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Somos O Que Pensamos

Cats,  vale refletir sobre a mensagem de hoje da nossa coach Diana Vilas Boas.
Quer falar com ela? 

Cadastre-se no site: http://quimioterapiaebeleza.com.br/coaching-em-resili…/

Olá queridas Cats!

Vamos filosofar um pouco? Pensar em quem somos, no que queremos ser, e no que precisamos resolver em nossas vidas.
“Nós somos o que pensamos…” Simples assim…
Pensamos o tempo todo, somos alimentados por um sistema de crenças, por tudo o que aprendemos e vivenciamos em nossa existência que acabam se tornando verdades inquestionáveis e a partir das quais moldamos as nossas vidas.
Mas até mesmo os cientistas mais cautelosos nas suas afirmações, descobrem novas verdades que fazem com que reconsiderem as primeiras…

E por quê não fazemos o mesmo? Temos que rever essas crenças, muitas delas negativas ou resultantes de experiências traumáticas ou acontecimentos desagradáveis que provocaram ou ainda provocam medo e acabam se transformando em verdades absolutas. Mas não vai ser sempre assim, tudo passa, e outras coisas acontecem nas nossas vidas que podem ser muito boas e positivas e outras crenças podem se formar a partir daí, reformulando esses padrões de comportamento.

As crenças são a origem de nossas fórmulas de comportamento, daí a necessidade de questioná-las e assim abrir espaço para outras, que vão gerar novos padrões e permitir que produzam também novos resultados. 
Algumas pessoas parecem ser viciadas em sofrimento e infelicidades, estão sempre alimentando pensamentos negativos, parecem até que querem punir-se ou castigar os familiares, e usam até como justificativa para não fazer nada e continuar reclamando… um horror! Temos que fugir disso e até de pessoas que possam nos contaminar com todo esse negativismo.
Vamos fazer as escolhas certas e descobrir que podemos ser felizes!

Reflita sobre o que conversamos, e veja onde se situa, será que vale a pena reviver sempre os próprios dramas? Ou buscar novas formas de pensar?
A escolha é sua…Fique bem, um grande abraço!

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Resiliência para enfrentar o câncer

Olá, queridas Cats! ?

Quero comentar com vocês sobre a palestra do Dr. George Barbosa na última sexta-feira (4 de maio), e reforçar alguns pontos que considero de extrema importância! Vamos recordar? E para quem não foi, passamos algumas dicas!

O tema abordado se referiu ao fortalecimento da resiliência para enfrentar o câncer e o otimismo como fonte de nutrição. ??

A resiliência trabalha com a saúde, com o positivo, e é composta de 8 áreas conforme descrição abaixo:

Análise de contexto: Perceber e ter uma visão do todo, das pistas, sinais e evidências do ambiente para que se possa ter uma atitude mais adequada.   

Leitura corporal: Perceber as alterações do próprio corpo, o que está acontecendo nas situações de stress para que se possa cuidar melhor de si mesmo. “O corpo fala”.

Sentido de Vida: Entender o que faz sentido. A pessoa tem que dar um significado para a sua vida e fazer mais o que gosta, o que dá prazer e alegria. O máximo que for possível. Ter uma profunda crença de que a vida faz sentido.

Como diz o Nietzsche: “O que não me mata me faz forte” ??

Empatia: Procurar entender o outro, o significado para ele, e a partir daí vou agir de acordo com o que vi e ouvi do dele. ??

Conquistar e Manter Pessoas: Ampliar a rede, vincular desconhecidos, estar sempre aberto a novas descobertas e relacionamento com novas pessoas.

Autocontrole: Há a gestão da química do corpo, o controle de emoções como o medo, a raiva, a tristeza.

Auto-confiança: A capacidade de sentir-se capaz, a capacidade de tomada de decisão e a ousadia para pôr em prática.

E, por fim, o Otimismo: que nos permite enfrentar os momentos difíceis com uma atitude resistente, com um olhar para o positivo e para o que ainda pode dar certo.

Essas áreas da resiliência são influenciadas pelas nossas crenças, pelas nossas experiências passadas, pelo que aprendemos em nossa vida como sendo o certo.

