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TERAPIAS COMPLEMENTARES

Essa semana a mídia anunciou que várias Terapias Complementares estarão disponíveis no SUS☺️. Mas você sabe o que são Terapias Complementares? ????

Terapias Complementares
Por: Dra Regina Chamon – CRM 120.010/SP – Hematologista e pós graduada em Medicina Integrativa

Com o objetivo de atender inteiramente as necessidades de cada indivíduo, a Medicina Integrativa utiliza, associadas ao tratamento médico convencional, ferramentas que permitem à pessoa despertar e exercer diariamente o cuidado consigo mesma (AUTOCUIDADO), promovendo bem-estar e melhorando a capacidade de lidar com o estresse.

Estas ferramentas são chamadas de TERAPIAS COMPLEMETARES, um grande grupo de práticas que tem como bases a interação entre mente e corpo, a biologia, os sistemas médicos tradicionais, as manipulações corporais e a bioenergia.

Atualmente, as técnicas mais utilizadas pela Medicina Integrativa são aquelas que já passaram por ESTUDOS CIENTÍFICOS e têm evidências de benefícios, e comprovação de eficácia, com baixo risco.

✨Práticas mente-corpo compreendem uma variedade de técnicas designadas a aumentar a capacidade da mente em afetar sintomas e funções corporais. Ajudam a aliviar o estresse, melhorar a qualidade de vida e modular diversos sistemas fisiológicos. Este grupo inclui, entre outras práticas, Meditação (principalmente Mindfullness), Yoga, Arteterapia (música, escrita, pintura), QiGong.

✨Práticas baseadas na biologia consistem em fitoterapia, dietas e suplementos dietéticos.O uso de fitoterápicos e alguns tipos de dietas e suplementos dietéticos, como as vitaminas, tem sido extensamente difundido. Parte desta prática origina-se em crenças populares, e a maioria dos indivíduos acredita que seu uso seja seguro por tratar-se de “terapias naturais”. Entretanto, fitoterápicos e suplementos podem interagir de maneira imprevisível com tratamentos alopáticos e com a quimioterapia, sendo essencial considerar criteriosa e cientificamente sua utilização. Além disso, é crucial que estes complementos sejam avaliados quanto à concentração adequada do princípio ativo e sejam isentos de contaminantes, garantido sua segurança e eficácia.

✨Sistemas médicos tradicionais incluem a Medicina Tradicional Chinesa, Homeopatia e Medicina Ayurvédica, entre outros menos difundidos. Atualmente há diferentes graus de evidência científica quanto ao uso destes sistemas, entretanto há uma extensa quantidade de estudos de boa qualidade sobre utilização de Acupuntura – componente da Medicina Tradicional Chinesa-, comprovando a sua eficácia e segurança no tratamento complementar de diversas patologias, entre elas os sintomas relacionados ao tratamento do câncer, como o enjôo.

✨Práticas de manipulação corporal consistem em manipulações ou movimentos de determinadas áreas do corpo para atingir benefícios de saúde. Em sua maioria estas práticas auxiliam no relaxamento, diminuindo ansiedade, dor e melhorando a sensação de bem-estar. Encontram-se nesta categoria a Massoterapia, Quiropraxia, Exercícios Físicos, entre outros.

✨Terapias energéticas são práticas baseadas na teoria de que a manipulação da bioenergia do paciente tem valor terapêutico, pois reduz o estresse e melhora a qualidade de vida. Estas terapias, embora seguras, têm limitada evidência de eficácia para o manejo de sintomas, e, até o momento, evidência científica insuficiente quanto aos seus mecanismos de ação. Incluem o Reiki, Toque Terapêutico, entre outros.

✔️É essencial que estas terapias sejam indicadas por profissionais capacitados, que tenham uma visão voltada tanto para o cuidado médico convencional quanto para o cuidado complementar, pois, apesar de parecerem inócuas, elas podem causar interações indesejadas, prejudicando a saúde. Por exemplo, uso de fitoterápicos, quando empregados inadequadamente, pode diminuir a eficácia da quimioterapia. A manipulação de áreas acometidas por tumores pode trazer desconforto e dor, a aplicação de acupuntura em pacientes com plaquetas baixas pode levar a sangramentos, e outros muitos riscos que devem ser avaliados caso a caso.

✔️Procure profissionais experientes, e sempre informe ao seu médico o uso de qualquer terapia, mesmo que você a considere natural e inofensiva

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SABRINA PARLATORE EXIBE CABELEIRA E CELEBRA: “O CÂNCER DEFINITIVAMENTE FICOU PRA TRÁS”

Sabrina Parlatore exibiu sua cabeleira antes de ir para uma consulta médica e celebrou a cura de um câncer de mama. “Esperando pra consulta com minha amada oncologista Dra Mariana Laloni. Muito bom voltar agora pra este lugar que tanto me acolheu, cuidou de mim, me tratou, me acarinhou. Volto aliviada, curada e com fé de que o câncer definitivamente ficou pra trás”, disse.

A apresentadora, de 42 anos, enfrentou o câncer de mama, entre 2015 e 2016. No começo deste ano, ela usou uma montagem do antes e depois do seu rosto, com foto da época da quimioterapia, para compartilhar a doença com seus fãs.

