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A crença na saúde

Por Adriano Munhoz

Somos seres puramente energéticos, formados por uma anatomia sutil e energética extremamente complexa. Assim como temos nosso corpo material e órgãos físicos, também dispomos de corpos e órgãos energéticos e sutis.

Toda esta estrutura está em constante comunicação e integração. O que se passa em nossos ambientes energéticos influencia diretamente nossa entidade física e material.

Atualmente até mesmo a ciência e a medicina convencional já aceitam esta “hipótese”, de que dispomos de uma anatomia sutil que existe além da matéria. Este pode parecer um conhecimento moderno e atual, mas o que se diz hoje sobre a nossa anatomia sutil já era conhecido há 6.000 anos atrás. O desenvolvimento da ciência nos levou a questionar e duvidar deste conhecimento milenar, que esteve presente em todas as culturas, desde os primórdios da experiência humana sobre a Terra.

E essa nossa anatomia energética é impactada e alimentada pela nossa consciência! Tudo aquilo que acontece no âmbito das nossas emoções, sentimentos e pensamentos irá certamente gerar consequências em nosso físico.

Todas as principais linhas terapêuticas, e até mesmo a medicina, já postulam sobre o impacto das emoções sobre nosso corpo físico. Escutamos regularmente que a raiva pode afetar o nosso fígado, que a tristeza enfraquece os pulmões, que a ansiedade adoece o nosso estômago, que o medo perturba os nossos rins. Existe uma lista enorme de manifestações físicas que são resultado de realidades emocionais.

Vários autores mundialmente renomados falam com propriedade sobre isto, como o Professor Massaro Emoto do Japão, com sua obra “Mensagens da Água”, onde ele relata o impacto das emoções humanas sobre a forma da molécula de água. Como o Dr. Bruce Lipton, cientista americano que em seu livro “A Biologia da Crença” fala sobre como emoções, pensamentos e crenças interferem em nossa química corporal.

A questão agora é, se já aceitamos a hipótese de que nossas emoções e pensamentos podem nos adoecer, porque ainda é tão difícil aceitarmos que esta mesma força, este mesmo mecanismo, possa nos curar? Se algo que habita o nosso universo emocional pode gerar em nós uma doença física, será que uma emoção diferente, de mais alta vibração e qualidade, não poderia nos curar e manter nossa saúde?

Um grade paradigma precisa ser mudado, rapidamente! Vivemos uma época em que se solidifica cada vez mais uma Crença na Doença! Somos constantemente bombardeados por informações que geram em nós quase que uma expectativa de adoecermos. Podemos adoecer a qualquer momento porque consumimos alimentos contaminados por agrotóxicos, porque vivemos todos com alto nível de estresse, porque habitamos cidades poluídas, porque estamos em contato constante com químicos nocivos e plásticos de toda espécie. Já pensamos que podemos adoecer até mesmo em função da contaminação eletromagnética.

Nunca se investiu tanto em pesquisas sobre o Câncer e nunca tivemos índices tão alarmantes desta doença. Hoje já se diz que uma em cada três pessoas irão desenvolver algum tipo de Câncer em algum momento da vida. Ouvindo este tipo de informação, quase que nos colocamos conscientemente nesta “lista”.

Quando é que iremos desenvolver uma Crença de Saúde ao invés de alimentarmos uma crença de doença? Quando é que o foco de toda a mídia e da medicina convencional mudará para aquilo que nos torna mais saudáveis?

Se podemos adoecer tão facilmente à partir de nossas crenças, pensamentos e emoções, temos todos a mesma capacidade de nos curarmos! Basta apenas mudarmos em nós os padrões que nos levaram a adoecer. Simples assim!

Mudanças nos hábitos de vida, abandono de vícios nocivos, alimentação mais saudável, contato com a natureza, desapego material, resolução de questões emocionais conflituosas, equilíbrio emocional, a prática do perdão e da gratidão, tudo isto tem um potencial e uma força de cura incríveis, basta colocarmos em prática. E esta prática envolve compromisso, comprometimento, paciência, dedicação! A cura, assim como o adoecimento, é algo que vamos construindo aos poucos.

