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EM DECISÃO LIMINAR, STF SUSPENDE LEI QUE LIBERAVA PÍLULA DO CÂNCER

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram suspender a lei que liberava o uso da fosfoetanolamina sintética, conhecida como “pílula do câncer”. O uso tinha sido autorizado por uma lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pela presidente afastada Dilma Rousseff em abril.

A chamada “pílula do câncer” não tem liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) por não ter ação contra o câncer comprovada cientificamente e nem ter sido testada em humanos.

No total, seis ministros votaram pela suspensão liminar (provisória) da lei, conforme a ação protocolada pela AMB (Associação Médica Brasileira). O relator, Marco Aurélio Melo, considerou haver potencial dano em liberar a substância sem a realização de estudos científicos e registro do medicamento pela Anvisa.

O argumento foi confirmado nos votos dos ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.

Com mais tempo para analisar os argumentos, o STF ainda deve julgar novamente se a lei é ou não inconstitucional. O relator da ação continua sendo o ministro Marco Aurélio, que não tem prazo para terminar a análise — enquanto isso, o uso e comércio estão proibidos.

Argumentos contra autorização

O ministro Luiz Fux argumentou também que a liberação da pílula poderia onerar o Estado, já que as universidades não possuem estrutura para produzir em larga escala um medicamento –a USP foi obrigada por diversas ações judiciais a fornecer o medicamento para pacientes de câncer. “Há ainda o medo de que a substância faça os pacientes abandonarem os tratamentos tradicionais”, disse Fux.

Luís Roberto Barroso lembrou, em seu voto, que a Anvisa possui programas que viabilizam o uso de medicamentos experimentais, sem registro, no tratamento de doenças que não tenham alternativa terapêutica satisfatória. “A fosfoetanolamina sintética poderia ser oferecida no âmbito desses programas, com autorização da Anvisa.”

Quatro ministros votaram pela liberação para pacientes terminais

O ministro Edson Fachin considerou que a lei deveria ser mantida para pacientes terminais pois não caberia ao Estado estabelecer o que um cidadão pode ou não usar como medicamento, evocando o direito de autonomia e da autodefesa da vida.

“Por isso, quando não houver outras opções eficazes, pode haver relativização do controle do medicamento. Nesses casos cabe ao Congresso Nacional reconhecer o direito de pacientes terminais usarem o medicamento mesmo que os riscos sejam ainda desconhecidos”, explicou.

Fachin, Rosa Weber, Dias Toffoli e Gilmar Mendes defenderam que a liberação da substância fosse mantida no caso de pacientes terminais, mesmo sem as devidas pesquisas científicas requeridas pela Anvisa.

Testes em humanos serão iniciados

A fosfoetanolamina sintética foi desenvolvida inicialmente por mais de 20 anos no Instituto de Química da USP (Universidade de São Paulo), em São Carlos, por uma equipe coordenada pelo professor aposentado Gilberto Chierice. Durante anos, a substância foi distribuída gratuitamente para pessoas interessadas.

Uma determinação da USP, no entanto, impediu a distribuição, o que fez com que muitos pacientes entrassem na Justiça para conseguir acesso ao medicamento. Muitos doentes garantem ter detectado efeitos positivos ao usar a “pílula do câncer”, mas análises iniciais não comprovaram sua eficácia.

Após diversos protestos e decisões judiciais, uma lei foi aprovada pelo Congresso Nacional permitindo a comercialização e uso da substância mesmo sem registro da Anvisa.

Enquanto isso, alguns centros pesquisam sobre a eficácia da substância. Um laboratório já foi autorizado a produzir a fosfoetanolamina sintética para análises clínicas. Até o momento, foram manufaturados 35 quilos da chamada “pílula do câncer” para serem testadas em pacientes de hospitais em um trabalho coordenado pelo Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo).

Em um primeiro momento, o estudo definirá a dose a ser ministrada em dez pacientes. Também serão analisados efeitos colaterais graves. Não havendo problemas, 21 voluntários passarão a tomar a substância. Entre outros, estarão envolvidos doentes com tumores no pulmão, próstata, fígado e estômago. A intenção é ir ampliando o número de pacientes até chegar a 1 mil.

Fonte: UOL

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QUIMIOTERAPIA E BELEZA NO PONTO DE ENCONTRO

A Revista Ponto de Encontro é produzida pela Drogaria São Paulo a cada dois meses, levando conteúdo de qualidade e informações para as pessoas. Suas matérias falam sobre qualidade de vida, saúde, beleza e outros assuntos super importantes!! Começou com a produção de 300 mil exemplares mas a demanda foi tanta que dobraram!!! Agora são 600 mil exemplares!

Eu participei de uma matéria da edição de Março/Abril. Nessa edição a revista fala sobre: SUPERAÇÃO. Eu e o Fernando Fernandes, atleta olímpico, falamos sobre.

