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História da Cat Iva Santos

A história de hoje é da Cat Iva Santos, se inspire com essa jornada🎀💖

“Em pleno início da pandemia e uma semana após meu aniversário, vejo um minúsculo sinal vermelho na minha mama quando sai do banho. A priori, não achei nada importante, até porque, meu corpo marca com tudo. No entanto, uma semana depois, o sinal aumentou para quase toda a mama, ficando vermelho e com temperatura muito quente. Foi quando notei que o mamilo estava com aparência de casca de laranja, endurecido e com o bico invertido. Mantive a calma e procurei uma especialista que foi um anjo comigo! Fiz os exames e apresentou o Carcinoma invasivo de tipo não especial. O nervosismo tomou conta, mas por pouco tempo, porque creio e sirvo a um Deus que tudo pode e que já havia feito milagres na minha família.

Foi tudo muito rápido, tive o diagnóstico no dia 15/04 e em 30/04 já estava fazendo a 1/16 quimioterapia, logo após realizei a mastectomia radical e 25 sessões de radioterapia. Fui bem assistida por profissionais excelentes. As reações da quimioterapia foram muitas: enjoos, dor de cabeça, baixa visão, labirintite, acentuou problemas na rosácea, na memória, desgaste ósseo, obesidade, entre outras, contudo, não esmoreci. Sempre confiante na minha vitória. Em nenhum momento pensei que iria morrer, mas me esforcei pra viver com mais intensidade.

Minha alegria, meu sorriso, meus sonhos, não foram nem de longe arranhados pelo câncer, pelo contrário, serviu como degrau mais alto pra ver a vida por outros ângulos e prisma. Mesmo careca, sem cílios, sem sobrancelhas, 28kg mais gordinha, pele super sensível e tantas outras reações, continuei me achando especial sim! Otimista, resiliente e alto astral sou eu, viu?! rs😻 Tive perdas materiais, sem emprego e algumas outras coisitas, mas que não me abalam, só me fazem crescer no tempo de Deus. Sou grata a Ele, minha família e amigos, e aos amigos dos amigos, e a tantas pessoas que nem me conhecem e torcem, ajudam em orações e outras formas.

Deixo aqui um alerta para as mulheres: façam seus exames periodicamente, tanto o autoexame como também os exames clínicos, porque o nódulo em mim não era palpável, só foi possível ser visto através da mamografia e ultrassonografia. Graças a Deus, sempre fui muito vigilante a qualquer sinal que meu corpo emita. Seja você também. Se observa no banho, se olhe com muita atenção e não deixe de ir ao seu médico. Obrigada pelo espaço dado para contar um pouco da minha história, Instituto Quimioterapia e Beleza. Um grande abraço cheio de amor a todos.” Iva Santos 💞

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Câncer Colorretal

Cats, temos acompanhado as notícias do “Rei Pelé”, 80, que passou por uma cirurgia de retirada de tumor no cólon direito, no último sábado. A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica pontua que a idade avançada está entre os principais fatores de risco do câncer de intestino.

De acordo com sua Diretora Dra. Maria Ignez Braghiroli, esse é um câncer que acomete especialmente as pessoas acima dos 50 anos e está muito relacionado à saúde do paciente como um todo. “Por isso, levar uma vida saudável com prática de atividade física e alimentação balanceada são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino. Assim como não fumar e não se expor ao tabagismo”.

Segundo dados do INCA, o câncer colorretal é o terceiro mais frequente em homens, atrás do câncer de próstata e de pulmão, e o segundo mais comum em mulheres, após o câncer de mama.🎀

