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MARIDO TEM ATITUDE EMOCIONANTE COM ESPOSA QUE LUTA CONTRA O CÂNCER

Uma foto compartilhada na internet tem levado às lágrimas muitos usuários da rede. Isso porque Mackenna Newman, 17 anos, da Califórnia, Estados Unidos, tirou uma foto do pai em uma bela atitude ao cuidar da esposa, Marci, que luta contra um câncer.

Na imagem, Jon Newman aparece do lado de fora do quarto dela, sentado em uma mesa e mexendo no computador. Marci passou por uma sessão de radioterapia e teve que permanecer no isolamento. Para que ela não se sentisse tão sozinha, o marido decidiu que o melhor seria trabalhar ali na porta.

“Minha mãe tem que ficar no quarto isolada após a radioterapia para tratar o câncer. Então, meu pai colocou a mesa de trabalho dele na porta para fazer companhia. Estou chorando”, disse Mackenna. Logo a foto viralizou.

Em entrevista ao BuzzFeed, a garota contou que o pai ficou do lado de fora o tempo todo. “Eu achei muito fofo porque ele estão apaixonados. A quantidade de amor que eu recebi foi maluca, não esperava nada disso. Sou muito grata”, disse.

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My mom has to stay in her room in isolation for her cancer radiation so my dad set up a desk at her door to keep her company and I’m crying12:22 PM – 14 Apr 2017

Fonte: Metropoles

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APÓS VENCEREM O CÂNCER, HOMEM PEDE NAMORADA EM CASAMENTO DENTRO DE AVIÃO

Rio – A história que será escrita nas próximas linhas poderia ser enredo de um livro de Nicholas Sparks, roteiro de um filme de Woody Allen ou cantada em uma música de Elton John. Mas é real e aconteceu aqui mesmo, no Rio de Janeiro. Na verdade, no trecho entre Rio e Goiânia do voo 5052 da companhia Azul, na última quinta-feira, dia 30 de março. Foi ali que o carioca Paulo Teles, de 34 anos, pediu a mão da namorada, a goiana Ana Caroline, de 33 anos, em casamento.

Paulo combinou com os tripulantes do voo para fazer a surpresa. No alto falante, o comandante contou, resumidamente, parte da história de cinema do casal. Entre os episódios, o câncer que atingiu ambos e uma perda brusca de um parente. Mas acima de tudo, muita fé, cumplicidade e amor, tão necessários nos tempos atuais.

De constipação a um grave câncer

A vida de Paulo era parecida com a de muitos homens da mesma faixa etária e classe social. O delegado da Polícia Federal conseguia unir a dura rotina da profissão com campeonatos de polo aquático. Praticante de esporte, bom emprego, tipo físico saudável, nada disso foi suficente para impedir que uma grave doença mudasse sua vida.

Era 2 de junho de 2016 e o carioca estava em Brasília fazendo um curso da corporação. Uma simples constipação o levou à emergência do Hospital de Brasília, onde uma tomografia detectou um câncer de colón, com metástase no fígado e obstrução parcial no intestino. Diagnóstico grave, que exigia operação de urgência. “Na hora, o mundo para e a cabeça gira. Você se sente num pesadelo, ou filme de terror, no qual é o protagonista, sem querer jamais ter sido indicado sequer para o papel de coadjuvante”, conta Paulo.

A equipe de polo aquático onde joga Paulo, o segundo da esquerda para direita na fila de trásReprodução/Facebook

Em meio ao espanto da notícia, decidiu fazer o tratamento no Rio, onde mora. A internação foi imediata e o primeiro procedimento seria a desagradável colostomia. Mas decidiu ouvir uma segunda opinião e se consultou com Dr. Alemar Roger Salomão, cirurgião-geral e oncológico. Foi Dr. Salomão que iniciou a recuperação, ou, como chama Paulo, o milagre, sem passar pelo procedimento delicado, que significava abrir o cólon e usar uma bolsa para a eliminação das fezes.

O médico decidiu desobstruir o intestino, evitando a desagradável colostomia. Deu certo. Depois, era operar o órgão, quimioterapia, operação no fígado e mais quimioterapia. “Parece simples e rápido. No dia a dia, é um mundo de provação, medo e muitas incertezas”, revela o delegado.

A nova vida de Paulo apenas começava. Sempre ao lado dele, os pais, seu José Luiz e dona Isabel. E claro, Ana Caroline, a “leoa”, nas palavras do próprio noivo.

Depressão, questionamentos, fé

Paulo, na cama do hospital. Em depressão, o carioca pensou em se matarReprodução/Facebook

Durante a árdua caminhada em direção a cura, Paulo sofria. Não só com as dores físicas, mas também as psicológicas. Como quando contou aos pais sobre a doença que lhe atingiu. “Eu chorava e pedia desculpas, como se fosse culpado de algo. Sempre levei uma vida saudável, praticando esporte e alimentando-me bem, então por que adoeci?”, questionava-se.