Eu falo sobre como foi meu diagnostico, como eu lidei com tudo isso. Você pode conferir:

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GOVERNO DE SP ANUNCIA LABORATÓRIO QUE VAI PRODUZIR “PÍLULA DO CÂNCER”

Estudada pela USP (Universidade de São Paulo) há cerca de 20 anos, a fosfoetanolamina será produzida para um projeto de pesquisa para estudar a eficácia do medicamento.

Nesta sexta-feira (5), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que irá investir aproximadamente R$ 5 milhões para produzir a “pílula do câncer” na cidade de Cravinhos, interior do Estado.

O laboratório PDT Pharma vai ser responsável pela sintetização da substância. Após a produção, o medicamento será encapsulado pela Furp (laboratório farmacêutico oficial do Governo do Estado de São Paulo, ligado à Secretaria da Saúde) e, a partir daí, será iniciada a fase de testes em pacientes.

“A definição do laboratório é um passo muito importante. Esta é a última fase, que estabelece a segurança e a eficácia da substância. Depois, a Secretaria da Saúde vai verificar o critério mais adequado para iniciar o tratamento em até mil pacientes, de diversas patologias”, explicou Alckmin, que fez o anúncio na cidade de Matão, também no interior.

Por meio do Instituto do Câncer (Icesp), o governo deve iniciar um projeto de pesquisa para testar a fosfoetanolamina sintética para o tratamento do câncer. Inicialmente, o estudo terá duas fases:

No estágio 1, está prevista a inclusão de mais 21 pacientes para cada um dos 10 grupos (tipos) de tumor: cabeça e pescoço, pulmão, mama, cólon e reto (intestino), colo uterino, próstata, melanoma, pâncreas, estômago e fígado.

Já no estágio 2, se iniciará com mais 20 participantes em cada grupo. Progressivamente, desde que se comprove atividade relevante, a inclusão de novos pacientes continuará até atingir o máximo total de 1.000 pessoas (100 para cada tipo de câncer). A estratégia adotada permitirá melhor compreensão da substância, de acordo com o governo.

O protocolo de pesquisa ainda precisa de aprovação final da Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Conselho Nacional de Saúde – CNS).

Fonte: Diario SP

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ADEUS, DAVID BOWIE

Hoje o dia amanheceu cinzento e chuvoso. A notícia que dei de cara foi chocante e inesperada:

“O cantor britânico David Bowie morreu na noite de domingo (10). De acordo com uma nota oficial publicada na página oficial do cantor no Facebook, Bowie batalhava contra o câncer há 18 meses. O cantor havia completado 69 anos na sexta-feira (8), quando também lançou seu último álbum, Blackstar. O produtor e amigo de Bowie, Tony Visconti, revelou à BBC que Blackstar foi seu presente de despedida para o mundo. “Sua morte não foi diferente de sua vida – um trabalho de arte. Ele fez Blackstar para nós, seu presente de despedida”, disse.” (Fonte: Época).

Eu, uma fã do artista, me abalei. Bowie fez parte da minha vida de forma ativa. Foi meu primeiro amor platônico, e as músicas eram trilhas sonoras para minha vida. Hoje acordei emocionada, como se uma energia me tocasse. Ele era uma figura única, de muito talento e explosão artística. Era força, coragem, tudo em um ser só. Quem não conhece o raio no rosto? Ele era raio! Não podia de deixar aqui registrado minha homenagem ao artista. Hoje logo cedo encontrei meu amigo Wladmir DalBó e fizemos essa foto que tanto represente esse dia, esse momento, esse artista, esse sentimento.

Heroes, uma das minhas músicas favoritas do artista:

Se você não conhece muito do artista, recomendo a matéria da Folha conta sobre a vida dele – e acredite, vale a pena conhecer:

“Bandas medianas de rock costumam lançar um ótimo primeiro disco. Mas, em geral, essa estreia é sua obra-prima e os caras nunca mais conseguem chegar ao patamar inicial.Grandes compositores, por outro lado, melhoram com o tempo. Mas o primeiro disco, invariavelmente, já causa um bom estrago.David Bowie, curiosamente, não. Lançou três discos ordinários, conquistou um sucesso, e parecia fadado a engrossar a gigantesca lista de cantores de um hit só.

É um enorme espanto que, com um começo tão pouco promissor, o inglês tenha se tornado um dos maiores artistas que o mundo pop forneceu não só à cultura, mas aos costumes do século 20.

Afinal, caso você estivesse respirando o ar dos anos 1960, nada indicava que Bowie seria esse fenômeno, que ganhou o apelido de camaleão do rock, misturando o gênero com soul, depois com disco e finalmente com música eletrônica.