“Hoje faz 1 ano que terminei as 16 sessões de quimioterapia para o tratamento do câncer de mama. A foto da esquerda foi feita no réveillon do ano passado. Estava completamente esgotada física e emocionalmente. Ainda encararia 33 sessões de radioterapia. A outra foto tirei hoje, quando respiro aliviada com minha energia recuperada e me sentindo forte, pronta para os desafios que a vida nos impõe”, escreveu ela.

O desabafo dela não parou por aí. “Para as pessoas que enfrentam o duro tratamento do câncer, muita paciência, fé e foco! Meu agradecimento especial a todos os familiares, amigos, médicos e enfermeiros que estiveram comigo e me ajudaram muito. Agradeço a Deus pela fé e tranquilidade que me deu. Obrigada à todos que me mandam diariamente mensagens de força e carinho. Um grande ano a todos! Vamo que vamo!”, finalizou Sabrina.

Sabrina Parlatore na época da quimioterapia e um ano depois (Foto: Reprodução/Instagram)

Fonte: Revista QUEM

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DICA DE CAT – JIN SHIN JYUTSU

A Cat Aline Zanata compartilhou uma super dica com a gente: “Venho falar um pouquinho dessa pessoa maravilhosa e da terapia que me ajudou muitooooo com as reações das quimioterapia. 

Jin Shin jyutsu me ajudou a me centrar, acalmar, respirar, lembrar que “eu ” também preciso de mim. Um dia eu cheguei para fazer a terapia muitoooo mal, e sai totalmente renovada. Estou passando um pouco da minha experiência com o Jin Shin jyutsu pois quero levar essa “Arte” para vida toda. Me sinto uma nova mulher e a cada dia estou me conhecendo mais.”

Sobre JIN SHIN JYUTSU (Fonte: Eu sem fronteiras)

O que é?

O Jin Shin Jyutsu é uma arte de harmonização da energia vital. Traz bem-estar, vitalidade, disposição, dissolvendo o estresse físico, mental, emocional e estimulando a capacidade de regeneração do corpo.

Como é?

A aplicação é feita com a pessoa vestida e consiste em várias sequências de toques com as mãos em determinadas áreas do corpo onde essa energia se concentra. Podemos receber sessões de JSJ de um profissional autorizado e/ou aprender algumas sequencias simples que podem ser autoaplicadas.

Origem

Milenar arte japonesa transmitida oralmente durante gerações e redescoberta no início do século pelo mestre Jiro Murai, este conhecimento foi levado para os Estados Unidos em 1950 por Mary Burmeister. Desde 1990 esta arte tem sido ensinada e praticada no Brasil por um número crescente de pessoas.

A quem se destina?

  • Como prática auxiliar da medicina convencional na medida em que promove o aumento da energia vital, base para o processo de cura.
  • Aos que simplesmente desejam manter a saúde física/emocional e buscam bem-estar e harmonia.
  • A todos os que necessitam reduzir os efeitos do estresse crônico ou desarmonias como preocupação excessiva, insegurança, medo, depressão, fadiga, insônia, tensão e dor.
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DICAS PARA O CALOR

O calor tá demais né gente? Essa é a Cat Priscila Nascimento, de Blumenau. A primeira foto ela tirou em Dezembro de 2015 e a segunda foto em Janeiro desse ano, em Arraial do Cabo. Olha só o cabelão!!! A dica dela para espantar esse calor é tomar um banho de mar. Qual é a sua dica?

Só cuidado com o sol! Principalmente durante o tratamento!

 

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LAVAR VEGETAIS E FRUTAS

Para lavar os vegetais corretamente, desinfeta-los de bactérias e outros microrganismos causadores da doenças, como a toxoplasmose, a salmonelose ou mesmo a cólera, basta seguir os seguintes passos:

  1. Coloque em uma bacia 1 litro de água e 1 colher (sopa) de água sanitária e
  2. Deixe as frutas e legumes imersos nesta água por no mínimo 15 minutos, para uma desinfecção completa.

Após o primeiro minuto os microrganismos mais comuns, como a salmonela, já foram eliminados.

Todos os alimentos que forem ser consumidos crus devem ser lavados e desinfetados com cascas e talos e só depois de enxaguar com água limpa estarão prontos para serem preparados e consumidos.

A água sanitária pode ser substituída por 1 colher de hipoclorito de sódio.

Fonte: Tua Saúde

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AJUDA OU ATRAPALHA? O QUE SABEMOS SOBRE TERAPIAS ALTERNATIVAS CONTRA O CÂNCER

Ervas, suplementos dietéticos e exercícios para o corpo e a mente costumam ser utilizados por pacientes na luta contra o câncer. São tratamentos não convencionais, cujos benefícios, quando comprovados cientificamente, são complementares aos tratamentos recomendados para a doença –como cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea.

Alguns de fato trazem melhorias para o estado geral do paciente. Outros podem prejudicar o tratamento do câncer e colocar em risco a pessoa.

