Cats, vamos falar sobre relacionamentos? Confiram o texto maravilhoso da nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, refletindo sobre respeito, vida e os desafios de uma vida a dois!!
Hoje eu quero conversar com vocês a respeito de vida e relacionamentos, considerando que acabei de completar 50 anos de casamento, o que vale uma boa reflexão…
Ufa! 50 anos ao lado de uma pessoa é um tempo enorme, a gente nem imagina que pode chegar a tanto e assim vamos passando e ano após ano cravando essa experiência. Tudo é muito desafiante, conviver com pessoas, entender o sentido do outro, aceitar e respeitar as limitações de cada um e principalmente seguir em frente quando os obstáculos e as dificuldades aparecem. Qual é o segredo? Não existe uma fórmula mágica, a gente vai aprendendo com as experiências, com os desafios do dia a dia, com os tropeços que são inevitáveis e com a convivência com um outro ser diferente de nós… Mas no meu entender existe algo muito importante e que pode ser a base de um casamento saudável e duradouro, que é justamente a possibilidade de cada um poder seguir os seus próprios sonhos, e poder ter os seus objetivos de vida alcançados. Poder seguir e conquistar o que se almeja, realizar-se profissionalmente, ter sua independência pessoal e financeira, pode fazer toda a diferença! Não se deve viver a vida do outro, mas sim, ter sua vida própria, fazer o que gosta, ter amigos, frequentar grupos, ser feliz da forma que achar melhor, mas sempre tendo em mente o respeito e a confiança. Por isso minhas queridas, casadas ou não, vamos correr atrás do que queremos para nossas vidas. O que é importante para nós? O que gostamos de fazer? O que nos faz feliz? Quais os nossos valores? Metas? Ambições? Simples assim… Temos que começar com pequenas ações para caminhar rumo ao que pode nos fazer feliz, pensar um pouco em nós mesmas, procurar lá dentro, no âmago do nosso ser, quem somos e o que é importante para nós. Desejo que sejam muito felizes hoje e sempre, solteiras, casadas, separadas, divorciadas, não importa, mas sempre mulheres corajosas e poderosas!
A blogueira Flávia Flores, que é a fundadora do Instituto de Quimioterapia e Beleza e uma inspiração para as mulheres que estão passando pela fase difícil que é o diagnóstico de câncer, se casou dia 3 de junho com o grande amor da vida dela, o Ryan! O casamento aconteceu em San Diego, nos Estados Unidos, e contou com a presença de convidados muito especiais como sua família, seus amigos e até a Cat Viviane Roos, que sempre acompanha e apoia o trabalho da Flávia e esteve lá representando todas as mulheres que seguem e se inspiram na ativista nas redes sociais.
O casal se conheceu no ano de 1999, quando Flávia tinha apenas 21 anos, e, desde então, ela sempre sentiu um carinho muito grande pelo americano. Os dois passaram muitos anos sem se ver pois, após a deportação da blogueira dos EUA, pois Ryan, devido à família, nunca conseguiu vir ao Brasil para vê-la. Flávia conta que sofreu muito por conta da saudade que sentia do homem que era apaixonada, e chegou a pedir a Deus que mudasse sua vida.
Nessa mesma época ela descobriu o câncer e não conseguiu entender a situação, mas hoje ela afirma que encontrou o seu propósito: “Hoje eu entendo tudo. Eu tinha uma missão muito maior, um papel para assumir antes de viver o meu grande amor plenamente”. Depois de enfrentar várias barreiras, finalmente houve o reencontro que marcou o início de uma vida a dois de muita paixão e companheirismo. “Toda vez que eu acordo com o Ryan do meu lado eu o beijo e agradeço a Ele (Deus) por essa oportunidade de ser feliz agora”, contou a fundadora do IQeB em entrevista.
A cerimônia de celebração da união do casal gerou uma grande repercussão na internet, pois Flávia Flores compartilhou os momentos mais marcantes de seu casamento em suas redes sociais. A festa começou com muita diversão entre amigos e família em uma Limo Bus e a festa teve até passistas de samba brasileiras para voltar às raízes!
As redes sociais sempre foram muito importantes para a Flávia, pois é por lá que ela se comunica com as Cats, e é por onde recebeu milhares de parabéns das suas amigas e seguidoras do seu conteúdo em prol da autoestima da mulher com câncer e prevenção da doença. A ativista conseguiu mostrar ao mundo a força que uma mulher com esse diagnóstico pode ter e como esse período pode passar por nós sem que deixemos de acreditar em nossos sonhos.
