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BRITÂNICAS CRIAM SEIOS DE TRICÔ PARA DEVOLVER AUTOESTIMA A MULHERES APÓS CÂNCER DE MAMA

Uma ONG de apoio a mulheres com câncer de mama encontrou uma maneira única para recuperar a autoestima das sobreviventes da doença: seios de tricô. (Assista ao vídeo)

A britânica Sharon Simpson, de 52 anos, vem tricotando próteses desde 2014 ao lado de outras 300 voluntárias.

Intitulada Knitted Knockers (“Seios de tricô”, em tradução livre), a instituição distribui gratuitamente cerca de 300 seios de tricô todos os meses a mulheres que tiveram de se submeter à mastectomia (remoção completa da mama) ou à lumpectomia (quando é retirada uma parte).

Os seios de tricô são uma alternativa às próteses de silicone, criticadas por serem quentes, pesadas e grudentas.

“As nossas são muito mais leves”, orgulha-se Sharon.

A própria Sharon, que é natural da Escócia, mas vive na Irlanda, enfrentou a batalha contra o câncer.

“O câncer de mama não é cor-de-rosa ou fofo; é uma doença horrível e desagradável que muda as vidas das pessoas”, diz ela, diagnosticada em janeiro de 2013.

Sharon já tricotava havia anos e fazia parte de grupos sobre a prática na internet quando, durante o tratamento, descobriu a ONG Knitted Knockers nas redes sociais.

O tricô tinha um papel terapêutico para a paciente, que passava por procedimentos como quimioterapia ou radioterapia.

“Trata-se de uma atividade relaxante”, conta. “Você pode fazê-lo da cama ou do sofá. Quem não ama tricotar?”

Cirurgia

Muitas mulheres, como Sharon, decidem não passar pela cirurgia reconstrutiva.

“É necessária anestesia geral – ou seja, você vai para a faca de novo. Não é algo tranquilo”, acrescenta.

Para ela, a parte mais recompensadora de tricotar seios é ver as mulheres recuperarem a autoestima.

“Para uma mulher, perder um seio é como perder parte de sua identidade”, diz.

“Olhar-se no espelho para ver um seio que ou está desfigurado ou não está mais lá pode ser angustiante”, completa.

Segundo Sharon, as reações de algumas das mulheres que recebem os seios de tricô fazem “todo mundo chorar”.

“Tivemos o caso de uma mulher que só usava camisetas largas. Ela recebeu um dos nossos seios, foi até o armário e o experimentou com cada peça de roupa. Exatamente como ela era antes de se submeter à mastectomia”, lembra.

Os seios de tricô são feitos em diferentes tamanhos, formatos e cores, e podem ter ou não mamilos. Eles são tricotados com fios de algodão e preenchidos com pelúcia macia de brinquedos.

‘Dias sombrios’

Sharon, que trabalhava como radiologista, passou por momentos muito difíceis na luta contra o câncer.

“Nem sempre achei que conseguiria vencê-lo. Tive meus dias sombrios, aqueles em que senti que estava desistindo.”

Em 2018, ela completa cinco anos sem a doença.

“É um marco histórico para mim”, diz. “O que eu vou fazer é focar nos próximos cinco anos”, acrescenta.

“Minha motivação e meu objetivo é melhorar a vida das pessoas que estão sofrendo com câncer e é isso que estou fazendo. Por isso, decidi tricotar seios.”

Fonte: G1

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MAMAS DO AMOR

O câncer de mama é hoje, o tipo mais comum entre as mulheres, no mundo e no Brasil, respondendo por cerca de 25% dos casos novos de câncer, a cada ano.  A Fernanda Aguiar foi diagnosticada com câncer de mama em 2016, realizou a mastectomia e colocou a prótese interna. Mas o que ela não esperava aconteceu: houve uma infecção, e ela teve que retirar. Foi quando ela buscou comprar próteses mamárias externas, mas eram caríssimas! Pesquisou muito e decidiu fazer as próprias próteses externas – que seriam colocadas no sutiã. Com muita pesquisa, ela aprendeu a fazer uma prótese mamária em casa e deu super certo! Ela conta: “Constatei que os decotes das roupas me caíam bem novamente e de uma forma simples, recuperei minha autoestima. As próteses externas, se moldam perfeitamente ao peito, não esquentam, não incomodam e devolvem a aparência estética natural de uma mama no sutiã.
Descobri, que uma maneira rápida, eficiente e de baixo custo é a manufatura da prótese externa, feita com alpiste. Quero compartilhar essa ideia, com outras mulheres, que como eu, desejam seguir adiante, com coragem e determinação.”

