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Os benefícios da yoga ao paciente com câncer

Vários estudos mostram como a yoga só traz benefícios para os pacientes com câncer. A prática pode ser feita durante o tratamento e ajuda a manter o bem-estar físico, emocional e espiritual da pessoa, interferindo positivamente na vida do paciente!

Estudo

A ciência há tempos estuda a relação entre a yoga à saúde do organismo, e o câncer já foi objeto de alguns ensaios.

Uma pesquisa realizada pelo MD Anderson Cancer Center (uma das principais referências mundiais no tratamento do câncer) em 2011, com portadoras de que câncer de mama, mostrou que a prática de yoga, além de reduzir os níveis de cortisol (hormônios do estresse), promoveu a melhora no funcionamento do organismo das mulheres como um todo. Aumentou a capacidade de executar as tarefas do dia a dia, reduziu o cansaço e fez com que elas encarassem a doença com um pensamento mais positivo.

Ainda segundo o estudo, a prática de yoga estimulou a produção de um neurotransmissor conhecido como GABA, que está ligado a depressão e outros transtornos de ansiedade, quando aparece em baixos níveis.

FONTE: ONCOGUIA

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A prevalência de tabagismo no Brasil e o risco de desenvolver câncer

Separamos mais um artigo interessante do Observatório de Oncologia. Ele fala sobre a já conhecida ligação entre o tabagismo e o câncer, mas alerta, principalmente, para o como essa prática cresce ou diminui no Brasil. E o quanto todos somos afetados. Olha só:

Boa parte dos casos de câncer de pulmão podem ser prevenidos por meio do controle do tabagismo, incluindo aumento dos impostos sobre o tabaco e a implementação de leis antifumo que são essenciais para a prevenção do câncer de pulmão. Quando produtos como cigarro e o outros a base de nicotina são acesos, substâncias nocivas são inaladas pelo fumante e algumas lançadas no meio ambiente, ambas prejudiciais à saúde. Segundos estudos realizados, observa-se que o impacto do uso do cigarro ocorre não somente no fumante, mas também nos não-fumantes, que são expostos a elementos tóxicos causados pelo cigarro, conhecidos como “fumantes passivos”.

O tabaco e a prevalência de fatores de risco para o câncer

As boas notícias nos dizem que entre os anos de 2006 e 2015, houve uma queda 33,8% no número de fumantes. Apesar da queda de quase 35% para o sexo masculino, as mulheres apresentam desempenho inferior de 33%, refletindo a vulnerabilidade do sexo feminino frente aos malefícios do tabaco. Em todas as regiões do Brasil houve redução significativa. A Região Norte apresentou a maior redução, cerca de 0,9% por ano, enquanto a Região Sudeste obteve a menor redução média 0,5% por ano.

Segundo o VIGITEL-2015, no ano 2015, a proporção de pessoas não fumantes expostos ao tabagismo apresentou uma média de 9,1%, em casa, sendo maior entre mulheres (9,7%) do que entre homens (8,4%). A frequência de fumantes passivos no local de trabalho foi de 8,0%, sendo cerca de quase três vezes maior entre homens (12,0%) quando o percentual é comparado com o das mulheres (4,6%).

Entre 2009 e 2015, tanto em domicílio quanto em ambiente de trabalho, os percentuais totais, em homens e mulheres vêm reduzindo. Passou de 11,9% para 8,4% entre homens e de 13,4% para 9,7%entre mulheres, considerada a exposição em domicílio. No ambiente de trabalho, o percentual variou de 17% a 12% para os homens e 7,9% para 4,6% para as mulheres.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde de 2013, em relação a distribuição nas regiões do Brasil, a exposição de não fumantes à fumaça em casa apresentou valores maiores no Sudeste (9,7%) e no Nordeste (12,4%), e para trabalho em ambiente fechado a situação se repetiu, sendo 12,3% no Sudeste e 16,6% no Nordeste. Cerca de 4,2% dos fumantes do Sul fumam 20 ou mais cigarros por dia, atribuindo grande vulnerabilidade a população desta região.

