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CAMPANHA NOVEMBRO AZUL

A campanha “Novembro Azul” teve início dia 1º com o objetivo conscientizar a população masculina sobre prevenção e perigos do câncer de próstata, em Manaus. Segundo o médico urologista Anoar Samad, cerca de 7% dos homens em todo o Brasil têm câncer de próstata. Ele alerta que a doença pode ter 80% de cura se diagnosticada de forma precoce.

Samad destacou que homens com idade acima de 50 anos devem seguir a orientação para fazer os exames de rotina. A recomendação, porém, deve ser feita mais cedo se o paciente tiver histórico da doença na família.

“O objetivo de qualquer campanha, de qualquer tipo de câncer, é você fazer o diagnóstico precoce, descobrir a doença no início. No câncer de próstata, o tratamento e radioterapia têm acima de 80% de chance de cura da doença”, disse.

Números do câncer de próstata ainda são altos
por tabu com exame (Foto: Rede Globo)

O médico explicou que o principal fator de risco é a hereditariedade. “Se o homem teve um pai, um tio com câncer de próstata, ele tem três vezes mais chance de desenvolver a doença. Então, sem dúvida um o fator de risco comprovado que aumenta muito a chance de um homem ter câncer de próstata é a hereditariedade”, observou.

A doença pode ser diagnosticada por meio do toque retal e de exame de sangue específico – dosagem sérica do PSA, que deve ser feito uma vez por ano. “O câncer de próstata é assintomático. Agora, quando o câncer espalha, se espalha para os órgãos, ele pode vir a ter dor óssea, dores pelo corpo, mas câncer de próstata, no início da doença não dá sintoma algum”, disse.

Anoar Samad disse que a Campanha Novembro Azul é realizada todos os anos para orientar a população masculina a cuidar melhor da saúde e procurar o médico com mais frequência. Ao longo de todo o mês diversas ações serão realizadas, estimulando a procura pelos serviços de saúde e a realização dos exames preventivos.

Câncer de Próstata
A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, de forma e tamanho semelhantes a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.

Estatísticas
O câncer de próstata é o tumor mais frequente no sexo masculino, ficando atrás apenas dos tumores de pele, e o sexto tipo mais comum no mundo segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

A cada seis homens, um é portador da doença. A estimativa do INCA é de que, por ano, 69 mil novos casos sejam diagnosticados, um caso a cada 7,6 minutos.

Fonte: G1

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CAMPANHA OUTUBRO ROSA TERMINA COM BONS RESULTADOS

De janeiro a junho, as unidades do SUS fizeram 1,8 milhão de mamografias, 31% a mais que 2014

Rio – Outubro Rosa, mês de conscientização das mulheres para a necessidade da prevenção do câncer de mama, acabou com um balanço positivo, segundo a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). “De janeiro a junho, as unidades do SUS fizeram 1,8 milhão de mamografias. São 31% a mais do que no mesmo período de 2010. Além disso, o Senado aprovou o projeto que garante exames mamográficos a mulheres com elevado risco de desenvolvimento de câncer, independentemente da idade”, destacou em discurso no Congresso Nacional.

O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, mas também pode afetar mais raramente os homens, que aderiram ao Outubro Rosa em apoio às mulheres. Por ano, surgem cerca de 57 mil novos casos no Brasil, sendo 15% só no Rio de Janeiro. Em média, quase 15 mil brasileiras morrem por ano da doença.

Diagnosticado precocemente, a chance de cura é de aproximadamente 90%, porém, muitas vezes, durante o tratamento, os médicos têm que retirar o seio, o que gera sofrimento nas pacientes.

Essa dor é amenizada pela reconstrução da mama, oferecida, desde 2013, gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) às vítimas da mastectomia, quando há condições clínicas para o implante. A reconstrução ajuda as mulheres a recuperarem a vaidade e a autoestima também mutiladas pela doença. “Há dez anos eu tive um câncer de mama e a mutilação me deixou em depressão, me sentia incompleta e feia. Só depois da reconstrução, voltei a me sentir bem, a me olhar com orgulho e me achar bonita de novo”, declarou a dona de casa Maria Aparecida, de 55 anos.

