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SABRINA PARLATORE É UMA CAT QUE VENCEU

Sabrina Parlatore é uma Cat vencedora! Ela falou sobre sua luta contra o câncer de mama em entrevista no “Morning Show”, da rádio Jovem Pan, nesta terça-feira (21). E eu ainda recebi um recado essa linda, veja o vídeo:

Ela conta: “Um pouco mais de um ano atrás, fui diagnosticada com câncer de mama. É uma emoção falar sobre isso”,  “Graças a Deus, foi em estágio inicial. Resolvi esperar o tratamento todo para poder falar, porque estava muito fragilizada. Então, agora tenho mais condições de falar e poder refletir. E, principalmente, ajudar as pessoas. No início, não queria falar, porque era uma coisa íntima. Pensei que seria a mesma coisa de ter uma micose no pé e falar ‘oi, estou com uma micose’. Por que, né? Eu senti uma necessidade e até um dever meu como figura pública em dividir essa experiência com todas as mulheres e alertar para importância do diagnóstico precoce, dos exames preventivos todos os anos a partir de certa idade. Deu tudo certo”.

Sabrina tem 41 anos e já foi modelo, VJ da MTV e apresentadora das emissoras TV Cultura e Band.

Sabrina, você é uma Cat guerreira!! Grande beijo!

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CLAUDIA RAIA POSTA FOTO DE EDSON CELULARI COM FILHA

Edson Celulari contou em sua conta no Instagram que começou o tratamento contra um câncer, o linfoma Não-Hodgkin, o mesmo tratado por Dilma Rousseff e Reynaldo Gianecchini. ”Reuni minhas forças, meus santos, um punhado de coragem…coloquei tudo numa sacola e estou indo cuidar de um linfoma não- Hodgkin. Foi um susto mas estou bem, ao lado de pessoas amadas.A equipe médica é competente e experiente. Estou confiante, pensando positivo e com fé sairei deste tratamento ainda mais forte. Todo carinho será bem vindo.Obrigado. #VidaQueSegue”, escreveu o ator.

Três horas depois, sua ex-muher, Cláudia Raia, mãe de seus dois filhos Enzo e Sophia, postou a imagem do ator com a filha: ”Amor dos filhos, isso cura”, escreveu a atriz, demonstrando que a família está unida.

Fonte: M de Mulher

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EDSON CELULARI É DIAGNOSTICADO COM CÂNCER

O ator Edson Celulari, de 58 anos, foi diagnosticado com um linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema de defesa do organismo, informa nesta segunda-feira (20) o colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”. O ator confirmou a informação em sua conta do Instagram e até publicou uma imagem já sem cabelo.

“Reuni minhas forças, meus santos, um punhado de coragem… coloquei tudo numa sacola e estou indo cuidar de um linfoma não-Hodgkin. Foi um susto, mas estou bem e ao lado de pessoas amadas”, afirmou. “A equipe médica é competente e experiente. Estou confiante e pensando positivo. Com determinação e fé, sairei deste tratamento ainda mais forte. Todo carinho será bem-vindo.”

O linfoma não-Hodgkin
Há mais de 20 tipos de diferentes de linfomas não-Hodgkin, doença que já atingiu, por exemplo, personalidades com a presidente afastada Dilma Rousseff, o ator Reynaldo Gianecchini e o governador licenciado do Rio, Luiz Fernando Pezão.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lista os seguintes sintomas do linfoma não-Hodgkin: aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha; sudorese noturna excessiva; febre; prurido (coceira na pele); e perda de peso inexplicada.

Na maioria dos casos, o tratamento é feito com quimioterapia, radioterapia ou ambos. De acordo com o Inca, o Brasil deve registrar 10.240 casos de linfoma não-Hodgkin em 2016, com incidência maior em homens do que em mulheres.

Linfomas não têm, maioria das vezes, causa específica que contribua para seu surgimento, como é o caso, por exemplo, do câncer de pulmão, que tem no fumo um agente catalisador.

