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Alerta ao câncer de boca

O Instituto Quimioterapia e Beleza alerta, conforme informações do HAC, à prevenção do câncer de boca. 

A Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal tem como objetivo chamar atenção das pessoas para essa doença e estimular ações de prevenção. 

Segundo dados do Ministério da Saúde, o câncer de boca é a doença mais comum entre homens e 70% dos casos são diagnosticados em pessoas com mais de 40 anos. Além disso, o tumor é caracterizado por ferimentos na boca, podendo afetar a mucosa, a língua e os lábios. O principal sintoma é a não cicatrização. 

O cirurgião dentista do Hospital Amaral Carvalho em Jaú, Giovane Furlanetto, afirma ser necessário ficar atenta às alterações na boca e explica que o autoexame pode auxiliar na identificação de lesões, feridas, caroços ou inchaço nas bochechas. “O autoexame não substitui o exame clínico. É importante visitar o médico ou dentista de confiança com frequência, pelo menos uma vez ao ano”, ressalta.

Durante o ano inteiro o hospital mantém o Programa de Prevenção do Câncer de Boca, com atendimento para Jaú e região. 

Dentre os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença estão a ingestão de bebidas alcoólicas e uso de cigarros e outros fumos. Além disso, a má higiene da boca e a má alimentação também são apontadas como causa do câncer. 

O doutor Giovane Furlanetto orienta que a prevenção está em uma alimentação saudável, bons hábitos, prática de atividades físicas e proteção solar. Se houver um diagnóstico precoce, a doença pode ser tratada com cirurgia e tem altas chances de cura.


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Câncer de boca: a cura pela prevenção

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Boa noite, Cats! Vocês sabiam que o câncer de boca é uma doença super frequente entre os brasileiros??  Por isso é muito importante se prevenir! Se liguem nessa matéria que esclarece as medidas que devemo tomar para afastar ou detectar precocemente esse tipo de câncer. 

Apesar de estar entre os dez tumores mais comuns do Brasil, o câncer de boca, bem como seus sintomas, causas e tratamentos, ainda é desconhecido de boa parte da população. O cenário é comprovado pelo fato de que uma parcela expressiva dos diagnósticos ainda é realizada tardiamente, o que diminui de maneira considerável as chances de cura. De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) somente neste ano 15 490 pessoas serão vítimas da doença, sendo 11 140 homens e 4 350 mulheres.

Tais números colocam o Brasil na ingrata terceira colocação entre os países com maior incidência do câncer de boca no mundo, atrás somente da Índia e da República Checa. A cada duas horas um brasileiro morre por causa da doença. O período de tempo transcorrido em uma partida de futebol ou em uma sessão de cinema no domingo, por exemplo, representa mais uma vida perdida, o que poderia ser evitado com medidas acessíveis e simples.

E por que o país apresenta tantos casos? Uma das respostas está no uso de álcool e tabaco, que, mesmo caindo, representa um dos maiores causadores da enfermidade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer de boca são tabagistas. Além disso, quando o fumo e o álcool estão associados, as possibilidades de desenvolver a doença aumentam em 30 vezes.

Homens acima dos 50 anos compõem a maior parte dos acometidos pelo problema. No entanto, o cenário está mudando. Cada vez mais jovens de até 40 anos estão apresentando a doença e um dos principais motivos é o papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV.

Transmitido durante as práticas sexuais sem proteção, o vírus tem a capacidade de acelerar o tempo de desenvolvimento desse tumor. Um estudo produzido pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostra que há vinte anos o HPV representava 25% dos casos de câncer de amígdala. Atualmente, o número registrado é de 80%.

A maior medida para diminuir o número de vítimas está na prevenção, que pode ser feita inclusive em casa. O câncer de boca tem cura e, assim como o câncer de mama, pode ser facilmente identificado por meio do autoexame — neste caso, com a ajuda de um espelho.

Analisar a boca periodicamente, observar o aspecto da língua e de toda a cavidade oral (lábios, mandíbula, gengiva, glândulas salivares e garganta) deve se tornar hábito. O surgimento de feridas e lesões que demoram mais de duas semanas para sumirem são o sinal de alerta, assim como sangramentos, caroços, mudanças na coloração ou dor.

