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MICROPIGMENTAÇÃO DE MAMILO NO LED’S TATTOO

Nesse Outubro Rosa está acontecendo várias campanhas incríveis para conscientização sobre a luta contra o câncer de mama. Eu fui diagnosticada aos 35 anos, sem nem imaginar que isso poderia acontecer! Mas aconteceu! E é super importante que todas as mulheres (todas, não só quem já teve caso na família!!) se cuidem, se toquem, se olhem, se conheçam. Temos que falar sobre prevenção, autocuidado, sobre o câncer e sobre a mulher.

Nesse ano o Instituto Quimioterapia e Beleza está com uma super parceria com o estúdio de tatuagem Led’s Tattoo, em São Paulo. Juntos promovemos uma ação para ajudar especialmente as Cats que enfrentaram o câncer de mama a resgatarem a autoestima. Para quem não conhece, o Led’s Tattoo é o maior estúdio de tatuagem do Brasil, com profissionais incríveis!

Então atenção: se você é uma Cat que passou por mastectomia e reconstrução das mamas, segue a página Quimioterapia e Beleza e quer realizar o procedimento de pigmentação da aréola, você terá 15% de desconto no Led’s Tattoo!! Esse desconto é válido a partir deste mês. Mas para isso, você tem que apresentar o código: CATSNOLEDS no estúdio e pronto!!

Ligue na Led’s e agende seu horário: (11) 5561 2351! (http://www.ledstattoo.com.br/)

Não conhece a técnica de pigmentação do mamilo? Veja esse post:

SAIBA TUDO SOBRE: MICROPIGMENTAÇÃO DAS AREOLAS MAMÁRIAS x TATUAGEM 3D

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SAIBA TUDO SOBRE: MICROPIGMENTAÇÃO DAS AURÉOLAS MAMÁRIAS x TATUAGEM 3D

Depende de caso para caso, mas às vezes é necessário o processo de mastectomia na luta contra o câncer. Eu mesma realizei mastectomia bilateral. Depois da mastectomia, é possível realizar a reconstrução com prótese. Em alguns casos, as aréolas mamárias são retirados na cirurgia, e então a Cat pode realizar a micropigmentação mamária ou a técnica de tatuagem 3D para redesenhar a aréola. Mas qual a diferença entre essas técnicas? Elas não são iguais! Saiba tudo:

Ambas as técnicas são utilizadas para redesenhar a aréola mamária. Muitas pessoas que passaram por mastectomia, mamoplastia, mastopexia e até quem não gosta de suas aréolas (acha muito clara ou pequena) buscam estas técnicas para se sentirem melhores. E com certeza, aumenta a autoestima!

MICROPIGMENTAÇÃO MAMÁRIA

Procedimento utiliza pigmentos no tom semelhante à pele. Claro, deve ser realizado com um profissional da estética experiente, que seja confiável. Os matérias devem ser esterilizados, e durante a técnica é indispensável que a higiene esteja presente.

A micropigmentação dura em média 2 anos, pois só atinge até a segunda camada da pele. Para boa durabilidade, é importante respeitar o processo de cicatrização:

  • Não coçar ou esfregar a região após a realização da técnica;
  • Evitar banhos de mar ou piscina durante as duas primeiras semanas;
  • Evitar banhos de água muito quente durante a primeira semana;
  • Evitar se expor ao sol.

Muitas vezes é utilizada para disfarçar cicatriz. Veja nesse vídeo do ano passado, que está no youtube, mostrando o trabalho de micropigmentação do projeto Amigas do Peito:

TATUAGEM 3D

A tatuagem utiliza esta técnica 3D, com luz e sombra, e diferentes cores. A grande diferença é a duração: a tatuagem é mais profunda que a micropigmentação, usa tinta para tatuagem e não pigmento, e por isso dura mais (mas talvez precise de alguns retoques).

Depois do procedimento, também é necessário respeitar o processo de cicatrização com aquelas dicas:

  • Não coce ou tire as casquinhas que se formam.
  • Se for indicado, passe a pomada cicatrizante.
  • Evite exposição ao sol.

Para conhecer mais sobre esse trabalho, você pode acessar essa matéria do Outubro Rosa do ano passado, em que a Led’s Tattoo fez tattoo para algumas Cats! As fotos a seguir são desse projeto, tiradas pelo Caio Kenji do G1:

As duas técnicas são super importantes para resgatar a autoestima da mulher! <3 Antes da sua decisão sobre qual técnica, claro, consulte seu médico!