Após a cirurgia, Paulo percebeu que se recuperava da doença. Mas não recuperava a sua vida. Com uma série de limitações, o delegado entrou em depressão. Veio a sofrida quimioterapia e o poço ficava cada vez mais fundo. “Querer acabar com a própria vida era uma questão de quando e como”, admite.

Foi quando apareceu a fé. Paulo recebeu cartas psicografadas do irmão, o agente penitenciário Tiago Teles de Castro Domingues, que foi morto aos 31 anos após reagir a um assalto na Tijuca, na Zona Norte do Rio. O alento veio na hora necessária.

Para ajudar a vida dos médicos – e a sua própria – Paulo recorreu ao celebrado médium João de Deus, que em seu currículo tem cirurgias espirituais nos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, entre outras personalidades. “Fiquei mais grogue do que as cirurgias físicas”, conta o delegado sobre a cirurgia espirtual feita com médium.

A equação para a esperada cura se fechava com a operação espiritual feita por João de Deus. Paulo, que já contara com o providencial tratamento urgente do Dr. Alemar Roger Salomão, tinha também aos seus cuidados a equipe do oncologista Dr. Carlos Gil Moreira Ferreira, e claro, todo amparo da família e da namorada, além da ajuda da amiga e psicológa Drª. Tereza Vasconcellos.

A batalha da ‘leoa’

Auditora fiscal, a goiana Ana Caroline Rabelo Umbelino, de 33 anos, passou por provação parecida um pouco antes. Em 20 de janeiro de 2015, retirou um tumor do seio maxilar de cerca de 5 cm, que os médicos descobriram mais tarde ser maligno. Cinco meses depois, passaria por nova cirurgia, dessa vez, para que fossem retiradas as margens de risco da doença voltar ou se espalhar.

Quando descobriu que Paulo estava com câncer, Ana Caroline demorou a acreditar. “Achei que ele estivesse brincando. Afinal, fazia apenas um ano e alguns meses que tínhamos passado pela minha doença. Nos primeiros dias, eu chorava muito. Depois, passado o susto, tinha muita fé que ele ficaria curado”, confessa.

Estar ao lado do namorado no momento mais difícil exigia não só fé, mas também muita paciência e compreensão. “Tinha que me recompor porque precisava passar confiança pra ele. Ele estava com depressão, falando o tempo todo que iria se matar”, revela.

O amor está no ar, literalmente

Vencida as batalhas de saúde, chegava o momento de sacramentar os três anos de amor entre Paulo e Ana Caroline, que se conhceram em uma festa no Rio de Janeiro. O noivo escolheu um lugar que tivesse a ver com o namoro. A rota Rio-Goiânia, feita pela Azul, era parte do relacionamento do casal ao longo da união. Bastou então combinar com a tripulação e fazer o esperado pedido. “Estávamos vindo pra Goiânia, como fazíamos sempre. Para mim, seria apenas mais um voo nosso, igual a todos os outros. Fiquei sem acreditar quando comecei a ouvir o comandante contando a nossa história”, se emociona Ana.

O casamento ainda não tem data marcada, e eles pensam em ter filhos, mas não por enquanto. Paulo se sente “200% melhor do que antes” e diz que torce para que seja “o fim de uma guerra e não apenas de uma batalha”. E tal qual Rocky Balboa, o personagem do histórico filme, sabe que ninguém vai bater mais forte que a vida. “Não importa como você bate, e sim, o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha”, finaliza.

Reportagem do estagiário Caio Bellandi

Fonte: O Dia

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CÃO LABRADOR LEVA ALEGRIA A CRIANÇAS EM TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER

As crianças que esperavam por atendimento no setor de oncologia da Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente receberam nesta quarta-feira (1º) a visita inesperada de um cão, da raça labrador. A iniciativa faz parte do projeto “Amicão”, do Fundo Social de Solidariedade.

A presença do cachorro transformou o clima de espera na recepção do ambulatório de oncologia, onde ocorre o tratamento de pacientes contra o câncer. As crianças não se intimidaram e fizeram questão de cobrir o “Chico” com muitos afagos.

Segundo a pediatra oncologista Danielle Honorato Torelli, esse contato dos pacientes com o animal ameniza a ansiedade antes das consultas. “Deu para perceber que eles estavam mais felizes, é uma forma de esquecer o ambiente hospitalar e o tratamento”, afirmou a médica.

De acordo com a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lisiane Bugalho, os objetivos são manter visitas semanais à instituição e levar o projeto para outras entidades. “Além de amenizar  o sofrimento das pessoas em tratamento, o cão também auxilia na integração da equipe hospitalar e dos pacientes”,  frisou Lisiane.

Durante a visita, o labrador de seis anos teve o acompanhamento de um adestrador voluntário.