  • 6 dicas de prevenção:
  • ✅mantenha seu peso corporal em níveis saudáveis
  • ✅evite o consumo de alimentos embutidos e reduza o consumo de carnes vermelhas
  • ✅mantenha uma dieta equilibrada rica em fibras e grãos integrais
  • ✅evite o consumo excessivo de bebidas alcoólicas
  • ✅não fume
  • ✅realize, diariamente, 30 minutos de atividade física
  • Sinais e Sintomas
  • alteração do hábito intestinal
  • sangramento nas fezes
  • inchaço do abdômen
  • mudança da aparência das fezes
  • dor abdominal
  • perda de peso e anemia
  • Exames mais comuns para diagnóstico:
  • sangue oculto nas fezes
  • colonoscopia e sigmoidoscopia
  • Tratamento:
  • geralmente a cirurgia é o tratamento inicial para retirar a lesão
  • quimioterapia
  • radioterapia em alguns casos

Portanto Cats, como sempre frisamos, o diagnóstico precoce é essencial para melhores condições de tratamento e cura. Fiquem atentas aos sinais e conheça o seu corpo!😽

Fontes: SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica)
        INCA (Instituto Nacional do Câncer)
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Aleitamento materno auxilia na prevenção do câncer de mama

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), divulgou um estudo epidemiológico, realizado por médicos da Universidade de Curtin (Austrália), que revelou uma queda de 4,3% nas chances de a mulher ter a doença no período de 12 meses de amamentação e a diminuição do desenvolvimento da doença em sua forma mais agressiva. 

Para o Dr. Anastasio Berrettini Jr, membro da SBM, a amamentação é extremamente benéfica na prevenção da doença, já que substitui o tecido glandular por gorduras nas mamas, gerando assim uma proteção contra os tipos mais agressivos do tumor. “Nesse período, ocorrem trocas de substâncias em que os hormônios agem como fator de proteção em relação ao câncer de mama. Esse mecanismo hormonal acontece a partir da estimulação do seio da mãe pela criança e, por isso, quanto mais a mãe amamentar, mais protegida ela está”, afirma o mastologista.

Porém, é preciso ressaltar que a amamentação não funciona como uma espécie de blindagem. Por isso, é preciso estar sempre atenta às saúdes das mamas. “No período da amamentação – em que os peitos ficam cheios de leite – pode surgir, em alguns casos, um nódulo ou até mesmo um câncer, os quais acabam sendo mascarados pelo volume das mamas e podem ainda obstruir a saída do leite”, afirma o mastologista, acrescentando que é essencial o acompanhamento médico durante toda a gestação.

Amamentação x Mastite

Outro ponto importante que merece atenção é o risco de inflamações e doenças mamárias, como a mastite, que na mulher que está amamentando ocorre quando o leite fica empedrado e o seio se torna uma porta de entrada para infecção. 

“A amamentação ofusca o diagnóstico precoce do câncer de mama, portanto o exame delas no período da gravidez é de extrema importância”, conclui o mastologista.

Na foto nossa fundadora Flavia Flores e seu bebê Lyon, de uma gravidez pós-câncer. Devido à sua mastectomia total não pode amamentá-lo, mas transformou o momento da mamadeira, único de mãe e filho, num ritual cheio de carinho e amor.

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Cat Samira Andrade Valente

Cats, a Cat Samira compartilhou o seu depoimento para inspirar outras mulheres e mostrar como é importante acreditar e ter fé ao longo de todo o tratamento.💖Confira:

“Me chamo Samira Andrade Valente, tenho 40 anos, em julho de 2018 descobri um nódulo na mama direita, (obs: parei de tomar o anticoncepcional para engravidar e achei o nódulo), e fui diagnosticada com câncer de mama após realização de exames. Tenho a mutação do BRCA1 positiva.

Fiz 4 sessões de quimioterapia vermelha, 12 sessões de quimioterapia branca e 26 sessões de radioterapia. Após o término do tratamento passei por uma mastectomia bilateral, sendo que a esquerda eu fiz por prevenção. A cirurgia foi realizada em abril de 2019, minha recuperação foi tranquila, mas a mama esquerda, da prevenção, começou a doer muito. Na terceira semana, a cirurgia rompeu, saindo muita secreção. Realizei 5 cirurgias seguidas para descobrir o que estava acontecendo, até que eu perdi o expansor e fui fazer um tratamento com um infectologista, tomando uma dosagem alta de antibióticos por 8 meses.  

