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Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que para 2021 sejam diagnosticados no Brasil 8.460 novos casos de câncer infanto-juvenis (4.310 em garotos e 4.150 em garotas). Esses valores correspondem a um risco estimado de 137,87 casos novos por milhão no sexo masculino e de 139,04 por milhão para o sexo feminino. 

O câncer infantojuvenil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. 

Para chamar a atenção ao assunto, em 2002 foi criado o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil, pela organização Childhood Cancer International e simboliza uma campanha global para conscientizar sobre o tema e expressar apoio às crianças e adolescentes e suas famílias. Assim como nos países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Porém, em torno de 80% deles podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados, por isso a importância de que a família esteja atenta e busque tratamento adequado já no início. 

Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afetam os glóbulos brancos), os que atingem o sistema nervoso central e os linfomas (sistema linfático). Também acometem crianças e jovens o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que originam os ovários e os testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).

Sintomas

Segundo o Inca, os sinais do câncer pediátrico, muitas vezes, são parecidos com os de doenças comuns entre crianças e adolescentes, então caso persistam, precisam ser investigados por profissionais de saúde o mais breve possível. Alguns sintomas são: palidez, manchas roxas, sangramento, dor na perna, caroços e inchaços indolores, perda de peso inexplicável, aumento da barriga, alterações nos olhos, dor de cabeça, fadiga, tontura, sonolência, vômitos pela manhã com piora ao longo do dia, tosse persistente, sudorese noturna e falta de ar.

Por isso, é importante o acompanhamento constante com um pediatra. Por serem predominantemente de natureza embrionária, tumores na criança e no adolescente são constituídos de células indiferenciadas, o que, geralmente, proporciona melhor resposta aos tratamentos atuais. Compreende três modalidades principais (quimioterapia, cirurgia e radioterapia), sendo aplicado de forma racional e individualizada para cada tumor específico e de acordo com a extensão da doença.

Prevenção

A hematologista e hemoterapeuta pelo Inca, Maria Cunha Ribeiro Amorelli (CRM 13.399), que atende na clínica AngioGyn, no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, explica que em núcleos familiares nos quais se percebe um aumento no número de casos de câncer ou tumores graves, raros ou consanguinidade entre os pais, isto é, sejam parentes, é possível fazer o aconselhamento genético pré-natal. “Nas famílias onde já se detectou uma síndrome de hereditariedade do câncer, doenças genéticas herdadas ou raras está indicado o aconselhamento pré-natal para que a família entenda e calcule os riscos de surgimento da doença no seu filho.”

Ela, que também é especialista em hereditariedade do câncer pelo Hospital Albert Einstein, salienta que já existe a possibilidade de seleção do embrião para as famílias submetidas a reprodução assistida. “A técnica é um sequenciamento de nova geração feito nos genes do embrião que permite selecionar embriões que não possuam mutação hereditária”, revela Maria Amorelli.

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DOAÇÃO E VISITA AO HOSPITAL INFANTIL DARCY VARGAS

Segunda feira foi um dia de alegria no Hospital infantil Darcy Vargas.
O Instituto Quimioterapia e Beleza e as voluntárias universitárias da PUC, fizeram a alegria dos lindos pacientinhos!
Entregamos com muito carinho os kits da PEDALADA Rosa, e muitos lenços do Banco de Lenços.
A bandana rosa fez o maior sucesso, inclusive entre os garotos que faziam de piratas.
Muita emoção, carinho, força! Saímos energizados de amor!

Fotos: https://www.flickr.com/photos/quimioterapiaebeleza/albums/72157685222051206/with/35312943271/

Ainda não conhece o nosso Banco de Lenços? Acesse: www.bancodelencos.com.br

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KEYLOR NAVAS RASPA A CABEÇA EM HOMENAGEM A CRIANÇAS COM CÂNCER

O goleiro do Real Madrid, Keylor Navas, raspou a cabeça depois de vencer com o time o Campeonato Espanhol, no domingo, em uma homenagem a crianças que lutam contra o câncer.

