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Março: mês de conscientização do câncer colorretal

O câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino ou câncer de cólon e reto, é o terceiro tipo mais frequente tanto em homens como em mulheres, sendo assim o tumor mais prevalente do aparelho digestivo. 

Por isso, foi criada a campanha Março Azul para falar e conscientizar sobre esse tipo de câncer e a importância de realizar exames. Diagnóstico precoce salva!

Segundo dados, o risco de uma pessoa desenvolver o câncer colorretal durante a vida é de, aproximadamente, 5%. Além disso, mais de 90% dos casos ocorrem em indivíduos com mais de 50 anos. 

A Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed) caracteriza esta doença como algo causado pelo estilo de vida do paciente e uma das principais formas de prevenir o tumor é manter hábitos saudáveis, como alimentação adequada (sem alimentos industrializados e embutidos) e uma rotina de exercícios físicos. 

Dentre os principais fatores de risco para o câncer colorretal estão:

– Dieta com maior consumo de carne vermelha e gordura e pouco consumo de fibra

– Fumo

– Síndromes genéticas

– Pólipos

– Retocolite ulcerativa

– Doença de Crohn

– Histórico familiar

– História pessoal de tumores colorretais

Detecção e tratamento

A colonoscopia é o principal exame para detecção do câncer colorretal e deve ser realizada a partir dos 45 anos, uma vez a cada dez anos. Além disso, ainda podem ser realizados exames como retossigmoidoscopia ou exame simples de sangue oculto nas fezes.

“Uma vez que o paciente foi diagnosticado, deve ser encaminhado para tratamento adequado. No caso do câncer colorretal, quase sempre é cirúrgico”, explica o oncologista cirúrgico do Hospital Amaral Carvalho (HAC), André Carvalho. Em algumas situações, é possível fazer um tratamento oncológico clínico antes da cirurgia.

Por isso, tenha sempre em dia os exames, consultas, exames físicos e toque retal para diagnóstico.

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6 FILMES EMOCIONANTES QUE CONSCIENTIZAM SOBRE CÂNCER DE MAMA

câncer de mama. E a causa é importante. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), essa versão da doença é a segunda mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo – ela representa cerca de 25% dos novos casos anuais. E as estatísticas mostram que o número de pacientes com esse tipo de tumor vem aumentando.

A melhor forma de se conscientizar sobre o câncer de mama é por meio da informação, o que pode acontecer de várias formas: conversando com especialistas, lendo reportagens sobre o tema, batendo-papo com uma mulher que teve a doença e (por que não?) vendo filmes. Isso mesmo! Várias produções já abordaram de forma correta e emocionante a luta contra essa doença.

Está a fim de preparar uma pipoca, assistir a um filminho e ainda se informar? Então confira a seleção que fizemos de longas que falam de maneira emocionante sobre o câncer de mama:

1. Já estou com saudades (Miss You Already), 2015

Jess (Drew Barrymore) e Milly (Toni Collette) são amigas de infância. Juntas, elas passaram por poucas e boas! Milly casou cedo, teve dois filhos e se tornou uma profissional de sucesso. Já Jess decidiu levar uma vida mais calma e sem grandes emoções ao lado do marido, Jago (Paddy Considine). Mas aí as coisas começam a mudar: Jess resolve que é hora de colocar em prática o sonho de ser mãe. Só que, ao mesmo tempo, Milly descobre que tem câncer de mama e precisará de toda a atenção da melhor amiga e da família.

2. Doce Novembro (Sweet November), 2001[EMBED

Os destinos de Nelson Moss (Keanu Reeves) e Sara Deever (Charlize Theron) se cruzam de forma inusitada: após uma confusão durante uma prova para tirar carteira de motorista, o executivo workaholic e a moça misteriosa se conhecem. Ao notar que ele precisa de um novo rumo em sua vida, Sara propõe que vivam juntos por um mês e, depois, se separem. Durante esse período, eles se apaixonam – e o grave câncer enfrentado por Sara é revelado a Nelson.