Entre os sintomas do câncer de boca estão também nódulos persistentes nas bochechas, irritação ou sensação constante de algo entalado na garganta, inchaço na mandíbula, dificuldade para engolir, mau hálito, dor para mastigar ou mover a língua, dentes frouxos na gengiva e até mesmo mudanças na voz e perda de peso. São sinais facilmente identificáveis não só pelo paciente, mas também pelas pessoas com quem ele convive. É importante ressaltar que o autoexame não substitui as visitas regulares aos cirurgiões-dentistas, fundamentais para o diagnóstico precoce.

É esse profissional que será responsável pelo encaminhamento de casos suspeitos para a confirmação e o posterior tratamento do câncer de boca e pelas orientações iniciais ao paciente. A localização e o estágio tumor determinam as medidas mais adequadas, que geralmente são cirurgia e/ ou radio e quimioterapia. Quando a doença é diagnosticada no início e tratada de maneira adequada, 80% dos casos chegam à cura.

Fica claro diante desse cenário que a grande questão em torno do câncer de boca é a prevenção. Para fortalecer a rede de informações sobre o tema e orientar a população, foi criada a lei federal nº 13.320 de 2015, que estabelece a primeira semana de novembro como a Semana Nacional de Prevenção ao Câncer de Boca. A importância do período é inegável, mas é essencial que os hábitos para combater a doença e diminuir o número de vítimas façam parte do cotidiano da população.

Fonte: SAÚDE

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MÁ HIGIENIZAÇÃO PODE CAMUFLAR CÂNCER DE BOCA E GARGANTA

O câncer bucal pode ser causado por vários fatores, entre eles o cigarro, o álcool e a excessiva exposição ao sol sem a devida proteção. Na sua fase inicial ele se apresenta como pequenas feridas ou manchas vermelhas e não causa dor, podendo passar tranquilamente despercebido pela vítima. E para piorar a situação, uma má higienização bucal ajuda a camuflar ainda mais os sintomas e as lesões características dessa doença.

Para começar, não é preciso falar que uma pessoa que não cuida corretamente da saúde da boca limpando-a como se deve acaba acumulando bactérias, restos de comida e células mortas entre os dentes, língua e mucosa, o que aumenta as chances de infecções. Isso por si só já potencializa a aparição ou a progressão de uma doença já existente.

“Não existe uma receita para a higienização bucal dos sonhos, mas o principal é uma boa escovação tanto dos dentes como da língua associado ao uso do fio dental todos os dias. Além disso, o paciente também deve visitar regularmente o dentista para que o mesmo faça o exame de todas essas estruturas”, diz Éricka Silveira, cirurgiã-dentista e doutora em Patologia Oral pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Análise do dentista

Taí outro fator que associa a falta de cuidado com a higiene bucal e a camuflagem da doença. Pessoas que não se importam muito com a saúde da boca não costumam frequentar o dentista, sendo capazes de ficar anos sem fazer uma consulta. Sem a supervisão de um profissional, feridas perigosas podem ser confundidas com pequenas lesões bucais sem importância e passar tempos sem tratamento, agravando o quadro do câncer.

Feridas “inofensivas”

O último motivo é exatamente esse. Uma boca que não é bem cuidada costuma apresentar lesões, aftas e sangramentos regularmente. “O câncer de boca pode surgir como alterações de cor nos tecidos da boca, como manchas brancas, vermelhas e enegrecidas, feridas que não cicatrizam em 15 dias, aumentos de volumes, entre outros”, diz a especialista. Mas se o paciente não souber fazer a diferenciação, pode deixar a situação se estender até ficar grave.

“O câncer de boca tem cura se for diagnosticado em estágio inicial. Mas infelizmente isso não é a realidade para a maior parte dos casos, pois o mesmo geralmente é diagnosticado somente em estágio avançado o que dificulta as chances de cura”, diz Éricka.

Pesquisa preocupante

Apesar de Éricka acreditar que uma má higienização bucal não causa o câncer propriamente dito, uma pesquisa feita pela University of Texas Science Center, nos Estados Unidos, associou gengivas e dentes mal tratados (doentes) com uma maior facilidade no aparecimento do vírus HPV, responsável pelo surgimento de alguns tipos de câncer bucal.

Com base em todas essas informações ficou claro que temos razões de sobra para cuidar muito bem da saúde da nossa boca. Uma alimentação equilibrada (com a inclusão de itens fibrosos que ajudam na limpeza dos dentes), o consumo correto de água (para ajudar a manter a saliva saudável) e visitas regulares ao dentista não podem faltar na sua lista cuidados com a saúde. Fique esperto.

Fonte: Terra