Existe uma grande variedade deles. “É comum, principalmente em cidades do interior, um vizinho ou um amigo receitar um certo chá…”, relata Luís Eduardo Rosa Zucca, oncologista do Hospital de Câncer de Barretos.

Para os especialistas consultados pelo UOL, é necessário que todo método a ser utilizado em um tratamento de câncer passe pelo crivo das pesquisas clínicas. Esses tratamentos complementares não substituem o tratamento convencional, mas podem auxiliar o paciente, garantindo melhor qualidade de vida.

“[O benefício do] uso do gengibre em casos de náuseas já foi verificado em estudos clínicos”, cita Carlos José Andrade, oncologista do Inca (Instituto Nacional de Câncer).

A acupuntura, a ioga e a meditação também são apontadas como técnicas que trazem benefícios. “Além de diminuir a ansiedade, reduzem a dor, a náusea e os vômitos da quimioterapia”, afirma Zucca.

Terapias alternativas não curam

Contudo, existem falsos remédios apresentados como milagrosos e terapias vendidas como cura em um passe de mágica. Além de, por vezes, levar o paciente a retardar o início do tratamento convencional ou abandoná-lo, colocando em risco o combate à doença, substâncias que não passaram pelo crivo científico podem ser nocivas à saúde.

“Há pouco tempo vivemos o exemplo da fosfoetanolamina [a chamada pílula do câncer] que, sem ter seus riscos e benefícios verificados, ganhou uma visibilidade enorme, expondo as pessoas a riscos”, lembra Andrade.

Já vimos pacientes serem prejudicados por fazerem uso abusivo de medicação alternativa, em casos que quase levaram à morte.”

Luís Eduardo Rosa Zucca, oncologista

Para o oncologista, é fundamental sempre comunicar ao médico sobre a adoção de qualquer tipo de prática. “É preciso sempre estar do lado de um médico que tem conhecimento suficiente para indicar o tratamento correto ao paciente”, afirma.

O UOL preparou duas listas com técnicas associadas ao tratamento do câncer. A primeira, que se apoia em publicação do Grupo Español de Pacientes con Cáncer, mostra práticas que não possuem nenhuma eficácia comprovada e podem ser prejudiciais.

Na segunda, feita com base na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS, indica os tratamentos que trazem benefícios aos pacientes se feitos enquanto o doente faz também o tratamento recomendado pelo médico.

Práticas que não auxiliam e podem prejudicar

Uso de imãs e alteração de pH

O biomagnetismo promete curar doenças como o câncer com a aplicação de ímãs em diferentes partes do corpo. O objetivo seria reestabelecer o equilíbrio da acidez do organismo, o que garantiria a preservação de uma boa saúde. A técnica parte do princípio de que toda doença é causada por um pH mais ácido ou mais básico, e que seria possível corrigir esses desequilíbrios. A ideia de que ímãs podem melhorar a saúde e diminuir dores chegou a virar moda, com as pulseiras magnéticas, usadas por atletas e que prometiam restaurar o equilíbrio do corpo. Contudo, não existe nenhum estudo que demonstre que campos magnéticos aplicados ao corpo ou mudanças no nível de acidez do organismo gerem benefícios para à saúde e possibilitem a cura do câncer.

Terapia com ozônio ou água

Algumas terapias pouco ortodoxas indicam o uso de ozônio ou água para a cura de doenças. Os métodos costumam ser bastante surpreendentes, como insuflar ozônio ou água em feridas e através do ânus. A ideia por trás das práticas é a de que o ozônio possui ação antibacteriana. E a de que a limpeza do intestino com água retira toxinas geradas pelos alimentos. Contudo, as técnicas não contam com nenhum respaldo científico. Injetar substâncias no reto pode causar danos, como lesões no intestino, e retirar a flora intestinal, importante para a digestão. O uso dessas substâncias em cavidades do corpo e em feridas pode provocar infecções. Além disso, quem opta por práticas desse tipo pode acabar retardando o início ou interrompendo o tratamento recomendado, como a quimioterapia.

Dietas usadas isoladamente

Dieta que reduz a acidez do organismo (dieta alcalina), dieta que elimina toxinas (dieta de Gerson), dietas acompanhadas de suplementos vitamínicos… As orientações alimentares para cura incluem cardápio vegetariano, ingestão de grande quantidade de nutrientes, vitaminas, etc. Utilizadas isoladamente, sem a realização do tratamento recomendado, são ineficazes para o combate ao câncer. “Uma dieta adequada é importante para a prevenção e o tratamento do câncer”, diz o oncologista Luís Eduardo Rosa Zucca. Segundo ele, pesquisas também demonstraram que o uso de suplementos vitamínicos não é eficaz no combate ao câncer.

Câncer como problema psicológico

Existem diversas práticas que consideram que as doenças não existem de fato, e que são apenas respostas biológicas a um conflito presente em nossas mentes (bioneuroemoção) ou em nossas famílias (constelações familiares). Segundo essas práticas, a “cura” estaria na resolução desses conflitos psicológicos. Apesar da referência à psicologia, técnicas desse tipo simplificam a busca pelas causas de uma doença. O câncer possui diversos fatores causadores, como o estilo de vida da pessoa, o ambiente em que vive, condições físicas, dentre outros. Tais técnicas desconsideram todas elas, até mesmo as causas genéticas do câncer, amplamente demonstradas pela ciência.

