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REYNALDO GIANECCHINI LIGOU PARA EDSON CELULARI: “TODO APOIO É IMPORTANTE”

Reynaldo Gianecchini ligou para Edson Celulari ao saber que o colega foi diagnosticado com um linfona não-Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema de defesa do organismo.

Giane, que enfrentou a mesma doença em 2011, contou que fez uma ligação solidária para o ator. “Todo o apoio é bem importante neste momento”, disse nos bastidores da gravação de uma campanha publicitária, em São Paulo, nesta semana.

O ator, escolhido como garoto-propaganda de uma marca de tintas, passou alguns dias na capital paulista para gravar um comercial. Barbudo e com os fios mais longos para a novela A Lei do Amor, novo folhetim das 9h, ele diz que está satisfeito com o look. “Estou gostando muito deste estilo mais descontraído. Estou até pensando em mantê-lo depois do fim da novela”, contou.

Fonte: Revista Quem

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NAMORADA DE EDSON CELULARI AGRADECE CARINHO APÓS O DIAGNÓSTICO DE CÂNCER DO ATOR

Desde que confirmou o diagnóstico de linfoma não-Hodkin, Edson Celulari tem recebido diversas demonstrações de carinho, não só da família e de amigos, mas também de fãs e desconhecidos. E a namorada do ator, Karin Roepke, usou seu perfil no Instagram para agradecer. Junto com uma foto em que aparecem as sombras do casal, de mãos dadas, ela comentou: “A solidariedade emociona”.

“No momento nos sentimos como nessa foto, de mãos dadas, no mesmo caminho, junto com todas as pessoas que enviaram palavras de força, apoio e otimismo. Muito obrigada aos amigos, conhecidos e desconhecidos por tanto carinho. Obrigada, obrigada, obrigada! Que cada um receba de volta o amor enviado. Tudo isso nos deixou mais fortes e confiantes ainda. Paz e bem.”, escreveu a atriz.

Edson Celulari foi diagnosticado com o linfoma não-Hodgkin, que é o mesmo câncer que atingiu Reynaldo Gianecchini e Dilma Rousseff. A doença ataca o sistema linfático, responsável pela imunidade do organismo, defendendo-o de vírus, bactérias e outras ameaças externas.

Após a primeira sessão de quimioterapia, realizada há poucos dias, Edson Celulari não tem se queixado dos enjoos, comuns em pacientes que estão em tratamento contra o câncer. O ator mantém a rotina de trabalho e uma alimentação balanceada.

Confirmado no elenco de “À flor da pele”, novela de Gloria Perez com previsão de estreia para 2017, Celulari acabou de rodar o filme “Teu mundo não cabe nos meus olhos”. Diretor do longa em finalização, Paulo Nascimento conta como o ator vem reagindo ao tratamento quimioterápico.

“Falei com ele ontem pelo telefone e ele não reclamou de nenhum tipo de enjoo. Está ótimo, reagindo muito bem. Atribuo isso ao seu forte emocional. Até a véspera do tratamento, tivemos reuniões importantes. Ele é incrível! Parece que está com mais energia. Não pensa em parar” afirmou.

Fonte: Extra

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SABRINA PARLATORE É UMA CAT QUE VENCEU

Sabrina Parlatore é uma Cat vencedora! Ela falou sobre sua luta contra o câncer de mama em entrevista no “Morning Show”, da rádio Jovem Pan, nesta terça-feira (21). E eu ainda recebi um recado essa linda, veja o vídeo:

Ela conta: “Um pouco mais de um ano atrás, fui diagnosticada com câncer de mama. É uma emoção falar sobre isso”,  “Graças a Deus, foi em estágio inicial. Resolvi esperar o tratamento todo para poder falar, porque estava muito fragilizada. Então, agora tenho mais condições de falar e poder refletir. E, principalmente, ajudar as pessoas. No início, não queria falar, porque era uma coisa íntima. Pensei que seria a mesma coisa de ter uma micose no pé e falar ‘oi, estou com uma micose’. Por que, né? Eu senti uma necessidade e até um dever meu como figura pública em dividir essa experiência com todas as mulheres e alertar para importância do diagnóstico precoce, dos exames preventivos todos os anos a partir de certa idade. Deu tudo certo”.

Sabrina tem 41 anos e já foi modelo, VJ da MTV e apresentadora das emissoras TV Cultura e Band.

