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CAT CELEBRITY: CLÁUDIA JIMENEZ

A cat celebrity da semana é a atriz Claudia Jimenez, nascida em 18 de novembro de 1958 (hoje com seus 56 anos). A carioca é famosa por roubar tantas risadas com seus papéis na televisão – ela sabe bem como trabalhar no mundo do humor. Descobriu cedo a paixão pelo teatro, logo aos 11 anos fez suas estréia em cima dos palcos. Em 2014 participou de “Sexo e as Negas”, mas é muito lembrada por participação em “Escolinha do Professor Raimundo”, “Sai de Baixo”, “Zorra Total”. E também em novelas como “América”, “Sete Pecados” e”Negócios da China”.

Foi casada durante 10 anos com a personal trainer Stella Torreão, terminaram o relacionamento, mas ainda são amigas. Inclusive, Cláudia diz sempre que Stella sempre esteve ao seu lado, durante todos os momentos difíceis.

A atriz enfrentou câncer em 1986, um câncer no mediastino (região do tórax, e teve que ouvir do médico que sua expectativa de vida era de um mês! Fez o tratamento e se curou, mas as suspeitas dos médicos é que esse tratamento pode ter “danificado” o tecido cardíaco. 2 anos depois do tratamento do câncer, passou por um infarte e teve que operar para colocar cinco pontas de safena. Em 2012, teve que substituir a válvula aórtica por sintética.

Em entrevista para o Fantástico, com Renata Vasconcellos, Cláudia conta:

Claudia Jimenez: Quando eu falo para o meu médico: ‘Ô, radioterapia desgraçada’. Ai ele fala: ‘Mas se não fosse ela, você já estava há muito tempo lá em cima, né’. E é verdade, quer dizer, a gente tem sempre que agradecer em vez de reclamar.

Renata Vasconcellos: O que te faz rir na vida?
Claudia Jimenez: Na vida? Humor. Sempre fui palhaça, sempre. No colégio de freira me pagavam um chocolate, bala para eu não deixar de ir na aula de religião, porque quando eu ia era um divertimento só.

Renata Vasconcellos: Você começou também, teve uma experiência, eu me lembro, você no Jô Soares ‘Viva o Gordo’.
Claudia Jimenez: Eu fiquei 4 anos com o Jô, eu comecei dançando na abertura.

Renata Vasconcellos: Se você pudesse lembrar de um trabalho teu hoje que você guarda no teu coração?
Claudia Jimenez: Foi a ‘Escolinha do Professor Raimundo’. A Dona Cacilda. Não era nem propriamente pelo personagem, mas pelo que eu vivi ali dentro sabe. Foram seis anos de gargalhadas.

Renata Vasconcellos: Você mudou o teu estilo de vida?
Claudia Jimenez:Totalmente. A nutricionista me ajudou a comer direito agora.
Eu faço a hidroginástica, que para mim tem sido maravilhosa, com a Stela. Ela é a minha alma gêmea. Nós fomos casadas por 10 anos. E foi, eu sinto que foi a primeira vez que eu amei e a primeira vez que eu me senti amada. Agora que a gente virou irmã, o amor não termina nunca, uma coisa que só aumenta.

Renata Vasconcellos: Você ainda não sonha com o amor?
Claudia Jimenez:Sonho, tem até uns coroas pintando, mas tão querendo ir para uma casinha na floresta com chaminé saindo fumaça.

Renata Vasconcellos: E aí, não é bom?
Claudia Jimenez: Forno à lenha, não. Não é isso que eu quero agora.

Renata Vasconcellos: E o que você quer agora?
Claudia Jimenez:Fazer muito teatro, porque eu estava com ânsia disso

Renata Vasconcellos: Você se sente mais interessante hoje do que você era antes?
Claudia Jimenez: Maturidade ela faz você ficar mais bacana. Às vezes, eu percebo que, internamente, não estou legal eu vou em busca de alguma coisa que me faça ficar legal. Tem gente que fala assim para mim: ‘Ai, como você é frágil’. Eu falo: ‘Frágil? Eu sou a pessoa mais forte que eu conheço’. Chegam perto de mim e  falam: ‘Vamos trocar válvula aórtica’. Eu falo: ‘Ok, vamos’. ‘Vamos fazer cinco pontes de safena’. ‘Ok, vamos’. ‘Botar o marca-passo’. ‘Ok’. Eu faço qualquer coisa para ficar aqui.