Práticas que complementam o tratamento do câncer

Plantas medicinais e fitoterapia

A OMS defende a valorização do uso de plantas medicinais. Segundo o órgão ligado à ONU, 80% da população mundial utiliza essa forma de tratamento. Para Andrade, “o uso de raízes e ervas devem seguir as orientações baseadas em evidência científica de nível elevado”. Ele cita o uso do gengibre em casos de náuseas como um exemplo de eficácia comprovada. Já Zucca lembra que produtos de origem vegetal constituem as bases de diversos medicamentos. “Mas eles são estudados [para utilização], e existe dose limite que é próxima à dose tóxica”, lembra, alertando sobre riscos de intoxicação e sobre a importância do acompanhamento médico.

Acupuntura, meditação e yoga

A OMS recomenda a acupuntura como uma forma de tratamento complementar eficaz e segura para diversas doenças. O National Institutes of Health dos Estados Unidos também defende o uso da acupuntura como coadjuvante no tratamento de náuseas e vômitos pós-quimioterapia. O estímulo preciso de pontos do corpo auxiliam na manutenção e recuperação da saúde. Já a meditação e a ioga podem promover alterações favoráveis no humor e no desempenho cognitivo, que podem ser reverter em melhorias no bem-estar, de acordo com o Ministério da Saúde. “São métodos consagrados pelo tempo e podem ser utilizados respeitando as especificidades de cada caso”, diz o oncologista Carlos José Andrade.

Homeopatia

Por recolocar a pessoa no centro das atenções, com todas as suas dimensões – física, psicológica, social e cultural -, a homeopatia pode contribuir para o fortalecimento da integralidade da atenção à saúde, fortalecendo assim a relação médico-paciente. Como tratamento complementar, tem como base a investigação científica, presente em pelo menos dez universidades públicas no Brasil, em atividades de ensino, pesquisa ou assistência, de acordo com o Ministério da Saúde.

Fonte: Uol

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5 MANEIRAS DE MANTER O AUTOCONTROLE NA DIETA E NA ROTINA FITNESS

Você já responsabilizou sua falta de força de vontade pelos fracassos nas dietas, objetivos fitness deixados pra trás, ganho de peso excessivo ou dívidas no cartão de crédito? Se a resposta foi positiva, é hora de contornar comportamentos que não são exatamente saudáveis.

Durante décadas, a maioria dos psicólogos acreditava que a força de vontade tinha limitações. Como o combustível de um carro, ela seria queimada a cada vez que você usasse seu autocontrole e, uma vez esgotada, você cederia à tentação em questão.

Recentemente, neurocientistas e psicólogos têm debatido a teoria de que a força de vontade não se esgota. Um estudo descobriu que as pessoas que pensam que acreditam que ela seja ilimitada tendem a se sair melhor de tarefas que exigem autocontrole do que aqueles que pensam que pode findar com o tempo.

Então, o que você pode aprender com toda essa conversa científica? Aqui vão seis fatos surpreendentes que podem ajudá-la a melhorar seu autocontrole e alcançar seus objetivos:

1. Acredite que sua força de vontade não tem limites 

Pesquisadores da Universidade de Zurique descobriram que as pessoas que veem sua força de vontade como ilimitada são mais felizes com a vida em geral e mais capazes de lidar com desafios. Os pesquisadores entrevistaram centenas de estudantes universitários sobre a motivação deles no início do ano letivo e novamente seis meses depois, na época de provas. Os que acreditavam na força de vontade ilimitada foram associados com maior satisfação com a vida e melhor humor e bem-estar.

2. Não encare a força de vontade como uma virtude

A verdade é que ela é simplesmente uma resposta do cérebro para o corpo e não tem nada a ver com estar fazendo algo certo ou errado. Ou seja, não conseguir resistir a um cookie não te faz uma má pessoa!

3. Exercite a força de vontade 

Algumas pessoas nascem mais sensíveis a tentações emocionais do que outras. Mas, assim como você desafia os músculos para se tornarem mais fortes ao fazer exercícios, é possível aumentar seu autocontrole conforme passa por situações tentadoras.

4. Evite pessoas que sugam sua força de vontade

Alguma vez você já passou o dia aguentando o comportamento não muito agradável de um colega de trabalho e quando foi pra casa, se afundou no pote de sorvete? De acordo com a American Psychological Association, alguns relacionamentos podem ser exaustivos, deixando-a menos motivada a resistir a comportamentos negativos.

5. Contorne situações que tirem seu foco

Ao remover a tentação de vista, você não vai precisar exercitar tanto o autocontrole. Se seu problema na dieta são os doces, certifique-se de você não vai dar de cara com uma barra de chocolate ao abrir o armário da cozinha. Se você sente-se tentada a ficar em casa e furar o treino quando volta do trabalho para se trocar, leve uma troca de roupa para o escritório e ir de lá direto à academia.