“Chico” provocou diferentes emoções e teve a aprovação do público em atendimento. “Minha filha ficou muito animada, ela adora cachorro e encheu o ‘Chico’  de carinho”, falou Aline Cristina Vasconcelos, de Panorama, mãe da pequena Laura, de quatro anos.

A dona de casa Simone Cordeiro dos Santos, de Presidente Epitácio, que acompanhava o filho Luís Gabriel, de oito anos, também gostou da visita. “Muito bom para as crianças, elas se divertiram. Esse tratamento é difícil e esse contato ajuda a amenizar o sofrimento”,  afirmou Simone.

Fonte: G1

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MULHERES QUE VENCERAM CÂNCER CRIAM GAME PARA AUXILIAR CRIANÇAS

Desenvolvedores de Santos, no litoral de São Paulo, criaram um game para auxiliar crianças e familiares na luta contra o câncer infantil. A ideia do jogo surgiu da dona de uma produtora da cidade e da fundadora do Instituto Beaba. As duas tiveram câncer e sentiam a necessidade de levar informações sobre a doença de uma forma mais lúdica e leve para as crianças. No jogo, os personagens passam pelas fases do tratamento, de uma maneira clara, otimista e bem didática.

Ludmilla Rossi, a fundadora da produtora de games Mukutu, recebeu o diagnóstico do câncer de língua no final de 2011. “Você recebe a notícia e é um susto. Vê que a doença é mais complexa do que parece. Tem uma série de tabus. Fiz o meu tratamento e vi que como a informação é importante para o paciente”, comenta.

Paciente oncológica em remissão, ela conheceu Simone Mozzilli, sócia fundadora do Beaba, uma entidade sem fins lucrativos que tem como missão informar sobre a doença e o tratamento para crianças, adolescentes e seus acompanhantes. As duas foram vítimas do câncer e sabiam da importância do acesso a informação aos pacientes e familiares. “A primeira coisa que você faz é ir para a internet pesquisar e, o paciente que faz isso, tem certeza de que vai morrer. A criança que recebe a notícia e tem acesso ao Google vai fazer a mesma coisa. Ela acaba encontrando informações que não são legais”, diz.

Simone apresentou a cartilha Beaba do Câncer para Ludmila, que foi criada especialmente para trazer as principais informações necessárias para os pequenos pacientes e suas famílias. Ludmila teve a ideia de deixar o material mais atrativo e com um acesso muito maior. Assim, junto com a equipe da Mukutu, ela criou um aplicativo com games baseado nas informações contidas na cartilha.

Simone Mozzilli, sócia fundadora do Beaba (Foto: Arquivo Pessoal/Simone Mozzilli)

O projeto teve o apoio da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE).  Programadores, pacientes e profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, pedagogos, entre outros, ajudaram na criação e validação do aplicativo. A ilustradora Elisa Sassi criou os personagens e deu a cara infantil que o game precisava para ser compatível com as crianças. Assim, surgiu AlphaBeatCancer.

O aplicativo conta com 20 minigames para divertir e trazer informações sobre a doença de maneira clara e otimista. O usuário percorre o caminho do tratamento, passando por procedimentos que vão da quimioterapia à radioterapia, do ultrassom à tomografia, dos cuidados com alimentação à rotina de higiene, de maneira lúdica e interativa. Na fase da tomografia, por exemplo, as crianças precisam segurar o mascote do Beaba para que ele não se mexa durante o exame.

“A ideia era ter o aplicativo 100% grátis para atingir o máximo de pessoas possíveis. A nossa intenção não é só quem é doente que jogue, a gente quer que qualquer criança possa jogar. Além da questão da conscientização, se ela tem um parente ou amiguinho com a doença, vai entender muito mais”, comenta ela.

Danilo Costa foi um dos produtores do jogo e foi o responsável pelo desenvolvimento, desde a construção inicial até cada detalhe das fases do jogo. Geralmente, um game tem um perfil mais relacionado à ficção do que a fatos reais. Por isso, para Danilo, a parte mais difícil foi deixar o jogo divertido e com informações verídicas sobre a doença.

“O game conta a realidade. O assunto do jogo, em si, é pesado. Mas, a forma como ele foi explicado e o layout o deixou muito leve. Mostra realmente como acontece. A parte mais complexa foi alinhar com os médicos para que tudo que estivesse no jogo estivesse dentro da realidade com o que a criança irá encontrar no hospital. A gente teve que eliminar partes dos jogos porque não condizia com a realidade”, explica ele.

O aplicativo foi lançado em novembro no Brasil, mas já tinha sido apresentado no G4C 2016, maior evento de jogos impactos do mundo, que aconteceu em junho de 2016 em Nova York.  O próximo passo do projeto é traduzi-lo para o inglês. “É um projeto que precisa de mais incentivo. A gente espera ter parceiros para levar o game para o mundo inteiro. O nosso sonho é que ele sirva como um suporte nos hospitais para o tratamento oncológico”, disse Costa.