No dia 29 de novembro fui à Basílica de Nossa Senhora de Aparecida agradecer pela cura do câncer e pedir para me dar forças para aguentar a dor e me mostrar o que estava acontecendo comigo. No dia 01 de dezembro, quando fui fazer a higienização da fissura aberta, notei que tinha algo parecido com uma compressa usada em bloco cirúrgico. No dia seguinte fui ao meu mastologista e não deu outra, esqueceram mesmo uma compressa de bloco cirúrgico. 

Após ter passado por tudo isso, procurei um ginecologista para saber as minhas chances de engravidar. 

Tive várias respostas negativas: “você não pode engravidar pois não tem idade, seus óvulos são velhos”; “o tratamento infelizmente te impossibilitou de gerar um feto”…. Eu poderia fazer inseminação, mas é muito caro e não tinha condições. Já tinha desistido, até que procurei o ginecologista para a retirada dos ovários e trompas. Na consulta ele perguntou se eu já tinha filhos e respondi que não, então falou “vamos tentar”? Respondi “claro que sim”. Voltei para casa feliz da vida. 

Em junho de 2020, realizando exames de rotina para meu oncologista, a médica do ultrassom que me acompanhou desde o diagnóstico do câncer de mama me disse: “Samira, você está com uma alteração no endométrio. Ou você está grávida ou irá menstruar. Se você não menstruar volte aqui semana que vem para ver se está grávida. 

Voltei lá umas 3 segundas-feiras seguidas e notou-se um corpo lúteo, mas ainda não tinha embrião, até que no dia 16 de julho fiz o exame Beta HCG Quantitativo. Resultado: 28,9 mUI/mL. Eu estava Grávida. Uhuuuu!!! 

Minha Gravidez foi super tranquila.  

Em 1 de abril de 2021, nasceu o meu pequeno Gabriel com 3.800Kg e medindo 51cm. Depois do seu nascimento conheci o mundo mágico de ser mãe, estou amando. 

Sem expectativa nenhuma, no dia 06 de abril, a mama que eu perdi o expansor começou a sair leite e meu Gabrielzinho está mamando. 

Desde o início do tratamento tive muita FÉ e durante todo tempo AGRADECIA a Deus para dar tudo certo.  

Então Cats nunca percam as suas esperanças.”

Gostaram desse depoimento? Se quiser compartilhar o seu, encaminhe junto com uma foto para o email [email protected] Nossas histórias nos uni na luta contra o câncer.🎀

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Cat Hanny Angele

A Cat Hanny Angele Barros compartilhou o seu depoimento para inspirar e ajudar muitas pacientes oncológicas. 💖 Confira:

“Há 15 anos tive câncer maligno de estômago e me curei após várias sessões de quimioterapia. Ao longo do tratamento, perdi 30kg, todo meu cabelo e, inclusive, meu ex-marido na época, pai do meu Lucas, que tinha apenas 1 aninho de vida.

Após a cura, comecei faculdade, me formei em Relações Públicas, tirei a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), me casei de novo e hoje tenho minha 3° filha, linda e saudável, com 1 ano e 5 meses”

Que lindo depoimento, Hanny! É muito emocionante ver alguém superar a luta contra o câncer e seguir a vida, criando novos laços e se fortalecendo.

Quer deixar seu depoimento também? Encaminhe junto com uma foto para o email [email protected] Vamos compartilhar nossas histórias e nos unir na luta contra o câncer.🎀

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Pacientes com câncer devem receber vacina contra gripe

Imunização é segura e indicada para pessoas em tratamento; além de evitar complicações mais graves da doença, vacina da gripe é uma aliada dos serviços de saúde durante a pandemia, evitando sobrecarga de hospitais e postos de saúde

Começou a imunização contra o vírus da gripe (Influenza). Além de evitar complicações mais graves da doença, essa vacina é uma grande aliada dos serviços de saúde durante a pandemia, evitando hospitalizações. A infectologista do Hospital Amaral Carvalho (HAC) Priscila Paulin afirma: “Pacientes com câncer se enquadram no grupo prioritário, pois têm a imunidade comprometida pela própria doença e até por conta do tratamento”.