Uma foto compartilhada na internet tem levado às lágrimas muitos usuários da rede. Isso porque Mackenna Newman, 17 anos, da Califórnia, Estados Unidos, tirou uma foto do pai em uma bela atitude ao cuidar da esposa, Marci, que luta contra um câncer.
Na imagem, Jon Newman aparece do lado de fora do quarto dela, sentado em uma mesa e mexendo no computador. Marci passou por uma sessão de radioterapia e teve que permanecer no isolamento. Para que ela não se sentisse tão sozinha, o marido decidiu que o melhor seria trabalhar ali na porta.
“Minha mãe tem que ficar no quarto isolada após a radioterapia para tratar o câncer. Então, meu pai colocou a mesa de trabalho dele na porta para fazer companhia. Estou chorando”, disse Mackenna. Logo a foto viralizou.
Em entrevista ao BuzzFeed, a garota contou que o pai ficou do lado de fora o tempo todo. “Eu achei muito fofo porque ele estão apaixonados. A quantidade de amor que eu recebi foi maluca, não esperava nada disso. Sou muito grata”, disse.
My mom has to stay in her room in isolation for her cancer radiation so my dad set up a desk at her door to keep her company and I’m crying12:22 PM – 14 Apr 2017
Rio – A história que será escrita nas próximas linhas poderia ser enredo de um livro de Nicholas Sparks, roteiro de um filme de Woody Allen ou cantada em uma música de Elton John. Mas é real e aconteceu aqui mesmo, no Rio de Janeiro. Na verdade, no trecho entre Rio e Goiânia do voo 5052 da companhia Azul, na última quinta-feira, dia 30 de março. Foi ali que o carioca Paulo Teles, de 34 anos, pediu a mão da namorada, a goiana Ana Caroline, de 33 anos, em casamento.
Paulo combinou com os tripulantes do voo para fazer a surpresa. No alto falante, o comandante contou, resumidamente, parte da história de cinema do casal. Entre os episódios, o câncer que atingiu ambos e uma perda brusca de um parente. Mas acima de tudo, muita fé, cumplicidade e amor, tão necessários nos tempos atuais.
De constipação a um grave câncer
A vida de Paulo era parecida com a de muitos homens da mesma faixa etária e classe social. O delegado da Polícia Federal conseguia unir a dura rotina da profissão com campeonatos de polo aquático. Praticante de esporte, bom emprego, tipo físico saudável, nada disso foi suficente para impedir que uma grave doença mudasse sua vida.
Era 2 de junho de 2016 e o carioca estava em Brasília fazendo um curso da corporação. Uma simples constipação o levou à emergência do Hospital de Brasília, onde uma tomografia detectou um câncer de colón, com metástase no fígado e obstrução parcial no intestino. Diagnóstico grave, que exigia operação de urgência. “Na hora, o mundo para e a cabeça gira. Você se sente num pesadelo, ou filme de terror, no qual é o protagonista, sem querer jamais ter sido indicado sequer para o papel de coadjuvante”, conta Paulo.
A equipe de polo aquático onde joga Paulo, o segundo da esquerda para direita na fila de trásReprodução/Facebook
Em meio ao espanto da notícia, decidiu fazer o tratamento no Rio, onde mora. A internação foi imediata e o primeiro procedimento seria a desagradável colostomia. Mas decidiu ouvir uma segunda opinião e se consultou com Dr. Alemar Roger Salomão, cirurgião-geral e oncológico. Foi Dr. Salomão que iniciou a recuperação, ou, como chama Paulo, o milagre, sem passar pelo procedimento delicado, que significava abrir o cólon e usar uma bolsa para a eliminação das fezes.
O médico decidiu desobstruir o intestino, evitando a desagradável colostomia. Deu certo. Depois, era operar o órgão, quimioterapia, operação no fígado e mais quimioterapia. “Parece simples e rápido. No dia a dia, é um mundo de provação, medo e muitas incertezas”, revela o delegado.
A nova vida de Paulo apenas começava. Sempre ao lado dele, os pais, seu José Luiz e dona Isabel. E claro, Ana Caroline, a “leoa”, nas palavras do próprio noivo.
