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Cat Hanny Angele

A Cat Hanny Angele Barros compartilhou o seu depoimento para inspirar e ajudar muitas pacientes oncológicas. 💖 Confira:

“Há 15 anos tive câncer maligno de estômago e me curei após várias sessões de quimioterapia. Ao longo do tratamento, perdi 30kg, todo meu cabelo e, inclusive, meu ex-marido na época, pai do meu Lucas, que tinha apenas 1 aninho de vida.

Após a cura, comecei faculdade, me formei em Relações Públicas, tirei a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), me casei de novo e hoje tenho minha 3° filha, linda e saudável, com 1 ano e 5 meses”

Que lindo depoimento, Hanny! É muito emocionante ver alguém superar a luta contra o câncer e seguir a vida, criando novos laços e se fortalecendo.

Quer deixar seu depoimento também? Encaminhe junto com uma foto para o email [email protected] Vamos compartilhar nossas histórias e nos unir na luta contra o câncer.🎀

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Cat Cris Martins

Meu nome é Cristina Martins, 25, paulista, residente em Curitiba/PR há 8 anos. Sou mãe da Sophia (5) e da Helena (chegada prevista para Janeiro/2020).

Minha história se inicia em Março/2016, quando por uma dificuldade de evacuar procurei um Gastro. Após 1 mês e 13 dias sem conseguir ir ao banheiro fui encaminhada à dita BIOPSIA do estômago e vias intestinais, pois nesta fase já sangrava, tinha dores nas costas, cabeça e meu corpo se tornou pesado.

Em Maio/2016 veio o resultado – MELANOMA estagio lll – reto e intestino grosso. Às pressas fomos para as lavagens, retomoidoscopias, colonoscopias e então a cirurgia. Sem muito sucesso, já em Julho/2016 fui encaminhada às quimioterapias e radioterapias, que no início exitei. Pois de 67 kg já pesava 55 kg, não tinha mais psicológico para seguir adiante. Não tinha mais desejo, auto estima, ânimo.

Mas tive algo muito importante: Primeiramente DEUS ao meu lado que em momento algum me deixou só; Sophia que, ao acordar e dormir, dizia me amar infinitamente; minha família e meus amigos, que de todas as formas possíveis me deram forças e coragem para seguir adiante.

Então, em Agosto/2016, demos início às sessões semanais de quimio e radio (18 amarelas e 24 vermelhas). Na primeira sessão já pude perceber a queda de pelos como: sobrancelhas, braços e cílios. A partir da quarta meu cabelo se iniciou com a queda. Foi ai que a ficha realmente caiu.

Ficaria careca! Perderia a única coisa em mim que ainda me animava! Com indicação da psicologa, conheci o Instituto Flavia Flores, onde pude acompanhar na íntegra histórias como a minha, pude ver mulheres guerreiras vencerem, se assumir, aceitar.

Chegamos então a conclusão da doação do que ainda me restava do cabelo. 05/09/2016 na sede da Atitude na Cabeça em Curitiba/PR fiz minha doação, foram 36 rolinhos de cabelo, cada rolinho com fios de 62cm (Foto de capa).

Fiz da minha tristeza a alegria de alguém.E isso me deixava feliz. Na mesma semana recebi do Instituto vários lenços, de cores diferentes para poder abusar no visual. Enfim, Janeiro de 2017 minha luta chegou ao fim. Deus me concedeu a cura.

Hoje, 04/10/2019, sou uma mulher saudável. Sophia está com 5 anos e nossa família irá aumentar, pois em Janeiro/2020 receberemos nossa Helena que será a Luz de nossas vidas.

Sou grata pelo universo e pelas pessoas que me acompanharam e me acompanham até hoje, vivenciando comigo o meu relato!

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Cat Fernanda Oliveira

Meu nome é Fernanda Oliveira, 38 anos moro em BH e vou compartilhar com vocês minha trajetória de muita luta, superação e grandes vitórias! 

Tive o primeiro diagnóstico de câncer de mama em 2016. Um susto imenso, medo, insegurança e incerteza tomaram conta de mim. Então eu decidi não deixar a tristeza e a negatividade prevalecerem.