Para Ludmila, transformar um game em um canal de informação sobre saúde é uma conquista pessoal. “Me sinto realizada por transformar um momento horrível da minha vida em um projeto desse. Já tivemos informações de que existem muitas crianças em hospitais jogando. A reação das crianças é incrível. A gente vê a criança jogando como qualquer outro jogo. Esse resultado é imediato”, finaliza.

Fonte: G1

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SABRINA PARLATORE CONTA COMO ENFRENTOU O DIAGNÓSTICO E O TRATAMENTO

A querida Cat Sabrina Parlatore deu uma entrevista para a revista Marie Claire e resolvi compartilhar. Vejam:

Aos 40 anos, Sabrina Parlatore precisou lidar com um inimigo que nunca imaginou ter que enfrentar: o diagnóstico de câncer de mama. A descoberta aconteceu em 2015, após uma negligência médica, que tardou o resultado e, segundo ela, impactou no tratamento recém-finalizado. “Se eu tivesse feito a biópsia um ano antes, talvez não precisasse de quimioterapia e ter passado por esse sofrimento que passei”, disse em entrevista à Marie Claire. Agora, curada, ela pretende impactar outras mulheres a se cuidarem mais.

Primeira da família a ter tido a doença, Sabrina culpa os picos de estresse com o trabalho pelo aparecimento do tumor. Por isso, hoje, tenta se cobrar menos e focar no seu prazer. Todo o processo contribuiu também para que ela repensasse suas relações. Durante o tratamento, colocou um ponto final no casamento de dois anos com Alfredo Motta.

“Senti que não estava feliz ali e precisava de um tempo comigo mesma. Faz oito meses e estou totalmente sozinha, feliz, me cuidando”, contou. Além de se dedicar à mente, Sabrina está focada também nos cuidados com o corpo para se manter saudável e evitar prognósticos negativos.

Referência de beleza, ela precisou lidar também com as mudanças físicas, resultado da quimioterapia e que impactaram diretamente em sua autoestima. “Por mais que você saiba que é passageiro, só quem passa sabe o sofrimento que é não se reconhecer no espelho. Mexe com a sua identidade mesmo”, desabafa.

Agora, curada, ela dá detalhes do processo enfrentado, fala sobre receios e conta como tem impactado na vida de outras mulheres.

Marie Claire – O seu tratamento está completamente finalizado? Quais são os próximos passos?
Sabrina Parlatore – 
Terminei meu tratamento em março do ano passado. Agora, por protocolo, faço um acompanhamento com exames. Era um tumor inicial que foi totalmente removido. A recuperação é lenta, principalmente por conta do protocolo de quimio que eu recebi, que foi bem pesado, de 16 sessões. Sofri bastante. É uma pancada, um atropelamento. Então até tudo voltar ao normal, demora. Inchei, perdi muita massa muscular e fiquei com muitas dores nas articulações. Isso leva tempo para recuperar.

MC – Existe algum outro caso na sua família ou você foi a primeira?
SP – 
Fui a primeira, “premiada”. Depois a gente acaba descobrindo que só 10% dos casos de câncer de mama são de ordem hereditária, genética. Os médicos nunca culpam alguma coisa. Pode ser estresse, alimentação industrializada e cheia de hormônio que a gente tem hoje em dia, tem também a questão hormonal… Mas é difícil culpar um agente só. No meu íntimo, só eu sei o que passei de estresse, tristeza e angústia na vida, tudo relacionado a trabalho. Então, culpo o estresse. Acho que o corpo o absorve e alguma coisa acontece aqui dentro.

MC – Quando você fala de estresse no trabalho, quais foram as suas decepções neste sentido?
SP –
 Já passei por momentos muito estressantes na minha carreira, de acúmulo de trabalho ou de não estar fazendo aquilo que eu realmente gostava. E isso foi me abatendo. Não fazer alguma coisa com vigor e amor, é se contrariar o tempo inteiro. Isso é muito ruim para a saúde. Então, agora estou respeitando muito isso.

MC – É verdade que houve negligência médica no seu caso?
SP – 
Sim. Eu fui diagnosticada em maio de 2015, quando descobri o caroço e fiz o exame. Só que um ano antes, esse mesmo tumor já havia aparecido em um ultrassom de rotina, mas o médico ignorou o nódulo. Na ocasião, a médica do laboratório onde fiz o exame orientou a biópsia. Mas ele disse que não era o caso, que bastava acompanhar o nódulo. Esse tipo de comportamento médico tem sido muito comum. A maioria das mulheres com quem converso, que tiveram câncer, disseram ter passado pela mesma situação. As pessoas precisam estar muito atentas ao seu próprio corpo, porque nem sempre o médico está tendo a melhor conduta.

