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FOTÓGRAFOS SE UNEM PARA CHAMAR ATENÇÃO DO CÂNCER INFANTIL

A menina Ava vivia sempre sorrindo, amava a cor rosa e brilhos. Ela adorava abraçar e dar muitos beijos em todo mundo que amava. Porém, aos quatro anos, a pequena foi diagnosticada com um tipo raro de câncer no cérebro. Uma amiga fotógrafa da família decidiu, então, fazer uma sessão de fotos para gravar para sempre o que Ava tinha de mais encantador: o sorriso.

Foi a partir daí que surgiu o projeto The Gold Hope Project (O projeto da esperança dourada, em tradução livre), criado para chamar atenção ao câncer infantil e dar suporte às famílias que precisam encarar essa doença. Diversos fotógrafos se oferecem para registrar os melhores momentos das crianças para famílias que não podem pagar por uma sessão fotográfica.

Ao mesmo tempo que a alegria dos pequenos fica registrada para sempre, a história de cada um deles é compartilhada no site oficial do projeto, que também arrecada fundos para as pesquisas de oncologia pediátrica e tratamentos.

O objetivo dos fotógrafos é fazer, assim como na sessão com Ava, registrar não apenas uma paciente de câncer, mas uma criança aproveitando a vida, cantando, sorrindo e brincando. Conheça algumas histórias:

KELSIE

The Gold Hope Project/ Art by Jessica
O pai de Kelsie largou o emprego para cuidar da filha, paciente de leucemia, em tempo integral após o diagnóstico.

Diagnosticada com leucemia, atualmente está em fase de manutenção do tratamento após 8 meses de quimioterapia intensiva. Segundo a mãe, após a descoberta do câncer, a família ficou mais unida e, agora, aproveita mais as “pequenas coisas” com Kelsie.

BRENDAN

The Gold Hope Project/ Kate Hazell Photography
Brendan foi diagnosticado com câncer na retina aos 13 meses, mas, após tratamento intensivo, se livrou da doença

Com apenas 13 meses, os pais de Brendan descobriram que seu segundo filho sofria de uma retinoblastoma, um tumor da retina. O menino passou pelo tratamento e, hoje, aos seis anos, já está há quatro livre do câncer.

KAYDIN

The Gold Hope Project/ Haven Photography
Kaydin tem apenas um ano e vai enfrentar sua segunda batalha contra a leucemia, esperando por um doador de medula.

No ano passado, quando o pequeno Kaydin tinha seis meses, foi diagnosticado com um tipo raro de leucemia. Após meses de tratamento intensivo, ele entrou em remissão, mas a doença voltou. Agora, a família procura por um doador de medula óssea.

Brasil

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, os tumores mais frequentes na infância e adolescência são as leucemias, que afetam os glóbulos brancos, os do sistema nervoso central e os linfomas. No Brasil, o câncer é a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Estima-se que ocorrerão 12,6 mil novos casos de câncer infantil no País ao ano em 2016 e em 2017

Fonte: IG

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FOTOS PRETO E BRANCO NAS REDES SOCIAIS: CAMPANHA CONTRA CÂNCER

Nos últimos dias, a hashtag #desafioaceito vem se espalhando – e provocando curiosidade – nas principais redes sociais, do Facebook ao Twitter e Instagram. A hashtag acompanha publicações de retratos dos usuários em preto e branco, sem maiores esclarecimentos. Mas eis que o mistério tem explicação: trata-se de uma campanha de conscientização e combate ao câncer.

A campanha espalha-se com a lógica de uma corrente. Ao curtir uma dessas postagens, o usuário da rede social é convidado a participar por meio de uma mensagem privada com o seguinte texto: “Oi, não sou adepta, mas essa foi por uma boa causa, então aí vai: tem que colocar na tua linha do tempo uma foto tua em preto & branco pela luta contra o câncer e escrever: #DesafioAceito. Manda essa mensagem para todos que curtirem tua foto.”

Em outros países, circula uma versão em inglês da mesma hashtag, #challengeaccepted. Curiosamente, a campanha ainda foi associada a nenhum instituição de prevenção e combate ao câncer. A mesma hashtag, aliás, já circulou na rede com outros propósitos – inclusive para espalhar pegadinhas.