Depressão, questionamentos, fé
Paulo, na cama do hospital. Em depressão, o carioca pensou em se matarReprodução/Facebook
Durante a árdua caminhada em direção a cura, Paulo sofria. Não só com as dores físicas, mas também as psicológicas. Como quando contou aos pais sobre a doença que lhe atingiu. “Eu chorava e pedia desculpas, como se fosse culpado de algo. Sempre levei uma vida saudável, praticando esporte e alimentando-me bem, então por que adoeci?”, questionava-se.
Após a cirurgia, Paulo percebeu que se recuperava da doença. Mas não recuperava a sua vida. Com uma série de limitações, o delegado entrou em depressão. Veio a sofrida quimioterapia e o poço ficava cada vez mais fundo. “Querer acabar com a própria vida era uma questão de quando e como”, admite.
Para ajudar a vida dos médicos – e a sua própria – Paulo recorreu ao celebrado médium João de Deus, que em seu currículo tem cirurgias espirituais nos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, entre outras personalidades. “Fiquei mais grogue do que as cirurgias físicas”, conta o delegado sobre a cirurgia espirtual feita com médium.
A equação para a esperada cura se fechava com a operação espiritual feita por João de Deus. Paulo, que já contara com o providencial tratamento urgente do Dr. Alemar Roger Salomão, tinha também aos seus cuidados a equipe do oncologista Dr. Carlos Gil Moreira Ferreira, e claro, todo amparo da família e da namorada, além da ajuda da amiga e psicológa Drª. Tereza Vasconcellos.
A batalha da ‘leoa’
Auditora fiscal, a goiana Ana Caroline Rabelo Umbelino, de 33 anos, passou por provação parecida um pouco antes. Em 20 de janeiro de 2015, retirou um tumor do seio maxilar de cerca de 5 cm, que os médicos descobriram mais tarde ser maligno. Cinco meses depois, passaria por nova cirurgia, dessa vez, para que fossem retiradas as margens de risco da doença voltar ou se espalhar.
Quando descobriu que Paulo estava com câncer, Ana Caroline demorou a acreditar. “Achei que ele estivesse brincando. Afinal, fazia apenas um ano e alguns meses que tínhamos passado pela minha doença. Nos primeiros dias, eu chorava muito. Depois, passado o susto, tinha muita fé que ele ficaria curado”, confessa.
Estar ao lado do namorado no momento mais difícil exigia não só fé, mas também muita paciência e compreensão. “Tinha que me recompor porque precisava passar confiança pra ele. Ele estava com depressão, falando o tempo todo que iria se matar”, revela.
O amor está no ar, literalmente
Vencida as batalhas de saúde, chegava o momento de sacramentar os três anos de amor entre Paulo e Ana Caroline, que se conhceram em uma festa no Rio de Janeiro. O noivo escolheu um lugar que tivesse a ver com o namoro. A rota Rio-Goiânia, feita pela Azul, era parte do relacionamento do casal ao longo da união. Bastou então combinar com a tripulação e fazer o esperado pedido. “Estávamos vindo pra Goiânia, como fazíamos sempre. Para mim, seria apenas mais um voo nosso, igual a todos os outros. Fiquei sem acreditar quando comecei a ouvir o comandante contando a nossa história”, se emociona Ana.
O casamento ainda não tem data marcada, e eles pensam em ter filhos, mas não por enquanto. Paulo se sente “200% melhor do que antes” e diz que torce para que seja “o fim de uma guerra e não apenas de uma batalha”. E tal qual Rocky Balboa, o personagem do histórico filme, sabe que ninguém vai bater mais forte que a vida. “Não importa como você bate, e sim, o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha”, finaliza.
Um intervalo de apenas três dias separou os piores e os melhores momentos da vida da universitária Nathália Freire, de 22 anos. No dia 18 de janeiro, a jovem ouviu do médico que a leucemia, “curada” seis meses antes, havia retornado. No dia 21, em uma cerimônia improvisada, Nathália se casou no quarto do hospital particular no Lago Sul, em Brasília.
“O que tinha tudo para ser uma singela união, ficou uma cerimônia muito bonita por conta do nosso amor”, disse ao G1 o marido, Junior Oliveira. A entrevista foi dada nesta sexta (27), enquanto Nathália passava por uma sessão de quimioterapia no quarto ao lado.