“Raspei a cabeça porque queria dedicar o gesto às crianças que estão nos hospitais, submetidas a tratamentos muito severos, que os fazem perder o cabelinho. E aqui estou, sem cabelos”, afirmou, após o jogo.

“Se conseguisse um título, queria dedicá-lo a elas e aqui estou com atos”, disse o goleiro costa-riquenho à rádio Cadena Cope, depois da partida na qual o Real Madrid venceu o Málaga por 2 x 0.

Keylor Navas reconheceu que a equipe lutou bastante (pelo título do Campeonato), e que os companheiros “fizeram um grande trabalho”. “Hoje podemos nos considerar muito satisfeitos porque atingimos o objetivo ao qual nos propusemos no início da temporada”.

O goleiro costa-riquenho insistiu que deseja continuar no Real Madrid, quando voltam a soar rumores sobre uma eventual chegada à equipe do goleiro do Manchester United, David de Gea.

“Estou muito tranquilo, tenho contrato com o Real Madrid. Depois da final da Liga dos Campeões, vou sair de férias. Na pré-temporada voltarei com mais força. Não tenho nenhuma intenção de ir embora. Sou feliz aqui”, assegurou Keylor Navas.

Fonte: El País

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MENINA DE 9 ANOS VENCE CÂNCER E ARRECADA 5 MIL LITROS DE LEITE PARA DOAR A CRIANÇAS EM TRATAMENTO

Desde os primeiros anos de vida, a pequena Beatriz Trivelato Simionato encara as dificuldades com coragem de gente grande. Aos 4 anos, Bia, como gosta de ser chamada, foi diagnosticada com três linfomas e permaneceu em tratamento no Hospital de Câncer de Barretos (SP). A menina venceu a doença e agora, ao completar 9 anos, acaba de mobilizar os pais e os amigos em uma ação solidária: arrecadar leite para crianças que estão internadas, situação que ela conhece bem.

Os pais, a educadora Cintia Cristiane Trivelato e o tapeceiro Luiz Roberto Simionato, encabeçaram a campanha que resultou na doação de 5.274 litros de leite. A mãe elogia o gesto que considera de extrema generosidade, ainda mais vindo de alguém tão jovem.

“No mundo hoje é tão difícil encontrar pessoas que ajudam o próximo, e a gente conseguir plantar uma sementinha do bem nela é um orgulho. Eu espero que ela continue assim, que cresça e possa ajudar os outros”, diz Cintia.

A batalha

Em 2012, ao completar 4 anos de idade, Bia foi diagnosticada com três linfomas do tipo Burkitt no abdômen, uma forma rara e agressiva de câncer.

“Numa consulta de rotina o pediatra notou que ela estava com a barriga inchada e entrou com uma medicação para verme. Como não surtiu efeito, ele começou a investigar e nos exames seguintes foi constatado um tumor. Fomos encaminhadas para o HC e lá foi constatado que eram três cânceres”, afirma a mãe.

Segundo o oncologista pediátrico Robson de Castro Coelho, do Hospital de Câncer de Barretos, inicialmente é comum o médico confundir os sintomas porque eles estão ligados a dores abdominais. “A pessoa vai ao pronto-socorro, o médico acha que é uma apendicite e na hora da cirurgia encontra a massa que é o linfoma.”

O especialista explica que o linfoma pode surgir em qualquer parte do corpo, mas ocorre com mais frequência no abdômen.

“Os linfomas são os cânceres que vão aparecer no tecido linfoide, aquela parte que faz as ínguas. Elas fazem parte do nosso sistema de defesa, avisam quando a gente tem algum tipo de infecção. O linfoma é o crescimento incontrolável dessa célula”, explica Coelho.

Casos de linfoma tipo Burkitt são tratados com quimioterapia. Durante três meses, Bia passou por diversas sessões no hospital e raspou os cabelos por causa da queda acentuada dos fios. Todas as etapas da luta da filha foram registradas pela mãe, que jamais perdeu a esperança de ver a filha curada.

“Foram três meses muito intensos, mas a Bia é muito iluminada e você não a via chorando. Ela sempre quis viver. Eu tive que aprender a ser forte para não chorar perto dela, para não sofrer perto dela. Quando ela fazia os exames e tinha que ficar o dia inteiro em jejum para esperar a vaga, eu ficava em jejum junto com ela. Eu busquei forças em Deus. Deus sustentou a gente”, afirma Cintia.