Sabrina, você é uma Cat guerreira!! Grande beijo!

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CLAUDIA RAIA POSTA FOTO DE EDSON CELULARI COM FILHA

Edson Celulari contou em sua conta no Instagram que começou o tratamento contra um câncer, o linfoma Não-Hodgkin, o mesmo tratado por Dilma Rousseff e Reynaldo Gianecchini. ”Reuni minhas forças, meus santos, um punhado de coragem…coloquei tudo numa sacola e estou indo cuidar de um linfoma não- Hodgkin. Foi um susto mas estou bem, ao lado de pessoas amadas.A equipe médica é competente e experiente. Estou confiante, pensando positivo e com fé sairei deste tratamento ainda mais forte. Todo carinho será bem vindo.Obrigado. #VidaQueSegue”, escreveu o ator.

Três horas depois, sua ex-muher, Cláudia Raia, mãe de seus dois filhos Enzo e Sophia, postou a imagem do ator com a filha: ”Amor dos filhos, isso cura”, escreveu a atriz, demonstrando que a família está unida.

Fonte: M de Mulher

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EDSON CELULARI É DIAGNOSTICADO COM CÂNCER

O ator Edson Celulari, de 58 anos, foi diagnosticado com um linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema de defesa do organismo, informa nesta segunda-feira (20) o colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”. O ator confirmou a informação em sua conta do Instagram e até publicou uma imagem já sem cabelo.

“Reuni minhas forças, meus santos, um punhado de coragem… coloquei tudo numa sacola e estou indo cuidar de um linfoma não-Hodgkin. Foi um susto, mas estou bem e ao lado de pessoas amadas”, afirmou. “A equipe médica é competente e experiente. Estou confiante e pensando positivo. Com determinação e fé, sairei deste tratamento ainda mais forte. Todo carinho será bem-vindo.”

O linfoma não-Hodgkin
Há mais de 20 tipos de diferentes de linfomas não-Hodgkin, doença que já atingiu, por exemplo, personalidades com a presidente afastada Dilma Rousseff, o ator Reynaldo Gianecchini e o governador licenciado do Rio, Luiz Fernando Pezão.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lista os seguintes sintomas do linfoma não-Hodgkin: aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha; sudorese noturna excessiva; febre; prurido (coceira na pele); e perda de peso inexplicada.

Na maioria dos casos, o tratamento é feito com quimioterapia, radioterapia ou ambos. De acordo com o Inca, o Brasil deve registrar 10.240 casos de linfoma não-Hodgkin em 2016, com incidência maior em homens do que em mulheres.

Linfomas não têm, maioria das vezes, causa específica que contribua para seu surgimento, como é o caso, por exemplo, do câncer de pulmão, que tem no fumo um agente catalisador.

Linfoma Hodgkin x não-Hodgkin
Estima-se que os linfomas sejam a nona ou décima ocorrência de câncer no Brasil, variando de acordo com a região do país. Os linfomas são divididos em dois grandes subtipos: os Hodgkin e os não-Hodgkin, porque possuem células com características diferentes.

Os não-Hodgkin são mais comuns, acometendo cerca de 80% dos pacientes. Os Hogdkin atingem apenas 20% do total de pessoas que têm linfoma e costuma ser mais frequente nos dois extremos da vida, principalmente pacientes jovens e os mais velhos.

Fonte: Globo

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CAT CELEBRITY: GLORIA PEREZ

A cat da semana é uma noveleira que todo mundo conhece! A Gloria Perez nasceu no dia 25 de setembro de 1948 (completa 67 anos nesse ano), em Rio Branco. Aos 15 anos mudou para Brasília, onde terminou o colegial e fez 3 anos de direito, mas abandonou o curso quando a universidade foi invadida por militares. De qualquer jeito, ela mesma diz que não escolheu cursar direito, isso foi um desejo do pai somente. Foi para Rio de Janeiro e lá cursou História na UFRJ. Começou seu mestrado em História lá também, mas não chegou a defender a tese, pois aceitou o convite de Janete Clair e optou pela carreira na televisão. E se encontrou nesse mundo da televisão! Ganhou muitos prêmios pelo seu trabalho, inclusive prêmios internacionais! Entre seus trabalhos mais reconhecidos temos: Barriga de Aluguel (1990), De Corpo e Alma (1992), Hilda Furacão (1998), O Clone (2001), América (2005), Caminho das Índias (2009). Seu trabalho mais recente é Dupla Identidade (2014).