Que em 2020 tenhamos todos uma Crença de SAÚDE! Que possamos todos acreditar que a Cura é algo possível.

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Descubra as vantagens do Tamoxifeno

O tamoxifeno foi um dos primeiros bloqueadores hormonais utilizados no tratamento do câncer de mama. Sua função é impedir que a célula cancerígena perceba os hormônios femininos, bloqueando seu crescimento e causando a morte dessas células.
É um medicamento usado desde a década de 1970, sendo extremamente eficaz e seguro. É certamente o medicamento que mais salvou vidas na história da oncologia.
A maioria das pessoas não apresenta efeitos colaterais do seu uso. De cada 10 mulheres, 7 não têm nenhum efeito colateral. Em geral, quando os efeitos colaterais ocorrem, eles são limitados, se resolvendo em semanas a poucos meses. Os efeitos colaterais mais significantes são as ondas de calor, semelhantes às que ocorrem com a menopausa, o aumento do endométrio (que não causa maiores transtornos na vida da mulher), alteração na menstruação e aumento de risco de trombose em pessoas que têm predisposição ou já tiveram trombose antes (também um evento muito raro). Uma minoria das pessoas pode ter efeitos mais intensos necessitando da troca do tratamento. Isto é extremamente raro.
Não se deve ter medo de usar este tratamento. Como dito anteriormente, são extremamente eficazes contra o câncer de mama com receptores hormonais positivos, aumentando de maneira importante a chance de cura. É um medicamento altamente seguro, tem baixíssimo índice de complicações, que na maioria das vezes se resolvem sozinhas em poucas semanas.
Converse sempre com seu médico!

#cancer#cancerdemama#tamoxifeno#seguro#cura#hormonioterapia#medicina

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Descubra as vantagens do Tamoxifeno

O tamoxifeno foi um dos primeiros bloqueadores hormonais utilizados no tratamento do câncer de mama. Sua função é impedir que a célula cancerígena perceba os hormônios femininos, bloqueando seu crescimento e causando a morte dessas células.
É um medicamento usado desde a década de 1970, sendo extremamente eficaz e seguro. É certamente o medicamento que mais salvou vidas na história da oncologia.
A maioria das pessoas não apresenta efeitos colaterais do seu uso. De cada 10 mulheres, 7 não têm nenhum efeito colateral. Em geral, quando os efeitos colaterais ocorrem, eles são limitados, se resolvendo em semanas a poucos meses. Os efeitos colaterais mais significantes são as ondas de calor, semelhantes às que ocorrem com a menopausa, o aumento do endométrio (que não causa maiores transtornos na vida da mulher), alteração na menstruação e aumento de risco de trombose em pessoas que têm predisposição ou já tiveram trombose antes (também um evento muito raro). Uma minoria das pessoas pode ter efeitos mais intensos necessitando da troca do tratamento. Isto é extremamente raro.
Não se deve ter medo de usar este tratamento. Como dito anteriormente, são extremamente eficazes contra o câncer de mama com receptores hormonais positivos, aumentando de maneira importante a chance de cura. É um medicamento altamente seguro, tem baixíssimo índice de complicações, que na maioria das vezes se resolvem sozinhas em poucas semanas.
Converse sempre com seu médico!

#cancer#cancerdemama#tamoxifeno#seguro#cura#hormonioterapia#medicina

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Câncer de boca: a cura pela prevenção

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Boa noite, Cats! Vocês sabiam que o câncer de boca é uma doença super frequente entre os brasileiros??  Por isso é muito importante se prevenir! Se liguem nessa matéria que esclarece as medidas que devemo tomar para afastar ou detectar precocemente esse tipo de câncer. 