Durante o meu processo tentei sempre buscar ver o lado positivo de todas as situações, até as mais difíceis. Graças a Deus tive muito apoio da minha família e amigos sempre ao meu lado em todos os momentos!

Fiz o tratamento com cirurgia (quadrantectomia), quimioterapia (4 vermelhas e 12 brancas), 14 sessões de HERCEPTIN, radioterapia (33 sessões) e Tamoxifeno. Terminei o tratamento em janeiro de 2018.

Ah quanta alegria ver minha vida retomada, de volta o trabalho, minhas aulas de dança do ventre, caminhada, academia, ensaios fotográficos e viagens.

Mesmo estando tudo bem criei o hábito de fazer o autoexame todos os dias, e em um deles percebi um nódulo bem pequeno no mesmo seio em que havia operado. Imediatamente procurei meu mastologista que já solicitou um ultrassom que constatou um pequeno caroço e 3 nódulos. Realizei depois 3 punções e biópsia, aquele frio na barriga e ao abrir o resultado…CÂNCER.

Em junho de 2019 tive recidiva com metástase óssea, hepática e subcutânea. Fiquei careca pela segunda vez, fiz quimioterapia novamente, fiz mastectomia e esvaziamento axilar. Ao terminar o ciclo de 6 sessões de quimio, surgiram novos nódulos, tive que realizar outra cirurgia dia 18 de janeiro deste ano. Atualmente sigo em tratamento, sem previsão de término.

Dia 04/05 venci os meus medos realizei outra cirurgia para colocar o cateter e graças a Deus estou bem. Seguindo firme e confiante sempre.

O que mais aprendi com tudo que tenho vivenciado é viver um dia de cada vez, fortalecer minha fé, ter resiliência, positividade e muita gratidão.

Gostaria de ressaltar também o meu amor pela dança. A dança cura a tristeza e alegra a alma. Eu tentei me manter sempre em contato com a dança durante todo o processo. Quando não tinha condições de fazer as aulas, ia em todos os eventos prestigiar. Mês passado até consegui fazer uma aula online. Uma felicidade sem fim.

O que eu diria para quem vai iniciar o tratamento: Não desistam nunca! A caminhada é longa mas a vitória é certa! Nenhuma tempestade dura para sempre e sairemos ainda mais fortes! “Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses…”(Rubem Alves)

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Descobrindo um câncer

O ano de 2017 começamos em família todos juntos, porém no mês de fevereiro meu filho mais velho sofreu um acidente gravíssimo onde meus olhos se redirecionaram todos para ele. Uma lesão do plexo braquial interrompeu a carreira dele e tivemos que aprender a lidar com o resultado da perda de todos os movimentos do braço esquerdo. Nesse período percebi o bico do meu peito retraído e o surgimento de um caroço, mostrei ao meu marido que me alertou pra que procurasse um médico.

Em agosto procurei um ginecologista que me examinou e pediu uma bateria de exames e quando realizei o ultrassom a médica me orientou a marcar o retorno ao médico o mais breve possível.

Neste mesmo mês já com os exames em mãos, iniciei meu tratamento. Ali meu chão se abriu numa junção de medo e segurança ao mesmo tempo, por ter sido diagnosticada com um câncer de mama que não era agressivo mais que infelizmente iria me levar uma mama.

Em outubro, em prantos no consultório do mastologista, recebi a notícia que teria que realizar uma mastectomia. Fui acolhida por uma senhora de nome Fátima que realizava naquele local ações de apoio às mulheres com câncer de mama da Associação Recomeçar é Possível. Foi como se Deus colocasse um anjo na vida naquele momento. Passei a frequentar aqueles encontros e perceber que não estava sozinha e ainda conheci pessoas que tinham passado pelo que eu iria passar e que estavam ótimas e seguindo a vida. Tive a oportunidade de receber orientações de como ser vitoriosa.

A cirurgia foi marcada para 11 de dezembro de 2017. Estava confiante, meus médicos me passaram sempre muita segurança. Nesta mesma data mas em 1992, eu dava à luz ao meu filho Hélio.

Fui submetida a uma mastectomia com reconstrução da mama utilizando o tecido da barriga, uma cirurgia grande, dolorida, recuperação lenta, mas com a ajuda dos meus familiares e colegas de serviço superei mais uma etapa.