De qualquer forma, há a hipótese de que a campanha tenha surgido quando, há coisa de um mês, a atriz Shannen Doherty, da série Barrados no Baile, postou em seu Instagram fotos em preto e branco que mostram seu cabelo sendo raspado em razão do tratamento de um câncer de mama.

No Brasil, a modelo Carol Magalhães aceitou o desafio proposto pela colega e atriz, Anna Lima.

Fonte: VEJA

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ADOLESCENTE DIAGNOSTICADA COM CÂNCER FAZ ENSAIO INSPIRADOR

Em fevereiro deste ano, Andrea Salazar, de 17 anos, levou o maior susto da sua vida em uma consulta médica. A menina, que nasceu no México, mas vive nos EUA, notou um caroço no pescoço e, mesmo sem sintomas, procurou um especialista. O diagnóstico foi devastador: a adolescente tinha um Linfoma de Hodgkin.

Exames mais detalhados mostraram que havia dois focos da doença, um na clavícula e outro no tórax. A doença, no tipo Esclerose Nodular, estava em grau 2, e a quimioterapia foi o tratamento indicado pelos médicos. O efeito colateral foi a perda de cabelo, o que deixou a adolescente, que fazia trabalhos como modelo desde os 13 anos, arrasada.

Foi aí que Adriana, a mãe de Andrea, teve uma ideia para recuperar a autoestima da filha. Ela entrou em contato com agências de modelos, que resolveram ajudar a adolescente. O fotógrafo Gerardo Garmendia se ofereceu para fazer fotos da menina, ao melhor estilo princesa.

O resultado foi um ensaio incrível, que acabou se tornando viral. As fotos transmitem uma mensagem poderosa para outras meninas que passam pela mesma situação.

“A forma como ela estava lidando com o câncer foi muito inspiradora para mim. Fiquei feliz por registrar essa fase da vida para ela e que ela vai ver algo lindo quando olhar para trás, mesmo quando a luta for difícil.

Apesar do ensaio ter retratado uma Andrea radiante, a adolescente admite que não foi nada fácil posar sem os cabelos

“Eu não sentia confiança suficiente para fazer uma versão sem peruca”, disse ela ao Buzzfeed. “Mas depois eu percebi que não tinha motivo para ter vergonha da minha aparência, eu deveria me orgulhar”.

Ao compartilhar as fotos em suas redes sociais, Andrea falou um pouco mais sobre a experiência.

“Todas as garotas são princesas e hoje eu me sinto linda por dentro e por fora”.

Veja as fotos aqui.

Fonte: Extra Globo

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MULHER FAZ BOOK E CHÁ DE LENÇO PARA ELEVAR AUTOESTIMA E ENCARAR O CÂNCER

Dois meses após descobrir câncer no ovário, Cristiane, 37 anos, organizou um chá de lenço com as amigas (Foto: Babi Cocolichio/Divulgação).

Cristiane Gomes da Luz, 37 anos, foi diagnosticada com câncer de ovário.
Tumor virou metástase; gaúcha luta para tratar a doença de forma positiva.

Em menos de três meses, a vida de Cristiane Gomes da Luz, 37 anos, passou por uma transformação. A rotina da porto-alegrense, casada há 15 anos e mãe dos pequenos João, 4, e Maria, 7, foi completamente alterada em função das idas cada vez mais frequentes ao hospital. Em abril deste ano, a advogada foi diagnosticada com câncer no ovário. Em poucos dias, porém, o quadro de saúde dela apontou uma constatação ainda mais grave: já era metástase.

Apesar do abalo inicial, Cristiane buscou alternativas para encarar a temível doença. Organizou um chá de lenço, fez um ensaio de fotos dando adeus aos longos cabelos de que tanto gostava e apostou na autoestima e positividade para seguir em frente, apesar dos desafios. Para isso, se armou de bom humor. A autopiedade não combina muito com ela.