E foi assim que nasceu o projeto!!  Hoje a ONG Mamas do Amor atende o mundo todo! Aumenta a autoestima e a confiança de milhares de mulheres, que passaram por momentos tão difíceis! A meta é doar cada vez mais próteses para mastectomizadas.

Para saber mais sobre o projeto e apoiar, acesse: www.mamasdoamor.com Para solicitar uma prótese também é pelo site.

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JOVEM DE FLORIPA SUPERA CÂNCER E CRIA PROJETO PARA AJUDAR PACIENTES

Ele decidiu aproveitar um momento delicado da vida para ajudar outras pessoas na mesma situação. Lucas Garcia, de Florianópolis, descobriu que tinha câncer de testículo em março do ano passado. Poucos dias após o diagnóstico, ele mal conseguia andar — o tumor havia crescido muito e rápido. Começaram então os tratamentos: a cirurgia, a quimioterapia no Cepon, na Capital, os efeitos colaterais no sistema digestivo, além de cabelo caindo, sobrancelhas e cílios também. Mas ele deu “um olé” em tudo isso!

— Meu principal remédio foi o otimismo e o pensamento positivo — eles têm uma ação muito importante na cura, assim como a fé. Foi isso que ajudou na minha cura e é essa certeza que pretendo levar para todo o Brasil agora, conta o rapaz.

Força em grupo

Depois da experiência com a doença, Lucas teve a ideia de criar uma rede, que funciona por aplicativo de celular e Website, para conectar pacientes, ex-pacientes, familiares e demais interessados no assunto, criando uma rede de apoio mútuo. Esse projeto ganha vida hoje, dia 23, com o lançamento do portal do aplicativo Rede Vitalis, um importante aliado para quem faz tratamento de câncer, especialmente jovens e adolescentes. Tudo será na sede do Centro de Pesquisas Oncológicas, o Cepon, na Capital, às 13h30min.

Por enquanto, o portal vai oferecer três serviços: informações sobre os direitos dos pacientes com câncer, depoimentos e vídeos de histórias de superação da doença e o apoio à causa —instituições também poderão se inscrever e cadastrar suas demandas para que os usuários possam fazer doações.

—Embora o aplicativo, que será oferecido gratuitamente nas plataformas Androind e iOS,  ainda esteja sendo desenvolvido, o lançamento desta quarta-feira celebra o pleno funcionamento do site, onde já é possível realizar o cadastro de usuários e de instituições, além de utilizar a comunidade de apoio —, explica Lucas, que recebe todo nosso apoio!

Para acessar AQUI.

FONTE: Laine Valgas, Diário Catarinense

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MULHERES EXIBEM SUAS CICATRIZES EM PROJETO FOTOGRÁFICO

Está aberta para visitação até o dia 4 de novembro, na Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), em Xanxerê, a exposição do projeto “Cicatriz”, da fotógrafa Cátia Line Rissi. A obra retrata cicatrizes deixadas pelo câncer de mama em 32 mulheres que venceram a doença.

O trabalho foi desenvolvido ao longo do mês de agosto, quando Cátia entrou em contato com a Rede Feminina de Combate ao Câncer e apresentou o projeto. As mulheres, com idades entre 23 e 80 anos, foram fotografadas no estúdio da fotógrafa. 

“A região aqui tem muito preconceito, então, inicialmente, a ideia era que elas não mostrassem o rosto. Mas, no fim, apenas seis das 32 não toparam expor a identidade, o que me deixou muito feliz, pois elas estão ali pra encorajar e empoderar outras mulheres”, conta Cátia.

A exposição está locada na Unoesc, com visitação gratuita de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 22h30, e também aos sábados, das 7h30 às 12h, com entrada gratuita.

Fonte: G1

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PROJETO INSTITUI MEIA ENTRADA EM SHOWS E CINEMA PARA PORTADORES DE CÂNCER

Um projeto de lei apresentado nesta segunda-feira (30), na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), institui o pagamento de meia-entrada para portadores de câncer e doenças degenerativas em espetáculos teatrais e musicais, exposições de arte, cinema e demais manifestações culturais e esportivas do Piauí. A proposta é de autoria do deputado estadual Dr Pessoa (PSD).