Mas o grande segredo é saber flexibilizar, rever essas crenças, ressignificá-las e, dessa forma, aprender a se comportar através de novas crenças que poderão levar ao equilíbrio para enfrentar com mais sabedoria as situações de adversidade.

Ele disse também sobre a importância de nos aceitarmos, de nos amarmos e de sermos benevolentes conosco mesmo…

E termino hoje o nosso papo, com as seguintes perguntas: Qual o propósito da vida humana?  O que eu quero deixar como legado? O que gosto de fazer? O que eu quero para a minha vida?

Pensem: no que mais gostariam de fazer, sem se preocupar como vão conseguir…

Um grande abraço, fiquem bem!

Diana Vilas Boas
Coach em resiliência

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Ter um projeto de vida pode fazer uma grande diferença

Olá, queridas Cats!

Mais uma vez volto a vocês para juntas refletirmos sobre algum tema que faça sentido em nossas vidas. Então, podemos rever algumas crenças, e, quem sabe, dar um outro significado, que nos possibilite encontrar novas alternativas, novos caminhos…

Semana passada eu participei de um evento com o tema “Talentos Grisalhos” e fiquei surpresa em ver tantos projetos voltados para um público da chamada “terceira idade”, ou 50+, 60+, como são gentilmente chamados.

Constatou-se através de muitas pesquisas que a expectativa de vida aumentou com muito mais qualidade e a palavra aposentadoria está fora de moda… Então, temos que pensar em um envelhecimento produtivo, em melhorias através de novas capacitações, cursos, programas que desenvolvam novas habilidades.

Aproveitar o melhor de cada um, fazer o que gostamos, ter um projeto de vida, seja em que idade for, pode fazer uma grande diferença em nossas vidas!

O grande segredo é: Saber se Reinventar!

Temos que ter sonhos tanto na vida profissional quanto pessoal! Quando os sonhos acabam é que ficamos velhos…

Vamos pensar um pouco sobre o que gostamos de fazer, quais os nossos talentos, o que sabemos fazer bem. O que nos diferencia?

Tem um mantra que eu gosto muito que diz: Eu Sou, Eu quero, Eu Posso, Eu Realizo em nome de Deus! Temos que repetir essas palavras e cravar em nossa consciência.

Podemos também ousar um pouco mais, fazer coisas que nunca fizemos, experimentar, fazer acontecer. Não espere pelos outros, acredite em você, no seu poder e na sua força!

Boa sorte a todas!

Diana Vilas Boas
Coach em resiliência

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Revendo o conceito de resiliência

Olá queridas Cats!

Quero rever com vocês o conceito de resiliência e como podemos nos fortalecer para enfrentar as adversidades que estão sempre nos atacando, quando menos se espera, lá vem uma bomba, que quase nos derruba. E assim é a vida!

Portanto, temos que nos preparar para manter o equilíbrio tão necessário nos momentos de alto stress. E como diz o Nietzche “o que não me mata, me fortalece”.

Recebi uma definição muito linda de resiliência que quero partilhar com vocês, diz assim:

“Resiliência é quando o mundo desaba ao teu redor, mas você não se deixa abalar porque está ocupado demais vendo lado bom da vida.

É quando alguém grita com você, porém você só escuta o que é necessário, o resto do barulho é jogado fora, assim como a sua insignificância.

É dizer para a dor que você é mais forte.

É calar o ódio de alguém com o amor que você tem por dentro.

Ser resiliente é saber ser forte sendo amor!

Não é lindo? É o amor como pano de fundo para nos ajudar em todos os momentos difíceis que enfrentamos. O amor por nós mesmos, pelos outros, pela vida e pelas possibilidades que temos pela frente.

Manter o autocontrole, a autoestima, o otimismo, o sentido de vida, mesmo em situações altamente ameaçadoras, pode ser difícil, mas com certeza vai ser o que nos manterá em pé diante das adversidades da vida.

Passado o primeiro impacto, a dor, o choro, o desespero, o medo e a angustia, podem ter certeza de que todos nós seremos capazes de enfrentar e vencer o que nos atinge.

Temos que buscar nossas forças internas, ir lá no fundo, na nossa essência e encontrar a energia e o vigor para nos empurrar para a frente.

