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Cat Cristiane Pelozato

Estou passando por tratamento por conta de um câncer no cérebro. Há algumas semanas tive que tomar uma decisão importante. Vou iniciar a quimioterapia e a minha medicação pode afetar a minha fertilidade. E tenho como sonho a gestação!

Percebi que a página do Instituto Quimioterapia e Beleza traz muitas mães que passaram por isso com seus filhos novinhos e outras que hoje tem a felicidade da gravidez, como vc. Isso me dá forças para acreditar também que poderei ser mãe.

Estou fazendo uma injeção para proteger meus óvulos, e tenho fé que dará tudo certo e em breve poderei engravidar também.

Já fiz a radioterapia, que causou a queda do meu cabelo, foi um processo tranquilo, e estou bem e feliz. Tenha muita positividade e fé.

Gostaria de compartilhar algumas fotos que fiz, que foi um impulso na minha autoestima. Uma forma de mudar a perspectiva de uma mulher diante da careca. Quis fazer uma ironia positiva pra mostrar que podemos ser mais forte e que nada disso afeta nossa essência e autoimagem.

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Claudia Pinange

Queria contar um pouco da minha história para vocês e principalmente as pessoas que nos jogam pedras.

Eu tenho 45 anos e luto contra o câncer há 2 anos, sempre fui uma pessoa batalhadora, fiz acessórios na mão para pagar faculdade, sempre trabalhei desde meus 14 anos. Trabalhei duro para criar meus filhos. 

De uns tempos para cá tenho muitas dificuldades para efetuar meu trabalho. Passei por graves problemas pessoais nos quais fui agredida por meu ex companheiro, que não aceitou por que estava careca, debochada, por que tive aumento de peso, e um buraco gigante se abriu em mim….

Olho para o espelho e busco a pessoa que sempre sorriu, ela sumiu… Quando busquei ajuda psicológica amenizou um pouco minha dor, por que sempre na minha cabeça a culpa.

Não me julgue, sou mãe de três filhos e não sou um câncer, não sou feita de câncer, tenho sentimentos, tenho emoções, quero muito minha cura e choro ao escrever isso, para alguns é likes, para mim um desabafo para muitas que também passam pela dor que passo.

Eu venho buscando me reiniciar ao longe desse tempo com tantas dores, dores na alma e no físico, inchaço, medo de sair, mesmo assim eu queria que você que está lendo essa mensagem é para te dizer que choramos, sofremos, sentimos dores mas estamos aqui. 

Nessa madrugada resolvi escrever por que estou solitária, queria que meus filhos soubessem que eu os amo, não fui a mãe que gostaria poruueq tinha que trabalhar muito, mas fui o que pude.

Quero deixar aqui registrado que não está sendo fácil, que a depressão me pegou e que além das sequelas do câncer, inchaço, diabetes, minha cabeça não aguentou toda essa pressão. 

Nunca debochem de quem tem depressão, nunca perca a fé na humanidade, vamos buscar espalhar amor. 

Eu conto com vcs para me ajudaram divulgar meu trabalho @ateliepontochic não sou famosa, não tenho dinheiro, mas sou digna e tenho muita honra. 

Talvez minha história não traga likes, como muitos desejam, mas abri meu coração.

 #diganaoaviolencia #violência #justiça#mulher #woman #depressao#cancertemcura #love #paz #psi#cancer#mexeucomumamexeucomtodas#friends #umabracocura #jesus#mulheres #perseverança #fe #lutar#careca #mexeucomtodas#mulheresunidas

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Cat Gi Ferreira

Meu nome é Giselle Cristina Ferreira Martins tenho 42 anos, moro na cidade de Campo Grande/MS. Em 2014, fazendo auto exame, descobri nódulo na mama esquerda, fui ao meu ginecologista e fizemos uma PAAF em que o resultado foi: lesão epitelial ploriferativa sem atipia.

Para meu alívio, nódulo benigno. Naquele momento não era necessário cirurgia apenas acompanhamento. Em outubro de 2018 realizei exames de mamografia e não apareceu nada, fiz a ultrassonografia e constatou que o nódulo havia crescido e tomado forma diferente, bem vascularizado. Resultado birads 4. Fui encaminhada pelo SUS em Dezembro ao @hospitaldecanceralfredoabrao.