3. Lado a Lado (Stepmom), 1998[EMBED

Quando a fotógrafa Isabel (Julia Roberts) começa a namorar Luke (Ed Harris), ela nem imagina a briga em que está se metendo com os filhos e a ex-mulher dele, Jackie (Susan Sarandon). Durante muito tempo, Isabel fica tentando agradar a todos – a ponto de colocar em risco a sua prestigiada carreira. E é com uma notícia triste que as coisas começam a melhorar: Jackie descobre um tumor maligno na mama, o que obriga todos a superarem suas diferenças e se ajudarem.   

4. Laços de Ternura (Terms of Endearment), 1983[EMBED

A relação mãe e filha de Aurora Greenway (Shirley MacLaine) e Emma (Debra Winger) é abalada quando Emma se casa contra a vontade de sua mãe. Mas, quando o relacionamento termina, a moça restabelece o vínculo com aquela que lhe trouxe ao mundo. Porém, logo descobre que tem um câncer terminal – e é com o apoio de Aurora que ela refaz as pazes com o ex-marido e os filhos.

5. Lipstick (Why I Wore Lipstick to My Mastectomy), 2006[EMBED

Geralyn é uma jornalista de 27 anos, recém-casada, que acabou de receber duas notícias que vão mudar sua vida: uma é que ela conseguiu seu emprego dos sonhos, a outra é que foi detectado um tumor maligno em um de seus seios. Apesar do choque, Geralyn decide enfrentar a doença com muito bom humor – e com um lindo batom vermelho, que se torna símbolo de seu otimismo.  

6. De Volta Às Quadras (The Hot Flashes), 2013[EMBED

Um grupo de mulheres de meia-idade que eram jogadoras de basquete na época da escola decide retornar às quadras por uma boa causa: arrecadar dinheiro para a prevenção do câncer de mama. Essa missão, contudo, promete ter muita competição com as garotas do atual time do colégio – e muita diversão, é claro! 

Fonte: M de Mulher

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CÂNCER DE TIREOIDE ATINGE PRINCIPALMENTE MULHERES ENTRE 30 A 50 ANOS

Cada dia mais comum, principalmente entre as mulheres, o câncer de tireoide ainda não tem uma causa bem determinada na literatura médica. Alguns estudos, no entanto, apontam que fatores hormonais e alimentares estão ligados ao desenvolvimento desse tipo de tumor. “A síntese dos hormônios produzidos pela tireoide necessita da presença do iodo. A deficiência ou o excesso dele na dieta pode estar associado a um maior risco de desenvolvimento do câncer de tireoide”, explica Mariana Laloni, oncologista e coordenadora do Centro de Oncologia do Hospital 9 de Julho.

O câncer de tireoide se manifesta, inicialmente, como um nódulo que aparece no pescoço e pode ser detectado pelo médico em um exame clínico. Na maior parte das vezes, ele é assintomático e somente o nódulo vai indicar a presença de alguma doença. No entanto, 90% desses nódulos são benignos e o diagnóstico do câncer só é possível a partir de uma biópsia feita diretamente nele.

São considerados fatores de risco para a doença histórico familiar de câncer de tireoide e tratamentos prévios com radiação para cabeça, pescoço e tórax. Também já é comprovado que há maior incidência em mulheres entre 30 e 50 anos. De acordo com informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de tireoide já é o quinto mais comum em mulheres.

Tratamentos. O tratamento do câncer de tireoide envolve, necessariamente, a cirurgia. Nela, é retirada a glândula e todos os nódulos considerados anormais. Dependendo da avaliação médica o tratamento é estendido com terapias contendo iodo radioativo. “Nesse caso o paciente passa a ingerir uma pequena quantidade de iodo radioativo para destruir o tecido tireoidiano não removido na cirurgia”, explica a Mariana.

Para pacientes em que a cirurgia e a iodoterapia não são efetivos ainda existe a opção do uso do inibidores da tirosina quinase, como o sorafenibe, medicamento aprovado pela Anvisa em 2015 para o tratamento do câncer de tireoide, que atua como inibidor do crescimento do câncer. Na falha dessa alternativa de tratamento ainda pode ser usada a quimioterapia convencional.

Consultoria: Hospital 9 de Julho

Fonte: Estadão

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5 DE FEVEREIRO: DIA DA MAMOGRAFIA

5 de fevereiro é o Dia Nacional da Mamografia. Instituído há 2 anos, a partir do Projeto de Lei da Senadora Maria do Rosário (PT-RS), a data objetiva sensibilizar mulheres sobre a importância de realizar o exame para a detecção precoce do câncer de mama, uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil.