A lei atinge eventos promovidos por entidades públicas ou particulares em todo o Piauí. Ainda de acordo com o projeto, o benefício não será cumulativo com quaisquer promoções e convênios e, também, não se aplica ao valor dos serviços adicionais eventualmente oferecidos em camarotes, áreas e cadeiras especiais.

Para ter direito ao benefício, o portador da doença deverá apresentar laudo médico. “Os produtores dos eventos deverão  disponibilizar o total de ingressos disponíveis para a meia-entrada, bem como informar se houve o esgotamento.

O projeto foi lido no expediente da Alepi nesta segunda-feira e segue para  a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

“É de conhecimento geral que, usualmente, os portadores de câncer têm um elevado dispêndio financeiro com cirurgias, internações, medicamentos, o qual prejudica o orçamento familiar e, consequentemente, a realização de atividades de lazer que são tão importantes para a melhora do quadro geral do paciente”, justificou o deputado.

Fonte: Cidade Verde

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PROJETO BRASILEIRO QUE ACELERA DIAGNÓSTICO DIGITAL DO CÂNCER CONCORRE PRÊMIO

Uma startup pernambucana é a única representante brasileira em uma disputa internacional que vai premiar projetos de empreendedorismo social com até US$ 1 milhão. A Epitrack, empresa que desenvolve plataformas online para detecção digital de doenças, foi a vencedora na etapa brasileira do The Venture e parte para a final mundial do evento, que acontece no dia 14 de julho em Nova Iorque. A empresa concorre com propostas de responsabilidade social de outros 26 países dos cinco continentes.

A representante brasileira apresenta um projeto que une a tecnologia e os biossensores de reconhecimento de células cancerígenas no sangue antes mesmo da formação do tumor. Esses casos serão identificados e mapeados em nível global, facilitando o entendimento desta que é uma das doenças mais enigmáticas da atualidade. O projeto, que tem parceria com o Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (Lika) da UFPE, tem como objetivo principal detectar antecipadamente indícios de alguns tipos de câncer. “Quanto mais cedo o câncer é identificado, mais fácil ele será curado. Vamos utilizar a tecnologia a favor dessa antecipação”, explica Juliana Perazzo Ferreira, Fisioterapeuta epidemiologista e sócia da Epitrack.

INSPIRE O PÚBLICO – Uma das etapas do prêmio consiste numa votação popular na internet entre os concorrentes. O The Venture destinará uma cota do prêmio no valor de US$ 250 mil (um quarto do total) durante cinco semanas, entre os meses de maio e junho, para que pessoas do mundo inteiro votem online no projeto mais inspirador. Essa etapa tem início no dia 9 de maio e vai até 13 de junho. A votação é semanal; ou seja, a campanha precisa incentivar o público a votar toda semana. Como único projeto brasileiro na disputa, a Epitrack pretende mobilizar os internautas do quinto país do mundo em número de usuários da rede (98 milhões, segundo estudo do Banco Mundial).

“A internet tem proporcionado o engajamento das pessoas em várias causas nobres. Essa é mais uma em que um simples voto pode fazer toda a diferença. Nossa expectativa em relação a final do The Venture é alta: acreditamos no impacto que nosso projeto pode ter na sociedade. Reconhecemos a qualidade dos concorrentes, mas, a saúde, como bem mais preciosos que temos, merece uma atenção especial”, explica Onício Leal, biomédico epidemiologista e sócio da Epitrack.

THE VENTURE – Sob o mote “Vença do jeito certo”, o The Venture busca encorajar os empreendedores sociais mais promissores do mundo, que têm como objetivo novas formas de desenvolver o bem-estar coletivo. O prêmio consiste num fundo de US$ 1 milhão para startups que usam seus negócios para criar mudanças positivas e tem a missão de inspirar pensadores empresariais para a transformação da realidade mundial. O fundo é financiado pela marca Chivas Reagal.