Apesar de estar entre os dez tumores mais comuns do Brasil, o câncer de boca, bem como seus sintomas, causas e tratamentos, ainda é desconhecido de boa parte da população. O cenário é comprovado pelo fato de que uma parcela expressiva dos diagnósticos ainda é realizada tardiamente, o que diminui de maneira considerável as chances de cura. De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) somente neste ano 15 490 pessoas serão vítimas da doença, sendo 11 140 homens e 4 350 mulheres.

Tais números colocam o Brasil na ingrata terceira colocação entre os países com maior incidência do câncer de boca no mundo, atrás somente da Índia e da República Checa. A cada duas horas um brasileiro morre por causa da doença. O período de tempo transcorrido em uma partida de futebol ou em uma sessão de cinema no domingo, por exemplo, representa mais uma vida perdida, o que poderia ser evitado com medidas acessíveis e simples.

E por que o país apresenta tantos casos? Uma das respostas está no uso de álcool e tabaco, que, mesmo caindo, representa um dos maiores causadores da enfermidade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer de boca são tabagistas. Além disso, quando o fumo e o álcool estão associados, as possibilidades de desenvolver a doença aumentam em 30 vezes.

Homens acima dos 50 anos compõem a maior parte dos acometidos pelo problema. No entanto, o cenário está mudando. Cada vez mais jovens de até 40 anos estão apresentando a doença e um dos principais motivos é o papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV.

Transmitido durante as práticas sexuais sem proteção, o vírus tem a capacidade de acelerar o tempo de desenvolvimento desse tumor. Um estudo produzido pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostra que há vinte anos o HPV representava 25% dos casos de câncer de amígdala. Atualmente, o número registrado é de 80%.

A maior medida para diminuir o número de vítimas está na prevenção, que pode ser feita inclusive em casa. O câncer de boca tem cura e, assim como o câncer de mama, pode ser facilmente identificado por meio do autoexame — neste caso, com a ajuda de um espelho.

Analisar a boca periodicamente, observar o aspecto da língua e de toda a cavidade oral (lábios, mandíbula, gengiva, glândulas salivares e garganta) deve se tornar hábito. O surgimento de feridas e lesões que demoram mais de duas semanas para sumirem são o sinal de alerta, assim como sangramentos, caroços, mudanças na coloração ou dor.

Entre os sintomas do câncer de boca estão também nódulos persistentes nas bochechas, irritação ou sensação constante de algo entalado na garganta, inchaço na mandíbula, dificuldade para engolir, mau hálito, dor para mastigar ou mover a língua, dentes frouxos na gengiva e até mesmo mudanças na voz e perda de peso. São sinais facilmente identificáveis não só pelo paciente, mas também pelas pessoas com quem ele convive. É importante ressaltar que o autoexame não substitui as visitas regulares aos cirurgiões-dentistas, fundamentais para o diagnóstico precoce.

É esse profissional que será responsável pelo encaminhamento de casos suspeitos para a confirmação e o posterior tratamento do câncer de boca e pelas orientações iniciais ao paciente. A localização e o estágio tumor determinam as medidas mais adequadas, que geralmente são cirurgia e/ ou radio e quimioterapia. Quando a doença é diagnosticada no início e tratada de maneira adequada, 80% dos casos chegam à cura.

Fica claro diante desse cenário que a grande questão em torno do câncer de boca é a prevenção. Para fortalecer a rede de informações sobre o tema e orientar a população, foi criada a lei federal nº 13.320 de 2015, que estabelece a primeira semana de novembro como a Semana Nacional de Prevenção ao Câncer de Boca. A importância do período é inegável, mas é essencial que os hábitos para combater a doença e diminuir o número de vítimas façam parte do cotidiano da população.