Sinto que a minha alegria é o que vai me ajudar a matar o câncer. É assim que eu vou levar a vida, de qualquer forma”

“Eu tive muito medo de morrer, mas não posso mentir que ficar careca era um pânico pra mim”, afirma ela em entrevista ao G1, em meio a uma sessão de quimioterapia. “Mas hoje eu sinto que a minha alegria é o que vai me ajudar a matar o câncer. É assim que eu vou levar a vida, de qualquer forma”, completa ela.

O câncer de ovário não é o mais incidente entre as mulheres e perde no ranking para os mais comuns, como de mama e o de colo de útero. No Rio Grande do Sul, a estimativa para 2016 é de 350 casos para cada 100 mil gaúchas, segundo o último levantamento divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Sem histórico familiar e fora da idade considerada de risco, Cristiane descobriu a doença por acaso, quando estava prestes a fazer uma laqueadura, cirurgia que fecha as tubas uterinas para impedir a descida do óvulo e a subida do espermatozoide, causando a esterilização da mulher. Dias antes, cólicas intensas e sangramentos esporádicos causaram estranhamento e a levaram duas vezes para a emergência de um hospital em Porto Alegre.

“Eram cólicas de chorar. Mas achei que pudesse ser alguma coisa do DIU (dispositivo intrauterino) e por isso optei pela laqueadura. Ninguém acha que vai ter câncer nova assim”, conta ela, que diz que estava acostumada a visitar a ginecologista anualmente para passar por exames de rotina.

Mas não era o DIU. Em 12 de abril deste ano, já no bloco cirúrgico para ser submetida a laqueadura, a médica de Cristiane se deparou com uma massa cinzenta cobrindo os dois ovários, em um deles aparecia bem maior que o outro. Imediatamente, ela colheu um pequeno fragmento do tecido e encaminhou para a biópsia, que confirmou: era um tumor maligno. “Eu não ouvi quase nada que ela me disse, só queria saber se ia morrer”, lembra.

Ainda com poucas informações, foi mandada de volta para casa. Recorreu, porém, ao que chama de “Doutor Google”, na tentativa de acalmar a ansiedade. Mas o efeito foi contrário. Os resultados do buscador a impressionaram mais ainda.

“Li um monte de coisa ruim na internet e logo passei a sentir fisgadas muito fortes na barriga. No outro dia, doía muito. Eu estava apavorada”, afirma ela, que voltou ao hospital, às pressas.

O câncer no ovário migrou para outros órgãos
Internada por conta de um inchaço na barriga, Cristiane teve a cirurgia antecipada. O procedimento durou sete horas. Foi quando o cirurgião oncológico Márcio Boff percebeu que o câncer no ovário, na verdade, já estava percorrendo o corpo de Cristiane.

“Eu estava tomada. Era para ser só o aparelho reprodutor, mas tirei vesícula, apêndice, um pedaço do baço, um pedaço do intestino”, lista ela, que por conta da última remoção passou a usar uma bolsa de ileostomia, uma espécie de recipiente adesivo externo usado por quem tem uma abertura na região abdominal, para armazenar as fezes. Segundo Cristiane, a bolsa de ileostomia é esvaziada, no mínimo, dez vezes ao dia. “É uma das partes mais chatas”, afirma.

O diagnóstico de metástase abalou ainda mais a família. Cristiane confessa que pensou em desistir. Chorou, sofreu, mas levantou a cabeça e, antes de abrir mão da própria vida, resolveu lutar. “Tinha momentos que eu queria que Deus me levasse, sabe? Queria desistir, de tanta dor, tanto sofrimento. Mas não podia, tenho meus filhos, meu marido”, diz.

Após 20 dias internada, Cristiane sentia-se fraca. Teve alta do hospital, mas passou os dez dias seguintes deitada na cama, debaixo das cobertas. Deixou de lado as tarefas do dia-a-dia que mais lhe davam prazer, como cuidar dos filhos, levá-los e buscá-los na escola. “Eu estava ali deitada só esperando o meu tempo passar”, recorda.