Linfoma Hodgkin x não-Hodgkin
Estima-se que os linfomas sejam a nona ou décima ocorrência de câncer no Brasil, variando de acordo com a região do país. Os linfomas são divididos em dois grandes subtipos: os Hodgkin e os não-Hodgkin, porque possuem células com características diferentes.

Os não-Hodgkin são mais comuns, acometendo cerca de 80% dos pacientes. Os Hogdkin atingem apenas 20% do total de pessoas que têm linfoma e costuma ser mais frequente nos dois extremos da vida, principalmente pacientes jovens e os mais velhos.

Fonte: Globo

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MARINA RUY BARBOSA DOA CABELO PARA INSTITUIÇÃO DE CRIANÇAS COM CÂNCER

Marina Ruy Barbosa surpreendeu a todos com seu novo visual. A atriz cortou os cabelos e aderiu o corte long bob para viver a jovem personagem Isabela em “Justiça”, próxima minissérie das onze da TV Globo. Mas o que quase ninguém sabe, é que o que sobrou dos fios cortados vai se transformar em doação para uma instituição de caridade que cuida de crianças com câncer.

“Vai junto com todos os outros cabelos que juntamos e mandamos para o Cabelegria”, explicou Tiago Parente, responsável pelo novo visual de Marina, em entrevista ao jornal “Extra”.

O hairstylist acrescenta que a namorada de Xandinho Negrão, com quem passou o dia dos namorados, ficou supertranquila na hora de passar a tesoura nos fios. “Por ela, cortava mais. Eu é que fico com pena. Ela encarou super de boa”, diz Tiago, que este mês também fez a transformação das madeixas de Juliana Paes: “Com a Ju já tinha radicalizado bem”.

Tiago explica novo tom no cabelo da artista

“Uma leve iluminada do meio para as pontas, um look queimada de sol. A cor de base não mudou, mas ela está mais para loira arruivada. É look moderno, foge do comum, cool, boho, messy”, destaca o cabeleireiro.

Marina tem engatado um trabalho após o outro e afirmou em recente entrevista que quer continuar assim. “Comecei a trabalhar muito jovem, aos 9 anos, mas quero aproveitar as boas oportunidades. Quero desafios, quero viver vilãs loucas. Isabela é uma menina mais solta, livre, mas não é uma mocinha”, adiantou ela, que intensificou os exercícios físicos para o novo projeto profissional.

Fonte: Rahabe Barros, PurePeople

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ADEUS, DAVID BOWIE

Hoje o dia amanheceu cinzento e chuvoso. A notícia que dei de cara foi chocante e inesperada:

“O cantor britânico David Bowie morreu na noite de domingo (10). De acordo com uma nota oficial publicada na página oficial do cantor no Facebook, Bowie batalhava contra o câncer há 18 meses. O cantor havia completado 69 anos na sexta-feira (8), quando também lançou seu último álbum, Blackstar. O produtor e amigo de Bowie, Tony Visconti, revelou à BBC que Blackstar foi seu presente de despedida para o mundo. “Sua morte não foi diferente de sua vida – um trabalho de arte. Ele fez Blackstar para nós, seu presente de despedida”, disse.” (Fonte: Época).

Eu, uma fã do artista, me abalei. Bowie fez parte da minha vida de forma ativa. Foi meu primeiro amor platônico, e as músicas eram trilhas sonoras para minha vida. Hoje acordei emocionada, como se uma energia me tocasse. Ele era uma figura única, de muito talento e explosão artística. Era força, coragem, tudo em um ser só. Quem não conhece o raio no rosto? Ele era raio! Não podia de deixar aqui registrado minha homenagem ao artista. Hoje logo cedo encontrei meu amigo Wladmir DalBó e fizemos essa foto que tanto represente esse dia, esse momento, esse artista, esse sentimento.