Entre 2006 a 2015, o número de pessoas que deixaram de fumar, lamentavelmente, diminuiu em 6,8%. Em relação ao sexo feminino, o número de ex-fumantes não apresentou variação significativa (de 18,4% em 2006 para 18,2% em 2015). Essa variação poderia melhorar com o aumento de campanhas específicas para o público feminino, prevenindo e conscientizando a população acerca dos efeitos do tabagismo no câncer de pulmão.

Onde estamos e onde queremos chegar?

No Brasil, como em todo o mundo, o papel da mulher tem mudado nas últimas décadas aumentando sua inserção no processo produtivo. Associado a uma falsa imagem de independência, o tabagismo incorporou-se ao dia a dia feminino, trazendo consigo um agressor velado ao quadro já complexo da saúde da mulher.

Atualmente, quatro vezes mais homens fumam do que mulheres no mundo, mas, enquanto o índice de homens fumantes estabiliza-se, o número de mulheres tabagistas segue aumentando, principalmente em países em desenvolvimento. O marketing do tabaco direcionado às mulheres busca criar uma ligação entre o tabagismo e essa nova realidade socioeconômica.

Linha do tempo para o Controle do Tabagismo no Brasil: 1990 – Primeiro imposto específico de cigarro; 1996 – Imagens de advertências, restrição de publicidade, leis sobre ambiente livre e aumento de preço; 1998 – Lei sobre acesso de jovens; 2000/2001 – Imagens de advertências mais contundentes, restrição de publicidade, tratamento para deixar de fumar; 2003 – Aumento de impostos de cigarros; 2006 – Aumento de impostos de cigarros; 2007/2009 – Leis municipais sobre ambiente livre.

FONTE: OBSERVATÓRIO DE ONCOLOGIA

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Em 30 anos venceremos a guerra contra o câncer?

O Observatório de Oncologia publicou um estudo sobre o câncer que comprova que a história, a cultura e os hábitos de vida explicam como um povo adoece e morre. Todos os dias estamos expostos a fatores de risco como alimentação inadequada, inatividade física, sobrepeso, tabagismo, uso excessivo de drogas e fatores externos ao nosso corpo como violência, acidentes, problemas ambientais e desigualdades sociais.

Confira:

Desde 1975, quando o Ministério da Saúde desenvolveu e implantou o Sistema de Informações sobre Mortalidade – conhecido como SIM – os estudos epidemiológicos apontam as Doenças do Aparelho Circulatório como a principal causa de morte no Brasil. No país como um todo, a partir do ano de 2029 haverá mais brasileiros, entre homens, mulheres e crianças, que morrerão com algum tipo de câncer do que com algum tipo de doença cardiovascular.

A taxa de mortalidade estima o risco de morte pela doença ou grupo de doenças, dimensiona a sua magnitude como problema de saúde pública mais especificamente para os casos mais graves, e expressa também as condições de diagnóstico e da assistência médica.

A mudança no processo saúde-doença propicia ao Brasil um período de transição epidemiológica com predomínio das doenças crônicas não transmissíveis, dentre elas o câncer. A melhor forma para mensurar o peso de uma causa de morte não é conferida pelo estudo de suas características nos indivíduos, mas sim quanto ao processo que ocorre na coletividade humana.

Sobre a projeção de mortalidade

Para esta Projeção de mortalidade foi utilizado um Modelo de Suavização Exponencial, levando em conta que os dados podem apresentar uma tendência e/ou um padrão sazonal. Os números utilizados incluem a taxa de mortalidade padronizada pela população mundial, com base na série histórica de óbitos captados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade do período entre 2000 e 2014 e na projeção da população do Brasil e das Unidades da Federação segundo o IBGE. A taxa de mortalidade é calculada por uma divisão do número absoluto de óbitos pela população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

Neste estudo a projeção de mortalidade foi realizada ao longo do tempo entre os anos de 2000 e 2047. Assim, a pergunta que desafia a todos os cidadãos brasileiros é: daqui a 30 anos teremos vencido a guerra contra o câncer?