Só depois Cristiane percebeu que, na verdade, viver da mesma forma que vivia antes de descobrir a doença e retomar a velha rotina lhe traria de volta a felicidade que estava faltando. “Eu já não tinha mais dor, depois da cirurgia. E foi assim que comecei a me sentir feliz de novo”, diz ela.

Apoio nas redes sociais reerguem Cristiane

Comunicativa, desinibida e com tempo livre, ela encontrou nas redes sociais uma maneira de contar sua história. Foi quando criou a página “Luz da Cris” no Facebook, em alusão também ao seu sobrenome, onde resolveu compartilhar por meio de vídeos e textos sua rotina de tratamento, e percebeu que isso a ajudou a se reerguer.

“Eu acho que o maior erro das pessoas com câncer ou com qualquer doença grave é se esconder. Porque o que se recebe de mensagens de apoio é impressionante. Eu estava na padaria outro dia, com uma amiga, e uma moça me viu e quis me dar um abraço. Disse que achou a minha página nas redes sociais. Eu nunca vou esquecer disso”, detalha.

Mesmo após a cirurgia, o tratamento recém começaria. Seis sessões de quimioterapia lhe aguardavam. A primeira, realizada no dia 15 de junho, empolgou Cristiane.

“Eu estava louca pra fazer quimio. Cheguei lá, vi todo mundo quieto, e pensei: ‘Que tristeza é essa, dessa gente?’. Eu achei que era todo mundo junto, todos os carecas ali trocando ideias, conversando. E não, é só eu em uma sala, muito confortável e tal, mas eu adoro bater papo, ia adorar estar com as pessoas”, conta.

Cristiane ao lado do marido e dos filhos em sessão de fotos que registrou seu novo corte de cabelo (Foto: Babi Cocolichio/Divulgação)

Chá de lenço reúne as amigas e ensaio de fotos registra a perda do cabelo
No entanto, as consequências da quimioterapia viriam. Embora não sinta os efeitos colaterais do tratamento, um deles era fato: em 15 dias, os longos fios de cabelo começariam a cair. Era o câncer atingindo em cheio a feminilidade de Cristiane, facilmente percebida nas unhas bem feitas e no delineador traçado nos olhos.

“Saí no mesmo dia em todas as lojas de peruca de Porto Alegre. E achei tudo meio brega. Eu queria uma peruca que fosse igual ao meu cabelo. Eu amava o meu cabelo. E a vendedora me indicou os lenços. E eu sempre associei: ‘Ai, está andando de lenço, está com câncer, está na cara’. Mas aí eu experimentei e me apaixonei. Saí com dois lenços da loja”, conta.

Inspirada pelo livro “Quimioterapia e Beleza” da ex-modelo Flavia Flores, que aos 35 anos foi diagnosticada com câncer de mama, Cristiane teve a ideia de organizar um “chá de lenço”. Convocou as amigas e armou a festa, que teve chá só no nome. Taças de vinho e espumante acompanharam a formação da nova coleção de lenços, turbantes, boinas, toucas e chapéus.

“Foi um sucesso total. Eu digo que as minhas amigas mataram minhas células cancerígenas a cada depoimento, a cada força que elas me dão. O câncer não quer um corpo bom. Ele quer um corpo derrotado pra tomar conta. O meu cabelo, a quimio tirou, mas o câncer não vai me derrubar”, pontua.

E antes que as madeixas começassem a cair, Cristiane criou coragem a marcou horário no cabelereiro. “Na noite anterior, lavei meu cabelo e chorei muito tempo no banheiro. Foi muito triste, muito difícil pra mim”, recorda.

O momento, embora doloroso, foi registrado em um ensaio de fotos, com a presença do marido e dos dois filhos. “Meus filhos são muito especiais. Para ela eu disse que tinha uma bolinha, que me causava muita dor. Aí depois contei que era câncer. Ela sabe o que é, porque viu nas novelas. E achou que eu ia virar uma estrelinha o céu. Mas agora ela entende melhor”, observa. “Ele, de início, ficou assustado com o fato de eu ficar careca. Disse que eu ia ficar feia. Depois de um tempo ele me disse que ia me amar igual, mesmo careca. Chorei, né?”.