Heroes, uma das minhas músicas favoritas do artista:

Se você não conhece muito do artista, recomendo a matéria da Folha conta sobre a vida dele – e acredite, vale a pena conhecer:

“Bandas medianas de rock costumam lançar um ótimo primeiro disco. Mas, em geral, essa estreia é sua obra-prima e os caras nunca mais conseguem chegar ao patamar inicial.Grandes compositores, por outro lado, melhoram com o tempo. Mas o primeiro disco, invariavelmente, já causa um bom estrago.David Bowie, curiosamente, não. Lançou três discos ordinários, conquistou um sucesso, e parecia fadado a engrossar a gigantesca lista de cantores de um hit só.

É um enorme espanto que, com um começo tão pouco promissor, o inglês tenha se tornado um dos maiores artistas que o mundo pop forneceu não só à cultura, mas aos costumes do século 20.

Afinal, caso você estivesse respirando o ar dos anos 1960, nada indicava que Bowie seria esse fenômeno, que ganhou o apelido de camaleão do rock, misturando o gênero com soul, depois com disco e finalmente com música eletrônica.

Mais do que Beatles ou Bob Dylan, Bowie se destacou por fazer algo além de rock. Arquitetava colaborações com designers, fotógrafos e cineastas e devolvia músicas, mas também modas (o cabelo vermelho arrepiado em cima e batido do lado), imagens (um raio colorido no rosto) e filmes (vide o longa “O Homem que Caiu na Terra”, de Nicolas Roeg, 1976).

INÍCIO MEDÍOCRE

David Robert Jones tinha 15 anos quando montou sua primeira banda, em 1962, mas nenhuma das cinco ou seis das quais participou deu em algo. Logo adotou o Bowie devido à semelhança com o músico Davy Jones, do Monkees.

O sobrenome veio de uma fabricante de facas, e ele aproveitou para espalhar a lenda de que havia sido ferido na vista por uma faca dessa marca, daí o fato de ter a íris do olho direito bem mais dilatada que o normal.
Outra história vem do fato de que a faca Bowie tem gumes dos dois lados, no que seria uma alusão ao bissexualismo do artista.

Seja como for, seu primeiro álbum solo, que leva seu nome, de 1967, é tão ruim que nem mesmo os fanáticos que se vestem como Ziggy Stardust (um de seus personagens) ou pintam o rosto como Aladdin Sane (outro) se lembram que existe. Foi devidamente esquecido.

Os dois seguintes também não brilham, e pouco se salva neles além das músicas que dão título aos discos: “Space Oddity” (1969) e “The Man Who Sold the World” (1970).

“Space Oddity” é ainda hoje uma de suas canções inesquecíveis. Bowie a compôs após assistir a “2001” Uma Odisseia no Espaço” (1968) e conta a história de um astronauta que sai de sua cápsula e não consegue retornar.

Mais do que isso, na primeira jogada de marketing do artista (uma de suas especialidades futuras), foi lançada junto com o primeiro pouso lunar tripulado por humanos, da Apolo 11, em 20 de julho de 1969.

Já “The Man Who Sold the World” é famosa pela versão acústica do Nirvana, de 1993. Mas, em 1970, o que realmente chamou a atenção foi a capa do álbum, com Bowie deitado languidamente em um divã e usando vestido longo.

ZIGGY PÓ DAS ESTRELAS

Foi só a partir do final de 1971 que David começaria a se tornar Bowie. Estava casado com Angela Bowie (a provável “Angie” da canção dos Rolling Stones), tinha um filho a caminho (Zowie, que se tornaria o cineasta Duncan Jones). E estava prestes a fazer 25 anos, idade já bastante considerável no universo juvenil do rock.

Mas os discos “Hunky Dory” e “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” finalmente o colocaram no alto. Daí, e até o final dos anos 1980, todos os seus álbuns frequentariam a lista dos 10 mais vendidos na Inglaterra.

Infográfico: David Bowie – discografia

De “Hunk Dory” (1971), as canções “Changes” e “Life on Mars?” transformaram Bowie em astro.

Já “Ziggy Stardust” (1972) –um álbum conceitual que narra em 11 canções a história de um alienígena roqueiro na Terra, em 11 canções como a faixa-título e “Starman”– o transformou em ícone.

Teatrais, os shows apresentavam Bowie na pele do próprio Ziggy, o primeiro de vários personagens que encarnaria durante a carreira. A jogada atraiu seguidores de todo o mundo, enquanto seu visual magérrimo, com meia arrastão e cabelos vermelhos, começou a ser copiado incessantemente.

Em 1973, foi lançado um filme com a última apresentação dessa turnê histórica, a mais importante de sua carreira.

Foi uma época em que o talento incubado de Bowie jorrava para todos os lados. Em 1972, atravessou o Atlântico e, ao lado de Mick Ronson (o guitarrista de Ziggy Stardust), produziu “Transformer”, de seu ídolo Lou Reed.

O álbum, que apresentou ao mundo nada menos que os clássicos “Walk on the Wild Side”, “Sattelite of Love” e “Perfect Day”, tirou Reed do ostracismo cult e o alçou a estrela mundial.

Cinco anos depois, ele faria exatamente o mesmo com outro de seus heróis, Iggy Pop. Bowie co-escreveu e produziu os dois primeiros álbuns solo do ex-Stooges, “The Idiot” e “Lust for Life”, ambos de 1977, e resgatou Iggy do anonimato, dando-lhe uma roupagem de artista mais refinado que resiste até hoje.

EUA E ALEMANHA

O sucesso mundial com Ziggy Stardust abriu o horizonte de Bowie, cujo disco seguinte foi gravado em Londres, Nova York e Nashville. “Alladin Sane”, de 1973, trazia um jogo de palavras com os EUA, “a land insane” (uma terra insana), e colocou um álbum do artista pela primeira vez no topo da parada britânica. Na capa, Bowie aparece com o famoso raio azul e vermelho pintado no rosto.

Seguiram-se o LP de covers sessentistas “Pin Ups” (1973) e “Diamond Dogs” (1974), outro trabalho conceitual, desta vez traduzindo em versos e canções o livro “1984”, de George Orwell. Ambos alcançaram o primeiro lugar na Inglaterra.

É nesse momento de grande sucesso em sua terra natal que Bowie a abandona. Muda-se para os Estados Unidos e, lá, grava dois álbuns inspirados na música norte-americana, “Young Americans” (1975) e “Station to Station” (1976), abraçando o funk, o soul e assumindo um novo personagem, chamada The Thin White Duke.

Neste último álbum, gravado sob alto consumo de cocaína, Bowie começava a se aproximar do rock minimalista baseado em sintetizadores que seriam a força propulsora de seus próximos três discos.

Buscando novo ambiente para se livrar das drogas, mudou-se para Alemanha e, em parceria com Brian Eno, gravou entre 1977 e 1979 a chamada “trilogia de Berlim”. “Low”, “Heroes” e “Lodger” são álbuns mais complexos, com menos hits, mas festejados na época e lembrados até hoje como alguns dos melhores de sua carreira.

MEGA-SUCESSO

Apesar de a trilogia de Berlim ter vendido bem na Inglaterra (respectivamente em segundo, terceiro e quarto lugar nas paradas), atraiu bem menos interesse do resto do mundo.

Em 1980, no entanto, Bowie voltou a aliar sucesso comercial e ótimas críticas pelo álbum “Scary Monster (and Super Creeps)”. Neste ano, também se divorciou de Angie. Foi uma época com diversos hits, como “Ashes to Ashes”, “Under Pressure” (com o Queen), “Modern Love”, “China Girl” e Let’s Dance”, que daria nome ao álbum de 1983.

Bowie havia se tornado uma megaestrela mundial. O resto dos anos 1980 viu grandes canções lançadas em álbuns (“Blue Jean”, “Never Let me Down”), em filmes (“This is Not America”, “Absolute Beginners” e “Underground”) e singles (“Dancing in the Street”, com Mick Jagger).

E então, da mesma forma fulgurante como estourou em 1972, a chama Bowie parece ter começado a apagar a partir de 1989.”

Bowie que somou, que marcou, que raiou, deixou o seu adeus.Mas não digo que isso foi um adeus, pois ele será eterno em nossas lembranças e em suas artes!

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ANA MARIA BRAGA DIZ QUE PAROU DE FUMAR APÓS DESCOBRIR INÍCIO DE CÂNCER NO PULMÃO

Ana Maria Braga destacou no Mais Você desta segunda-feira (14/12) uma história que pouca gente sabia. O programa abordou os males do cigarro e, por isso, ela decidiu desabafar, ao vivo, sobre uma situação vivida por ela em setembro. “Este ano tem acontecido algumas coisas na minha vida e uma delas eu gostaria de dividir com vocês. Em setembro, fiquei na dúvida se falava, porque estava muito debilitada. Preferi estar mais forte, estar bem para falar como um alerta para todo mundo que quer viver mais e com mais saúde”, disse a apresentadora, que começou a fazer comentários sobre o vício do cigarro e suas consequências. “Além de ser uma droga poderosa, pode matar pessoas. E parar é muito mais difícil, porque as pessoas são dependentes. Fumei durante muitos anos e parei esse ano, em uma circunstância terrível”, ressaltou Ana Maria, que revelou, em seguida, que descobriu um câncer no pulmão em estágio inicial.

“Tive um anjo em minha vida. Poderia estar até hoje sem saber que estava com um problema no pulmão. Bill, meu companheiro hoje, me cobra muito e comecei a fazer ginástica. Ele dizia para eu parar de fumar e que eu precisava fazer alguns exames. Ele tanto insistiu que marquei uma consulta. Fiz uma tomografia e quando saí disseram que acharam uma coisa pequena, um início de um tumor cancerígeno. Vocês acompanharam a minha luta e eu sei o que se passa quando se faz uma radioterapia, quimioterapia. É um risco que toda pessoa que fuma tem. Fui para a internação e fui operada em uma manhã de sexta-feira”, contou Ana Maria.

Emocionada, a apresentadora recebeu o trio de médicos que a acompanhou nos momentos difíceis. O oncologista Antonio Carlos Buzaid explicou o que aconteceu com ela. “Acho que você teve muita sorte, foi o menos grave. Se você esperasse ter sintomas, poderia ser pior. Mas a sua cura é próxima de 100%”, disse. “Eu não sentia nada, não tinha nenhum indício”, ressaltou Ana Maria. Os profissionais contaram como aconteceu a cirurgia, mostraram a diferença entre um pulmão sadio e doente e deram dicas para parar de fumar. “Eu precisei de ajuda, não sou de ferro, tenho problemas como qualquer um. Tomei remédio para parar de fumar, uso adesivos. Me maltratei muito. É um preço que eu pago”, disse a apresentadora, que ressaltou que não engordou após parar de fumar.

Fonte: Globo

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OS FAMOSOS QUE TIVERAM CÂNCER DE PRÓSTATA

O câncer pode atingir qualquer pessoa. Quem recebe o diagnóstico de tumor na próstata pode ficar surpreso ao saber que homens famosos e respeitados têm ou tiveram a doença — e sobreviveram para falar como passaram pela experiência. Aqui estão alguns deles:

Robert De Niro
Poucos detalhes foram revelados à imprensa, mas em 2003, aos 60 anos, Robert De Niro descobriu um câncer de próstata em estágio inicial graças a exames frequentes de rastreamento — décadas antes, seu pai também teve a doença. O ator terminou o tratamento e virou papai pela sexta vez em 2011, aos 68 anos.

