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Março Lilás – Combate ao câncer de colo de útero

Este mês é conhecido por Março Lilás, devido à campanha de combate ao câncer de colo de útero, o terceiro tipo que mais atinge as mulheres brasileiras.
Você sabia que esse câncer é totalmente evitável?🙀

Então, fique alerta para a Campanha:
✅ A importância dos exames preventivos no diagnóstico precoce – Papanicolau
✅ Vacina do HPV (Human Papiloma Virus). Isso porque, a maioria dos casos de câncer de colo de útero está relacionada à infecção pelo HPV

Responsável por 70% dos casos de câncer de colo de útero, o HPV é um vírus que infecta a pele ou mucosas (oral, genital ou anal) levando ao surgimento de verrugas e lesões. A transmissão pode ocorrer no contato de pele doente com pele sadia, na relação sexual e no parto, da mãe para o bebê.

Dentre as possibilidades de prevenção da doença está a vacina do HPV, que faz parte do calendário vacinal do Ministério da Saúde desde 2014, sendo aplicada em duas doses em meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos.

O câncer do colo do útero é uma doença de desenvolvimento lento, que pode não apresentar sintomas em fase inicial. Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais

O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolau) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico precoce da doença. O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. Sua realização periódica permite reduzir a ocorrência e a mortalidade pela doença.

É indicado para toda mulher que tem ou já teve vida sexual e que estão entre 25 e 64 anos de idade. Caso ele apresente alguma alteração, o médico decidirá a melhor conduta e pode solicitar outros exames, como a colposcopia.

Portanto Cats, a prevenção é sempre a melhor opção! Se esse tipo de câncer for diagnosticado precocemente tem 100% chances de cura!🎀

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MÚSICA AJUDA NO COMBATE AO CÂNCER

Experts do Instituto Cochrane fizeram uma revisão de estudos para entender qual o papel da música na rotina de quem lida com um câncer. Para isso, eles analisaram 52 pesquisas já publicadas sobre o tema que envolveram mais de 3 700 voluntários. A conclusão mostra que ouvir algumas canções tem efeitos positivos em diversos parâmetros de saúde e de qualidade de vida.

Foram observadas melhoras nos níveis de ansiedade, dor, fadiga, batimentos cardíacos, respiração e pressão arterial. “É natural em quem descobre o problema um grande abalo emocional. As melodias ajudam no reequilíbrio e no preparo para encarar as sessões de quimioterapia ou de radioterapia”, comenta Raul Brabo, coordenador do curso de musicoterapia das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo.

O trabalho, porém, não encontrou repercussões da abordagem no humor, no sistema imune ou na habilidade de comunicação. “Para que o benefício seja maior, as composições selecionadas para o momento precisam ter um significado na vida do indivíduo”, reforça Brabo. Conheça duas formas de trazer ritmo ao tratamento de um tumor:

Musicoterapia

Envolve a orientação de um musicoterapeuta, o profissional com formação na área. Ele vai selecionar cantores, estilos e letras que agradam o paciente e fazem sentido naquele contexto.

Intervenção musical

O indivíduo simplesmente escuta canções oferecidas pelo médico que o acompanha. Como os critérios de escolha não são tão precisos, os ganhos aqui são um pouco menores.

Fonte: Saúde – Abril

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DIA MUNDIAL DO CÂNCER LEMBRA QUE DIAGNÓSTICO PRECOCE É O MAIS INDICADO NO COMBATE À DOENÇA

O Dia Mundial do Câncer é celebrado no próximo sábado, 4 de fevereiro. A data, instituída em 2005 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a doença, que mata 8,3 milhões de pessoas mundialmente. Com o conceito “Nós podemos. Eu posso”, a campanha pretende mostrar como todos – em grupo ou individualmente – podem reduzir o impacto do câncer.

Segundo a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) para 2016/2017, o Brasil deve registrar 596 mil casos de câncer. Entre os homens, são esperados 295.200 casos e entre as mulheres, 300.800. Mundialmente, a incidência do câncer cresceu 20% na última década.