Hoje existem 3315 mamógrafos no país, e o relatório do Tribunal de Contas da União divulgou que o número é adequado em relação ao que preconizam organismos internacionais (se a distribuição fosse homogênea, o número adequado seria 1 mamógrafo para cada 240.000 habitantes). Acontece que, da população brasileira, 80% utilizam o SUS, e destes 3315 mamógrafos, apenas 1650 estão disponíveis no sistema público, sendo que 412 pertencem exclusivamente às UPSs (Unidades Públicas de Saúde). Além disso, sabe-se que a distribuição dos mamógrafos não é homogênea para servir adequadamente às necessidades da população.Para o diretor médico do Instituto Oncoguia, o oncologista clínico Dr. Rafael Kaliks, além da questão do número de aparelhos, a  simples disponibilidade de mamógrafos no país não garante o impacto do exame na redução da mortalidade por câncer de mama. “Deve-se garantir, por exemplo, a qualidade do exame realizado. Um rastreamento mal feito dá a falsa sensação de segurança à paciente e ao sistema de saúde como um todo”, comenta. Também, para que a execução da mamografia de rastreamento traga benefício a uma mulher, um resultado anormal no exame deve ser seguida de investigação imediata (com exames adicionais) e tratamento apropriado em tempo hábil, entre 30 e 40 dias diante de um eventual diagnóstico de câncer. “Tal eficiência ainda não existe no Brasil”, destaca Dr. Kaliks.Outra questão para reflexão nesse Dia Nacional da Mamografia, recorre sobre a “aderência” ao exame. De acordo com o INCA, 70% das brasileiras entre 50 e 69 anos têm acesso à mamografia – incluindo rede pública e privada. No entanto, dados da Pesquisa Avon/IPSOS – Percepções sobre o Câncer de Mama – revelam que apenas 20% das mulheres brasileiras fazem a mamografia ao menos a cada dois anos. “O importante é garantir que ao menos 70% da população elegível faça o exame, caso contrário não se observará redução da mortalidade por câncer de mama graças a esta estratégia de rastreamento”, afirma Rafael Kaliks.  Para a presidente do ONCOGUIA, Luciana Holtz, além da questão da disponibilidade do mamógrafo, são inúmeras barreiras à aderência das brasileiras. “Há o medo pela dor durante o exame, há o medo da possibilidade da descoberta de um câncer (ainda há quem pense que é melhor não fazer para não saber). Há o medo de resultados errados, há o medo do estigma social do câncer”.Holtz e Kaliks finalizam com um alerta sobre os chamados grupos de risco: pacientes com familiares próximos que tiveram câncer de mama e/ou ovário em idade precoce (antes dos 50 anos), devem ficar alertas e discutir a questão com seus respectivos médicos. Para estas pessoas com história familiar, o rastreamento DEVE ser iniciado mais precocemente, sob orientação idealmente de um mastologista ou ginecologista com experiência em câncer de mama. “Tais mulheres podem ter uma indicação formal de fazer rastreamento com ressonância nuclear magnética, se confirmado que elas de fato pertencem a um grupo de risco elevado. Para pacientes de alto risco, a ressonância  é recomendada mundialmente, como complemento à mamografia e ao exame das mamas por um profissional habilitado. Além desta estratégia mais agressiva de rastreamento, famílias com risco elevado deveriam ter à disposição orientação oncogenética. O oncogeneticista consegue mapear a família e calcular o risco de um câncer, ajudando a formular estratégias de prevenção de maneira individualizada”, afirma o oncologista. “Além de todos estes dados relativos ao rastreamento de pessoas supostamente saudáveis, quaisquer mulheres que notem alteração nas mamas devem buscar um mastologista imediatamente, não esperando pelo próximo exame anual”, finaliza Luciana.Fonte:Oncoguia

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CÂNCER DE PELE: O MAIS COMUM NOS BRASILEIROS

O câncer de pele continua sendo o mais incidente entre a população brasileira. Mais de 200 mil casos devem ser registrados em 2016, segundo estimativa do INCA (Instituto Nacional do Câncer), com expectativa de que a doença faça ao menos duas mil vítimas fatais. Essa alta incidência acontece pela exposição excessiva aos raios nocivos do sol. O estrago é cumulativo e, ao longo dos anos, ele pode se consolidar como um tumor. Com a chegada do verão, o risco de exposição excessiva ao sol aumenta.

