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TODOS JUNTOS CONTRA O CÂNCER INFANTO JUVENIL

Cats, como eu falei Setembro é o mês dourado, todos juntos contra o câncer infanto juvenil.

A verdade é que ninguém acredita que uma criança ou um adolescente possa ter algo tão sério com pouca idade. E nós entendemos a preocupação dos pais ao descobrirem a doença em seus filhos.

Mas é importante saber que, felizmente,
os avanços de pesquisas e tratamentos já podem curar os pacientes quando o diagnóstico é feito a tempo. Em outras palavras: quanto antes a doença é descoberta, maiores são
as chances de vencê-la.

A F.biz foi convidada pela Coniacc (Confederação Nacional de Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer) a criar a campanha para o Setembro Dourado.

O movimento é uma iniciativa da Coniacc que acontece ao longo do mês em todo o país com o objetivo de alertar os pais sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer infanto-juvenil.

O resultado é uma animação bastante emocional e uma arte impecável. As cenas iniciais mostram um menino que perde o último fio de cabelo durante o tratamento.

Por meio de efeitos que remetem para a passagem do tempo, esse fio sobrevoa a cidade até que encontra seu dono. Ele pousa na cabeça do mesmo garoto que na infância enfrentou a doença, mas que hoje aparece como um jovem saudável.

“O objetivo é alertar os pais que o câncer infanto-juvenil tem grandes chances de cura, desde que a doença seja diagnosticada logo no início”, destaca Guilherme Jahara, CCO (chief creative officer) da F.biz.

O filme incentiva ainda os adultos a visitarem o site do movimento para conhecerem os sintomas que devem motivar a realização de exames preventivos.

A comunicação também é composta por spot e anúncios em revistas e jornais, e será feita com o apoio de emissoras de televisão e rádio e de empresas jornalísticas, de cinema, de mídia digital out of home e editoras que cederam inserções em âmbito nacional.

Confira o filme:

Fonte: ExameSetembro Dourado

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SETEMBRO DOURADO: PREVENÇÃO CONTRA O CÂNCER INFANTIL

O Outubro Rosa, assim como o Novembro Azul, já se consolidou no calendário brasileiro. Agora é a vez do Setembro Dourado, que tem por objetivo chamar atenção das pessoas para o câncer infantil. A iniciativa visa estimular ações preventivas e educativas associadas à doença, promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer.

“A experiência do câncer é difícil para qualquer pessoa, seja acompanhando o sofrimento de um parente próximo ou vivenciando o processo de cura e tratamento. A situação se torna ainda mais delicada quando o paciente é uma criança. Muitos pais se sentem responsáveis pela doença, pensando que poderiam ter feito algo para evitar o quadro”, explica a médica oncopediatra Dra. Fernanda Tibúrcio.

Fato é que câncer em crianças e adolescentes, felizmente, é mais raro. Entretanto, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), já representa a primeira causa de morte (7% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, no Brasil, e em países desenvolvidos. Em 2014, ocorreram 11.840 novos casos de câncer infantil no país. As regiões Sudeste e Nordeste apresentaram os maiores números de casos novos, 5.600 e 2.790, respectivamente, seguidas pelas regiões Sul (1.350), Centro-Oeste (1.280) e Norte (820).

Os tipos mais comuns incluem as leucemias (33%), tumores do sistema nervoso central (20%), linfomas (12%), tumores germinativos (9%), neuroblastomas (8%), tumor de wilms (6%), tumores de partes moles (6%), tumores ósseos (5%) e retinoblastoma (3%).

As causas do surgimento de tumores nas crianças estão mais ligadas a fatores genéticos específicos. Além disso, algumas condições genéticas aumentam a incidência de certos tipos de câncer, como a relação entre crianças diagnosticadas com Síndrome de Down e a leucemia. “Na maioria dos casos, não se conhece a causa. Alguns são devidos à predisposição genética. Não existe associação com tabagismo, etilismo, hábitos de vida como ocorrem em adultos”, explica a médica.

Não existe um método preventivo específico para o câncer em crianças e jovens, mas é de extrema importância que os pais levem seus filhos a consultas periódicas com o pediatra e relatar qualquer alteração no comportamento ou corpo da criança. “Perda de peso, palidez, anemia, febre baixa constante, dor óssea ou nas juntas sem histórico de trauma no local e massas abdominais são alguns indicadores de tumores em crianças”, pontua Dra. Fernanda.

Fonte: Conecte