As estimativas alertam que em 2047, nos estados do Amapá, Ceará, Maranhão, Goiás, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins as principais causas de morte serão oriundas das causas externas (acidentes, suicídios, agressões, complicações médicas e sequelas de outras causas externas de morbidade). Nos estados de Goiás, Roraima e Tocantins, o câncer será a segunda maior causa de morte.

Nos estados de Alagoas e Mato Grosso do Sul, as doenças do aparelho circulatório seguem como principal causa de morte em 2047, entretanto no segundo estado, respectivamente, as neoplasias seguem como a segunda maior causa de morte.

No Paraná, o câncer será a principal causa de morte em 2030, porém as doenças do sistema nervoso ultrapassarão esse índice para se tornar a primeira causa de morte em 2044. Em 2031 o câncer se tornará a maior causa de morte em Minas Gerais, todavia em 2044 as doenças do aparelho geniturinário se tornarão a primeira causa de morte neste estado.

De acordo com as estimativas, se não houverem medidas efetivas na prevenção e controle do câncer os seguintes estados enfrentarão as neoplasias como principal causa de morte: Acre (2028), Amazonas (2047), Espírito Santo (2042), Mato Grosso (2044), Rio Grande do Sul (2029), Rondônia (2046), Santa Catarina (2025) e São Paulo (2041).

FONTE: OBSERVATÓRIO DE ONCOLOGIA

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CURADA DO CÂNCER, LAURA WIE QUER SER INSPIRAÇÃO PARA OUTRAS MULHERES

Ex-repórter do programa Amaury Jr, Laura Wie usou sua conta no Instagram nessa terça-feira para anunciar sua luta contra o câncer de mama, descoberto há quatro meses. Ela, que costumava fazer a mamografia uma vez por ano, conta em entrevista ao Glamurama que estava atrasada há seis meses nos exames de rotina e foi no autoexame que percebeu algo fora do normal. “Depois de muitos protocolos, o médico disse que a célula na minha mama esquerda era maligna e que eu precisava fazer uma cirurgia para retirar”, conta. No fim de março a célula cancerígena foi retirada totalmente e o seio foi reconstruído com uma prótese de silicone.

Segundo Laura, o oncologista explicou que após a cirurgia o câncer estava curado, mas que ela ainda teria que enfrentar a segunda parte do tratamento: quatro sessões de quimioterapia para prevenção. Ela conta ainda que foi a viagem que tinha acabado de fazer para Israel que lhe deu força e coragem para enfrentar a doença. “Senti uma energia tão grande em Jerusalém e Galileia que criei coragem para enfrentar toda essa situação”. O apoio da família também foi muito importante.

Laura resolveu deixar para trás camisas que faziam parte de seu estilo clássico e conta que já montou um guarda-roupas com looks mais moderninhos para acompanhar a cabeça raspada. Logo após a primeira sessão de quimio, ela decidiu raspar o cabelo e o escolhido para a tarefa foi o amigo Mauro Freire. “Estou bem e segura. Beleza não pode ter um único padrão”, completa.

Animada e mais do que disposta a falar sobre o assunto, agora ela quer usar a situação para dar exemplo de atitude e iniciativa a outras mulheres. “Não tema em ver um diagnóstico. Você só vai ter informações se souber o que você tem! Atitude e iniciativa neste momento são essenciais para resolver o problema”.

Sobre a repercussão que seu post teve nas redes sociais: “Ainda não consegui ler tudo, mas recebi tantas mensagens carinhosas, foram centenas e centenas de textos com muito amor, compaixão e solidariedade. Tudo isso está sendo mais um motivo para eu continuar tendo energia e seguir em frente.”

