câncer. Na última quinta-feira (28), funcionários de uma loja agropecuária de Jaru (RO), município a cerca de 290 quilômetros de Porto Velho, decidiram raspar os cabelos em prol do tratamento contra a doença. Segundo a gerência do estabelecimento, mais de 20 funcionários de toda a rede aderiram à causa para apoiar Lorena.

Há menos de um ano, Lorena descobriu um tumor benigno no colo do útero, que foi retirado após uma cirurgia. Há seis meses, depois de realizar uma segunda carga de exames, foi constatado um tumor maligno entre a coluna vertebral e o rim. Por estar bem próxima da medula óssea, a cirurgia para a retirada do nódulo não pode ser realizada.

Após iniciar o tratamento quimioterápico, Lorena passou a conviver com um grande dilema para si própria: a queda do cabelo, do qual sempre zelou. “Foi um choque muito grande, pois sempre tive o cabelo comprido e assim que iniciaram os efeitos da quimioterapia eu cortei o cabelo e o deixei em tamanho médio. Depois que passei pela segunda sessão, onde os efeitos foram mais fortes tive que raspar a cabeça, pois todos os fios já estavam caindo”, comenta Lorena.

Para driblar o abatimento, devido o tratamento com seis sessões de quimioterapia, a vendedora decidiu depois de uma consulta na psicóloga continuar exercendo as suas atividades da profissão. “Se eu me ausentasse do trabalho, a minha mente ficaria inativa e desta forma ficaria bem mais abalada e ressentida com toda a situação do tratamento. Acredito que tomei a decisão certa”, enfatiza.

De acordo com a gerente da loja, Adei das Graças, ao perceber em que Lorena teve que raspar a cabeça, os próprios funcionários se sensibilizaram e decidiram raspar os cabelos depois do expediente.

“Ela sempre foi muito querida por todos nós, e mesmo após a perca do cabelo, ela continuou prestativa e alegre com todos. Durante este convívio, os funcionários se reuniram para discutir a ideia com o gesto de solidariedade a ela e, ao final do expediente de quinta-feira, eles começaram a raspar as cabeças”, conta.

Em uma surpresa, a vendedora relata que ao chegar no outro dia até a loja encontrou os colegas com a cabeça raspada e ficou extremamente emocionada. “Foi um sentimento de gratidão enorme. Não tenho palavras para agradecer a este grande gesto de carinho. Mas tive a certeza que não tenho apenas colegas de trabalho e sim grandes amigos que são como parte da minha família”, diz Lorena.

Lorena ainda passará por outras quatro sessões de quimioterapia para concluir o tratamento, mas apesar de todo sofrimento em consequência da doença, ela percebeu que em hipótese alguma estará enfrentando esta batalha sozinha.

Ação de apoio

Segundo a gerente Adei das Graças, além da vendedora do município, a ação se mobilizou para efetuar apoio a uma funcionária do município de Ji-Paraná (RO), que também foi diagnosticada com um tipo de câncer.

Em todo o estado, a rede da empresa possui 72 funcionários e, até este domingo (31), 27 funcionários já rasparam a cabeça para apoiar as colegas e amiga de trabalho.

Fonte: G1

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FUNCIONÁRIOS DE LOJA RASPAM A CABEÇA PARA APOIAR COLEGA COM CÂNCER

Em um gesto de solidariedade, a vendedora Lorena Trevisan Vidigal, de 29 anos, ganhou força extra para lutar contra um tipo agressivo de câncer. Na última quinta-feira (28), funcionários de uma loja agropecuária de Jaru (RO), município a cerca de 290 quilômetros de Porto Velho, decidiram raspar os cabelos em prol do tratamento contra a doença. Segundo a gerência do estabelecimento, mais de 20 funcionários de toda a rede aderiram à causa para apoiar Lorena.

Há menos de um ano, Lorena descobriu um tumor benigno no colo do útero, que foi retirado após uma cirurgia. Há seis meses, depois de realizar uma segunda carga de exames, foi constatado um tumor maligno entre a coluna vertebral e o rim. Por estar bem próxima da medula óssea, a cirurgia para a retirada do nódulo não pode ser realizada.

