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Câncer Colorretal

Cats, temos acompanhado as notícias do “Rei Pelé”, 80, que passou por uma cirurgia de retirada de tumor no cólon direito, no último sábado. A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica pontua que a idade avançada está entre os principais fatores de risco do câncer de intestino.

De acordo com sua Diretora Dra. Maria Ignez Braghiroli, esse é um câncer que acomete especialmente as pessoas acima dos 50 anos e está muito relacionado à saúde do paciente como um todo. “Por isso, levar uma vida saudável com prática de atividade física e alimentação balanceada são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino. Assim como não fumar e não se expor ao tabagismo”.

Segundo dados do INCA, o câncer colorretal é o terceiro mais frequente em homens, atrás do câncer de próstata e de pulmão, e o segundo mais comum em mulheres, após o câncer de mama.🎀

  • 6 dicas de prevenção:
  • ✅mantenha seu peso corporal em níveis saudáveis
  • ✅evite o consumo de alimentos embutidos e reduza o consumo de carnes vermelhas
  • ✅mantenha uma dieta equilibrada rica em fibras e grãos integrais
  • ✅evite o consumo excessivo de bebidas alcoólicas
  • ✅não fume
  • ✅realize, diariamente, 30 minutos de atividade física
  • Sinais e Sintomas
  • alteração do hábito intestinal
  • sangramento nas fezes
  • inchaço do abdômen
  • mudança da aparência das fezes
  • dor abdominal
  • perda de peso e anemia
  • Exames mais comuns para diagnóstico:
  • sangue oculto nas fezes
  • colonoscopia e sigmoidoscopia
  • Tratamento:
  • geralmente a cirurgia é o tratamento inicial para retirar a lesão
  • quimioterapia
  • radioterapia em alguns casos

Portanto Cats, como sempre frisamos, o diagnóstico precoce é essencial para melhores condições de tratamento e cura. Fiquem atentas aos sinais e conheça o seu corpo!😽

Fontes: SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica)
        INCA (Instituto Nacional do Câncer)
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Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário

Cats, hoje, dia 08 de maio, é considerado o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, data criada para conscientizar e difundir informações sobre este tipo de câncer. 

O câncer de ovário é uma doença silenciosa, pois não apresenta sintomas específicos em seu estágio inicial. Dessa forma, 8 em cada 10 casos são diagnosticados em fase avançada, quando o câncer se espalhou do ovário para outros órgãos da região pélvica e abdominal, reduzindo assim as chances de recuperação. 

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, a cada ano, mais de 6 mil mulheres desenvolvem câncer de ovário. Embora este não seja o tipo de câncer mais comum entre as mulheres, ele é o mais letal entre os tumores de origem ginecológica.

SINAIS DE ALERTA

Como os sintomas do câncer de ovário só surgem quando a doença está em sua fase avançada, eles podem ser confundidos com outras condições clínicas. 

Por isso, os médicos recomendam procurar por um especialista assim que as mulheres notarem problemas como: dor e aumento do volume abdominal, urgência urinária (causada pela compressão da bexiga), perda de peso, sangramento anormal, dificuldade para evacuar e alterações digestivas.

FATORES DE RISCO

Em cerca de 80% dos casos, o surgimento do câncer é influenciado diretamente pelos hormônios. Além disso, a maior incidência está entre as mulheres acima de 60 anos. Dentre outros fatores de risco estão a infertilidade, início precoce da menstruação, menopausa tardia, nunca ter tido filhos (nuliparidade), obesidade e tabagismo.

DIAGNÓSTICO PRECOCE

O diagnóstico precoce é um elemento fundamental para o sucesso no tratamento. 

Quando descoberto na fase inicial, a taxa de sobrevida chega a 90% das pacientes. Nos estágios mais avançados, o índice cai para menos de 50%.

Por isso, Cats, o alerta para os sinais do seu corpo são tão importantes. Caso percebam alguma irregularidade, procure o médico imediatamente. Vamos nos cuidar sempre!

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Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que para 2021 sejam diagnosticados no Brasil 8.460 novos casos de câncer infanto-juvenis (4.310 em garotos e 4.150 em garotas). Esses valores correspondem a um risco estimado de 137,87 casos novos por milhão no sexo masculino e de 139,04 por milhão para o sexo feminino. 

O câncer infantojuvenil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. 