ETAPA BRASILEIRA – A Epitrack foi escolhida na edição nacional do The Venture por um júri especializado, composto de nomes como Lucas Foster, Guilherme Lichand e Maria Prata. Na final em dezembro de 2015, a empresa venceu outras três finalistas com o projeto de para expandir as plataformas de detecção digital de doenças e integrá-las a biossensores com base em abordagem molecular. A iniciativa busca a identificação de células cancerígenas no sangue para a prevenção e tratamento precoce da doença.

A STARTUP – A pernambucana Epitrack foi criada por Onício Leal, biomédico, epidemiologista e mestre em Saúde Pública, e Jones Albuquerque, PhD em Ciência da Computação. Atualmente conta ainda com Juliana Perazzo Ferreira, fisioterapeuta, epidemiologista, com especialização e mestrado em Saúde Pública e doutoranda em Ciência da Computação. A Epitrack atua no que o mercado chama de “eHealth”: aplicativos e solução de Internet em conjunto com outras tecnologias de informação, focada na melhoraria do acesso, da eficiência, da efetividade e da qualidade dos processos clínicos e assistenciais necessários a toda a cadeia de prestação de serviços de saúde.

A empresa surgiu com a ideia de criar mecanismos para facilitar a coleta colaborativa de dados de ocorrências epidêmicas e mapeamento de surtos de doenças infecciosas. É responsável por aplicativos como “Saúde na Copa (2014)” e “Guardiões da Saúde (2015/2016)” (Brasil), “Flu Near You” (EUA e Canadá), “Salud Boricua” (Porto Rico), utilizados para identificar cenários de epidemias de síndromes respiratórias (Influenza), diarreica ou exantemática (inclusive por arbovírus como Dengue, Chikungunya e Zika).

A ideia é encorajar os usuários a compartilhar e descrever os sintomas, coletando os dados colaborativos que geram mapas interativos e mostram os locais afetados em diferentes áreas. O objetivo das plataformas, sites e aplicativos, é identificar rapidamente o risco de surtos e epidemias de doenças infecciosas para gerenciar a resposta efetivamente. Esses dados transmitidos em tempo real permitem que autoridades de saúde analisem cenários de risco. Quando é identificado um grupo de usuários com mesmos sintomas, no mesmo espaço e tempo, pode ser um indicativo de surto. Então as equipes de vigilância epidemiológica podem atuar na investigação e interrupção oportuna de ocorrência, agindo de forma mais rápida. Todas essas plataformas se encaixam na área que é conhecida como Detecção Digital de Doenças (DDD).

O financiamento do The Venture capacitaria o finalista brasileiro a dar andamento a um projeto para expandir as plataformas de detecção digital de doenças e integrá-las a biossensores com base em abordagem molecular. Desde 2015, a Epitrack realiza uma parceria com o LIKA-UFPE, laboratório que desenvolve pesquisas há 30 anos e desde 2005 utiliza a abordagem de biossensores, dispositivos que coletam pequenas quantidade de sangue e que são capazes de gerar diagnóstico para diversas doenças, incluindo não-transmissíveis, como o câncer. A parceria Epitrack-Lika gerou a oportunidade de desenvolvimento conjunto de uma solução baseada em biossensores e detecção digital de doenças para entender como o câncer tem se distribuído nas populações, favorecendo a compreensão epidemiológica da doença que representa um dos grandes problemas de saúde no mundo.

Seria possível, por exemplo, construir cenários epidemiológicos para câncer de mama, próstata e colo do útero, ampliando o número de exames realizados em todo o continente americano. Os recursos do prêmio seriam utilizados para expandir a área de atuação da startup e melhorar o laboratório de pesquisas, ampliando ainda contratações no campo de biologia molecular e de engenheiros de hardware.

>> Plataformas desenvolvidas pela Epitrack
Saúde na Copa – 2014 ~> Brasil
Flu Near You – 2014/2015/2016 EUA e Canadá
Salud Boricua – 2014/2015/2016 (apenas web) Porto Rico
Guardiões da Saúde – 2016 ~> Brasil
Epicrowd -2015: https://www.youtube.com/watch?v=3wRLLbAKoL0
Epihack – 2015: Primeiro hackathon de saúde do Brasil: https://www.youtube.com/watch?v=SzLGD2MBV34

Prêmios recebidos:
Prêmio de Inovação em Ciência e Tecnologia para o SUS – 2014
The Venture Brasil – 2015

