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BLOGUEIRA FAZ FOTOS ‘ANTES E DEPOIS’ DO CÂNCER – E O RESULTADO É INSPIRADOR!

Ana tem 35 anos, é natural de Porto Alegre e está em tratamento contra o câncer de mama. Ela é criadora do blog Gurias Bacannas, que traz assuntos do universo feminino. Antes do tratamento, Ana tinha um cabelão de dar inveja – e é claro que ficou muito triste quando soube que teria que desapegar dele. Ficou dias pensando sobre o assunto, sofrendo, querendo adiar a hora da despedida.

Mas, para sua surpresa, quando chegou a hora de dar tchau pro cabelo foi como se ela tirasse uma tonelada dos ombros! Pronto, aconteceu, é essa a realidade agora! E não é que ela se surpreendeu com a própria careca?! 

“Achava que o que eu mais amava em mim era meu cabelo, mas hoje sei que estava errada. A beleza vai muito além do cabelo: é uma questão de alma, de comportamento. Parece que quando perdemos os cabelos somos obrigadas a nos ‘enxergar de verdade’ e acabamos descobrindo que não precisamos dele para nos sentirmos seguras, bonitas ou poderosas!”

E foi aí que ela resolveu chamar sua amiga e fotógrafa Marília Haas para recriar looks que ela havia mostrado no blog antes do tratamento começar. Repetindo o figurino e as poses, Ana percebeu que a única diferença entre uma foto e outra era o cabelo mesmo– ela continuava ali: sendo ela, sendo linda, sendo mulher. Confira abaixo esse ensaio mega inspirador!

Parabéns pelo trabalho, Ana e Marília! É uma inspiração maravilhosa para quem também está passando por essa fase. E, no fim, era só cabelo mesmo, não é? Somos muito mais do que centímetros de fios – nosso cabelo (ou a falta dele) não define de forma alguma quem somos!

Fonte: Além do Cabelo

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JOVEM FAZ ENSAIO EM HOSPITAL PARA MARCAR INÍCIO DE TRATAMENTO

A passagem da adolescência para juventude é sempre um período de muitas mudanças e desafios. Para a capixaba Thamires Mageski, de 16 anos, tudo isso chegou em dobro após a descoberta de um câncer, e ela fez questão de marcar a nova fase. O velho desejo de fazer um ensaio fotográfico aos 15 anos foi realizado um ano depois e em um cenário bem diferente do que tinha planejado: dentro de um hospital.

Diagnosticada com Linfoma não-Hodgkin (LNH), um tipo de câncer que surge nos gânglios linfáticos, a jovem fez as fotos no Hospital Infantil de Vitória, onde está internada desde o início de maio. O ensaio já estava marcado para acontecer esse mês e com o diagnóstico precisou ser adaptado ao momento que ela está vivendo.

A estudante está no Hospital Infantil de Vitória
Foto: Carla Caliman

A fase mais difícil foi a aceitação, mas com a ajuda de médicos e familiares, ela conseguiu superar e quer mostrar para outras pessoas que o importante é ter vontade de lutar pela vida.

“Eu fiz uma biópsia e quando saiu o resultado eu não quis aceitar, falei que não ia fazer nenhum tipo de tratamento que pudesse fazer meu cabelo cair, porque ele era a coisa mais importante. Aí depois eu fui entendendo e minha mãe me falou que o ensaio seria uma forma de ajudar outras pessoas, porque minha médica contou que muitos jovens fazem a quimioterapia e não voltam mais quando o cabelo começa a cair. Mas o cabelo cai e cresce de novo, o importante é se tratar, se cuidar”, afirma.

>> Confira a galeria de fotos completa do ensaio!

Ela e a família moram em Itarana, no interior, e há um mês estão na sala de Oncologia do hospital infantil. Estudante do primeiro ano do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), Thamires só voltará aos estudos no ano que vem. O tratamento, que começou na última segunda-feira (22) com sessões de quimioterapia, terá duração de 6 meses e o fim será celebrado com um outro ensaio.