Após iniciar o tratamento quimioterápico, Lorena passou a conviver com um grande dilema para si própria: a queda do cabelo, do qual sempre zelou. “Foi um choque muito grande, pois sempre tive o cabelo comprido e assim que iniciaram os efeitos da quimioterapia eu cortei o cabelo e o deixei em tamanho médio. Depois que passei pela segunda sessão, onde os efeitos foram mais fortes tive que raspar a cabeça, pois todos os fios já estavam caindo”, comenta Lorena.

Para driblar o abatimento, devido o tratamento com seis sessões de quimioterapia, a vendedora decidiu depois de uma consulta na psicóloga continuar exercendo as suas atividades da profissão. “Se eu me ausentasse do trabalho, a minha mente ficaria inativa e desta forma ficaria bem mais abalada e ressentida com toda a situação do tratamento. Acredito que tomei a decisão certa”, enfatiza.

De acordo com a gerente da loja, Adei das Graças, ao perceber em que Lorena teve que raspar a cabeça, os próprios funcionários se sensibilizaram e decidiram raspar os cabelos depois do expediente.

“Ela sempre foi muito querida por todos nós, e mesmo após a perca do cabelo, ela continuou prestativa e alegre com todos. Durante este convívio, os funcionários se reuniram para discutir a ideia com o gesto de solidariedade a ela e, ao final do expediente de quinta-feira, eles começaram a raspar as cabeças”, conta.

Em uma surpresa, a vendedora relata que ao chegar no outro dia até a loja encontrou os colegas com a cabeça raspada e ficou extremamente emocionada. “Foi um sentimento de gratidão enorme. Não tenho palavras para agradecer a este grande gesto de carinho. Mas tive a certeza que não tenho apenas colegas de trabalho e sim grandes amigos que são como parte da minha família”, diz Lorena.

Lorena ainda passará por outras quatro sessões de quimioterapia para concluir o tratamento, mas apesar de todo sofrimento em consequência da doença, ela percebeu que em hipótese alguma estará enfrentando esta batalha sozinha.

Ação de apoio

Segundo a gerente Adei das Graças, além da vendedora do município, a ação se mobilizou para efetuar apoio a uma funcionária do município de Ji-Paraná (RO), que também foi diagnosticada com um tipo de câncer.

Em todo o estado, a rede da empresa possui 72 funcionários e, até este domingo (31), 27 funcionários já rasparam a cabeça para apoiar as colegas e amiga de trabalho.

Fonte: G1

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REYNALDO GIANECCHINI LIGOU PARA EDSON CELULARI: “TODO APOIO É IMPORTANTE”

Reynaldo Gianecchini ligou para Edson Celulari ao saber que o colega foi diagnosticado com um linfona não-Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema de defesa do organismo.

Giane, que enfrentou a mesma doença em 2011, contou que fez uma ligação solidária para o ator. “Todo o apoio é bem importante neste momento”, disse nos bastidores da gravação de uma campanha publicitária, em São Paulo, nesta semana.

O ator, escolhido como garoto-propaganda de uma marca de tintas, passou alguns dias na capital paulista para gravar um comercial. Barbudo e com os fios mais longos para a novela A Lei do Amor, novo folhetim das 9h, ele diz que está satisfeito com o look. “Estou gostando muito deste estilo mais descontraído. Estou até pensando em mantê-lo depois do fim da novela”, contou.

Fonte: Revista Quem

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#FORTALIZESE: DOAÇÃO DE CABELOS PARA CONFECÇÃO DE PERUCAS

Eu recebi a mensagem da Cat Patrícia Gil e fiquei toda boba com a homenagem linda que ela fez!! Ela disse:

“Oi Flávia! Há quase um ano recebi o difícil diagnóstico de um câncer de mama e desde então foi aqui que busquei um dos meus apoios para erguer a cabeça e continuar em frente. Hoje tenho uma página no Facebook chamada Lenços ao Vento e em breve um blog. Através da minha história publicada no seu site fui descoberta para estrelar uma campanha publicitária para doação de cabelos para confecção de perucas. Talvez você não imagine o tamanho da sua importância na minha vida e a admiração que sinto por você. Deixo aqui essa pequena homenagem. Espero que um dia possamos fazer uma foto bem linda juntas, um grande beijo Flavinha!! Dá uma olhada na campanha, é linda!”