Sócios:
• Onicio Batista Leal Neto (Sócio majoritário, Co-fundador e CEO). Biomédico epidemiologista, tem residência em saúde coletiva, mestrado em Saúde Pública, doutorando em Saúde Pública (todos pela fundação oswaldo cruz). Fundou o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Recife (CIEVS Recife), foi consultor da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e atuou junto a implantação da estratégia de Detecção Digital de Doenças junto ao Ministério da Saúde.
• Juliana Perazzo Ferreira (sócia, CFO). Fisioterapeuta epidemiologista, tem especialização em saúde pública, mestrado em saúde pública (Fundação Oswaldo Cruz) e é doutoranda em Ciência da computação (CIn-UFPE). Atuou no Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Pernambuco, sendo responsável pela implementação de diversas plataformas tecnológicas para cenários epidêmicos.
• Jones Albuquerque (sócio, co-fundador e CKO). Cientista da computação com mestrado e doutorado em ciência da computação. É professor e pesquisador do departamento de informática da Universidade Federal Rural de Pernambuco. É cientista-chefe do Instituto Senai de Inovação ISI-TICs.

Website: http://www.theventure.com/global/pt/finalists/epitrack

Fonte: EXAME

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PRIMEIRO MUTIRÃO BANCO DE LENÇO FLÁVIA FLORES

No dia 22 de março, terça feira, aconteceu o primeiro mutirão do nosso Banco de Lenços com muita gente linda reunida. O evento foi na Laundry Deluxe, um espaço incrível que acolheu todo mundo com comidinhas e bebidinhas deliciosas! Nas máquinas estavam os lenços que foram doados, todos limpos e cheirosos, prontos para serem embrulhados pra presente para uma Cat. E então, quem quis participar da experiência colaborou com o custo do processo (todo o valor foi arrecadado para o Instituto Quimioterapia e Beleza).

Como funciona o Banco de Lenços Flávia Flores? Em nosso site (www.bancodelencos.com.br) as Cats podem solicitar o lenço, além de aprender novas amarrações, realizar doações ou conhecer mais do trabalho do Instituto. Ao solicitar o lenço, é necessário preencher um cadastro com as informações necessárias – inclusive com uma melhor descrição do tipo de lenço que gosta. Afinal, não é qualquer lenço que deve ser enviado né? Tem que ser um lenço que a Cat se identifique.

Depois da escolha do lenço: dobramos, colocamos em um saquinho, etiquetamos, empacotamos, preenchemos o envelope. Também podia escrever uma cartinha para enviar junto com o lenço!!

O dia foi assim: muito trabalho e muito carinho envolvido! Agradeço imensamente todos que participaram desse mutirão, todos os voluntários que colocaram a mão na massa (ou melhor, nos lenços). Foi tudo muito incrível!! O Banco de Lenços Flavia Flores é para mim, um sonho. Aqui, as Cats são lembradas, ouvidas, respeitadas e cuidadas – claro, com muito amor e carinho. Um lenço durante o tratamento pode fazer diferença enorme. É como um amuleto, cheio de energias boas, passado de Cat para Cat.

Veja as fotos em nosso Flickr!

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EUA CRIAM PROGRAMA CONTRA O CÂNCER INSPIRADA À CHEGADA DA LUA

Após quase uma década de cortes, os pesquisadores sobre câncer nos Estados Unidos recebem com otimismo a ambiciosa iniciativa “Cancer moonshot”, que o governo compara com a de 1961 desdobrada pelo presidente John. F. Kennedy para chegar à Lua.

O vice-presidente americano, Joseph Biden, pediu em outubro passado a mesma determinação para curar o câncer do que a para conquistar o espaço e desde esta semana está à frente de uma “missão” de US$ 1 bilhão para atingir o objetivo.

Com a iniciativa “Cancer moonshot” (lançamento à lua), o governo procura conseguir em cinco anos o progresso de uma década, com mais tratamentos disponíveis para os pacientes e mais capacidade para prevenir o câncer em estágios iniciais.

Biden, que perdeu seu filho mais velho em maio por um tumor cerebral, quer aproveitar seu último ano na Casa Branca para dar um novo impulso à luta contra o câncer e inspirar uma nova geração de cientistas a “traspassar os limites do possível”, como fez Kennedy há 55 anos.

“O orçamento do Instituto Nacional do Câncer (NCI) em 2015 foi de US$ 4.95 bilhões, portanto 1 bilhão a mais terão um grande impacto, porque cada dólar conta”, explicou à Agência Efe Sharon Stack, diretora do Instituto Harper de Pesquisa do Câncer na Universidade de Notre Dame (Indiana).

“No entanto, o ‘moonshot’ original, o programa Apolo, esteve dotado de 20 bilhões, o que hoje seriam mais de 100 bilhões “, acrescentou a médica.

O orçamento do “Cancer Moonshot”, de US$ 1 bilhão, é aproximadamente o que custava o lançamento de uma nave espacial nos últimos anos do programa, que terminou em 2011.

Kennedy anunciou seu “moonshot” poucos meses após chegar à Presidência, mas Obama chega em seu último ano na Casa Branca e com o país imerso nas campanhas eleitorais mais intensas das últimas décadas.

A comunidade científica recebe com alívio os novos fundos e espera que com a nova iniciativa se mantenha uma linha de incrementos constantes no orçamento do Instituto Nacional de Saúde (NIH), que em dezembro do ano passado experimentou o primeiro aumento de orçamento em 12 anos.

Biden trabalhou para que o Congresso aprovasse um aumento de US$ 2 bilhões (6,6%) no orçamento do NIH dentro da lei de despesa que é financiada pelas agências federais até que conclua o ano fiscal 2016, em 30 de setembro.

“Desde 2008 muita gente ficou sem fundos para seguir com seus laboratórios e nos últimos dez anos as universidades conseguiram poucos pesquisadores jovens em câncer”, explicou à Efe a espanhola Sonia Franco, professora de oncologia na Universidade Johns Hopkins (Baltimore).

Obama reconheceu em seu discurso do Estado da União em janeiro que o NIH não tinha tido o nível de recursos atual há mais de uma década e encarregou Biden do controle de uma missão que deve transformar os Estados Unidos “no país que irá curar o câncer de uma vez por todas”.

“Buscar uma só cura para o câncer é algo que já foi abandonado. O câncer não é uma doença, são muitas e cada uma delas com subtipos diferentes. A tendência é o tratamento personalizado do câncer e individualizar é muito caro, é preciso investir muito em saber que câncer um paciente tem e como tratá-lo”, explicou a médica.

“A mentalidade tradicional da ciência é de competição entre grupos, de não compartilhar dados. Mas isso está mudando e é muito bom que seja assim. Eu sou médica, portanto para mim a perspectiva é a cura, publicar é secundário”, afirmou Franco.

O “Cancer moonshot” se desenvolverá de maneira imediata com a alocação de US$ 195 milhões para a pesquisa do câncer no NIH durante o atual ano fiscal, que conclui em 30 de setembro.

A partir de então, Obama espera contar com US$ 755 milhões adicionais para o NIH e a Agência de Alimentos e Remédios (FDA), dentro do orçamento de 2017, cuja proposta será apresentada na próxima terça-feira.

A comunidade científica e o governo confiam agora que o Congresso, controlado pelos republicanos e obstrucionista com as medidas de Obama, ampliará os fundos para o câncer, uma doença que deve matar 600 mil pessoas neste ano em Estados Unidos.

Fonte:  http://saude.terra.com.br/eua-criam-programa-contra-o-cancer-inspirado-na-chegada-a-lua,40fad6ffe214a8aacbbeabae454ac56aj8kfnq5s.html

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BANCO DE LENÇOS AJUDAM MULHERES QUE ENFRENTAM QUIMIOTERAPIA

Vocês já conhecem o Banco de Lenços Flávia Flores? Tem uma reportagem que saiu na Veja falando sobre!! Confira a seguir:

“No Hospital Santa Paula, Flávia Flores e Paula Gallo coordenam projeto que já ajudou mais de 1 000 pacientes.

Em outubro de 2012, a ex-modelo Flávia Flores recebeu a notícia de que havia desenvolvido um câncer de mama. O que seria motivo de tristeza, no entanto, transformou-se em desafio para não deixar baixar a autoestima. “Após enfrentar as primeiras sessões de quimioterapia, comecei abuscar formas para me manter bonita”, relembra.Sua estratégia foi criar uma página no Facebook e oferecer dicas de beleza a outras pacientes em situação semelhante.