“Eu espero conseguir passar por tudo isso. Tirou meu tapete saber que tinha essa doença e fui tentando me conformar aos poucos, até que chegou uma hora que vi que eu teria que aceitar mesmo. A partir daí, eu comecei a aceitar e levar tudo numa boa, tentando ser mais forte possível. Tudo o que a gente precisa nessa hora é isso, ser forte”, conclui.

“Tudo que a gente precisa é ser forte”, afirmou a estudante
Foto: Carla Caliman

Responsável pelo ensaio, a fotógrafa Carla Caliman contou que recebeu o pedido de Thamires logo após o diagnóstico. “A gente já ia fazer o ensaio, ela tinha pensando em alguns locais aqui na cidade até. Aí ela passou mal, foi diagnosticada com câncer e mandou um recado pra mim dizendo que queria fazer o ensaio careca. Foi quando pensei em fazer umas antes do tratamento, como essas que fizemos e outras depois, como ela quer”, explica.

Fotografar a estudante foi inusitado para Carla, que só havia feito ensaios dentro de hospital em casos de partos. “É difícil explicar qual é o sentimento, porque a fotografia é muito forte. Eu penso que a fotografia contribui muito para a autoestima, a gente se vê de uma forma diferente e é uma questão muito importante para o futuro também. É o momento dela de transformação, de fé. Tudo isso a gente tenta buscar nas fotos, e eu tentei buscar todo esse sentimento de fé que ela tem”, afirma a fotógrafa.

Fonte: Folha Vitoria

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NO ACRE, JOVEM GANHA ENSAIO FOTOGRÁFICO PARA COMEMORAR VITÓRIA SOBRE CÂNCER

Após quase um ano de luta contra o câncer de medula, a Cat Evelyn Oliveira, de 22 anos, participou de um ensaio fotógrafo, na última quinta-feira (27), em Rio Branco, para comemorar a vitória sobre a doença. A ideia foi do fotógrafo acreano Daniel Cruz, de 33 anos, responsável também pelo registro.

Evelyn foi diagnosticada com Síndrome Mielodisplásica em abril de 2016 e chegou a lançar uma campanha pedindo doações de medula óssea. Em agosto do mesmo ano, o transplante foi feito através do próprio irmão, Kevin Oliveira, que se mostrou 100% compatível.

A alta, após todo tratamento em São Paulo, ocorreu em março deste ano, quando retornou à capital acreana, onde mora. Evelyn conta que, atualmente, está em remissão do câncer – primeira etapa da vitória total contra a doença.

“Para mim, foi uma vitória. Sempre pensei em fazer um ensaio careca, pensava quando ainda estava no hospital. Realmente, é o registro de um tratamento que está sendo um sucesso. Estou muito feliz, ficou realmente lindo, ainda sendo na chuva. Foi mesmo para lavar a alma”, diz.

O fotógrafo lembra que teve a ideia de fotografar Evelyn há muito tempo, depois de ver a campanha por doação de medula no Facebook. O cenário escolhido foi no lago de um restaurante na capital. A intenção, acima de tudo, era poder contar a história da garota através das imagens.

“Deus tocou no meu coração para que eu pudesse dar o ensaio para aumentar a autoestima dela. A história da Evelyn é bem bonita, de superação, de vitória e eu tinha que contar com a fotografia. Estou bem feliz com as fotos. Deus tem planos muito bons para ela”, relata.

A acreana acrescenta que, apesar da remissão, precisa continuar em tratamento. “Ainda preciso acompanhar de perto, coletando exames e indo às consultas semanais. Nas férias, vou voltar a São Paulo para refazer todos os exames. Me sinto ótima, aos poucos, minha vida está entrando nos eixos”, finaliza.

Fonte: G1

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EXPOSIÇÃO: BELEZA SEM MOLDURA

De 26 de abril a 10 de maio, Shopping Center Iguatemi São José do Rio Preto promove a exposição de fotos “Beleza Sem Moldura”, com imagens de mulheres, em sua maioria pacientes que passam por tratamento de câncer, clicadas pela fotógrafa Magda Pinheiro. Muito além de qualquer adversidade da vida, a exposição revela, em 20 fotos, a beleza e a força dessas mulheres de uma maneira singela e impactante.