Em entrevista na Marie Claire, a atriz contou ainda mais sobre ela! Falou sobre o câncer, sua carreira, o apoio da família… Vejam:MC No diagnóstico do câncer, sua estimativa de vida era de um mês. O que você pensou ao ouvir isso?
CJ
 Nessa hora, você só quer lutar contra aquela coisa. Mas, no fundo, nunca achei que ia morrer. Nas duas vezes em que adoeci, via a doença como alguma coisa que eu estava precisando viver. Pensava: “Esse caminho deu nessa estrada ruim, tenho que mudar”. E ia correr atrás do prejuízo. Às vezes, a doença é uma salvação. Se é uma gripe, talvez você esteja precisando reformular uma coisa pequena. Mas quando a doença é muito grande, é questão de aprender a viver.MC O que você estava precisando reformular?
CJ
 Até descobrir o câncer, eu levava minha vida segundo as necessidades dos outros. Fazia as coisas do jeito que achava que as pessoas iam gostar. Não tinha coragem de dizer: “Sou assim, quem quiser que goste”. Melhorei muito, mas até hoje sou carente.

MC Em quanto tempo você se curou?
CJ
 Em um ano e meio. O tumor era altamente maligno, mas respondeu muito bem à quimioterapia.

MC E o problema no coração?
CJ
 Eu era muito ingênua na relação com o mundo, com as pessoas. Achava que todo mundo é bom, todo mundo é lindo, todo mundo me ama e torce pelo meu sucesso. Geralmente a gente acha do outro o que a gente é. E eu quero que as pessoas se dêem bem porque detesto baixo-astral. Mas a vida não é bem assim. Tenho, sim, que me preservar de algumas pessoas, dizer não para outras.MC Quem te ajudou nesse período?
CJ
 Minha família. Tenho minha mãe, quatro irmãs e sobrinhos que eu adoro. Somos um grude. Também tive o apoio de amigos, principalmente da Stella Torreão [personal trainer e sócia de Claudia em uma academia de ginástica]. Ela é meu anjo da guarda.MC De onde vem sua veia humorística?
CJ
 Venho de uma família alegre. Morávamos em uma rua sem saída, na Tijuca. Com o apagão, estou lembrando que era comum faltar luz à noite naquela época. E eu adorava porque as pessoas ficavam conversando na varanda, meu pai cantava tangos, tinha vaga-lume. Eu era muito ativa, já gostava de fazer palhaçadas. Lá em casa tinha um ventilador enorme, antigo. Aquele troço fazia um barulhão, parecia um avião que ia decolar. Eu fingia ser aeromoça: “Senhores passageiros, apertem os cintos”. Não deixava minhas irmãs dormirem.MC Seu pai morreu quando você tinha 22 anos. Você tinha uma boa relação com ele?
CJ
 Sou parecida com ele no temperamento, no gênio. Ele cantava no cassino da Urca, ganhou várias vezes o primeiro lugar no progama do Ary Barroso, na Rádio Nacional. Minha veia artística vem dele. Mas nossa relação foi difícil. Ele era um espanhol bravo e me deu uma rejeitada. Quando nasci, ele já não queria mais filhos. Acho que por isso eu amava tanto ele, porque ficava tentando conquistá-lo. E sei que no fim da vida ele já estava apaixonado por mim. Quando fiz a “Ópera do Malandro”[peça de Chico Buarque], minha mãe fez um jantar em casa e foram a Marieta[Severo] e o Chico com todo o elenco. E o Chico passou a noite inteira tocando violão com meu pai. Nessa noite, meu pai viu que eu estava trabalhando com gente séria e passou a me olhar com outros olhos.MC Quando você viu que tinha talento?
CJ
 Desde os 11 anos. Eu não queria porra nenhuma com os estudos, mas era a alegria da turma. Tinha amigo que me pagava com chocolates para eu não faltar às aulas de religião, para imitar a freira. Minhas redações eram em forma de diálogo. Um dia, a professora sugeriu interpretar minha redação e fui tomando gosto. Soube que no Tijuca Tênis Clube tinha um grupo de teatro amador. A [atriz] Bia Seidl, minha vizinha de porta de prédio, foi comigo. Lá a gente fazia peças infantis de Maria Clara Machado, Ziraldo. Na primeira peça, “Sereia de Prata”, arrebentei. A Bia era a Sereia e eu, claro, a Dona Baleia. Virei a estrela do clube. Os sócios perguntavam: “A peça é com aquela gordinha?”. Senão nem iam.

MC Como foi parar na Globo?
CJ
 Um dia esse grupo amador passou a vender espetáculos, porque o salário no Tênis Clube era um cachorro-quente com guaraná. Aos 18 anos, bati na porta do Luiz Antonio Corrêa, que dirigia a “Ópera do Malandro”, e falei: “Sou muito boa atriz”. Ganhei o papel da prostituta Mimi Bibelô. O Mauricio Shermann [produtor da Globo]me viu na peça e me convidou para ir à TV Globo. Meu primeiro papel foi a namorada do Alberto Roberto, no “Chico City”. Quando surgiu o “Viva o Gordo”, indicaram a gordinha engraçada para a abertura. Fiquei três anos com o Jô, depois voltei para o Chico Anysio e fiquei 12 anos com ele.Fonte: Marie ClaireFantástico

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CAT CELEBRITY: ELBA RAMALHO

A cantora Elba Ramalho nasceu no dia 17 de agosto de 1951 (63 anos), e além de cantar é atriz também. Paraibana, nasceu na zona rural de Conceição. Quando a família se mudou para Campina Grande (PB) em 1962, seu pai tornou-se proprietário de um teatro. Elba então foi ficando cada vez mais interessada nessa vida artística.

