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Parceria entre IQeB e Led’s Tattoo oferece desconto em tatuagens para Cats pacientes do SUS

Cats, é com muita satisfação que anunciamos a parceria do Instituto Quimioterapia e Beleza e o estúdio de tatuagem Led’s Tattoo.

Nosso objetivo é oferecer um desconto para as Cats pacientes do SUS que desejam tatuar algo nos mamilos ou para esconder alguma cicatriz nos seios, devido às cirurgias ocasionadas pelo câncer de mama.

O desconto é de 15% no valor da tattoo, que é orçada de acordo com o desenho que você deseja.

É muito importante destacarmos que esse desconto só é válido para as tatuagens nos seios, ok?

Além disso, quem quiser fazer uma reconstrução no mamilo, é grátis!

Use a senha do banner acima: “SOU UMA CAT IQeB” para mostra que você conhece a promoção.

Quem aí vai aproveitar essa parceria? <3

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A TATUAGEM DE ALISON: “RENASCIMENTO PÓS DOENÇA”

Durante o ano em que lutava contra um câncer de mama, Alison Habbal ocupou as horas de náuseas e fadiga planejando o que chamava de seu “renascimento pós-doença”.

Alison, que vive em Sydney, na Austrália, tinha 36 anos quando descobriu o tumor. Ela sabia que, além de uma boa parte do cabelo, também perderia o mamilo e ficaria com grandes cicatrizes no peito após uma mastectomia.

Mas a ideia de reconstruir o mamilo por meio de uma cirurgia plástico não a atraía.

“Eu não queria um falso mamilo feito com um pedaço de carne. Então eu pensei que eu faria uma tatuagem”, disse à BBC.

“Durante o ano em que estava doente tinha sempre a ideia de me ver com o cabelo loiro e a tatuagem. O tempo todo em que estava doente fique pesquisando tatuadores na internet.”

Após uma extensa deliberação, escolheu uma artista de 24 anos baseada na Nova Zelândia chamada Makkala Rose com um estilo de ilustração chamativo e colorido.

A tatuagem foi feita em Melbourne durante uma sessão de 13 horas em 1º de julho.

Feliz com o resultado, Alison publicou uma foto do desenho no Instagram e no Facebook.

“Onde está o mamilo?”

Não é preciso dizer que o post tornou-se viral.

A foto de Alison tem mais de 23.000 likes no Instagram e foi compartilhado em várias contas dedicadas a tatuagens.

Os comentários são na grande maioria positivos e quando alguém, muitas vezes um homem, pergunta onde está o mamilo de Alison, outros respondem contando a história por trás da tatuagem.

“Porque não há mamilo, posso publicar a foto no Facebook e no Instagram e eles não podem censurá-la, o que acho muito engraçado”, diz Alison.

As tatuagens feitas após a mastectomia se tornaram populares nos últimos anos.

Embora mais e mais mulheres de todas as idades escolham tatuagens em vez de reconstruções mamárias, essas são particularmente populares entre as mais jovens.

Mas Alison acredita que, talvez, o que esteja gerando mais reações à sua tatuagem é seu sorriso na foto o que, argumenta, a torna mais emotiva do que as imagens nas quais apenas o seio aparece.

“Assustador”

Makkala Rose, a tatuadora, diz que Alison foi um “campeã” ao sentar-se durante 13 horas de trabalho intenso em áreas dolorosas e sensíveis, uma experiência que sua cliente descreveu como “assustadoramente horrível”.

“Alison tinha muito claro o que queria, mas também me deu certa liberdade”, diz Rose.

“Tatuar um seio é muito diferente de tatuar uma perna ou as costas. É um desafio desenhar algo que funcione nesta área”.

“É muito gratificante e coloca muitas coisas em perspectiva. Foi ótimo para criar algo para ela”, completa a tatuadora.

Alison, que é casada e tem uma filha de 7 anos de idade, diz que não estava particularmente incomodada quando viu o resultado de sua mastectomia.

“Muito feliz”

“O caroço tinha estado lá por um longo tempo e isso me doía. Tinha visões em que eu mesma o retirava, eu queria arrancá-lo”, diz ele.

“Quando o extrai estava muito feliz. Nunca estive tão feliz na minha vida. E provavelmente não era uma reação normal, mas eu não me importava com a cicatriz.”