Para chamar a atenção ao assunto, em 2002 foi criado o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil, pela organização Childhood Cancer International e simboliza uma campanha global para conscientizar sobre o tema e expressar apoio às crianças e adolescentes e suas famílias. Assim como nos países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Porém, em torno de 80% deles podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados, por isso a importância de que a família esteja atenta e busque tratamento adequado já no início. 

Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afetam os glóbulos brancos), os que atingem o sistema nervoso central e os linfomas (sistema linfático). Também acometem crianças e jovens o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que originam os ovários e os testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).

Sintomas

Segundo o Inca, os sinais do câncer pediátrico, muitas vezes, são parecidos com os de doenças comuns entre crianças e adolescentes, então caso persistam, precisam ser investigados por profissionais de saúde o mais breve possível. Alguns sintomas são: palidez, manchas roxas, sangramento, dor na perna, caroços e inchaços indolores, perda de peso inexplicável, aumento da barriga, alterações nos olhos, dor de cabeça, fadiga, tontura, sonolência, vômitos pela manhã com piora ao longo do dia, tosse persistente, sudorese noturna e falta de ar.

Por isso, é importante o acompanhamento constante com um pediatra. Por serem predominantemente de natureza embrionária, tumores na criança e no adolescente são constituídos de células indiferenciadas, o que, geralmente, proporciona melhor resposta aos tratamentos atuais. Compreende três modalidades principais (quimioterapia, cirurgia e radioterapia), sendo aplicado de forma racional e individualizada para cada tumor específico e de acordo com a extensão da doença.

Prevenção

A hematologista e hemoterapeuta pelo Inca, Maria Cunha Ribeiro Amorelli (CRM 13.399), que atende na clínica AngioGyn, no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, explica que em núcleos familiares nos quais se percebe um aumento no número de casos de câncer ou tumores graves, raros ou consanguinidade entre os pais, isto é, sejam parentes, é possível fazer o aconselhamento genético pré-natal. “Nas famílias onde já se detectou uma síndrome de hereditariedade do câncer, doenças genéticas herdadas ou raras está indicado o aconselhamento pré-natal para que a família entenda e calcule os riscos de surgimento da doença no seu filho.”

Ela, que também é especialista em hereditariedade do câncer pelo Hospital Albert Einstein, salienta que já existe a possibilidade de seleção do embrião para as famílias submetidas a reprodução assistida. “A técnica é um sequenciamento de nova geração feito nos genes do embrião que permite selecionar embriões que não possuam mutação hereditária”, revela Maria Amorelli.

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Novos tratamentos para câncer de pâncreas

O câncer de pâncreas, apesar de ser um tipo de tumor com baixa incidência na população brasileira, pode ser um dos mais agressivos e mais difíceis de serem tratados, por conta do seu comportamento desfavorável. Além disso, na maioria das vezes o seu diagnóstico acaba acontecendo de forma tardia, sendo esse o fator determinante para a doença que representa 4% das mortes no Brasil, mesmo representando apenas 2% dos casos por ano. 

“A estatística mostra que este é um câncer agressivo e difícil de ser detectado em estágio inicial, o que pode levar a um tratamento um pouco mais complexo. Por isso, o acompanhamento médico frequente pode salvar vidas, ao permitir a detecção precoce da doença”, afirma o Dr. Rodrigo Surjan, cirurgião do Centro de Gastroenterologia do Hospital 9 de Julho, que irá enumerar mais algumas opções terapêuticas.

Entre os sintomas apresentados pela doença estão fraqueza, perda de peso, falta de apetite, dor abdominal, urina escura, olhos e pele de cor amarela, náuseas e dores nas costas. Mas, a maior parte deles também pode ser sintoma de outras doenças, o que acaba colaborando para a demora no diagnóstico. 

A diabetes, por exemplo, pode ser tanto um fator de risco quanto um sintoma do câncer de pâncreas. Por isso, quando ela surge em adultos, é importante buscar ajuda médica para fazer os exames como ultrassonografia (convencional ou endoscópica), tomografia computadorizada, ressonância magnética e/ou exame de sangue, incluindo a dosagem do marcador tumoral Ca 19-9.

Uma das formas mais avançadas de tratamento contra tumores no pâncreas hoje é a cirurgia robótica. A técnica oferece mais segurança ao paciente, ao proporcionar maior precisão para o médico, que opera de um console. Além disso, o campo cirúrgico é visualizado em alta definição e em três dimensões preservando melhor órgãos e estruturas delicadas. 

“A robótica eliminou muitas das limitações técnicas antes resultantes da outra forma de cirurgia minimamente invasiva, a laparoscopia”, explica o médico. O Dr. Surjan também ressalta que o pós operatório tem menor risco de infecção, dor e sangramento, além de reduzir o tempo de internação hospitalar.