Em 1966 Elba já estava se encontrando! Participou de teatro e até de uma banda de rock (As Brasas), tocando guitarra e bateria. O pai não gostou tanto assim da ideia, então um ano depois enviou ela e suas duas primas para um pensionato em João Pessoa. Mas foi lá que ela foi formando novas amizades, descobrindo gostos em comum e formou a banda Golden Girls, com colegas da escola.

Quando saiu da escola, tentou fazer direito e economia, mas não terminou nenhuma das faculdades. Em 1973 trabalhou com produções de show, e em 1974 mudou-se para o Rio de Janeiro. No Rio ela começou estreiando em teatro. Em 1978 Elba assina contrato com gravadora, mas não deixa o teatro de lado. Inclusive já foi indicada em prêmios como melhor atriz! Ela estreia como cantora com Chico Buarque, cantou mais algumas vezes com ele. Foi realizando suas turnês, tanto nacional como internacional, inclusive participando de festivais como Rock in Rio. Ganhou prêmios como cantora, sua música já foi abertura de novela, já rodou Brasil e Mundo.

Ela é vegetariana, está sempre praticando ioga e meditação e procura cuidar bem de sua saúde. Mas teve um momento que deu uma relaxada em se cuidar. Mais que isso, teve um momento que viveu uma relação conturbada: “Não estava cuidadosa naquele momento. E estava vivendo uma relação conturbada, muito aflita”. E então, foi em 2010 que foi diagnosticada com câncer. Ela contou no programa Encontro: “Comecei a sentir minha voz mais grave, nasciam cabelos enormes na minha perna. Eu tinha um cisto, observava ele há seis anos, e ele começou a sofrer uma transformação. Foi uma infiltração de hormônio”.

Claro que depois do diagnostico foi atrás de se curar: “Fiz radioterapia, tirei um pedaço da mama. Mas me livrei da quimioterapia, porque o câncer era totalmente hormonal. Quando é assim, não precisa”. Depois do tratamento, ela conta que voltou para sua vida saudável, além de prestar atenção nos exames preventivos: “O nome câncer tem um fardo muito mais pesado do que a doença em si. Descobrindo no início como o meu, é tranquilo. A prevenção é tudo. Eu fiz tudo o que o médico disse, terminei meu namoro, virei a página”, contou.

E ela não para! Entre tantos shows e peças na sua vida, nesse ano (2015) ela lançou seu 32º disco da carreira, que foi produzido por Yuri Queiroga e seu filho Luã. Fez shows de lançamento em abril, em São Paulo. Faz o que gosta, com muita energia boa e voz marcante!

Fonte: EncontroElba Ramalho

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CAT CELEBRITY: MÁRCIA CABRITA

A atriz e humorista Márcia Cabrita tem 51 anos, nasceu em Niterói no dia 20 de janeiro. É filha de imigrantes portugueses, e aqui fez sua vida. Estudou teatro e então apareceu em vários papéis na televisão.

É muito lembrada pelo seu papel como Neide, no programa Sai de Baixo. Mas parou as gravações por conta de uma gravidez. Participou de “Sítio do Pica Pau Amarelo”, das novelas “Sete Pecados”, “Pé na Cova”, “Beleza Pura”, entre outros. Apareceu em filmes também como em “Xuxa Gêmeas” e “Trair e Coçar é só Começar”.

Foi em 2010 que Márcia descobriu câncer no ovário, passou por sessões de quimioterapia e fez operação retirando útero e ovários. Em outubro do mesmo ano finalizou o tratamento, e durante 5 anos deveria realizar o acompanhamento de perto. A cat voltou na telinha em 2013 em “Sai de Baixo” e se diz feliz por poder retomar ao que gosta. Não gosta de dizer que “está curada” pois ainda está em acompanhamento.