De acordo com o oncologista e coordenador do HCor Onco, Dr. Auro Del Giglio, o câncer de pele é geralmente um tipo de tumor que poderia ser combatido com medidas simples, como usar o protetor solar corretamente e evitar exposição nos horários de sol forte. “Outro passo essencial para prevenção deste tipo de câncer é a visita periódica ao dermatologista para um exame de rotina. Desta forma podemos evitar a maioria dos tumores cutâneos que acometem a nossa população”, salienta o oncologista.

Neste ano, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) divulgou um consenso sobre fotoproteção voltado para brasileiros, em vez de apenas replicar dados de outros países. Com isso, a entidade passou a recomendar que fosse usado protetor solar com fator 30, no mínimo. A decisão foi baseada na miscigenação da população e no clima do país, considerando suas diferenças entre regiões.

Pintas que merecem atenção redobrada:

Segundo o oncologista do HCor Onco, as pintas que merecem atenção são aquelas que tem pigmentação irregular, bordas assimétricas e aquelas que mudam de características com o tempo, aumentando de tamanho, espessura ou cor. Qualquer lesão cutânea que apareça deve ser sempre avaliada por um médico. “É importante limitar ao máximo a exposição ao sol, usar protetor solar e chapéu, além de atentar para todas as pintas ou lesões novas ou aquelas que mudarem de características (tamanho, espessura e cor)”, alerta Dr. Auro.

Fatores de risco:

O principal fator de risco para o câncer de pele é a exposição solar associada diretamente com a radiação ultravioleta, a qual é considerada a principal causadora de alterações genéticas que, ao se acumularem, levam ao desenvolvimento de neoplasias (crescimento anormal e progressivo de tecido).

Prevenção primária:

É importante reduzir a exposição solar, em especial, nos horários de pico de incidência solar (das 10h às 16h), além do uso de protetor solar, roupas com fotoproteção, chapéus, óculos escuros e restrição da exposição à radiação UV adicional (sendo as câmaras de bronzeamento artificial a fonte mais comum).

Prevenção secundária:

O principal rastreamento de câncer de pele é o exame clínico. É feito por meio de uma intervenção não invasiva, de baixo custo e com ampla aceitação entre os pacientes.

Pacientes de alto risco:

Pacientes com pele e olhos claros, e sardas, em conjunto com a elevada exposição solar, são fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de pele. Pacientes com história familiar de melanoma também merecem atenção especial.

(Redação – Agência IN)

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CAMPANHA DEZEMBRO LARANJA

Começa nesta terça-feira (1º) a campanha Dezembro Laranja para alertar para os perigos da exposição excessiva ao sol e combater o câncer de pele. Segundo o dermatologista Otávio Lopes, a Paraíba tem uma incidência de cerca de 1.500 casos de câncer de pele com notificação hospitalar por ano. O número é ainda maior em relação aos que são tratados ambulatorialmente, de 10 mil a 12 mil por ano. A campanha é realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

O principal fator causador do câncer de pele é o excesso de exposição à radiação solar, conforme explicou o médico. “Quando a exposição foi maior que 15 minutos, principalmente depois das 9h e antes das 15h, é necessário usar mecanismos de fotoproteção, como roupas, chapéus, ficar embaixo de uma sombrinha e, sobretudo, usar bloqueador solar”, recomendou.

O dermatologista destaca que os cuidados devem ser tomados o mais cedo possível, principalmente com crianças e adolescentes. “Cerca de 80% da radiação solar que tomamos durante a vida toda é durante as duas primeiras décadas. Portanto, temos que conscientizar o uso do bloqueador solar para protegê-los”, disse.

Ainda há o grupo de pessoas que têm maior facilidade de desenvolver o tumor. São elas as pessoas que têm fragilidade genética, ou seja, que têm casos da doença na família, e pessoas com cor da pele clara, que se queimam com facilidade. O médico também mencionou as pessoas com olhos claros e cabelos ruivos, que estão mais propensas a desenvolver o câncer.