Médico garante que encarar doença de forma positiva traz ‘mais sucesso’
Médico oncologista do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, Stephen Stefani acompanha de perto o tratamento de Cristiane. Durante a sessão de quimioterapia, que dura em média quatro horas, ele faz uma rápida visita e impressiona-se com a reação da paciente ao procedimento.

O médico sustenta que o diagnóstico de câncer já não é mais uma sentença de morte. Ele pondera que cada caso é um caso, mas afirma que não é conversa fiada que o pensamento positivo ajuda na recuperação. Segundo ele, a ciência comprova que encarar o diagnóstico e o tratamento de forma positiva traz mais sucesso aos resultados.

“A maneira como se encara essa doença e as adaptações faz toda a diferença. Parece intuitivo, mas é cientificamente comprovado que uma atitude positiva e uma expectativa responsável, mas otimista, traz resultados mais interessantes do que aquela pessoa que se entrega”, garante. “A mensagem de encarar a doença, e de não querer disfarçá-la, é muito poderosa. O posicionamento de enfrentamento é que torna a pessoa bonita”, acrescenta.

Parece intuitivo, mas é cientificamente comprovado que uma atitude positiva e uma expectativa responsável, mas otimista, traz resultados mais interessantes do que aquela pessoa que se entrega”

Stephen Stefani, médico oncologista

O médico diverte-se ao falar do caso de Cristiane. “É verdade, ela está acima da média”, ri, e  brinca com a receita dela de aliar a fé e o temperamento alegre mesmo em ambiente melancólico como o de um hospital.

“Ela é realista, mas encara muito bem. Vou começar a marcar a quimio dela para de manhã bem cedo e na verdade iniciar mais tarde, que enquanto isso ela fica por horas animando o pessoal na recepção”, sugere.

No entanto, ele destaca a importância da informação e do acompanhamento médico. “É claro que existem essas maneiras culturais e de posicionamento que fazem a diferença, mas ninguém encara isso se não tem ferramentas para isso, por exemplo a informação. E posso assegurar que não é o Google, como todos os pacientes fazem. O problema que lá tem muita informação, boa e ruim. As pessoas que estão lendo não estão treinadas para interpretar isso”, alerta, mas reforça que o amparo de amigos e familiares também é fundamental no processo. “Nenhum suporte é mais poderoso que o amparo da família e amigos”, conclui.

Fonte: http://educativafm.com.br/novo/gestos-de-fe/

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MULHER ENGORDA 40KG POR CAUSA DE 3 TIPOS DE CÂNCER E POSA NUA APÓS SUPERAR DOENÇA

Aos 37 anos, a inglesa Angelica Fenney é um modelo. Ou melhor, uma modelo. Melhor ainda, as duas coisas. É que, após 20 anos se recuperando de três tipos de câncer, ela engordou cerca de 40kg.

Em vez de se queixar, comemorou o fato de ter superado as doenças, claro. Além de câncer de mama, ela teve câncer de pele e de colo do útero. Após tamanho desafio, virou um símbolo de superação ao se utilizar do ganho de peso para mostrar que a obesidade também tem sensualidade. E se tornou uma modelo.

Natural de St. Helens, Merseyside, ela está em processo de recuperação e, conforme conta o jornal Mirror, tem celebrado seu corpo posando para fotos, inclusive de sua nudez, em lugares onde a natureza e o glamour falam mais alto.

Além de ter engordado por causa da doença, ela teve de conviver, segundo conta, com insultos devido à sua obesidade. Essa triste realidade também foi transformada e, com muitos amigos, ela aprendeu a acreditar que o lado bom do ser humano prevalece na maioria das pessoas.

Não é porque alguns tentaram desanimá-la que ela iria deixar de acreditar em seu potencial. Mas, para isso, primeiro era importante se recuperar. E depois disso ela viu tudo com mais clareza.

— Não estamparei mais um sorriso artificial (diante das críticas). Atravessei o furacão e cheguei ao outro lado podendo dizer que nós, mulheres, cada uma à sua maneira, deve abraçar as próprias curvas e mostrar às pessoas hostis que todas somos lindas à nossa própria maneira.