Para a exposição, Magda realizou ensaios fotográficos em seu estúdio, com 17 mulheres de Rio Preto e região, com idades entre 10 a 54 anos. Ela conta que o desejo em promover as sessões de foto surgiu há quase três anos, mas apenas neste ano, quando a bancária e uma das mulheres retratadas na exposição Daniela Cristina Vieira Perin procurou a fotógrafa para uma sessão de fotos, que ela viu sua idealização se concretizar.

A partir daí, Magda começou a divulgar, por meio de suas redes sociais a ideia dos ensaios fotográficos, novas “modelos” foram se apresentando para fazer parte do projeto e com a ajuda de profissionais parceiros o trabalho foi concretizado e agora pode ser visto na mostra “Beleza sem Moldura”.  “A Escola de Artes Ligia Aydar apoio com o figurino, o profissional Alex Santana fez as maquiagem. Tivemos a ajuda de quase 40 pessoas para a produção e realização das fotos.”, revela a Magda.

Exposição “Beleza Sem Moldura” da fotógrafa Magda Pinheiro

Data e horário: de 26 de abril a 10 de maio, durante o horário de funcionamento do shopping.

Local: em frente ao Terraço da Figueira, no Piso Superior – Iguatemi Rio Preto.

Visitação gratuita.

Dica cultural para o final de semana ♡ Olha as Cats marcando presença:

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RETRATOS DE AFETO: OBRA REVELA INTIMIDADE DE PESSOAS COM CÂNCER

Habituado a longas viagens pela Amazônia, o fotógrafo paranaense Valdir Cruz passou os últimos anos dedicado a outro tipo de expedição: embrenhar-se por hospitais e cidades do interior para acompanhar pessoas com câncer em sua rotina e intimidade.

Entre as várias viagens e a edição das imagens, foram cinco anos de “muitas emoções, choros, abraços e mais choros”, ele conta à BBC Brasil.

“Neste projeto eu tinha uma missão e uma grande responsabilidade: manter a dignidade de todos os retratados e dar vida a essas histórias, que não são únicas”, diz Cruz.

Radicado em Nova York desde os anos 1980, o fotógrafo também pretendia contar, por meio dos relatos e das imagens, a história do Hospital de Câncer de Barretos, em São Paulo.

Fundado em 1967 pelo casal de médicos Paulo e Scylla Prata, o hospital é referência nacional no tratamento da doença, com atendimento gratuito pelo SUS. Hoje, além da sede em Barretos, a instituição tem unidades em outras oito cidades, além de 12 carretas que viajam o Brasil realizando exames e pequenas cirurgias.

O trabalho, que mescla fotografias e entrevistas, deu origem ao livro Retratos de Afeto, que será lançado em 17 de maio no Conjunto Nacional, em São Paulo, onde as obras ficarão expostas até 2 de junho.

A BBC Brasil apresenta a seguir algumas das pessoas retratadas por Valdir Cruz.

Maria Madalena Rodrigues da Silva

Moradora de Juazeiro (BA) e viúva há dez anos, Maria Madalena Rodrigues da Silva, de 60 anos, descobriu um câncer nas mamas em 2013. Ela diz que, mesmo após a cirurgia, jamais abandonou as tarefas domésticas. “Eu faço tudo, eu lavo, eu passo, eu arrumo casa e ainda faço comida de fim de semana pra vender, faço buchada.”

É católica, mas isso não impede que cultue Iemanjá. Questionada se já escondeu a doença, responde: “Pois eu não, meu filho. Pode falar que eu tô com câncer onde for. Enquanto com vida, esperança, não é isso?”