Otávio Lopes ressalta que a radiação solar é perigosa para o brasileiro em qualquer estação do ano. “No Nordeste, é ainda mais intenso. Mesmo no inverno, os níveis de radiação solar são muito altos e podem trazer queimaduras”, destacou.

Fonte: G1

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DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER

Hoje comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Câncer. A data foi instituída em 1988 pelo Ministério da Saúde e, desde então, é destinada à realização de campanhas de conscientização da população. O objetivo é alertar as pessoas sobre a importância da prevenção e as formas de tratamento da doença.

O câncer é a principal causa de óbitos no mundo, matando 8 milhões de pessoas por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os dados também alertam para o fato de que cerca de um terço das vidas poderiam ser salvas com a detecção e o tratamento no início da doença.

Segundo a OMS, o índice de novos diagnósticos por ano no mundo deve aumentar 70% nas próximas duas décadas, passando de 14 milhões (registrados em 2012) para 22 milhões. No Brasil, a estimativa para 2015 é o registro de 576.580 novos casos da doença, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Dia Nacional de Combate ao Câncer

A prevenção requer conhecimento sobre os fatores de risco que podem desencadear a doença a fim de que sejam adotadas medidas saudáveis. De acordo com a OMS, o tabaco é o principal fator de risco, pois equivale a aproximadamente 30% das mortes pela doença e a 70% do óbitos por câncer de pulmão no mundo.

Além disso, a organização aponta que um terço das mortes ocorrem devido a cinco riscosrelacionados ao comportamento e à alimentação, que incluem alto índice de massa corporal, falta de atividades físicas, pouco consumo de verduras e frutas e uso de tabaco e álcool.

Diante desses fatores, toda forma de prevenção é válida. No Dia Nacional de Combate ao Câncer, aproveite para conferir algumas mudanças de hábitos que ajudam a prevenir a doença.

– Não fumar é uma medida fundamental para a prevenção, já que o tabaco é um dos principais desencadeadores da doença. Vale ressaltar que, quando uma pessoa fuma em um ambiente, libera substâncias tóxicas no ar que são inaladas por todos os indivíduos. Por isso, o fumo em locais fechados é proibido.

– Mantenha uma alimentação balanceada, rica em verduras, legumes, frutas, leite e derivados e cereais integrais. Reduza o consumo de alimentos com muita gordura, fritura ou industrializados e evite bebidas alcoólicas. Controlar o peso também é essencial.

– Pratique exercícios físicos diariamente durante 30 minutos. Segundo o Inca, há diversas alternativas válidas: preferir escadas a elevadores, caminhar, dançar e varrer a casa, por exemplo.

– Faça exames preventivos com regularidade.

– Não se exponha ao sol sem proteção, principalmente entre as 10h e as 16h, para evitar câncer de pele.

Tratamentos para a doença

Com tantos estudos a respeito do câncer, a medicina avança constantemente nas formas de tratamento. Veja algumas práticas que estão se tornando comuns quando o assunto é combate ao câncer.

A imunoterapia é um dos tratamentos que ganha destaque. Trata-se de um método diferente dos tradicionais – como radioterapia e quimioterapia – pois o objetivo dos medicamentos não é afetar os tumores.

A estratégia da imunoterapia é agir sobre o sistema imunológico do paciente, para que as células de defesa do corpo possam combater as cancerígenas. O método foi considerado como o avanço do ano de 2013 pela revista americana Science.

Outro tratamento inovador é o de alvos moleculares, que tem como objetivo impedir que a molécula anormal da célula de câncer funcione – o que pode ser feito com anticorpos e moléculas, por exemplo.

Com os mesmos princípios dos alvos moleculares, porém algumas diferenças, aantiangiogênese é um tratamento visto como promissor. Por meio dele, o medicamento tem o objetivo matar a célula tumoral presente no organismo, impedindo a produção dos vasos sanguíneos, que são necessários para conceder nutrientes às células cancerígenas.

Fonte: Jornal Brasil

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DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER INFANTIL

Hoje, dia 23 de novembro, é o dia Nacional Contra o Câncer Infantil. Quando o Brasil ou Mundo fazem um dia específico com um tema, é porque esse tema precisa ser discutido e visto com atenção. O câncer infantil é um desses casos!