O que a incomodava mais, diz, foi a falta de recursos para sobreviventes de câncer de mama com menos de 40 anos de idade.

“Não há muitas redes de apoio para as mulheres jovens. Várias mulheres entraram em contato comigo pelo Instagram, perguntando que remédios estava tomando”, diz Alison.

“Quando você conhece outras mulheres jovens tem que agarrá-las. Há poucas pacientes a quem você pode conhecer se você tem menos de 40 anos.”

Fonte: BBC

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INSTAGRAM DESATIVA PERFIL DE ONG QUE TATUA MULHERES MASTECTOMIZADAS

No último fim de semana o Instagram excluiu a página Pink Ink Fund, de uma ONG norte-americana que oferece tatuagens a mulheres que foram submetidas à mastectomia. Após receber inúmeras críticas dos internautas, a rede social reativou o perfil na manhã desta terça-feira (17) e pediu desculpas pelo erro.

Em entrevista ao ‘BuzzFeed‘, a administradora da conta, Amy Black, disse que sempre teve cuidado com as fotos compartilhadas, buscando ressaltar que a pessoa na imagem é uma sobrevivente do câncer de mama ou que a tatuagem foi feita após a mastectomia.

Logo depois da desativação da página, Black respondeu ao Instagram que aquilo era um erro e apresentou um relatório com a justificativa. No entanto, a rede social enviou um e-mail afirmando que não iria reativar a conta por conter “conteúdo sexualmente sugestivo e nudez”.

A ONG tem como voluntários cirurgiões plásticos e artistas que oferecem tatuagens a sobreviventes do câncer de mama ou mulheres que fizeram a mastectomia preventiva.

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TATUAGEM PELA AUTOESTIMA

Tatuagem redesenha bico do seio de mulheres com câncer de mama em SP

Viviane, Andrea e Virginia aceitaram mostrar o resultado para o G1.
Técnica utiliza mesma tinta de tatuagem e imita relevo de aréola da mama.

Carolina DantasDo G1 São Paulo

FACEBOOK

De repente, elas perderam o cabelo, uma parte do seio – ou até a mama inteira – e a autoestima. Viviane, Andrea e Virginia descobriram o câncer de mama de formas diferentes, mas as três perderam um dos seios durante a cirurgia para retirada dos tumores. Entre exames invasivos e diagnósticos imprevisíveis, essas mulheres redesenharam a aréola do seio com técnicas de tatuagem. E aceitaram mostrar o resultado para o G1.

Com frequência, para garantir que não haja retorno do câncer, os médicos retiram todo o seio das mulheres – incluindo a aréola e o mamilo. Estúdios de São Paulo têm profissionais que se especializaram em redesenhar essa região usando técnicas de tatuagem. “É uma alquimia de cores”, disse Sérgio Maciel, o Led’s, que desenhou as aréolas de Viviane, Andrea e Virginia.

Ele utiliza a mesma tinta de tatuagem, o que faz com que o desenho dure e precise de poucos retoques. Caso a cliente queira que dure menos, é só usar a mesma tinta de micropigmentação de sobrancelha. “É como pintura: chego a usar tinta verde para chegar ao tom da pele”, completou Led’s. (veja fotos do procedimento no fim da reportagem)

No dia em que a reportagem do G1 foi ao estúdio de tatuagem, Virginia Castro ainda estava com o peito “igual a um joelho”, como ela mesma descreveu. A sessão durou menos de 30 minutos e o espaço em branco da pele deu lugar a um desenho em 3D.

Quem olha não nota grande diferença entre a aréola desenhada e a natural. No instante em que terminou, ela disse: “É um bico de seio. Não dá para acreditar”.

Para dar o relevo, existem diferentes técnicas. No momento da cirurgia plástica para implementação da prótese de silicone, algumas mulheres já pedem para que o médico faça um pequeno “nó” para simular o bico.

O método mais comum utilizado pelos tatuadores, caso não seja possível o tal procedimento durante a cirurgia, é utilizar cores e sombras para dar a impressão de relevo. “Olhando, parece que existem várias sinuosidades. Tocando, você vê que é só um desenho”, disse Led’s.

O estúdio Led’s Tattoo faz sessões grátis para mulheres que tiveram câncer de mama (confira endereços abaixo). É preciso ligar e marcar. São 10 horários reservados por mês, mas em outubro a equipe reservou 20 espaços na agenda. Durante o Outubro Rosa, são feitas campanhas em todo mundo para alertar sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama.