Em Fevereiro de 2018, iniciei as quimioterapias, com seis seções de Docetaxel com ciclofosfamida. Quando o cabelo começou a cair resolvi cortar bem curtinho para não passar pelo que muitas mulheres relatavam, acordar careca, pentear os cabelos e eles caírem em tufos. Foi difícil mais tenho certeza que menos doloroso.

Porém, depois de uns dez dias a cabeça começa a coçar e a melhor solução foi raspar.

Segui firme! Quando me sentia bem procurava frequentar o encontro semanal na Associação Recomeçar é Possível que me emprestou uma peruca, alguns lenços e um livro que nos primeiros capítulos já me apaixonei pela escritora, “Quimioterapia e Beleza” de Flávia Flores.

Com a leitura aprendi várias dicas de amarração de lenço, maquiagem e que além do câncer de mama e os seus tratamentos pós cirurgia serem doloridos poderia estar descobrindo o quanto eu era forte. Recebi um lenço muito bonito do Instituto Quimioterapia e Beleza e passei a acompanhar as dicas da querida Flávia Flores.

Tive a oportunidade de participar da oficina de automaquiagem promovida pelo Instituto Quimioterapia e Beleza e o projeto De bem com você-A beleza contra o câncer, onde percebi que a autoestima me ajudaria, mesmo com todo mal estar sempre tentei me manter alegre e confiante.

As duas últimas seções de quimioterapia foram difíceis e passei a me sentir muito mal, passei por mais uma bateria de exames. Após o término das quimioterapias iniciei o tratamento de hormonoterapia com Tamoxifeno.

Em junho, fui diagnosticada com um tumor na hipófise, mais um tratamento iniciado e superado com cirurgia.

Em setembro de 2018 tive a oportunidade de participar do Congresso Todos Juntos Contra o Câncer e conhecer a linda e carismática Flávia Flores, quem me convidou para participar de alguns eventos que iriam acontecer no mês de outubro. Pude conhecer várias meninas, muitas jovens, não tinha noção de como essa doença atingia mulheres tão novas. Tive contato com meninas que venceram o câncer, que lutaram e aproveitaram a vida até o seu último dia e muitas que ainda lutam. Me juntar a mulheres que também tiveram câncer de mama teve uma importância muito grande pra mim, aprendi a dar mais valor na minha vida, mudando a minha maneira de viver melhor e de me olhar.

Hoje sou voluntária da Associação Recomeçar e procuro ajudar as pessoas assim como um dia fui ajudada.

Alessandra Marques da Silva, diagnóstico de câncer aos 41 anos, dois filhos, casada, profissão. Policial Militar.

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COM “AMIGAS DO PEITO” VANESSA VOLTA A CORRER APÓS SUPERAR CÂNCER

Na Wine Run, em Bento Gonçalves-RS, um grupo se destacou pela solidariedade. Com camisetas vermelhas e o nome “Amigas do Peito” estampado ao lado da hashtag #RunForVan, as meninas de São Paulo celebraram a recuperação de uma delas. Diagnosticada com câncer de mama em novembro do ano passado, a administradora Vanessa Biazzo, de 43 anos, passou por uma mastectomia completa e retornou aos treinos há apenas um mês. A prova pelo bucólico Vale dos Vinhedos e o fim de semana de suor, choro e sorriso vai ficar na memória dela.

– Falei para elas do meu problema após um treino. As meninas vieram com a ideia de disputar uma corrida depois que tudo isso passasse. Eu não acreditava que daria certo, mas elas acreditaram e muito. Fizeram a inscrição e, com todo carinho, inventaram as camisetas para marcar o momento. Agora, nós estamos aqui para comemorar – disse Vanessa.

A administradora descobriu o câncer num exame de rotina anual e que ainda estava em estágio inicial. Para ela, a corrida e a boa aptidão física a ajudou nessa fase complicada.

– Tive que fazer a mastectomia completa e não precisei de quimioterapia. Ser atleta, correr há mais de 20 anos e estar bem preparada fisicamente fez minha recuperação ser boa e rápida. Em um mês voltei a caminhar e correr e fui liberada pelo médico. Elas terem me chamado para a viagem me empolgou para treinar e me estimular a voltar num bom ritmo. O que eu mais quero é retornar para as meias maratonas – disse.

As amigas se dividiram em duplas para a corrida de 21km em meio ao lindo percurso pelas vinícolas da Serra Gaúcha. Durante e depois da prova, a emoção tomou conta de todas elas.

– Incrível estar aqui. Além da corrida e a parceria da amizade, existe o fator emocional para fazer parte dessa recuperação. Somos 12 meninas que correm e treinam há 10 anos. Viajar é ótimo para conhecer novos lugares e ter novas experiências, desbravando novas cidades – Anna Palhares.

“Estou emocionada de voltar a completar uma prova após tudo o que passei e ainda mais ao lado das minhas amigas que tanto me deram apoio”

Segurar as lágrimas foi difícil para a amiga Daniela Mendes, que destacou a união do grupo durante todo esse processo nos últimos meses.

– Quando ela nos contou foi uma surpresa. Ficamos tristes, é claro, mas decidimos passar energia positiva. Queríamos dar força e torcer para a recuperação completa. Isso a motivou bastante e foi importante. Nós já choramos juntas e é uma alegria imensa para nosso grupo – afirmou.

Na linha de chegada da prova, as meninas que já haviam completado o percurso fizeram questão de dar um abraço coletivo na guerreira Vanessa. Afinal de contas, tudo o que haviam planejado aconteceu da melhor forma possível.

– Foi tudo perfeito, como imaginei. Um percurso lindo, com subidas pesadas, mas deu tudo certo. Só tenha a agradecer – encerrou.

Fonte: Globo Esporte

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“SEM APOIO EU NÃO TERIA AGUENTADO”, DIZ SABRINA PARLATORE

O apoio emocional de família, amigos e profissionais da saúde envolvidos no tratamento do câncer é fundamental para a recuperação do paciente.

A conclusão é dos participantes de um debate no último dia do Fórum “A Jornada do Paciente com Câncer”, promovido pela Folha e patrocinado pelo laboratório Bristol-Myers Squibb. O evento é realizado no teatro do Unibes Cultural, em São Paulo.

“Se eu não tivesse o apoio das pessoas ao meu lado eu não teria aguentado”, disse Sabrina Parlatore, apresentadora de TV que foi diagnosticada com câncer de mama em 2015.

Hoje, ela compartilha sua história com outras mulheres em suas redes sociais. No tratamento, Parlatore precisou enfrentar sessões de quimioterapia e radioterapia. “Não foi brincadeira, mas a onda positiva de energia que recebi me ajudou muito”, relembrou.

Apesar do sofrimento, Parlatore afirma que a experiência a impactou positivamente de alguma maneira. “Me sinto transformada e melhor”, disse. “Depois dessa experiência, eu não quero viver de um jeito ‘mais ou menos’”.

Jou Eel Jia, médico e representante da Academia de Medicina Chinesa no Brasil, reafirmou a importância de compartilhar a experiência, como é o caso da apresentadora de TV. “O câncer faz o paciente passar por uma série de processos que não afetam só a ele, mas a todos envolvidos no cuidado também”, afirmou.

Jia disse acreditar ainda que elementos como felicidade e estresse interferem no processo de adoecimento e cura.

Carlos Alberto Sacomani, urologista responsável pelo Ambulatório de Disfunções Miccionais e Urodinâmica do Departamento de Urologia do A.C.Camargo Cancer Center, lembrou que ainda não existem estudos conclusivos que relacionem o bom estado psicológico do paciente com a sua melhora mais efetiva.

No entanto, acrescentou ele, pacientes com bom acompanhamento psicológico se dedicam mais ao tratamento e têm condições melhores de enfrentar as fases mais difíceis da terapia.

Por mais que a questão da interferência das emoções no tratamento seja controversa entre os médicos, ela precisa ser discutida, ponderou Parlatore.

QUALIDADE DE VIDA

A busca por qualidade de vida em todos os momentos do processo traz benefícios, como o aumento da taxa de sucesso da terapia, segundo os debatedores.

“Com melhor qualidade de vida, o paciente percebe que não precisa parar de fazer o que gosta para se dedicar apenas ao tratamento. Ele interage com outras pessoas e vê que, embora seja um momento difícil, há uma luz no fim do túnel”, disse Sacomani.