O câncer infantil é bem abrangente: corresponde a um grupo de várias doenças que tem em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. Na infância, os mais frequentes são: as leucemias (que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático).

Segundo informações do INCA:

“Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (7% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, para todas as regiões. Estima-se que ocorreram cerca de 11.840 casos novos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil por ano em 2014 e em 2015. As regiões Sudeste e Nordeste apresentarão os maiores números de casos novos, 5.600 e 2.790, respectivamente, seguidas pelas regiões Sul (1.350), Centro-Oeste (1.280) e Norte (820).
Nas últimas quatro décadas, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência foi extremamente significativo. Hoje, em torno de 70% das crianças e adolescentes acometidos de câncer podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria deles terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado.”

Por isso é preciso um dia para falarmos sobre o câncer! É necessário prestar atenção em nossas crianças e sinais como caroços ou febres durantes dias já são sintomas da doença. Tem dúvidas? Encontrei essas informações no site AACC e Instituto Ronald McDonald que podem ajudar:

Quais os principais tratamentos?

No tratamento pode ser usado a quimioterapia (o câncer infantil é mais sensível à quimioterapia, a principal arma contra a doença), radioterapia, cirurgia e o transplante de medula óssea (usado em alguns caso de leucemia, linfomas e tumores sólidos). A criança reage melhor ao tratamento e apresenta menos efeitos colaterais.

O progresso no desenvolvimento do tratamento do câncer na infância foi espetacular nas últimas quatro décadas. Atualmente, 70% das crianças acometidas de câncer podem ser curadas, se diagnosticadas precocemente e tratadas em centros especializados. A maioria dessas crianças terá vida praticamente normal.

Porém, viver uma vida normal durante o tratamento e depois da alta, implica na re-inserção do paciente em seu meio social e, em se tratando de crianças e adolescentes em idade escolar, no seu retorno ao ambiente escolar. Infelizmente, a volta à escola apresenta uma série de desconfortos para o paciente.

Esse retorno é estressante para as crianças com câncer por envolver aspectos emocionais e questões relativas à aceitação social. Antes do trabalho informativo a falta de esclarecimento sobre o câncer propiciou o estabelecimento do mistério em torno da aparência física das crianças doentes na escola, configurando um clima hostil e agressivo para elas. Essas dificuldades vão desde o preconceito quanto á doença em si e medo irracional de contágio por parte dos colegas, até a maneira com que o professor pode tratar um paciente ou ex-paciente de câncer infantil dentro e fora da sala de aula.

As faixas etárias pediátricas mais precoces (0 a 4 anos) são as mais propensas ao desenvolvimento de câncer (Petrilli et al., 1997), com exceção de linfomas, carcinomas e tumores ósseos, que predominam em crianças entre 10 e 14 anos. As estatísticas da AACC de 2001 a 2007, mostram que 40% dos pacientes atendidos está na faixa de 06 a 15 anos e portanto em idade escolar.

O que causa o câncer?

O câncer pode ser causado por fatores externos (substâncias químicas, irradiação e vírus) e internos (hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas).

O câncer é hereditário?

Em geral, o câncer não é hereditário. A criança não herda o câncer, mas componentes genéticos a tornam predisposta à doença. São raros os casos em que a doença é herdada, como o retinoblastoma, um tipo de câncer de olho que afeta crianças.

O câncer infantil é contagioso?

Não. Mesmo os casos de câncer causados por vírus não são contagiosos, isto é, não passam de uma pessoa para outra, como um resfriado.

Muitos pais e mães se perguntam: Como saber se meu filho tem câncer? O primeiro passo é manter visitas periódicas ao médico pediatra. É neste momento que será registrado o histórico médico da criança ou adolescente, assim como as queixas mais frequentes.

No caso de câncer, saiba que esta é uma doença infrequente e o mais usual é que não seja câncer, mas doenças mais comuns da infância ou adolescência. No entanto, se for realmente câncer é melhor suspeitar no início. As chances de cura são muito maiores.

Fique atento a sintomas e sinais que indicam que é necessário acompanhamento especializado. A combinação de dois ou mais indícios mostram que está na hora de procurar especialista.