A Cat tem um blog “Força na Peruca” em que conta suas mil situações e sentimentos desde que descobriu o câncer. Em um dos posts ela diz:

“Escrevi essa crônica para revista do Globo há tempos, mas até hoje me param na rua para comentá-la. como ando sumida por aqui resolvi reproduzi-la. Bjs
Eu fiquei gravemente doente. Ao contrário do que muitos fantasiam, não tirei de letra. Não sei o porquê, mas existe uma idéia estapafúrdia de que quem está com câncer tem que, pelo menos parecer herói. Nãnanina não! Quem recebe uma notícia dessas não consegue ter pensamentos belos. Bem… eu não conseguia. A cobrança de positividade acabou se tornando um problema. Me olhava no espelho branca, magrela e de cabelos curtinhos (antes de caírem) e me achava pronta para fazer figuração na Lista de Shindler. Achava que não tinha chance de sobreviver à cirurgia, só pessoas que não tinham maus pensamentos sobreviviam. Muitas vezes deixei de comprar coisas para mim porque tinha que deixar tudo para minha filha. Bem, se na minha cabeça era esse o pensamento que reinava … Sem chance.
O mundo moderno é incrível. Tudo é maravilhoso, não existe sofrimento! As separações são sempre amigáveis e sem lágrimas, as mães não tem mais o direito de embarangar e ficar em casa lambendo a cria. Um mês depois estão lindas, magras, com barriga sarada! Os atores não ficam desempregados, estão sempre felizes com um convite que ainda não pode ser revelado! Quimioterapia é moleza! Vem cá, só eu que não moro na Disney?
Hoje percebo que precisei viver esse luto. Ele passou, apesar do medo fui confiante para o hospital. Mas outras angústias vieram. Sofri pelo que é “o de menos”, chorei pelos cabelos, pelas sobrancelhas, pelos cílios e pelo … resto que vocês sabem. Chorei pelas dores , enjôos, injeções e tudo mais. Eu me dei esse direito. Eu me dei o direito de ser humana. A Mulher Maravilha mora na televisão, eu moro na Gávea mesmo. A Mulher Maravilha dá aquela giro e sai linda e poderosa correndo para salvar pessoas. Se eu fizesse a mesma coisa cairia estabacada com a careca no chão. Então meu giro foi bem devagarzinho segurando na mão de minha mãe, de minha irmã e de meus queridos amigos e familiares. Girei amparada por dr Eduardo Bandeira, por Virginia Portas, dr Celso Portela e todos enfermeiros e profissionais de medicina que foram simplesmente maravilhosos comigo. Girei rindo e chorando com centenas de comentários no meu blog onde eu virei praticamente uma conselheira oncológica. Girei brincando com minha filha que fez questão de ir para escola de lenço na cabeça “igual a mamãe porque é muito legal”. Girei para salvar a mim mesma.
Sinceramente, não acredito em uma seleção divina. Muitas pessoas bacanas e crianças morrem e isso não é nem um pouquinho justo. Acho um saco quando dizem “ Fulano perdeu a batalha contra o câncer” , “Fulana tem tanta vontade e alegria de viver que foi salva”ou “ O amor por meus filhos me salvou”. Me parece tremendamente injusto. Quer dizer que quem morre não amava a vida? O amor pelos filhos não era grande o suficiente? A fé foi pouca? Pensamento bem cruel, não é mesmo? E é uma coisa bem esquisita, isso só acontece com o câncer, a única doença tão estigmatizada. Ninguém diz que alguém perdeu a batalha para o enfarte, nem que amava tanto a vida que ficou bom da tuberculose.
Re-mis-são. Estou em remissão. Quem não apresenta mais sinais da doença pelo corpo não pode sair correndo gritando que está curada, então saio correndo e gritando que estou em remissão!!! Eba! Remissão é muito bom!!
Vi uma foto minha na internet com meus companheiros de Subversões Aloísio e Salem em que estou com um largo sorriso. Eu estava verdadeiramente feliz. Sem a pílula da felicidade, sem fingir meus sentimentos, sem bancar a maravilhosa. Era eu simplesmente feliz.
E agora … chega desse assunto! Eu sou atriz e tô mais preocupada com o um convite que não pode ser revelado.”

Fonte: Pure PeopleExtra GloboForça na Peruca

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CAT CELEBRITY: PATRÍCIA PILLAR

Quem não conhece Patrícia Pillar? Nascida em 11 de janeiro de 1964, em Brasília, filha de um oficial da Marinha e de uma funcionária pública. A capricorniana morou em várias cidade por conta da profissão do pai, mas foi no Rio de Janeiro que ela foi atuar profissionalmente. Ela até tentou fazer Jornalismo, mas desistiu, pois queria focar na sua carreira como atriz. E ela era bem focada quanto isso, sabia bem que queria crescer atuando. Quando adolescente, trabalhava para poder pagar a aula de teatro. Teve sua estreia profissional nos palcos em 1981, em “Os Banhos” e em 1983, atuou em “Para Viver um Grande Amor”, ao lado de Djavan.

Foi com o sucesso do filme que ela foi escolhido para seu primeiro papel em uma novela: “Roque Santeiro” (1985) exibida pela rede Globo. Na novela, fez o papel de Linda Bastos, uma atriz de cinema. Depois disso ela foi só crescendo! Atuou em mais de 20 novelas e seriados. Foram muitas as personagens marcantes: a bóia-fria Luana de “O Rei do Gado” (1996), a protagonista de “Salomé” (1991), a Doutora Cris do seriado “Mulher” (1998) e a Flora, de “A Favorita” (2008). No papel da vilã da novela de João Emanuel Carneiro, ganhou mais de dez prêmios, entre eles o de melhor atriz segundo a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 2012, interpretou mais uma vilã notória, a ex-baronesa Constância de “Lado a Lado”. A obra ganhou o 41º Emmy Internacional, em 2013, na categoria melhor telenovela.

Atuou no cinema também como em: “O Quadrilho” (1995), “Zuzu Angel” (2006), “Pequenas Histórias” (2008), entre outros filmes. Também já trabalhou fora das câmeras, sendo diretora do DVD “Waldick Soriano Ao Vivo” (2007) e do documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração” (2008). Já dirigiu peças de teatro também, além de estrelar nos palcos. Em 2013, Patricia dirigiu o clipe da cantora Márcia Castro, “Vergonha“.  Em janeiro de 2014, estreou a minissérie “Amores Roubados”. Em 2015, Patricia retornou ao cinema ao lado de Claudia Raia, Joaquim de Almeida e do saudoso José Wilker (em um de seus últimos papéis), no longa “O Duelo”, adaptação do diretor Marcos Jorge para a obra “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado. Neste momento, a atriz se prepara para a minissérie “Ligações Perigosas”.

Foi em 2001, aos 37 anos, que a atriz percebeu um nódulo em sua mama esquerda. O câncer foi tratado em fase inicial. A cat fez questão em aparecer careca para incentivar a  conscientização em relação ao câncer de mama.

Fonte: Patrícia Pillar

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CAT CELEBRITY: HERSON CAPRI

O ator Herson Capri nasceu em Ponta Grossa (Paraná) no dia 8 de novembro de 1951. Hoje tem 63 anos, é pai de 4 filhos, está casado há 16 anos com Susana Garcia, mas já foi casado mais duas vezes.  Foi em 1999 (aos 48 anos) que enfrentou um gravíssimo câncer que descobriu quando estava fazendo exames preparatórios para uma lipoaspiração, pois ia participar da peça Paixão de Cristo.

Herson Capri com a mulher Susana Garcia, com quem é casado há 16 anos

Contratado pela Globo desde 1984, o ator começou a fazer teatro na PUC enquanto cursava economia. Ele até trabalhou um tempo na Bolsa de Valores, mas foi como ator que ele se encontrou, principalmente fazendo papel de vilão. E ele não para! Trabalhou em muitas novelas, em peças de teatro e até em cinema! Atualmente com o papel de Otávio na novela Babilônia.

Ele fumou por 30 anos. E então fazendo alguns exames descobre que tem câncer, e um desses bem complicados de lidar.  Ele conta em entrevista no programa Encontro com Fátima Bernardes: “Fui desenganado. O médico disse à minha mulher: ‘Olha não dou seis meses de vida’. Foi em 99. Tive o acolhimento da família e a vontade. Saí dali [do hospital] andando. Comecei a correr. Acredito muito em exercício físico. [Hoje] estou ‘inteiraço’. Malho, corro. Faço 7 quilômetros. Estou bem pra caramba. É a vontade de espírito”. Ele diz que já que não morreu por um triz, ele leva uma vida diferente agora, sua alegria de viver aumentou. Por ter interpretado a morte por tantas vezes, ele sente que teve um amadurecimento, que teve medo, mas não entrou em pânico.

Herson Capri abraçou a causa da prevenção do câncer e tem se integrado a ações voltadas para a divulgação da importância do diagnóstico precoce para a cura da doença. Em novembro  de 2008 ele marcou presença no lançamento nacional da campanha “Consciência Viva – Vivo e Conto”, de conscientização sobre o câncer de pulmão. Segue entrevista que saiu na Revista ABCâncer (Edição: C.P – 14.07.2009) – (Onco Médica):

Qual foi sua primeira reação ao descobrir que tinha câncer de pulmão? Teve medo?
HERSON CAPRI – Foi a sensação de impotência diante das perdas: eu ia perder uma família linda e que eu amava muito e eles iam perder um pai e um marido. Eu tinha certeza de que ia morrer, mas não tive medo.

Você lembra quais foram as primeiras palavras do médico ao diagnosticar a doença?
Quem primeiro viu o raio-X com o tumor foi a minha mulher, que é médica. Ela foi muito objetiva e firme no sentido de pesquisar melhor o tumor por meio de exames mais minuciosos e na procura do médico mais indicado para me acompanhar. Um dos primeiros médicos que consultamos disse a ela que eu não teria mais que 6 meses de vida. Ela não acreditou nisso e estava certa.

O quanto ajudou ter descoberto a doença em fase inicial?
O diagnóstico foi precoce, mas quase que não deu tempo. O tumor estava muito próximo do coração e das paredes internas do pulmão, quase colando. Como não chegou a colar nem na parede interna do pulmão nem no coração, isso foi determinante para me salvar.

Em 98% dos casos de câncer de pulmão o cigarro é o principal agente causador. O seu caso está dentro dessa estatística?
Sim, eu fumei muito durante mais de 30 anos. Cheguei a fumar três maços de cigarros por dia nas fases mais ansiosas. Parei seis anos antes de descobrir que tinha um câncer e não fumo mais.

Como foi o tratamento? Houve uma etapa mais difícil?
Logo depois do diagnóstico fiz a cirurgia e depois, como prevenção, radioterapia. Foi só. Não fiz quimioterapia porque não era indicado. Mas lembro que a radio me deixava muito enfraquecido.

Foi possível conciliar tratamento com a carreira de ator?
Dei sorte, porque a etapa de radioterapia foi feita justamente num momento em que eu não tinha nenhum trabalho em vista. Não teria como aceitar algum trabalho naquela fase, pois o processo todo é muito desgastante fisicamente.

Como está sendo a experiência de defender a causa da prevenção de câncer?
Eu vejo isso como uma obrigação moral que preciso cumprir e faço com muito prazer. É a passagem de conhecimento de uma coisa que vivi e é muito bom poder fazer isso.

Qual é o seu recado para aqueles que não sabem a importância da realização de exames preventivos de câncer?
Acreditem nos exames preventivos. Eles salvam vidas. A sua e a de seus parentes. Nossos médicos, muitas vezes, não recomendam esses exames por causa das condições sociais e econômicas dos pacientes. Eles dizem que não há necessidade de exames se não há sintomas. Discordo totalmente. O câncer é silencioso. É importantíssimo fazer todos os exames indicados para cada idade e às vezes até antes da idade indicada. Deveria haver algum movimento no sentido de que esses exames sejam democratizados e se tornem acessíveis a todos.

Ter passado pela experiência de enfrentar o câncer mudou seus hábitos, sua forma de viver?
Mudou muito. Sorrio mais, me preocupo menos, tento me alimentar melhor, ter hábitos mais saudáveis, faço exercícios, tento dormir bastante, tento manter o bom humor. E faço meus exames médicos e laboratoriais todos os anos.

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CAT CELEBRITY: ARLETE SALLES

Sabe quem faz aniversário nessa semana? A atriz Arlete Salles que também lutou contra câncer e ela venceu!!

Nasceu em 17 de junho de 1942, então completará seus 73 anos amanhã. É pernambucana, mãe de dois filhos e hoje interpreta a Consuelo na novela Babilônia.

Ela começou a trabalhar em um consultório odontológico como instrumentadora, depois foi para a rádio e só depois experimentou a vida de atriz. E aí foi amor logo de cara! Começou na Tv Tupi mas foi demitida por causa do declínio da emissora. Depois foi pra globo e lá fez vários papéis, mas o marcante mesmo foi a Copélia em Toma Lá Dá Cá (2007 – 2009).

O baque mesmo é que seis meses antes de descobrir o tumor, perdeu sua mãe, dona Severina com seus 93 anos.E aí foi no início de 2014 que foi diagnosticada com câncer de mama (descobriu um nódulo na mama esquerda que foi removido com cirurgia) e quando soube ficou sem chão. E conta que logo em seguida quando perguntou se ficaria sem os cabelos, soube da resposta temida e ficou sem chão novamente! Passou por cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Ela não gosta desses teus momentos pesados, se sentiu muito sozinha mesmo com os amigos por perto. Disse que Cissa Guimarães e Taís Araújo super apoiaram ela, ligavam, convidavam para sair… E hoje está curada! O que quer mesmo agora é trabalhar, e isso ela sabe fazer e faz bem.

A aniversariante da semana participou da campanha “Para todas as Marias“, que luta pelos direitos iguais no tratamento do câncer de mama. Em um trecho do vídeo publicado na página oficial da campanha, Arlete explica que “além de enfrentar o problema, a mulher tem que lutar por tratamento igualitário, justo no momento mais crítico da doença, quando ela está mais fragilizada do que nunca”. O portal conta também com uma petição pública online, na qual a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) convoca e incentiva o público a envolver-se com o tema.

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CAT CELEBRITY: ANA MARIA BRAGA

E claro, não podia faltar no mundo das Cats Celebritys a guerreira Ana Maria Braga né?

Nasceu no interior de São Paulo no dia 1º de abril de 1949. Tem seus 66 anos e muita bagagem e conhecimento.  Filha de italiano, e com muito gosto pela cozinha, mas é formada em ciências biológicas (especializada em zoologia) pela UNESP. A apresentadora tem dois filhos, e é apaixonada pelos seus animais de estimação.