Jayme Monjardim
O diretor global Jayme Monjardim foi diagnosticado recentemente, às vésperas de completar 60 anos. Em entrevista ao site EGO, revelou que não teve sequelas decorrentes da cirurgia e voltou rapidamente ao trabalho.

Martinho da Vila
A atitude positiva foi um dos segredos da recuperação total, de acordo com o próprio Martinho da Vila. O sambista soube que tinha a doença aos 70 anos, em 2008, ao realizar o exame de PSA, e escolheu fazer a cirurgia.

Ian McKellen
Conhece o ator que deu vida ao mago Gandalf de “O Senhor dos Anéis” e ao vilão Magneto da série “X-Men”? O britânico Ian McKellen, hoje com 76 anos, foi diagnosticado em 2005 com um câncer pouco agressivo, que não se espalhou nos anos seguintes.

James Brown
O “pai do soul” foi dianosticado com câncer de próstata em 2004, mas passou pela cirurgia e se recuperou. Ironicamente, não foi o câncer que o levou a morte, em 2006, mas uma insuficiência cardíaca causada por complicações de uma pneumonia.

Mandy Patinkin
O ator que interpreta Saul Berenson em “Homeland” foi diagnosticado em 2004, aos 51 anos, idade com que seu pai havia perdido a luta contra um câncer no pâncreas. Depois de uma prostatectomia radical, Patinkin se recuperou completamente e continou trabalhando.

Fonte: Rede Coneccte

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CONVIDADOS PARA CAMPANHA, FAMOSOS SE EMOCIONAM AO VER VÍTIMA DE CÂNCER SE REVELAR

Se alguma vez lhe incomodou a imagem de artistas que estrelam campanhas de conscientização sobre câncer como se posassem para um catálogo da Renner, esse vídeo é para você. Nos últimos dias do Outubro Rosa, mês de referência para propagação de ações que ampliam o conhecimento da população sobre câncer de mama, a frente “O câncer no alvo da moda”, depois de 20 anos, lançou sua ação mais impactante. Famosos como os desportistas Flávio Canto, Tande, o cantor sertanejo Luciano, Wanessa Camargo e atores como Miá Mello, Sheron Menezes, Marcos Pasquim e Rafael Cardoso posaram numa sessão de fotos (bem do tipo dos tais catálogos) e, então, contaram para as câmeras suas experiências com a ideia do câncer. O que acontece em seguida, emocionou os convidados e milhares de telespectadores na internet desde que o vídeo foi lançado, no fim do mês de outubro de 2015.

O jogo muda quando a fotógrafa e diretora Meran Vargens passa, então, a compartilhar sua história e se despe, mostrando as cicatrizes de suas mamas retiradas por conta de um câncer. Sem medos ou pudores. O impacto nos famosos é visível e, então, eles são convidados a posar novamente para suas lentes. É com este resultado que o 20º ano da campanha ilustra sua busca por apoio e doações para centros de combate e estudos sobre câncer, sob a definição “Cada um reage de uma forma ao câncer, a melhor delas é doar”.

O vídeo foi assistido por quase 100 mil pessoas em uma semana. Para saber como adquirir uma camiseta e doar para o Instituto Brasileiro de Combate ao Câncer, basta entrar no site http://www.ocancerdemamanoalvodamoda.com.br.

Fonte:Diário de Pernambuco

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CAIO CASTRO CHORA AO LEMBRAR DE FÃ QUE MORREU DE CÂNCER

Quem assistiu o programa Domingão do Faustão televisionado pela rede Globo? Um dos quadros deste programa é fazendo homenagem para algum artista, relembrando coisas do passado, chamando a família para dar depoimentos e contar histórias.

