Publicado em Deixe um comentário

PARA APOIAR A AVÓ, NETA DECIDE RASPAR CABEÇA

A adolescente Ana Júlia Morais, de 16 anos, abriu mão da vaidade por uma causa nobre: para dar força à avó, que perdeu os cabelos em função do tratamento contra o câncer, ela também raspou a cabeça. A mudança no visual aconteceu na noite de quinta-feira (15), em Guarapari, no Espírito Santo. Nas redes sociais, a adolescente ganhou o apoio e ainda mais admiração de amigos e familiares.

Há dois anos, a avó de Ana Júlia, Mariluze de Paula, descobriu um câncer no pâncreas. Ela passou por cirurgia e tratamento, mas não perdeu os cabelos. Recentemente, a aposentada foi surpreendida pela volta da doença. Desta vez, um tratamento mais forte fez com que os cabelos começassem a cair.

De acordo com Ana Júlia, desde a primeira descoberta da doença, ela já cogitava a hipótese de raspar a cabeça caso a avó perdesse os cabelos.

“Desde quando ela descobriu o câncer, eu cheguei para ela e falei: ‘o dia em que você raspar a cabeça, vou raspar também’. Ela riu, e acho que não acreditou muito”, contou a adolescente.

Na quinta-feira (15), Mariluze viu que muitos fios tinham caído durante a noite e decidiu raspar a cabeça de uma vez. A aposentada ligou para o filho, o professor de matemática Rodrigo de Paula, que é pai de Ana Júlia, e pediu emprestada a máquina de cortar cabelo.

Na casa da avó, Rodrigo e Mariluze rasparam a cabeça. Mas a adolescente, que estava junto, foi desencorajada pela própria avó. “Ela falou ‘vó, eu vou cortar’. Eu falei: ‘não, vai estragar seu cabelo’”, lembra a aposentada.

“Ela disse que meu cabelo estava lindo. Falou que se eu quisesse dar apoio, não precisava fazer isso, era só orar. Então fiquei com medo. O que ia adiantar eu raspar e ela ficar chateada comigo?”, contou Ana Júlia.

Mas, ao chegar em casa, a adolescente teve o apoio dos pais e das amigas, e tomou a decisão. “Pensei melhor e falei ‘ela não vai ficar chateada comigo’. Morei cinco anos na casa da minha vó, ela é minha segunda mãe. Fiquei pensando ‘se minha avó morrer, vou ficar pensando o porquê de eu não ter feito isso. Foi uma maneira de deixá-la feliz”, disse.

Já de “penteado” novo, a neta surpreendeu a avó, que, no final das contas, adorou a surpresa.

“Nossa, eu não tenho nem palavras. Ana Júlia é muito especial para mim. É um gesto muito bonito uma menina adolescente fazer uma coisa dessa. Ela ficou linda. Ela é linda de qualquer jeito, por fora e por dentro. Ana Júlia é uma menina maravilhosa”, disse Mariluze.

A estudante garante que não se importou com o lado estético. “Não pensei se ia ficar feio, bonito, se ia sofrer bullying. Cabelo cresce, é uma coisa que não tem que importar muito”, disse.

Além de Mariluze, Rodrigo e Ana Júlia, outros integrantes da família, todos homens, também rasparam a cabeça. A campanha, que literalmente fez a cabeça dos parentes da aposentada, foi motivo de risada para Mariluze: “Uma porção de carequinhas”, brincou.

Fonte: G1/Espírito Santo

Publicado em Deixe um comentário

FOTÓGRAFA FAZ HOMENAGEM À AVÓ APÓS CÂNCER E ENSAIO VIRALIZA: “VENCEDORA”

A intenção da fotógrafa Natália Alves, de 25 anos, era homenagear a vitória da avó contra o câncer de mama e colaborar com a campanha “Outubro Rosa”, voltada à prevenção da doença. O que a jovem não esperava era que as imagens de Aurora Alves de Oliveira, de 72 anos, moradora de Limeira (SP), publicadas na rede social da neta, comovessem os internautas. Em duas horas, a postagem viralizou na rede, teve 50 mil curtidas e, até esta terça (25), somou 95,8 mil compartilhamentos.