Em agosto de 2012, a família recebeu a notícia mais aguardada – Bia estava curada. “O baque foi tão forte que a minha ficha sobre tudo o que ela tinha passado só caiu uns 20 dias depois que eu soube”, diz a mãe.

A educadora afirma que o diagnóstico precoce do câncer foi fundamental para que Bia tivesse mais chances de vencer a doença. “Tudo que seria feito num procedimento normal de nove meses conseguiu ser realizado em três, e ela reagiu muito bem ao tratamento”, conta.

Generosidade

Bia ainda faz acompanhamentos no hospital e a convivência com as crianças em uma situação que ela conhece de perto despertou uma vontade enorme de ajudar. A menina explicou aos pais que queria fazer algo pelos pacientes e foi aí que surgiu a ação do bem.

“Quando eu tinha câncer faziam leite para mim no hospital e eu gostava muito de beber leite. Então eu resolvi doar o leite para as outras crianças que ainda estão lá”, diz a pequena.

Prestes a completar 9 anos, Bia resolveu mobilizar os pais em uma campanha de arrecadação e a iniciativa ganhou mais adeptos. Ao invés de brinquedos e roupas no aniversário, ela pediu leite de presente. Pessoas que sabiam sobre o caso de superação da menina abraçaram a causa e desconhecidos se sensibilizaram fazendo as doações.

“Começamos a divulgar nas escolas e a campanha foi crescendo de uma forma que a gente jamais imaginou. Todo mundo começou a compartilhar, cantores começaram a gravar vídeos pedindo doação. Teve gente do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, gente que conheceu pela internet e quis participar”, afirma Cintia.

Os preparativos para reunir todas as doações no dia 6 de maio, data da festa de aniversário, começaram pela escolha do tema. “Mulher maravilha porque ela é a maior guerreira. Ela ajuda as pessoas e eu também vou ajudar”, explica a menina.

No sábado, vestida como a heroína dos quadrinhos, Bia pode finalmente dimensionar a grandiosidade de seu gesto. Ao todo, 5.274 litros de leite foram arrecadados para as crianças que estão em tratamento no Hospital de Câncer ou são acompanhadas pela Casa Acolhedora Vovô Antônio e pelo Instituto Bruno Boeira, todos em Barretos.

À frente de centenas de caixas de leite, ela posou para fotos e disse que pretende continuar cuidando das pessoas que precisam de ajuda.

“Eu resolvi ser médica depois que eu passei por tratamento e vi como eles [médicos] trabalham. Eu gosto muito deles e eu também quero ajudar a salvar vidas, quero ajudar as outras pessoas.”

Engajada, a menina já faz planos para o aniversário do ano que vem e pretende arrecadar brinquedos para presentear outras crianças. Para a mãe, não há limites para o enorme coração da filha. “Ela é muito humana, sempre pensa muito no outro, é muito apegada com as crianças pequenininhas que estão lá. À noite, ela pede a Deus para curar as crianças, assim como ela foi curada. Ela está ótima, graças a Deus.”

Fonte: G1

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MÉDICO TOCA MÚSICA PARA CRIANÇA COM CÂNCER

Texto por Dr Paulo Martins:

“Nessa vida, o importante é ser feliz. Um dia antes, na visita habitual da enfermaria, vi que estávamos com muitos adolescentes internados e que eles sofriam com a ociosidade da internação, além das dificuldades inerentes ao momento em que passavam. Combinei com eles que no dia seguinte iria trazer o ukelele para fazermos um som e desopilarmos um pouco. No dia seguinte, como prometido, trouxe o instrumento. Aguardei o turno da tarde, onde as coisas pareciam estar mais calmas, para fazer um tour musical pela enfermaria da oncologia. Quando peguei o ukelele, parece que foi mágico, nas duas horas subsequentes não houve nenhuma intercorrência. Juntos a Minhas parceiras inestimáveis, Laila Rigolin Fortunato e Juliana Souza, começamos a tocar de quarto em quarto as musicas que cada paciente pedia. Sertanejo, rock, música gospel. Sob a supervisão da nossa enfermagem, íamos tocando duas, três musicas em cada quarto. Cada paciente cantou a plenos pulmões, se emocionou, pediu mais. Notei que enquanto eu entrava nos quartos e tocava as musicas, havia uma pequenina que me acompanhava dançando do lado de fora. Quando sai no último quarto, não teve jeito, ela estava na porta me esperando, me olhando curiosa. Pediram, ” toca uma música para ela Paulão! “. Inicialmente fiquei envergonhado, pois não sabia nenhuma música infantil. Mas o pai me acalmou, “ela gosta de Marília Mendonça”. Não teve jeito. Comecei a tocar, baixinho, e na medida que os acordes e a letra iam fluindo, seus passos magicais foram me acompanhando. Dançou a música inteira. Terminei e me pediram outra. Medo Bobo. Toquei e ela dançou divinamente bem. Ao término, só alegria. Todo mundo feliz, leve. Aquilo se chamava Paz. Hoje, dias após, vejo que essa tarde, aparentemente tão simples, ganhou uma repercussão que eu jamais imaginaria. Mensagens, ligações, apoio. Me lembrei de todas as vezes em que meu jeito foi criticado, desde a graduação, até mesmo na residência. Mas não há dúvidas: quando a gente faz o que gosta, do jeito que gosta, dá certo. Nesta tarde, todos ganhamos. Na saudade intensa de casa e da minha família, nos braços dos pacientes e dos seus familiares, recebo todo afeto do mundo. Agradeço imensamente a toda a equipe multidisciplinar que trabalha na enfermaria do HC, pessoas fantásticas, aos meus preceptores exemplares, aos meus amigos da residência e, em especial, ao me sexteto que está diariamente junto comigo nessa batalha. Amar e se dedicar ao próximo jamais deve ser um fato único que chame a atenção, tem de ser algo constante e rotineiro. As crianças precisam disso! Nós que temos de levar alegria e boa energia nos lugares onde vamos, e jamais devemos nos abater com o mau humor, indiferença e tristeza que algumas vezes tentam nos contaminar. Ó impossível é só questão de opinião. Avante!”

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BAILE DE CARNAVAL ANIMA CRIANÇAS EM TRATAMENTO

Marchinha, fanfarra, samba e tecnobrega embalaram o 1º Bailinho do Bem do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém, realizado no sábado (18). Gaby Amarantos, Lia Sophia e Arthur Espíndola cantaram para as crianças. A festa foi realizada na brinquedoteca da unidade, que ganhou uma decoração especial para receber pacientes e acompanhantes.

Para o músico Arthur Espíndola, a visita ao Hospital Oncológico Infantil foi um momento muito especial. “Estou muito feliz em ver a alegria das crianças, dos pais, dos colaboradores que cantaram com a gente. Foi um momento de alegria em uma jornada muito dura. E poder trazer um pouco do que faço, do talento que Deus me deu, me deixa muito feliz”, contou Arthur.

A cantora Lia Sophia também considerou o momento como especial. “É um presente para mim participar e contribuir um pouquinho para essas crianças, que estão nessa luta. Vamos todos fazer nossa parte, doar nossa alegria para eles”, falou.

Lia Sophia e Arthur Espíndola participam do bailinho de carnaval para jovens e crianças em tratamento de câncer (Foto: Agência Pará)

A adolescente B. H., de 17 anos, que faz tratamento na instituição há oito meses, era uma das mais animadas no evento. Para a sua mãe, Vanessa Rodrigues, ações como essa ajudam a promover o bem estar e amenizar o sofrimento de crianças e adolescentes que lutam contra o câncer na unidade. “Nessa hora, eles esquecem todos os problemas e curtem o momento. E, como vejo minha filha feliz, eu também fico”, comentou a acompanhante.