Sobre a campanha:

A campanha #Fortalizese, criada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e Exímia, aborda autoestima da mulher com câncer. Faça parte!! Você pode doar seu cabelo para que vire uma linda peruca. A doação pode ser feita em um salão ou você pode enviar seu cabelo pelos Correios. Para saber todas as informações necessárias, acesse: Fortalizese.

Ahh, e se você for uma Cat sem cabelos para doar, participe da campanha divulgando!!

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NOIVA RASPA A CABEÇA NO CASAMENTO PARA HOMENAGEAR NOIVO COM CÂNCER

Craig e Joan Lyons se conheciam há 30 anos, mas só há um ano e meio Craig tomou coragem para declarar seu amor por Joan.

Os dois se apaixonaram, mas logo em seguida ele descobriu que tinha um câncer terminal no pâncreas. A notícia trágica, porém, não alterou os planos dos dois de ficarem juntos e eles se casaram.

Para homenagear o marido em meio a uma cerimônia repleta de emoções, Joan raspou a cabeça em frente aos convidados e doou seu cabelo para a instituição Little Prince Trust, que faz perucas para crianças com câncer.

Veja as cenas emocionantes do casal:

Fonte: Catraca Livre

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MENINA DE 12 ANOS FICA CARECA PARA APOIAR AMIGA EM TRATAMENTO DE CÂNCER

Ao descobrir que a amiga de infância estava com leucemia, a amapaense Amanda Maria Raposo, de 12 anos, decidiu raspar a cabeça para apoiar no tratamento da também jovem Giovanna Redig, de 12 anos, contra a doença. A emocionante parceria ganhou as redes sociais no Amapá. Giovanna faz tratamento há um mês.

“A Giovanna é muito vaidosa e quando eu a vi sem cabelo, pensei que deve ter sido um sofrimento, um baque muito grande. Sempre pensei que se fosse para ela passar pelo que ela está passando, que não fosse só. Aí eu resolvi raspar e fazer essa homenagem para ela. Assim, ela tenta combater o câncer com mais determinação”, falou Amanda Maria.

Mais de 2,6 mil quilômetros separam as amigas amapaenses, que vivaram símbolo de amizade nas redes sociais.

“Eu não chorei quando eu raspei o cabelo, e eu até gostei. A minha amiga também fez, foi um gesto muito bom. Eu amei. Quando ela falou que ia raspar, eu nem acreditei. Mas depois ela falou que ia fazer do mesmo jeito e não ia desistir de mim. O cabelo, quando a gente raspa, não vai deixar de ser feminina, cabelo cresce”, disse Giovanna.

A paciente gravou um vídeo no quarto do hospital onde faz tratamento há um mês, agradecendo o apoio da família, amigos e desconhecidos. Ela mandou um recado para pacientes com câncer no sangue.

Amanda lembra que perdeu o contato com Giovanna quando a amiga mudou de horário na escola. Com a notícia da doença, a amizade ressurgiu e deu forças para a paciente continuar o tratamento.

“Eu tô me sentindo bem. É bacana de passar a mão [na cabeça]. Está sendo até divertido para mim. A gente ficou mais próximas, começamos a lidar melhor com a doença. O cabelo é só um acessório. Não vai me fazer ser menos feminina. Continuo sendo eu. Cabelo cresce”, lembrou Amanda.

Doença
De acordo com a mãe de Giovanna, a nutricionista Louise Regrid, de 29 anos, a filha pode estar no fim do tratamento. De São Paulo, ela contou, por telefone, que a filha passou por duas etapas de quimioterapia e que, na última, restavam 2% de células cancerígenas na medula.