“Ela é a minha aurora, vitoriosa e esbanja saúde”, disse Natália. “Mas o incentivo que a história de minha avó representou a outras pessoas que lutam contra o câncer elevou ainda mais a autoestima dela”, ressaltou a fotógrafa.

avó também aprovou o resultado do ensaio. “Eu me achei bonita nas fotos”, disse. Aurora enfrentou dois cânceres de mama e passou por duas mastectomias, cirurgia de retirada dos seios. A doença apareceu quando ela tinha 33 anos e, depois do primeiro tratamento, com cerca de 100 sessões de radioterapia um segundo tumor foi diagnosticado aos 52.

“Houve um episódio do qual me recordo bem. Logo que realizei a primeira cirurgia, me levantei da cama porque queria lavar os cabelos”, brincou. Comunicativa e alegre, o câncer não foi motivo de desânimo para Aurora.

“Eu nunca me vi como alguém doente e, por isso, nunca me deixei abater, minha vida sempre foi normal”, orgulhou-se. Na época, os filhos de Aurora eram crianças.

As fotos de dona Aurora foram feitas em um parque de Iracemápolis (SP) no dia 21 de outubro, três dias depois de a idosa ter tido alta de uma internação devido um problema no braço esquerdo. “Aos 34 anos, ela tomou soro, mas na região não havia circulação suficiente, e por conta de um erro clínico, ocorreu um inchaço permanente”, disse a neta.

Admirada com o alcance das fotos, Natália pensou que a publicação pudesse chegar a 300 curtidas no máximo. “O ensaio foi despretensioso, feito em 20 minutos”, disse. “A ideia era fazer um alerta às pessoas e incentivá-los por meio da história de minha avó, que é uma vitoriosa e hoje esbanja saúde”, explicou.

“Pensei que minha avó não fosse aceitar fazer as fotos de imediato”, lembrou a fotógrafa. Mas para surpresa da neta, Aurora topou na hora. “Confesso que, quando soube da repercussão toda, até levei uma bronca dela porque ela pensou que a visualização das imagens ficaria restrita aos familiares”, contou a jovem.

Fonte: G1

Publicado em Deixe um comentário

ADOLESCENTE LEVA A MÃE COM CÂNCER TERMINAL COMO SEU PAR NO BAILE DE FORMATURA

Uma família de Idaho está tentando conviver da melhor maneira possível com um diagnóstico devastador, recebido em fevereiro. Médicos descobriram que Kerry Huffaker tem um tumor no cérebro e teria entre 9 e 20 meses de vida. Semanas depois, os filho dela, Dylan, de 17 anos, fez uma linda surpresa e a convidou para acompanhá-lo no baile de formatura, a cerimônia mais importante para um jovem dos Estados Unidos.

“Eu fui pega de surpresa, com certeza”, disse Kerry à ABC News. “Eu tento não pensar muito sobre o futuro. Eu tento viver o presente da melhor maneira, mas pensei ‘Quem vai dançar com o meu filho no casamento dele’”, comentou Kerry.

A mãe contou que a princípio não estava convencida de que deveria ir ao baile.

“Minha reação foi: ‘Você não quer ir ao baile com sua mãe, velha e careca. Você vai ficar constrangido’”, disse ela à emissora. “Ele respondeu: ‘Não, não vou. Vou ter a companhia mais linda lá’”.

A melhor parte da noite foi quando o DJ esvaziou a pista de dança para deixar Dylan e Kerry compartilharem um momento especial. Eles dançaram juntos a música “The dance”, de Garth Brooks.

“Foi a coisa mais linda que eu já vi”, disse Dylan à ABC. “Eu pensei sobre isso e posso olhar para trás daqui a anos e me lembrar de quem foi ao baile comigo. Eu vou saber que foi alguém que eu amava e que significava muito para mim”.

Fonte: Extra

Publicado em Deixe um comentário

DEPOIS DE PERDER A TIA, GAROTINHA DISTRIBUI “KITS DE QUIMIOTERAPIA” PARA CRIANÇAS COM CÂNCER

Fonte: Claudia Online

Nem todas as crianças são capazes de lidar com a perda de alguém muito importante. Muitas vezes, todo o sofrimento envolvido em tratamentos contra doenças devastadoras como o câncer acaba transparecendo para os pequenos toda a angústia e a tristeza dos efeitos colaterais da quimioterapia.