A médica ressalta: “os pacientes oncológicos devem tomar a vacina, que é segura e não interfere no tratamento. Transplantados, gestantes e até crianças a partir dos seis meses também podem ser vacinados contra a gripe. É um imunizante com segurança bem estabelecida.”

A infectologista esclarece: “Essa é uma vacina de vírus morto, que não tem capacidade de causar a doença. O que ocorre é que ela protege contra três tipos de vírus e a resposta imunológica de cada um é diferente. Então, pode ocorrer de uma pessoa, mesmo vacinada, ter gripe por não apresentar resposta à imunização. Pode ser também que já estava infectada ao receber a dose, no período de incubação, ou seja, já estava com o vírus, mas não tinha desenvolvido a doença ainda”.

Durante a pandemia

A vacina contra a Influenza pode ajudar indiretamente no enfrentamento da pandemia do novo Coronavírus. Quanto menos pessoas doentes com gripe, menor será a sobrecarga nos hospitais e postos de saúde que estão tratando a COVID-19.

Alerta!! É necessário ficar atento aos intervalos entre as vacinas contra a gripe e a COVID-19, que deve ser de 14 dias. “Caso a pessoa não tenha recebido as doses dessa vacina e as datas conflitem, ela deve dar preferência para a vacina contra a COVID, que é o vírus predominante agora, e buscar a vacina contra a gripe após o período indicado”.

Para quem teve COVID-19, deve aguardar 28 dias após o diagnóstico para receber a vacina da gripe e, quem estiver com febre e mal-estar no dia da vacinação, não poderá receber a dose. 

Cronograma

A partir de 9 de junho começa a etapa que contempla as pessoas com deficiência ou comorbidades, entre elas, pacientes oncológicos.

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SBOC alerta que pacientes oncológicos não têm acesso a medicamentos já incorporados no SUS

Descumprimento do prazo de 180 dias para oferta efetiva e descentralização da compra são os principais impeditivos para o acesso dos pacientes a tratamentos mais eficazes

Entre os anos de 2017 – 2020, seis medicamentos para tratamento de câncer de mama, carcinoma renal e melanoma metastático foram incorporados ao SUS, contudo, apenas dois chegaram aos pacientes.

De acordo com o diretor executivo da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Dr. Renan Clara, há um ponto crucial que gera o atraso do acesso aos tratamentos mais eficazes: “O primeiro grande gargalo neste processo é a falta de planejamento estratégico e financeiro para a incorporação e aquisição dessas novas terapias. Os medicamentos com tecnologias mais avançadas e essenciais para o tratamento de pacientes oncológicos são submetidos para análise da CONITEC (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS), a relevância deles é reconhecida e acontece a incorporação, e com ela o Ministério da Saúde deverá fazer a oferta, sem definir o formato e saber se cabe no bolso do hospital”, comenta. “O problema não é o processo de incorporação, mas o que deveria acontecer depois dele. É a falta de planejamento estratégico do Ministério da Saúde que atrasa o acesso do paciente aos medicamentos. A entidade que recomenda deveria alinhar com a entidade que adquire e aí sim, oferecer o medicamento ao SUS”, acrescenta.

Um exemplo nítido da demora foi o caso do Pertuzumabe, para tratamento de câncer de mama. O medicamento foi incorporado em dezembro de 2017, mas só chegou aos pacientes em agosto de 2020, somando 793 dias de atraso. No caso dos medicamentos Pazopanibe e Sunitinibe, para tratamento de carcinoma renal, incorporado em dezembro de 2018 e que ainda não chegou aos pacientes, totalizando mais de 630 dias de atraso na oferta.