La realizaram a core biopsy do nódulo e um PAAF de um linfonodo aumentado. No dia 29 de janeiro de 2019 veio o tão temido resultado. Ao entrar no consultório, a primeira coisa que o médico me perguntou era se eu estava sozinha, e ali eu senti que algo ia mudar profundamente na minha vida.

Dr Vitor Rocha (mastologista) foi super cauteloso que só quando minha amiga entrou ele falou do diagnostico e em nenhum momento usou a palavra câncer. Disse que o resultado não era bom mas me deu maior força em relação ao tratamento. Era um carcinoma invasivo grau 2.

Naquele momento fiquei sem reação e ao mesmo tempo um turbilhão de pensamentos dentro de mim. Ele me encaminhou ao cirurgião Dr Manoel Dutra para dia seguinte. Em uma semana fiz a cirurgia quadrantectomia e para minha surpresa foi necessário fazer o esvaziamento axilar pois o câncer havia comprometido 7/19 linfonodos da axila. Depois de 30 dias fui ao consultório para resultado da biopsia: Carcinoma mamário ductal invasivo, hormônio positivo, estadiamento nível 3.

Fui encaminhada para Dr João Paulo (oncologista). Ele me recebeu na consulta dia 14 março e me disse que o câncer era avançado grau 3 pelo comprometimento da axila, que eu iria fazer 12 sessões de quimioterapia branca e 4 séries da quimioterapia vermelha + radioterapia. Me disse que certamente meu cabelo cairia, sentiria enjoos, cansaços. Disse que teria que começar o quanto antes a quimioterapia.

Minha maior angustia era passar por esse processo. Sempre tive problema com a punção nas veias. Ele então solicitou a implantação do port a cath. Isso pra mim foi angustiante, teria que fazer 3 quimios puncionando as veias. Sai de la arrasada, chorei bastante mas Sempre Espírito Santo de Deus me consolando e me direcionando, fortalecendo. Uma nova fase na minha vida ia começar a partir de então, mudanças no meu dia dia, alimentação, exercícios físicos, nutricionista, fisioterapia, muitas limitações, consultas, exames, furadas.

Dia 17 abril estava novamente no centro cirúrgico para implantar meu novo amigo do peito, port a cath, 40 min de cirurgia, recuperação perfeita e sem intercorências, melhor decisão tomada. Me deu mais tranquilidade e confiança nesse processo das Quimios. Não tive muitas reações de enjoos porém quando achava que estava tranquilo comecei a sentir taquicardia, tontura. Meus dias passaram a não ficar muito legais, fui encaminhada ao cardiologista.

Estou medicada (estabilizando meus batimentos), mas agora terei que fazer novos exames para monitoramento do coração, holter 24hrs, ecocardiograma e medicação sem prazo termino. Sigo para fim serie branca em 01/07, iniciando a série vermelha que provavelmente finaliza em Setembro.

Só então iniciarei a radioterapia. Realmente é um diagnóstico que ninguém quer receber, definitivamente é um processo que ninguém quer passar, mas indubitavelmente é uma transformação necessária, porque a árvore precisa ser podada para que dê frutos melhores.

A voz do Eterno que ecoa dentro de mim me diz: FILHA EU NÃO PERDI O CONTROLE DA SUA VIDA, ESSA ENFERMIDADE NÃO É PARA MORTE. Tenho muita fé e confiança, de que sou curada todos os dias, porque é nesse processo todo que somos transformadas, passei a ver a vida e todos a minha volta com mais sensibilidade, aprendendo a viver o Dia de Hoje com intensidade e que assim por onde eu passar possa ser inspiração e cura.

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Dia Mundial da Menopausa

Hoje, 18 de outubro, é Dia Mundial da Menopausa. Ele foi designado por uma colaboração entre a Sociedade Internacional de Menopausa com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A menopausa é algo normal, natural e comum a todas as mulheres. Ela é definida como a última menstruação que, geralmente, ocorre após doze meses consecutivos sem o período menstrual. Além disso, ela decorre do esgotamento da função dos ovários, resultando em uma diminuição dos níveis de estrogênio e outros hormônios.

