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ATLETA LEILOA MEDALHA OLÍMPICA E BANCA TRATAMENTO DE CÂNCER DE MENINO

Medalha de prata no lançamento de disco durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o polonês Piort Malachowski encerrou com três dias de antecedência o leilão pela sua medalha que vai custear o tratamento de um menino de três anos com câncer no olho. Segundo o atleta, o motivo da paralisação antes do prazo foi ter conseguido o dinheiro necessário antes do período estipulado.

O valor da medalha não foi divulgado, mas ela foi arrematada por um dos casais mais ricos da Polônia, Dominika e Sebastian Kulczyk, até a última terça-feira (22), o lance estava na casa dos R$ 60. O total buscado por Malachowski é era de R$ 272 mil, pra que o garoto pudesse realizar a cirurgia em Nova York. O custo total do tratamento está na casa dos R$ 407, mas um terço do valor já havia sido levantado pela fundação polonesa Siepomaga.

Piort Malachowski se sensibilizou com a história do pequeno Olek Szymanski, que não tem recursos para bancar a cirurgia e tratamento. Em sua conta no Facebook, o atleta explicou que foi procurado pela mãe do garoto logo após a conquista no Rio de Janeiro.

Fonte: Correios 24h

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ISRAELENSE LEILOA CREDENCIAL OLÍMPICA PARA AJUDAR CRIANÇAS COM CÂNCER

Medalhista de bronze nos Jogos do Rio-2016, a judoca israelense Yarden Gerbi decidiu colocar sua credencial olímpica a venda no site de leilão online Ebay, com o objetivo de reverter o dinheiro para um hospital que cuida de crianças com câncer.

Até a tarde de terça-feira (23), o lance mais alto foi de 11.121,41 euros (R$ 40 mil), sendo que 79 compradores potenciais se manifestaram. Gerbi, que conquistou sua medalha na categoria até 63 kg, pretende manter o leilão online até segunda-feira.

De acordo com a mídia israelense, a verba será destino ao tratamento de crianças com câncer no hospital Sourasky, de Tel-Aviv. Nos Jogos do Rio, Gerbi perdeu nas quartas de final para a brasileira Mariana Silva, mas conseguiu subir ao pódio por meio da repescagem.

Mesmo tendo derrotado a israelense, Mariana acabou ficando sem medalha, por ter perdido a semifinal e a luta pelo bronze. O judô israelense saiu do Rio com duas medalhas, já que Os Sasson também levou o bronze, na categoria acima 100 kg.

Sasson teve a participação marcada por uma grande polêmica, quando o egípcio Islam El Shehaby se recusou a cumprimentá-lo depois da sua derrota.

Fonte: Bem Estar

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ESPECIAL OLIMPÍADAS 2016: ATLETAS QUE SUPERARAM O CÂNCER

A luta da atleta Fabienne St Louis, das Ilhas Maurício, para participar da prova de triatlo neste sábado na Rio-2016 foi muito além dos treinos pesados. Em dezembro, a triatleta de 28 anos foi diagnosticada com um câncer raro na glândula salivar.

Às vésperas da Olimpíada, Fabienne teve de ser submetida a duas cirurgias para a retirada do tumor e de células cancerígenas. Complicações no segundo procedimento atrapalharam ainda mais a sua corrida contra o tempo: a atleta teve paralisia facial nos meses que se seguiram à cirurgia. “Eu não conseguia sorrir com o lado direito do rosto. Tinha muita vergonha”.

Fabienne contou à rede britânica BBC que teve muito apoio da família, do namorado e do técnico durante o tratamento. “Acho que foi o que me fez sobreviver.”

Quando perguntada por que ela veio ao Rio em pleno período de recuperação, Fabienne se emociona. “Estou aqui porque amo meu esporte, me qualifiquei para estar aqui, sacrifiquei quatro anos da minha vida”, diz. “Esta é a mensagem que eu quero passar. Nós temos que lutar até o fim.”

Fonte: VEJA

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ESPECIAL OLIMPÍADAS 2016: ATLETAS QUE SUPERARAM CÂNCER

Wagner Domingos lançou seu martelo a 74,17m, liderou sua série semifinal no estádio do Engenhão e se garantiu na final da prova nos Jogos Rio-2016. A classificação por si só já simbolizaria uma grande conquista para o brasileiro ao se tratar de um esporte sem muita popularidade no país. A chance de disputar uma medalha olímpica, no entanto, representa muito mais para “Montanha”, como é chamado desde pequeno por conta de seu físico avantajado.

A vaga ao lado de gigantes do leste europeu na final do lançamento de martelo é praticamente uma medalha para quem há cinco anos tomou o maior susto da vida: Wagner foi diagnosticado com um câncer na bexiga em 2011.