Fonte: SAÚDE

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APÓS VENCER CÂNCER, ERICK RENASCE COM CORRIDA: “HÁ VIDA DEPOIS DO PESADELO”

Comissário de bordo de uma companhia aérea francesa, Erick Ferrari, de 36 anos, hoje se divide entre Paris e São Paulo. Neste domingo (18), porém, ele será mais um entre os 33 mil participantes da Maratona do Rio. Participar da prova virou um desafio para o corredor carioca. Isso porque em dez meses ele superou um câncer agressivo no estômago, passou por quimioterapia e renasceu com a esperança de que conseguiria correr 42km novamente.

– Já tenho 90% de chances de sobreviver nos próximos quatro anos e eu pretendo me esforçar para ser digno desse milagre. Agora, quero fazer mais e reclamar menos. Manter o bom humor e agradecer. Quero correr até longe para mostrar a quem ainda está lutando que é possível. Que há vida depois do pesadelo – afirmou o atleta.

Erick revela que tudo começou com uma estranha coincidência. Um ortopedista havia receitado, além do tratamento para a lombar, anti-inflamatórios caso viesse a ter dores. Com o passar dos dias tomando o medicamento, ele parou no hospital com problemas gástricos. Ao fazerem a endoscopia, os médicos acharam algo a mais e decidiram fazer a biópsia. Era um tumor entre o estômago e o esôfago, extremamente agressivo. Para se ter ideia do susto, a estatística lhe dava cerca de 18,9% de chances de sobreviver.

“Eu não sentia nada, dor alguma. Estava forte como sempre, correndo, malhando e trabalhando. E um exame dizia que minha vida estava acabando rapidamente”

– A minha irmã anunciou naquela mesma semana que estava grávida e a família estava em festa. Era o primeiro neto dos meus pais, o maior sonho deles e eu me sentia culpado. Não queria contar para ninguém. Como eu iria ter coragem de dizer “Desculpe estragar a alegria, mas estou com câncer e provavelmente não vou sobreviver até o Natal” – recordou.

Erick estava com consultas marcadas e seria operado na França sem ninguém saber. Mas em um voo à trabalho para o Rio o tumor rompeu um vaso e o comissário teve hemorragia interna grave. Ficou hospitalizado por 11 dias. Assim, não tinha mais como esconder. Teve de contar à família e aos amigos que estava com problema grave de saúde. Voltando a Paris, viu que tinha menos tempo do que o previsto e o médico decidiu operá-lo imediatamente.

– A cirurgia demorou mais de oito horas e no lugar do tumor de 3cm diagnosticado 25 dias antes haviam três tumores. O original, por sinal, era de 6cm. Eu estava fraco demais, não reagi 100% como deveria e houve complicações em seguida. Passei 16 dias na UTI. Fiquei ligado em muitos aparelhos, sonda nasal, três drenos na caixa torácica e milhões de agulhas. Não me movia do pescoço para baixo, sentia muita dor e medo – contou.

Depois de 23 dias, Erick foi liberado a ir para casa. Antes de sair, ele perguntou ao médico se voltaria a correr 42km, afinal os pulmões estavam danificados e os danos podiam ser permanentes. Ou doutor respondeu com um “Claro que não!”. Dias depois, Erick passaria a fazer quimioterapia.

– Eu fiquei triste e ele completou: “Nesse estado que você está, não acredito que corra nem 50 metros! Mas daqui a algum tempo, com treinos…”. Então eu vi que era possível. Levei isso como objetivo. Sou maratonista e ninguém vai tirar isso de mim! – frisou o atleta, naquele momento.

As inscrições para a Maratona do Rio deste ano estavam abertas, e Erick foi um dos primeiros a garantir um lugar na prova. Para surpresa dele, um batalhão de amigos se inscreveu para correr ao lado dele. A meta estava traçada, mas a quimioterapia destruía parte do sangue e isso o impedia de fazer muito esforço, além de não respirar bem. Ainda assim, ele conseguia correr dois ou três quilômetros.

– Foi uma época difícil. Precisava equilibrar o risco com as dores, problemas financeiros que chegavam e com minha razão e memória alteradas pelos fortes remédios. Em outubro do ano passado, dez meses depois do diagnóstico, terminei a quimioterapia e puxei tudo que conseguia. No fim de fevereiro, corri a Meia Maratona de São Paulo. Foi divertido, mas o resultado não. Fui uma hora mais lento que o meu recorde e parei para caminhar várias vezes – lembrou.

Erick não abaixou a cabeça. Pelo contrário, seguiu treinando ainda mais, com foco e sentia melhoras na saúde de uma forma geral. Não tinha certeza se conseguiria correr os 42km, mas buscava forças para ir adiante nessa busca. Ele estava com algumas sequelas: não poderia mais comer açúcar, era sensível à cafeína e não sintia os pés e os dedos das mãos. Decidiu estudar como os maratonistas diabéticos corriam sem açúcar. Tudo para seguinte em busco do maior desejo.

Em março, o médico que operou Erick – e que estará na Maratona do Rio – ficou impressionado com os exames que mostravam o desenvolvimento dos pulmões, pois estavam fortes e grandes. Em abril, o comissário completou a Meia Maratona de Paris, com um tempo melhor que o da prova feita em São Paulo. E desta vez ele fez o percurso sem caminhar. Terminou bem e pronto para alongar a distância…

– Não sei como o meu corpo vai reagir durante os 42km, mas sei que minhas pernas estão prontas. As pessoas próximas ainda me tratam muitas vezes como se eu fosse de vidro, mas os números melhoraram para o meu lado – encerrou. 

Fonte: GLOBO ESPORTE

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CURADA DO CÂNCER, LAURA WIE QUER SER INSPIRAÇÃO PARA OUTRAS MULHERES

Ex-repórter do programa Amaury Jr, Laura Wie usou sua conta no Instagram nessa terça-feira para anunciar sua luta contra o câncer de mama, descoberto há quatro meses. Ela, que costumava fazer a mamografia uma vez por ano, conta em entrevista ao Glamurama que estava atrasada há seis meses nos exames de rotina e foi no autoexame que percebeu algo fora do normal. “Depois de muitos protocolos, o médico disse que a célula na minha mama esquerda era maligna e que eu precisava fazer uma cirurgia para retirar”, conta. No fim de março a célula cancerígena foi retirada totalmente e o seio foi reconstruído com uma prótese de silicone.

Segundo Laura, o oncologista explicou que após a cirurgia o câncer estava curado, mas que ela ainda teria que enfrentar a segunda parte do tratamento: quatro sessões de quimioterapia para prevenção. Ela conta ainda que foi a viagem que tinha acabado de fazer para Israel que lhe deu força e coragem para enfrentar a doença. “Senti uma energia tão grande em Jerusalém e Galileia que criei coragem para enfrentar toda essa situação”. O apoio da família também foi muito importante.

Laura resolveu deixar para trás camisas que faziam parte de seu estilo clássico e conta que já montou um guarda-roupas com looks mais moderninhos para acompanhar a cabeça raspada. Logo após a primeira sessão de quimio, ela decidiu raspar o cabelo e o escolhido para a tarefa foi o amigo Mauro Freire. “Estou bem e segura. Beleza não pode ter um único padrão”, completa.

Animada e mais do que disposta a falar sobre o assunto, agora ela quer usar a situação para dar exemplo de atitude e iniciativa a outras mulheres. “Não tema em ver um diagnóstico. Você só vai ter informações se souber o que você tem! Atitude e iniciativa neste momento são essenciais para resolver o problema”.

Sobre a repercussão que seu post teve nas redes sociais: “Ainda não consegui ler tudo, mas recebi tantas mensagens carinhosas, foram centenas e centenas de textos com muito amor, compaixão e solidariedade. Tudo isso está sendo mais um motivo para eu continuar tendo energia e seguir em frente.”

Fonte: GLAMURAMA

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CURA DE DOENÇA GRAVE NÃO REVOGA ISENÇÃO DE IR A APOSENTADO

O fato de médicos constatarem provável cura de doença grave não autoriza a revogação de isenção de Imposto de Renda de aposentado. Com base nesse entendimento do Superior Tribunal de Justiça, a 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro antecipou os efeitos da tutela para restabelecer o benefício de uma funcionária pública já fora de atividade.