Segundo o ginecologista e obstetra Luciano de Melo Pompei, secretário-geral da SOGESP e presidente da Sobrac (Associação Brasileira de Climatério), geralmente ocorre por volta dos 50 anos. Com a chegada da menopausa, a mulher já não pode mais engravidar de forma natural – é o fim de seu período reprodutivo.       

Durante todo o período da menopausa, a mulher passa por alterações físicas e emocionais, ocasionadas pela deficiência hormonal. Dentre alguns sintomas estão  os fogachos (calorões), a dificuldade para dormir, labilidade de humor e secura vaginal.

Além disso, outras consequências da menopausa incluem a diabetes, distúrbios da tireóide, hipertensão arterial, aumento do risco cardiovascular. Para mulheres com um estilo de vida pouco saudável, um alto nível de estresse, ou uma genética desfavorável, as alterações da menopausa e do avanço da idade podem ser particularmente desafiadoras.

Menopausa ou climatério

Diferentemente do que muita gente pensa, climatério não é sinônimo de menopausa, que se refere somente à última menstruação.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o climatério é uma fase biológica da vida da mulher, que compreende a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo.

Inicia-se, em geral, por volta dos 45 anos, como consequência do esgotamento da função ovariana.

Para esclarecer dúvidas:

1- Não existe idade padrão para o início do climatério, a despeito de ser mais comum entre os 40 anos e os 45 anos.

2- Entre os sintomas usuais, estão o distanciamento entre os ciclos menstruais, ocorrência de fogachos e suores noturnos e alterações do sono.

3- Em algumas mulheres, ocorrem alterações psicológicas, como irritabilidade, insônia, depressão, perda de memória e mudanças de humor.

4- Para diagnosticar o climatério a mulher deve procurar o seu médico e, eventualmente se submeter a exames clínicos e laboratoriais.

5- Mamografia, papanicolau, ultrassom transvaginal e densitometria óssea são exames complementares que podem ser solicitados com regularidade durante o climatério.

6- Manter uma dieta saudável, rica em cálcio e vitamina D é muito importante neste período.

7- A desidratação pode afetar o sistema nervoso, o que estimula as ondas de calor. Hidrate-se com mais frequência.

8- Praticar exercícios físicos ajuda a melhorar a densidade óssea, evitar fraturas e também ajuda na flexibilidade e no equilíbrio.

9- A Terapia Hormonal (TH) é o tratamento mais indicado para aliviar fogachos, suores noturnos advindos das ondas de calor, sintomas psicológicos e melhorar a qualidade de vida da mulher, todavia, existem opções não-hormonais.

10- Há algumas contraindicações para a TH. Portanto, é essencial consultar um médico que irá avaliar o histórico da paciente para indicar o tratamento adequado.

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Sutiãs para mulheres mastectomizadas

mastectomia é a retirada total ou parcial da mama, é a opção mais segura para tumores extensos. Segundo o Datasus, cerca de 63 mil mulheres fizeram a cirurgia de remoção dos seios para tratamento contra o câncer nos últimos cinco anos.

Não bastasse o baque psicológico e físico das mulheres que passam por tal procedimento, elas ainda esbarram num grande problema, a falta de sutiãs especializados para essas pacientes no mercado. Logo no hospital, algumas pacientes entram em contato com as pesadas e desconfortáveis amostras de sutiãs com prótese. Muitas encontram como solução recorrer ao bom e velho improviso com os sutiãs comuns.

Devido a pouca demanda, há pequeno interesse por parte das empresas em criar linhas para as mulheres mastectomizadas. O que, na verdade, não passa de uma percepção errada, já que, segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, menos de 10% das mulheres que precisam passar pela retirada de mama, saem da cirurgia com os seios reconstruídos.

Em 2016, uma parceria entre a Plié, empresa de roupas íntimas, e o Instituto Oncoguia, organização que oferece apoio e orientação para pessoas com câncer, criou um sutiã desenvolvido a partir das orientações de médicos e tem o objetivo de trazer o máximo de conforto possível sem prejudicar o tratamento.

O tecido utilizado para fabricar o produto passa por um processamento especial, que facilita a respiração da pele e acelera a cicatrização de cortes cirúrgicos. O sutiã também permite diferentes regulagens e tem um bom espaço para o encaixe da prótese. O legal é que parte do dinheiro obtido com a venda será revertido para o próprio Instituto Oncoguia!

Pensando em resgatar a autoestima das mulheres que passam por esse procedimento, a estudante de moda Ana Claudia Nalini, criou uma coleção de lingerie retrô, feita especialmente para este público. Ela alia estilo e conforto e foi inspirado pelo Instituto Quimioterapia e Beleza!!

Com a referência da moda dos anos 50, a linha ganhou um belíssimo ensaio fotográfico com a minha participação e das Cats do Hospital Pérola Byington, especialista mastologia, localizado na capital paulista.

Os médicos especialistas recomendam o uso do sutiã com prótese, a fim de evitar problemas na coluna, já que a falta de uma mama pode fazer com que um ombro fique caído.

Fontes: Vencer o Câncer, Revista Saúde, Catraca Livre.

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IQeB e Sociedade Brasileira de Resiliência se unem para atender mulheres com câncer gratuitamente

Se você ainda não sabe ou tem dúvidas sobre como funciona a parceria entre o Instituto Quimioterapia e Beleza e a SOBRARE, confira as informações abaixo e não perca mais tempo para fazer o seu coaching de resiliência e mudar a sua vida para melhor.

No momento da descoberta de um câncer, como aceitar a situação, ver um novo sentido ou usar criatividade para dar a volta por cima e ressignificá-la? Só no Brasil, estima-se a ocorrência de cerca de 600 mil casos novos de câncer, sendo o de mama o mais frequente em mulheres (biênio 2016-2017/ Inca).

E para ajudá-las a enfrentar a doença, o Instituto Quimioterapia e Beleza (IQeB) se uniu a Sociedade Brasileira de Resiliência (SOBRARE) para oferecer gratuitamente um programa de Coaching em Resiliência, que é coordenado pela coach psicóloga Diana Vilas Boas.

“O projeto surgiu para ajudar mulheres portadoras de câncer na busca de fortalecimento da resiliência. Sabemos o tamanho do impacto emocional causado – desde a descoberta até o tratamento -, passando pela aceitação e autoestima. Por isso, buscamos esta parceria com a SOBRARE que, voluntariamente, atenderá mulheres de todo o Brasil. Algumas já começaram a fazer as sessões e esperamos poder atender um número significativo em pouco tempo”, afirma Flávia Flores, idealizadora e superintendente do Instituto Quimioterapia e Beleza (IQeB).

A resiliência pode ser dividida em três momentos: o primeiro é a aceitação; o segundo é perceber o sentido daquela situação, que a vida faz sentido; e o terceiro é a improvisação, a criatividade, a busca por novas oportunidades. “Isso vale para tudo na vida, não apenas para lidar com uma doença como o câncer. Por isso, esta parceria é tão importante: por meio do trabalho de coaching, conseguiremos ajudar estas mulheres a ressignificar suas crenças para que transformem a sua maneira de ver e viver a vida. O Coaching em Resiliência não é uma terapia, mas sim um processo de apoio, de facilitação, com metodologia própria, para fazer com que as pessoas reflitam e busquem por elas mesmas novos caminhos, do presente para o futuro”, explica a coach psicóloga Diana Vilas Boas, responsável pelo projeto.

Como participar
Criado entre Instituto Quimioterapia e Beleza e a SOBRARE, o projeto visa a atender gratuitamente mulheres que estejam passando pela doença, de todo o Brasil, por meio de sessões de atendimentos virtuais. Para se candidatar ao Coaching em Resiliência, é preciso entrar no site aqui e preencher um formulário com perguntas como: “Que tipo de ajuda necessita neste momento da sua vida?”, “O que é importante para você conseguir neste momento?” e “Em que parte do tratamento se encontra?”.