Neste ano, o INCA escolheu como tema para a data o câncer infantojuvenil, considerado a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes na faixa de 5 a 19 anos no Brasil. Cerca de 80% das crianças e adolescentes acometidos de câncer podem ser curados se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados.

O diagnóstico precoce ainda é a melhor forma de combater o câncer. As campanhas de conscientização atuam de forma efetiva sobre a população. “O intuito das campanhas é de realmente estimular a sociedade a ir ao médico, procurar por exames preventivos”, ressalta Marcio Almeida, médico oncologista da Aliança Instituto de Oncologia.

Segundo o médico, muitos casos de câncer podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis no dia a dia. Pacientes devem ficar atentos às seguintes situações:

– Fazer sempre um auto avaliação com frequência;

– Observar aparecimento de lesões na boca;

– Manter uma boa higiene oral;

– Evitar fumar;

– Evitar ingestão de bebidas alcoólicas. O excesso de álcool pode causar câncer de boca, língua, garganta, câncer de fígado e câncer de pâncreas;

– Fazer uso de preservativo durante as relações sexuais;

– Manter uma boa higiene íntima

Fonte: A Crítica

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CÂNCER ME MAMA: TRATAMENTOS E RECOMEÇO

Fonte: O Dia Domingo 

Post Que Nem Mocinha:

Olá meninas, mocinhas, amadinhas. Hoje finalizo a coluna especial sobre o câncer de mama trazendo informações sobre tratamentos, acompanhamento psicológico e o recomeço dessas mulheres maravilhosas. Foi muito bacana ter esse espaço aqui, para falar dessa doença que deve ser levada muito a sério. Vamos lá?

Tratamento

O tratamento irá depender muito do tipo e estágio do tumor. Assim, a definição terapêutica é determinada caso a caso. Vale lembrar que, quando mais cedo for descoberta a doença, maiores serão as suas chances de cura. Por isso é muito importante fazer o autoexame regularmente, ok?

Vamos dividir essa etapa em duas: terapia local e sistêmica.

1. Terapia Local

Cirurgia e radioterapia visam tratar o tumor no local, sem afetar o resto do organismo.

Cirurgia: é a modalidade de tratamento mais antiga e, quando o tumor encontra-se em estágio inicial e em condições favoráveis para a retirada, a mais efetiva.

Radioterapia: utiliza a radiação ionizante. É muito utilizada para tumores localizados, para os quais não há necessidade de retirada de grande parte da mama ou para tumores que não podem ser retirados totalmente por cirurgia, ou quando se quer diminuir o risco de que o câncer volte a crescer.

2. Terapia Sistêmica

São medicamentos administrados via oral ou diretamente na corrente sanguínea para atingir as células cancerosas em qualquer parte do corpo. A quimioterapia, a terapia hormonal e a terapia-alvo são exemplos de terapias sistêmicas.

Quimioterapia: Tratamento que utiliza medicamentos, orais ou intravenosos, com o objetivo de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentes.

Terapia Hormonal: Tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas crescerem. Age bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o órgão afetado.

Terapia-alvo: Denomina-se de terapias-alvo drogas anti-cancerígenas relativamente novas e que têm como alvo uma determinada proteína ou mecanismo de divisão celular apenas (ou preferencialmente) presente nas células tumorais.

O tratamento é escolhido pela equipe médica levando em consideração todas as características da paciente.

Psico-oncologia cuidando das feridas da alma

A psico-oncologia é uma especialidade da Psicologia e uma subespecialidade da oncologia que procura compreender as dimensões psicológicas presentes no diagnóstico oncológico, tais como o impacto do câncer no funcionamento emocional do paciente, de sua família e dos profissionais de saúde envolvidos em seu tratamento. Antes de fazer as considerações necessárias acerca da Psico-Oncologia, faz-se necessários a definição de alguns conceitos básicos.

A confirmação do diagnóstico oncológico e a realização de procedimentos invasivos durante o tratamento podem desencadear um desequilíbrio emocional no paciente e na sua família. Ocorre uma mudança significativa na vida das pessoas após o diagnóstico de câncer, e tudo isso pode ser concebido como algo ameaçador à integridade física e mental desses indivíduos. O câncer é uma enfermidade ainda repleta de estigmas, associada à morte, e apesar de todo o conhecimento e informações, o diagnóstico do câncer costuma ter um efeito devastador.