“Ela fez um tratamento forte e contínuo. Ela não reclama, só fica mal durante a quimioterapia, mas está cantando, dançando, se divertindo. Ela está sendo muito guerreira. Inclusive o corte de cabelo foi iniciativa dela. Estamos nos surpreendendo com a Giovanna”, falou Louise.

Segundo ela, a doença da filha foi descoberta depois de surgirem manchas na pele da adolescente. Após consultas ao dermatologista, dores na mandíbula e exames, a família recebeu a informação de que Giovanna poderia estar com alguma doença no sangue. Encaminhada para a cidade paulista, ela iniciou o tratamento no dia 1º de janeiro.

“Quando eu recebi a notícia foi um baque muito grande, eu não chorei muito porque eu sabia que eu poderia ser curada. Eu acredito muito em Deus, rezo todos os dias para que eu consiga batalhar, consiga ter mais fé e me curar de tudo”, falou Giovanna, no vídeo.

Fonte: G1

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MORADORES DE RUA FAZEM EXAME DE PREVENÇÃO AO CÂNCER DE PRÓSTATA

Pessoas em situação de rua fizeram, nesta quarta-feira (11), exames de prevenção ao câncer de próstata, no Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) de Vitória. Eles ainda tiveram a chance de medir a pressão e receberam informações sobre a importância da higienização na prevenção dessa doença.

Durante o dia de atendimento, a equipe do Hospital das Clínicas, referência em Urologia no Espírito Santo, realizou 30 exames no abrigo. O morador Antônio Mello fez o exame pela primeira vez, e destacou a importância do cuidado com a saúde.

“É a primeira vez que eu faço, eu acho importante fazer porque isso está matando as pessoas no Brasil e é bom a pessoa se cuidar, não adianta ter vergonha”, disse.

O recado de Antônio foi para os homens que, por preconceito ao exame de toque, necessário para a detecção do câncer de próstata, se recusam a realizar o exame.

O morador Aldemar Cunha, de 67 anos, é um dos homens em situação de rua que se recusou a realizar o exame no abrigo por causa do preconceito. “Eu vou morrer um dia, vai chegar a minha hora”, disse.

O morador Luiz Alves da Guia fez questão de fazer o exame. O pai dele morreu de câncer de próstata e por isso ele sabe a importância da prevenção. “Eu me cuido, já fiz uma vez, agora surgiu essa oportunidade e eu estou já na fila”, contou.

Todos os homens atendidos também receberam informação sobre a importância da higiene íntima para evitar o câncer. Só neste ano, 20 homens foram atendidos no Hospital das Clínicas de Vitóriax (Hucam) por causa desse tipo de câncer. Dois morreram semana passada.

“O costume da higienização é importante, às vezes essas pessoas carentes não têm esse tipo de higienização, são um pouco mais promíscuas e o câncer de pênis aparece com mais facilidade”, disse o médico Márcio Lamy, chefe do setor de urologia do Hucam.

No Centro de Referência, os moradores de rua recebem todo o apoio para manter a higiene em dia. “Eles recebem kit higiene pra banho, escovação de dente, toalha, xampu, condicionador, e aqui eles também podem lavar as roupas, recebem sabão em pó e cloro”, explicou Mauro Motta, coordenador do Centro POP.

Fonte: G1

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JOVEM RASPA CABELO E LEVA AMIGA COM CÂNCER NO BAILE

Allie Allen foi diagnosticada com câncer no cérebro quando tinha 14 anos e, recentemente, sofreu uma recaída, por isso ela ficou particularmente grata quando seu velho amigo Brayden Carpenter apareceu para levá-la ao Baile com a cabeça raspada.

O avô de Allen morreu de câncer no cérebro em março, e sua mãe está sofrendo de câncer de mama. Recentemente, Allen foi obrigada a começar a quimioterapia.

“Isso foi muito difícil para mim, mas é uma coisa que eu tenho mais e não estou insistindo”, escreveu Allen de cortar seu cabelo por causa da quimioterapia no GoFundMe. “Uma dessas fotos mostra a minha cicatriz e agora todos podem vê-la, mas uma cicatriz é uma tatuagem com uma história melhor, certo?”