Nossa voluntária jurídica, Marilia Buccini, comenta: “A incorporação de determinada medicação pelo SUS é sempre notícia de alegria. No entanto, na prática, a alegria muitas vezes se torna um pesadelo, pois os pacientes não conseguem acesso à medicação prescrita, no tempo necessário.

Assim, a luta pela falta de medicação no SUS deve ser de toda a sociedade e não só dos pacientes. Além dos principais motivos “todas as vidas importam” e “juntos somos mais fortes”, a falta de estratégia para aquisição e fornecimento de medicamentos gera, além do prejuízo certo e irreparável para quem deles necessita, um prejuízo aos cofres públicos e, consequentemente, a toda população.

Isso porque, os pacientes se veem obrigados a ingressar com ações judiciais individuais, o que encarece a aquisição da medicação pela falta de economia de escala e urgência no atendimento da ordem judicial.

Assim, devemos todos brigar por esta causa”.

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Sinergia alimentar

Cats, os alimentos possuem diversas propriedades que podem auxiliar nossa saúde e a nutricionista oncológica Fernanda Bortolon (@nutrioncofernandabortolon) preparou uma lista com os alimentos combinados que protegem o corpo contra o câncer. Confira:

“Combos que valem a pena 🥑🍓🥬🥦

Milhares de estudos científicos nas últimas décadas mostram que certas frutas, vegetais e outros alimentos protegem seu corpo contra o câncer. Mas você sabia que pode aumentar ainda mais os benefícios dos alimentos? No processo chamado de sinergia, os nutrientes dos alimentos, como vitaminas, minerais e fitoquímicos, são combinados para trabalhar juntos, de uma forma mais eficaz do que individualmente.

Tomate 🍅⠀+ Brócolis 🥦: Refogue o tomate com azeite de oliva e o brócoolis no vapor.

Chá Verde 🍵 + 🍋 : adicionar limão no chá verde potencializa a ação das catequinas.

Couve 🥬⠀+ Limão 🍋 : o limão aumenta a biodisponilidade do ferro vegetal.

Carne 🥩 + Alecrim 🌱: Grelhar alimentos ricos em proteínas, como carne vermelha, produz aminas heterocíclicas e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, carcinógenos que causam alterações no DNA relacionadas ao câncer. O alecrim contém os antioxidantes ácido rosmarínico, carnosol e ácido carnósico, e um estudo descobriu que marinar alimentos grelhados reduziu a quantidade de produtos químicos cancerígenos quando grelhados.

Cúrcuma + Pimenta 🌶 do Reino: adicione pimenta-do-reino a qualquer alimento que contenha açafrão. Aumenta a biodisponibilidade da curcumina.

Tomate 🍅 +⠀Abacate 🥑 : A gordura do abacate aumenta a biodisponibilidade dos carotenóides no tomate.

Morangos 🍓 + Aveia:. Todos os grãos inteiros contêm antioxidantes, mas a aveia tem níveis mais elevados do que a maioria dos outros grãos e o morango têm grandes quantidades de ácido elágico. Essa combinação ajuda a desativar compostos carcinogênicos.”

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Tratamento contra o câncer de mama pode causar ressecamento vaginal

Durante o tratamento, a paciente oncológica pode sentir diversos efeitos adversos, dentre eles o ressecamento vaginal que, se não for realizada a devida hidratação da região, pode ocasionar lesões e outras complicações.

A maioria dos casos é recorrente, pois todos os tipos de tratamento da doença que causam alterações na função ovariana, como a anexectomia, radioterapia e quimioterapia, resultam em um quadro chamado atrofia vaginal. A complicação pode impactar diretamente no desejo e vida sexual da mulher.

A ginecologista Dra. Ana Carolina Gabina Lazari explica: Quando o epitélio vulvovaginal (tecido que reveste a vulva e a vagina) encontra-se mais fino e não existe lubrificação, é bastante possível o surgimento de úlceras e fissuras locais, que causam dor durante a relação sexual. Assim, o vaginismo – espasmos dolorosos da musculatura vaginal – pode ocorrer, por causa do estado de ansiedade pela expectativa de dor durante o ato.