Em maior ou menor número, em diferentes momentos do processo da enfermidade, o paciente apresentará algum desconforto frente à essa nova realidade — independentemente de ter uma rede de apoio (família, amigos, associações, igreja) fortalecida ou uma crença religiosa. O psicólogo, juntamente com a equipe competente, precisam prontamente atender as demandas desses pacientes a fim de obter melhores resultados durante o tratamento. Ou seja, o ponto de união desta área é o paciente de câncer. Suas dificuldades, necessidades, problemas precisam ser atendidos, seja facilitando um melhor enfrentamento da doença e permitindo uma convivência melhor com ela, seja melhorando o estado psicológico e levando a um melhor estado geral orgânico, auxiliando na recuperação e na cura, se possível.

Na atuação do psicólogo juntamente com a equipe de saúde, existe ainda um desafio do trabalho do profissional de psicologia em uma equipe multidisciplinar. A chegada da psico-oncologia no hospital é recente e sua função ainda é frequentemente desconhecida ou distorcida. Mas já existem situações em hospitais onde o psicólogo não é só é muito valorizado como também é requisitado pelo corpo médico e equipe de saúde.

Mesmo com todo o avanço da medicina, não se sabe ainda quais são todos os fatores que podem desencadear o processo cancerígeno e quais os fatores curativos. Os mesmos tratamentos não surtem os mesmos efeitos em pacientes com os mesmos diagnósticos e prognósticos, atravessando a mesma fase da doença. A priori, o que se pode fazer é o investimento no tratamento e o fortalecimentos das redes de apoio bem como a assistência pessoal, psicológica a esse paciente.

O impacto psicológico causado pelo câncer de mama traz uma significativa repercussão na vida da paciente. Quando esse momento é vivido com conhecimento e compreensão, através de um apoio psíquico, torna-se possível o entendimento dos seus medos e angústias que podem interferir em uma resposta ao seu tratamento terapêutico. Desta forma, é importante que o acompanhamento multidisciplinar e especializado seja promovido à paciente com dedicação e confiança, oferecendo assim, o restabelecimento da saúde em seu sentido mais amplo.

A presença da depressão e estado de dor e angústia é perfeitamente aceitável na descoberta da doença. É patológico se a mulher apresentar uma outra postura, isso significaria a negação do câncer. Para que esse cenário seja menos doloroso, a equipe de saúde pode, também, ser participativa positivamente nesse cenário psicoterapêutico, o que possibilitará uma maior tranquilidade e apoio durante todo o processo de tratamento, assim como de seus familiares.

O temor ao câncer de mama acomete a retirada de parte do corpo da mulher, que, em muitas culturas, desempenha função significativa. Sua estética, fantasias e intimidade ficam comprometidas. Aceitar sua nova condição e adaptar-se à nova imagem do seu corpo exige um esforço muito grande para o qual, muitas vezes, a mulher não está preparada e por isso ela precisa de um apoio próximo, de alguém confiável.

O apoio do companheiro ou companheira é muito importante, embora, seja uma situação de dificuldade e aceitação também para ele ou ela. A mulher, na maioria das vezes, apresenta um sentimento de isolamento, se torna fria e distante e se recusa a ter relações sexuais, por acreditar que não é mais atraente para o marido ou esposa, e que não é capaz de trocar experiências que antes eram compartilhadas. O suporte psicológico deve ser oferecido ao casal, para que os dois saibam como lidar com essa nova fase.

O amadurecimento, cumplicidade e a confiança estabelecida nesse relacionamento também será um fator de peso para a condução psicoterapêutica do problema.

Depois do câncer

O cabelo volta a crescer e a angústia (felizmente!) é superável, mas o tempo não cura todas as marcas deixadas pelo câncer de mama. Para as mulheres que passam por mastectomia há a possibilidade de reconstrução do seio e até mesmo do bico do mamilo, mas a pigmentação característica acaba sendo perdida. Alguns cirurgiões plásticos realizam a micropigmentação da aréola e do mamilo, mas os tatuadores são cada vez mais requisitados, pois dominam melhor a técnica artística do desenho.

Do ponto de vista médico, não há contraindicações para esse tipo de procedimento. “Mas é muito importante que a mama esteja totalmente cicatrizada”, alerta o Dr. Rafael Kaliks, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Para ele, o ideal é que haja o intervalo de um ano entre a mastectomia e a tatuagem reparadora.

Além da espera pela cicatrização total, a escolha de um tatuador entendido no assunto também é superimportante. Por isso, o preço pode sair salgado e chegar a R$1.300 em alguns estúdios — mas há profissionais gabaritados que oferecem esse trabalho gratuitamente. É a junção de muito talento com uma grande vontade de fazer o bem!

No Rio de Janeiro, o tatuador Roberto Santos já realiza esse trabalho há cinco anos e já atendeu voluntariamente cerca de 400 sobreviventes do câncer de mama. Hoje, ele se dispõe a tatuar entre quatro e cinco mulheres mastectomizadas por semana, sem cobrar nada. O estúdio Beto Tatto Leblon fica na Av. Ataulfo de Paiva, 1174 – Leblon, Rio de Janeiro, e o telefone para contato é (21) 983-461-172.

Divulgação BettoTattoo

O tatuador Miro Dantas, de São Paulo, também é um desses artistas e desde 2014 comanda o projeto “Uma Tatuagem por uma Vida Melhor”. Há seis anos ele vem aperfeiçoando uma técnica própria de redesenho realista de mamilos, e tatua gratuitamente uma mulher por semana. Miro já atendeu mais de 160 mulheres de forma voluntária e a agenda do projeto está lotada até agosto de 2017. Atualmente, o tatuador não está realizando novos agendamentos e busca patrocínio para continuar atendendo gratuitamente. É possível entrar em contato pelo site www.mirodantas.come através do WhatsApp pelo número (11) 984431264, ou pelo telefone do estúdio WaW Tattoo (Rua

Fradique Coutinho, 1225 – Vila Madalena – São Paulo): (11) 3360-3609.

Divulgação / Miro Dantas

Também na capital paulista, o estúdio Led’s Tattoo conta com dois profissionais que realizam esse trabalho específico há mais de dez anos. Esse mês o estúdio está atendendo gratuitamente mulheres encaminhadas pelo SUS e também fechou uma parceria com o Instituto Quimioterapia e Beleza. Através dessa ação, mulheres que passaram pela mastectomia poderão fazer o redesenho do malilo com 15% de desconto. Para ter direito ao desconto, basta acessar o site www.quimioterapiaebeleza.com.br e anotar o código promocional. Em seguida é só agendar uma sessão direto no Led’s Tattoo. O estúdio fica na Av. Ibirapuera, 3478 – Moema – São Paulo, e os telefones são: (11) 5561-2351 ou (11) 942-289-204.

Divulgação / Led’s Tattoo

Já no interior do estado de São Paulo, em São José dos Campos, a tatuadora Tati Stramandinoli coordena o projeto Reviva, que visa atender gratuitamente mulheres que fizeram mastectomia. A técnica que ela utiliza é a de micropigmentação, específica para esse tipo de trabalho (e que deve ser retocada a cada dois anos). O estúdio de Tati fica na  Av. Aclimação 205 – São José dos Campos/SP e é possível agendar horários através do telefone (12) 3931-8033.

Reprodução/Facebook Reviva

A partir de hoje acontece o Mutirão Nacional de Reconstrução Mamária. O intuito da ação é, além de acelerar a fila de pacientes que aguardam na fila para reconstrução, ajudar a recuperar a autoestima da mulher que acaba ficando abalada após a mastectomia. Cerca de 840 que passaram por mastectomia serão atendidas gratuitamentes. O mutirão deve  contar com a participação de mais de 800 profissionais da área. As pacientes que vão participar do mutirão já foram selecionadas e realizaram previamente todos os exames necessários para a cirurgia.