A servidora foi diagnosticada com neoplasia maligna (câncer) há 10 anos. Em 2007, ela obteve isenção de IR por dois anos, com base no artigo 6º, XIV, da Lei 7.713/1988. O benefício foi renovado por igual período em 2009 e 2011. Contudo, em 2013, a junta médica concluiu que a paciente estava curada.

Ela então foi à Justiça contra a União, pedindo o restabelecimento da isenção. Ao julgar o caso, a juíza Caroline Somesom Tauk, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro, apontou que o STJ entende que, após a concessão do benefício, ele não pode ser revogado se médicos constatarem a provável cura. Isso porque “a finalidade desse benefício é diminuir os sacrifícios dos aposentados, aliviando-os dos encargos financeiros” (MS 21.706).

A juíza verificou a fumaça do bom direito no precedente do STJ e na entrega de exames que demonstram o diagnóstico de neoplasia maligna da servidora. Além disso, disse estar presente o perigo da demora, devido aos gastos médicos e à idade avançada da mulher.

Dessa maneira, a julgadora antecipou os efeitos da tutela para determinar a suspensão dos descontos na fonte, a título de IR, incidentes sobre a aposentadoria da funcionária pública aposentada.

Para o advogado especialista em Direito do Servidor Rudi Cassel, sócio do Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados, escritório que moveu a ação pela servidora, “o pedido de tutela de urgência no caso em questão objetiva evitar a continuidade da lesão que já se verifica contra a autora, pois está sofrendo a incidência de imposto do qual, por lei, é isenta”.

Já Aracéli Rodrigues, também sócia da banca, elogiou a decisão, destacando que “a 1ª Seção do STJ já assentou entendimento no sentido de que, uma vez reconhecida a neoplasia maligna, não se exige a demonstração da contemporaneidade dos sintomas para que o aposentado faça jus à isenção do Imposto de Renda”.

Fonte: CONJUR

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NO ACRE, JOVEM GANHA ENSAIO FOTOGRÁFICO PARA COMEMORAR VITÓRIA SOBRE CÂNCER

Após quase um ano de luta contra o câncer de medula, a Cat Evelyn Oliveira, de 22 anos, participou de um ensaio fotógrafo, na última quinta-feira (27), em Rio Branco, para comemorar a vitória sobre a doença. A ideia foi do fotógrafo acreano Daniel Cruz, de 33 anos, responsável também pelo registro.

Evelyn foi diagnosticada com Síndrome Mielodisplásica em abril de 2016 e chegou a lançar uma campanha pedindo doações de medula óssea. Em agosto do mesmo ano, o transplante foi feito através do próprio irmão, Kevin Oliveira, que se mostrou 100% compatível.

A alta, após todo tratamento em São Paulo, ocorreu em março deste ano, quando retornou à capital acreana, onde mora. Evelyn conta que, atualmente, está em remissão do câncer – primeira etapa da vitória total contra a doença.

“Para mim, foi uma vitória. Sempre pensei em fazer um ensaio careca, pensava quando ainda estava no hospital. Realmente, é o registro de um tratamento que está sendo um sucesso. Estou muito feliz, ficou realmente lindo, ainda sendo na chuva. Foi mesmo para lavar a alma”, diz.

O fotógrafo lembra que teve a ideia de fotografar Evelyn há muito tempo, depois de ver a campanha por doação de medula no Facebook. O cenário escolhido foi no lago de um restaurante na capital. A intenção, acima de tudo, era poder contar a história da garota através das imagens.

“Deus tocou no meu coração para que eu pudesse dar o ensaio para aumentar a autoestima dela. A história da Evelyn é bem bonita, de superação, de vitória e eu tinha que contar com a fotografia. Estou bem feliz com as fotos. Deus tem planos muito bons para ela”, relata.