Uma abordagem multidisciplinar no tratamento também pode ajudar a elevar o bem-estar do paciente, segundo os participantes do debate.

O paciente interage com fatores biológicos, psicológicos e sociais e eles não podem ser dissociados, de acordo com Sacomani.

“O câncer tem causa multifatorial. Na tentativa de curar a doença, o médico também deve pensar de maneira multifatorial”, afirmou ele.

“Não é mais suficiente falar somente em cura do câncer. O médico tem que prestar atenção na qualidade de vida do paciente –considerar o antes e o depois do tratamento. Não posso deixar de pensar, por exemplo, na incontinência urinária enquanto faço uma operação de próstata”, concluiu.

Fonte: FOLHA

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MARCO ANTONIO DE BIAGGI VENCE CÂNCER E COMEMORA “SOU EXEMPLO DE SUPERAÇÃO”

Conhecido como “cabeleireiro dos famosos”, Marco Antonio de Biaggi relatou na tarde deste domingo (23) os momentos de drama e superação que viveu nos últimos dois anos, depois de descobrir um linfoma e submeter-se a seis sessões de quimioterapia para tratar o câncer. Ao todo, foram 139 dias internados, cinco vezes em coma e nenhuma sequela.

Em entrevista ao programa “Eliana”, no SBT, Biaggi demonstrou estar sereno e de se lembrar praticamente de todos os detalhes de sua batalha.

“Em nenhum momento pensei ‘eu vou padecer, eu vou morrer’. Não. Eu aprendi a olhar ‘isso aqui não está bom, mas olha quanta coisa boa você tem’. Eu não me permito. Quando eu estou triste, eu mudo essa energia (…) Eu sou um exemplo de superação para as pessoas”, afirmou. “Depois de doente, comecei a sentir mais os prazeres da vida”, completou.

Ainda durante o programa, ele recebeu a homenagem de familiares e amigos próximos, e ganhou uma festa de comemoração dos seus 52 anos.

Em 2015, Biaggi descobriu um linfoma e submeteu-se a seis sessões de quimioterapia para tratar o tumor. Ele começou a perder os cabelos quando decidiu raspar tudo de uma vez e exibiu o visual careca em selfies com seus clientes famosos em seu salão de beleza.

O cabeleireiro também implantou duas pontes de safena e uma mamária. Curado, ele recuperou os cabelos e assumiu os fios brancos.

Biaggi chegou a perder mais de 30 quilos durante o processo. Na ocasião, um dos médicos falou em apenas 5% de chances de sobreviver.

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EDSON CELULARI VOLTA AO TRABALHO APÓS CÂNCER

Após uma longa batalha contra o câncer do tipo linfoma não-Hodgkin, o ator Edson Celulari, de 58 anos, festeja o retorno ao trabalho. Durante gravação da novela “A força do querer”, de Glória Perez, em que interpreta o mulherengo Dantas, ele comentou como foi o processo de retomada da carreira e revelou ainda que a autora chegou a duvidar se ele estaria com a saúde em dia para enfrentar mais um desafio profissional. A trama estreia dia 3 de abril.

— Quando vi, já tinha dado tudo certo. Estou feliz em poder voltar. Mas faço tudo com muito cuidado. A Globo já tinha feito o convite para mim há muito tempo. Depois que a doença veio, Glória Perez disse: “Com cabelo ou sem cabelo, quero você!”. Isso me deixou numa expectativa de trabalho, que é maravilhoso. Foi um grande estímulo para mim. Queria trabalhar para me divertir e me fortalecer — contou Celulari.

Durante o tratamento, o ator recebeu muito apoio do público:

— Sempre esperei que as pessoas gostassem do meu trabalho. Mas a torcida pela minha recuperação foi comovente demais. Nos aeroportos e nas ruas me paravam para dizer que estavam se reunindo para fazer orações por mim. Foi muito fortificante! Agora, continuo enxergando a vida com os olhos (risos). Mas tive a oportunidade de revisar muita coisa. Afinal, por conta da doença, fiquei recluso por muito tempo. A ideia que mais batia era: “Já vou ser eu? Não dá tempo nem de arrumar o salão?”. Volto agora dando importância ao que realmente importa. Foi uma chacoalhada, sabe? Nesse aspecto, voltei melhor. Meu maior querer atual é me divertir com o trabalho, reencontrar colegas e seguir em frente. Estou focado nos projetos pessoais — pontuou.