Uma coisa é certa: para as mulheres mutiladas pela mastectomia, esse tipo de trabalho vai além da estética. É um sorriso no rosto de quem já passou por momentos de dor profunda e é uma etapa importante na reconquista da autoestima fragilizada. Parabéns por esse trabalho maravilhoso, seus lindos! Quem luta contra o câncer de mama agradece e todas nós aplaudimos de pé. 

LINK: http://quenemmocinha.com/cancer-de-mama-tratamento/

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DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER

Hoje comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Câncer. A data foi instituída em 1988 pelo Ministério da Saúde e, desde então, é destinada à realização de campanhas de conscientização da população. O objetivo é alertar as pessoas sobre a importância da prevenção e as formas de tratamento da doença.

O câncer é a principal causa de óbitos no mundo, matando 8 milhões de pessoas por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os dados também alertam para o fato de que cerca de um terço das vidas poderiam ser salvas com a detecção e o tratamento no início da doença.

Segundo a OMS, o índice de novos diagnósticos por ano no mundo deve aumentar 70% nas próximas duas décadas, passando de 14 milhões (registrados em 2012) para 22 milhões. No Brasil, a estimativa para 2015 é o registro de 576.580 novos casos da doença, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Dia Nacional de Combate ao Câncer

A prevenção requer conhecimento sobre os fatores de risco que podem desencadear a doença a fim de que sejam adotadas medidas saudáveis. De acordo com a OMS, o tabaco é o principal fator de risco, pois equivale a aproximadamente 30% das mortes pela doença e a 70% do óbitos por câncer de pulmão no mundo.

Além disso, a organização aponta que um terço das mortes ocorrem devido a cinco riscosrelacionados ao comportamento e à alimentação, que incluem alto índice de massa corporal, falta de atividades físicas, pouco consumo de verduras e frutas e uso de tabaco e álcool.

Diante desses fatores, toda forma de prevenção é válida. No Dia Nacional de Combate ao Câncer, aproveite para conferir algumas mudanças de hábitos que ajudam a prevenir a doença.

– Não fumar é uma medida fundamental para a prevenção, já que o tabaco é um dos principais desencadeadores da doença. Vale ressaltar que, quando uma pessoa fuma em um ambiente, libera substâncias tóxicas no ar que são inaladas por todos os indivíduos. Por isso, o fumo em locais fechados é proibido.

– Mantenha uma alimentação balanceada, rica em verduras, legumes, frutas, leite e derivados e cereais integrais. Reduza o consumo de alimentos com muita gordura, fritura ou industrializados e evite bebidas alcoólicas. Controlar o peso também é essencial.

– Pratique exercícios físicos diariamente durante 30 minutos. Segundo o Inca, há diversas alternativas válidas: preferir escadas a elevadores, caminhar, dançar e varrer a casa, por exemplo.

– Faça exames preventivos com regularidade.

– Não se exponha ao sol sem proteção, principalmente entre as 10h e as 16h, para evitar câncer de pele.

Tratamentos para a doença

Com tantos estudos a respeito do câncer, a medicina avança constantemente nas formas de tratamento. Veja algumas práticas que estão se tornando comuns quando o assunto é combate ao câncer.

A imunoterapia é um dos tratamentos que ganha destaque. Trata-se de um método diferente dos tradicionais – como radioterapia e quimioterapia – pois o objetivo dos medicamentos não é afetar os tumores.

A estratégia da imunoterapia é agir sobre o sistema imunológico do paciente, para que as células de defesa do corpo possam combater as cancerígenas. O método foi considerado como o avanço do ano de 2013 pela revista americana Science.

Outro tratamento inovador é o de alvos moleculares, que tem como objetivo impedir que a molécula anormal da célula de câncer funcione – o que pode ser feito com anticorpos e moléculas, por exemplo.

Com os mesmos princípios dos alvos moleculares, porém algumas diferenças, aantiangiogênese é um tratamento visto como promissor. Por meio dele, o medicamento tem o objetivo matar a célula tumoral presente no organismo, impedindo a produção dos vasos sanguíneos, que são necessários para conceder nutrientes às células cancerígenas.

Fonte: Jornal Brasil