Fonte: GLAMURAMA

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APÓS CÂNCER, ATRIZ MÁRCIA CABRITA MUDA VISUAL COM MEGAHAIR

Márcia Cabrita renovou o visual após se submeter a tratamento contra câncer no ovário. A atriz, que estava com os cabelos bem curtinhos após passar por quimioterapia, voltou a exibir fios longos.

Cabrita procurou o hairstylist Flávio Priscott, que a atende há sete anos, para colocar um megahair. Outra mudança é a cor das madeixas: a atriz abandonou o tom escuro para adotar look platinado.

“Foram cinco dias de trabalho e os fios que eu coloco na minha técnica de megahair não se soltam quando ela toma banho, não caem. Dá para lavar normalmente e secar naturalmente e a melhor parte do resultado é ver a autoestima dela renovada, lá em cima. Pra mim é uma honra participar desse processo”, explicou o stylist.

A atriz também comemora a volta ao trabalho após superar o câncer. Márcia Cabrita está no elenco da novela “Novo Mundo” como a personagem Narcisa.

Fonte: Rede TV

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COM “AMIGAS DO PEITO” VANESSA VOLTA A CORRER APÓS SUPERAR CÂNCER

Na Wine Run, em Bento Gonçalves-RS, um grupo se destacou pela solidariedade. Com camisetas vermelhas e o nome “Amigas do Peito” estampado ao lado da hashtag #RunForVan, as meninas de São Paulo celebraram a recuperação de uma delas. Diagnosticada com câncer de mama em novembro do ano passado, a administradora Vanessa Biazzo, de 43 anos, passou por uma mastectomia completa e retornou aos treinos há apenas um mês. A prova pelo bucólico Vale dos Vinhedos e o fim de semana de suor, choro e sorriso vai ficar na memória dela.

– Falei para elas do meu problema após um treino. As meninas vieram com a ideia de disputar uma corrida depois que tudo isso passasse. Eu não acreditava que daria certo, mas elas acreditaram e muito. Fizeram a inscrição e, com todo carinho, inventaram as camisetas para marcar o momento. Agora, nós estamos aqui para comemorar – disse Vanessa.

A administradora descobriu o câncer num exame de rotina anual e que ainda estava em estágio inicial. Para ela, a corrida e a boa aptidão física a ajudou nessa fase complicada.

– Tive que fazer a mastectomia completa e não precisei de quimioterapia. Ser atleta, correr há mais de 20 anos e estar bem preparada fisicamente fez minha recuperação ser boa e rápida. Em um mês voltei a caminhar e correr e fui liberada pelo médico. Elas terem me chamado para a viagem me empolgou para treinar e me estimular a voltar num bom ritmo. O que eu mais quero é retornar para as meias maratonas – disse.

As amigas se dividiram em duplas para a corrida de 21km em meio ao lindo percurso pelas vinícolas da Serra Gaúcha. Durante e depois da prova, a emoção tomou conta de todas elas.

– Incrível estar aqui. Além da corrida e a parceria da amizade, existe o fator emocional para fazer parte dessa recuperação. Somos 12 meninas que correm e treinam há 10 anos. Viajar é ótimo para conhecer novos lugares e ter novas experiências, desbravando novas cidades – Anna Palhares.

“Estou emocionada de voltar a completar uma prova após tudo o que passei e ainda mais ao lado das minhas amigas que tanto me deram apoio”

Segurar as lágrimas foi difícil para a amiga Daniela Mendes, que destacou a união do grupo durante todo esse processo nos últimos meses.

– Quando ela nos contou foi uma surpresa. Ficamos tristes, é claro, mas decidimos passar energia positiva. Queríamos dar força e torcer para a recuperação completa. Isso a motivou bastante e foi importante. Nós já choramos juntas e é uma alegria imensa para nosso grupo – afirmou.

Na linha de chegada da prova, as meninas que já haviam completado o percurso fizeram questão de dar um abraço coletivo na guerreira Vanessa. Afinal de contas, tudo o que haviam planejado aconteceu da melhor forma possível.