E é pela aguçada sensibilidade infantil que situações com estas podem ativar o gatilho de alguns traumas. Mas nem sempre eles lidam dessa forma, há exceções que nos surpreendem, como é o caso de Madeline Domian, uma garotinha de apenas 10 anos.

Maddie, como prefere ser chamada, recorda-se claramente do quão doente e debilitada sua tia Kathi estava quando ela a visitou no hospital.

Diagnosticada com câncer no sistema gástrico aos 65 anos de idade, Kathi acabou não sobrevivendo e faleceu no primeiro dia de setembro do ano passado. Foi então que a menina resolveu que precisava fazer alguma coisa para que as pessoas não se deprimissem tanto durante o tempo em que estavam submetidas às sessões de quimioterapia e radioterapia.

Foi então que ela teve a ideia de distribuir um “kit de quimioterapia” com meias, cobertas, lápis de cor, jogos, cremes, balas e chicletes para os pacientes que foram diagnosticados com câncer. “Eu não acho que ninguém gosta de ficar doente, especialmente crianças. Tudo o que elas querem é brincar e se divertir”, disse Madeline em entrevista ao site TODAY.com.

A iniciativa da garotinha foi tão bem recebida que até mesmo a sua escola em Fenton, no Missouri, que acabou abraçando sua ideia. No dia 15 de janeiro, ela ministrou uma assembleia apresentando seu projeto para todas as turmas, em que explicava a relação com sua querida tia e os motivos que a encorajaram a fazer isso para que todos pudessem ajudá-la. “Nós não tínhamos a menor ideia de que Maddie queria fazer algo tão grandioso. Temos muito orgulho dela,” disse sua mãe Michelle Domian.

Foi através de um concurso para ver qual série, desde o jardim de infância, até a quinta, era capaz de coletar o maior número de itens para serem embrulhados cuidadosamente por ela e entregues ao maior número de pessoas possível. Madeline e seus amigos conseguiram juntar 50 kits que foram levados ao hospital infantil St. Louis na última semana.

Kinsey Siadek, de 17 anos, foi uma das pacientes que recebeu o presente. Diagnosticada com osteossarcoma, ela ficou muito feliz em receber o kit. A coberta foi o presente que mais gostou, mas o gel higienizador de mãos é a lembrancinha que mais tem usado: “Sabendo que o cobertor foi feito à mão dá um significado especial para ele,” disse Siadek. “Eu não consigo acreditar que uma menina fez isso tudo por pura bondade.”

Quando sua tia foi diagnosticada com câncer, em setembro de 2013, Maddie e sua irmã mais nova começaram a vender biscoitos na tentativa de arrecadarem fundos para a Sociedade Americana do Câncer. Mas depois do seu falecimento, a pequena pensou em fazer algo muito mais grandioso como uma forma de homenagear Kathi.

O mutirão da sua escola vai terminar daqui há duas semanas com um torneio de queimada como premiação, mas a garotinha vai continuar criando seus kits com o dinheiro que está conseguindo online. “Eu espero fazer crianças com câncer sorrirem e que elas percebam que outras pessoas se importam e acreditam que elas podem vencer. Eu acredito nelas,” arrematou a pequena-grande Madeline.

Publicado em Deixe um comentário

MÃE E FILHA SÃO DIAGNOSTICADAS COM CÂNCER NO MESMO ANO

Mãe e filha lutam contra o câncer depois que ambas descobriram no mesmo ano que tinham a doença.  Aos 17 anos de idade, a australiana Bethany Carlton foi diagnosticada com câncer de mama. Sua mãe, Mybritt Larsen, de 47, recebeu o mesmo diagnóstico meses depois.

Poucos dias antes de completar 18 anos, Bethany teve que remover um nódulo de sua mama. Porém, depois de realizar novos testes, a jovem descobriu que tinha um tipo raro de câncer no músculo que só é diagnosticado seis vezes ao ano na Aust.

Seu novo tratamento de quimioterapia duraria, no mínimo, 12 meses. “Eu chorava, chorava e chorava”, diz Bethany ao site “Brisbane Times“.