Mais do que Beatles ou Bob Dylan, Bowie se destacou por fazer algo além de rock. Arquitetava colaborações com designers, fotógrafos e cineastas e devolvia músicas, mas também modas (o cabelo vermelho arrepiado em cima e batido do lado), imagens (um raio colorido no rosto) e filmes (vide o longa “O Homem que Caiu na Terra”, de Nicolas Roeg, 1976).

INÍCIO MEDÍOCRE

David Robert Jones tinha 15 anos quando montou sua primeira banda, em 1962, mas nenhuma das cinco ou seis das quais participou deu em algo. Logo adotou o Bowie devido à semelhança com o músico Davy Jones, do Monkees.

O sobrenome veio de uma fabricante de facas, e ele aproveitou para espalhar a lenda de que havia sido ferido na vista por uma faca dessa marca, daí o fato de ter a íris do olho direito bem mais dilatada que o normal.
Outra história vem do fato de que a faca Bowie tem gumes dos dois lados, no que seria uma alusão ao bissexualismo do artista.

Seja como for, seu primeiro álbum solo, que leva seu nome, de 1967, é tão ruim que nem mesmo os fanáticos que se vestem como Ziggy Stardust (um de seus personagens) ou pintam o rosto como Aladdin Sane (outro) se lembram que existe. Foi devidamente esquecido.

Os dois seguintes também não brilham, e pouco se salva neles além das músicas que dão título aos discos: “Space Oddity” (1969) e “The Man Who Sold the World” (1970).

“Space Oddity” é ainda hoje uma de suas canções inesquecíveis. Bowie a compôs após assistir a “2001” Uma Odisseia no Espaço” (1968) e conta a história de um astronauta que sai de sua cápsula e não consegue retornar.

Mais do que isso, na primeira jogada de marketing do artista (uma de suas especialidades futuras), foi lançada junto com o primeiro pouso lunar tripulado por humanos, da Apolo 11, em 20 de julho de 1969.

Já “The Man Who Sold the World” é famosa pela versão acústica do Nirvana, de 1993. Mas, em 1970, o que realmente chamou a atenção foi a capa do álbum, com Bowie deitado languidamente em um divã e usando vestido longo.

ZIGGY PÓ DAS ESTRELAS

Foi só a partir do final de 1971 que David começaria a se tornar Bowie. Estava casado com Angela Bowie (a provável “Angie” da canção dos Rolling Stones), tinha um filho a caminho (Zowie, que se tornaria o cineasta Duncan Jones). E estava prestes a fazer 25 anos, idade já bastante considerável no universo juvenil do rock.

Mas os discos “Hunky Dory” e “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” finalmente o colocaram no alto. Daí, e até o final dos anos 1980, todos os seus álbuns frequentariam a lista dos 10 mais vendidos na Inglaterra.

Infográfico: David Bowie – discografia

De “Hunk Dory” (1971), as canções “Changes” e “Life on Mars?” transformaram Bowie em astro.

Já “Ziggy Stardust” (1972) –um álbum conceitual que narra em 11 canções a história de um alienígena roqueiro na Terra, em 11 canções como a faixa-título e “Starman”– o transformou em ícone.

Teatrais, os shows apresentavam Bowie na pele do próprio Ziggy, o primeiro de vários personagens que encarnaria durante a carreira. A jogada atraiu seguidores de todo o mundo, enquanto seu visual magérrimo, com meia arrastão e cabelos vermelhos, começou a ser copiado incessantemente.

Em 1973, foi lançado um filme com a última apresentação dessa turnê histórica, a mais importante de sua carreira.

Foi uma época em que o talento incubado de Bowie jorrava para todos os lados. Em 1972, atravessou o Atlântico e, ao lado de Mick Ronson (o guitarrista de Ziggy Stardust), produziu “Transformer”, de seu ídolo Lou Reed.

O álbum, que apresentou ao mundo nada menos que os clássicos “Walk on the Wild Side”, “Sattelite of Love” e “Perfect Day”, tirou Reed do ostracismo cult e o alçou a estrela mundial.

Cinco anos depois, ele faria exatamente o mesmo com outro de seus heróis, Iggy Pop. Bowie co-escreveu e produziu os dois primeiros álbuns solo do ex-Stooges, “The Idiot” e “Lust for Life”, ambos de 1977, e resgatou Iggy do anonimato, dando-lhe uma roupagem de artista mais refinado que resiste até hoje.

EUA E ALEMANHA

O sucesso mundial com Ziggy Stardust abriu o horizonte de Bowie, cujo disco seguinte foi gravado em Londres, Nova York e Nashville. “Alladin Sane”, de 1973, trazia um jogo de palavras com os EUA, “a land insane” (uma terra insana), e colocou um álbum do artista pela primeira vez no topo da parada britânica. Na capa, Bowie aparece com o famoso raio azul e vermelho pintado no rosto.