Fonte: M de Mulher

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SEXUALIDADE DA MULHER COM CÂNCER DE MAMA DEVE SER ESTIMULADA DURANTE E DEPOIS DO TRATAMENTO

Queda de cabelo e dos pelos, retirada das mamas, perda de libido e secura vaginal são as principais dificuldades enfrentadas pelas mulheres em tratamento contra o câncer de mama quando o assunto é sexo. Segundo uma pesquisa realizada na Austrália e publicada no Journal of Sexual Medicine, 70% das pacientes têm problemas na vida sexual nesse período — número bastante alto levando em consideração a faixa etária média de 54 anos das cerca de mil mulheres ouvidas pelo médico e pesquisador da Monash University, Robin Bell. No entanto, a transa deve ser estimulada durante e depois do tratamento, porque as disfunções sexuais acontecem com mais frequência até dois anos após o diagnóstico — momento em que acontece a chamada menopausa precoce.

Conforme os autores do estudo, os problemas com a sexualidade da mulher com câncer de mama são causados principalmente pela insegurança em relação a como o parceiro irá reagir ao corpo mastectomizado — cirurgia de retirada da mama. E o psicológico acaba afetando a qualidade da atividade na cama.

— Os seios são uma das representações de feminilidade da mulher, da sua sexualidade. É de se supor, portanto, que o câncer de mama expressa uma possível perda de contato consigo mesma, tocando profundamente sua estrutura emocional e física — confirma no artigo “Câncer de mama e sexualidade feminina: os simbolismos existentes nessa relação” a psicóloga Suzanne Maria de Carvalho Leal.

Descoberta

A ex-modelo catarinense Flávia Flores, 37, comprova os problemas que impactam na autoestima e na funcionalidade do sexo. Quando descobriu a doença no final de 2012, estava namorando, mas acabou sendo abandonada pelo companheiro.

— Ele veio para a minha cirurgia, me levou para casa depois, e aí me bloqueou em todas as redes sociais e não atendia mais as minhas ligações. Não era possível que fosse só o câncer, né? Fiquei chateada, não queria mais saber de ninguém — conta Flávia, que é de Florianópolis, mas atualmente vive em São Paulo (SP), de onde mantém o blog “Quimioterapia e Beleza”, referência online para mulheres em tratamento de câncer de mama.

Mesmo que já tenha sido provado que o apoio é fundamental para a mulher com câncer de mama, o abandono não é raro. Mas foi carequinha, durante as sessões de quimioterapia, que Flávia despertou sua sexualidade enquanto paciente em tratamento de câncer. Ela conheceu um homem pela Internet que a aceitou e, principalmente, foi compreensivo.

— No começo eu disse: ‘já me largaram, nem vem para perto de mim. Tu não entendeu que isso é câncer? Não é estilo, é falta de pelo.’ Mas aí fui passar o carnaval com ele. Me diverti tanto que perdi até a peruca. Hoje namoro outra pessoa e continuo contente em relação ao sexo, mas é sempre delicado explicar a falta de lubrificação para o parceiro. As mulheres devem tentar, porque faz bem para nós mesmas com ou sem câncer — garante Flávia, que buscou ajuda de seu psicólogo, já que os oncologistas não abordaram essa questão durante o tratamento.

Sexo ainda é tabu

Enquanto o termo “oncosexology” (oncosexologia, em tradução livre) já é debatido nos Estados Unidos e trata a sexualidade dos pacientes com câncer, no Brasil a pauta é negligenciada na formação profissional. É o que acredita a pesquisadora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (SP), Simone Ferreira, que estuda a sexualidade de mulheres com câncer de mama e ginecológico na Universidade de São Paulo (USP).

— Há um despreparo. Temos um modelo biomédico que tem a cura como prioridade. Quando não deveria ser assim. Outra possível justificativa é a vergonha, porque nem todo mundo tem a sexualidade bem resolvida, e o sexo é uma construção sociológica. Também há uma questão de gênero: com uma obrigação social de a mulher servir o marido e, com isso, ter dificuldade de ressignificar o sexo. Por fim, o fato de serem em maioria mulheres atendendo mulheres, a relação pode gerar vulnerabilidade e espantar o assunto — analisa.

A paciente e presidente da Associação Brasileira de Portadores de Câncer (Amucc), Leoni Margarida Simm, comprova o pouco enfoque na sexualidade e acrescenta a importância do papel do parceiro nesse processo.

— Não conversaram comigo sobre isso, perdi o libido e não queria que ninguém me visse nua, nem meu marido. Mas ele foi fundamental e me dizia: tu és todas as mulheres, conforme eu mudava a peruca ou o lenço — lembra.

Câncer sutra: sexo para prevenir
— A Associação Americana de Luta Contra o Câncer lançou em maio deste ano o www.cancersutra.com. O endereço funciona como um guia de detecção dos câncer de mama, próstata e pele a partir da prática de diferentes posições sexuais que privilegiem o contato. O objetivo é despertar a atenção do parceiro para os sinais precoces da doença.

— O site explica com ilustrações como cada posição pode detectar os primeiros sintomas de possíveis tumores (caroços, manchas, eczemas e pintas, por exemplo). Há também o aconselhamento de procurar um médico para fazer o diagnóstico correto. Além de posições para heterossexuais, o guia também engloba opções para casais gays.