Isabely Alves Modesto

Talita e Isabely durante o tratamento

Quando notou sangue na urina da filha, Talita Modesto a levou para o hospital e descobriu que a pequena Isabely tinha câncer nos rins. A família viajou de Roraima a Barretos, onde a menina retirou os órgãos no Hospital de Câncer.

Ela resistiu bem ao tratamento. Hoje, um ano depois, está curada, mas terá de fazer exames anuais pelo resto da vida. “Isabely é calada, mas é forte e guerreira, a bichinha”, diz a mãe.

Maria Lúcia Barbosa de Souza

‘Depois nós caímos na risada’

Maria Lúcia Barbosa de Souza, de 67 anos, descobriu ter câncer no colo do útero aos 21, quando trabalhava como doméstica em Ribeirão Preto (SP). Desde então, passou por quatro cirurgias.

Ela conta como soube que teria de ser operada da última vez: “A doutora disse ‘eu vou te contar uma coisa, você não vai gostar, mas eu vou ter que te falar’.

“Eu falei: ‘a senhora não fala pra ver que eu brigo com a senhora’. Ela falou: ‘vai ter que fechar a sua xoxota’. Eu falei: ‘doutora, essa xoxota já está velha e cansada, já usei muito’. Mas eu não sabia que a equipe dela estava atrás dos panos ali, pensava que só estávamos eu e ela, e depois nós caímos na risada.”

Beatriz Carvalho de Freitas

Medula doada, quimioterapia e mais dois anos de tratamento

Beatriz Carvalho de Freitas descobriu um sarcoma (câncer em tecidos moles) na mão esquerda ao tratar uma fratura que demorava a curar, aos 13 anos. Hoje, aos 17, se trata de leucemia. Ela conseguiu um doador de medula e passou por várias sessões quimioterapia. No tratamento, mudou até de tipo sanguíneo.

Hoje estuda numa escola vizinha ao Hospital de Câncer de Barretos e espera o dia em que poderá levar uma vida normal. A mãe, Zelma, diz que o tratamento levará mais dois anos. “Ela vai poder ir a festa, frequentar muita gente. Mas passam logo os anos, passam sim.”

Maria Alice Alves de Oliveira

“Usei peruca, usei lenço, saí careca, fiz tudo”

Mãe de três filhos, Maria Alice Alves de Oliveira descobriu ter câncer de mama aos 39 anos, em 2012. Quando soube da doença, temeu ser abandonada pelo marido, mas isso nunca ocorreu.

O cabelo caiu com a quimioterapia. “Aí eu usei peruca, usei lenço, saí careca, fiz tudo”. Nos últimos cinco anos, perdeu amigos que conheceu no hospital, mas se diz animada com a perspectiva de terminar o tratamento neste ano.

Francisca dos Santos

“Eu vi que é um bicho de sete cabeças, não”

Francisca dos Santos, de 57 anos, chorou quando soube que teria de extrair a mama. O tumor, que se originara seis meses antes, estava em estágio avançado.

“Quando eu cheguei a Salvador, que eu vi minhas amiguinhas tudo sem peito, tudo boa, tudo sadia, aí pronto, aí eu vi que não é um bicho de sete cabeças.”

O cabelo caiu com a quimioterapia, mas já voltou a crescer. “Eu fui tão curada, de um jeito que eu não tomo comprimido nenhum.”

Casada há 37 anos, diz que o marido a apoiou durante todo o tratamento. “Meu marido é novo, tem 61 anos. Mas se eu tivesse um marido que não me aceitasse sem a mama, aí eu podia ter ficado abalada.”

Diego Araújo Rabelo

“Tô ficando bonito”

Desde os dois anos de idade, Diego Araújo Rabelo tem xeroderma pigmentoso, rara doença genética que deixa o paciente mais suscetível a câncer de pele.

Recentemente, teve de retirar parte do nariz. A mãe conta que, quando se viu pela primeira vez numa foto após a cirurgia, devolveu a câmera rapidamente. Hoje, segundo ela, o filho se acostumou.

Quando o médico lhe disse que estava ficando bonito, concordou: “Tô ficando bonito”.