– Foi tudo perfeito, como imaginei. Um percurso lindo, com subidas pesadas, mas deu tudo certo. Só tenha a agradecer – encerrou.

Fonte: Globo Esporte

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MENINA DE 9 ANOS VENCE CÂNCER E ARRECADA 5 MIL LITROS DE LEITE PARA DOAR A CRIANÇAS EM TRATAMENTO

Desde os primeiros anos de vida, a pequena Beatriz Trivelato Simionato encara as dificuldades com coragem de gente grande. Aos 4 anos, Bia, como gosta de ser chamada, foi diagnosticada com três linfomas e permaneceu em tratamento no Hospital de Câncer de Barretos (SP). A menina venceu a doença e agora, ao completar 9 anos, acaba de mobilizar os pais e os amigos em uma ação solidária: arrecadar leite para crianças que estão internadas, situação que ela conhece bem.

Os pais, a educadora Cintia Cristiane Trivelato e o tapeceiro Luiz Roberto Simionato, encabeçaram a campanha que resultou na doação de 5.274 litros de leite. A mãe elogia o gesto que considera de extrema generosidade, ainda mais vindo de alguém tão jovem.

“No mundo hoje é tão difícil encontrar pessoas que ajudam o próximo, e a gente conseguir plantar uma sementinha do bem nela é um orgulho. Eu espero que ela continue assim, que cresça e possa ajudar os outros”, diz Cintia.

A batalha

Em 2012, ao completar 4 anos de idade, Bia foi diagnosticada com três linfomas do tipo Burkitt no abdômen, uma forma rara e agressiva de câncer.

“Numa consulta de rotina o pediatra notou que ela estava com a barriga inchada e entrou com uma medicação para verme. Como não surtiu efeito, ele começou a investigar e nos exames seguintes foi constatado um tumor. Fomos encaminhadas para o HC e lá foi constatado que eram três cânceres”, afirma a mãe.

Segundo o oncologista pediátrico Robson de Castro Coelho, do Hospital de Câncer de Barretos, inicialmente é comum o médico confundir os sintomas porque eles estão ligados a dores abdominais. “A pessoa vai ao pronto-socorro, o médico acha que é uma apendicite e na hora da cirurgia encontra a massa que é o linfoma.”

O especialista explica que o linfoma pode surgir em qualquer parte do corpo, mas ocorre com mais frequência no abdômen.

“Os linfomas são os cânceres que vão aparecer no tecido linfoide, aquela parte que faz as ínguas. Elas fazem parte do nosso sistema de defesa, avisam quando a gente tem algum tipo de infecção. O linfoma é o crescimento incontrolável dessa célula”, explica Coelho.

Casos de linfoma tipo Burkitt são tratados com quimioterapia. Durante três meses, Bia passou por diversas sessões no hospital e raspou os cabelos por causa da queda acentuada dos fios. Todas as etapas da luta da filha foram registradas pela mãe, que jamais perdeu a esperança de ver a filha curada.

“Foram três meses muito intensos, mas a Bia é muito iluminada e você não a via chorando. Ela sempre quis viver. Eu tive que aprender a ser forte para não chorar perto dela, para não sofrer perto dela. Quando ela fazia os exames e tinha que ficar o dia inteiro em jejum para esperar a vaga, eu ficava em jejum junto com ela. Eu busquei forças em Deus. Deus sustentou a gente”, afirma Cintia.

Em agosto de 2012, a família recebeu a notícia mais aguardada – Bia estava curada. “O baque foi tão forte que a minha ficha sobre tudo o que ela tinha passado só caiu uns 20 dias depois que eu soube”, diz a mãe.

A educadora afirma que o diagnóstico precoce do câncer foi fundamental para que Bia tivesse mais chances de vencer a doença. “Tudo que seria feito num procedimento normal de nove meses conseguiu ser realizado em três, e ela reagiu muito bem ao tratamento”, conta.