Na primeira análise, o coach fará um mapeamento das oito áreas da resiliência: leitura corporal, análise de contexto, empatia (entender o sentido do outro), conquistar e manter pessoas (a importância de buscar uma rede de apoio), autoconfiança, otimismo para vida, sentido de vida e autocontrole (como lidar com a raiva, tristeza, medo, etc), para saber em qual grau a paciente se encontra. “Após esta avaliação, é definida qual a situação que ela quer mudar em sua vida. Durante as seis sessões, daremos um direcionamento e ferramentas para que possa ressignificar suas crenças e buscar novos caminhos”, explica Diana Vilas Boas, responsável pelo projeto.

Estudo científico
O objetivo da parceria do Instituto Quimioterapia e Beleza com o SOBRARE é, além de ajudar mulheres portadoras da doença, mapear seu grau de resiliência e os caminhos que buscaram para transformar as suas vidas. As informações serão publicadas no futuro em um artigo científico.“Os coaches são voluntários e parceiros fundamentais para o nosso Instituto. Com a ajuda deste grupo, tenho certeza de que conseguiremos ajudar muitas mulheres a recuperarem um pouco da autoconfiança, do otimismo, do sentido de vida e, claro, a ressignificarem suas vidas”, afirma Flávia Flores.

Coordenadora do Projeto
Formada em Psicologia com cursos de especialização na área de gestão de pessoas e comportamental pela PUC – São Paulo,a coach Diana Vilas Boas possui Certificação em ferramentas de avaliação de perfis comportamentais: MBTI, Quantum, PI, E-Talent, e se formou em Coaching no ano de 2006 na Coach-U e posteriormente com a LIM Brasil em Learning Coaching. Habilitada na Formação de Coaching em Resiliência pela SOBRARE e na metodologia CPS – CreativeProblemSolving, método desenvolvido por Sidney Parnes (Universidade de Buffalo – NY). trabalhou muitos anos com Projetos de Startup de Empresas no Brasil, Estados Unidos e Argentina participando de todas as fases dos processos de contratação de profissionais qualificados para níveis de Gerência e Diretoria.

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Prevenção do câncer: exercícios físicos são essenciais para as mulheres

Tem vídeo super legal pra vocês assistirem!

O oncologista Dr. Fernando Maluf explica a importância dos exercícios físicos na prevenção do câncer em mulheres, principalmente o câncer de mama.

Os exercícios funcionam também para mulheres que têm propensão a desenvolver a doença.

E quanto mais cedo a práticas de exercícios começa, melhor, podendo diminuir em até 60% o risco!

Veja todos os detalhes dos estudos e seus resultados no vídeo abaixo.

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CURADA DO CÂNCER, LAURA WIE QUER SER INSPIRAÇÃO PARA OUTRAS MULHERES

Ex-repórter do programa Amaury Jr, Laura Wie usou sua conta no Instagram nessa terça-feira para anunciar sua luta contra o câncer de mama, descoberto há quatro meses. Ela, que costumava fazer a mamografia uma vez por ano, conta em entrevista ao Glamurama que estava atrasada há seis meses nos exames de rotina e foi no autoexame que percebeu algo fora do normal. “Depois de muitos protocolos, o médico disse que a célula na minha mama esquerda era maligna e que eu precisava fazer uma cirurgia para retirar”, conta. No fim de março a célula cancerígena foi retirada totalmente e o seio foi reconstruído com uma prótese de silicone.

Segundo Laura, o oncologista explicou que após a cirurgia o câncer estava curado, mas que ela ainda teria que enfrentar a segunda parte do tratamento: quatro sessões de quimioterapia para prevenção. Ela conta ainda que foi a viagem que tinha acabado de fazer para Israel que lhe deu força e coragem para enfrentar a doença. “Senti uma energia tão grande em Jerusalém e Galileia que criei coragem para enfrentar toda essa situação”. O apoio da família também foi muito importante.

Laura resolveu deixar para trás camisas que faziam parte de seu estilo clássico e conta que já montou um guarda-roupas com looks mais moderninhos para acompanhar a cabeça raspada. Logo após a primeira sessão de quimio, ela decidiu raspar o cabelo e o escolhido para a tarefa foi o amigo Mauro Freire. “Estou bem e segura. Beleza não pode ter um único padrão”, completa.

Animada e mais do que disposta a falar sobre o assunto, agora ela quer usar a situação para dar exemplo de atitude e iniciativa a outras mulheres. “Não tema em ver um diagnóstico. Você só vai ter informações se souber o que você tem! Atitude e iniciativa neste momento são essenciais para resolver o problema”.

Sobre a repercussão que seu post teve nas redes sociais: “Ainda não consegui ler tudo, mas recebi tantas mensagens carinhosas, foram centenas e centenas de textos com muito amor, compaixão e solidariedade. Tudo isso está sendo mais um motivo para eu continuar tendo energia e seguir em frente.”

Fonte: GLAMURAMA

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TAI CHI ALIVIA INSÔNIA EM MULHERES QUE TIVERAM CÂNCER DE MAMA

Atualmente, um dos tratamentos mais usados para ajudar mulheres que passaram por um câncer de mama a superar a insônia é a terapia cognitiva comportamental. Esse método consiste em, com a ajuda de um profissional, identificar e mudar pensamentos e comportamentos negativos que afetam a capacidade de pegar no sono. Agora, experts da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos, realizaram uma pesquisa que aponta um novo caminho: o tai chi chuan.

Essa arte marcial milenar chinesa é um tipo de meditação em movimento: o praticante executa gestos lentos, que exigem concentração, boa postura e respiração adequada. Veja um exemplo no vídeo abaixo:

A avaliação foi feita com 90 voluntárias entre 44 e 83 anos que já tiveram esse tipo de tumor, sendo que todas demoravam para adormecer em pelo menos três dias da semana. Uma parte desse grupo frequentava sessões semanais de terapia comportamental e a outra participava de aulas também semanais de tai chi. Ao final do experimento, as duas turmas relataram melhoras significativas e, surpreendentemente, em proporções semelhantes.

O tai chi chuan não só se provou tão eficiente quanto, em uma investigação prévia dos mesmos pesquisadores, apresentou um benefício extra: controlar inflamações do corpo. Isso, em teoria, reduziria o risco de o tumor voltar.

Os cientistas ressaltam ainda que a maioria das mulheres continuou a praticar o exercício em questão após o fim da análise. “(…) Elas reconhecem que as abordagens de atenção plena, ou intervenções no estilo de vida, podem realmente protegê-las”, interpreta Michael Irwin, líder do estudo.

Fonte: Saúde Abril

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MARIDO TEM ATITUDE EMOCIONANTE COM ESPOSA QUE LUTA CONTRA O CÂNCER

Uma foto compartilhada na internet tem levado às lágrimas muitos usuários da rede. Isso porque Mackenna Newman, 17 anos, da Califórnia, Estados Unidos, tirou uma foto do pai em uma bela atitude ao cuidar da esposa, Marci, que luta contra um câncer.

Na imagem, Jon Newman aparece do lado de fora do quarto dela, sentado em uma mesa e mexendo no computador. Marci passou por uma sessão de radioterapia e teve que permanecer no isolamento. Para que ela não se sentisse tão sozinha, o marido decidiu que o melhor seria trabalhar ali na porta.

“Minha mãe tem que ficar no quarto isolada após a radioterapia para tratar o câncer. Então, meu pai colocou a mesa de trabalho dele na porta para fazer companhia. Estou chorando”, disse Mackenna. Logo a foto viralizou.

Em entrevista ao BuzzFeed, a garota contou que o pai ficou do lado de fora o tempo todo. “Eu achei muito fofo porque ele estão apaixonados. A quantidade de amor que eu recebi foi maluca, não esperava nada disso. Sou muito grata”, disse.

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Followkenna @mackenna_newman

My mom has to stay in her room in isolation for her cancer radiation so my dad set up a desk at her door to keep her company and I’m crying12:22 PM – 14 Apr 2017

Fonte: Metropoles