Henrique Prata

Henrique Prata, que deixou os estudos aos 15 anos, administra o Hospital de Câncer de Barretos

Filho dos fundadores e atual administrador do Hospital de Câncer de Barretos, na foto de 2015, Henrique Prata posa na área onde foi erguido o Hospital de Câncer da Amazônia, em Porto Velho.

Prata abandonou os estudos aos 15 anos, quando passou a trabalhar nas fazendas do avô materno. Hoje, aos 64 anos, comanda uma estrutura que realiza 6 mil atendimentos por dia, todos gratuitos, e é parcialmente financiada por doações de artistas e apresentadores de TV.

A médica que trouxe técnicas modernas de exames para o Brasil

Scylla Duarte Prata

Filha de pecuaristas e fundadora do Hospital de Câncer de Barretos ao lado do marido, Paulo Prata, morto em 1997, a ginecologista e obstetra Scylla Duarte Prata tirou dinheiro do bolso muitas vezes para quitar dívidas da instituição.

Como médica, ajudou a trazer ao Brasil técnicas modernas de colposcopia e de exame papanicolau.

Hoje, aos 93 anos, continua a trabalhar e a acompanhar a rotina do hospital, agora administrado pelo filho Henrique.

FONTE:  BBC http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39383273

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ENSAIO FOTOGRÁFICO

Hoje quero apresentar pra vocês uma Cat muito especial, a Camila! Ela, assim como a Ana Ávila, da página Força Gurias, tem muito o que ensinar pra gente. Fiquem de olho nas próximas publicações!

❤

“Eu sou Camila Guimarães.  Estilista,  trabalho no Bom Retiro com fast fashion e moda Plus size. Gosto de festa, fervo, música, rir e jogar conversa fora. Aí numa semana eu senti uma bolinha na região próxima ao pescoço, marquei umas baladas pra mais tarde e fui no ps ver rapidinho o que era, deixei até meu apê todo aberto, só que a bolinha eram 6 nódulos numa região perigosa e fiquei internada. Três dias depois operei para retirada de nódulos e 15 dias depois o resultado: linfoma de Hodgkin. Fiz quatro seções de quimioterapia e tenho ainda 8 pela frente,  já estou carequinha. Mas só perdi o cabelo, o humor e o sorriso continuam aqui e espero compartilhar essa energia com vocês!  ????”

Olha que maravilhoso o ensaio que ela fez com o fotógrafo Joao Bertholini:

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MULHERES EXIBEM SUAS CICATRIZES EM PROJETO FOTOGRÁFICO

Está aberta para visitação até o dia 4 de novembro, na Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), em Xanxerê, a exposição do projeto “Cicatriz”, da fotógrafa Cátia Line Rissi. A obra retrata cicatrizes deixadas pelo câncer de mama em 32 mulheres que venceram a doença.

O trabalho foi desenvolvido ao longo do mês de agosto, quando Cátia entrou em contato com a Rede Feminina de Combate ao Câncer e apresentou o projeto. As mulheres, com idades entre 23 e 80 anos, foram fotografadas no estúdio da fotógrafa. 

“A região aqui tem muito preconceito, então, inicialmente, a ideia era que elas não mostrassem o rosto. Mas, no fim, apenas seis das 32 não toparam expor a identidade, o que me deixou muito feliz, pois elas estão ali pra encorajar e empoderar outras mulheres”, conta Cátia.

A exposição está locada na Unoesc, com visitação gratuita de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 22h30, e também aos sábados, das 7h30 às 12h, com entrada gratuita.

Fonte: G1

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FOTÓGRAFA FAZ HOMENAGEM À AVÓ APÓS CÂNCER E ENSAIO VIRALIZA: “VENCEDORA”

A intenção da fotógrafa Natália Alves, de 25 anos, era homenagear a vitória da avó contra o câncer de mama e colaborar com a campanha “Outubro Rosa”, voltada à prevenção da doença. O que a jovem não esperava era que as imagens de Aurora Alves de Oliveira, de 72 anos, moradora de Limeira (SP), publicadas na rede social da neta, comovessem os internautas. Em duas horas, a postagem viralizou na rede, teve 50 mil curtidas e, até esta terça (25), somou 95,8 mil compartilhamentos.