A iniciativa chamou a atenção da economista Paula Gallo, diretora de marketing do Hospital Santa Paula, na Vila Olímpia, que a procurou para propor uma parceria. Assim, no fim do ano passado, as duas fundaram o Banco de Lenços, com o objetivo de arrecadar e distribuir as peças a mulheres que perdem o cabelo durante o tratamento contra a doença. “A inspiração veio de uma ação parecida, mas envolvendo perucas”, explica Flávia. Em menos de um ano, o projeto recebeu mais de 4 000 doações. Cerca de 1 000 itens, a maioria de segunda mão, foram passados adiante após ser higienizados e esterilizados. “Enviamos lenços até para fora do Brasil, para países como Portugal e Espanha”, diz Paula.

Para receber o acessório, é preciso preencher um cadastro no site da organização.Caso a interessada se sinta à vontade, também pode compartilhar sua história pessoal.“Escolhemos até a cor do lenço que vamos entregar, de acordo com a personalidade de cada paciente”, afirma Flávia. Feito o pedido,o
artigo é enviado pelo correio. O principal ponto de coleta de doações é o Instituto de Oncologia do Hospital Santa Paula, mas há parceiros que colaboram na arrecadação das peças, como a escola de inglês CNA, a lavanderia Lavebras, o instituto CIEE e a agência de viagens LeBlog.
A própria Flávia às vezes dá “expediente” no centro de saúde,como conselheira das mulheres em tratamento no local. “Costumo ficar ali ensinando-as a fazer diversos tipos de nó nos lenços”,explica. “O momento de enfrentar um câncer é muito complicado e triste. Meu objetivoé devolver a alegria e a vontade de viver às pacientes”, completa.

Banco de Lenços. Instituto de Oncologia do Hospital Santa Paula – Avenida
Santo Amaro, 2382, Vila Olímpia, 3040-8000. www.bancodelencos.com.br

Fonte: VEJA

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LUTANDO CONTRA O CÂNCER

No ringue não se escolhe adversário. Tem de enfrentar quem vier.

O ensinamento é do pugilista e professor de boxe Nilson Garrido, 59. Há dez anos ele toca a Garrido Academia, um local de recuperação de dependentes químicos, acolhimento de moradores de rua e formação de atletas.

No começo, a academia contava com equipamentos improvisados, como pneus de caminhão, sucatas e uma geladeira velha. Hoje, a partir de doações, ele já conseguiu montar uma academia profissional.

Mas o boxe não vive só de porrada, conta Garrido.

— A nossa luta não é só pelo esporte. É uma luta pela vida, pela sobrevivência.

“Lutar” e “sobreviver” também são um exercício diário para Jenifer, Fabiani, Laís, Clarissa, Renata e Flavia, lutadoras contra o câncer.

No mês do Outubro Rosa, Garrido recebeu as seis mulheres para um ensaio fotográfico do Portal R7.

“A gente vê tanta reportagem sobre porrada e, de repente a gente vê uma coisa mais bacana ainda, que são pessoas encorajando outras pessoas”, diz ele.

A seguir, conheça as histórias de mulheres que lutaram, derrotaram e continuam peitando o câncer:

Fabiani Araújo, 34 anos, descobriu o câncer em 2013: um sarcoma de ewing na região do ombro.

Durante os dois anos de tratamento, ela fez quatro cirurgias, 17 sessões de quimioterapia e várias internações. Nesta segunda-feira (19) ela realiza sua quinta cirurgia.

— Apalpando o meu corpo, eu descobri uma bolinha no meu ombro, superficial, uma bolinha interna. No mesmo dia eu fui no médico. Até chegar a um oncologista foram uns 20 dias. Acho que eu reagi rapidamente.

“Eu nunca imaginei na minha vida estar aqui na academia, colocando uma luva de boxe e tirando fotos para o Outubro Rosa como uma vencedora contra o câncer. Isso me emocionou demais. (…) Uma vez que você está no ringue, não tem como sair sem lutar contra o câncer. Não tem como. Se você não partir pra cima, você é nocauteado”.

Laís Santos Honório, de 31 anos, foi diagnosticada há um ano com carcinoma ductal invasivo, um tipo de câncer de mama. Ela fez cirurgia para retirar parte de uma das mamas e depois partiu para as sessões de quimioterapia (oito) e radioterapia (33 no total).