“A gente nunca imagina. A palavra câncer assusta, é muito forte, dá muito medo. Fiquei abalado. Começamos a pensar em muitas coisas ruins, é difícil. Mas a única coisa que eu podia era lutar. Não adiantava chorar, tive que ir para cima. Lutei, e agora estou nessa final”, recordou Montanha.

“Descobri em um exame de rotina, tive que parar minha vida e fazer a operação. Foi algo muito forte. Tive muita sorte de o tumor estar pequeno e ter uma equipe médica excelente que me ajudou lá atrás e me acompanha até hoje”, completou.

E a vitória não é apenas pessoal. Domingos quebrou um jejum de 84 anos de um esporte que não via brasileiros em Olimpíadas desde 1932, em Los Angeles (EUA).

“É muito simbólico. Estou realmente muito feliz. Desde o início da preparação, lá atrás, só pensava nessa final. É muito gratificante. Talvez esteja um pouco abaixo dos principais atletas que brigam por medalha, mas vou fazer ajustes para chegar. Sei da importância para o país”.

Na próxima sexta (19), novamente no Estádio Olímpico, o renovado Wagner utilizará sua história como motivação para novos capítulos de sua história e da trajetória do atletismo brasileiro.

“Sempre que entro ali para competir busco forças em toda história que passei. Me tornei uma pessoa melhor depois daquilo. Sou um cara novo, até mesmo no lado de mente e concentração. Isso ajuda. Na final será assim mais uma vez”, prometeu.

O brasileiro irá encarar nomes como os líderes Wojciech Nowicki, da Polônia, que lançou o martelo a 77m64, e Ivan Tsikhan, de Belarus, com 76m51. “Quero fazer uns 76 metros. Se bater 78, acho que dá medalha”, finalizou Montanha.

Fonte: UOL

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ESPECIAL OLIMPÍADAS 2016: ATLETAS QUE SUPERARAM O CÂNCER

O italiano Daniele Lupo, um dos adversários de Bruno e Alison na final do vôlei de praia masculino dos Jogos Olímpicos Rio 2016, marcada para as 23h59 desta quinta-feira (18), enfrentou e venceu, há pouco mais de um ano, um adversário muito mais perigoso: um câncer.

Em março de 2015, quando se preparava ao lado do parceiro Paolo Nicolai para o Mundial da Holanda, Lupo, hoje com 25 anos, sentiu fortes dores no joelho e procurou um médico. O diagnóstico foi cruel: tumor ósseo. Temendo não poder voltar mais às quadras, o atleta azzurro foi submetido a uma cirurgia.

Mas, por sorte, essa partida ele ganhou rapidamente. A operação foi suficiente para extirpar o câncer, e o italiano não precisou nem mesmo passar por quimioterapia. Um mês depois, já estava dando suas cortadas novamente. E agora, pouco mais de um ano depois, sonha com o ouro olímpico.

“Algumas coisas acontecem para te ensinar algo. Agora não tenho medo de mais nada, aquilo que aconteceu me fortaleceu como pessoa e como atleta”, conta o finalista. Mas a decisão do vôlei de praia masculino será parada dura. Pela frente, Lupo e Nicolai terão a melhor dupla do mundo, Bruno e Alison, e uma torcida inflamada.

Contudo, uma coisa já está garantida: os italianos colocarão no peito a primeira medalha da Itália na modalidade, seja de prata, seja de ouro. “Jogar uma final contra os brasileiros na casa deles é o máximo da vida. Mas agora que estamos aqui queremos chegar ao topo”, afirma Nicolai. (ANSA)

Fonte: UOL

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ESPECIAL OLIMPÍADAS: PAI E MÃE DE NADADOR ENFRENTAM CÂNCER

O nadador sul africado, Chad le Clos, conquistou uma medalha de prata na piscina do Rio de Janeiro. Ele que em Londres (2012) venceu o favorito Michael Phelps nos 200m borboleta por 5 importantíssimos centésimos de segundos.

Hoje, essa medalha é muito além de vencer. Ele nada também para tentar dar alegria para a família: seu pai e sua mãe estão em  luta contra o câncer. A senhora Geraldine Le Clos foi diagnosticada recentemente com câncer de mama e passou por mastectomia bilateral, enquanto o senhor Bert recebeu o diagnostico de câncer de próstata.

“É difícil, tem sido difícil. É uma semana muito emotiva, vocês sabem. Quando eu vou para o bloco e ouço meu pai gritar para mim é muito importante. Eu só quero que eles fiquem orgulhosos”, diz Le Clos em entrevista.

O técnico conta: “Ele é um garoto duro, com muita bravura. Agora ele está nadando por outras razões e talvez isso o ajude”.

Mas a expectativa mesmo é quando Phelps e Le Clos se encontrarem nessa terça feira. “Eu estou muito animado para isso. Estou esperando esse reencontro há um tempo. Há um bom tempo”, diz Le Clos.

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ESPECIAL OLIMPÍADAS 2016: ATLETAS QUE SUPERARAM O CÂNCER

Os Jogos Olímpicos começam essa semana, aqui no Brasil. Ao todo são 19 dias de competição, 306 provas valerão medalhas: 136 femininas, 161 masculinas e nove mistas. São jogos de diferentes modalidades, então imagine só quantos atletas e quantas histórias de vida! Então que tal essa semana conhecermos alguns atletas incríveis?

Esse é o atleta americano Jacob “Jake” Spiker Gibb, que joga vôlei de praia e é conhecido como símbolo de determinação e força. Jacob tem 40 anos (!) e participará de sua terceira Olimpíadas. Nasceu no dia 6 de fevereiro, tem 2 metros de altura e  mostra que sua grandeza não está só aí: o atleta superou o câncer duas vezes!

O Cat foi diagnosticado pela primeira vez em 2002, um melanoma maligno no ombro esquerdo e pela segunda vez em 2011, câncer no testículo. Claro que foi uma batalha complicada, ele mesmo não fala muito sobre o assunto, mas em entrevista já disse:

“Foram dois períodos diferentes na minha vida. O câncer testicular foi assustador. Mas, naquela época, eu não percebia o quanto me afetava em quadra. Se você olhar para 2011 agora, verá que foi meu pior ano em termos de torneios. Mentalmente, eu estava vulnerável. Fico meio emocionado de pensar nisso porque foi uma época muito complicada que me fez ainda mais forte. Depois, tivemos um ano maravilhoso. Em 2012, ganhamos o Circuito Mundial, éramos o time número 1 do mundo e meio que retomei meu equilíbrio de novo. Eu me sinto orgulhoso de como lutei ao lado do meu ex-parceiro, Sean Rosenthal. Eu me sinto feliz de lembrar desse ano (2012).  Eu não fico muito confortável de contar minha história. Não é algo que amo, sabe? Até mesmo em entrevistas, não me sinto muito confortável. Mas se eu puder ajudar pessoas, eu vou fazer, mesmo sendo duro para mim. A minha família me ajudou muito. Minhas duas crianças, minha esposa. Isso me fez apreciá-los ainda mais.” – conta.

O começo da carreira dele como jogador profissional de vôlei de praia foi aos 26 anos. Antes disso, ele jogava no quintal de sua casa, foi como descobriu sua paixão. É formado em Negócios, pela Universidade de Utah (Estados Unidos). Provavelmente essa será sua última participação nos jogos Olímpicos e mesmo que não ganhe nenhuma medalha, já é com toda certeza um vencedor.

Ah, quer ver o Cat jogar? Segue um pouco da programação:

Sábado, 06 de agosto, 16:30h, EUA x Catar

Segunda feira, 08 de agosto, 16:30h, EUA x Áustria

Quarta feita, 10 de agosto, 11h, EUA x Espanha

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ESPECIAL OLIMPÍADAS 2016: ATLETAS QUE SUPERARAM O CÂNCER

A contagem regressiva para as Olimpíadas já começou! Essa edição será realizada aqui no Brasil e começará no dia 05 de agosto, ou seja, próxima sexta feira. 42 modalidades,19 dias de competição, 306 provas que valerão medalhas: 136 femininas, 161 masculinas e nove mistas. E muitos, muitos atletas do mundo inteiro.

O jovem Thomas Van der Plaetsen é belga, tem 25 anos e disputará uma medalha nesses jogos. Mesmo que não ganhe uma medalhe, já é um vencedor em outra batalha: a batalha contra o câncer. Sim, ele é um Cat também! Foi diagnosticado com câncer no testículo há um ano e meio. Seu diagnostico aconteceu quando recebeu uma carta das autoridades anti doping que acusava anormalidade em seus hormônios. Como ele sabia que não havia usado nada, foi ver o que seria essa anormalidade com seus hormônios e descobriu o câncer. Ele já contou: “Foi uma experiência muito traumática. A notícia do doping se espalhou e eu logo fui colocado na fogueira quando não tinha como me defender “.

Aos 23 anos passou por cirurgia e quimioterapia, ficou carequinha e fraquinho. Em entrevista ele já disse: “Foi uma longa jornada de volta. Se eu conseguir convencer pelo menos uma pessoa que esteja passando por essa situação a permanecer otimista já vou considerar uma vitória”. Que fofo, não? Com certeza um guerreiro!

Ele voltou com força total e para isso contou com ajuda de seu irmão, que também é seu treinador.  Decidiu que seguiria em frente, pensava o tempo todo que não deveria ter pena de si mesmo. Ele deixa seu recado: “Você não pode reclamar disso o tempo inteiro, você precisa esquecer e olhar para frente, se apegar as pequenas vitórias da vida. Esse é o único caminho.”

Seja bem vindo aqui no Brasil, Cat!

Quer ver ele nas Olimpíadas? A programação do atleta é disputar no dia: 17 de agosto.