Começou sua carreira como jornalista na imprensa escrita, na revista Cláudia. Foi para a Record e alcançou sua fama apresentando o programa Note e Anote e o talkshow Ana Maria Braga (por sete anos!). Mas desde 1999 se firmou no Mais Você, na globo, ao lado de seu fiel companheiro Louro José (controlado por Tom Veiga, que antes era figurante de um dos quadros e “Note e Anote” mas foi para a globo com ela). E quem é que nunca ouviu o “Acorda menina” que só ela faz né? O programa Mais Você apresenta receitas, artesanato, entrevista com atores e entre outros quadros. Mas a marca registrada mesmo é a mensagem do dia, em que ela acaba emocionando sempre com muita sabedoria.

Guerreira, teve câncer de pele em 1991 e retirou um tumor benigno em 1998. E em 2001 teve que enfrentar um câncer na virilha e no reto. Quando contou da doença em seu programa, ela não deixou o bom humor de lado e brincou com o fato de enfrentar um câncer raro: “Que graça teria se fosse igual ao de todo mundo?” e “Eventualmente terei de usar umas peruquinhas”. Passou por todo o tratamento, e voltou a apresentar o cabelo sem os cabelos e os colaboradores vestiam uma camiseta com a frase “Time da guerreira” estampado.

No livro “A Força da fé”, Ana conta como lidou com a doença e mostra a importância da fé. Em um trecho do livro, ela diz:

“É muito difícil falar sobre uma experiência tão dolorosa como um câncer porque ainda estou digerindo tudo o que aconteceu. Nesses anos de convivência com a doença, aprendi que a gente tem que sobreviver a ela. Cada dia é um dia.

Tive um momento de revolta quando foi diagnosticado o meu segundo câncer, porém, hoje, penso diferente. Acho que é uma experiência que nunca termina e o mais importante é a lição de vida que você tira dos acontecimentos trágicos que acontecem na sua vida. Para mim, o câncer me deu a certeza da finitude e isso me fez passar a ver a vida com muito mais sensibilidade. Posso dizer que os meus dias ficaram melhores porque hoje é muito raro eu acordar e reclamar das coisas. Estou sempre disposta a superar os problemas que possam aparecer. Aprendi a me relacionar melhor com as pessoas e comigo mesma. Muitos problemas pequenos para os quais dava muita importância, hoje simplesmente passam batidos. Tudo o passei me deu mais tranqüilidade de alma.”

Hoje ela está curada e continua marcando as manhãs com seu programa. No Dia Mundial do Combate ao Câncer ela postou uma foto com peruca e deixou seu recado: “Hoje é o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Vamos despertar dentro de nós a vontade imensa de ficar bem com nosso corpo e adotar hábitos saudáveis. Faz bem para o corpo e alma. Não se esqueça dos exames periódicos para a detecção do câncer. Espalhe #forçanaprevenção beijos”

A cat é uma inspiração né?

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CAT CELEBRITY: REYNALDO GIANECCHINI

Quem não conhece o galã Reynaldo Gianecchini?

Ele começou como ator em peças de teatro, e sua primeira participação em novela foi em “Laços de Família” (fez o papel do médico Eduardo, que se envolve em um triângulo amoroso com mãe e filha: a Helena e Camila – Aliás, quem não se lembra da cena em que Camila raspa os cabelos?). Desde então vem aparecendo em várias novelas (Esperança, Mulheres Apaixonadas, Da Cor do Pecado, Guerra dos Sexos, Em Família, etc). Também fez papel em peças de teatro e alguns filmes. Iniciou como modelo mas gosta mesmo é de atuar.

Nasceu em 12 de novembro em Birigui, interior de São Paulo. Foi casado com Marília Gabriela, fato que repercutiu muito por ela ser 24 anos mais velha que ele. Depois do fim dessa relação, não assumiu estar com mais ninguém. Ele sempre foi muito reservado, nunca foi de aparecer em muitos escândalos, mas já apareceu em notícias que dizem que teve um caso com Carolina Ferraz em uma época em que ela namorava, ai ai ai!

Em 2011 foi para o hospital com uma faringite, mas acabou descobrindo uma grande bomba: linfoma não-hodgkin. Foi diagnosticado aos 38 anos, e claro, não esperava ter que encarar a morte tão cedo! Ele disse em uma entrevista: “É como se um buraco se abrisse em sua vida, como se tudo começasse a passar em câmera lenta.”

E então foi pra luta! Começou as quimioterapias em 22 de agosto de 2011 e raspou os cabelos antes mesmo que começassem a cair. Deu aquela sumidinha, não pôde trabalhar, então tornou-se caseiro. Em outubro sofreu um baque: perdeu o pai que também lutava contra o câncer.