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INSTAGRAM DESATIVA PERFIL DE ONG QUE TATUA MULHERES MASTECTOMIZADAS

No último fim de semana o Instagram excluiu a página Pink Ink Fund, de uma ONG norte-americana que oferece tatuagens a mulheres que foram submetidas à mastectomia. Após receber inúmeras críticas dos internautas, a rede social reativou o perfil na manhã desta terça-feira (17) e pediu desculpas pelo erro.

Em entrevista ao ‘BuzzFeed‘, a administradora da conta, Amy Black, disse que sempre teve cuidado com as fotos compartilhadas, buscando ressaltar que a pessoa na imagem é uma sobrevivente do câncer de mama ou que a tatuagem foi feita após a mastectomia.

Logo depois da desativação da página, Black respondeu ao Instagram que aquilo era um erro e apresentou um relatório com a justificativa. No entanto, a rede social enviou um e-mail afirmando que não iria reativar a conta por conter “conteúdo sexualmente sugestivo e nudez”.

A ONG tem como voluntários cirurgiões plásticos e artistas que oferecem tatuagens a sobreviventes do câncer de mama ou mulheres que fizeram a mastectomia preventiva.

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TATUAGEM PELA AUTOESTIMA

Tatuagem redesenha bico do seio de mulheres com câncer de mama em SP

Viviane, Andrea e Virginia aceitaram mostrar o resultado para o G1.
Técnica utiliza mesma tinta de tatuagem e imita relevo de aréola da mama.

Carolina DantasDo G1 São Paulo

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De repente, elas perderam o cabelo, uma parte do seio – ou até a mama inteira – e a autoestima. Viviane, Andrea e Virginia descobriram o câncer de mama de formas diferentes, mas as três perderam um dos seios durante a cirurgia para retirada dos tumores. Entre exames invasivos e diagnósticos imprevisíveis, essas mulheres redesenharam a aréola do seio com técnicas de tatuagem. E aceitaram mostrar o resultado para o G1.

Com frequência, para garantir que não haja retorno do câncer, os médicos retiram todo o seio das mulheres – incluindo a aréola e o mamilo. Estúdios de São Paulo têm profissionais que se especializaram em redesenhar essa região usando técnicas de tatuagem. “É uma alquimia de cores”, disse Sérgio Maciel, o Led’s, que desenhou as aréolas de Viviane, Andrea e Virginia.

Ele utiliza a mesma tinta de tatuagem, o que faz com que o desenho dure e precise de poucos retoques. Caso a cliente queira que dure menos, é só usar a mesma tinta de micropigmentação de sobrancelha. “É como pintura: chego a usar tinta verde para chegar ao tom da pele”, completou Led’s. (veja fotos do procedimento no fim da reportagem)

No dia em que a reportagem do G1 foi ao estúdio de tatuagem, Virginia Castro ainda estava com o peito “igual a um joelho”, como ela mesma descreveu. A sessão durou menos de 30 minutos e o espaço em branco da pele deu lugar a um desenho em 3D.

Quem olha não nota grande diferença entre a aréola desenhada e a natural. No instante em que terminou, ela disse: “É um bico de seio. Não dá para acreditar”.

Para dar o relevo, existem diferentes técnicas. No momento da cirurgia plástica para implementação da prótese de silicone, algumas mulheres já pedem para que o médico faça um pequeno “nó” para simular o bico.

O método mais comum utilizado pelos tatuadores, caso não seja possível o tal procedimento durante a cirurgia, é utilizar cores e sombras para dar a impressão de relevo. “Olhando, parece que existem várias sinuosidades. Tocando, você vê que é só um desenho”, disse Led’s.

O estúdio Led’s Tattoo faz sessões grátis para mulheres que tiveram câncer de mama (confira endereços abaixo). É preciso ligar e marcar. São 10 horários reservados por mês, mas em outubro a equipe reservou 20 espaços na agenda. Durante o Outubro Rosa, são feitas campanhas em todo mundo para alertar sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama.

Quem estiver com pressa, o custo fica por volta de R$ 700. Além da tatuagem da aréola, também está disponível a aplicação da técnica para melhorar o aspecto da cicatriz.

Metástase
Viviane Assis de Souza Roos, de 38 anos, queria engravidar aos 36 e não conseguia. Foi ao médico fazer alguns exames e descobriu o câncer de mama. Precisou escutar: “Provavelmente você não vai ser mãe”.

No dia 27 de setembro de 2013, o diagnóstico apontou que, além disso, ela tinha microcalcificações no seio. Em 15 dias, a biópsia apontou que o câncer era maligno. No Natal seguinte, Viviane estava sem cabelo.

Após quimioterapia, radioterapia e mais de 20 tipos de remédios diários, ela optou por adotar um bebê.

Pouco antes de ir à entrevista com o psicólogo para dar sequência ao processo, descobriu que o câncer havia se espalhado pelos ossos da cabeça e pescoço. É a chamada metástase, quando a doença atinge outras partes do corpo.

Ela disse que fazer a tatuagem “foi um refresco”. “Eu descobri [a metástase] agora em agosto, eu fiz a tatuagem em setembro. Então, foi um respiro, uma coisa boa. Vieram as notícias, o novo diagnóstico, os novos remédios, os efeitos colaterais e, aí, vem uma coisa boa e ameniza. Torna suave”, disse Viviane.

Lado bom
No lugar da cicatriz, Andrea Cristina de Oliveira, de 41 anos, desenhou uma flor. No dia em que oG1 chegou ao estúdio para a sessão de fotos, ela estava com hora marcada para retocar a aréola – depois de alguns dias a tatuagem cicatriza e a cor pode ficar mais clara.

Em 2005, ela detectou o nódulo e recebeu o diagnóstico de câncer de mama três anos depois – ela sentiu o nódulo com o toque. O tumor tinha 4 centímetros. Andrea ainda não está curada e, de acordo com os últimos exames, ela também teve metástase.

“Você não acredita nessa possibilidade. Para mim, é uma luta diária. Eu vejo de modo diferente. Se eu comparar com a notícia que eu tive em 2012 de metástase, e hoje, a minha cabeça está totalmente diferente. A aceitação do problema é outra”, disse.

Andrea passou por diferentes estágios e chegou a entrar em depressão. De repente, como ela mesma disse, “passou a ver o lado bom da doença” e se “permitir experimentar coisas novas”.

Saltou de paraquedas, viajou em um navio temático, fez três dias de festa sem parar, trocou as roupas pretas por coloridas. “O câncer te dá essa sacudida. Eu vou morrer amanhã? Então eu vou fazer tudo hoje”.

Seis cirurgias
Virginia Castro, de 54 anos, tinha histórico de câncer na família. Por isso, comparecia ao Hospital do Câncer a cada seis meses para exames. Em uma das vezes, em 2011, ela detectou a doença. “Eu tinha medo da quimioterapia. Era o que mais me apavorava. Eu fiquei muito assustada com a quimioterapia e com a possibilidade de ficar careca”, disse.

Na época, tinha saído de um emprego de 25 anos e se divorciado de um casamento de 25 anos. Por ter conseguido detectar a doença rápido, conseguiu escapar da quimioterapia. “Eu estava no momento de uma transição gigante na minha vida e, quando acabei de mudar de casa, eu estava começando a montar a casa, eu tive que fazer a mamografia”.

A primeira cirurgia foi em apenas um quadrante do seio. Na retirada dos pontos, o médico disse, segundo ela de uma “forma muito tosca”: “Ah, que droga, você vai ter que tirar a mama inteira. Isso é um câncer muito agressivo. Ele cresceu 7 centímetros em seis meses e a gente não pode esperar mais nem um dia”. Foi quando ela tirou toda mama, incluindo o bico.

Após a retirada, quando chegou o novo resultado da biópsia, não havia metástase. E, por isso, Virginia não precisou realizar todo o tratamento desgastante da quimioterapia. Mesmo assim, precisou fazer mais quatro cirurgias para arrumar a mama, já que o corpo rejeitou a prótese de silicone. Depois da última intervenção, ela tatuou a aréola.

“O meu bico! Que eu tanto queria. Eu fiquei muito chateada de fazer o peito”, disse instantes depois de o trabalho ser finalizado.

“Estou praticamente curada. O risco, segundo o médico disse na última consulta, de ter um câncer de mama depois desses quatro anos é mínimo”, afirmou.

Fotos: Caio Kenji

Serviço
Gelly’s Tattoo Studio

Endereço: Rua Inácio Pereira da Rocha, 409  –  Vila Madalena
Telefone: (11) 4562-4501
www.mirodantas.com

Led’s Tattoo
Endereço: Avenida Ibirapuera, 3478 – Moema
Telefone: (11) 5561-2351
www.ledstattoo.com.br

Fonte: G1