Lubrificante X Hidratante Vaginal

Na busca por soluções, mulheres em tratamentos oncológicos acabam recorrendo aos lubrificantes íntimos que, apesar de trazer uma solução momentânea durante o ato sexual, não proporciona um resultado duradouro. O hidratante vaginal, por sua vez, é um tratamento que restaura, de forma natural, a umidade local, já que são livres de hormônio, podendo ser usados independente do ato sexual e promovendo uma ação de longa duração.

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Novos tratamentos para câncer de pâncreas

O câncer de pâncreas, apesar de ser um tipo de tumor com baixa incidência na população brasileira, pode ser um dos mais agressivos e mais difíceis de serem tratados, por conta do seu comportamento desfavorável. Além disso, na maioria das vezes o seu diagnóstico acaba acontecendo de forma tardia, sendo esse o fator determinante para a doença que representa 4% das mortes no Brasil, mesmo representando apenas 2% dos casos por ano. 

“A estatística mostra que este é um câncer agressivo e difícil de ser detectado em estágio inicial, o que pode levar a um tratamento um pouco mais complexo. Por isso, o acompanhamento médico frequente pode salvar vidas, ao permitir a detecção precoce da doença”, afirma o Dr. Rodrigo Surjan, cirurgião do Centro de Gastroenterologia do Hospital 9 de Julho, que irá enumerar mais algumas opções terapêuticas.

Entre os sintomas apresentados pela doença estão fraqueza, perda de peso, falta de apetite, dor abdominal, urina escura, olhos e pele de cor amarela, náuseas e dores nas costas. Mas, a maior parte deles também pode ser sintoma de outras doenças, o que acaba colaborando para a demora no diagnóstico. 

A diabetes, por exemplo, pode ser tanto um fator de risco quanto um sintoma do câncer de pâncreas. Por isso, quando ela surge em adultos, é importante buscar ajuda médica para fazer os exames como ultrassonografia (convencional ou endoscópica), tomografia computadorizada, ressonância magnética e/ou exame de sangue, incluindo a dosagem do marcador tumoral Ca 19-9.

Uma das formas mais avançadas de tratamento contra tumores no pâncreas hoje é a cirurgia robótica. A técnica oferece mais segurança ao paciente, ao proporcionar maior precisão para o médico, que opera de um console. Além disso, o campo cirúrgico é visualizado em alta definição e em três dimensões preservando melhor órgãos e estruturas delicadas. 

“A robótica eliminou muitas das limitações técnicas antes resultantes da outra forma de cirurgia minimamente invasiva, a laparoscopia”, explica o médico. O Dr. Surjan também ressalta que o pós operatório tem menor risco de infecção, dor e sangramento, além de reduzir o tempo de internação hospitalar.

Os tratamentos pós-cirúrgicos também têm avançado. Um exemplo é a quimioterapia adjuvante, feita após a cirurgia de retirada do tumor para destruir as possíveis células cancerígenas remanescentes, o que possibilita melhora de sobrevida aos pacientes. “Ao utilizarmos uma combinação de tratamentos, conseguimos ter resultados de longo prazo melhores, com taxa de recidiva menor”, acrescenta o Dr. Surjan.

Outra forma promissora de tratamento que está em ampla investigação são as terapias-alvo que, diferentemente da quimioterapia, reúnem um grupo de medicamentos que atacam alvos específicos das células tumorais, como receptores celulares. “São medicamentos que bloqueiam a reprodução do tumor ao se ligar a estruturas (alvos) específicos das células tumorais, bloqueando sua multiplicação”, explica.

Apesar de os avanços na medicina serem constantes, o primeiro passo a ser tomado é ter hábitos que não contribuam para o surgimento da doença, como não fumar, manter uma rotina de exercícios físicos, controlar o peso para evitar a obesidade e fazer acompanhamento médico regularmente.

Fonte: Hospital 9 de Julho