MC – Ainda assim você descobriu bem no início…
SP –
 Sim, eu consegui detectar a tempo e era um tumor inicial. É claro que, quanto antes a gente identificar, melhor. O tratamento pode ser mais leve e tranquilo. Se eu tivesse feito a biópsia um ano antes, talvez não precisasse de quimioterapia e ter passado por esse sofrimento que passei. A quimio mexe com o organismo de forma geral, eu sentia cansaço, fiquei inchaço, tive enjoo, dor de cabeça, insônia, frequência cardíaca alta… É o tal do mal necessário. Por isso, se puder evitá-la, melhor. Para isso é preciso detectar o tumor cedo.

MC – Você não fez a mastectomia?
SP – 
Não precisei. Só fiz o quadrantectomia, que tira o tumor e uma margem de segurança em volta, que no meu caso foi muito pouco, então nem necessitei de prótese. Tive muita sorte em relação a isso.

Sabrina Parlatore faz comparação de fotos um ano após finalizar tratamento de quimioterapia (Foto: Reprodução / Instagram)

MC – A mudança física foi um receio inicial? Isso mexeu com a sua autoestima?
SP – 
Quando a gente inicia tratamento, ninguém te diz que você vai ficar feia. É uma coisa que se descobre ao longo do tempo, até porque existem protocolos diferentes de tratamento. O meu foi violento. Algumas mulheres precisam de poucas sessões e quase não apresentam muita alteração. No meu caso, a autoestima foi uma questão com a qual comecei a me preocupar por conta da aparência. Por mais que você saiba que é passageiro, só quem passa sabe o sofrimento que é não se reconhecer no espelho. Mexe com a sua identidade mesmo. Você literalmente se questiona: “Quem sou eu?”

MC – Passou por acompanhamento psicológico?
SP – 
A maioria procura e é recomendado mesmo. Eu não senti a necessidade, embora durante o tratamento na clínica recebesse um acompanhamento terapêutico com especialistas em pacientes com câncer, mas não era uma terapia semanal. É legal fazer, sim, porque é muito fácil cair em depressão durante a quimioterapia. Principalmente no final do tratamento, quando você vai ficando mais desgastada e o emocional prejudicado. Eu chorava muito por qualquer coisa, estava muito fragilizada, tudo me emocionava.

MC – Quem mais esteve ao seu lado durante todo esse tempo?
SP –
 Sem dúvida, a minha mãe. Ela foi uma fortaleza. Me dava apoio, estava sempre de alto astral, porque sabia que eu precisava estar forte também. E lógico que o ambiente que eu estava contribuiu. Eram enfermeiros extremamente sensíveis e carinhosos. A companhia é bem importante. Tanto que, quando terminei, fiquei com saudades das pessoas de lá. Se não fosse pelos efeitos tão ruins da quimio, eu diria que é uma delícia estar ali, porque eram horas muito agradáveis na companhia deles. Tive uma experiência que foi a melhor possível. Diante de tudo, teve essa coisa boa.

MC – Isso te fez repensar as suas relações?
SP –
 Sempre faz. A gente começa a dar mais atenção às pessoas, olhar de outra forma. Nunca sabemos o que o outro está passando. Como diz a música [‘Dom de Iludir’, de Caetano Veloso]: “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Nunca podemos julgar o outro.

MC – Nesta fase você estava se relacionando com alguém?
SP –
 Eu estava casada, mas me separei depois. Quando a gente passa por uma experiência dessa, revemos tudo. Certamente teve um pouco a ver com a minha mudança interior. É curioso isso. Senti que não estava feliz ali e precisava de um tempo comigo mesma. Faz oito meses e estou totalmente sozinha, feliz, me cuidando. Não dei um beijo em todo esse período. Mas também não sinto falta. Estou em um relacionamento sério comigo mesma, descobri meu amor próprio.

MC – Quando você olha para trás, o que tira de tudo isso?

SP – Sem dúvida é um baque muito grande. Por incrível que pareça, eu ganhei algumas coisas. Agora, me sinto uma pessoa menos ansiosa, preocupada. Diante disso, o resto dos problemas ficou pequeno. A gente se cobra muito e é muito cobrado na vida. Espero que com isso, eu me torne uma pessoa mais tranquila. E veio uma coisa muito forte de realmente aproveitar o presente, porque a gente não sabe como vai ser daqui a uma hora. Isso te tira angústias, preocupações… Não que a gente não tenha que se planejar, que se prevenir. Mas que seja só com o que for realmente importante.

MC – De certa forma, depois do fim do tratamento, o câncer fica como uma espécie de fantasma?
SP – 
Tem aquela coisa de a alta vir só depois de cinco anos. O câncer ainda  está ligado a uma doença incurável. Mas o de mama é o mais curável desde que diagnosticado no início. Internamente me sinto curada, porque estou dentro dessa estatística das mulheres que descobriram no início. Então realmente sou muito otimista e acho que nunca mais vou ter nada. Lógico que agora vou me cuidar mais do que nunca. A preocupação existe, é natural. Depois do tratamento, quando você vai fazer novos exames, fica apreensiva até sair os resultados. Porém, o que eu ganhei – a força, a paz – é maior do que a doença. Claro que minha história pode ser considerada feliz. Nem todas são. Infelizmente, vejo muitas mulheres com metástase e com prognósticos ruins. Por isso, a minha maior intenção enquanto luta é incentivar a todas que façam os exames preventivos para que possam diagnosticar um possível câncer o mais cedo possível. Estamos falando de uma doença extremamente grave, com um tratamento horroroso.