A cirurgiã plástica Bruna Salvarezza esclarece que não ocorre uma reconstrução, e, sim, uma imitação da mama. “Não é possível reconstruir efetivamente uma mama. O que fazemos é uma “imitação” da mama original, semelhante na aparência e no formato. As mulheres que se submetem ao procedimento levam uma vida relativamente normal, sem restrições ao uso de roupas, biquínis ou relações sexuais”, diz Bruna.

A médica explica que o processo de reconstrução pode retardar o início do tratamento complementar e é importante que a paciente esteja ciente disso antes de tomar a decisão. “Isso pode acontecer nos casos de reconstrução imediata (a mama é ressecada e reconstruída na mesma cirurgia), por se tratar de procedimento mais longo, complexo e mais suscetível a complicações pós-operatórias”, avalia.

Um estudo da Universidade de Medicina de Graz, na Áustria, aponta que há mais consciência sobre as opções de cirurgia reconstrutora após decisão da atriz Angelina Jolie de se submeter a uma mastectomia dupla e posterior reconstrução, em 2013. A medida foi preventiva, já que a atriz descobriu ser portadora da mutação do gene BRCA1, que aumenta o risco de câncer de mama.

Fonte: IG

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SE TOCA E FALA!

Que o peito feminino ainda é tabu, a gente sabe. Mamilos são polêmicos. As pessoas só falam ou mostram o peito se for de maneira sexualizada. O corpo feminino não deve ser mostrado como objeto sexual. Nós temos um corpo, um lindo corpo, que precisa de cuidados e precisamos falar de cuidados também!

A fundação Laço Rosa fez a campanha “Se toca e fala”. A campanha mostra que peito não devo ser escondido. Peito deve ser tocado, falado e cuidado. É com a prevenção que podemos mudar os números relacionados ao câncer de mama no Brasil.

Saiba mais sobre:

“No mês mundial de combate ao câncer de mama, a Fundação Laço Rosa estreia campanha pelo fim do tabu que cerca essa parte do corpo feminino. A intenção é fazer com que as mulheres encarem com maior naturalidade seus próprios seios e, claro, ajam com mais agilidade nas decisões que previnem e tratam a doença.

Theo Rocha, diretor de criação da F/Nazca Saatchi & Saatchi, revela que “o mais importante é que os peitos deixem de ser um assunto exclusivo dos consultórios médicos ou que estampem as mídias apenas em poses sensuais. Queremos empoderar ainda mais as mulheres e estimular o conversa.”

Por isso, ao longo do mês, mulheres de diferentes perfis aparecerão segurando seus próprios peitos na comunicação da ONG e divulgarão a hashtag #setocaefala em referência ao ato de tocar o corpo para o autoexame e, também, de tomar consciência sobre a prevenção da doença e falar sobre ela.

A empresária Marcelle Medeiros, que comanda a ONG desde 2011, ressalta que ainda hoje as imagens de peitos e cicatrizes causam incômodo, desconforto e até censura. “É fundamental colocar os ‘peitos’ na pauta diária porque a informação é o primeiro passo para combater o câncer de mama”, diz.

Uma parceria com o site enjoei.com.br vai colocar à venda produtos da campanha como bottons, ecobags e camisetas com peitos em primeiro plano.

Camiseta R$ 45,00

Ecobag R$ 25,00

Botons R$ 10,00

Kit (Camiseta + Ecobag + Adesivo + 1 Boton) R$ 70,00

Kit de Botons (12 unidades) R$ 70,00

https://www.enjoei.com.br/setocaefala

http://www.fundacaolacorosa.com/setocaefala/”

Fonte: http://www.fnazca.com.br/index.php/2015/10/05/se-toca-e-fala/

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SITE INTERATIVO SURPREENDE AO TRAZER CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O CÂNCER

Victor Maristane, brasileiro campeão mundial da competição Story to Tell, desenvolveu um site interativo sobre a conscientização da importância da autoestima durante o tratamento do câncer. O site faz parte do seu novo projeto, Além da Cura, que tem como objetivo inspiração, conscientização e valorização da mulher durante o tratamento.  Abaixo você vê o site interativo, que pede para o usuário escrever o nome e compara a pessoa com a doença. “O câncer não define ninguém”, conclui o projeto. As frases foram feitas a partir de uma roda de conversa com mulheres em tratamento que disseram as coisas que menos gostavam de ouvir.  É surpreendente:  www.alemdacura.com/enter

O projeto Além da Cura busca inspiração, conscientização e valorização da mulher durante o tratamento do câncer. Várias ações vêm sendo feita para arrecadar fundos para o produto principal, um documentário sobre a importância da autoestima durante o tratamento ao redor do mundo. O projeto foi idealizado pela jornalista e cineasta Bruna Monteiro, ao lado do artista plástico e cientista da computação Victor Maristane.