Seguiram-se o LP de covers sessentistas “Pin Ups” (1973) e “Diamond Dogs” (1974), outro trabalho conceitual, desta vez traduzindo em versos e canções o livro “1984”, de George Orwell. Ambos alcançaram o primeiro lugar na Inglaterra.

É nesse momento de grande sucesso em sua terra natal que Bowie a abandona. Muda-se para os Estados Unidos e, lá, grava dois álbuns inspirados na música norte-americana, “Young Americans” (1975) e “Station to Station” (1976), abraçando o funk, o soul e assumindo um novo personagem, chamada The Thin White Duke.

Neste último álbum, gravado sob alto consumo de cocaína, Bowie começava a se aproximar do rock minimalista baseado em sintetizadores que seriam a força propulsora de seus próximos três discos.

Buscando novo ambiente para se livrar das drogas, mudou-se para Alemanha e, em parceria com Brian Eno, gravou entre 1977 e 1979 a chamada “trilogia de Berlim”. “Low”, “Heroes” e “Lodger” são álbuns mais complexos, com menos hits, mas festejados na época e lembrados até hoje como alguns dos melhores de sua carreira.

MEGA-SUCESSO

Apesar de a trilogia de Berlim ter vendido bem na Inglaterra (respectivamente em segundo, terceiro e quarto lugar nas paradas), atraiu bem menos interesse do resto do mundo.

Em 1980, no entanto, Bowie voltou a aliar sucesso comercial e ótimas críticas pelo álbum “Scary Monster (and Super Creeps)”. Neste ano, também se divorciou de Angie. Foi uma época com diversos hits, como “Ashes to Ashes”, “Under Pressure” (com o Queen), “Modern Love”, “China Girl” e Let’s Dance”, que daria nome ao álbum de 1983.

Bowie havia se tornado uma megaestrela mundial. O resto dos anos 1980 viu grandes canções lançadas em álbuns (“Blue Jean”, “Never Let me Down”), em filmes (“This is Not America”, “Absolute Beginners” e “Underground”) e singles (“Dancing in the Street”, com Mick Jagger).

E então, da mesma forma fulgurante como estourou em 1972, a chama Bowie parece ter começado a apagar a partir de 1989.”

Bowie que somou, que marcou, que raiou, deixou o seu adeus.Mas não digo que isso foi um adeus, pois ele será eterno em nossas lembranças e em suas artes!

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TJ DETERMINA SUSPENSÃO DE FORNECIMENTO DE “CÁPSULAS CONTRA O CÂNCER” DA USP

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo determinou a suspensão do fornecimento da substância fosfoetalonamina, nesta quarta-feira (11). Assim, foram cassadas todas as liminares de primeira instância que obrigavam a Universidade de São Paulo (USP) a fornecer as polêmicas pílulas que supostamente teriam algum efeito contra o câncer. Também foi proibido que juízes do Estado tomem decisões futuras sobre o assunto.

A decisão foi tomada após recurso interposto pelo Estado de São Paulo, que compreendeu que a substância tem efeitos desconhecidos em seres humanos, não é considerada um medicamento e não possui o registro necessário perante a autoridade sanitária competente, podendo causar graves consequências aos pacientes.

O desembargador Sérgio Rui afirmou que a liberação da substância sintetizada em laboratório não é prudente.”É irresponsável a liberação de substância sintetizada em laboratório, que não é medicamento aprovado e que vem sendo utilizada sem um mínimo de rigor científico e sem critério por pacientes de câncer que relatam melhora genérica em seus quadros clínicos, porque não foram realizadas pesquisas exaurientes que permitam estabelecer uma correlação segura e indubitável entre seu uso e a hipotética evolução relatada.”

Mais de duas mil liminares já tinham pedido a droga, que era distribuída pela USP São Carlos. A USP recorreu, afirmando que não tinha condições de produzir o remédio em larga escala e que, além disso, não há pesquisas que atestem a eficácia da droga.

Entenda

Após uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) no começo de outubro, o Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou a suspensão da distribuição das cápsulas do IQSC para quem conseguisse liminar na Justiça. A partir de então a USP estava obrigada a voltar a produzir e distribuir a fosfoetanolamina sintética. Com isso, o IQSC ficou sobrecarregado.

Oncologistas, a USP, o ICQS e os próprios pesquisadores alertam que a substância nunca foi testada em humanos, o que a inviabiliza como remédio. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), responsável por registrar e permitir o comércio de qualquer medicamento no país, diz que a distribuição da droga é ilegal por nunca ter passado por testes clínicos.