Em meio a esses acontecimentos, a mãe da adolescente foi diagnosticada com câncer de mama. “Ela entrou no meu quarto e disse ‘eu tenho uma coisa pra te falar… eu tenho câncer’. Eu fiquei apenas pensando: ‘isso é sério?’ Eu comecei a rir e ela também e eu disse ‘desculpe, eu me sinto péssima, mas qual a chance de isso acontecer?’”, comenta.

Bethany explica que embora tenha vivido momentos difíceis, ela sente-se feliz por ter o apoio de sua família e amigos e, principalmente, de sua mãe. “Quando ela está doente eu cuido dela, e quando eu fico doente ela cuida de mim. Sinto que podemos enfrentar isso juntas”, completa. As duas seguem fazendo quimioterapia.

Fonte: Catraca Livre

Publicado em Deixe um comentário

IRMÃS DESCOBREM CÂNCER QUANDO MÃE COMEMORAVA TER VENCIDO A DOENÇA

As três irmãs australinas Cassie Ford, Kristal Ford-Spencer and Katie Warrent são melhores amigas, e não passam um dia sequer sem manter contato. Na época em que a mãe comemorava 20 anos de superação de um câncer no ovário, Katie, de 30 anos, começou a sentir alguns sintomas diferentes e foi ao médico ver o que estava acontecendo.

Katie sentia dores no estômago e inchaço quando comia algum alimento mais pesado. Quando as dores aumentaram, ela procurou um hospital. Depois de quatro meses de investigação, o diagnóstico veio: era câncer no intestino.

“Por causa da minha idade e pelo fato de não ter histórico, os médicos não consideraram que podia ser câncer no intestino. Quando eu descobri, foi assustador, mas eu pensava “graças a Deus que não é com Kristal ou Cassie”, disse Katie, ao jornal DailyMail.

Katie passou por uma cirurgia de emergência para remover a parte do intestino afetada pelo câncer e passou por seis meses de quimioterapia intensa, mas logo no final do tratamento ela descobriu que o câncer tinha voltado.

“Meu tumor estava crescendo no sentido da coluna, e estava em outra parte do intestino, o que é algo muito raro de acontecer durante a quimioterapia, segundo os médicos”, disse.

No dia seguinte, no entanto, a outra irmã de Katie, Kristal, de 33 anos, recebeu uma notícia desagradável: estava com câncer de mama.

“Eu senti o nódulo anteriormente naquele ano e pensei ‘sem chance [de ser um câncer]’”, disse Kristal. “Eu fui ao médico alguns meses depois e eles me mandaram para uma mamografia urgente.

Ela, que não estava preocupada por causa do nódulo, recebeu o aviso que teria de voltar ao médico em no máximo 24 horas.

“Eu tinha feito ultrassons e exames anteriormente e eles nunca me ligaram pedindo para voltar ao médico”, contou Kristal.

A médica que leu meu diagnóstico disse: ‘você tem uma massa maligna’. Eu tenho certeza que ela não quis dizer as palavras ‘você tem câncer”.

O câncer de Kristal já estava avançado, e o nódulo tinha 14 centímetros. A cirurgia foi agendada para o mesmo dia.

Depois dessa notícia, os médicos aconselharam a outra irmã, Cassie, de 31 anos, a fazer um exame nas mamas, por precaução.

“Eu voltei para casa naquela noite e senti um nódulo no meu seio esquerdo”, disse Cassie. “Eu acabei fazendo uma ultrassom e, quando a ultrassonografista colocou o aparelho sobre o nódulo, a feição dela mudou. Era apenas cinco semanas depois da recidiva de Katie”, conta Cassie.

Segundo Cassie, a doença não era tão séria como a de Kristal, mas ela foi diagnosticada com câncer de mama estágio dois.

As três irmãs, então, começaram a fazer quimioterapia juntas.

“O câncer pode ser isolador, mas eu nunca me senti sozinha. Se eu tinha um dia ruim, eu tinha duas pessoas que sabiam exatamente pelo que eu estava passando”, disse Cassie.

“Foi muito difícil, porém. Como você pode focar na sua saúde quando você está tão preocupada pela saúde delas”?, disse Katie.

“Eu acredito que estamos sendo constantemente bombardeadas com amor e apoio, e se nós estamos nos sentindo pra baixo, há alguém para nos ajudar a sorrir de novo”, disse Katie, que continua lutando contra o câncer junto com suas irmãs.

Fonte: IG