No último domingo (16/08) o Caio Castro foi o artista da vez. Ele que está atuando na novela I Love Paraisópolis como Grego, vendo sua fama aumentando cada vez mais, se entregou ao choro quando viu que a homenagem. Isso porque a história é assim: Julianne era uma garota prestes a fazer seus 15 anos, cheia de sonhos, mas se diferenciava de outras garotas pois enfrentava uma situação complicada: um câncer. A cat de Rondônia, que tinha o sonho de fazer a festa de 15 anos e nessa festa dançaria com o Caio Castro, ficou desanimada devido todas as outras coisas que passavam por sua cabeça. Quando Caio soube deste caso, fez questão de não deixar que os 15 anos dela passassem em branco. Ele se ofereceu para dançar com ela durante uma sessão de fotos. A emoção dela ao ver o Caio é incrível! Ela, que estava tão magrinha e fraquinha, foi carregada pelo Caio durante a dança. “Ela deu uma desanimada por causa da doença, mas ele já havia dito que viria a Rondônia para dançar com ela. Ele disse: ‘ela não pode desistir’”, contou o pai da menina.

Durante o programa, o depoimento contando essa linda história são os pais de Juliane. “Ele, então, montou tudo. Era como se fosse uma sessão de fotos para ela guardar de recordação. Em um momento, começou a tocar uma valsa e ele entrou. Como ela estava muito fraquinha, ele pegou a Juliane no colo e dançou com ela”, contou Cléria, mãe de Juliane. Caio então começa a ficar inquieto e até vai falar algo para o Fausto Silva. Algo que entendemos só depois: a Juliane, infelizmente, faleceu na sexta feira. Mas os pais dela quiseram mostrar a história mesmo assim, como forma de agradecimento ao Caio e homenagem para a filha. O vídeo é de se emocionar! Que mais pessoas sejam assim como o Caio. Que mais pessoas sintam seus sonhos sendo realizados, como o de Juliane.

Caio chorou, respirou e tomou a água para se acalmar. Não conseguiu falar da fã. O agradecimento dos pais da fã foi tocante.

Fonte das fotos: Pure People

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CAT CELEBRITY: GLORIA PEREZ

A cat da semana é uma noveleira que todo mundo conhece! A Gloria Perez nasceu no dia 25 de setembro de 1948 (completa 67 anos nesse ano), em Rio Branco. Aos 15 anos mudou para Brasília, onde terminou o colegial e fez 3 anos de direito, mas abandonou o curso quando a universidade foi invadida por militares. De qualquer jeito, ela mesma diz que não escolheu cursar direito, isso foi um desejo do pai somente. Foi para Rio de Janeiro e lá cursou História na UFRJ. Começou seu mestrado em História lá também, mas não chegou a defender a tese, pois aceitou o convite de Janete Clair e optou pela carreira na televisão. E se encontrou nesse mundo da televisão! Ganhou muitos prêmios pelo seu trabalho, inclusive prêmios internacionais! Entre seus trabalhos mais reconhecidos temos: Barriga de Aluguel (1990), De Corpo e Alma (1992), Hilda Furacão (1998), O Clone (2001), América (2005), Caminho das Índias (2009). Seu trabalho mais recente é Dupla Identidade (2014).

Mas sua vida não foi só luxo! Passou por muita barra pesada, inclusive a perda de dois de seus três filhos (Daniella, Rodrigo e Rafael). Daniella trabalhava como atriz na novela que Glória escrevia, De Corpo e Alma, e em dezembro de 1992 foi assassinada pelo colega de trabalho Guilherme de Pádua. Rafael faleceu em 2002, aos 25 anos, com uma infecção intestinal generalizada.

Glória começou uma campanha após o assassinato de sua filha, e com apoio de muita gente, muitas assinaturas, e resultou na inclusão de Homicídio na Lei de Crimes Hediondos

Depois de tanto sofrimento, ainda teve que passar por um câncer. Foi em 2009, quando Caminho das Índias estava no ar, uma novela de sucesso. O que muita gente não sabe é que muitos dos capítulos da novela foram escritos dentro da sala de quimioterapia! Ela foi diagnosticada com linfoma, passou por cirurgia e quimioterapia. Felizmente, se curou e pode virar a página!