Segundo a coordenadora de Humanização do Oncológico Infantil, Paula Viana, a programação faz com que os pacientes se sintam parte do que acontece fora do hospital. “Quem está internado na unidade, vê que fora está acontecendo o Carnaval, uma das principais festas brasileiras, e nem imagina que poderia acontecer aqui também. Então, é legal a gente trazer essas atividades para que as crianças possam viver essa alegria também e lembrar que não são pessoas que estão simplesmente doentes, mas são sujeitos, e que a vida existe muito além da doença”, explicou a coordenadora.

O 1º Bailinho do Bem do Oncológico foi promovido em parceria com a organização não governamental No Olhar e o grupo de voluntários Flores de Kahlo. A coordenadora de campanhas da ONG, Patrícia Gonçalves, falou da alegria em poder contribuir. “O mais importante nessa vida é espalhar amor. Nós estamos aqui para plantar essa semente e, também, mostrar que se a gente aplicar o respeito à vida em pequenas ações do dia a dia, é possível transformar esse mundo em um lugar melhor”, contou Patrícia.

Para a diretora geral da unidade, Alba Muniz, é primordial que as crianças e adolescentes tenham uma vida normal durante o tratamento. “Aqui é um lugar de vida, no qual o nosso afeto e um trabalho humanizado promovem o bem estar e a consequente recuperação. Queremos sim espalhar alegria”, revelou a diretora.

Gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), a unidade possui 60 pacientes internados, e cerca de 650 pacientes em tratamento.

Fonte: G1

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POLICIAIS RODOVIÁRIOS RASPAM O CABELO PARA APOIAR CRIANÇAS COM CÂNCER

Os policiais rodoviários de Mato Grosso deixaram a rotina de lado nesta quarta-feira (23) para promover um evento em prol de crianças e adolescentes com câncer do estado. O principal compromisso do dia era raspar o cabelo em apoio aos pacientes que tiveram que se desfazer do cabelo por causa do tratamento. Além da ação, cerca de duas toneladas de alimentos e um cheque no valor de R$ 3 mil foram arrecadados pelos policiais.

Ação fez parte do Dia Nacional de Combate ao Câncer em crianças e jovens. Como parte das atividades, os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mudaram o visual. O cabelo raspado foi uma foram de demonstrar apoio para as quase 1,5 mil crianças em tratamento no estado.

“Não há preço estar em aqui. Nós nos sensibilizamos com o caso e sempre tentamos apoiar da melhor forma possível”, disse o superintendente da PRF, Arthur Nogueira.

Além da mudança de visual, foram arrecadados R$ 3 mil com o troco solidário nas praças de pedágio em rodovias do estado. Durante uma campanha, a PRF também arrecadou mais de duas toneladas de alimentos que serão doadas.

Para a jovem Fernanda Oliveira, de 20 anos, que está em tratamento contra o câncer, a ação é fundamental. “É uma forma de nos sentirmos mais amados. Além disso, nos sentimos mais fortes para enfrentar a doença”, declarou.

Com a proximidade do natal, também foram arrecadados livros e brinquedos que serão entregues aos pacientes do Hospital do Câncer de Mato Grosso.

Fonte: G1

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MENINAS RECRIAM FOTO PARA MARCAR VITÓRIA CONTRA O CÂNCER

(Fonte: Por Dimitriu Ritter, Revista Donna)

Em 2014, as fotógrafas Lora Scantling e Christy Goodger foram responsáveis por uma imagem que se tornou um viral nas redes sociais. Na foto, três meninas aparecem abraçadas de olhos fechados com a seguinte frase sobreposta: “Às vezes a força vem em saber que você não está sozinha.”

A mensagem é um incentivo às meninas que lutavam contra o câncer. A foto, publicada na página das fotógrafas, foi curtida mais de cinco mil vezes e compartilhada por quase três mil pessoas. Dois anos depois, elas recriaram o ensaio para comemorar a vitória na batalha contra a doença: todas estão em remissão ou curadas. As informações são do jornal Today.

Rheann Franklin, hoje com 8 anos, está completamente curada do tumor que teve na região da cabeça. A perda do cabelo e os olhinhos fechados foram as únicas sequelas da doença. Ainsley, na direita da foto, com 6 anos, está vencendo a batalha contra o câncer, que está em remissão. E, segundo a fotógrafa, Rylie Hughey, de 5 anos, está cada vez mais forte e é monitorada a cada três meses.