No entanto, fazer cinema é caro. É preciso pagar os equipamentos de filmagem e som, a passagem, transporte nos países, porém, Bruna tem uma motivação muito forte que não há faz desistir. “Meu primeiro contato com o câncer foi quando um amigo meu de infância disse que estava com a doença. Foi quando escrevi o livro “O Peso do Vento”, no qual entrevisto quatro mulheres em tratamento. Hoje, meu amigo está curado e as personagens do livro também. O mundo precisa saber que há como conviver com a doença de uma maneira mais feliz”, lembra a diretora do filme. “O câncer atinge todas as classes sociais, culturais e etnias, no entanto, a autoestima e a esperança também”, finaliza.

FINANCIAMENTO COLETIVO

.As pessoas interessadas em doar, poderão acessar o site oficial do projeto www.alemdacura.com, qualquer quantia fará a dirença. Outras informações podem ser obtidas na Fanpage do Além da Cura: www.facebook.com/alemdacura.

CONTATO

Bruna Monteiro: (81) 99582.3333
bruna@alemdacura.com

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POR MAIS TEMPO

O que você fez nos últimos três minutos do seu tempo? Navegou pelo site? Postou uma foto? Trocou mensagens com amigos? Sabia que você poderia ter usado esse tempo para ajudar mulheres com câncer de mama metastático a viver mais? Como? Assinando a petição no site da Campanha Por Mais Tempo, que pede pelo acesso à tratamentos no sistema público de saúde que permitem que as mulheres com o câncer de mama em seu estágio mais avançado possam viver mais.

Graças aos avanços da medicina, hoje já existem tratamentos muito específicos, que levam em conta não só a doença, mas a especificidade do tumor. Isso torna essas terapias mais eficazes e provocam menos efeitos colaterais. Mas se, por um lado, comemoramos a vitória desses avanços científicos, por outro temos que reconhecer a triste injustiça de ver pacientes sem acesso a essas importantes conquistas da medicina.

Lançada em junho deste ano, a Campanha Por Mais Tempo visa justamente ampliar o conhecimento da sociedade sobre o câncer de mama metastático. Muito se discute sobre essa doença em seus estágios iniciais, mas o assunto se encerra antes de falar que em 30% dos casos, os estágios iniciais avançam para a fase metastática, quando o tumor já atingiu outros órgãos do corpo. Em 5% a 10% dos casos, o câncer de mama já descoberto com metástase.

Tão importante quanto falar sobre o diagnóstico precoce, que continua sendo a nossa melhor arma contra a doença, é discutir o que acontece quando, infelizmente, o diagnóstico não é precoce. Hoje, mais da metade dos casos dessa doença descobertos na rede pública são diagnosticados já em fases avançadas, o que dificulta o tratamento e impacta diretamente no prognóstico da paciente. Então, queridas Cats, mobilizem seus amigos, parentes, colegas… falem sobre a campanha Por Mais Tempo e, o mais importante, assinem a petição.

Precisamos da ajuda de todos para dar chance às mulheres com câncer de mama metastático de viver mais. Você pode fazer essa diferença! Participe da campanha, compartilhando, divulgando e assinando a petição pela oferta de novos medicamentos para câncer de mama metastático no sistema público de saúde. Acesse www.pormaistempo.com.br. #PorMaisTempo. Faça parte desse movimento!

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FOTÓGRAFO FAZ FOTOS LUMINOSAS PARA ALERTAR SOBRE CÂNCER DE MAMA

ensaio-foto-luminosa

O fotógrafo e publicitário Hid Saib é especialista em usar maquiagem facial fluorescente para produzir imagens incríveis e para o Outubro Rosa 2104 se inspirou em seu projeto “Neon” e produziu lindas fotos e cheias de luz  para chamar atenção para a causa.

A ideia do trabalho, segundo o fotógrafo capixaba, é fazer as mulheres se sentirem mais livres, desinibidas com seus seios, se sentirem à vontade e posar frente a câmera com as cores rosa. Como se o brilho fosse uma proteção e uma ajuda para a superação ao problema.