Generosidade

Bia ainda faz acompanhamentos no hospital e a convivência com as crianças em uma situação que ela conhece de perto despertou uma vontade enorme de ajudar. A menina explicou aos pais que queria fazer algo pelos pacientes e foi aí que surgiu a ação do bem.

“Quando eu tinha câncer faziam leite para mim no hospital e eu gostava muito de beber leite. Então eu resolvi doar o leite para as outras crianças que ainda estão lá”, diz a pequena.

Prestes a completar 9 anos, Bia resolveu mobilizar os pais em uma campanha de arrecadação e a iniciativa ganhou mais adeptos. Ao invés de brinquedos e roupas no aniversário, ela pediu leite de presente. Pessoas que sabiam sobre o caso de superação da menina abraçaram a causa e desconhecidos se sensibilizaram fazendo as doações.

“Começamos a divulgar nas escolas e a campanha foi crescendo de uma forma que a gente jamais imaginou. Todo mundo começou a compartilhar, cantores começaram a gravar vídeos pedindo doação. Teve gente do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, gente que conheceu pela internet e quis participar”, afirma Cintia.

Os preparativos para reunir todas as doações no dia 6 de maio, data da festa de aniversário, começaram pela escolha do tema. “Mulher maravilha porque ela é a maior guerreira. Ela ajuda as pessoas e eu também vou ajudar”, explica a menina.

No sábado, vestida como a heroína dos quadrinhos, Bia pode finalmente dimensionar a grandiosidade de seu gesto. Ao todo, 5.274 litros de leite foram arrecadados para as crianças que estão em tratamento no Hospital de Câncer ou são acompanhadas pela Casa Acolhedora Vovô Antônio e pelo Instituto Bruno Boeira, todos em Barretos.

À frente de centenas de caixas de leite, ela posou para fotos e disse que pretende continuar cuidando das pessoas que precisam de ajuda.

“Eu resolvi ser médica depois que eu passei por tratamento e vi como eles [médicos] trabalham. Eu gosto muito deles e eu também quero ajudar a salvar vidas, quero ajudar as outras pessoas.”

Engajada, a menina já faz planos para o aniversário do ano que vem e pretende arrecadar brinquedos para presentear outras crianças. Para a mãe, não há limites para o enorme coração da filha. “Ela é muito humana, sempre pensa muito no outro, é muito apegada com as crianças pequenininhas que estão lá. À noite, ela pede a Deus para curar as crianças, assim como ela foi curada. Ela está ótima, graças a Deus.”

Fonte: G1

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MARCO ANTONIO DE BIAGGI VENCE CÂNCER E COMEMORA “SOU EXEMPLO DE SUPERAÇÃO”

Conhecido como “cabeleireiro dos famosos”, Marco Antonio de Biaggi relatou na tarde deste domingo (23) os momentos de drama e superação que viveu nos últimos dois anos, depois de descobrir um linfoma e submeter-se a seis sessões de quimioterapia para tratar o câncer. Ao todo, foram 139 dias internados, cinco vezes em coma e nenhuma sequela.

Em entrevista ao programa “Eliana”, no SBT, Biaggi demonstrou estar sereno e de se lembrar praticamente de todos os detalhes de sua batalha.

“Em nenhum momento pensei ‘eu vou padecer, eu vou morrer’. Não. Eu aprendi a olhar ‘isso aqui não está bom, mas olha quanta coisa boa você tem’. Eu não me permito. Quando eu estou triste, eu mudo essa energia (…) Eu sou um exemplo de superação para as pessoas”, afirmou. “Depois de doente, comecei a sentir mais os prazeres da vida”, completou.

Ainda durante o programa, ele recebeu a homenagem de familiares e amigos próximos, e ganhou uma festa de comemoração dos seus 52 anos.

Em 2015, Biaggi descobriu um linfoma e submeteu-se a seis sessões de quimioterapia para tratar o tumor. Ele começou a perder os cabelos quando decidiu raspar tudo de uma vez e exibiu o visual careca em selfies com seus clientes famosos em seu salão de beleza.