Dicas para melhorar a relação sexual
1) Ajuda psicológica
— Procure um psicólogo para acelerar o processo de adaptação em relação ao novo corpo;
— A presença do companheiro pode ser importante nessa etapa.

2) Atividades físicas
— Movimentar o corpo nesse período pode ajudar a melhorar o desempenho sexual.

3) Lubrificante
— Use lubrificantes apenas à base de água durante a quimioterapia e radioterapia;
— Depois, durante o tratamento hormonal, peça para o seu médico receitar algum medicamento que contenha outras substâncias que possam potencializar os efeitos;
— Utilize o aplicador nos dois casos, porque a lubrificação deve chegar até o canal vaginal para que você não sinta dor, e não apenas na vagina. Em pacientes de câncer de colo de útero, isso é ainda mais importante, porque pode acontecer a estenose (estreitamento do canal vaginal).

4)Imaginação
— É comum perder a libido (vontade de fazer sexo) durante o tratamento do câncer, por isso invista no poder da sua mente.

5) Acessórios
— A autoestima é outro problema enfrentado pela mulher com câncer que deseja manter-se sexualmente ativa. Por que não apostar em uma lingerie especial para se sentir mais atraente? O lenço para cobrir a carequinha pode ser outra opção.

Fonte: http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2015/10/sexualidade-da-mulher-com-cancer-de-mama-deve-ser-estimulada-durante-e-depois-do-tratamento-4879596.html

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EU POSSO…

ESCOLHER UM ESTILO DE VIDA SAUDÁVEL

Todas as pessoas podem tomar atitudes para reduzir o risco de câncer ao escolher opções saudáveis, que incluam parar de fumar, manter-se fisicamente ativo e consumir alimentos e bebidas saudáveis. O fumo é a maior causa evitável de câncer no mundo. Parar de fumar tem um grande impacto positivo na saúde de uma pessoa, da sua família e amigos. A boa notícia é que parar de fumar em qualquer idade é benéfico, aumentando a expectativa de vida e melhorando a qualidade de vida. As pessoas também podem reduzir seus riscos de ter diversos tipos de câncer comuns ao manterem um peso saudável e tornarem a atividade física parte de suas rotinas. Estar acima do peso ou obeso aumenta o risco de dez tipos de câncer: câncer de intestino, mama, útero, ovário, pâncreas, esôfago, rim, fígado, próstata avançado e vesícula biliar. Mudanças específicas na dieta também podem fazer a diferença – por exemplo, os indivíduos podem limitar sua ingestão de carne vermelha e evitar a carne processada. O álcool também está fortemente ligado com o risco aumentado de vários tipos de câncer. A redução do consumo de álcool diminui o risco de cânceres de boca, faringe, laringe, esôfago, intestino, fígado e mama. Em geral, mais de um terço dos tipos de câncer mais comuns poderiam ser evitados por uma dieta saudável, prática de atividade física e manutenção de um peso corporal saudável. Reduzir a exposição à radiação ultravioleta (UV) do sol e de outras fontes, como solários, também é importante para reduzir o risco de muitos tipos de câncer de pele . Todas as pessoas podem escolher um estilo de vida saudável para reduzir o risco de câncer.

ASSUMIR O CONTROLE DA MINHA JORNADA COM O CÂNCER

Muitos pacientes com câncer e suas famílias descrevem um sentimento de perda de controle de suas vidas após um diagnóstico de câncer. Incentivar os pacientes a fazerem o que for necessário para ganhar novamente um sentimento de controle e preservar sua dignidade durante a jornada com o câncer pode ajudá-los a gerenciar as mudanças que o câncer traz à sua vida. A assistência centrada nas pessoas exige que todos os pacientes recebam a instrução e o apoio necessário para tomarem decisões e participarem de seus próprios cuidados ao longo de toda a jornada com o câncer . Profissionais de saúde podem apoiar essa abordagem, dando explicações claras sobre as opções de tratamento disponíveis, incluindo os riscos, os benefícios e as incertezas associados às opções, para garantir que os pacientes e suas famílias sejam participantes ativos das decisões sobre os seus cuidados e que seu plano de tratamento respeite suas necessidades e preferências individuais. Os pacientes com câncer que recebem cuidados paliativos ou de apoio podem ter necessidades específicas para encontrar alívio dos sintomas, da dor e da angústia. O acesso à assistência centrada nas pessoas e que conserva a dignidade, através da qual os pacientes participam das decisões e todas as suas necessidades de assistência são abordadas — em termos físico , emocional, espiritual e social — é essencial para proporcionar cuidados paliativos ou de apoio efetivos. Abordar as questões da imagem corporal também pode ser uma maneira importante de recuperar o controle e preservar um grau de normalidade. O acesso a serviços de apoio dedicados a ajudar a gerir as mudanças físicas que podem ocorrer durante e após o tratamento do câncer, como perda de cabelo ou comprometimento da fala, pode melhorar a confiança e a maneira como os pacientes se veem e sentem-se sobre si mesmos. Mesmo se outros não puderem ver essas mudanças, por exemplo, incontinência urinária, procurar ajuda profissional pode reconstruir a autoestima. As pessoas que vivem com câncer podem assumir o controle de sua jornada com o câncer ao serem capacitadas para participarem ativamente das decisões sobre seu cuidado, tendo suas escolhas respeitadas e suas necessidades satisfeitas.