Sintomas gerais:

  • Febre sem causa aparente
  • Emagrecimento
  • Palidez
  • Sangramentos anormais
  • Dor generalizada
  • Aumento dos gânglios linfáticos

Quais as formas de apresentação da doença

  • Nas leucemias, pela invasão da medula óssea por células anormais, a criança se torna sucetível a infecções, fica pálida, tem sangramento e sente dor óssea.
  • Na retinoblastoma, um sinal importante de manifestação é o chamado ?reflexo do olho de gato?, embranquecimento da pupila quando exposta à luz. Pode se apresentar, também, através da fotofobia ou estrabismo. Geralmente acomete crianças antes dos três anos de idade.
  • Algumas vezes, os pais notam uma massa no abdome, podendo tratar-se nesse caso, também de Wilms ou de neuroblastoma.
  • Tumores sólidos podem se manifestar pela formação de massa, podendo ser visível e causar dor nos membros, sintomas, por exemplo, freqüente no osteossarcoma(tumor no osso em crescimento), mais comum em adolescentes.
  • Tumor de sistema nervoso central tem como sintomas dor de cabeça, vômitos, alterações motoras, alterações cognitivas e paralisia de nervos.

Diagnóstico precoce: A melhor chance de cura

Fonte: INCAAACCInstituto Ronald McDonald

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EXPOSIÇÃO THINK PINK

Nesse Outubro Rosa, a Tufi Duek (localizada na Rua Oscar Freire, em São Paulo) em parceria com a UNACCAM realizaram um coquetel de lançamento da exposição fotográfica Think Pink. Que exposição é essa? É uma feita pela fotografa Nicole Heiger, que mostra as singularidades de mulheres que enfrentaram/enfrentam o câncer de mama.

Todas as mulheres que foram fotografadas usaram o lenço desenvolvido especialmente para o Outubro Rosa, por Eduardo Pombal. O lenço foi vendido na loja, e a cada venda, uma mamografia seria doada pela UNACCAM. As fotos transmitem toda a força e sensibilidade dessas mulheres guerreiras. Nicole está de parabéns pelo trabalho!! As fotos são extremamente expressivas.

Beth Matias

44 anos. Também conhecida como Beth, perdeu sua mãe há dois anos, e passou por uma fase difícil. Num dia percebeu que seu seio estava diferente, seu bico estava para dentro. E foi no hospital ver o que tinha de errado. Quem atendeu foi um mastologista, que foi paciente, fez com que as coisas não parecessem tão assustadoras. Fez a biopsia e veio a notícia! A grande parte difícil foi realizar a mastectomia. Mas mesmo com tanto medo, viu sua fé se fortalecer! E foi em frente nessa batalha!! E ela deixa sua mensagem: “As pessoas não imaginam o que passamos, só quem vive essa experiência é que entende o verdadeiro sentido da Vida. Auto estima é tudo!”

Andreia Pereira

37 anos. Na correria da vida, ela acabou deixando sua saúde de lado. Mas em maio de 2014 percebeu um nódulo no seu seio esquerdo, e veio aquele medo! Foi no seu ginecologista (ele era seu médico há 18 anos!) mas ele disse que não era nada. Mas ela sabia que algo estava errado, então foi atrás de uma segunda opinião. E veio o diagnostico: câncer. Chorou, chorou e chorou mais ainda ao contar para os filhos! Foi em frente, mas passou por muitas barreiras. A mais difícil foi perder seus cabelos, foi como estar frente a frente com a doença. Mas com tudo isso, ela percebeu algo e deixou sua mensagem: “O câncer, foi um convite para eu parar tudo e rever minha vida e minhas atitudes com um novo olhar, um convite para o novo. É impossível você passar por ele, sem aprender algo.
É hora de mudar!!!
E para as amigas que estão iniciando o tratamento, quero dizer que cada caso é um caso, não sofram antecipadamente, pois cada organismo reage de maneiras diferentes, tenham coragem e acima de tudo muita Fé, acredite na nesta força que está dentro de você, esta força se chama FÉ, confie Deus está contigo e sinta a vida pulsando em seu corpo!
Nós somos guerreiras!”