A atriz Michelle Martins será um dos pares românticos de Edson Celulari. O personagem Dantas terá uma vida afetiva movimentada e predileção por mulheres mais novas.

— Não me vejo como galã. Não posso seguir minha carreira em função de um rótulo que colocaram em mim. Ser galã, afinal, é ser o moço ideal? Mas eu sou quase o velhinho ideal! (Risos) Daqui a pouco faço 60 anos… Sempre procurei fazer meu trabalho fugindo desses rótulos — pondera ele, que acrescenta: — Dentro de mim, tem uma força que não tem idade. Tive a segunda chance e agora vão ter que me segurar! (risos). Ainda não posso tomar sol. Então, saio à rua com guarda-chuva para me proteger. Comemoro cada minuto da vida.

Por fim, ele contou que a filha Sofia, de 13 anos, está namorando:

— Ela mandou a foto do namorado, e ele já está aprovado!

Fonte: http://extra.globo.com/tv-e-lazer/edson-celulari-volta-ao-trabalho-apos-cancer-diz-saio-rua-com-guarda-chuva-para-me-proteger-21039794.html#ixzz4brhEEhJA

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ANA MARIA COMENTA OS TRÊS DIAGNÓSTICOS DE CÂNCER QUE TEVE: “É TERRÍVEL QUANDO RECEBE A NOTÍCIA”

No último domingo, 27/11, foi celebrado o Dia Nacional de Combate ao Câncer. A apresentadora Ana Maria Braga, que já enfrentou uma luta contra a doença três vezes, participou do Encontro e falou sobre a importância das pessoas não deixarem de fazer exames preventivos. “Parece que é tudo igual. Cada câncer, é um câncer. Cada tratamento, é um tratamento. Cada efeito colateral, é um efeito colateral. Parece que quando você recebe a notícia é uma sentença de morte. Parece que é tudo igual. Cada câncer é um câncer. Cada tratamento é um tratamento. Não quero mais. Não é que você já conhece e já acostumou. Não acostuma com a ideia. É terrível quando a pessoa recebe a notícia. Não é um tratamento fácil. Se fizer a prevenção, a maioria dos cânceres são tratáveis sem esse sofrimento. São curáveis antes de fazer quimioterapia, radioterapia… Como por exemplo, o de próstata para os homens, e de mama para as mulheres. É uma doença silenciosa”, disse a âncora do Mais Você.

A apresentadora ainda relembrou o momento em que decidiu dar a notícia para seus telespectadores: “Como não quis parar de trabalhar durante o tratamento, não tinha como fazer isso sem falar com as pessoas. Sempre fui muito honesta com o meu público. Não tenho vergonha de dizer as coisas que acontecem comigo. Não tinha como chegar na câmera e estar com aquela angústia no meu coração e não dividir isso com as pessoas que fazem parte da minha vida. É como filho. Se você não mostrar para o seu filho que você também sofre, dificilmente você vai ter o seu filho te contando as histórias dele. Você cria um distanciamento. Parece que é vergonhoso sofrer. Não tinha como não dizer. As pessoas iam falar comigo, eu ia desabar. Não tinha outra opção a não ser falar. Isso fez um bem. A força além da minha família, veio desse grande público”.

A internet não perdeu tempo e comemorou as duas apresentadoras juntinhas nesta manhã. A @flaviatostes, por exemplo, escreveu: “Fátima Bernardes e Ana Maria Braga juntas <3 #Encontro”. Já o @Thomaz_Banks postou: “Sempre quis ver as duas juntas”. A @eudarquinha não escondeu sua felicidade: “Perfeição para um programa só! Rainhas do meu coração, amoooooooooooo muito”.

Vídeo aqui: http://gshow.globo.com/tv/noticia/2016/11/ana-maria-comenta-os-tres-diagnosticos-de-cancer-que-teve-e-terrivel-quando-recebe-noticia.html