Eu posso, eu quero, eu realizo em nome de Deus, um mantra que deve ser repetido muitas vezes e vai nos fortalecer.

E nada como o tempo, um dia opôs o outro para superar nossos males.

E Boa Sorte para todos nós!

Grande abraço!

Diana Vilas Boas

Coach em resiliência

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Reflexões para a Páscoa

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Cats, a nossa colunista e coach em resiliência, Diana Vilas Boas, traz um texto reflexivo para a época da Páscoa 

“Olá Cats queridas, como estão vocês?

Estamos entrando na semana da Páscoa, quando os cristãos de todo mundo relembram a morte de Jesus Cristo e a sua ressureição, um episódio bíblico interpretado como a passagem para novos tempos e novas esperanças para a humanidade.

Já para os judeus “passach”, (passar além), é comemorada pela conquista da liberdade pelo povo hebreu que viviam como escravos no Egito, então é a festa da natureza e do renascimento de Israel. Eles comemoram muito durante sete dias!!!

Mas tudo nos remete ao conceito de renovação, ressureição, renascimento em nossas vidas e do que queremos que seja modificado.

Vamos parar um pouco, fazer uma reflexão, e pensar no que precisamos mudar, renovar ou ressuscitar para sermos mais felizes?

E então eu volto a fazer as eternas perguntas de coaching: O que você quer para a sua vida daqui para a frente? Como vê o seu futuro? O que é importante realizar? E daí eu pergunto de novo: o que você precisa ser para conseguir o que almeja? Quais os passos que precisa dar para começar a caminhar em busca do seu objetivo? Depende só de vocês? Tem controle sobre a situação?

Tenho certeza que vocês sabem responder a essas perguntas… E a partir daí é só começar a movimentar-se e a estabelecer ações, atitudes, comportamentos, que aos poucos vão levar a novos e melhores resultados.

Ë importante saber que tudo depende de cada um de nós, da nossa vontade e motivação para promover o que queremos, simples assim.

Vamos aproveitar esse momento de religiosidade e de reflexão, quando estamos mais sensibilizados e receptivos, para promover a nossa Páscoa interior e poder celebrar novos tempos!

Desejo que tenham uma excelente Páscoa com tudo de bom que essa data significa, que o amor floresça cada vez mais dentro de vocês e com todos os que estão em volta.

Grande abraço!

Diana Vilas Boas

Coach em Resiliência”

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Coaching, Resiliência e Beleza

Alô Cats!

Vamos rever alguns conceitos e a nossa proposta de trabalho junto do IQeB.

O que é a beleza para você? Difícil definir, pois cada pessoa tem a sua forma de ver e contemplar e pode ser então apenas uma questão de opiniões, cada um tem a sua.

Tudo o que traz a sensação de encanto, de admiração, de prazer, de agrado, de êxtase, pode ser definido como algo belo.

A beleza está em tudo e a cada instante que vivemos podemos encontra-la em todas as coisas e seres, podemos encontrar nas plantas, nos animais, nas pessoas, nos gestos e atitudes, no caráter, no temperamento, na personalidade, no humor, nos sentimentos, nas palavras…

Sorrir, mesmo estando triste é uma forma de força e de beleza, uma flor fechada hoje poderá desabrochar amanhã e ficar ainda mais linda com a luz do sol…

Encontrar a beleza de uma forma plena e completa, externa e interna, pode ser um desafio que nos leve a percorrer um longo caminho e isso se torna mais complexo nos momentos em que enfrentamos a adversidade.

Para ajudar na busca da sua beleza completa e enfrentamento das adversidades é que entra o “coach”, um profissional devidamente habilitado para atuar como um facilitador nesse processo.

O coaching usa uma metodologia de desenvolvimento e capacitação humana que busca despertar reflexões e fortalecimento de ações para superar adversidades e conquistar o que se busca.

O que é a Resiliência?

É o que nos mantém em pé diante das adversidades.

É a habilidade desenvolvida a partir das nossas crenças, do que aprendemos e vivenciamos em nossa vida e que formaram a base dos nossos comportamentos diante das situações de stress.