Quem estiver com pressa, o custo fica por volta de R$ 700. Além da tatuagem da aréola, também está disponível a aplicação da técnica para melhorar o aspecto da cicatriz.

Metástase
Viviane Assis de Souza Roos, de 38 anos, queria engravidar aos 36 e não conseguia. Foi ao médico fazer alguns exames e descobriu o câncer de mama. Precisou escutar: “Provavelmente você não vai ser mãe”.

No dia 27 de setembro de 2013, o diagnóstico apontou que, além disso, ela tinha microcalcificações no seio. Em 15 dias, a biópsia apontou que o câncer era maligno. No Natal seguinte, Viviane estava sem cabelo.

Após quimioterapia, radioterapia e mais de 20 tipos de remédios diários, ela optou por adotar um bebê.

Pouco antes de ir à entrevista com o psicólogo para dar sequência ao processo, descobriu que o câncer havia se espalhado pelos ossos da cabeça e pescoço. É a chamada metástase, quando a doença atinge outras partes do corpo.

Ela disse que fazer a tatuagem “foi um refresco”. “Eu descobri [a metástase] agora em agosto, eu fiz a tatuagem em setembro. Então, foi um respiro, uma coisa boa. Vieram as notícias, o novo diagnóstico, os novos remédios, os efeitos colaterais e, aí, vem uma coisa boa e ameniza. Torna suave”, disse Viviane.

Lado bom
No lugar da cicatriz, Andrea Cristina de Oliveira, de 41 anos, desenhou uma flor. No dia em que oG1 chegou ao estúdio para a sessão de fotos, ela estava com hora marcada para retocar a aréola – depois de alguns dias a tatuagem cicatriza e a cor pode ficar mais clara.

Em 2005, ela detectou o nódulo e recebeu o diagnóstico de câncer de mama três anos depois – ela sentiu o nódulo com o toque. O tumor tinha 4 centímetros. Andrea ainda não está curada e, de acordo com os últimos exames, ela também teve metástase.

“Você não acredita nessa possibilidade. Para mim, é uma luta diária. Eu vejo de modo diferente. Se eu comparar com a notícia que eu tive em 2012 de metástase, e hoje, a minha cabeça está totalmente diferente. A aceitação do problema é outra”, disse.

Andrea passou por diferentes estágios e chegou a entrar em depressão. De repente, como ela mesma disse, “passou a ver o lado bom da doença” e se “permitir experimentar coisas novas”.

Saltou de paraquedas, viajou em um navio temático, fez três dias de festa sem parar, trocou as roupas pretas por coloridas. “O câncer te dá essa sacudida. Eu vou morrer amanhã? Então eu vou fazer tudo hoje”.

Seis cirurgias
Virginia Castro, de 54 anos, tinha histórico de câncer na família. Por isso, comparecia ao Hospital do Câncer a cada seis meses para exames. Em uma das vezes, em 2011, ela detectou a doença. “Eu tinha medo da quimioterapia. Era o que mais me apavorava. Eu fiquei muito assustada com a quimioterapia e com a possibilidade de ficar careca”, disse.

Na época, tinha saído de um emprego de 25 anos e se divorciado de um casamento de 25 anos. Por ter conseguido detectar a doença rápido, conseguiu escapar da quimioterapia. “Eu estava no momento de uma transição gigante na minha vida e, quando acabei de mudar de casa, eu estava começando a montar a casa, eu tive que fazer a mamografia”.

A primeira cirurgia foi em apenas um quadrante do seio. Na retirada dos pontos, o médico disse, segundo ela de uma “forma muito tosca”: “Ah, que droga, você vai ter que tirar a mama inteira. Isso é um câncer muito agressivo. Ele cresceu 7 centímetros em seis meses e a gente não pode esperar mais nem um dia”. Foi quando ela tirou toda mama, incluindo o bico.

Após a retirada, quando chegou o novo resultado da biópsia, não havia metástase. E, por isso, Virginia não precisou realizar todo o tratamento desgastante da quimioterapia. Mesmo assim, precisou fazer mais quatro cirurgias para arrumar a mama, já que o corpo rejeitou a prótese de silicone. Depois da última intervenção, ela tatuou a aréola.