MC – De que outras formas você pretende impactar na vida das mulheres?
SP – 
Acho que já estou impactando. Desde que tornei pública a minha história, comecei a atuar mesmo nesse tema, a me engajar. Tenho um grupo de WhatsApp com centenas de mulheres, e todas se ajudam muito. Muitas me procuram pelas redes sociais. Coloco no grupo, converso por telefone. Dedico o maior tempo para elas, que se sentem muito confortadas. Os grupos de apoio são muito importantes. A gente se sente “normal”, não mais sozinha. Ter exposto o que passei de uma forma tão clara e honesta, faz com que as pessoas se identifiquem. Desde colocar uma imagem forte como a que eu coloquei – sem maquiagem, sem cílios, sem sobrancelha, inchada e com o olhar sem brilho -, até dizer que isso passa. Isso realmente faz a diferença para outras mulheres. Por ser apresentadora, isso é uma coisa fácil, natural, prazerosa de fazer, e que acaba me ajudando também. Algumas pessoas me questionam se isso não é uma maneira de reviver um sofrimento. E digo sempre que não. Pelo contrário, me ajuda a superar ainda mais. Sempre quis trabalhar por uma causa e não sabia qual. De repente ela apareceu para mim. É uma coisa para o resto da vida, um trabalho que quero levar adiante.

MC – Durante o tratamento você continuou trabalhando?
SP – 
Dentro das minhas possibilidades. Eu não estava com um emprego fixo, então não tinha uma rotina de trabalho. Continuei com meus compromissos de apresentar eventos e fazer show. Mas nos últimos dois meses de tratamento, parei com tudo, porque estava muito desgastada.

MC – Quais são os seus planos profissionais?
SP – 
Quero atuar nessas três frentes: TV, música e palestras. Espero voltar com um programa. Já tenho alguns projetos e vou correr atrás das oportunidades, porque esperar sentada está difícil. Tenho meu projeto musical que quero retomar agora, montar um novo show. E também estou preparando uma palestra sobre a minha vida, focada no que eu passei com o câncer de mama, porque a demanda para isso tem sido muito grande. Estou muito animada!

Fonte: Marie Claire

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AMERICANA TEM QUADRIGÊMEOS ENQUANTO QUE LUTA CONTRA CÂNCER

NASHVILLE, Tennessee — A americana Kayla Gaytan, de 29 anos, ganhou quatro presentes especiais neste fim de ano. Diagnosticada com Linfoma de Hodgkin em janeiro do ano passado, ela deu à luz a quadrigêmeos (dois meninos e duas meninas) saudáveis no penúltimo dia de 2016, enquanto luta para sobreviver à doença.

— Foi emocionante — disse Kayla, em entrevista à emissora local WKRN. — Estava nervosa, mas vê-los sair e ouvi-los chorar foi realmente emocionante.Após a descoberta do linfoma, Kayla passou por cinco meses de quimioterapia e estava em remissão quando engravidou. Entretanto, há cerca de um mês, uma biópsia constatou o retorno da doença.

— Você acha que venceu pela primeira vez. Quando ele volta, você apenas se pergunta por que ficar grávida com esses quatro bebês e então, você sabe, algo como isso acontece — disse Kayla.

Apesar do câncer, a gravidez se desenvolveu sem maiores problemas. O objetivo, tanto da mãe quanto da equipe médica, era manter os bebês na barriga da mãe até as 34 semanas, mas o parto aconteceu um pouco antes, com 30 semanas, no Centro Médico da Universidade Vanderbilt, em Nashville, no Tennessee. Por terem nascido antes do tempo, Lilianm Victoria, Michael e Charles devem ficar no hospital por mais um mês e meio.

Daqui a duas semanas, Kayla, que já era mãe de dois filhos, retornará à quimioterapia, em tratamento previsto para durar cerca de 16 meses. De acordo com os médicos, ela tem 50% de chance de sobreviver à doença.

— Ela teve que lutar duro na primeira vez, e agora terá que passar por tudo isso de novo. Isso quebra o meu coração — disse Charles, marido de Kayla.

Fonte: O Globo

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HOMEM VENCE O CÂNCER TRÊS VEZES E PEDE MÚSICA NO FANTÁSTICO

Uma campanha do Instituto Vencer o Câncer busca conscientizar as pessoas a procurar informações sobre a doença em fontes confiáveis, como sites especializados ou com o próprio médico. Um dos depoimentos dessa campanha é de João Becheli. Ele venceu o câncer três vezes e pediu música no Fantástico. Foi uma homenagem emocionante. O próprio Renato Teixeira cantou “Tocando Em Frente”, para a surpresa de João.

Fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2016/11/homem-vence-o-cancer-tres-vezes-e-pede-musica-no-fantastico.html?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

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DE MEDICA À PACIENTE

Hoje é o dia do médico!!! Eu tenho um super carinho por todos os médicos que me acompanham, confio muito neles e sei que eles fazem a diferença na minha vida!

E nesse dia, que tal conhecer uma figura inspiradora? A doutora Fabíola Torres é médica, e também paciente! Ela conta sobre sua experiência no blog dela:

O que acontece quando quem atende e ajuda pacientes com câncer e é diagnosticada com a doença?

Eu sou uma médica que trabalha com crianças em uti pediátrica oncológica. Nessa hora, confesso que pensei, “Não vejo como isso me afetou” com relação ao câncer. Porém, quando pensei mais profundamente, percebi algumas coisas que ainda não tinham passado pela minha cabeça a ponto de me preocupar.

Como intensivista, passei mais de 16 anos da minha vida entre apitos de aparelhos, luzes, tubos, cateteres, etc. Terminei meu mestrado nesse ano sobre fatores de risco relacionado a infecções de cateteres venosos centrais. E há cerca de um ano publiquei um livro sobre emergências oncológicas em pediatria. Tudo isso significa, por exemplo, que conheço segredos sobre meu diagnóstico de câncer… Conheço-os, antes de você.

No entanto, quando  fui diagnosticada com câncer de mama há 3 meses, bloqueei todo esse conhecimento. Recusei-me a interferir em  quaisquer informações ou conduta. Eu sei como são os tumores e como se formam. Mas, como é que informações como essas poderiam me ajudar? Em nada. Quem pode me ajudar são meus médicos.

O que eu nunca fiz foi perguntar como vocês já sabem  “por que eu?”. Talvez seja por causa de todas as sequências de DNA “erradas”. E sabemos que todos os dias milhões de lugares podem potencialmente sofrer mutações, então eu sei que a pergunta mais pertinente seria: “por que não eu?”

Tenho orgulho de ser parte de uma equipe por trás das linhas inimigas do câncer, ajudando a combater suas complicações em um momento em que os pacientes estão tão fragilizados e precisando de grande apoio e interferência imediata, sem a qual a sobrevivência seria impossível. Tenho orgulho em ser intensivista. Cuidar de famílias afetadas pela doença, para que, possamos trazer de volta, seus filhos após a vida estar por um fio, como é na UTI. Eu sei os numerosos controles e cuidados diários que temos de fazer para cada resultado de cada paciente dentro da UTI, antes de ser liberado de alta para a família.  Imagino a família, sorrindo com alívio, levando seus filhos para casa.

Quando recebi o meu diagnóstico de câncer, as coisas com as que não me preocupei, foram:

•    As drogas irão funcionar?

•    O cirurgião saberá o que está fazer?

•    Será que minhas amostras serão extraviadas?

•    Fizeram o diagnóstico correto?

.     Vou sobreviver?

Como médica, eu sei que, obviamente, as coisas podem e dão errado. Mas, trabalhar em um hospital de referência para o câncer, mostrou-me que cada pessoa trabalha de forma extremamente dura para os pacientes, expandindo as técnicas a medida que novas tecnologias estão disponíveis, tudo isso também para ter maior conhecimento e experiência para futuros pacientes.

Agora, como uma paciente com câncer, me sinto afortunada por estar vivendo em um mundo cheio de conhecimento científico. O duro trabalho dos funcionários do hospital foi o que ajudou a tornar mais fácil a minha experiência: o médico oncologista que faz uma pesquisa extra para descobrir se um caso apropriado é para a terapia de reposição hormonal, a enfermeira que é especializada em oncologia e sempre chega sorrindo, a técnica da ressonância que admira o meu esmalte de unha (rsrs), as voluntárias de rosinha que todos os dias da quimioterapia vêm trazer balinhas, meu mastologista tão, mas tãoooooooooooooo experiente e ainda um geneticista super nerd estudando todos os DNAs da minha vida. Rsrs

Eu fico sempre muito surpresa  sobre o quanto nossos corpos são capazes de lidar com a quimioterapia, radioterapia e cirurgia. A gente aguenta mesmo as bombas, viu gente?

Claro, que existem dias chatos. Como quando a pele fica horrorosa. Mas aí a gente vai fazer um make com a Ari lhennnda lá no cKamura e aproveita para fazer um trato na prótese capilar enquanto o laser da Dra Daniela Pellegrino faz efeito. E tudo fica bem. vejam as fotos. Make é vida.