O coaching em Resiliência atua justamente em cima dessas crenças de forma que sejam consolidadas ou ressignificadas propiciando então o fortalecimento do ser humano no enfrentamento dos problemas e adversidades da vida.

Queremos ajudar pessoas que estejam atravessando dificuldades a melhorar a sua capacidade de resistir e superar, e a partir daí, através de

novas descobertas de si mesmas, encontrar outras possibilidades, outras razões de viver, e o encontro com a real beleza interior.

Nosso trabalho

O primeiro passo é entender a capacidade de resiliência de cada um, o que está forte ou fraco, o que precisa ser reforçado ou fortalecido, equilibrado.

Fazemos isso através de uma ferramenta desenvolvida pela SOBRARE, (Sociedade Brasileira de Resiliência), o “QUEST”, que mapeia minuciosamente as 08 áreas da resiliência.

Com esses resultados vamos programar até 05 sessões para ajudar você a entender o seu estilo de comportamento frente a adversidade e a partir daí estabelecer passos em busca do equilíbrio desejável e na conquista da sua “BELEZA”, interna e externa.

Agende um contato, teremos imenso prazer em ajudar!

“ A adversidade revela o gênio, o sucesso o esconde”. (Horácio)

Grande abraço!

Diana Vilas Boas

Coach em resiliência

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“O corpo tem suas razões”

Foto por: Ricardo Wolff

Cats queridas, na postagem dessa semana a nossa querida colunista e coach em resiliência, Diana, fala um pouquinho sobre o livro “O corpo tem suas razões” e sobre a questão do corpo como nossa casa. Tá super legal! ?

“Olá Cats!

Hoje quero comentar com vocês a espeito de um livro muito interessante que fala sobre o nosso corpo e as razões de nossas enfermidades, dores e desconfortos de todos os tipos.

O livro chama-se: “O corpo tem suas razões” da Therèse Bertherat” que trata da antiginástica e da consciência de si.

Ela diz que o corpo é a nossa casa que abriga as nossas mais recônditas e reprimidas lembranças e que nasceu harmonioso, dinâmico e feliz, mas que aos poucos foi sendo substituído por um outro que aceitamos com dificuldade.

Sem perceber, desde que nascemos reagimos a pressões familiares, sociais, morais e a gente vai adaptando-se, reprimindo-se e até mesmo se deformando… E assim vamos vivendo e criando distorções em nosso corpo sem nos darmos conta de como pode ser prejudicial…

Mas, segundo a Therèse, podemos mudar esse quadro e nos libertar dessa programação do nosso passado e assumir o próprio corpo para descobrir possibilidades até então inéditas.

“Ser é nascer continuamente.”

Ela diz que no decorrer de nossa vida, vamos delegando a outros, como pais, filhos, médicos, psiquiatras, maridos, mulheres, a orientação e a responsabilidade pelo nosso bem-estar, nossa saúde, segurança, prazeres. E pouco a pouco vamos nos enrijecendo e nos afastando da nossa casa, do nosso corpo, e quando renunciamos à autonomia, abdicamos de nossa preciosa soberania individual.

Mas, segundo Therèse, podemos reencontrar a chave do nosso corpo, tomar posse dele e recuperar o controle da nossa vitalidade e saúde.

Como? Tomando consciência de que o nosso corpo somos nós, somos o que parecemos ser, e não o que não podemos ver.

Não podemos aceitar rótulos que nos impõem, mas ter a coragem de nos olhar e procurar entender as razões de nosso próprio corpo através de nossas sensações. Temos que nos aceitar, nosso corpo é nossa única realidade perceptível, ele não se opõe à nossa inteligência, sentimentos, alma, pois corpo, espírito, psíquico e físico, e até força e fraqueza, representam não a dualidade do ser, mas a sua unidade.

Através de um método, que o livro explica bem, ela propõe movimentos de dentro para fora, movimentos que desenvolvem a inteligência muscular, e aos poucos, vão promovendo um realinhamento corporal e consequentemente um maior equilíbrio emocional.

“Você pode despertar seus cinco sentidos, aguçar suas percepções. Ter e saber projetar uma imagem de si mesmo que o satisfaça e que lhe mereça respeito”. Therèse Bertherat.