Os tratamentos pós-cirúrgicos também têm avançado. Um exemplo é a quimioterapia adjuvante, feita após a cirurgia de retirada do tumor para destruir as possíveis células cancerígenas remanescentes, o que possibilita melhora de sobrevida aos pacientes. “Ao utilizarmos uma combinação de tratamentos, conseguimos ter resultados de longo prazo melhores, com taxa de recidiva menor”, acrescenta o Dr. Surjan.

Outra forma promissora de tratamento que está em ampla investigação são as terapias-alvo que, diferentemente da quimioterapia, reúnem um grupo de medicamentos que atacam alvos específicos das células tumorais, como receptores celulares. “São medicamentos que bloqueiam a reprodução do tumor ao se ligar a estruturas (alvos) específicos das células tumorais, bloqueando sua multiplicação”, explica.

Apesar de os avanços na medicina serem constantes, o primeiro passo a ser tomado é ter hábitos que não contribuam para o surgimento da doença, como não fumar, manter uma rotina de exercícios físicos, controlar o peso para evitar a obesidade e fazer acompanhamento médico regularmente.

Fonte: Hospital 9 de Julho

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Atraso no diagnóstico dificulta tratamento contra câncer ginecológico

Com a chegada do novo coronavírus, todos se viram em um cenário de isolamento e profunda mudança de hábitos. Uma das principais consequências foi o adiamento de consultas médicas e da realização de exames preventivos, que impactou diretamente na detecção precoce de doenças como os cânceres ginecológicos. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), de 50 mil a 90 mil casos de câncer podem ter ficado sem diagnóstico no Brasil apenas nos dois primeiros meses de pandemia.  

A pesquisa que realizamos ouviu cerca de 820 pacientes oncológicas de todo o Brasil, entre 18 e 70 anos, e aponta que muitas pacientes deixaram de se consultar com médicos, realizar exames, receber diagnóstico, iniciar ou manter tratamentos e tiveram até procedimentos importantes cancelados, como cirurgias, radio e quimioterapia.

Os cânceres ginecológicos são aqueles que afetam útero, ovário, endométrio, vulva e vagina. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são registrados aproximadamente 30 mil novos casos por ano dessas doenças combinadas.

Dr. Tiago Kenji Takahashi, diretor técnico do Instituto de Oncologia do Hospital Santa Paula, explica os principais sintomas e como é feito o diagnóstico de cada tipo.

Colo do útero

O câncer do colo do útero é um dos mais frequentes entre as mulheres e, na maioria das vezes, é resultado de infecção pelo Papilomavírus Humano – HPV. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), mais de 16 mil casos são registrados por ano, com mais de seis mil mortes.

“A grande maioria desses óbitos, no entanto, poderia ser evitada com um diagnóstico precoce graças ao Papanicolau, um exame simples e rápido, que pode ser realizado no consultório e deveria ser feito por todas as mulheres anualmente”, diz o especialista. Uma forma também simples de prevenir o surgimento desse câncer é a vacinação de mulheres e homens contra o HPV.

Corpo do útero / Endométrio

Quando a doença afeta o corpo do útero ela tem origem, na maioria das vezes, no endométrio (tecido que reveste o órgão internamente). Dr Tiago explica que é esse câncer é mais comum em mulheres após a menopausa e seu principal sintoma é sangramento e dor pélvica. O INCA estima que o país tem cerca de 6.500 casos ao ano, com aproximadamente 1.700 mortes. O diagnóstico é feito com imagens clínicas e de imagem, como o ultrassom transvaginal.

Ovário

Com apenas cerca de 6.600 casos ao ano, segundo o INCA, esse câncer tem alta taxa de mortalidade. Isso acontece porque é uma doença que não apresenta sintomas em seus estágios iniciais, começando a dar sinais somente quando já está avançado.

Dr Tiago Kenji conta que os primeiros sintomas costumam ser inchaço e dor no abdômen e na região pélvica, dores nas costas e mudança no hábito urinário ou intestinal, como indigestão, prisão de ventre ou diarreia. O diagnóstico precoce, no entanto, é possível com a realização de exame clínico periódico, exames laboratoriais e de imagem.

Vulva e vagina

Menos comum entre os cânceres ginecológicos, esse tipo raro costuma ter desenvolvimento lento e acomete principalmente mulheres idosas. Entre sinais que podem indicar a doença estão o surgimento de uma área na vulva com aparência diferente, com pele mais clara, mais escura ou coloração avermelhada, e com textura distinta da pele ao redor, mais áspera ou espessa. Também podem ocorrer coceiras que não passam, dor local e sangramentos.