“Ela é a minha aurora, vitoriosa e esbanja saúde”, disse Natália. “Mas o incentivo que a história de minha avó representou a outras pessoas que lutam contra o câncer elevou ainda mais a autoestima dela”, ressaltou a fotógrafa.

avó também aprovou o resultado do ensaio. “Eu me achei bonita nas fotos”, disse. Aurora enfrentou dois cânceres de mama e passou por duas mastectomias, cirurgia de retirada dos seios. A doença apareceu quando ela tinha 33 anos e, depois do primeiro tratamento, com cerca de 100 sessões de radioterapia um segundo tumor foi diagnosticado aos 52.

“Houve um episódio do qual me recordo bem. Logo que realizei a primeira cirurgia, me levantei da cama porque queria lavar os cabelos”, brincou. Comunicativa e alegre, o câncer não foi motivo de desânimo para Aurora.

“Eu nunca me vi como alguém doente e, por isso, nunca me deixei abater, minha vida sempre foi normal”, orgulhou-se. Na época, os filhos de Aurora eram crianças.

As fotos de dona Aurora foram feitas em um parque de Iracemápolis (SP) no dia 21 de outubro, três dias depois de a idosa ter tido alta de uma internação devido um problema no braço esquerdo. “Aos 34 anos, ela tomou soro, mas na região não havia circulação suficiente, e por conta de um erro clínico, ocorreu um inchaço permanente”, disse a neta.

Admirada com o alcance das fotos, Natália pensou que a publicação pudesse chegar a 300 curtidas no máximo. “O ensaio foi despretensioso, feito em 20 minutos”, disse. “A ideia era fazer um alerta às pessoas e incentivá-los por meio da história de minha avó, que é uma vitoriosa e hoje esbanja saúde”, explicou.

“Pensei que minha avó não fosse aceitar fazer as fotos de imediato”, lembrou a fotógrafa. Mas para surpresa da neta, Aurora topou na hora. “Confesso que, quando soube da repercussão toda, até levei uma bronca dela porque ela pensou que a visualização das imagens ficaria restrita aos familiares”, contou a jovem.

Fonte: G1

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MULHERES QUE VENCERAM O CÂNCER VIRAM HEROÍNAS EM ENSAIO FOTOGRÁFICO

A fotógrafa Mayne Rabello encontrou um jeito alegre e inspirador para falar sobre o câncer de mama durante o Outubro Rosa. Em um ensaio fotográfico em parceria com o Projeto Laços de Amizade, ela transformou 16 mulheres que venceram o câncer em heróinas. Com uniformes coloridos e poses divertidas, elas contam como venceram a doença. As capas – que tradicionalmente completam o uniforme dos heróis – neste caso, são os lenços usados pelas pacientes durante as sessões de quimioterapia.

A ideia surgiu quase que naturalmente, segundo a fotógrafa Mayne Rabello. “Eu já havia fotografado algumas pacientes em eventos no setor oncológico do hospital Luzia de Pinho Melo e depois no Parque Centenário [em Mogi das Cruzes]. Desta vez, quando a Francesca Valenti me chamou, eu sabia que não queria fazer algo muito clichê ou pesado. Meu trabalho sempre foi muito colorido, tenho muito figurino, então pensei nessa possibilidade de fazer uma coisa bem alegre e que fosse divertido pra elas de fazer.  Na hora que elas colocaram as roupas foi bem engraçado. Algumas mulheres não usavam salto, quando se caracterizaram até as feições mudaram”, detalhou.

Com roupas coloridas, salto alto e capa, as mulheres que venceram o câncer ainda ganharam na foto uma espécie de “classificação de força”.