Oliveira diz que o pedido de casamento veio à cabeça imediatamente, assim que o casal descobriu que teria de enfrentar a luta contra o câncer pela segunda vez. A leucemia atinge os glóbulos brancos do sangue, e faz com que eles percam a capacidade de defender o organismo.
“Tive medo de não ter outra oportunidade. A gente não sabe o dia de amanhã. Então, não pensei duas vezes e fiz o pedido. Assim, de última hora”
Os preparativos para a cerimônia foram rápidos, e foram cumpridos em meio ao turbilhão do retorno ao tratamento. Júnior conta que tudo foi feito sem muito planejamento, “mas com muito amor”.
“Eu planejava que iríamos nos casar daqui a um ano, ou dois. Então, foi tudo de repente. Corri para comprar o vestido, a aliança, achar o pastor, fazer a decoração.”
Com o apoio da equipe do hospital Daher, um quarto foi especialmente decorado para a cerimônia dos dois. No sábado à tarde, acompanhada de dez testemunhas – entre amigos próximos e familiares – e vestida com um longo vestido branco e com uma coroa de flores, Nathália Freire se casou com Junior Oliveira. “Nos tornamos um só”, diz ele.
Luta antiga
O diagnóstico recebido no dia 18 por Nathália representa o “segundo episódio” da batalha contra a leucemia. Em julho de 2016, após seis meses de tratamentos agressivos, a jovem ouviu dos médicos que estava “sem sinais” da doença. Um transplante de medula que ela recebeu da irmã, que era 100% compatível, ajudou na recuperação.
“Na época, pensamos que tinha dado tudo certo. Que eu estava livre. Mas o médico viu meus exames alterados e constatou que o câncer voltou.”
O médico de Nathália, Rafael Vasconcellos, conta que as chances de a doença retornar após um transplante desse tipo são relativamente baixas. “A leucemia costuma aparecer de novo em apenas 30% dos casos. Geralmente, em casos muito mais agressivos. Agora, a Nathália precisa de outro doador”, diz o médico.
Juntos há nove anos, o casal diz manter a fé recuperação de Nathália, e já faz planos para celebrar a união recente. “Nosso sonho é comemorar a lua de mel no Chile”, diz Júnior.
Cadastro de doadores
A medula óssea é uma estrutura que fica dentro dos ossos do corpo, responsável pela produção das células do sangue e das células de defesa. Ela abriga um tipo específico de células-tronco, similar ao do cordão umbilical, que pode ajudar na produção do sangue.
No Brasil, mais de 4 milhões de pessoas estão cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Quando um paciente precisa desse tipo de transplante, os dados são cruzados com todas essas amostras em busca da maior compatibilidade.
Para “entrar” no Redome, o voluntário precisa ter de 18 a 55 anos de idade, bom estado de saúde, e não ter doença infecciosa ou histórico de câncer. Outras condições são avaliadas caso a caso. A inscrição é simples, e requer apenas uma amostra de 10 ml de sangue.
Quando houver um paciente com possível compatibilidade, o doador voluntário será comunicado e poderá decidir quanto à doação. Exames adicionais são feitos para confirmar a viabilidade do procedimento.
Doação
Diferentemente dos transplantes de coração e pulmão, a doação de medula óssea não envolve uma cirurgia. Apesar de mais simples, o procedimento também é feito em um centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação mínima de 24 horas.
Durante o procedimento cirúrgico, o médico faz várias punções com uma seringa, e retira parte da medula óssea estocada na bacia do doador. A operação dura cerca de 90 minutos, e pode gerar dor localizada por alguns dias. Neste caso, o uso de analgésicos pode amenizar o desconforto.
Há um segundo método de retirada, menos invasivo, chamado “aférese”. Neste caso, o doador toma medicação por cinco dias para ampliar a circulação de células-tronco no corpo. Em seguida, uma máquina “filtra” o sangue e retira esse material, que será doado. O procedimento não requer internação e nem anestesia, mas a escolha do método deve ser feita pelos médicos assistentes.
Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana, e a medula óssea se recompõe em cerca de 15 dias. No receptor, a medula é injetada pela veia, como se fosse uma transfusão de sangue.
Edson Celulari foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin há cerca de um mês e desde então tem recebido o carinho de fãs e de familiares. Nesta sexta-feira (22), o ator retribuiu o apoio da namorada, a atriz Karin Roepke ao postar uma foto dos dois, agradecendo por seu companheirismo.