Fonte: UOL

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VERMES PODEM CAUSAR CÂNCER? NOVA DESCOBERTA DIZ QUE É POSSÍVEL

Cientistas do Centro para Controle e Prevenção de Doenças nos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), em parceria com o Museu de História Natural da Grã-Bretanha, descobriram que os tumores que mataram um paciente colombiano foram causados por vermes. A descoberta inédita foi publicada na revista científica New England Journal of Medicine na última quarta-feira. “Ficamos surpresos quando vimos que era um novo tipo de doença. Uma tênia que crescia dentro do intestino de um homem teve câncer. As células cancerígenas contagiaram o hospedeiro, que desenvolveu tumores. Acreditamos que seja um fenômeno muito raro”, disse Atis Muehlenbachs, patologista do CDC e um dos autores do estudo.

O caso aconteceu em 2013, quando um colombiano de 41 anos infectado pelo vírus HIV chamou a atenção de médicos da Pontifícia Universidade Bolivariana, em Medelín. Ele procurou atendimento por causa de fadiga, febre, tosse e perda de peso. Após a realização de exames, os resultados revelaram tumores parecidos com câncer em diferentes partes do corpo e também a presença de vermes.

A biópsia mostrou que as células do tumor apresentavam características desconhecidas: elas tinham apenas um décimo do tamanho das células humanas. Diante disso, os especialistas procuraram a ajuda do CDC. A hipótese inicial era que se tratava de um novo tipo de organismo infeccioso. Testes realizados posteriormente, porém, mostraram que as células se fundiam (fato incomum em células humanas) e continham DNA semelhante ao de uma tênia anã (Hymenolepis nana). A espécie mede de 15 a 40 milímetros e pode infectar seres humanos ou roedores.

O caso foi então levado para um especialista do Museu de História Natural da Grã-Bretanha, que confirmou a descoberta. Em entrevista à rede BBC, Peter Olson disse que essa é a única espécie que consegue cumprir todo seu ciclo de vida em apenas um hospedeiro.

Detectada em cerca de 75 milhões de pessoas em todo o mundo, a tênia é o parasita mais frequente nos seres humanos e afeta principalmente as crianças de países em desenvolvimento. Geralmente, o doente não apresenta sintomas, pois ela é expelida naturalmente pelo organismo em pouco tempo. Naqueles que possuem sistema imunológico debilitado, como no caso do paciente colombiano, o parasita pode sobreviver por anos.

A hipótese é que o homem tenha ingerido ovos do parasita a partir de alimentos contaminados. O que ainda não se sabe é se o parasita desenvolveu o “câncer” e transmitiu para o colombiano ou se os ovos penetraram na mucosa intestinal, passaram por mutações e tornaram-se cancerígenos. “Esta é a primeira vez que vimos células cancerosas derivadas de um parasita se espalhando dentro de um indivíduo. Esta é uma doença muito incomum e original”, disse Muehlenbachs, ao jornal americanoWashington Post.

O paciente morreu três dias após a descoberta do DNA da tênia, mas os pesquisadores não sabem se os tratamentos disponíveis atualmente poderiam ter ajudado, devido à extensão e origem dos tumores.

Fonte: Veja

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USP PODE SOFRER SANÇÃO SE DISTRIBUIR PÍLULA DO CÂNCER

A Universidade de São Paulo (USP) corre o risco de sofrer sanções severas caso passe a fabricar as pílulas de fosfoetanolamina sintética para distribuição. O alerta é feito pelo diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Jarbas Barbosa. Segundo ele, a distribuição da substância pode ser considerada ilegal por não ter passado por testes clínicos, não ter aprovação da agência federal e não ser produzida em um laboratório de medicamentos.
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Atualmente, a universidade produz as pílulas apenas para os casos de solicitação jurídica. A USP informou que não vai se pronunciar sobre o caso.

A pílula com suposta ação contra o câncer vinha sendo produzida no Instituto de Química da USP de São Carlos, onde foi desenvolvida por um grupo de pesquisadores liderados pelo químico Gilberto Orivaldo Chierice, hoje professor aposentado. Mesmo sem ter passado pelos testes exigidos pela legislação, foi fornecida gratuitamente a interessados até o dia 29 de setembro, quando o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) vetou a distribuição.

No dia 8 deste mês, porém, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em favor de uma pessoa que solicitou judicialmente o acesso à droga, levando o TJ-SP a voltar atrás e desencadeando uma chuva de liminares pela liberação. A universidade recebia, na semana passada, de 40 a 50 pedidos diários com base em liminares.

“Como por enquanto a USP parou a fabricação (para distribuição), tudo fica como está. Mas se a universidade voltar a fabricar a pílula, seguramente pode-se fazer uma inspeção sanitária e fechar o laboratório”, disse Barbosa.