Hoje está curada! E faz consultas de acompanhamento a cada três meses.

— Não tem como você se deixar levar pelo câncer, e a primeira coisa que eu fiz foi tentar vencer e colocar Deus na frente, ir pra cima mesmo.

“O boxe se aproxima muito da nossa realidade, da luta mesmo, de vencer, de batalha, ter força, coragem, porque não é fácil o processo, é bem doloroso, mas com força, garra, a gente consegue”.

Jenifer Gimenez, de 29 anos, está em plena batalha. Ainda falta uma sessão de quimioterapia para completar o tratamento contra um linfoma que ela descobriu em maio deste ano.

— A gente tem que ser forte pra suportar, e o boxe retrata muito isso, essa força que a gente tem que ter pra encarar o câncer de frente.

“A gente vive uma luta por dia, uma luta a cada momento, principalmente quando recebe a notícia, e também quando começa a perder os cabelos. A família é muito importante e é ela que nos ajuda. É uma equipe. Tem que botar o câncer no chão”.

Renata Vittorato, 39 anos, descobriu um câncer de mama em 2012. Foram quase três anos de batalhas diárias, até se curar da doença, há seis meses.

— Eu tive uma reação muito oposta a de muitas pessoas. Eu encarei com muita leveza. Fui atrás do problema rapidamente e quis resolver. Não fiquei focando no problema. Eu falei: “vamos fazer o que tiver de fazer, eu vou lutar para isso, e vou vencer”. Eu nunca pensei que iria morrer. Um dia de cada vez, foi desse jeito que eu levei.

Hoje Renata faz parte do Banco da Autoestima, uma iniciativa de mulheres que passaram pelo câncer. O grupo monta kits de beleza para mulheres que estão enfrentando a quimioterapia, com dicas de estilo e maquiagem.

— Eu hoje estou curada, mas continuo vivenciando e falando do câncer. A batalha continua, nos exames, no dia a dia e quando a gente ajuda as outras pessoas. Eu vejo o câncer todos os dias. É uma luta, é uma batalha, e quase sempre vitoriosa. Então vá atrás de informação, se cuide, conheça seu corpo, se conecte com seu corpo.

Flavia Flores, 38, descobriu um câncer de mama há três anos, durante um autoexame.

— A caminhada do boxe tem tudo a ver com a nossa. A gente está trabalhando, está lutando pra vencer, pra viver, pra ter mais tempo com a nossa família, com nossos amigos, e eles também. Eles estão conseguindo juntar aqui amizade, família, e é tudo o que a gente também precisa.

“A gente pode perder o cabelo, os cílios, a sobrancelha, a cor, a forma do rosto, mas a gente nunca poder perder a autoestima. Se a autoestima estiver bem, o tratamento vai bem também. Se a gente estiver bem com a gente mesmo, perto de pessoas especiais que fazem bem pra gente, a gente só tem a vencer”, diz Flavia, que hoje está curada.

Em 2013, ela lançou o livro Quimioterapia e Beleza em que relata sua luta contra o câncer, e hoje se tornou referência ao ajudar outras mulheres com dicas de beleza e bem-estar.

Assista: Flávia Flores dá dicas de beleza para manter autoestima

Clarissa Karaoglan, 33, descobriu um câncer no ovário há um ano. “Quando eu descobri foi tudo muito rápido, cirurgia de emergência, internações. Eu fiquei 40 dias internada no hospital, fiquei muito debilitada, mas quando saí para começar a quimio, um mês depois, eu já estava me sentindo vitoriosa.

Seu tratamento com quimioterapia acabou em maio passado, e hoje ela está curada.

“Por vários momentos durante a batalha, a minha vontade era de socar alguma coisa, socava no caso um travesseiro no hospital. Acho que o boxe tem tudo a ver, é onde a gente descarrega toda a nossa raiva e nos momentos mais difíceis”, diz Clarissa. 

Durante o ensaio, o pugilista Garrido fez a promessa de cortar seus cabelos para o projeto Rapunzel Solidária, que recebe doações para ajudar pessoas com câncer.

— É de lutadoras como vocês que precisamos realmente, para incentivar outras pessoas que estão enfermas a acreditar que a vida continua.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/fotos/outubro-rosa-a-luta-de-6-mulheres-para-derrotar-o-cancer-19102015#!/foto/1