Em entrevista com R7, Glória respondeu algumas perguntas:

R7 – Qual a sensação quando Caminho das Índias acabou? Foi de vitória? Por quê?
Gloria Perez – 
Foi um momento muito feliz da minha carreira. A novela envolveu, encantou o país, recuperamos números que há tempos não eram alcançados e deixou saudade no público. Tudo o que um contador de historias pode desejar!

R7 – Como foi descobrir um câncer e fazer o tratamento durante a feitura da novela? Foi muito difícil? De onde você tirou forças?
Gloria – 
Foi complicado, claro! Mas descobri que a quimio não é mais um bicho de sete cabeças. Com os avanços que aconteceram na área, pode-se passar por ela sem abrir mão dos projetos, do trabalho, da rotina de vida. É óbvio que você faz tudo com mais dificuldade, mas faz. Não sou nenhuma raridade. Tomei as aplicações escrevendo capítulos numa sala onde todo mundo trabalhava e resolvia questões do cotidiano. É claro que cada caso é um caso, mas é possível passar por isto continuando a tocar sua vida.

R7 – Como está o tratamento? Já acabou?
Gloria – 
Acabou, sim. Fiz as seis aplicações R-CHOP [quimioterapia] e o exame PET [feito para detectar o câncer]. O diagnóstico precoce foi essencial para esse bom resultado.

R7 – Quais pessoas lhe deram apoio neste momento?
Gloria – 
Tive muito suporte, da família e dos amigos. Meu irmão e minha cunhada se mudaram para a minha casa, minha mãe veio de Brasília, meu filho, meus amigos estavam sempre perto. Esse apoio foi essencial para o bom resultado do tratamento. Tenho certeza disso.

R7 – Você é tida no Brasil todo como um exemplo de mulher. Você se acha uma guerreira. Por quê?
Gloria – 
Acho que sou uma pessoa que enfrenta a realidade, até porque, é inútil se rebelar contra ela. Desanimar e perguntar porque isto aconteceu com você e só perda de tempo e de energia. Talvez, por isto, costume servir de referencia para muitas pessoas que atravessam situações difíceis e dolorosas.

R7 – Você tem medo de morrer?
Gloria – 
Medo de morrer? Talvez eu tenha medo do como. De morrer, propriamente, não. Todos vamos chegar a isso, não é? Taí uma coisa impossível de evitar.

R7 – Muita gente criticou sua novela no começo. Mas ela acabou com bons índices no ibope e com seus personagens na boca do povo. Acha que isso foi um cala a boca para muita gente?
Gloria – 
Tem aquela turminha que antes de qualquer novela minha estrear já começa a escrever contra! São pessoas que ridicularizaram a internet, dizendo que a rede era invenção minha, e para quem os transplantes de coração, as barrigas de aluguel, brasileiros imigrando para os EUA, cultura muçulmana, indiana, clonagem humana são coisas que só existem na imaginação de Gloria Perez! Eles são meu ‘Casseta e Planeta’ particular! Morro de rir com eles. Não me preocupo em dar nenhum cala a boca. Gente medíocre não me interessa nem pra isso!

R7 – O site da novela chegou a ter 2,7 milhões de acessos diários por dia. O que você achou do sucesso da novela na internet também?
Gloria – 
Curti muito! Sempre fui muito ligada à internet, tanto que a ideia da rede foi popularizada através de uma novela minha, Explode Coração, que era bem interativa, aliás. Naquela época tínhamos BBS, e as pessoas se apaixonavam ali, rompiam relações da vida real por conta dessas paixões, terminavam o namoro e o caso ainda ficava mal resolvido, sem que nunca se tivessem visto! E olha que naquela época não se podia mandar fotografias, o amado ou amada virtual era mesmo uma construção da imaginação de cada um! Isso me impressionava, por isso escrevi a novela.

Fonte: Wikpedia