AMAR E SER AMADO

O câncer afeta todas as pessoas que fazem parte da vida de um paciente de maneiras diferentes. Parceiros, famílias e amigos podem colaborar para trabalhar juntos ao longo dos desafios do câncer e de seu tratamento, de modo que ninguém enfrente a doença sozinho. Não há uma “maneira certa” de um paciente e seu parceiro lidarem com o câncer, mas existem medidas que os casais podem tomar para apoiar um ao outro ao longo desse período desafiador . Por exemplo, manter as linhas de comunicação abertas e ter tempo para falar sobre sentimentos e temas difíceis, como o medo de recorrência ou preocupações financeiras, pode ser útil para lidar com o impacto emocional . Para muitos, uma das maiores consequências duradouras e devastadoras de um diagnóstico de câncer é o impacto sobre a saúde sexual e o bem-estar . Tanto os homens quanto as mulheres podem apresentar mudanças na função sexual e na sexualidade após o tratamento do câncer. As alterações podem estar associadas a efeitos colaterais do tratamento do câncer – às vezes estes são de curto prazo, como fadiga ou dor, ou para outros, pode haver efeitos a longo prazo, como a disfunção erétil devido a alguns tratamentos para câncer de próstata. Buscar informações e assistência através de profissionais de saúde e serviços de apoio a pacientes de câncer pode ajudar os pacientes de câncer a se ajustarem às mudanças na função sexual e auxiliar os casais a renegociarem o sexo e a intimidade . Os amigos e as famílias também podem exercer um papel importante ao oferecer apoio emocional, social e prático. Passar o tempo com uma pessoa, estar disposto a falar sobre suas experiências e oferecer assistência, mesmo com pequenas tarefas, pode ser extremamente útil . Para algumas pessoas, o apoio pode ser necessário ao longo de muitos anos após o diagnóstico inicial, já que continuam a viver com o impacto físico e emocional do câncer, mesmo quando o tratamento é concluído. Para uma pessoa que vive com câncer, o forte apoio emocional e relacionamentos amorosos com os parceiros, os amigos e as famílias podem fazer uma grande diferença em sua vida.

PEDIR APOIO

Manter redes sociais de apoio e falar sobre o câncer podem ser estratégias importantes para se lidar com o impacto social e emocional do câncer, tanto no curto quanto no longo prazo. Isso é verdade para a pessoa que vive com câncer e para seu(s) cuidador(es). O apoio pode vir de muitas fontes – companheiros, amigos, família, colegas, profissionais de saúde e conselheiros – com algumas pessoas optando por participar de grupos de autoajuda ou apoio. Os grupos de apoio podem oferecer um ambiente solidário e acolhedor para as pessoas que vivem com câncer expressarem seus sentimentos e reduzir a ansiedade e o medo. Algumas vezes, os colegas de trabalho formam uma outra rede vital de apoio. Falar com os colegas sobre o câncer, assim como manter contato com eles durante as ausências do trabalho, pode ter um impacto positivo sobre a recuperação. Cuidar de pacientes de câncer também pode ter uma enorme influência sobre a saúde física e mental. Os cuidadores – mais comumente companheiros, familiares ou amigos – recebem pouca preparação, informação ou apoio para realizar sua tarefa vital. Muitos cuidadores colocam suas próprias necessidades e sentimentos de lado para focar na pessoa com câncer e, como consequência, podem experimentar sofrimento emocional e isolamento social. Reconhecer os desafios de cuidar de alguém com câncer e procurar apoio pode trazer uma ampla gama de benefícios para se conseguir lidar com a situação e ter qualidade de vida. As pessoas que vivem com câncer e seus cuidadores podem solicitar apoio para ajudá-los a lidar com o câncer.

FAZER MINHA VOZ SER OUVIDA

As pessoas que vivem com câncer e suas famílias, amigos e cuidadores podem ser defensores poderosos para aqueles que estão lidando com a doença. Ao contar suas histórias, os sobreviventes de câncer podem ajudar outras pessoas a reduzir o medo e o estigma sobre a doença, que frequentemente impedem as pessoas de buscarem cuidados e apoio. Por exemplo, a avaliação do impacto de uma campanha antiestigma no México, centrada em dar aos sobreviventes de câncer uma plataforma para contar suas histórias, mostrou que 76% das pessoas expostas à campanha aprenderam algo novo sobre o câncer e 70% declararam falar mais abertamente sobre o câncer depois da campanha. Os participantes também comentaram que ficaram mais solidários com as pessoas que vivem com câncer por causa do que aprenderam. Os indivíduos também podem participar do diálogo mais amplo sobre a política contra o câncer através do engajamento em campanhas públicas, comunicando-se com os responsáveis pela tomada de decisões e unindo-se a grupos de apoio para assegurar que a voz do paciente seja ouvida. Dessa forma, os pacientes de câncer e suas famílias podem inspirar mudança ao ajudar a definir as questões que importam e ao defender medidas para lidar com essas questões. Os pais, as famílias e os cuidadores de crianças e adolescentes com câncer têm uma função especial a desempenhar na defesa de que seus direitos sejam protegidos, reivindicando o acesso equitativo e acessível ao tratamento de qualidade do câncer, conscientizando os outros sobre os desafios específicos enfrentados por crianças e adolescentes com câncer.