“Sempre comigo. Anjo da guarda. Que sorte a minha. Amor, amor…”, legendou o artista, que segue confirmado no elenco da “À Flor da Pele”, próxima novela das nove de Glória Perez que terá quatro protagonistas.
Em suas redes sociais, há algumas semanas, a atriz já havia demonstrado gratidão aos seguidores do casal. “A solidariedade emociona. No momento nos sentimos como nessa foto, de mãos dadas, no mesmo caminho, junto com todas as pessoas que enviaram palavras de força, apoio e otimismo. Muito obrigada aos amigos, conhecidos e desconhecidos por tanto carinho. Obrigada, obrigada, obrigada! Que cada um receba de volta o amor enviado. Tudo isso nos deixou mais fortes e confiantes ainda. “Paz e bem!”, escreveu.
Em recente entrevista Paulo Nascimento, diretor do longa “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos”, do qual Celulari faz parte do elenco, revelou que o ator não se abalou com a doença e se rindo nos bastidores. “Brincamos com a careca e ele ri. Um produtor nosso raspou a cabeça para dar força e minha filha também fez uma montagem minha sem cabelo que mostrei para ele”, contou ao jornal “Extra”.
O norte-americano Brad Bousquet acompanhou sua esposa Alissa durante todo o tratamento do câncer de mama e, quando a etapa final chegou, ele decidiu surpreendê-la. Em vez de um mísero buquê, o marido a presenteou com 500 rosas coloridas.
Bousquet publicou o vídeo de sua homenagem no Youtube e explicousua motivação. “Hoje foi o último tratamento de quimioterapia da minha esposa. Ela me surpreendeu com sua força, coragem e atitude positiva. Ela ainda tem algumas cirurgias pela frente, mas completar o ciclo da quimioterapia é um grande marco em sua jornada. Eu queria fazer algo especial durante este último tratamento para comemorar o fim de sua quimioterapia e para mostrar-lhe o tremendo amor e apoio que ela tem de seus amigos e familiares.” Assista:
A ideia dele era também conseguir realizar uma doação em nome da esposa para o Instituto de Pesquisa de Câncer de Mama de sua cidade, Oakland, em Nebraska.
Para isso, Bousquet enviou mensagens para vários amigos e familiares de Alissa e pediu ajuda para conseguir comprar as rosas. Em parceria com a floricultura local, cada flor foi vendida por $10 dólares – parte do valor seria para a compra e o restante foi doado para o Instituto.
“Fiquei espantado quando os pedidos começaram a acontecer. Rapidamente vendemos 100 rosas, em seguida, 300, em seguida, 400. Quando chegou a 500 rosas eu disse a floricultura para parar de encomendar as flores e deixe todos os pedidos restantes irem inteiramente para a doação de Susan G. Komen, da pesquisa do câncer. Foram mais de 170 famílias que compraram as flores e acabamos levantando mais de $4.500 dólares para o Instituto.”
No dia da homenagem, outra surpresa: Bousquet resolveu distribuir as 500 unidades pelo hospital e emocionou os outros pacientes em tratamento.
“A alegria de partilhar estas rosas com os outros pacientes de câncer foi uma das minhas partes favoritas. Muitos choraram à medida em que liam o cartão que escrevi para eles.”
Aproveitando o Dia dos Namorados, o Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) lança nesta quinta-feira a ação “Cuide Bem do seu Amor”. Pelo terceiro ano consecutivo, a Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer de Pernambuco comemora a data dentro da unidade de saúde com uma ação motivacional para mostrar a importância do parceiro para os pacientes e as pacientes em tratamento.
Ao som de músicas românticas, voluntários e a equipe dos Doutores da Felicidade distribuem esta manhã pelas enfermarias do HCP kits com chocolates, incentivando pacientes e cônjuges a se declarem uns aos outros.
“Pensamos nas pessoas que precisam se sentir amadas e por causa do dia a dia terminam deixando de demonstrar esse afeto e esse apoio. Portanto, será um momento para que todos se sentam amados, na saúde e na doença”, enfatiza Maria da Paz Azevedo, coordenadora das voluntárias.
Uma família de Idaho está tentando conviver da melhor maneira possível com um diagnóstico devastador, recebido em fevereiro. Médicos descobriram que Kerry Huffaker tem um tumor no cérebro e teria entre 9 e 20 meses de vida. Semanas depois, os filho dela, Dylan, de 17 anos, fez uma linda surpresa e a convidou para acompanhá-lo no baile de formatura, a cerimônia mais importante para um jovem dos Estados Unidos.
