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DANÇARINA COMEMORA LUTA CONTRA O CÂNCER COM FORRÓ

Vivendo em Paris, a dançarina brasileira Tatiana Monteiro passou muito tempo enfrentando um câncer.

A primeira coisa que fez ao se recuperar foi dançar esse forró tendo Paris como palco, demonstrando a felicidade no rosto.

Fonte: Catraca Livre

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JOVEM COM CÂNCER FAZ FESTA PARA RASPAR CABELO

Risadas, comes, bebes e muita música. Uma festa entre amigos realizada num sábado de março não teria nada de anormal não fosse a motivação. Michell Denny Rossi chamou mais de 20 amigos para rasparem seu cabelo. Dias antes, os fios começaram a cair por causa do tratamento contra o Linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer no sistema linfático.

“Foi sensacional. E no final quatro amigos ainda rasparam a cabeça comigo”, lembrou animado. Para ele, o bom humor e o otimismo são suas principais ferramentas no combate ao câncer diagnosticado em dezembro do ano passado.

Ficar questionando, reclamando e vendo o lado negativo de tudo não vai levar a lugar nenhum. Por isso, absorvi tudo e aceitei. Aceitei que estou doente e que será preciso alguns cuidados para ficar bom novamente

Aos 29 anos, o funcionário público tirou licença do trabalho na prefeitura de Praia Grande (SP) para seu tratamento. A cada quinze dias, ele vem para a capital paulista para ter sessões de quimioterapia.

Por conta do tratamento, sua imunidade tende a cair e máscaras tornaram-se parte da vestimenta obrigatória para ficar em locais com muita gente. A quimioterapia terá de ser feita por seis meses.

Apesar das dificuldades, Rossi se apega ao lado positivo da doença. “Estou revendo amigos que eu não via há anos, minha família está muito mais unida e percebi que essa será uma ótima oportunidade para eu ser uma pessoa melhor. Sinceramente, ainda não achei coisa ruim do câncer. Já que ele existe, tenho que aprender algo com ele.”

Diário de Facebook

O jovem fez questão de publicar como comemorou a Páscoa

Para “facilitar a vida” de amigos e familiares, Michell recorreu ao seu perfil no Facebook para compartilhar – com ótimo humor – as etapas de seu tratamento.

Desde 23 de janeiro, quando anunciou publicamente que estava doente, cada etapa é um flash! Até eleição para nomear seu cateter – implantado numa pequena cirurgia para receber a quimioterapia – ele organizou. O nome mais votado foi “Quimicure”.

“Acho que muita gente quer acompanhar minha história a partir do câncer e a forma leve com que eu estou lidando com tudo”, contou.

Uma estranha bolinha

A jornada de Rossi começou em outubro de 2015, quando uma coceira no peito, tosse persistente e suor excessivo levaram-no a procurar um médico. Antes de que saíssem os resultados dos exames, uma bolinha surgiu em seu pescoço.

O jovem logo estranhou quando o médico do posto de saúde pediu para que ele fizesse uma tomografia computadorizada o mais rápido possível.

Fiz a pior coisa que alguém poderia fazer: comecei a pesquisar meus sintomas no Google. Achei que fosse morrer! Bateu um desespero gigante. Teria sido bem melhor se eu não tivesse feito isso. Pelo menos não ia sofrer por antecedência

Depois de uma biópsia, o médico confirmou o câncer. “Foi um baque bem forte. Estou no nível dois [de quatro], então não é o melhor de todos, mas também não é o pior. Nesse tempo eu acabei reforçando minha força espiritual e a minha fé. Decidi ser otimista e tenho 100% de certeza de que vou me curar.”

Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), órgão auxiliar do Ministério da Saúde, o Linfoma de Hodgkin pode atingir qualquer faixa etária. No entanto, é mais comum em pessoas com idade entre 25 a 30 anos. Estima-se que 2.470 novos casos da doença sejam diagnosticados em 2016. Fonte: UOL

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CÂNCER COM ALEGRIA

A catarinense Mariana Leone foi diagnosticada com um raro tipo de câncer ósseo em março de 2013. Ela tem 41 anos, é bioquímica e tinha uma vida normal e ativa (trabalhava bem, malhava cerca de duas horas por dia). Foi um grande choque quando descobriu a doença. Sentiu que perdeu o chão, que nada mais fazia sentido. Mas depois desse momento do “E agora, o que eu faço?”, ela foi ao combate lindamente! Em entrevista com Marie Claire ela diz que pensou que como o problema já existia, o negócio era enfrentá-lo. E escolheu passar por ele bem, e então surgiu sua página no facebook: “Câncer com Alegria“. Na verdade, esse nome tem como inspiração a conversa que teve com seu marido que lhe disse “Ou você escolhe viver o câncer com tristeza, e isso não vai funcionar, ou vai viver com alegria”.

Na página dela ela procura desmistificar essa ideia de que mulher com câncer é triste e feia. Nada disso!!! Entre os projetos apresentados na página, ela tem um ensaio fotográfico lindo com vestido de noiva, é a Campanha Noiva! Casada por 25 anos, ela conta: “Na minha caminhada, encontrei jovens, entre 20 e 25 anos, que estavam com casamento marcado quando receberam o diagnóstico. “Tive a ideia de mostrar que a mulher é bonita mesmo estando careca”. Então incentiva as mulheres a darem continuidade com a cerimônia, mesmo que estejam carequinhas. A cat conta: “A ideia da minha campanha é mostrar que não é preciso cabelo para ter autoestima elevada. A gente se prende muito a isso, que o cabelo é tudo. A beleza está no brilho dos olhos, na clareza da alma”. Ela diz que o Fábio, seu marido, foi um grande incentivador de sua autoestima. Conta inclusive que logo depois que raspou seus cabelos ele foi fantástico e a careca até virou fetiche. Ela brinca: “Se era verdade ou não, me fez sentir muito bem”

E esse não é o único projeto dela! Ela tem mais dois que realiza no Hospital Marieta Konder Bornhausen (Itajaí – SC): um que um que viabiliza perucas para mulheres com câncer e outro que leva fisioterapeutas para alegrar os pacientes da instituição.

Sabe essas pessoas que tem o dom de fazer o bem, alegrar outras pessoas, se preocupar com o outro? Ela é assim! O melhor remédio que encontrou foi organizar ações de voluntariado que beneficiam pessoas em situações semelhantes à dela. “Sempre ocupo minha cabeça para não ficar na triste. Gosto trabalhar com coisas boas, ajudar pessoas e levar o amor”, afirmou. A catarinense recebe doações de amigos e conhecidos para manter seus projetos.

Claro que nem sempre foi assim, mas teve muito apoio de seu marido. Logo que viu seu diagnostico ela ficou super abalada e ele nem mesmo reconhecia. Eles se conheceram no colégio, namoraram a distância quando ele mudou de cidade, mas a família não apoiava. E então eles bolaram um plano: aos 16 anos ela engravidou para que assim eles pudessem se casar. Casaram e estão juntos nesse companheirismo lindo até hoje! Inclusive realizaram uma segunda cerimônia para comemorar os 25 anos de casamento. O câncer não é a história dela, é só uma partezinha disso. Ainda não terminou o tratamento, está nessa batalha, mas seus cabelos já começaram a crescer. Ela segue confiante ao lado de seu marido e seu filho, sendo essa cat inspiradora e incrível.

Veja as fotos produzidas por Beto Bocchino, ela super linda vestida de noiva:

Fonte: Marie ClaireCatraca Livre