Ao fazerem suas vozes serem ouvidas, os indivíduos podem ser agentes poderosos de influência e mudança para todas as pessoas afetadas pelo câncer. Incentivamos que você faça sua voz ser ouvida e compartilhe sua história em worldcancerday.org/share-your-story

RETORNAR AO TRABALHO

Muitas pessoas que vivem com câncer querem voltar ao trabalho. Elas mencionam motivos financeiros e emocionais para voltar ao trabalho, sendo que o trabalho restaura a normalidade, a estabilidade, o contato social e a renda . Frequentemente, as pessoas que vivem com a doença precisam que seus empregadores façam algumas concessões para apoiá-las a voltar ao trabalho com sucesso. Falar sobre câncer com seus funcionários pode ajudar a garantir que os ajustes necessários sejam realizados para a pessoa que vive com a doença ou para seus cuidadores, como mudanças nas tarefas ou a acomodação de diferentes necessidades físicas, p. ex., ajuste de alterações na mobilidade ou no funcionamento físico, como dificuldade com escadas. Também pode ser possível um retorno gradual ao trabalho, de modo que a pessoa seja apoiada a voltar ao trabalho. Frequentemente, os tipos de alterações necessárias variam ao longo do tempo e conversas continuamente abertas e honestas com um empregador sobre o que é ou não possível em termos de arranjos de trabalho flexíveis e ajustes de trabalho são extremamente importantes para evitar a angústia. Também é importante que as pessoas com câncer que querem retornar ao trabalho entendam seus direitos. Em muitos países, os empregadores têm obrigação legal de fazer ajustes razoáveis no trabalho para pessoas que vivem com câncer e assegurar que elas não fiquem em desvantagem em comparação a outros funcionários.

Com o apoio certo, as pessoas que vivem com câncer podem retornar ao trabalho de maneira bem-sucedida.

Fonte: COMBATE AO CÂNCER (worldcancerday.org)

http://www.combateaocancer.com/wp-content/uploads/2017/01/1.pdf
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VOCÊ PODE SAIR? ENTÃO SAIA!

Sei que nem sempre estamos bem, sei que nossa imunidade nem sempre está alta. Mas você está bem e pode sair hoje? Então saia! Não é porque você tem câncer que você não pode se divertir. Chama as amigas, a família ou seu amorzinho e vai jantar ou ver um filme no cinema. Acredite, se divertir faz bem! Se arrumar faz bem!

E para incentivar, dá uma olhadinha em alguns filmes que estão em cartaz:

La La Land

Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

  •  Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, J.K. Simmons mais
  •  Duração: 129 min
  •  Diretor: Damien Chazelle
  •  Distribuidora: Paris Filmes
  •  Gênero: Romance
  •  Classificação: Livre

Minha mãe é uma peça 2

Sucesso como apresentadora de um programa de TV, Dona Hermínia (Paulo Gustavo) resolve tentar novos relacionamentos, deixando para trás o pedido de Carlos Alberto (Herson Capri) para que reatem. O problema é que cada possível namoro empaca justamente devido à preocupação dela com os filhos Marcelina (Mariana Xavier) e Juliano (Rodrigo Pandolfo).

  •  Elenco: Paulo Gustavo, Herson Capri, Mariana Xavier, Rodrigo Pandolfo, Luana Piovani
  •  Duração: 86 min
  •  Diretor: André Pellenz
  •  Distribuidora: Paris Filmes
  •  Gênero: Comedia
  • Classificação: 12 Anos

  • Moana

Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores, que é seu maior hobbie e, também, trabalho. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar sua família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Com a ajuda do lendário semideus Maiu, Moana começa sua jornada pelo mar aberto, onde vai enfrentar criaturas marinhas e descobrir antigas histórias do submundo.

  •  Elenco: Dwayne Johnson, Auli´i Cravalho
  •  Duração: 113 min
  •  Diretor: John Musker, Ron Clements
  •  Distribuidora: Walt Disney
  •  Gênero: Infantil
  •  Classificação: Livre

Passageiros

Durante uma viagem de rotina no espaço, dois passageiros são despertados 90 anos antes do tempo programado, por causa de um mau funcionamento de suas cabines. Sozinhos, Jim (Chris Pratt) e Aurora (Jennifer Lawrence) começam a estreitar o seu relacionamento. Entretanto, a paz é ameaçada quando eles descobrem que a nave está correndo um sério risco e que eles são os únicos capazes de salvar os mais de cinco mil tripulantes em sono profundo.

  •  Elenco: Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen mais
  •  Duração: 111 min
  •  Diretor: Morten Tyldum
  •  Distribuidora: Columbia Tristar
  •  Gênero: Romance
  •  Classificação: 12 Anos

Se não gosta de cinema, faz outra coisa. O que não pode é achar que você não pode se divertir.