“Para o diagnóstico precoce é importante a realização periódica do exame ginecológico clínico, complementado por Papanicolau, colposcopia e, se necessário, uma biópsia da região”, reforça o oncologista.

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ALIMENTAÇÃO PARA ATENUAR OS SINTOMAS DO TRATAMENTO ONCOLÓGICO

Durante o tratamento contra o câncer, que pode ser a cirurgia, quimioterapia e radioterapia, ou mesmo uma combinação destes métodos, alguns efeitos colaterais são comuns e podem até mesmo interferir no apetite e dificultar o momento de se alimentar. O que é importante lembrar é que estes sintomas são temporários e que a alimentação é capaz de ajudar a atenuá-los!

Hoje vamos falar sobre náuseas e vômitos. Aqui vão algumas dicas que podem ajudar a diminui-los:

  •  O odor da preparação, muitas vezes, pode aumentar o enjoo. Prefira preparações que possam ser consumidas frias e se possível, tente comer em algum lugar mais arejado.
  • Não fique muito tempo em jejum! Vá se alimentando aos poucos, várias vezes ao dia.
  • Se a consistência normal da comida for um incômodo, prefira alimentos mais macios, preparações em consistência de purês, cremes, mousses ou flans. Aposte nos sucos, picolés e milk-shakes durante o dia!
  • O gengibre é um alimento considerado antiemético, ou seja, contém substâncias que promovem a diminuição das náuseas e vômitos. Inclua-o em suas preparações. Os sucos ficam mais refrescantes e deliciosos com o gengibre!
  • Experimente preparar seus sucos com água de coco! Eles ficam mais leves e mais fáceis de serem tomados. Os alimentos cítricos também são uma boa aposta. Limão, abacaxi, laranja, maracujá são algumas opções. Mas caso você tenha outros sintomas, como feridas na boca, esses alimentos não são indicados!
  • Não deite logo após as refeições.
  • Coma devagar, sem pressa, leve seu tempo. Tenha paciência nesse momento que pode ser bastante difícil, mas que é super importante durante o tratamento.

Aqui vai uma receitinha super fácil de purê de batata doce. Ótima fonte de energia!

Ingredientes:

3 batatas doces pequenas

Água para o cozimento

1 xícara (chá) de água filtrada

2 colheres (sopa) de manteiga

Sal a gosto

Modo de preparo:

Lave as batatas-doces e leve à panela com a quantidade de água necessária para cobri-las e com o sal. Deixei cozinhar por aproximadamente 20 minutos ou até ficar macia (use um garfo para furá-las). Depois de cozidas, descasque as batatas e amasse-as com garfo ou se necessário, passe no espremedor de batatas ou mixer. Leve ao fogo acrescentando 1 xícara (chá) de água aos poucos. Desligue o fogo e acrescente a manteiga, misturando bem, até que esta esteja derretida. Agora é só servir!

Nutricionista, Bruna Diniz, CRN-3 45820/P.

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SINTOMAS QUE PODEM APONTAR UM POSSÍVEL CÂNCER NOS OVÁRIOS

“Todos os anos milhões de mulheres no mundo recebem o diagnóstico de câncer nos ovários, na qual se estima que seja a quinta principal causa de morte de câncer entre as mulheres.

O ginecologista e oncologista David Cohn explicou à revista Glamour que apesar de geralmente não haver sintomas específicos de câncer nos ovários, a mulher deve estar atenta aos sinais e sintomas que o corpo pode manifestar e fazer essa informação chegar ao seu médico.

A ginecologista Lauren Streicher diz que há dois sintomas particulares que podem ser muito importantes para o diagnóstico: o inchaço abdominal persistente e urinar mais do que o habitual.

Apesar de admitir que são sintomas “vagos”, a especialista explica: “se acorda todos os dias e sente muita pressão abdominal e sente-se inchada, se urina com muita frequência, é algo a que deve dar atenção”. “Pode não ser nada mas a maioria das mulheres com câncer nos ovários reportou ter estes sintomas”.

Não é preciso entrar em pânico caso tenha estes sintomas. Apenas confirme se são mesmo muito frequentes e fale com o seu médico de família sobre isso. Se ele a aconselhar, faça exames. A detecção precoce da doença é essencial para garantir a cura.”

Fonte: Notícias ao Minuto