“Eu fui pega de surpresa, com certeza”, disse Kerry à ABC News. “Eu tento não pensar muito sobre o futuro. Eu tento viver o presente da melhor maneira, mas pensei ‘Quem vai dançar com o meu filho no casamento dele’”, comentou Kerry.
A mãe contou que a princípio não estava convencida de que deveria ir ao baile.
“Minha reação foi: ‘Você não quer ir ao baile com sua mãe, velha e careca. Você vai ficar constrangido’”, disse ela à emissora. “Ele respondeu: ‘Não, não vou. Vou ter a companhia mais linda lá’”.
A melhor parte da noite foi quando o DJ esvaziou a pista de dança para deixar Dylan e Kerry compartilharem um momento especial. Eles dançaram juntos a música “The dance”, de Garth Brooks.
“Foi a coisa mais linda que eu já vi”, disse Dylan à ABC. “Eu pensei sobre isso e posso olhar para trás daqui a anos e me lembrar de quem foi ao baile comigo. Eu vou saber que foi alguém que eu amava e que significava muito para mim”.
A médica norte-americana Shamanie Thompson, de 40 anos, curada recentemente de um câncer de mama, encontrou uma maneira diferente para lidar com o medo da reincidência da doença: oferecer seu amor incondicional a estranhos.
Há dois anos, a mulher foi diagnosticada com a doença e, segundo informações do site “Good News Network“, lidava diariamente com a ansiedade de que houvesse uma reincidência do câncer, fazendo com que o medo se tornasse presente em sua rotina.
“Uma das cirurgias que eu fiz tinha causado complicações no meu braço direito. Todos os dias tenho dor constante, o que é um lembrete do câncer que tentou me matar. Isso afetou minha capacidade de trabalhar, afetou minha energia, me fez ter medo, criou limitações”, contou Shamanie, em blog pessoal no qual conta sua trajetória.
Seis meses após remover o tumor cancerígeno, a mãe de três filhos recebeu uma notícia que a desestabilizou ainda mais: “Meu oncologista me ligou para me dizer que eu tinha uma chance de 67% de recorrência nos próximos anos. A partir daí, desenvolvi uma síndrome de ansiedade por medo da reincidência – meu médico disse que isso é normal e que a maioria dos sobreviventes de câncer têm isso em algum nível”.
Shamanie passou vários meses rejeitando os pensamentos negativos, até que decidiu utilizar a informação que havia recebido a seu favor. “Por que não começar a tomar decisões com base nesta ideia de que você vai morrer jovem?”, pensou ela. “Naquele momento, eu decidi que eu iria escolher me amar de qualquer maneira!”.
Desde então, a mulher, que vive no Colorado, Estados Unidos, começou a ter esperança e decidiu “dar seu amor incondicional por zero dólares”. A ideia era ir a lugares públicos e manifestar seu carinho às pessoas desconhecidas: “Eu decidi fazer recibos de amor com palavras de encorajamento sobre eles”.
Seus filhos e suas irmãs a ajudaram a fazer um cartaz, ir para um parque e se aproximar de estranhos com palavras amáveis. “Imediatamente senti uma sensação de ansiedade, de intimidação, de ‘o que é que eu acho que eu estou fazendo aqui?’ Eu queria me esconder de volta no carro e sentar com meu medo novamente”, contou.
Porém, Shamanie resistiu ao pavor e decidiu dar tudo que tinha de melhor. As primeiras pessoas que se aproximavam eram dois jovens adultos: “Cheguei lá e disse: ‘Eu não quero nada de você. Eu sou um sobrevivente recente de câncer de mama. Meu médico diz que eu tenho uma grande chance de recorrência. Tenho vivido com medo sobre isso. Acredito que o amor cura medo, então eu estou fazendo atos aleatórios de bondade hoje. Eu estou querendo saber se você vai receber uma palavra de encorajamento de mim?”. E ela estendeu as 40 receitas para que eles pudessem escolher uma palavra aleatória de encorajamento. Como recompensa, recebeu abraços e carinho.
“Meu coração encheu por dar e receber amor”. Após o dia de ‘amor incondicional’, ela disse ter sentido o coração “três vezes maior”: “E onde havia medo, passou a ter amor e respeito”.