A acreana acrescenta que, apesar da remissão, precisa continuar em tratamento. “Ainda preciso acompanhar de perto, coletando exames e indo às consultas semanais. Nas férias, vou voltar a São Paulo para refazer todos os exames. Me sinto ótima, aos poucos, minha vida está entrando nos eixos”, finaliza.

Fonte: G1

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MARCO ANTONIO DE BIAGGI VENCE CÂNCER E COMEMORA “SOU EXEMPLO DE SUPERAÇÃO”

Conhecido como “cabeleireiro dos famosos”, Marco Antonio de Biaggi relatou na tarde deste domingo (23) os momentos de drama e superação que viveu nos últimos dois anos, depois de descobrir um linfoma e submeter-se a seis sessões de quimioterapia para tratar o câncer. Ao todo, foram 139 dias internados, cinco vezes em coma e nenhuma sequela.

Em entrevista ao programa “Eliana”, no SBT, Biaggi demonstrou estar sereno e de se lembrar praticamente de todos os detalhes de sua batalha.

“Em nenhum momento pensei ‘eu vou padecer, eu vou morrer’. Não. Eu aprendi a olhar ‘isso aqui não está bom, mas olha quanta coisa boa você tem’. Eu não me permito. Quando eu estou triste, eu mudo essa energia (…) Eu sou um exemplo de superação para as pessoas”, afirmou. “Depois de doente, comecei a sentir mais os prazeres da vida”, completou.

Ainda durante o programa, ele recebeu a homenagem de familiares e amigos próximos, e ganhou uma festa de comemoração dos seus 52 anos.

Em 2015, Biaggi descobriu um linfoma e submeteu-se a seis sessões de quimioterapia para tratar o tumor. Ele começou a perder os cabelos quando decidiu raspar tudo de uma vez e exibiu o visual careca em selfies com seus clientes famosos em seu salão de beleza.

O cabeleireiro também implantou duas pontes de safena e uma mamária. Curado, ele recuperou os cabelos e assumiu os fios brancos.

Biaggi chegou a perder mais de 30 quilos durante o processo. Na ocasião, um dos médicos falou em apenas 5% de chances de sobreviver.

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APÓS SE CURAR DO CÂNCER, YOUTUBER LORENA VIVE ADAPTAÇÃO À NOVA ROTINA

Quase três meses após ter anunciado que estava curada do câncer, a youtuber Lorena Reginato, da TV Careca, vive uma nova rotina com vários tratamentos que fazem parte da reabilitação da adolescente, de 13 anos. Além da escola nova, Lorena também faz natação, sessões de fonoaudiologia e fisioterapia. Tudo para dar mais qualidade de vida e amenizar as sequelas deixadas pelo tumor na parte posterior do cérebro, que fez com que Lorena perdesse parte dos movimentos na época do diagnóstico, em 2015, inclusive da fala. “Eu ainda estou me acostumando com as coisas, mas está legal, é uma nova vida”, comenta Lorena.

jovem de Jaú (SP) comoveu milhões de internautas ao criar o canal de vídeos, há pouco mais de um ano, no primeiro registro contar a sua história de superação da doença. Desde então, a luta de Lorena contra o câncer é acompanhada pelos seguidores da youtuber. Em janeiro desse ano, ela divulgou o vídeo em que falava sobre a alta das sessões de quimioterapia e a cura do câncer.

Por conta dessa nova rotina após a cura, com vários deslocamentos, a família iniciou uma campanha para conseguir um carro para fazer o transporte da Lorena para todos os tratamentos que ela realiza. “Agora ela está com tudo na reabilitação. Está corrido, mas prazeroso. No entanto, como nós não temos um carro, então dependo de carona, da ajuda de amigos para levar a Lorena em todos os lugares. Por isso, um veículo nosso facilitaria muito a nossa rotina”, ressalta a mãe da adolescente Fiorella Reginato.

Fonte: G1