“O meu bico! Que eu tanto queria. Eu fiquei muito chateada de fazer o peito”, disse instantes depois de o trabalho ser finalizado.

“Estou praticamente curada. O risco, segundo o médico disse na última consulta, de ter um câncer de mama depois desses quatro anos é mínimo”, afirmou.

Fotos: Caio Kenji

Serviço
Gelly’s Tattoo Studio

Endereço: Rua Inácio Pereira da Rocha, 409  –  Vila Madalena
Telefone: (11) 4562-4501
www.mirodantas.com

Led’s Tattoo
Endereço: Avenida Ibirapuera, 3478 – Moema
Telefone: (11) 5561-2351
www.ledstattoo.com.br

Fonte: G1

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PROJETO P.INK – Tatuagens que representam a vitória

Vocês conhecem o projeto P.Ink (Personal Ink)? Ele foi fundado no início de 2013 por Noel Franus, que acompanhou de perto o que a cunhada passou com o câncer de mama, então resolveu fazer algo para tentar ajudar ela e outras que passam pelo processo da mastectomia, a extração cirúrgica da mama ou parte dela. Ele criou o P.INK (Personal Ink), uma plataforma que reúne tatuadores (alguns famosos de Miami e outras regiões) para oferecer tatuagens nos seios a mulheres que sobreviveram ao câncer.

A mastectomia é muito marcante por abalar emocionalmente muitas mulheres. Entende-se que 56% dos pacientes norte americanos que se submetem ao tratamento ficam com cicatrizes ou sem os mamilos. Algumas mulheres realizam a reconstrução da mama, mas que não inclui a reconstrução do mamilo. E a gente sabe que não são processos super simples, são processos cirúrgicos e caros. Além disse, quem faz essas operações esperam por bons resultados, então tem que saber direitinho quem é o médico e tudo o mais.

E então muitas pacientes começaram a recorrer para as tatuagens realistas para desenhar os mamilos. Mas a cunhada de Noel, Molly, foi além de desenhar o mamilo: ela realmente fez um desenho no peito. Inovou e marcou a pele lindamente! E aí começou o projeto de Noel. Primeiro era um simples painel de referências no Pinterest com imagens de tatuagens no peito, mas depois começaram a pedir colaborações: desenhos, experiências, relatos de superação. Agora consiste em uma página com contatos de tatuadores, desenhos, informações sobre tatuagem, sobre mastectomia e pós cirurgia.

O objetivo é reunir pacientes e tatuadores, valorizando a arte em forma de história de superação. É a marca de sua vitória registrada no peito.

Em outubro de 2013 foi realizado o primeiro P.INK Day, nos Estados Unidos. No estúdio de tatuagem 10 tatuadores marcaram a pele de 10 cats!

Você pode ajudar nesse projeto com doações ou até mesmo desenhos de tatuagens. Conheça mais na página do Facebook do projeto P.INK ou pelo site.

Ah, confira o vídeo da Molly fazendo sua tatuagem:

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ESTÚDIO OFERECE TATUAGEM GRÁTIS A MULHERES COM CÂNCER

O estúdio de tatuagem Veron Custom Tattoos, no centro de Curitiba, decidiu se engajar na luta contra o câncer de mama. O local oferece gratuitamente, durante todo o mês de novembro, o processo de dermopigmentação reconstrutiva aréolo-mamilar e tatuagens artísticas que visam amenizar as marcas deixadas pela mastectomia.

O estúdio apenas realiza as tatuagens em pacientes aptos a passarem pelo processo por isso, preste atenção aos detalhes:

– A cliente tem o direito de escolher o desenho que deseja realizar, porém este deverá passar por análise e aprovação do artista para ser executado.
– A arte deve restringir-se a área das mamas e arredores, tendo como objetivo camuflar cicatrizes em virtude da mastectomia.
– A tatuagem, ou o conjunto que forma o desenho, deve ser realizada inteiramente em uma sessão.
– A pele deve estar completamente cicatrizada, desprovida de irritação e hipersensibilidade;
– A pessoa não estar em processo de radio ou quimioterapia;
– É obrigatória a apresentação de laudo médico que ateste qualificação para o procedimento.

Se interessou? Entre em contato com o Veron Custom Tattoos (41) 3013-2201 / (41) 99666713

Fonte:(Catraca Livre)