O cabeleireiro também implantou duas pontes de safena e uma mamária. Curado, ele recuperou os cabelos e assumiu os fios brancos.

Biaggi chegou a perder mais de 30 quilos durante o processo. Na ocasião, um dos médicos falou em apenas 5% de chances de sobreviver.

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APÓS SE CURAR DO CÂNCER, YOUTUBER LORENA VIVE ADAPTAÇÃO À NOVA ROTINA

Quase três meses após ter anunciado que estava curada do câncer, a youtuber Lorena Reginato, da TV Careca, vive uma nova rotina com vários tratamentos que fazem parte da reabilitação da adolescente, de 13 anos. Além da escola nova, Lorena também faz natação, sessões de fonoaudiologia e fisioterapia. Tudo para dar mais qualidade de vida e amenizar as sequelas deixadas pelo tumor na parte posterior do cérebro, que fez com que Lorena perdesse parte dos movimentos na época do diagnóstico, em 2015, inclusive da fala. “Eu ainda estou me acostumando com as coisas, mas está legal, é uma nova vida”, comenta Lorena.

A jovem de Jaú (SP) comoveu milhões de internautas ao criar o canal de vídeos, há pouco mais de um ano, no primeiro registro contar a sua história de superação da doença. Desde então, a luta de Lorena contra o câncer é acompanhada pelos seguidores da youtuber. Em janeiro desse ano, ela divulgou o vídeo em que falava sobre a alta das sessões de quimioterapia e a cura do câncer.

Por conta dessa nova rotina após a cura, com vários deslocamentos, a família iniciou uma campanha para conseguir um carro para fazer o transporte da Lorena para todos os tratamentos que ela realiza. “Agora ela está com tudo na reabilitação. Está corrido, mas prazeroso. No entanto, como nós não temos um carro, então dependo de carona, da ajuda de amigos para levar a Lorena em todos os lugares. Por isso, um veículo nosso facilitaria muito a nossa rotina”, ressalta a mãe da adolescente Fiorella Reginato.

Fonte: G1

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DIAGNOSTICADO COM CÂNCER, LUIZ MELODIA ESTÁ CADA VEZ MELHOR

O cantor Luiz Melodia, de 66 anos, que foi internado no Hospital Quinta D’Or, no Rio, após ser diagnosticado com mieloma múltiplo, que é um tipo de câncer de sangue, vem apresentando ‘melhora’. De acordo com uma nota publicada na página do artista na segunda-feira, 10, a família tranquiliza os amigos e agradece as ‘boas vibrações: “Queridos, passando pra dizer que o Luiz só melhora, melhora e melhora, graças a Deus, à vida, às orações e boas vibrações de cada um de vocês. A família agradece o acolhimento, o carinho e respeito. Beijos no coração lindo de cada amigo.”

O hospital também divulgou uma nota nesta terça-feira, 11, sobre o estado de saúde do artista: “A direção do Hospital Quinta D’Or informa que Luiz Carlos dos Santos, o cantor Luiz Melodia, segue internado com quadro estável e sem previsão de alta hospitalar.”

Um post publicado no perfil do cantor no Instagram deu a notícia da internação aos fãs no dia 28 de março. “Informamos que o cantor Luiz Melodia se encontra hospitalizado desde terça-feira (28/03) no Hospital Quinta D’Or; seu quadro é estável. Diagnosticado com mieloma múltiplo há alguns meses, Luiz deu inicio a um tratamento de quimioterapia que resultou em uma baixa glicemia e acidez sanguínea, por esse motivo ele se encontra internado no CTI. Luiz permanecerá internado para que as sessões de quimioterapia sejam realizadas com maior segurança e na sequência fará um autotransplante de medula, que é o unico tratamento com resultado efetivo. Sua família e equipe estão apreensivas para que ele seja transferido para o quarto, aonde poderá receber o carinho e atenção dos seus parentes, seu quadro é estável, mas continuaremos a enviar energias positivas para sua mais rápida recuperação!”Fonte: EGO