Taluana Jamel

38 anos, fisioterapeuta. Descobriu o câncer realizando um autoexame. O medo bateu, mas não deixou de ir a luta! Ela deixa seu recadinho:“É muito importante o apoio da família e dos amigos, e trocar experiências com outras mulheres que estão passando pela mesma situação também ajuda muito.Mulheres façam o autoexame mensalmente e não tenham medo, o câncer tem cura! Quanto antes descobrir,  melhor e menos agressivo é o tratamento.”@pitadapositiva

Noely Yassuhara

49 anos, sempre fez os exames periodicamente. Sempre se importou muito com sua saúde: alimentação, não sedentarismo, não tabagismo… Recebeu o diagnostico e chorou muito, mas não deixou a fé de lado. Começou o tratamento e no meio de tantas coisas percebeu que mesmo cuidado muito de sua saúde física, ela deixou muito dela de lado – e não poderia se curar do câncer, se não se cuidasse por completo. Com sua experiência, ela deixa seu recadinho: ” O câncer é uma doença assustadora num primeiro momento. Mas hoje, existem tantos recursos que colaboram com a cura, que o inimigo não é tão feio como falam. Mas não é por isso que devemos ignorá-lo, é preciso ter cuidado e descobri-lo no início. Eu o descobri no início e tive tantas ocorrências… Por isso fica a dica, cuidem-se, façam os exames de rotina, sejam flexíveis com as situações que aparecem. Procurem o equilíbrio. Tudo tem uma saída. E tudo passa.”

Flávia Flores

Eu participei dessa exposição linda também!!! Para quem ainda não sabe minha história: fui diagnosticada em 2012. Foi um verdadeiro choque! No começo bateu um desanimo, mas depois fui em frente com muita garra!! Passei por muitos momentos difíceis. Pessoas que achei que estariam ao meu lado, sumiram. Mas descobri em mim minha força. Para não perder a autoestima, fui atrás de truques para me sentir melhor comigo mesma. Foi assim que nasceu esse lindo projeto Quimioterapia e Beleza, regado com muito amor! Já acabei quimio e radio, estou em hormonoterapia.

Cristiane Tavares

36 anos, recebeu o diagnóstico em 2012.Ela conta que quis chorar, mas se olhou no espelho, engoliu o choro e foi pra luta!! Tem duas filhas – motivo que deu força para ela enfrentar essa batalha com tanta coragem. Ela disse: “Bem, não serei hipócrita para dizer que foi tudo lindo, que foi fácil, não, não foi! Pelo contrário, foi difícil demais e só eu sei o que passei, mas sou muito feliz por ter feito a escolha certa, de lutar com leveza…sempre me questionei sobre o que estou deixando para as pessoas que me conhecem e que convivem comigo e estou com a consciência tranquila, pois tenho orgulho por ter passado por isso sempre com um sorriso no rosto e de uma coisa eu não tenho dúvidas: Deus me sustentou e descobrir que tenho uma força muito grande.”

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CARTUNISTAS CRIAM TIRINHAS EM PROL DA CAMPANHA NOVEMBRO AZUL

É meio fácil e óbvio fazer o básico, mas na propaganda muitas vezes esse não é o melhor caminho. Por quê? É simples, tudo que é meio mais do mesmo, parecido com tudo que já se viu, é esquecido com a mesma velocidade com que surge uma ideia chavão. Sobre a prevenção do câncer de próstata, por exemplo, a fórmula de sempre é a piada, uma forma de deixar o assunto mas leve, já que é uma espécie de tabu para os homen.

Subvertendo essa regra, no entanto, o A.C.Camargo Cancer Center lança a ação “Tirinhas Sem Graça”, criada pela J. Walter Thompson, para alertar sobre a importância do diagnóstico precoce da doença, quando as chances de sucesso no tratamento podem chegar a 98%.

A iniciativa, que faz parte do movimento Novembro Azul, mês de conscientização mundial sobre a doença, reúne alguns dos mais renomados cartunistas do País para um desafio inusitado: acabar com a graça dos seus quadrinhos no jornal Folha de S.Paulo para falar sério sobre esse assunto. O resultado, inédito, pode ser conferido na Folha de S.Paulo, 17 de Novembro, Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata.

“Toda a ideia da ação gira em torno de mostrar que a seriedade com que esse assunto for tratado pode realmente salvar vidas”, conta Ricardo John, CCO da J. Walter Thompson.

Entre os cartunistas que aderiram a ideia, estão nomes como Angeli, Caco Galhardo, Fernando Gonsales, Allan Sieber e André Dahmer.