O diretor da Anvisa, no entanto, admite que o caso é complicado, já que a própria agência não considera que a substância seja um medicamento, o que pode dificultar as sanções. “Do ponto de vista da legislação brasileira, a pílula não é um medicamento, porque só são consideradas dessa forma substâncias que passaram pelos testes clínicos e foram aprovadas pela Anvisa. E a agência só exerce sua função regulatória quando há testes clínicos, ou seja, quando há ensaios em humanos, o que não foi feito.”

Dessa forma, segundo Barbosa, a pílula tem permanecido em uma espécie de zona cinzenta da legislação. “Mas, se for encarada como medicamento, é completamente ilegal: foi produzida em local não autorizado para fabricação de produtos para uso em humanos (em um laboratório de química) e foi distribuída para a população, como se fosse uma espécie de ensaio clínico informal, sem autorização da Anvisa nem das comissões de ética”, afirmou. “Um laboratório produtor de medicamentos que vende drogas sem registro sofre sanções gravíssimas, incluindo o fechamento. Mas é verdade que, nesse caso, não se trata de um medicamento nem de um laboratório de medicamentos.”

Crime. Barbosa afirma que o artigo 273 do Código Penal caracteriza claramente como crime vender, distribuir ou entregar para consumo produto medicinal falsificado ou adulterado sem registro no órgão de vigilância sanitária competente. “A USP deveria interpelar esses pesquisadores e, se os resultados de seus estudos são promissores, ela deve estimular a realização dos testes clínicos.”

A decisão do Supremo, no entanto, complicou a situação da universidade, segundo Barbosa. “A USP decidiu acertadamente suspender a produção quando tomou conhecimento do caso. Mas a decisão do STF, sem base na ciência nem nas regras de pesquisa, causou uma confusão. É preciso proibir a distribuição da pílula. A ordem do STF mandando produzir algo fora das regras legais criou uma situação complexa”, disse.

Depois de liberar a pílula para um paciente do Rio, obrigando a USP a fornecer a substância, o ministro do STF Luiz Edson Fachin alegou que a decisão foi excepcional, em razão de um “paciente cuja narrativa foi que estava em estado terminal”. Para Barbosa, porém, essa explicação pode ter sido fundamentada em um equívoco. “A confusão do STF é que ele considerou a pílula um medicamento em fase experimental, o que não é.”

Segundo Barbosa, Fachin pode ter considerado a aplicação da pílula como um caso de “uso compassivo”, um princípio que permite liberar um medicamento sem o registro da Anvisa.

“Esse princípio se aplica quando temos um medicamento novo e promissor, já na última fase de testes clínicos, destinado a pacientes com doenças graves que não tenham alternativas de terapia com medicamentos registrados. Mas isso não se aplica à pílula de fosfoetanolamina, que nem mesmo chegou à fase de testes clínicos.”

A reitoria da USP não quis comentar o caso e declarou apenas que reitera a nota oficial publicada no dia 14, na qual afirma que “a pílula não é remédio” e que estuda “a possibilidade de denunciar, ao Ministério Público, os profissionais que estão se beneficiando do desespero e da fragilidade das famílias e dos pacientes”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: UOL

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QUIMIOTERAPIA E BELEZA NO DIÁRIO CATARINENSE

E tem Quimioterapia e Beleza no Diário Catarinense também!! A matéria saiu na terça feira e falou sobre o que rolaria ontem em Joinville (como eu já contei pra vocês!) e tem uma entrevista em que contei como foi pra mim receber o diagnóstico, passar pelo tratamento e muito mais!! Confira:

Escritora em tratamento contra o câncer de mama faz palestra sobre autoestima e moda em Joinville

Flávia Flores dá dicas de beleza para mulheres que enfrentam a mesma doença nesta quarta-feira

“O tratamento não é um bicho de sete cabeças. Ele é suportável.” Este é uma das frases usadas pela empresária e escritora Flávia Flores, de 38 anos, para incentivar e apoiar mulheres de todo o Brasil a prosseguirem com o tratamento do câncer de mama sem perderem a autoestima e a vontade de viver.

Nesta quarta-feira, às 19h, ela faz a palestra “Química da vida”, no Shopping Mueller, no Centro de Joinville, faz parte do ciclo de ações do Outubro Rosa “AN”. A escritora contará sua história de enfrentamento do câncer de mama e também sobre as mudanças que aconteceram na vida dela quando descobriu que estava doente e como conseguiu encontrar forças para dar a volta por cima.

Além de palestrar, a catarinense é autora do livro “Quimioterapia e Beleza”, escrito a partir de anotações em seu diário feitas enquanto passava pelo tratamento. Tudo começou em outubro de 2012, quando Flávia descobriu o câncer na mama direita enquanto tomava banho e estava prestes a fazer uma cirurgia plástica. Depois de fazer ultrassom e a mamografia, o resultado veio: era câncer, precisaria retirar o seio. Flavia estava com 35 anos, fora da idade de risco.