Então, para finalizar, recomendo a leitura desse livro, simples, fácil de absorver e que pode ser de grande utilidade para despertar a consciência de seu corpo e de si mesma.

Fiquem bem. Abraços

Diana Vilas Boas

Coach em resiliência”

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Como enfrentar o diagnóstico do câncer

Cats queridas, nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, traz um texto para ajudar a encarar um dos momentos mais difíceis: o do diagnóstico.

“Olá queridas Cats!

Como estão vocês, mulheres fortes e batalhadoras?

Vamos falar um pouco sobre como enfrentar o diagnóstico do câncer? Imagino que muitas de vocês que já passaram por essa situação, devem ter bastante experiência e muito a ensinar!

A palavra “câncer” vem carregada de conotações negativas como um estigma de algo ruim, formado por crenças de fatalidade e desesperança, o que é péssimo para o nosso humor, para a nossa capacidade de otimismo e de acreditar que a doença tem tratamento e cura.

Esse é o primeiro impacto, difícil de suportar, legítimo, mas nem sempre real, “o bicho é muito menor do que imaginávamos”, na maioria das vezes. A desinformação nos leva a pensar que a doença é fatal, incurável, que a nossa vida vai acabar…e na verdade não é assim, a medicina evoluiu muito, há tratamentos perfeitamente suportáveis e que possibilitam ao paciente levar uma vida normal com uma sobrevida de muitos e muitos anos.

Temos que ressignificar nossas crenças relacionadas ao câncer, acreditando que é possível buscar soluções e controlar as emoções para se obter um resultado de cura.

Temos que nos informar, procurar saber o que está acontecendo conosco, entender melhor a doença, o que acontece efetivamente, quais os tratamentos, possibilidades, médicos, oncologistas e hospitais capacitados para nos ajudar.

No meu trabalho de atendimento à inúmeras mulheres que estão enfrentando a doença, aprendi que o conhecimento e a informação podem oferecer as respostas que buscam, e dessa forma, muitas delas conseguem manter a confiança e o otimismo no futuro.

Outras preferem se agarrar na religiosidade, na certeza de que Deus está com elas e vai promover a cura, o amparo e a esperança de que precisam. Saber orar, confiar, e acreditar pode ser de grande ajuda nos momentos de aflição! E o acreditar, a fé e o amor, promovem verdadeiros milagres!

Tudo é valido para que se consiga manter a esperança e a vontade de ficar curado, e os exemplos estão aí provando a nossa grande capacidade como seres humanos de superar e vencer inúmeras adversidades!

“Se eu quero, eu posso”!

Um grande abraço a vocês todas queridas Cats, e também a minha admiração e profundo respeito pela forma corajosa como enfrentam as dificuldades.

Como diz Nietezche: “O que não me mata me fortalece”.

Diana Vilas Boas”

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Programação corpo-mente

Cats queridas, nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, traz um texto muito legal para falar sobre a programação corpo-mente.

“Olá Cats!

Hoje quero falar a respeito da programação corpo-mente, seguindo alguns preceitos da Dra. Joan Boryshenko, médica e psicóloga especialista no campo da medicina integrativa.

Segundo a Dra. Boryshenko,  uma vez que aprendemos alguma coisa, não temos que, conscientemente, pensar a respeito dela, a tarefa simplesmente se repete, como no caso de pôr a chave na ignição e dirigir o carro, pois nosso sistema nervoso foi condicionado com o padrão de dirigir.

Então devido ao nosso condicionamento, todos nós temos hábitos e muitas vezes gravamos sensações de situações quando tivemos algum tipo de ansiedade, medo ou sentimos ameaça, e poderemos voltar a sentir as mesmas sensações em outras ocasiões semelhantes, mesmo que não representem uma real ameaça.  

condicionamento fisiológico é uma espécie de aprendizado rápido que se desenvolveu para nos ajudar a dominar situações de causa e efeito que podem determinar a sobrevivência…

Muitas pessoas que recebem quimioterapia para câncer sentem náuseas devido à medicação. Rapidamente, através do condicionamento, elas começam a sentir-se mal antes mesmo de receber a droga. Involuntariamente aprenderam a sentir-se mal como uma resposta condicionada a pensamentos, visões e cheiros da situação relacionada à quimioterapia.