Ela quer servir de exemplo para outras mulheres, principalmente aquelas que passam por dificuldades:
— Para todas as mulheres o corpo têm curvas sensuais e estou fazendo uma sessão de fotos para mostra isso.

A doença, de drama se tornou um estímulo.
— Levei perto de 21 anos para finalmente aceitar o meu corpo e realmente começar a amá-lo, apesar de todos os meus sustos.

Angelica tentou perder peso de várias maneiras, mas teve dificuldades. Por fim teve de se aceitar como ela é. E agradeceu à sua amiga Angel Sinclair por ter organizado a sessão de fotos, na qual Angelica iniciou uma nova atividade.

Sua maior suspeita é o uso de tamoxifeno, substância para tratar o câncer de mama na adolescência, a levou a ter as outras doenças. Ela criou um blog para falar sobre sua recuperação e informou online o momento em que viajou para Londres para saber que estava em estado de remissão.

— Eu me sinto fortalecida, porque eu realmente não sabia sobre a minha própria coragem emocional

Diante de tudo isso, chega-se à resposta do primeiro parágrafo. Essa nova modelo é realmente um modelo. De superação.

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MISS BUMBUM DA INGLATERRA TEM CÂNCER E POSA CARECA E SENSUAL PARA CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO

Jéssica Lopes raspou os cabelos para uma campanha sobre conscientização do câncer. O convite para raspar os cabelos surgiu a partir de uma proposta para participar de um documentário com a temática do câncer. Segundo a assessoria de Jéssica, a perda de suas madeixas não se deu por causa do tratamento de saúde.

“O tratamento dela nem passa por isso, mas é uma forma que ela chegou de conscientizar as mulheres sobre a questão da vaidade e da estética relacionadas à questão da saúde”, explicou seu representante. No final de dezembro, a modelo foi operada e retirou parte do colo do útero.

“Ficar sem os cabelos foi um divisor de águas. Muita gente é mutilada para o tratamento do câncer e ficar sem os cabelos é só questão de vaidade mesmo. Estou me desconstruindo para me redescobrir e alertar as pessoas sobre os tratamentos preventivos, principalmente”, explicou Jéssica.

Questionada sobre a sensação do novo visual, ela comentou: “Quero assumir a minha careca agora. Posso usar uma peruca de vez em quando, quem sabe? Mas por enquanto quero estar careca para essa campanha. Depois eu decido se volto a ser loira, morena ou até mesmo ruiva”, brincou.

Fonte: Catraca Livre

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EXPOSIÇÃO COSTURAS À FLOR DA PELE

A exposição fotográfica “Costuras à Flor da Pele” foi inaugurada ontem (04 de novembro), às 16h, na Casa das Artes, no Porto. Ficará até o dia 18 de novembro, e tem entrada franca. A exposição ‘w apresentada pela Sanofi, e é constituída por lindas imagens de mulheres que enfrentaram ou enfrentam o câncer de mama. As fotos são do fotógrafo e cineasta Koen Suidgeest, e a cada visitante a Sanofi doará 1€ ao Centro de Mama do Centro Hospitalar de São João (CHSJ).

“Costuras à Flor da Pele” já traçou uma super viagem! Passou por Lisboa, Madrid e Barcelona, sempre com muito sucesso, emocionando ao público. O grande objetivo é mostrar as particularidades do câncer de mama. Para que o trabalho fosse feito, mais de 200 mulheres que vivem com câncer de mama participaram – algumas que acompanharam a doença de pessoas íntimas, outras que foram diagnosticadas.

“Para mim, a arte ser apenas arte não tem sentido. Preciso que o meu trabalho mostre algo sobre mim, em vez de ser apenas uma fotografia ou um filme bonitos. Por isso, o nascimento de “Costuras à Flor da Pele” é fruto de dois interesses distintos. Por um lado, é fruto do meu compromisso com a conscientização sobre o câncer, porque o vivi de perto, e por outro da fotografia documental, neste caso com a componente da nudez. Uma combinação de arte com causa. Eu coloco a arte ao serviço da causa, é a minha forma de contribuir e melhorar a sociedade que nos rodeia – em pequenos passos mas de forma constante” afirma Koen Suidgeest.