— O vínculo que elas têm é incrível e é realmente puro. Elas entendem que a foto foi vista em todo o mundo e que fizeram uma enorme diferença para a consciência do câncer — disse Lora ao Today.

É muito amor envolvido, né?

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FOTÓGRAFOS SE UNEM PARA CHAMAR ATENÇÃO DO CÂNCER INFANTIL

A menina Ava vivia sempre sorrindo, amava a cor rosa e brilhos. Ela adorava abraçar e dar muitos beijos em todo mundo que amava. Porém, aos quatro anos, a pequena foi diagnosticada com um tipo raro de câncer no cérebro. Uma amiga fotógrafa da família decidiu, então, fazer uma sessão de fotos para gravar para sempre o que Ava tinha de mais encantador: o sorriso.

Foi a partir daí que surgiu o projeto The Gold Hope Project (O projeto da esperança dourada, em tradução livre), criado para chamar atenção ao câncer infantil e dar suporte às famílias que precisam encarar essa doença. Diversos fotógrafos se oferecem para registrar os melhores momentos das crianças para famílias que não podem pagar por uma sessão fotográfica.

Ao mesmo tempo que a alegria dos pequenos fica registrada para sempre, a história de cada um deles é compartilhada no site oficial do projeto, que também arrecada fundos para as pesquisas de oncologia pediátrica e tratamentos.

O objetivo dos fotógrafos é fazer, assim como na sessão com Ava, registrar não apenas uma paciente de câncer, mas uma criança aproveitando a vida, cantando, sorrindo e brincando. Conheça algumas histórias:

KELSIE

The Gold Hope Project/ Art by Jessica
O pai de Kelsie largou o emprego para cuidar da filha, paciente de leucemia, em tempo integral após o diagnóstico.

Diagnosticada com leucemia, atualmente está em fase de manutenção do tratamento após 8 meses de quimioterapia intensiva. Segundo a mãe, após a descoberta do câncer, a família ficou mais unida e, agora, aproveita mais as “pequenas coisas” com Kelsie.

BRENDAN

The Gold Hope Project/ Kate Hazell Photography
Brendan foi diagnosticado com câncer na retina aos 13 meses, mas, após tratamento intensivo, se livrou da doença

Com apenas 13 meses, os pais de Brendan descobriram que seu segundo filho sofria de uma retinoblastoma, um tumor da retina. O menino passou pelo tratamento e, hoje, aos seis anos, já está há quatro livre do câncer.

KAYDIN

The Gold Hope Project/ Haven Photography
Kaydin tem apenas um ano e vai enfrentar sua segunda batalha contra a leucemia, esperando por um doador de medula.

No ano passado, quando o pequeno Kaydin tinha seis meses, foi diagnosticado com um tipo raro de leucemia. Após meses de tratamento intensivo, ele entrou em remissão, mas a doença voltou. Agora, a família procura por um doador de medula óssea.

Brasil

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, os tumores mais frequentes na infância e adolescência são as leucemias, que afetam os glóbulos brancos, os do sistema nervoso central e os linfomas. No Brasil, o câncer é a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Estima-se que ocorrerão 12,6 mil novos casos de câncer infantil no País ao ano em 2016 e em 2017

Fonte: IG

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CACHORRO AJUDA DESCOBRIR CÂNCER EM MENINA

Os pais de Pippa Woods, Paula e Philip, se alertaram quando a cadela Bessie não saía do lado da menina. Estranhando o comportamento do animal, eles levaram a filha ao médico e veio o diagnóstico: leucemia linfoblástica. Graças à detectação precoce, a menina já iniciou tratamento e descobriu que seu câncer está em remissão.

A família é de Brotton, North Yorkshire, no Reino Unido. “Temos sido abençoados.  A detecção precoce explica a remissão. Somos gratos pela ajuda do nosso cão”, afirma o pai de Pippa. Os especialistas acreditam que seguindo neste ritmo, ela poderá terminar seu tratamento em 2018. O diagnóstico foi dado em maio deste ano.

Fonte: O Povo