Estudos soviéticos mostram que o sistema imunológico pode ser condicionado. E aí está uma grande ameaça que faz com que muitas vezes, possamos ter doenças ou sentir no corpo dores e sensações que poderiam ser evitadas!

Se somos capazes de criar esse condicionamento e essas respostas negativas, também seremos capazes de criar o condicionamento e respostas positivas! E essa é a grande chave, o grande segredo da nossa sobrevivência!

Nossa capacidade de criar melhores condições de vida, realizando nossas esperanças, sonhos,  objetivos e aspirações, depende do controle dos eventos  que nós mesmos criamos e daqueles que espontaneamente surgem em nossas vidas, como estresses, obstáculos, decepções.

Sem a convicção de que temos tal controle, não seremos capazes de lidar com os altos e baixos de nossas vidas. Tomar consciência de nossos condicionamentos é o primeiro passo para desaprender atitudes que há muito perderam sua utilidade.

Tal tomada de consciência permite responder adequadamente e na medida certa ao que esta acontecendo agora, em vez de reagir condicionadamente a uma história que já pode estar ultrapassada.

Pensem nisso, em como podem reprogramar suas mentes, rever suas crenças, ressignificar de maneira positiva e elaborar uma fase começando com: eu acredito…

Fiquem bem, sejam felizes,

Diana Vilas Boas

Coach em resiliência.”

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Experiência em Resiliência

Cats queridas, nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, traz um lindo texto que conta sua experiência atendendo vocês, Cats.

“Olá queridas Cats!

Hoje quero falar um pouco da minha a experiência nesses meses de atendimento às mulheres que procuram ajuda através do Instituto de Quimioterapia e Beleza.

Primeiro quero agradecer às pessoas que me proporcionaram essa oportunidade, Flávia, Deborah, ao pessoal da Sociedade Brasileira de Resiliência, incansáveis na tarefa de desenvolver ferramentas e aprimorar a metodologia cada vez mais com o foco na adversidade do câncer. Tenho certeza de e que a partir das nossas experiências com esses atendimentos, muitas outras possibilidades surgirão no sentido de fortalecer as pessoas promovendo reforço e equilíbrio na resiliência, tão necessária no enfrentamento da doença.

Mulheres de todos os tipos, como diz a música do Martinho da Vila, de todas as idades, casadas, solteiras, de todas as partes do Brasil, mas com uma marca registrada de determinação, de garra e de força que as transformam em guerreiras contra a doença! Tem sido uma grande aprendizagem para mim trabalhar com vocês, muito obrigada!

Todas buscam novos caminhos, novas possibilidades, mudanças em suas vidas que adquirem um novo significado depois da doença. Parece que levam uma grande sacudidela, do tipo, acorde criatura, olhe para você, olhe para sua vida, o que tem feito até então, o que é mais importante, e o quer daqui para a frente que possa fazê-la mais feliz ainda!

Pois é minhas queridas…a doença nos provoca uma grande reflexão e nesse sentido podemos dizer que é positiva. Então o nosso trabalho é ajudar nessa reflexão, promover questionamentos e descobertas que possam levar aos objetivos de cada uma.

Percebo que todas precisam trabalhar a Autoconfiança, a capacidade de sentir-se capaz, da tomada de decisão, da ousadia, o Autocontrole das emoções, de raiva, medo e tristeza, o Otimismo para a Vida, a criatividade, o humor e o entusiasmo, o Sentido de Vida e os novos ideais.

Devo confessar a vocês, que algumas vezes eu sinto um certo receio de não conseguir ajudar, também tenho os meus medos…

Mas devo dizer também que sempre me preparo com toda a minha boa energia e principalmente com todo o meu amor, e aí então conseguimos fazer a diferença!

O sentimento do amor é fundamental em tudo o que formos fazer na vida, sempre abre portas, mostra caminhos, acredito muito nisso. Ë o sentimento mais nobre que podemos sentir! Podem ter certeza cura muitos dos males!  

E assim vamos seguindo, com muita vontade de ajudar e com muito amor!

Fiquem bem! E recebam o meu carinho.

Diana Vilas Boas

Coach em resiliência”

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