Ele lidou com tudo isso e não se enquadrou na tristeza. Ele diz: “O importante para mim era saber que valores eu precisava rever, qual o sentido de tudo isso. A primeira questão foi, sim, a morte. Caramba, pensei, a gente age como se não tivesse de lidar com isso. Estou lidando muito cedo, muito jovem, é claro que não quero morrer agora. Mas ela está aqui na minha frente. Comecei a fazer terapia para fuçar em mim tudo o que havia para fuçar, porque era o momento. A gente vive o dia a dia como se a morte não fosse uma certeza. A gente devia viver sempre com a certeza de que amanhã a gente pode morrer. Tanta coisa fica tão pequena, tão sem valor diante da possibilidade da morte. Decidi viver o presente, que é maravilhoso, sem passado e futuro. Comecei a viver de forma tão intensa que até nos momentos de introspecção eu ia muito fundo”.

Quando seus cabelos voltaram, voltaram enroladinhos! Ele conta que antes de tudo, sua sala era só de móveis pretos e brancos, frieza em toda casa. Mas agora tem objeto em todo canto: DVDs como Um Conto Chinês e O Artista nas prateleiras, CDs de músicas de carnaval, girassol artificial para decorar, placa de carro de Montevidéu como lembrança, livros de fotos de Steve McCurry, e até uma instalação colorida da artista plástica e grafiteira Nina Pandolfo que energiza a entrada da cozinha. Formou seu lar, então agora sua casa expressa todo seu desejo de aventura, representa um pouco quem ele é.

Foram seis meses de quimioterapia e um autotransplante de medula óssea (realizado em 2012). Desde então seus exames não mostram mais sinais da doença. Ufa! Mas ainda é aquele cuidado por estar com a imunidade meio abalada. Soube dar a volta por cima, não deixou a beleza de lado e foi eleito o homem mais sexy do ano de 2012 pela revista Quem.

E ele também sabe como inspirar a gente:”É louco eu falar isso, mas nem sei se tive momentos de tristeza. Eu pensava: tenho de ter uma participação ativa na minha cura. Não quero ficar aqui sentado na minha cama de hospital recebendo os remédios. Para falar a verdade, só chorei de emoção ao constatar o amor que vinha para mim. Uma carta ou uma pessoa que me parava no hospital com um sorriso enorme, força, estou junto com você. Falo e me arrepio. Eu embarquei muito nisso. De trazer o amor para mim. Voltar para o sentido real da vida. E o sentido era este: troca. Um aprendizado. Só pode ser esse o sentido. Trocar um olhar de amor. É isso que move a gente para um outro patamar. É isso que faz a gente até se curar.”

Tem seus 42 anos e muitos planos pela frente. Mostrou que um baque desse é um bom motivo para se achar, para se descobrir. Mas que nada disso precisa necessariamente estar ligado a tristeza né?

Fonte: Entrevista Época

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CAT CELEBRITY: BETTY LAGO

O nome dela é Elizabeth Lago Netto, nascida em 24 de junho de 1955. É uma atriz poderosíssima, apresentadora de programa, modelo e também vlogger.

Foi “descoberta” no começo da decada de 1970 e traçou sua carreira como modelo. Foi tentar a sorte no exterior, e passou 15 anos nas passarelas europeias.

No Brasil ela volta como atriz, faz participação em filmes e novelas. Até dirigiu o programa GNT Fashion, o qual também apresentou, assim como Saia Justa.

Betty vem lutando contra um câncer na vesícula. Aos 59 anos, ela mostra que é uma cat guerreira e afirma para mídia afora “Parece que eu sou uma pobre coitada. E eu não sou! (…) Sou uma mulher forte e sei enfrentar os problemas que vêm para mim com coragem” (!!!!).

Uau né? Ela ainda diz que não larga a fé e que mudou sua perspectiva de vida depois de tudo, porque se desapegou de objetos que são vistos como valiosos. Para ela, tudo que importa agora é poder pegar um voo e ficar perto do seu amado.

Sabe uma dessas pessoas que tem olhar de sede pela vida? Ela é assim. São dois anos nessa luta, já perdeu os cabelos, assumiu a careca. Arrasa nos looks, super entende de moda!!

A revista Contigo fez uma matéria incrível com ela, quem tiver a oportunidade, confira!

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DAVID BECKHAM REALIZA SONHO DE FÃ COM CÂNCER

Lloyd Burton, um menino de 11 anos que teve o sonho de ser jogador de futebol interrompido com a descoberta de um tumor cerebral, foi surpreendido com a visita de seu grande ídolo, David Beckham.

O jogador conhecido mundialmente pelo talento e pela beleza, pode ser citado também pela generosidade. Ele aproveitou o intervalo da campanha nacional de angariação de fundos do “Instituto Cancer Research UK”, para conhecer o pequeno guerreiro que não conseguiu segurar a emoção ao se ver diante do ídolo.

Eu não tinha ideia que me encontraria com David Beckham, foi uma brilhante surpresa. Ele é muito bom e nós conversamos bastante. Ele me contou um pouco sobre sua família e outras coisas normais e conversamos sobre futebol também. Adoro futebol e Beckham é um dos meus jogadores favoritos, então vou sempre lembrar desse dia”, disse Lloyd.

Mais um gol de placa de David Beckham!