A exposição pôde ser produzida devido a uma campanha de microfinanciamento e de apoio de empresas como a Sanofi. “A Sanofi tem uma experiência de 30 anos nesta área, tendo desenvolvido fármacos inovadores que aumentaram a esperança de vida dos doentes com câncer, a isto somamos o nosso compromisso de estar mais perto do doente e acompanhá-lo não apenas durante o tratamento, mas também após a remissão do câncer. Esta exposição é uma homenagem às mulheres com cancro e a Sanofi quer agradecer-lhes o gesto de se deixarem fotografar, normalizando a doença e ajudando assim outras mulheres que estão a passar por uma situação semelhante” afirma Fernando Sampaio, Diretor-Geral da Sanofi Portugal.

Em Portugal há todos os anos 1.500 mortes devido a câncer da mama, e são detetados 4.500 novos casos.

Sobre Koen Suidgeest

Koen Suidgeest (Amsterdão, 1967). A viver na Holanda, após 17 anos a viver em Espanha, este cineasta e fotógrafo dedica-se especialmente a cobrir temas sociais e de direitos humanos, habitualmente com uma forte componente feminina. Um dos seus trabalhos, o premiado documentário “A Chegada de Karla”, revelou-se como um dos comentários espanhóis com mais êxito televisivo internacional.

Sobre o Centro de Mama

O Centro Hospitalar de São João trata pessoas com doenças oncológicas da mama desde a sua abertura, em 1959.

O Centro de Mama nasceu formalmente em 22 de Abril de 2008, tendo como base o anterior Grupo de Patologia Mamária, constituído em 13 de Junho de 1997, e que reuniu vários profissionais de saúde do Hospital de São João com atividade clínica em patologia mamária.

Nessa altura reunia cirurgiões dos 4 serviços de Cirurgia Geral, e elementos dos Serviços de Ginecologia, Cirurgia Plástica, Anatomia Patológica, Radiologia, e dos Serviços de Medicina Interna que tinham valências de oncologia. Constituía-se como um grupo de profissionais para concentrar conhecimento e homogeneizar decisões terapêuticas.

Posteriormente evoluiu para a Unidade de Diagnóstico de Patologia Mamária, uma unidade essencialmente vocacionada para a fase de diagnóstico e passou a contar com o concurso dos Serviços de Oncologia Médica e de Radioterapia.

Em 2008 é inaugurado o Centro de Mama, que dispõe de um espaço físico próprio e estrutura preparada para as atividades de ambulatório: consultas médicas, de psicologia, cuidados de enfermagem, exames de imagem, procedimentos para diagnóstico, consultas multidisciplinares e consultas de follow-up.

Fonte: Casa das Artes

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PROJETO AMOR À VIDA

A Karina Lenndel, paulistana, foi diagnosticada com tumor no apêndice em 2013, realizou cirurgia curativa e está em fase de acompanhamento. Ela é uma talentosa fotografa nos contou sobre seu projeto – que é lindo e vale a pena conhecer!!!

“Todos os dias milhares de pessoas lutam bravamente contra o câncer, passando por sessões muito dolorosas de quimioterapia e radioterapia.
Tendo em vista todo o sofrimento que essa doença traz na vida de qualquer ser humano, decidi então engajar projeto social fotográfico para assim elevarmos a auto estima e trazer um dia especial para cada uma participante.E também para mostrar que há sim vida após o câncer, que podemos continuar lindas, femininas e com a muito mais garra e vontade de seguirmos em frente.
E o nome do projeto não poderia ser outro: PROJETO AMOR À VIDA.
Estamos em nossa terceira edição do projeto, esse ano em parceria com a Barbearia Corleone, fizemos um ensaio Pin Up com algumas modelos que tiveram suas vidas transformadas pelo câncer”

As fotos são incríveis! Com certeza, é possível passar pelo tratamento sem perder o amor próprio. Conheça mais aqui (e veja o ensaio completo): Projeto Amor à Vida