Silvana Zugaib, que está em tratamento contra um câncer de mama, revela seus segredos: a tática contra a doença é persistência e sua habilidade é “falar com as pessoas, palestrar”. ” A sensação é de estar no comando da doença, onde a heroina vai aumentando a força que temos que renovar diariamente”, disse.

Os ensaios foram feitos em parceria com o projeto Laços de Amizade, criado pela paciente oncológica Francesca Valenti. O projeto distribui lenços, maquiagens e outros produtos que ajudam na beleza e auto-estima das mulheres vítimas do câncer. “Nós já fizemos algumas ações em que a Mayne participou e quando pedi ajuda pra ela para fazer algo este ano, surgiu esse projeto lindo. Eu retirei duas mamas e as cicatrizes são mesmo marcas de um guerreiro. Achei a ideia muito legal e bem diferente de tudo o que já fizemos sobre o tema”, disse Francesca.

Em apenas duas sessões, separadas em dois dias, o grupo foi fotografado no estúdio em Mogi. A exposição já percorreu a abertura da campanha Outubro Rosa, em Mogi das Cruzes, além do saguão do hospital Luzia de Pinho Melo e do shopping de Mogi, onde permanece até sábado (22). “Para mim foi um aprendizado muito grande. Fiquei emocionada de ver todas elas se divertindo durante o ensaio, depois de ter passado por um período bem difícil na quimioterapia. Foi uma experiência engrandecedora e espero que no ano que vem tenhamos mais heroínas”, disse Mayne.

Fonte: G1

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EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA A BELEZA ALÉM DO CÂNCER

Vocês conhecem o grupo As Superpoderosas? As Cats Ana Paula Voss Gomes e Rafaele Vancini Silva contaram:

“Um dia recebemos a notícia que mudaria nossas vidas. Estávamos doentes. O câncer estava em nosso corpo e ali inciamos uma batalha.

Uma batalha dura e difícil. Um tratamento penoso e que nos deu muitas vezes limitações, entretanto a nossa vontade de vencer sempre foi superior a tudo que poderia ser ruim. O nosso sorriso sempre estava ali.

Assim, no meio dessa turbulência, nos conhecemos. “O câncer leva, mas traz também” e ele trouxe a nossa amizade e todas as outras que vieram por meio dela.

Um dia, despretensiosamente, criamos nosso grupo no aplicativo Whatsapp para reunir mulheres que estavam vivenciando a mesma experiência e para que pudéssemos nos apoiar. Em seguida, criamos nossa fanpage no Facebook para ampliar esse apoio e espalhar nossa alegria a outras mulheres.

Em nossa fanpage há mulheres lindas, guerreiras e determinadas. Lutando com todas as forças para vencer essa temível doença. São depoimentos emocionantes. E, além disso, buscamos conteúdo para informar essas super poderosas.

Nosso próximo passo é criar um site para que possamos armazenar essas informações e alcançar ainda mais mulheres que estejam passando pelo tratamento oncológico.

Diante disso, surgiu a possibilidade de realizarmos essa exposição fotográfica para reunir algumas dessas mulheres do grupo e mostrar de forma artística a beleza de cada uma delas. A beleza e a determinação daquela que está iniciando o tratamento, a beleza e a coragem de quem está no meio do caminho e a alegria daquela que já terminou esse capítulo da sua vida.

As fotos foram realizadas no dia 01/05/2016, no Fazzenda Park Hotel (Gaspar/SC), sob as lentes da fotografa Nanda Farias.

Nossa intenção é mostrar ao mundo que podemos ser lindas e podemos realizar nossas atividades cotidianas (mesmo com algumas limitações) durante o tratamento.

Mostrar a beleza da mulher em diferentes fases do tratamento oncológico, apoiar e incentivá-las com exemplos de coragem, fé, bom humor, auto estima e vontade de viver.

O câncer não conseguiu apagar nossa beleza e é por essa razão que queremos abraçar outras mulheres que estejam passando por isso através desse projeto.”

Exposição do dia 03/10 ao dia 24/10, no Norte Shopping, em Blumenau/SC.

Na inauguração teve festa das Cats! Olha que lindas: