Olá, Cats! A cat Michele Caroline de Pauli nos enviou esse relato emocionante! Ela descobriu o câncer de mama com o casamento marcado e até pensou em desistir de se casar, mas o final dessa história foi muuuito feliz!
Em janeiro de 2017 eu e meu noivo decidimos nos casar pois já estávamos há 9 anos juntos. Reservamos tudo e como sou ansiosa não deixei nada para depois. Porém em junho, deitada na cama para dormir, senti um caroço na mama direita. Na hora já tive um pressentimento que podia ser um câncer, entretanto, aos meus 27 anos, cheia de saúde, com planos de vida, isso não poderia acontecer. Eu trabalho em hospital e vejo doenças todos os dias… como isso poderia acontecer comigo? Mas aconteceu, então pensei primeiramente em desistir do casamento que estava praticamente pago, pois perderia meus cabelos, e eu sempre dizia “eu só não posso casar careca”. Porém, para cancelar ou adiar, eu teria que pagar mais do que eu já havia pago, cancelar com todos os fornecedores e convidados, e o maior sonho da minha vida era esse casamento, então segui firme e forte ao lado de um homem que me amparou em todos os momentos. Um mês antes do casamento tive neutropenia, fiquei internada, e meu médico decidiu suspender uma sessão de quimioterapia, pois eu poderia ficar com a imunidade baixa novamente. Comprei uma prótese capilar, tive meu dia da noiva, fotos pré wedding, tudo que eu tive direito, com o consentimento do meu médico. A disposição não era mais a mesma, mas me casei, dancei e me diverti muito. Realizei o sonho da minha vida ao lado do homem que me ama, que me respeita, que me acha linda de qualquer forma, que secou todas minhas lágrimas e que me fez seguir sem temer.
Cats queridas! Olhem esse depoimento super bonito que a Cat Priscila Propp mandou para nós! Ela se casou logo após o fim do tratamento radioterápico e estava lindíssima nesse dia tão especial! Quem aí também casou depois do tratamento do câncer? Mande sua história para nós!
Conheci Thiago Trevizan, com 6 meses de namoro…. fiz todo tratamento em 2014 de quimio e ele estava ali do meu lado. No começo eu pedi para terminar porque não achava justo o peso todo da minha doença na vida dele, mas ele foi muito mais forte que eu e não terminamos. Noivamos em 13/10/2015 e logo em dezembro veio a notícia da metástase óssea, e eu mais uma vez me vi na mesma situação. Marcamos de nos casar em 17/12/2016, eu somente terminei as radioterapias e #partiucasar! Casei com 1,5cm de cabelo, casei com o cara que entendeu e entende meu momento. Se eu sonhava em casar? Às vezes, mas não assim com tanta emoção e jamais imaginava que pudesse ser tão especial. E foi!!
Oi, Cats! Vale a muito pena ler o texto inspirador da nossa colaboradora, a Cat Cyntia Soares, do grupo Vencedoras Unidas, contando sobre a sua relação com as cicatrizes que ficaram depois do tratamento.
Cicatrizes Imagino que seja praticamente impossível sair de um tratamento oncológico sem pelo menos uma cicatriz… seja ela física ou emocional… mas hoje quero conversar com você sobre as cicatrizes físicas, mesmo que saibamos que as emocionais doem muito mais (como diz a música: “um joelho ralado dói bem menos que um coração partido!” – Era uma vez de Kell Smith). Atualmente tenho quatro cicatrizes que herdei do câncer, mas te confesso que só uma me incomoda um pouco (a da mama direita que tem 11cm). Sei que quando passar pela segunda cirurgia da mama (aquela que tô protelando e que vai reconstruir aréola e mamilo) a maior parte da cicatriz vai ficar escondida. Tenho uma cicatriz preferida também, acredita? Rs. É a do cateter (3,5cm)… não sei o motivo, mas eu gosto dela. As outras duas tem 5cm e são na mama esquerda e na axila direita. Estou lembrando agora de uma estória que ouvi (talvez na adolescência) e que conta uma entrevista dada por um menino que foi atacado por um jacaré. Durante o ataque a mãe tentando salvá-lo, o agarrou pelos braços com toda força, enquanto o jacará o puxava pelos pés. Em seguida um fazendeiro matou o animal e o menino ficou um tempo hospitalizado com vários machucados nos pés e nos braços. Após a alta, o repórter pediu para ver as cicatrizes dele, ele mostrou os pés. Ao ver o espanto do repórter, o menino disse: “Mas olhe em meus braços! Eu tenho também grandes cicatrizes nos meus braços porque minha mãe não deixou o jacaré me levar.” Nem lembrava dessa história, mas sempre olhei pra minhas cicatrizes com uma certeza: elas são a prova de que o câncer não me venceu! E você, caro leitor e leitora, como está enxergando suas cicatrizes?? Tem alguma preferida também ou eu que sou doida?Rs PS: A imagem do post é da campanha “Survivor” do artista Alexsandro Palombo em que personagens tem cicatrizes causadas por mastectomia.
Olá, Cats! Hoje a nossa colaboradora, a Cat Cyntia Soares, do grupo Vencedoras Unidas, conta um pouco sobre a sua experiência ao descobrir que poderia deixar de ser uma mulher fértil e como ela lidou com isso.
E quando você descobre que pode ficar infértil??
Após a consulta do diagnóstico, fui encaminhada para outra mastologista e quando perguntei se eu poderia amamentar, ela falou que não e que eu poderia nem ter filhos, pois a quimioterapia poderia me deixar infértil.
Minha oncologista me falou sobre a possibilidade de congelamento de óvulos e me encaminhou no mesmo dia para o Dr. Fertilização. Ele me explicou tudinho. Inicialmente eu receberia injeções de hormônios por alguns dias e seria submetida a exames para sabermos o melhor momento para a coleta dos óvulos (maior quantidade), tudo levaria uns 14 dias e era praticamente o tempo que eu tinha antes de começar a quimioterapia, então precisava decidir logo.
Que decisão difícil, né?? Eu sempre falei que não queria ter filhos, mas a possibilidade de infertilidade me assustou. Nesse meio tempo uma amiga falou uma frase que me marcou muito: “pra você ver que a decisão não é sua”. E ela estava certa, a decisão nunca foi minha.
Pensei muito, pesei as opções e as chances de sucesso numa fertilização futura, pirei com a questão de mutação genética hereditária e sofri por ter que tomar essa decisão solteira… mas eu não tinha muito tempo e logo tomei minha decisão!!
Optei por não congelar os óvulos e vou te falar meus motivos:
1) Nunca tive o sonho de ser mãe;
2) Medo da mutação genética hereditária;
3) Os percentuais de sucesso em torno de 50% de sucesso na fertilização futura me desanimaram, afinal congelando os óvulos eu estaria fazendo um investimento emocional e iria sim querer filhos;
4) Pensei nos custos, principalmente no futuro (“vai que eu congelo os óvulos e no futuro não tenha dinheiro para as tentativas de fertilização que forem necessárias”);
5) Tinha vários exames e coisas para resolver antes da quimioterapia, assim fiquei receosa de transformar aquelas duas semanas em uma correria com o tratamento para o congelamento.
Pensei em tudo e decidi deixar nas mãos de Deus…se for da vontade Dele eu não ficarei infértil ou meu futuro marido já vai ter filhos ou poderei adotar. Decisão tomada e fiquei em paz!
O Dr. Fertilização tinha sugerido que se minha decisão fosse de não congelar os óvulos, pelo menos que eu utilizasse o zoladex (medicamento que ajuda a induzir a menopausa, podendo assim preservar a fertilidade). Aceitei e recebi as injeções de zoladex (diga-se de passagem a agulha era bem grossa e não é frescura… rs). Rapidamente entrei na menopausa e ainda não saí, apesar da última injeção ter sido em fevereiro.
Recentemente consultei com a ginecologista e ela pediu um exame de sangue para ver em que nível de bloqueio hormonal estou. Também falou que após o término da menopausa poderei fazer exames para vermos se fiquei infértil. Confesso que estou curiosa, mas o coração continua em paz. Enquanto isso vou curtindo os sobrinhos!
Cara leitora, a minha decisão foi muito pensada e pessoal. Desejo que você tenha tempo para conversar direitinho com o(a) Dr(a). Fertilização, tirar todas as suas dúvidas e pensar direitinho no que for melhor para você e para sua família!!
PS: Só chamei o médico de Dr. Fertilização pra facilitar a leitura.
Nesta última semana aconteceu tanta coisa… Viagem, a primeira turma da Onncovida que terminou… E eu confesso que hoje me sinto caminhando em cima de uma nuvem… Sabe aquela sensação boa, de estar plenamente feliz, de flutuar… Hoje me sinto assim! ??️?
Nas experiências que tive com as pacientes oncológicas, em todas elas, eu fui maravilhosamente surpreendida com resultado final. Não porque eu não saiba do que vai acontecer, mas porque, na maioria das vezes, cada uma se supera a si mesma. E, quando falo que eu não fiz nada, é super verdade. O potencial, a força, a fé e a garra de lutar pela vida está dentro de cada uma. A atitute de querer é o primeiro passo, o mais importante… Depois é só se deixar levar! Se levar pelos sentimentos, emoções, comportamentos, atitudes e pela sua própria consciência e auto-observação. ?
A consultoria de imagem, o visagismo, o próprio treinamento em si têm conteúdo valioso que permite a valorização do ser humano com base no respeito à sua integridade e individualidade. O trabalho é todo um processo, várias fases, muitos aprendizados, trocas de experiência, mas o mais importante é você! O que você sente, o que quer – de você e do mundo… Você, na sua essência!
O Cancro é uma doença que transforma tudo. O que se vê e o que não se vê – o que está fora que é a nossa imagem, mas também o que está dentro – nossos sentimentos, emoções e vibrações. Em ambas você pode fazer melhor…. Você pode, se você quiser! ???
Na nossa vida, tudo é aprendizado. E tirar coisas boas de um momento menos bom é um desafio, mas a forma como usamos nosso olhar (para dentro de nós e para o problema/solução), só depende de nós!
Viva uma vida de cor e forma, contemple a natureza, se refugie na sua respiração e não fique parado… ?♀️ Caminhe rumo ao que te faz sentir plena e feliz – Você mesma! ?
Rafaela Mendes Consultora de Imagem e valorização Pessoal Visagista e especialista em treinamento Fundadora Onncovida – Um amor que Transforma Facebook
Olá Cats, hoje a nossa colaboradora, a Cat Cyntia Soares, fala sobre cicatrizes, e você também tem a sua de estimação? ?? Conta pra gente!! ??️
Cicatrizes
Imagino que seja praticamente impossível sair de um tratamento oncológico sem pelo menos uma cicatriz, seja ela física ou emocional. Mas hoje quero conversar com você sobre as cicatrizes físicas, mesmo que saibamos que as emocionais doem muito mais (como diz a música: “um joelho ralado dói bem menos que um coração partido!” – Era uma vez de Kell Smith).
Atualmente, tenho quatro cicatrizes que herdei do câncer, mas te confesso que só uma me incomoda um pouco (a da mama direita que tem 11cm). Sei que quando passar pela segunda cirurgia da mama (aquela que tô protelando e que vai reconstruir aréola e mamilo), a maior parte da cicatriz vai ficar escondida. Tenho uma cicatriz preferida também, acredita? Rs. É a do cateter (3,5cm)! Não sei o motivo, mas eu gosto dela. As outras duas tem 5cm e são na mama esquerda e na axila direita. ?
Estou lembrando agora de uma história que ouvi (talvez na adolescência) e que conta uma entrevista dada por um menino que foi atacado por um jacaré. Durante o ataque, a mãe tentando salvá-lo, e o agarrou pelos braços com toda força, enquanto o jacaré o puxava pelos pés. Em seguida, um fazendeiro matou o animal e o menino ficou um tempo hospitalizado com vários machucados nos pés e nos braços. Após a alta, o repórter pediu para ver as cicatrizes dele, ele mostrou os pés. Ao ver o espanto do repórter, o menino disse: “Mas olhe em meus braços! Eu tenho também grandes cicatrizes nos meus braços porque minha mãe não deixou o jacaré me levar.”
Sempre olhei pra minhas cicatrizes com uma certeza: elas são a prova de que o câncer não me venceu! ?? E você, como está enxergando suas cicatrizes?? Tem alguma preferida também ou eu que sou doida? Rs.
A Cat Cyntia Soares, ??escreveu um texto lindo e compartilhou conosco!
Olá Cats, Deixa eu te contar um segredo: não dá pra ser forte o tempo todo!!
Hoje meu post é para você que tá “bancando a forte” durante o tratamento. Pode confessar que tá doendo… Eu sei como é! Sou exatamente como você! O chão se abre e só pensamos em proteger as pessoas que amamos… O único jeito é demonstrando que estamos bem e que não estamos sofrendo! Assim vamos levando o tratamento, chorando escondidas no banho ou antes de dormir, segurando o choro na hora de raspar o cabelo, rindo enquanto estamos destruídas por dentro e passando tranquilidade quando estamos com medo. Quantas noites choramos pedindo a Deus que nos curasse! ? Quantas vezes seguramos o choro na presença da família e dos amigos! Quantas vezes tivemos que consolar as pessoas que nos cercam! Quantas vezes queríamos falar do medo da morte e não podíamos! E quantas vezes precisamos que vocês fossem mais fortes do que a gente!!
Então, num belo dia, a gente acorda e não dá mais conta de ser forte (durante ou após o tratamento) e aí começamos a desmoronar… É a hora que queremos “virar lençol” e ficar na cama o tempo todo ou dormir e só acordar depois que o tratamento acabar. É a hora que não conseguimos mais segurar o choro… Os reservatórios de água de Brasília agradecem (rs)! E aí passamos a ver a vida cinza… tudo perde a graça!! Não dá mais pra disfarçar… Por outro lado, não podemos nos entregar à tristeza (até para evitar uma queda de imunidade). Respiramos fundo e novamente arregaçamos as mangas, mas agora aceitando que podemos sofrer, que não é fraqueza… Contando com apoio profissional (psicológico) e muitas vezes medicamentoso, vamos melhorando.
Já sei, você não quer falar da sua vida pra alguém que não conhece! Vou te contar mais um segredo: eu sou psicóloga e logo que fui diagnosticada corri pra procurar uma psico-oncologista para chamar de minha (rs). Como me ajudou e ainda me ajuda!! Como foi importante ter uma pessoa para a qual eu podia abrir meu coração e falar dos meus medos, sem me preocupar que ela fosse sofrer… Você não toma antidepressivo de jeito nenhum?? Eu também era resistente… mas cheguei num ponto que aceitei que seria o melhor e minha oncologista prescreveu.
O combo de terapia e medicação me ajudou muito e pode te ajudar também (claro que tudo com recomendação médica). O que eu quero que você guarde: 1) Você tem todo o direito de estar sofrendo; 2) Sofrer não é fraqueza; 3) Você não vai aguentar proteger todo mundo por muito tempo; 4) Se permita receber ajuda.
Finalizo com uma frase que fez muito sentido pra mim: “Às vezes não precisamos de alguém que nos levante do chão, mas sim de alguém que se deite ao nosso lado até que possamos levantar.” ?
Quando precisar que alguém deite no chão com você, conte com sua família, seus amigos e as Vencedoras Unidas!! Não queira “bancar a forte” sozinha!! ????????? (Cyntia Soares)
Cats, tenho o prazer de anunciar que nosso querido parceiro Dr. Felipe Ades, médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com especialidade em Oncologia Clinica pelo Instituto Nacional de Câncer (INCa), assume agora o cargo de diretor científico aqui do Instituto Quimioterapia e Beleza.
O Dr. Felipe Ades passou 5 anos na Europa onde adquiriu os títulos de mestre no Institut Gustave Roussy em Paris e doutor (PhD) no Institut Jules Bordet em Bruxelas. Trabalhou em diversos aspectos da pesquisa em câncer, desde estudos em laboratório, testes de novos medicamentos com pacientes e políticas de saúde e saúde coletiva em câncer. Atualmente trabalha no Centro Paulista de Oncologia do Grupo Oncoclínicas e no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Em breve, contaremos com a participação do Dr. Felipe em lives e entrevistas para que ele possa esclarecer as principais dúvidas em relação ao câncer. Fiquem ligadas!
Cats lindas, o Natal passou ma ainda dá tempo de vocês aprenderem umas receitinha incríveis para prepararem no jantar de véspera de Ano Novo.
Ahhh, todas as receitas foram fornecidas pelo WebRun.
Pavê Fit
Ingredientes
1 xícara de chá leite desnatado 1 colher de chá bem cheia de amido de milho 2 colheres de sopa cacau em pó sem açúcar 1 ½ colher de sopa açúcar mascavo 4 colheres de sopa bem cheias de pasta de amendoim 1 caixinha de pudim de baunilha zero de caixinha 400 ml leite desnatado.
Modo de preparo
Misturar a xícara de leite desnatado, o amido de milho, o cacau e ao açúcar mascavo e levar ao fogo até adquirir uma consistência grossa. Reservar. Dissolver o conteúdo da embalagem do pudim nos 400 ml de leite desnatado. Levar ao fogo e mexer até engrossar.Após, desligar e esperar esfriar. Misturar com a pasta de amendoim e levar à geladeira durante 30 minutos. Na sequência, cobrir com o creme obtido no primeiro passo e deixar gelar durante cerca de duas horas. Enfeitar com amendoim granulado.
Hoje trago como dica um prato principal incrível, que vai conquistar qualquer um.
Todas as receitas foram publicadas pelo Webrun.
Lasanha de abobrinha e berinjela
Ingredientes
2 abobrinhas em fatias finas 2 berinjelas em fatias finas 300 g de muçarela de búfala 1 xícara de manjericão fresco ½ xícara de punhado de hortelã fresca 3 kg de tomate italiano fresco 1/3 cenoura 1/3 de alho poro ½ cebola Sal e pimenta cayena a gosto ½ xícara de azeite 1 xícara de azeite extra virgem 1 dente de alho
Modo de preparo
Corte os tomates em cubos e coloque em uma panela com a cenoura, alho poro e a cebola (os três inteiros, sem picar) e deixe apurar em fogo médio ate que atinja a textura de molho desejada. Quando finalizado acerte o sal e pimenta, e as folhas de manjericão e reserve.
Bata no liquidificador o manjericão, a hortelã, as nozes, o dente de alho e o azeite, até atingir a consistência cremosa. Acerte o sal e pimenta e reserve. Sele as berinjelas e abobrinhas em uma grelha para evitar que soltem muita água. Monte uma camada de molho de tomate, uma de abobrinha, uma de molho de tomate, uma de berinjela, uma de molho pesto e uma de muçarela e vá alternando, sempre finalizando com a muçarela. Leve ao forno pré-aquecido a 180° até gratinar. Retire e sirva.