— A pior parte é o diagnóstico médico. Quando você descobre que tem câncer, seu chão cai — diz.

Ela lembra que os tratamentos contra o câncer são agressivos, o cabelo cai e retirar os seios é um trauma que afeta a autoestima. Como ex-modelo, a moda sempre esteve presente na vida da escritora. Depois de fazer buscas na internet sobre quimioterapia e beleza, estética e oncologia, câncer e cuidados pessoais e não encontrar praticamente nenhum conteúdo relacionado, Flávia criou uma página no Facebook intitulada Quimioterapia e Beleza para compartilhar dicas. Hoje, a página tem mais de 90 mil curtidas.

— O câncer se não mata, embeleza. A beleza pra mim é uma ferramenta contra o câncer.  Essa beleza que vem durante o tratamento vem de dentro, devagar, e o seu jeito de pensar e de ver o mundo muda. Sonho e autoestima andam juntos. Tanto faz realizar o meu sonho ou o dos outros — afirma.

Serviço

O quê: palestra Química da vida com Flávia Flores
Quando: hoje, às 19h30
Onde: Shopping Mueller, primeiro piso, em frente à loja Marisa
Quanto: Gratuito.

Confira abaixo a entrevista que a escritora concedeu ao jornal “A Notícia”

Como era a sua vida antes de descobrir o câncer?
Flávia Flores —
 Eu trabalhava muito, cuidava pouco de mim, sustentava a casa, meu filho e eu me cobrava muito, parecia que meu corpo pedia para eu ficar quieta até que veio o câncer e me deixou de cama.

Depois do choque inicial, quais foram suas primeiras medidas para lidar com a doença?
Flávia —
 Descobri o câncer de mama em outubro de 2012. Foram três anos de tratamento e agora tem 17 meses que estou sem fazer quimioterapia, mas continuo com o tratamento. Agora faço hormonioterapia.

Você notou certo desconforto das pessoas ao seu redor na hora de tocar no assunto da doença e do tratamento? O que fez para driblar isso?
Flávia — 
Sim, muito. Muitas pessoas se afastaram, ficaram assustadas, penalizaram, vinham falar comigo como se eu tivesse dia marcado para morrer. No começo foi horrível. Aos poucos, fui usando isso como filtro, separando quem realmente se importava comigo, porque os amigos mesmo, as pessoas que se importavam não sumiram, me apoiaram desde sempre. Isso me ajudou a driblar a situação.

Você sempre foi uma pessoa muito vaidosa e sempre encarou a vida com alto-astral. Foi difícil manter esse olhar depois das primeiras sessões de quimioterapia e os efeitos colaterais começarem a aparecer?
Flávia —
 Depois de um ano longe da quimioterapia, hoje avalio a vida de forma diferente e com outros olhos. Eu fui modelo e sempre estive ligada ao mundo da moda, estava acostumada com a beleza dos editoriais de moda, com a cobrança pela nossa aparência impecável. O diagnóstico caiu como uma bomba na minha cabeça. Chorei por dez dias, entrei em desespero. O que seria da minha vida? Cheguei até a sentir vergonha do que estava acontecendo comigo, eu queria me esconder. Você recebe uma notícia dessas e perde o rumo, acha que o mundo acabou ali, só que não. É apenas um recomeço. Não foi fácil, mas ficar chorando pelos cantos também não iria amenizar a doença. O jeito foi vestir o melhor lenço e encarar de frente. Nesses tempos, aprendi a resgatar a autoestima, a ver o outro lado das coisas, a não encarar tudo como o fim, como as vezes fazemos com os alguns problemas diários.

Qual foi a parte que mais mexeu com a sua autoestima durante o tratamento?
Flávia — 
Perder os cabelos não é nada para quem poderia perder a vida não é. Com esse pensamento levei um dia após o outro, da mesma forma que sempre encarei tudo, com alegria, beleza e leveza. Pesquisando e convivendo com pessoas que passavam pelas mesmas dificuldades, descobri que muitas deixaram a autoestima de lado. Desde então, tento ajudá-las a resgatar isso. Com autoestima elevada, o tratamento se torna menos doloroso. Cursos de make, fundação de um banco de lenços, ensaios fotográficos que inspiram qualquer pessoa são provas de que mesmo com algumas limitações a vida pode ser vivida de forma plena. Em março, completei um ano sem quimioterapia e sou uma pessoa muito melhor.