Espere e aceite os dias ruins. Acredite, você passará por eles. Você sentirá medo e ansiedade apenas ao  pensar na possibilidade de recidiva. Mas, lembre-se, ter um dia ruim e ficar emotivo não significa que não esteja curtindo sua segunda chance na vida, significa apenas que é humano. Sinta o que sente no momento e não deixe ninguém lhe dizer como você deve se sentir. Elabore um plano para o que fará nesses dias ruins — talvez comer sua comida favorita com seu melhor amigo, fazer uma viagem ou assistir seu filme preferido. Crie o “plano de emergência do dia ruim” isso poderá garantir que sempre terá um lugar para voltar.

E lembre-se, lindo mesmo é o corpo e o espírito, que continuam…

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PARA SEGUIR: 5 PERFIS NO INSTAGRAM DE MULHERES QUE ENFRENTAM O CÂNCER DE MAMA

Camila Maccari, especial

Quando a gente enfrenta uma situação difícil, como é bom trocar experiências e buscar apoio de quem entende exatamente o que estamos vivendo. Na carona do Outubro Rosa, garimpamos no Instagram perfis de mulheres que enfrentaram o diagnóstico de câncer de mama e compartilham suas histórias e seu dia a dia. Selecionamos cinco para você conhecer e se inspirar:

@FORCAGURIAS
Ana Ávila e Daniela Israel são duas amigas que se conheceram neste ano nas sessões de quimioterapia.
A partir da amizade, decidiram criar uma plataforma que tratasse do câncer de mama sob um prisma positivo, informando mulheres e tentando desmitificar a doença. A ideia é mostrar uma rotina que, conforme contam, pode ser vivida “ sem dramas”, por isso a hashtag # nonodrama acompanha as postagens da dupla. No perfil, você encontra perucas estilosas, carecas desinibidas e o dia a dia das gurias, que também estão à frente de um canal no YouTube.

@QUIMIOEBELEZA
Depois do diagnóstico, em 2012, Flávia Flores criou o site Quimioterapia e Beleza – que, pouco depois, tornou- se uma conta de Instagram. O perfil e o site apostam nos cuidados com a beleza para empoderar mulheres que enfrentam o câncer de mama, trazendo dicas sobre maquiagem, lenços, estilo, autoestima e bem- estar. Ainda é possível acompanhar a rotina de Flávia, que se divide entre eventos, projetos relacionados ao câncer e cuidados com a própria saúde.

@SOYPATOO
A mexicana Verónica Morales foi diagnosticada aos 24 anos e sentiu- se desamparada: no consultório onde fazia as sessões de quimioterapia, só encontrava mulheres mais velhas. Quando terminou o tratamento, decidiu criar uma página para ajudar quem chegasse até ela querendo tirar dúvidas ou simplesmente conversar. Hoje, aos 26 anos, Verónica oferece dicas para lidar com o câncer, procura conscientizar mulheres jovens a fazer o autoexame e esbanja amor- próprio em sua conta no Instagram.

@GRAZI_CARNASCIALI
A consultora de beleza Graziele Carnasciali descobriu o câncer de mama em 2015 e segue em tratamento. Ela conta que, depois de um período de negação, decidiu atualizar seu perfil no Instagram para falar sobre a doença, principalmente com a família. Na rede social, Graziele compartilha os momentos que tem vivido, desde a perda de cabelo até a ida às sessões de quimioterapia e rotina de exercícios, além de informações sobre o câncer.

@CANCERWITHASMILE
A tradução da conta de Instagram de Audrey é “ câncer com um sorriso”. A escocesa teve neste ano o diagnóstico de câncer de mama e ainda está na fase de quimioterapia. Em seu blog ( em inglês), ela conta que o perfil foi criado como um incentivo para que ela própria continuasse sorrindo, além de lhe dar a chance de trocar experiências com outras mulheres. Traz temas práticos como a maternidade com câncer e dicas de como agir ao descobrir que pessoas próximas estão enfrentando a doença.

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MENINAS DOS OLHOS DE DEUS

A Cat Flaviane me contou um pouco sobre o Grupo Menina dos Olhos de Deus! Vocês conhecem? É um grupo criado por 4 mulheres em Maringá (PR). Elas se conheceram durante o tratamento de câncer e ficaram amigas. O grupo começou a crescer e ter alcance maior: além da troca de experiências, as meninas se mobilizavam para ajudar quem estivesse em situação de necessidade. Hoje são ao todo 40 Cats!

Nesse Outubro Rosa buscaram profissionais voluntários para fazer uma campanha. Várias pessoas se interessaram em ajudar:  produtores, empresa de vídeo, agência de publicidade… As fotos foram feitas no dia primeiro de outubro com a participação de 20 Cats – algumas curadas, outras com tratamento recém acabado e outras que estão fazendo o tratamento. Imagine como foi lindo esse super encontro! Elas com certeza arrasaram! A Flaviane, Cat que me enviou as fotos, foi quem teve a ideia.
Elas tem uma página que você pode curtir e conhecer mais sobre cada uma: Facebook Menina dos Olhos de Deus.

Olha que lindas: