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APÓS VENCEREM O CÂNCER, HOMEM PEDE NAMORADA EM CASAMENTO DENTRO DE AVIÃO

Rio – A história que será escrita nas próximas linhas poderia ser enredo de um livro de Nicholas Sparks, roteiro de um filme de Woody Allen ou cantada em uma música de Elton John. Mas é real e aconteceu aqui mesmo, no Rio de Janeiro. Na verdade, no trecho entre Rio e Goiânia do voo 5052 da companhia Azul, na última quinta-feira, dia 30 de março. Foi ali que o carioca Paulo Teles, de 34 anos, pediu a mão da namorada, a goiana Ana Caroline, de 33 anos, em casamento.

Paulo combinou com os tripulantes do voo para fazer a surpresa. No alto falante, o comandante contou, resumidamente, parte da história de cinema do casal. Entre os episódios, o câncer que atingiu ambos e uma perda brusca de um parente. Mas acima de tudo, muita fé, cumplicidade e amor, tão necessários nos tempos atuais.

De constipação a um grave câncer

A vida de Paulo era parecida com a de muitos homens da mesma faixa etária e classe social. O delegado da Polícia Federal conseguia unir a dura rotina da profissão com campeonatos de polo aquático. Praticante de esporte, bom emprego, tipo físico saudável, nada disso foi suficente para impedir que uma grave doença mudasse sua vida.

Era 2 de junho de 2016 e o carioca estava em Brasília fazendo um curso da corporação. Uma simples constipação o levou à emergência do Hospital de Brasília, onde uma tomografia detectou um câncer de colón, com metástase no fígado e obstrução parcial no intestino. Diagnóstico grave, que exigia operação de urgência. “Na hora, o mundo para e a cabeça gira. Você se sente num pesadelo, ou filme de terror, no qual é o protagonista, sem querer jamais ter sido indicado sequer para o papel de coadjuvante”, conta Paulo.

A equipe de polo aquático onde joga Paulo, o segundo da esquerda para direita na fila de trásReprodução/Facebook

Em meio ao espanto da notícia, decidiu fazer o tratamento no Rio, onde mora. A internação foi imediata e o primeiro procedimento seria a desagradável colostomia. Mas decidiu ouvir uma segunda opinião e se consultou com Dr. Alemar Roger Salomão, cirurgião-geral e oncológico. Foi Dr. Salomão que iniciou a recuperação, ou, como chama Paulo, o milagre, sem passar pelo procedimento delicado, que significava abrir o cólon e usar uma bolsa para a eliminação das fezes.

O médico decidiu desobstruir o intestino, evitando a desagradável colostomia. Deu certo. Depois, era operar o órgão, quimioterapia, operação no fígado e mais quimioterapia. “Parece simples e rápido. No dia a dia, é um mundo de provação, medo e muitas incertezas”, revela o delegado.

A nova vida de Paulo apenas começava. Sempre ao lado dele, os pais, seu José Luiz e dona Isabel. E claro, Ana Caroline, a “leoa”, nas palavras do próprio noivo.

Depressão, questionamentos, fé

Paulo, na cama do hospital. Em depressão, o carioca pensou em se matarReprodução/Facebook

Durante a árdua caminhada em direção a cura, Paulo sofria. Não só com as dores físicas, mas também as psicológicas. Como quando contou aos pais sobre a doença que lhe atingiu. “Eu chorava e pedia desculpas, como se fosse culpado de algo. Sempre levei uma vida saudável, praticando esporte e alimentando-me bem, então por que adoeci?”, questionava-se.

Após a cirurgia, Paulo percebeu que se recuperava da doença. Mas não recuperava a sua vida. Com uma série de limitações, o delegado entrou em depressão. Veio a sofrida quimioterapia e o poço ficava cada vez mais fundo. “Querer acabar com a própria vida era uma questão de quando e como”, admite.

Foi quando apareceu a fé. Paulo recebeu cartas psicografadas do irmão, o agente penitenciário Tiago Teles de Castro Domingues, que foi morto aos 31 anos após reagir a um assalto na Tijuca, na Zona Norte do Rio. O alento veio na hora necessária.

Para ajudar a vida dos médicos – e a sua própria – Paulo recorreu ao celebrado médium João de Deus, que em seu currículo tem cirurgias espirituais nos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, entre outras personalidades. “Fiquei mais grogue do que as cirurgias físicas”, conta o delegado sobre a cirurgia espirtual feita com médium.

A equação para a esperada cura se fechava com a operação espiritual feita por João de Deus. Paulo, que já contara com o providencial tratamento urgente do Dr. Alemar Roger Salomão, tinha também aos seus cuidados a equipe do oncologista Dr. Carlos Gil Moreira Ferreira, e claro, todo amparo da família e da namorada, além da ajuda da amiga e psicológa Drª. Tereza Vasconcellos.

A batalha da ‘leoa’

Auditora fiscal, a goiana Ana Caroline Rabelo Umbelino, de 33 anos, passou por provação parecida um pouco antes. Em 20 de janeiro de 2015, retirou um tumor do seio maxilar de cerca de 5 cm, que os médicos descobriram mais tarde ser maligno. Cinco meses depois, passaria por nova cirurgia, dessa vez, para que fossem retiradas as margens de risco da doença voltar ou se espalhar.

Quando descobriu que Paulo estava com câncer, Ana Caroline demorou a acreditar. “Achei que ele estivesse brincando. Afinal, fazia apenas um ano e alguns meses que tínhamos passado pela minha doença. Nos primeiros dias, eu chorava muito. Depois, passado o susto, tinha muita fé que ele ficaria curado”, confessa.

Estar ao lado do namorado no momento mais difícil exigia não só fé, mas também muita paciência e compreensão. “Tinha que me recompor porque precisava passar confiança pra ele. Ele estava com depressão, falando o tempo todo que iria se matar”, revela.

O amor está no ar, literalmente

Vencida as batalhas de saúde, chegava o momento de sacramentar os três anos de amor entre Paulo e Ana Caroline, que se conhceram em uma festa no Rio de Janeiro. O noivo escolheu um lugar que tivesse a ver com o namoro. A rota Rio-Goiânia, feita pela Azul, era parte do relacionamento do casal ao longo da união. Bastou então combinar com a tripulação e fazer o esperado pedido. “Estávamos vindo pra Goiânia, como fazíamos sempre. Para mim, seria apenas mais um voo nosso, igual a todos os outros. Fiquei sem acreditar quando comecei a ouvir o comandante contando a nossa história”, se emociona Ana.

O casamento ainda não tem data marcada, e eles pensam em ter filhos, mas não por enquanto. Paulo se sente “200% melhor do que antes” e diz que torce para que seja “o fim de uma guerra e não apenas de uma batalha”. E tal qual Rocky Balboa, o personagem do histórico filme, sabe que ninguém vai bater mais forte que a vida. “Não importa como você bate, e sim, o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha”, finaliza.

Reportagem do estagiário Caio Bellandi

Fonte: O Dia

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RENASCIDA APÓS CURAR CÂNCER DE MAMA, SABRINA PARLATORE CONTA SOBRE SUA LUTA

Por Maurício Targino

Fonte: ESPNW

Quem vê o andar confiante e o semblante otimista de Sabrina Parlatore dificilmente imaginaria que menos de dois anos atrás a apresentadora e cantora viveu o maior pesadelo de sua vida: o câncer de mama. E não apenas o venceu como adquiriu uma nova percepção sobre si mesma e o mundo.

Dona de hábitos saudáveis como exercícios físicos regulares e alimentação balanceada sem histórico da doença na família, ela recebeu o diagnóstico em maio de 2015. Apesar, do susto, não se abateu. “Eu já estava meio preparada, já tinha feito a biópsia e sabia que a chance era grande”, conta ela à espnW Brasil. “Então foi um misto de susto e de força. No primeiro momento perguntei ao médico se eu ia morrer”, continua. “Como ele respondeu que não, que tinha tratamento, então eu disse ‘beleza’”.

Rosto bastante conhecido graças a duas décadas de trabalho na TV, Sabrina optou por se isolar durante o tratamento. “Sempre tive cuidado em não expor minha vida pessoal e em nenhum momento pensei em tornar isso público”, afirma. “E foi muito bom ter ficado na minha, porque o tratamento era muito forte e eu tive que me concentrar. Só a família e alguns amigos sabiam”.

Ela também diz ter contado com a sorte para se manter longe dos holofotes. “O local em que eu fiz o tratamento não me deixava muito exposta, eu chegava discretamente e fazia o tratamento em uma suíte sem ninguém”, conta. “De vez em quando alguém perguntava ‘você não é aquela menina da TV?’, mas nada demais”.

A vida durante o tratamento

Sabrina aponta a quimioterapia como o período mais difícil. “Foi terrível, e a fama de que é muito agressiva procede”, diz. “Cada um sente de um jeito, e eu senti bastante. Enjoo, dor de cabeça, cansaço descomunal, insônia… a pele fica fina, não pode tomar sol, qualquer coisa corta”, prossegue. “E o intestino e o estômago ficam sensíveis, tem que tomar remédio pra tudo”.

A família exerceu um importante papel, mas Sabrina faz questão de destacar sua mãe, Márcia Tauil. “Ela sempre foi a figura central e não poderia ser diferente”, conta. “Ela me acolheu, cozinhou para mim, deu muita força psicológica naquele momento”.

A música também foi uma grande aliada nesse período. “Sempre esteve presente na minha vida. Eu cantava para mim mesma, me dava força e me tranquilizava”, conta. “Também fiz alguns shows entre uma e outra sessão de quimio”, continua. “Ninguém sabia pelo que eu estava passando, eu colocava a peruca, subia no palco e o público não percebia”.

Curiosamente, foi uma canção fora do seu repertório habitual que acabou se tornando um símbolo dessa época. “A letra de ‘Começar de Novo’, do Ivan Lins, me tocou muito”, diz, e logo solta a voz: “Começar de novo e contar comigo… vai valer a pena ter amanhecido…”.

Vistos hoje, os versos da canção fazem todo o sentido. “Passei a ter muito mais fé na vida e confiar mais em mim”, conta. “Estou feliz agora e mais tranquila do que antes, tentando aproveitar mais coisas, indo atrás do que me faz bem e largando aquilo que não me faz”, completa.

O papel do esporte

No começo do tratamento, Sabrina conseguiu manter parte de sua rotina de atividades físicas, com um pouco de musculação e exercícios aeróbios. “É muito legal falar sobre isso, porque antes recomendava-se ao paciente ficar quieto para poupar energia durante o tratamento”, diz. “Mas depois se viu que o esporte ajuda na recuperação, por liberar endorfina, e isso ajuda a aguentar o tranco”, prossegue. “Então eu ficava dentro do limite, e meu rendimento caiu muito! Não conseguia fazer nem metade do que fazia antes”.

A cirurgia para retirada do nódulo a afastou de uma de suas atividades preferidas: a natação. “Eu não podia fazer os movimentos”, conta. “Então quando pude voltar a nadar, foi uma espécie de iluminação, mexer o corpo inteiro, esse tipo de coisa”, segue. “Passei a prestar ainda mais atenção ao que acontece com meu corpo. Sempre fui muito saudável em tudo, para você ver que o câncer não escolhe”.

As origens da doença importância da conscientização

Aos 23 anos, Sabrina teve sua primeira crise de síndrome do pânico. “É um fantasma na minha vida, e te digo que não sei o que é pior, essa dor na alma ou o próprio câncer”, conta. “Acho até que veio do meu estado emocional, dos estresses que eu já passei na vida. O pânico não mata diretamente, mas pode fazer isso por outras vias”.

Superado o câncer, Sabrina se sente com a missão de alertar sobre os perigos da doença. “Durante o tratamento, percebi que passo uma imagem de credibilidade, então comecei a usá-la para algo bom, já que tinha usado para outras coisas e não sabia o porquê”, diz ela.

Ao notar que as pessoas a recebiam isso bem, Sabrina resolveu falar ao vivo em um programa de rádio. “Comecei a receber mensagens de mulheres do Brasil dizendo que eu salvei a vida delas, que foram ajudadas ao ouvirem meu depoimento”, conta. “Se informem, questionem o médico, corram atrás. O que aconteceu comigo poderia ser evitado se o médico não ignorasse um nódulo de 1,5 cm de diâmetro, e era do tipo mais agressivo. No ano seguinte, estava com o dobro do tamanho”, completa.

“Ninguém conhece melhor o corpo do que a própria pessoa”, diz Sabrina. “Alguns médicos não são tão atenciosos e atualizados, e nem sempre é por culpa dele”, continua. “Então, mulheres, prestem atenção aos sinais, façam os exames preventivos para não passarem esse sofrimento”.

Por fim, Sabrina Parlatore também recomenda cuidar da mente e da alma. “Precisamos resgatar nossa essência e fazer coisas boas para nós mesmas”, pede. “Nossos corpos foram moldados há milhões de anos e não estão aguentando mais alimentos industrializados, poluição, pressão de trabalho e toda essa loucura atual”, finaliza.

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EDSON CELULARI VOLTA AO TRABALHO APÓS CÂNCER

Após uma longa batalha contra o câncer do tipo linfoma não-Hodgkin, o ator Edson Celulari, de 58 anos, festeja o retorno ao trabalho. Durante gravação da novela “A força do querer”, de Glória Perez, em que interpreta o mulherengo Dantas, ele comentou como foi o processo de retomada da carreira e revelou ainda que a autora chegou a duvidar se ele estaria com a saúde em dia para enfrentar mais um desafio profissional. A trama estreia dia 3 de abril.

— Quando vi, já tinha dado tudo certo. Estou feliz em poder voltar. Mas faço tudo com muito cuidado. A Globo já tinha feito o convite para mim há muito tempo. Depois que a doença veio, Glória Perez disse: “Com cabelo ou sem cabelo, quero você!”. Isso me deixou numa expectativa de trabalho, que é maravilhoso. Foi um grande estímulo para mim. Queria trabalhar para me divertir e me fortalecer — contou Celulari.

Durante o tratamento, o ator recebeu muito apoio do público:

— Sempre esperei que as pessoas gostassem do meu trabalho. Mas a torcida pela minha recuperação foi comovente demais. Nos aeroportos e nas ruas me paravam para dizer que estavam se reunindo para fazer orações por mim. Foi muito fortificante! Agora, continuo enxergando a vida com os olhos (risos). Mas tive a oportunidade de revisar muita coisa. Afinal, por conta da doença, fiquei recluso por muito tempo. A ideia que mais batia era: “Já vou ser eu? Não dá tempo nem de arrumar o salão?”. Volto agora dando importância ao que realmente importa. Foi uma chacoalhada, sabe? Nesse aspecto, voltei melhor. Meu maior querer atual é me divertir com o trabalho, reencontrar colegas e seguir em frente. Estou focado nos projetos pessoais — pontuou.

A atriz Michelle Martins será um dos pares românticos de Edson Celulari. O personagem Dantas terá uma vida afetiva movimentada e predileção por mulheres mais novas.

— Não me vejo como galã. Não posso seguir minha carreira em função de um rótulo que colocaram em mim. Ser galã, afinal, é ser o moço ideal? Mas eu sou quase o velhinho ideal! (Risos) Daqui a pouco faço 60 anos… Sempre procurei fazer meu trabalho fugindo desses rótulos — pondera ele, que acrescenta: — Dentro de mim, tem uma força que não tem idade. Tive a segunda chance e agora vão ter que me segurar! (risos). Ainda não posso tomar sol. Então, saio à rua com guarda-chuva para me proteger. Comemoro cada minuto da vida.

Por fim, ele contou que a filha Sofia, de 13 anos, está namorando:

— Ela mandou a foto do namorado, e ele já está aprovado!

Fonte: http://extra.globo.com/tv-e-lazer/edson-celulari-volta-ao-trabalho-apos-cancer-diz-saio-rua-com-guarda-chuva-para-me-proteger-21039794.html#ixzz4brhEEhJA

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YOUTUBER QUE VENCEU CÂNCER DÁ OS PRIMEIROS PASSOS APÓS FICAR CURADA

“Hoje eu posso dizer: eu estou curada”, escreveu no Facebook Lorena Reginato, a youtuber de Jaú (SP) que comoveu a web com sua história de superação de um câncer no cérebro. Nesta quinta-feira (26/11), ela soube que estava livre das sessões de quimioterapia.

Lutando contra o tumor, diagnosticado em 2015, Lorena, agora com 13 anos, passará por uma fase de reabilitação, já que precisa reaprender a andar e a falar normalmente.

Foram quase 2 anos difíceis, perdi muitas veias e muitos amigos, mas ganhei também ganhei amizades que nunca serão desfeitas ganhei uma nova vida… Mais hoje eu posso dizer: EU ESTOU CURADAAAA ????
Agradeço á todos os médicos, á vocês que me ajudaram dando mensagens de apoio ou orando e a Deus claro!

Em imagens postadas no seu Facebook, ela mostrou que conseguiu voltar a andar. Mesmo com ajuda de um andador, a menina deu pequenos passos depois de um longo tempo dependente de cadeiras de rodas. “To muito feliz! Primeiro passo sozinha no andador”, escreveu na legenda.

Lorena tem um canal no Youtube — o Careca TV — com mais de 1,6 milhão de seguidores. Quando começou, não esperava tamanho sucesso. No primeiro vídeo, postado em março de 2016, a menina falou com humor sobre seu tumor da cabeça. Em menos de uma semana, as imagens foram vistas mais de 2 milhões de vezes.

Fonte: Metrópole

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EDSON CELULARI COMEMORA “ENTRO EM 2017 FORTALECIDO PELA VITÓRIA”

O ano de 2016 não foi um ano fácil para Edson Celulari. Em junho, o ator revelou que foi diagnosticado com linfoma não-hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema de defesa do organismo. Mas em novembro, Celulari contou que havia vencido a batalha contra a doença.

“Muito a agradecer! Entro em 2017 fortalecido pela vitória, pelo aprendizado, por acreditar que todos nós podemos nos superar. E a maturidade me diz que eu não consegui isso sozinho. Obrigado!”, escreveu o ator neste sábado, 31, em seu perfil na rede social Instagram.

Fonte: Globo

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O FIM DO TRATAMENTO DE EDSON CELULARI

O ator Edson Celulari, de 58 anos, publicou neste domingo (27) uma foto em seu perfil no Instagram em que falou sobre o fim de seu tratamento contra o câncer. Em junho, ele havia revelado que tinha um linfoma não-Hodking, que afeta o sistema de defesa do organismo.

“Graça recebida. Graça agradecida. Um coração pleno de obrigados. Vida que segue com muito Amor. Dia de um Sol lindo por aqui, e que ele ilumine a todos. #diadenossasenhoradasgraças #dianacionaldecombateaocancer”, escreveu Celulari na legenda da imagem.

Em entrevista à coluna de Ancelmo Gois no jornal “O Globo” publicada neste domingo, o ator também comentou o término das sessões de quimioterapia e radioterapia às quais se submeteu nos últimos meses.

“Estou eufórico. É a alegria da página virada. Quando terminei de fazer as sessões de quimioterapia, descobri que, por precaução, teria de me submeter a mais doze sessões de radioterapia”, afirmou na entrevista. “Terminei quinta passada. Agora, sinto uma sensação de alívio, uma vontade de comemorar, de agradecer a todos, de fazer uma festa. Mas todas as pessoas não caberiam no Maracanã.”

O linfoma não-Hodgkin
Há mais de 20 tipos de diferentes de linfomas não-Hodgkin, doença que já atingiu, por exemplo, personalidades com a presidente afastada Dilma Rousseff, o ator Reynaldo Gianecchini e o governador licenciado do Rio, Luiz Fernando Pezão.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lista os seguintes sintomas do linfoma não-Hodgkin: aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha; sudorese noturna excessiva; febre; prurido (coceira na pele); e perda de peso inexplicada.

Na maioria dos casos, o tratamento é feito com quimioterapia, radioterapia ou ambos. De acordo com o Inca, o Brasil deve registrar 10.240 casos de linfoma não-Hodgkin em 2016, com incidência maior em homens do que em mulheres.

Linfomas não têm, maioria das vezes, causa específica que contribua para seu surgimento, como é o caso, por exemplo, do câncer de pulmão, que tem no fumo um agente catalisador.

Linfoma Hodgkin x não-Hodgkin
Estima-se que os linfomas sejam a nona ou décima ocorrência de câncer no Brasil, variando de acordo com a região do país. Os linfomas são divididos em dois grandes subtipos: os Hodgkin e os não-Hodgkin, porque possuem células com características diferentes.

Os não-Hodgkin são mais comuns, acometendo cerca de 80% dos pacientes. Os Hogdkin atingem apenas 20% do total de pessoas que têm linfoma e costuma ser mais frequente nos dois extremos da vida, principalmente pacientes jovens e os mais velhos.30

Fonte: G1

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TRANSFORMAÇÃO: DO INÍCIO DO TRATAMENTO A CURA

Ao receber o diagnóstico de câncer o desespero e o medo são inevitáveis, muitas pessoas pensam que não vão vencer a doença e ficam deprimidas, isoladas, enquanto outras buscam maneiras de combater o problema e se tornam mais proativas.
Um dos maiores problemas de ter um câncer é o impacto psicológico que causa, tanto no longo como no curto prazo. Mesmo com o avanço da medicina e na detecção precoce da doença, ainda existem dúvidas de como será a vida após o câncer. A verdade é que existe vida sim após a doença e precisa ser vivida da melhor maneira possível.
Flávia Flores descobriu em outubro de 2012 um câncer de mama, após o choque do diagnóstico ela decidiu combater a doença de uma maneira diferente: com muita beleza. Ela fez uma pesquisa na Internet sobre algo que falasse de beleza e autoestima durante o tratamento de quimioterapia, mas nada encontrou. Resolveu então, criar sua própria página no Facebook: “Quimioterapia e Beleza” onde ajuda outras mulheres que estão na mesma situação e mostra como a vida durante a quimioterapia pode ser menos dolorosa, mais leve, como aproveitar essa fase e que a busca da cura é o foco principal. “Com minhas fotos e dicas, inspiro muitas mulheres. O câncer se mata, embeleza”, afirma.
A vida após o câncer não é a mesma como antes da doença, a sensibilidade aflora, as prioridades mudam e para muitas pessoas é o começo da melhor fase da vida.
Clicada por Attahualpa César, Flávia Flores mostra a transformação um ano após o diagnóstico. Ela superou muitos obstáculos durante os meses de tratamento, desde os efeitos colaterais até ao sumiço de “amigos” e também do namorado.
A careca de Flávia ficou famosa, tornou-se um ícone fashion e inspiração para milhares de mulheres mundo afora, que antes se sentiam envergonhadas, com medo de pronunciar a palavra câncer… E onde muitos viam um fim, Flávia transformou em um lindo recomeço.

https://www.youtube.com/watch?v=sJe5B3LiEzE

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MENINAS RECRIAM FOTO PARA MARCAR VITÓRIA CONTRA O CÂNCER

(Fonte: Por Dimitriu Ritter, Revista Donna)

Em 2014, as fotógrafas Lora Scantling e Christy Goodger foram responsáveis por uma imagem que se tornou um viral nas redes sociais. Na foto, três meninas aparecem abraçadas de olhos fechados com a seguinte frase sobreposta: “Às vezes a força vem em saber que você não está sozinha.”

A mensagem é um incentivo às meninas que lutavam contra o câncer. A foto, publicada na página das fotógrafas, foi curtida mais de cinco mil vezes e compartilhada por quase três mil pessoas. Dois anos depois, elas recriaram o ensaio para comemorar a vitória na batalha contra a doença: todas estão em remissão ou curadas. As informações são do jornal Today.

Rheann Franklin, hoje com 8 anos, está completamente curada do tumor que teve na região da cabeça. A perda do cabelo e os olhinhos fechados foram as únicas sequelas da doença. Ainsley, na direita da foto, com 6 anos, está vencendo a batalha contra o câncer, que está em remissão. E, segundo a fotógrafa, Rylie Hughey, de 5 anos, está cada vez mais forte e é monitorada a cada três meses.

— O vínculo que elas têm é incrível e é realmente puro. Elas entendem que a foto foi vista em todo o mundo e que fizeram uma enorme diferença para a consciência do câncer — disse Lora ao Today.

É muito amor envolvido, né?

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MÃE CONTA PARA FILHO QUE ELE ESTÁ CURADO, E A REAÇÃO DELE É MARAVILHOSA

A reação emocionante de um menino ao descobrir que havia se curado de um câncer conquistou internautas e virou destaque na imprensa americana. Aos sete anos, Bejamin Morris sofria de leucemia e por anos enfrentou um duro tratamento para vencê-la. E conseguiu. Em um vídeo, compartilhado na internet, a mãe do garoto mostrou o momento em que dá ao filho a notícia da cura. Feliz, o pequeno sorri e dança pela casa ao lado do irmão.

“Adivinhe só? Fizeram os testes […] E você não tem mais câncer!”, conta a mãe do filho, antes da “explosão de felicidade”. Veja o vídeo aqui.

O vídeo gerou comoção nas redes sociais, impressionando internautas, que se apaixonaram pela história de superação: “Lágrima! Parabéns, Ben! Estávamos torcendo por você”, comentou um deles. A história do menino acabou sendo noticiada em diversos jornais americano e programas de televisão, como o da apresentadora Ellen DeGeneres.

Benjamin começou a lutar contra o câncer aos 4 anos de idade. Desde então, sua mãe usava uma página no Facebook para falar sobre o progresso do filho sobre a doença.

Agora, a família tenta fazer uma campanha para arrecadar fundos e ajudar outras crianças com câncer.

As informações são do jornal “El Clarín”.

Fonte: http://extra.globo.com/noticias/mundo/menino-tem-reacao-emocionante-ao-descobrir-que-curou-cancer-video-19710253.html#ixzz4EOhoub4f

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EM SEU ÚLTIMO DIA DE QUIMIOTERAPIA, ELA RECEBE 500 FLORES DO MARIDO

O norte-americano Brad Bousquet acompanhou sua esposa Alissa durante todo o tratamento do câncer de mama e, quando a etapa final chegou, ele decidiu surpreendê-la. Em vez de um mísero buquê, o marido a presenteou com 500 rosas coloridas.

Bousquet publicou o vídeo de sua homenagem no Youtube e explicousua motivação. “Hoje foi o último tratamento de quimioterapia da minha esposa. Ela me surpreendeu com sua força, coragem e atitude positiva. Ela ainda tem algumas cirurgias pela frente, mas completar o ciclo da quimioterapia é um grande marco em sua jornada. Eu queria fazer algo especial durante este último tratamento para comemorar o fim de sua quimioterapia e para mostrar-lhe o tremendo amor e apoio que ela tem de seus amigos e familiares.” Assista:

A ideia dele era também conseguir realizar uma doação em nome da esposa para o Instituto de Pesquisa de Câncer de Mama de sua cidade, Oakland, em Nebraska.

Para isso, Bousquet enviou mensagens para vários amigos e familiares de Alissa e pediu ajuda para conseguir comprar as rosas. Em parceria com a floricultura local, cada flor foi vendida por $10 dólares – parte do valor seria para a compra e o restante foi doado para o Instituto.

“Fiquei espantado quando os pedidos começaram a acontecer. Rapidamente vendemos 100 rosas, em seguida, 300, em seguida, 400. Quando chegou a 500 rosas eu disse a floricultura para parar de encomendar as flores e deixe todos os pedidos restantes irem inteiramente para a doação de Susan G. Komen, da pesquisa do câncer. Foram mais de 170 famílias que compraram as flores e acabamos levantando mais de $4.500 dólares para o Instituto.”

No dia da homenagem, outra surpresa: Bousquet resolveu distribuir as 500 unidades pelo hospital e emocionou os outros pacientes em tratamento.

“A alegria de partilhar estas rosas com os outros pacientes de câncer foi uma das minhas partes favoritas. Muitos choraram à medida em que liam o cartão que escrevi para eles.”

Fonte: Brasil Post e RedeTV