Mas sua vida não foi só luxo! Passou por muita barra pesada, inclusive a perda de dois de seus três filhos (Daniella, Rodrigo e Rafael). Daniella trabalhava como atriz na novela que Glória escrevia, De Corpo e Alma, e em dezembro de 1992 foi assassinada pelo colega de trabalho Guilherme de Pádua. Rafael faleceu em 2002, aos 25 anos, com uma infecção intestinal generalizada.

Glória começou uma campanha após o assassinato de sua filha, e com apoio de muita gente, muitas assinaturas, e resultou na inclusão de Homicídio na Lei de Crimes Hediondos

Depois de tanto sofrimento, ainda teve que passar por um câncer. Foi em 2009, quando Caminho das Índias estava no ar, uma novela de sucesso. O que muita gente não sabe é que muitos dos capítulos da novela foram escritos dentro da sala de quimioterapia! Ela foi diagnosticada com linfoma, passou por cirurgia e quimioterapia. Felizmente, se curou e pode virar a página!

Em entrevista com R7, Glória respondeu algumas perguntas:

R7 – Qual a sensação quando Caminho das Índias acabou? Foi de vitória? Por quê?
Gloria Perez – 
Foi um momento muito feliz da minha carreira. A novela envolveu, encantou o país, recuperamos números que há tempos não eram alcançados e deixou saudade no público. Tudo o que um contador de historias pode desejar!

R7 – Como foi descobrir um câncer e fazer o tratamento durante a feitura da novela? Foi muito difícil? De onde você tirou forças?
Gloria – 
Foi complicado, claro! Mas descobri que a quimio não é mais um bicho de sete cabeças. Com os avanços que aconteceram na área, pode-se passar por ela sem abrir mão dos projetos, do trabalho, da rotina de vida. É óbvio que você faz tudo com mais dificuldade, mas faz. Não sou nenhuma raridade. Tomei as aplicações escrevendo capítulos numa sala onde todo mundo trabalhava e resolvia questões do cotidiano. É claro que cada caso é um caso, mas é possível passar por isto continuando a tocar sua vida.

R7 – Como está o tratamento? Já acabou?
Gloria – 
Acabou, sim. Fiz as seis aplicações R-CHOP [quimioterapia] e o exame PET [feito para detectar o câncer]. O diagnóstico precoce foi essencial para esse bom resultado.

R7 – Quais pessoas lhe deram apoio neste momento?
Gloria – 
Tive muito suporte, da família e dos amigos. Meu irmão e minha cunhada se mudaram para a minha casa, minha mãe veio de Brasília, meu filho, meus amigos estavam sempre perto. Esse apoio foi essencial para o bom resultado do tratamento. Tenho certeza disso.

R7 – Você é tida no Brasil todo como um exemplo de mulher. Você se acha uma guerreira. Por quê?
Gloria – 
Acho que sou uma pessoa que enfrenta a realidade, até porque, é inútil se rebelar contra ela. Desanimar e perguntar porque isto aconteceu com você e só perda de tempo e de energia. Talvez, por isto, costume servir de referencia para muitas pessoas que atravessam situações difíceis e dolorosas.

R7 – Você tem medo de morrer?
Gloria – 
Medo de morrer? Talvez eu tenha medo do como. De morrer, propriamente, não. Todos vamos chegar a isso, não é? Taí uma coisa impossível de evitar.

R7 – Muita gente criticou sua novela no começo. Mas ela acabou com bons índices no ibope e com seus personagens na boca do povo. Acha que isso foi um cala a boca para muita gente?
Gloria – 
Tem aquela turminha que antes de qualquer novela minha estrear já começa a escrever contra! São pessoas que ridicularizaram a internet, dizendo que a rede era invenção minha, e para quem os transplantes de coração, as barrigas de aluguel, brasileiros imigrando para os EUA, cultura muçulmana, indiana, clonagem humana são coisas que só existem na imaginação de Gloria Perez! Eles são meu ‘Casseta e Planeta’ particular! Morro de rir com eles. Não me preocupo em dar nenhum cala a boca. Gente medíocre não me interessa nem pra isso!

R7 – O site da novela chegou a ter 2,7 milhões de acessos diários por dia. O que você achou do sucesso da novela na internet também?
Gloria – 
Curti muito! Sempre fui muito ligada à internet, tanto que a ideia da rede foi popularizada através de uma novela minha, Explode Coração, que era bem interativa, aliás. Naquela época tínhamos BBS, e as pessoas se apaixonavam ali, rompiam relações da vida real por conta dessas paixões, terminavam o namoro e o caso ainda ficava mal resolvido, sem que nunca se tivessem visto! E olha que naquela época não se podia mandar fotografias, o amado ou amada virtual era mesmo uma construção da imaginação de cada um! Isso me impressionava, por isso escrevi a novela.

Fonte: Wikpedia

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CAT CELEBRITY: DRICA MORAES

A Drica Moraes é a cat celebrity da semana! E sabiam que ela faz aniversário amanhã? Pois é! Nascida no dia 29 de julho de 1969, a leonina é conhecida como Drica mas seu nome é Adriana Moraes Rêgo Reis. Filha de uma dona de restaurante e de um arquiteto, é a única entre os sete filhos que foi para o mundo artístico.

Ela começou fazendo teatro com Miguel Falabella, e logo aos treze anos começou a vida de atriz: participando de teatro infantil. Foi em 1986 que estreou na Globo, mas de maneira discreta: no episódio O seqüestro de Lauro Corona, do extinto Teletema. Em 1989 participou do espetáculo O Segredo de Cocachim, e ganhou o Prêmio Coca Cola. Sua aparição em novelas começou com 1989 também, em Top Model. Depois disso foi aparecendo cada vez mais na televisão: Chocolate com Pimenta, Alma Gêmea, Pé na Jaca, Ti Ti Ti, Guerra dos Sexos, Império, entre outras. Inclusive está em Verdades Secretas agora, fazendo o papel da Carolina Brito (protagonista).

E o cinema não ficou de lado em sua carreira! Em 1990 participou do curta metragem “Vaidade”, seu primeiro papel no cinema. Desde então participou de vários filmes, sendo os mais recentes: Getúlio (2014) e Bruna Surfistinha (2011). Teatro também é algo super presente! A Drica sempre faz uma peça ou outra, ela não para! Vencedora de vários prêmios com suas atuações, a atriz sabe como encantar.

Ela passou por uma fase conturbada, se sentindo mal sem saber o que havia de errado. Depois de uma bateria de exames, foi internada em um hospital em fevereiro de 2010 e recebeu seu diagnóstico: leucemia mieloide aguda. Se encontrou perdida, entrou em depressão, e começou o tratamento com quimioterapia. Seu irmão é médico e acompanhou todo o processo. Em julho fez transplante de medula, e depois de recuperada deu uma entrevista ao Fantástico dizendo: “A vida melhora muito se você não morre” e que pensou em seu filho Mateus a todo tempo. Todo seu tratamento foi muito “discreto” e familiar, não quiseram muita intromissão da mídia. Em 2014, estava em Império e foi afastada por motivos de saúde: começou a rolar o boato que o câncer tinha voltado, mas não. A atriz foi afastada por uma faringite, sua imunidade estava abalada.

Segue a entrevista que ela deu para o Fantástico:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Drica_Moraes

https://pt.wikipedia.org/wiki/Drica_Moraes

http://ego.globo.com/famosos/noticia/2014/12/assessoria-de-drica-moraes-garante-que-atriz-nao-teve-recaida-do-cancer.html

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CAT CELEBRITY: CLÁUDIA JIMENEZ

A cat celebrity da semana é a atriz Claudia Jimenez, nascida em 18 de novembro de 1958 (hoje com seus 56 anos). A carioca é famosa por roubar tantas risadas com seus papéis na televisão – ela sabe bem como trabalhar no mundo do humor. Descobriu cedo a paixão pelo teatro, logo aos 11 anos fez suas estréia em cima dos palcos. Em 2014 participou de “Sexo e as Negas”, mas é muito lembrada por participação em “Escolinha do Professor Raimundo”, “Sai de Baixo”, “Zorra Total”. E também em novelas como “América”, “Sete Pecados” e”Negócios da China”.

Foi casada durante 10 anos com a personal trainer Stella Torreão, terminaram o relacionamento, mas ainda são amigas. Inclusive, Cláudia diz sempre que Stella sempre esteve ao seu lado, durante todos os momentos difíceis.

A atriz enfrentou câncer em 1986, um câncer no mediastino (região do tórax, e teve que ouvir do médico que sua expectativa de vida era de um mês! Fez o tratamento e se curou, mas as suspeitas dos médicos é que esse tratamento pode ter “danificado” o tecido cardíaco. 2 anos depois do tratamento do câncer, passou por um infarte e teve que operar para colocar cinco pontas de safena. Em 2012, teve que substituir a válvula aórtica por sintética.

Em entrevista para o Fantástico, com Renata Vasconcellos, Cláudia conta:

Claudia Jimenez: Quando eu falo para o meu médico: ‘Ô, radioterapia desgraçada’. Ai ele fala: ‘Mas se não fosse ela, você já estava há muito tempo lá em cima, né’. E é verdade, quer dizer, a gente tem sempre que agradecer em vez de reclamar.

Renata Vasconcellos: O que te faz rir na vida?
Claudia Jimenez: Na vida? Humor. Sempre fui palhaça, sempre. No colégio de freira me pagavam um chocolate, bala para eu não deixar de ir na aula de religião, porque quando eu ia era um divertimento só.

Renata Vasconcellos: Você começou também, teve uma experiência, eu me lembro, você no Jô Soares ‘Viva o Gordo’.
Claudia Jimenez: Eu fiquei 4 anos com o Jô, eu comecei dançando na abertura.

Renata Vasconcellos: Se você pudesse lembrar de um trabalho teu hoje que você guarda no teu coração?
Claudia Jimenez: Foi a ‘Escolinha do Professor Raimundo’. A Dona Cacilda. Não era nem propriamente pelo personagem, mas pelo que eu vivi ali dentro sabe. Foram seis anos de gargalhadas.

Renata Vasconcellos: Você mudou o teu estilo de vida?
Claudia Jimenez:Totalmente. A nutricionista me ajudou a comer direito agora.
Eu faço a hidroginástica, que para mim tem sido maravilhosa, com a Stela. Ela é a minha alma gêmea. Nós fomos casadas por 10 anos. E foi, eu sinto que foi a primeira vez que eu amei e a primeira vez que eu me senti amada. Agora que a gente virou irmã, o amor não termina nunca, uma coisa que só aumenta.

Renata Vasconcellos: Você ainda não sonha com o amor?
Claudia Jimenez:Sonho, tem até uns coroas pintando, mas tão querendo ir para uma casinha na floresta com chaminé saindo fumaça.

Renata Vasconcellos: E aí, não é bom?
Claudia Jimenez: Forno à lenha, não. Não é isso que eu quero agora.

Renata Vasconcellos: E o que você quer agora?
Claudia Jimenez:Fazer muito teatro, porque eu estava com ânsia disso

Renata Vasconcellos: Você se sente mais interessante hoje do que você era antes?
Claudia Jimenez: Maturidade ela faz você ficar mais bacana. Às vezes, eu percebo que, internamente, não estou legal eu vou em busca de alguma coisa que me faça ficar legal. Tem gente que fala assim para mim: ‘Ai, como você é frágil’. Eu falo: ‘Frágil? Eu sou a pessoa mais forte que eu conheço’. Chegam perto de mim e  falam: ‘Vamos trocar válvula aórtica’. Eu falo: ‘Ok, vamos’. ‘Vamos fazer cinco pontes de safena’. ‘Ok, vamos’. ‘Botar o marca-passo’. ‘Ok’. Eu faço qualquer coisa para ficar aqui.

Em entrevista na Marie Claire, a atriz contou ainda mais sobre ela! Falou sobre o câncer, sua carreira, o apoio da família… Vejam:MC No diagnóstico do câncer, sua estimativa de vida era de um mês. O que você pensou ao ouvir isso?
CJ
 Nessa hora, você só quer lutar contra aquela coisa. Mas, no fundo, nunca achei que ia morrer. Nas duas vezes em que adoeci, via a doença como alguma coisa que eu estava precisando viver. Pensava: “Esse caminho deu nessa estrada ruim, tenho que mudar”. E ia correr atrás do prejuízo. Às vezes, a doença é uma salvação. Se é uma gripe, talvez você esteja precisando reformular uma coisa pequena. Mas quando a doença é muito grande, é questão de aprender a viver.MC O que você estava precisando reformular?
CJ
 Até descobrir o câncer, eu levava minha vida segundo as necessidades dos outros. Fazia as coisas do jeito que achava que as pessoas iam gostar. Não tinha coragem de dizer: “Sou assim, quem quiser que goste”. Melhorei muito, mas até hoje sou carente.

MC Em quanto tempo você se curou?
CJ
 Em um ano e meio. O tumor era altamente maligno, mas respondeu muito bem à quimioterapia.

MC E o problema no coração?
CJ
 Eu era muito ingênua na relação com o mundo, com as pessoas. Achava que todo mundo é bom, todo mundo é lindo, todo mundo me ama e torce pelo meu sucesso. Geralmente a gente acha do outro o que a gente é. E eu quero que as pessoas se dêem bem porque detesto baixo-astral. Mas a vida não é bem assim. Tenho, sim, que me preservar de algumas pessoas, dizer não para outras.MC Quem te ajudou nesse período?
CJ
 Minha família. Tenho minha mãe, quatro irmãs e sobrinhos que eu adoro. Somos um grude. Também tive o apoio de amigos, principalmente da Stella Torreão [personal trainer e sócia de Claudia em uma academia de ginástica]. Ela é meu anjo da guarda.MC De onde vem sua veia humorística?
CJ
 Venho de uma família alegre. Morávamos em uma rua sem saída, na Tijuca. Com o apagão, estou lembrando que era comum faltar luz à noite naquela época. E eu adorava porque as pessoas ficavam conversando na varanda, meu pai cantava tangos, tinha vaga-lume. Eu era muito ativa, já gostava de fazer palhaçadas. Lá em casa tinha um ventilador enorme, antigo. Aquele troço fazia um barulhão, parecia um avião que ia decolar. Eu fingia ser aeromoça: “Senhores passageiros, apertem os cintos”. Não deixava minhas irmãs dormirem.MC Seu pai morreu quando você tinha 22 anos. Você tinha uma boa relação com ele?
CJ
 Sou parecida com ele no temperamento, no gênio. Ele cantava no cassino da Urca, ganhou várias vezes o primeiro lugar no progama do Ary Barroso, na Rádio Nacional. Minha veia artística vem dele. Mas nossa relação foi difícil. Ele era um espanhol bravo e me deu uma rejeitada. Quando nasci, ele já não queria mais filhos. Acho que por isso eu amava tanto ele, porque ficava tentando conquistá-lo. E sei que no fim da vida ele já estava apaixonado por mim. Quando fiz a “Ópera do Malandro”[peça de Chico Buarque], minha mãe fez um jantar em casa e foram a Marieta[Severo] e o Chico com todo o elenco. E o Chico passou a noite inteira tocando violão com meu pai. Nessa noite, meu pai viu que eu estava trabalhando com gente séria e passou a me olhar com outros olhos.MC Quando você viu que tinha talento?
CJ
 Desde os 11 anos. Eu não queria porra nenhuma com os estudos, mas era a alegria da turma. Tinha amigo que me pagava com chocolates para eu não faltar às aulas de religião, para imitar a freira. Minhas redações eram em forma de diálogo. Um dia, a professora sugeriu interpretar minha redação e fui tomando gosto. Soube que no Tijuca Tênis Clube tinha um grupo de teatro amador. A [atriz] Bia Seidl, minha vizinha de porta de prédio, foi comigo. Lá a gente fazia peças infantis de Maria Clara Machado, Ziraldo. Na primeira peça, “Sereia de Prata”, arrebentei. A Bia era a Sereia e eu, claro, a Dona Baleia. Virei a estrela do clube. Os sócios perguntavam: “A peça é com aquela gordinha?”. Senão nem iam.

MC Como foi parar na Globo?
CJ
 Um dia esse grupo amador passou a vender espetáculos, porque o salário no Tênis Clube era um cachorro-quente com guaraná. Aos 18 anos, bati na porta do Luiz Antonio Corrêa, que dirigia a “Ópera do Malandro”, e falei: “Sou muito boa atriz”. Ganhei o papel da prostituta Mimi Bibelô. O Mauricio Shermann [produtor da Globo]me viu na peça e me convidou para ir à TV Globo. Meu primeiro papel foi a namorada do Alberto Roberto, no “Chico City”. Quando surgiu o “Viva o Gordo”, indicaram a gordinha engraçada para a abertura. Fiquei três anos com o Jô, depois voltei para o Chico Anysio e fiquei 12 anos com ele.Fonte: Marie ClaireFantástico

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CAT CELEBRITY: ELBA RAMALHO

A cantora Elba Ramalho nasceu no dia 17 de agosto de 1951 (63 anos), e além de cantar é atriz também. Paraibana, nasceu na zona rural de Conceição. Quando a família se mudou para Campina Grande (PB) em 1962, seu pai tornou-se proprietário de um teatro. Elba então foi ficando cada vez mais interessada nessa vida artística.

Em 1966 Elba já estava se encontrando! Participou de teatro e até de uma banda de rock (As Brasas), tocando guitarra e bateria. O pai não gostou tanto assim da ideia, então um ano depois enviou ela e suas duas primas para um pensionato em João Pessoa. Mas foi lá que ela foi formando novas amizades, descobrindo gostos em comum e formou a banda Golden Girls, com colegas da escola.

Quando saiu da escola, tentou fazer direito e economia, mas não terminou nenhuma das faculdades. Em 1973 trabalhou com produções de show, e em 1974 mudou-se para o Rio de Janeiro. No Rio ela começou estreiando em teatro. Em 1978 Elba assina contrato com gravadora, mas não deixa o teatro de lado. Inclusive já foi indicada em prêmios como melhor atriz! Ela estreia como cantora com Chico Buarque, cantou mais algumas vezes com ele. Foi realizando suas turnês, tanto nacional como internacional, inclusive participando de festivais como Rock in Rio. Ganhou prêmios como cantora, sua música já foi abertura de novela, já rodou Brasil e Mundo.

Ela é vegetariana, está sempre praticando ioga e meditação e procura cuidar bem de sua saúde. Mas teve um momento que deu uma relaxada em se cuidar. Mais que isso, teve um momento que viveu uma relação conturbada: “Não estava cuidadosa naquele momento. E estava vivendo uma relação conturbada, muito aflita”. E então, foi em 2010 que foi diagnosticada com câncer. Ela contou no programa Encontro: “Comecei a sentir minha voz mais grave, nasciam cabelos enormes na minha perna. Eu tinha um cisto, observava ele há seis anos, e ele começou a sofrer uma transformação. Foi uma infiltração de hormônio”.

Claro que depois do diagnostico foi atrás de se curar: “Fiz radioterapia, tirei um pedaço da mama. Mas me livrei da quimioterapia, porque o câncer era totalmente hormonal. Quando é assim, não precisa”. Depois do tratamento, ela conta que voltou para sua vida saudável, além de prestar atenção nos exames preventivos: “O nome câncer tem um fardo muito mais pesado do que a doença em si. Descobrindo no início como o meu, é tranquilo. A prevenção é tudo. Eu fiz tudo o que o médico disse, terminei meu namoro, virei a página”, contou.

E ela não para! Entre tantos shows e peças na sua vida, nesse ano (2015) ela lançou seu 32º disco da carreira, que foi produzido por Yuri Queiroga e seu filho Luã. Fez shows de lançamento em abril, em São Paulo. Faz o que gosta, com muita energia boa e voz marcante!

Fonte: EncontroElba Ramalho

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CAT CELEBRITY: MÁRCIA CABRITA

A atriz e humorista Márcia Cabrita tem 51 anos, nasceu em Niterói no dia 20 de janeiro. É filha de imigrantes portugueses, e aqui fez sua vida. Estudou teatro e então apareceu em vários papéis na televisão.

É muito lembrada pelo seu papel como Neide, no programa Sai de Baixo. Mas parou as gravações por conta de uma gravidez. Participou de “Sítio do Pica Pau Amarelo”, das novelas “Sete Pecados”, “Pé na Cova”, “Beleza Pura”, entre outros. Apareceu em filmes também como em “Xuxa Gêmeas” e “Trair e Coçar é só Começar”.

Foi em 2010 que Márcia descobriu câncer no ovário, passou por sessões de quimioterapia e fez operação retirando útero e ovários. Em outubro do mesmo ano finalizou o tratamento, e durante 5 anos deveria realizar o acompanhamento de perto. A cat voltou na telinha em 2013 em “Sai de Baixo” e se diz feliz por poder retomar ao que gosta. Não gosta de dizer que “está curada” pois ainda está em acompanhamento.

A Cat tem um blog “Força na Peruca” em que conta suas mil situações e sentimentos desde que descobriu o câncer. Em um dos posts ela diz:

“Escrevi essa crônica para revista do Globo há tempos, mas até hoje me param na rua para comentá-la. como ando sumida por aqui resolvi reproduzi-la. Bjs
Eu fiquei gravemente doente. Ao contrário do que muitos fantasiam, não tirei de letra. Não sei o porquê, mas existe uma idéia estapafúrdia de que quem está com câncer tem que, pelo menos parecer herói. Nãnanina não! Quem recebe uma notícia dessas não consegue ter pensamentos belos. Bem… eu não conseguia. A cobrança de positividade acabou se tornando um problema. Me olhava no espelho branca, magrela e de cabelos curtinhos (antes de caírem) e me achava pronta para fazer figuração na Lista de Shindler. Achava que não tinha chance de sobreviver à cirurgia, só pessoas que não tinham maus pensamentos sobreviviam. Muitas vezes deixei de comprar coisas para mim porque tinha que deixar tudo para minha filha. Bem, se na minha cabeça era esse o pensamento que reinava … Sem chance.
O mundo moderno é incrível. Tudo é maravilhoso, não existe sofrimento! As separações são sempre amigáveis e sem lágrimas, as mães não tem mais o direito de embarangar e ficar em casa lambendo a cria. Um mês depois estão lindas, magras, com barriga sarada! Os atores não ficam desempregados, estão sempre felizes com um convite que ainda não pode ser revelado! Quimioterapia é moleza! Vem cá, só eu que não moro na Disney?
Hoje percebo que precisei viver esse luto. Ele passou, apesar do medo fui confiante para o hospital. Mas outras angústias vieram. Sofri pelo que é “o de menos”, chorei pelos cabelos, pelas sobrancelhas, pelos cílios e pelo … resto que vocês sabem. Chorei pelas dores , enjôos, injeções e tudo mais. Eu me dei esse direito. Eu me dei o direito de ser humana. A Mulher Maravilha mora na televisão, eu moro na Gávea mesmo. A Mulher Maravilha dá aquela giro e sai linda e poderosa correndo para salvar pessoas. Se eu fizesse a mesma coisa cairia estabacada com a careca no chão. Então meu giro foi bem devagarzinho segurando na mão de minha mãe, de minha irmã e de meus queridos amigos e familiares. Girei amparada por dr Eduardo Bandeira, por Virginia Portas, dr Celso Portela e todos enfermeiros e profissionais de medicina que foram simplesmente maravilhosos comigo. Girei rindo e chorando com centenas de comentários no meu blog onde eu virei praticamente uma conselheira oncológica. Girei brincando com minha filha que fez questão de ir para escola de lenço na cabeça “igual a mamãe porque é muito legal”. Girei para salvar a mim mesma.
Sinceramente, não acredito em uma seleção divina. Muitas pessoas bacanas e crianças morrem e isso não é nem um pouquinho justo. Acho um saco quando dizem “ Fulano perdeu a batalha contra o câncer” , “Fulana tem tanta vontade e alegria de viver que foi salva”ou “ O amor por meus filhos me salvou”. Me parece tremendamente injusto. Quer dizer que quem morre não amava a vida? O amor pelos filhos não era grande o suficiente? A fé foi pouca? Pensamento bem cruel, não é mesmo? E é uma coisa bem esquisita, isso só acontece com o câncer, a única doença tão estigmatizada. Ninguém diz que alguém perdeu a batalha para o enfarte, nem que amava tanto a vida que ficou bom da tuberculose.
Re-mis-são. Estou em remissão. Quem não apresenta mais sinais da doença pelo corpo não pode sair correndo gritando que está curada, então saio correndo e gritando que estou em remissão!!! Eba! Remissão é muito bom!!
Vi uma foto minha na internet com meus companheiros de Subversões Aloísio e Salem em que estou com um largo sorriso. Eu estava verdadeiramente feliz. Sem a pílula da felicidade, sem fingir meus sentimentos, sem bancar a maravilhosa. Era eu simplesmente feliz.
E agora … chega desse assunto! Eu sou atriz e tô mais preocupada com o um convite que não pode ser revelado.”

Fonte: Pure PeopleExtra GloboForça na Peruca