Você acha que a felicidade e o alto-astral são fundamentais para o tratamento do câncer?
Flávia —
 Acho que é fundamental não se deixar entregar, é um período difícil, a gente fica com cara de minhoca, sem cabelo, cílios, sobrancelha. Se a make já é difícil para algumas mulheres tendo tudo isso, imagina sem. Não ter a sobrancelha para se basear e fazer a sombra, passar o delineador. Ficar sem os cabelos é chocante para a maioria, pois é o mais perceptível num primeiro momento. Aí, você se acostuma usar lenços, perucas e vai criando um novo visual.

Depois de criar o “Quimioterapia e Beleza” você notou que pouquíssimos blogs traziam dicas de beleza para mulheres durante o tratamento de câncer. Como foi descobrir sozinha todo esse “nicho”?
Flávia —
 Durante minhas pesquisas, percebi que muito se fala sobre a prevenção, cuidados, o que não fazer durante o tratamento, mas em nenhuma pesquisa se falou de beleza, por isso criei a página e escrevi o livro Quimioterapia e Beleza. A maneira leve de ver a vida, além de ajudar no tratamento, incentiva outras mulheres a cuidar da beleza e resgatar a autoestima. O período de tratamento é delicado física e emocionalmente. Não perdemos apenas os cabelos, muitas ainda perdem também o companheiro, pois ele não consegue segurar a onda de ter ao lado uma pessoa doente e passando por tantos “traumas”. Por isso autoestima é fundamental para seguir em frente.

Mesmo depois de superar o câncer você notou que sua vida mudou no sentido de ter uma vida mais saudável? Ainda é importante discutir a doença?
Flávia — 
Sim, depois do tratamento meus hábitos mudaram em todos os sentidos. Presto mais atenção na minha alimentação, evito situações estressantes, me preocupo muito mais comigo mesma, me preocupo mais com minha saúde.

Movimento
O jornal “A Notícia” se une a movimentos de luta contra o câncer de mama em todo o mundo ao realizar, pelo quarto ano consecutivo, o Projeto Outubro Rosa, que oferece palestras, workshops e conteúdos especiais ao público joinvilense sobre a prevenção da doença.

Na edição de 2015, uma das principais novidades é uma obra do artista plástico Juarez Machado, criada exclusivamente para a campanha. A arte estampa camisetas da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Joinville, e todo o dinheiro arrecadado com as peças será revertido para a instituição. A colunista Adri Buch dá destaque diário para quem adere a causa na sua coluna no “AN”.

Link: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/noticia/2015/10/escritora-em-tratamento-contra-o-cancer-de-mama-faz-palestra-sobre-autoestima-e-moda-em-joinville-4877006.html

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QUIMIOTERAPIA E BELEZA NO R7

Cats, hoje saiu reportagem sobre Quimioterapia e Beleza no R7!!! A reportagem é bem linda e conta um pouquinho sobre como surgiu a página. Adorei as fotos também! Não deixem de conferir:

“Como a mulherada passa por isso?”. Foi o que a ex-modelo Flávia Flores pensou ao ser diagnosticada com câncer de mama e não ter encontrado nenhuma página na internet que pudesse ajudá-la a se manter linda durante a quimioterapia.

— Não encontrei dicas de amarrações [de lenços] e nem de maquiagem pra quem estava passando pelo tratamento. Pesquisei “quimioterapia e beleza”, “câncer e estética”, “oncologia e maquiagem” e nada!

Flávia aproveitou seu vasto conhecimento do mundo da moda e da beleza e decidiu ajudar mulheres que, como ela, procuram na autoestima e na vaidade aliadas para lutar contra o câncer.

A catarinense lançou uma página no Facebook, na qual posta dicas de beleza para pacientes oncológicas, e o projeto fez tamanho sucesso que acabou virando o livro Quimioterapia e Beleza, publicado em 2013.

Quer aprender a fazer amarrações incríveis com lenços? Como cuidar das suas perucas? E a se maquiar?”

Veja toda a matéria em: http://noticias.r7.com/saude/assista-ex-modelo-da-dicas-simples-para-manter-autoestima-na-luta-contra-o-cancer-14102015

E a matéria não para por aí!!

Também tem a parte das fotos e claro, sobre o Banco de Lenços, esse lindo projeto que cresce com muito amor envolvido!! Você ainda não conhece sobre? Não deixe de conhecer: www.bancodelencos.com.br . O Banco de Lenços Flávia Flores doa lenços para as mulheres que estão em tratamento sem custo para elas! Quando a paciente recebe um lenço, ela vai sentir que não está sozinha, que ela tem uma amiga em algum lugar, que passou pela mesma coisa que ela. As mulheres enviam textos com as histórias delas, então, a gente já escolhe o lenço de acordo com o perfil daquela pessoa.

Veja aqui sobre o Banco de Lenços Flávia Flores: http://noticias.r7.com/saude/fotos/ex-modelo-usa-vaidade-para-lutar-contra-o-cancer-de-mama-fiquei-mais-bonita-14102015#!/foto/1