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Reflexões para a Páscoa

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Cats, a nossa colunista e coach em resiliência, Diana Vilas Boas, traz um texto reflexivo para a época da Páscoa 

“Olá Cats queridas, como estão vocês?

Estamos entrando na semana da Páscoa, quando os cristãos de todo mundo relembram a morte de Jesus Cristo e a sua ressureição, um episódio bíblico interpretado como a passagem para novos tempos e novas esperanças para a humanidade.

Já para os judeus “passach”, (passar além), é comemorada pela conquista da liberdade pelo povo hebreu que viviam como escravos no Egito, então é a festa da natureza e do renascimento de Israel. Eles comemoram muito durante sete dias!!!

Mas tudo nos remete ao conceito de renovação, ressureição, renascimento em nossas vidas e do que queremos que seja modificado.

Vamos parar um pouco, fazer uma reflexão, e pensar no que precisamos mudar, renovar ou ressuscitar para sermos mais felizes?

E então eu volto a fazer as eternas perguntas de coaching: O que você quer para a sua vida daqui para a frente? Como vê o seu futuro? O que é importante realizar? E daí eu pergunto de novo: o que você precisa ser para conseguir o que almeja? Quais os passos que precisa dar para começar a caminhar em busca do seu objetivo? Depende só de vocês? Tem controle sobre a situação?

Tenho certeza que vocês sabem responder a essas perguntas… E a partir daí é só começar a movimentar-se e a estabelecer ações, atitudes, comportamentos, que aos poucos vão levar a novos e melhores resultados.

Ë importante saber que tudo depende de cada um de nós, da nossa vontade e motivação para promover o que queremos, simples assim.

Vamos aproveitar esse momento de religiosidade e de reflexão, quando estamos mais sensibilizados e receptivos, para promover a nossa Páscoa interior e poder celebrar novos tempos!

Desejo que tenham uma excelente Páscoa com tudo de bom que essa data significa, que o amor floresça cada vez mais dentro de vocês e com todos os que estão em volta.

Grande abraço!

Diana Vilas Boas

Coach em Resiliência”

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ERA PÁSCOA…

Era páscoa, renascimento, e o meu cabelo – exatamente dois meses depois da ultima quimio vermelha, estava assim: uma penugem perceptível. Como se fosse meus pelinhos do braço, finos e loirinhos.
Doía muito a minha cabeça durante as quimioterapias brancas, parecia até que era culpa das penugens, que quanto mais elas brotavam, mais minha cabeça doía.
Mas foi uma emoção muito grande perceber que seu cabelo estava começando a crescer, e que tudo ia voltar ao normal. E começou assim: Eu estava vendo TV na cama com meu filho, e senti um primeiro pelinho…(isso 30 dias depois da ultima vermelha) pedi pra ele ver se era verdade, ele nao via nada, disse que eu estava procurando pelo em ovo, engraçadinho. Mas era sim!!! Eu sentia um aveludadinho na minha lisa careca. Que emoção, comecei a chorar, ganhei um abraço do meu filho; e naquela noite eu custei muito a dormir, fiquei horas alisando minha cabeça, procurando mais penugens. <3
Senti que a partir daquele momento tudo seria mais fácil.

Feliz Páscoa, Cats!

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OVO DE PÁSCOA SAUDÁVEL

A Páscoa é uma delícia! Ficamos perto da família e comemos coisas gostosas! Entre as delícias, como esquecer do ovo de chocolate? Esse é tradição!

Mas como lidar com tanto açúcar? Alimentação saudável é sempre bom, e durante o tratamento ela é essencial para nos deixar mais fortes. Sendo assim, que tal tentar buscar um ovo mais saudável? Essa matéria é do Bem Estar (2014) e fala sobre isso:

Entre a enorme variedade de ovos de Páscoa disponíveis no mercado, alguns podem ser mais saudáveis do que outros. Ovos feitos com ingredientes alternativos, com maior porcentagem de cacau, livres de lactose e glúten são algumas das variações. Especialistas ouvidos pelo G1 dão dicas de como escolher o ovo de Páscoa ideal e aproveitar a ocasião sem exageros.

Para quem não abre mão do tradicional chocolate, as opção mais recomendadas pelos nutricionistas são as que têm mais de 70% de cacau. “O que faz o chocolate ter a propriedade antioxidante, promover a liberação de endorfina e trazer a sensação de bem-estar é o cacau”, diz a nutricionista Mariele Marcato, do Hospital San Paolo. Por isso a maior porcentagem de cacau – e consequente menor porcentagem de açúcar e leite – é benéfica.

Uma orientação da nutricionista Cátia Medeiros, da Atual Nutrição, é optar por versões mais simples e não as trufadas ou recheadas. “Se a escolha não for pelo chocolate meio-amargo ou com 70% de cacau, que pelo menos seja um ao leite simples. Os recheios tendem a deixar o ovo ainda mais calórico.”

Chocolates mais escuros, com maior porcentagem
de cacau, são considerados mais saudáveis
(Foto: Reprodução/TV Globo)

Entre os nutricionistas, o chocolate branco é visto como vilão. Isso porque em sua composição entra apenas a manteiga de cacau, um tipo de gordura saturada extraída do fruto. O cacau propriamente dito só aparece na composição dos chocolates escuros. “O chocolate branco é mais calórico, tem mais açúcar e mais gordura. Ele não apresenta os benefícios relacionados aos chocolates amargos ou meio-amargos”, explica Cátia.

Também existem no mercado ovos de Páscoa sem açúcar, sem glúten e sem lactose. Segundo os nutricionistas, essas opções são especialmente interessantes para pessoas que têm algum tipo de restrição alimentar, já que a presença desses ingredientes por si só não é considerada prejudicial. Produtos que anunciam conter mais fibras são bem-vindos, já que ajudam a reduzir a absorção da gordura pelo organismo.

Substitutos
O cacau também pode ser substituído por outro ingrediente de sabor semelhante e com propriedades nutricionais mais interessantes: a alfarroba. Trata-se de uma vagem cuja polpa é torrada e moída e serve como base para uma massa parecida com o chocolate. “A alfarroba tem mais fibras, boas quantidades de vitaminas e minerais e, quando comparado com o chocolate, tem menos açúcar e menos gordura”, diz Cátia. Atualmente, há opções de ovos de Páscoa feitos com esse material no mercado brasileiro.

Vagem de alfarroba, ingrediente que pode substituir
cacau para obtenção de ‘chocolates’ mais saudáveis
(Foto: Rene Ernst/Carob House/Divulgação)

De acordo com Eloisa Helena Orlandi, diretora de uma empresa que fabrica produtos com alfarroba, o açúcar natural dessa vagem é maior do que o açúcar presente no cacau, o que dispensa a inclusão de adoçantes na fabricação. O produto também não contém glúten, nem ingredientes de origem animal, como leite. O “chocolate” de alfarroba não tem os estimulantes presentes no chocolate tradicional, como a cafeína e a teobromina.

Segundo ela, a alfarroba não é um alimento de baixa caloria, mas é um pouco menos calórico do que o chocolate tradicional. Se uma barra de 25 gramas do chocolate ao leite tem de 125 a 130 kcal, o chocolate de alfarroba tem 116 kcal.

Para quem não se preocupa com as calorias extras, ovos de Páscoa de marzipã também são opções. Apesar de calórico, o marzipã traz os benefícios relacionados às amêndoas, seu principal ingrediente. As amêndoas têm propriedades capazes de reduzir o colesterol ruim e manter o colesterol bom, além de serem ricas em cálcio e ferro.

Limites
De acordo com os especialistas, um consumo saudável de chocolate não pode ultrapassar 30 gramas por dia, no caso dos adultos. É nessa quantidade que os benefícios do cacau são observados de forma mais intensa.

No caso das crianças, segundo a pediatra Denise Ramos de Andrade Bedoni, do Hospital Leforte, não é recomendado que menores de três anos consumam chocolate. A partir dessa idade, o consumo diário não deve ultrapassar o equivalente a um tablete pequeno. “Orientamos que os pais evitem o consumo precoce de chocolate, por ele ser potencialmente alergênico e calórico. Mas sabemos que, na Páscoa, tem criança que ganha até 10 ovos.”

Quanto ao melhor tipo de chocolate, vale para as crianças as mesmas orientações dadas para os adultos: a preferência deve ser pelos chocolates mais amargos e sem recheios. “As papilas da língua de uma criança pequena são puras, não têm nenhuma alteração viciosa de paladar que vão adquirir com a idade. Se estimula para alimentos muito doces, a criança vai tender a recusar alimentos que não são tão doces”, diz Denise.

Para evitar o exagero, uma dica é abrir um só ovo por vez e dividi-lo em pedaços pequenos, limitando o consumo diário. Não deixar todos os ovos à vista pode ser uma boa ideia para evitar a tentação de querer experimentar todos de uma vez.