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SOBREVIVENTE DE CÂNCER TRANSFORMA REMÉDIOS EM BIJUTERIAS

Criar bijuterias com comprimidos foi a saída encontrada pela norte-americana Susan Braig, 64 anos, para quitar as dívidas médicas contraídas desde que foi diagnosticada com câncer de mama, em 2004.

A ideia veio quando teve de comprar a primeira medicação contra os efeitos colaterais da quimioterapia, que custou US$ 500. “Eu olhei para a entrega da farmácia e depois para as pequenas pílulas e me perguntei se eram pedras preciosas”, lembra.

Três anos depois, Susan participou de uma exposição artística que tinha a medicina como tema. Criou um cartaz que imitava uma publicidade da joalheria Tiffany & Co. A diferença era que, no lugar de diamantes e rubis, ela colocou medicamentos que usava para combater o câncer. “Meu câncer de mama está em remissão, mas as minhas dívidas viraram metástase, porque minha apólice de seguro não cobre muitos dos meus tratamentos. Agora eu tenho que vender remédios para pagar minhas contas médicas. A saúde no país não deveria ser um item de luxo.”

A Designer Drug Jewelry vende colares, brincos e pulseiras que utilizam comprimidos doados dos mais diversos tipos, por preços que variam de US$ 15 a US$ 150

Um dos mais procurados é o pingente de Viagra. “As mulheres com senso de humor ou com um marido de meia-idade são bons compradores, embora eu tenha uma oferta extremamente limitada deles para trabalhar.”

Fonte:(Quem Inova)

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FOTÓGRAFO CATARINENSE RETRATA PACIENTES DE CÂNCER EM ENSAIO SURPREENDENTE

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O fotógrafo catarinense Wladmir Dal Bó, conhecido por seus ensaios surreais e surpreendes, retrata mais um ensaio comovente de duas jovens pacientes de câncer com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre a doença. A tônica do ensaio que mistura moda, beleza e criatividade é mostrar também que há um recomeço onde muitos enxergam o fim.

Convidado pela blogueira e escritora Flávia Flores, do projeto Quimioterapia e Beleza, Dal Bó de dois anos para cá tem realizado um trabalho social com pacientes de câncer. Onde retrata mulheres que superaram suas dificuldades e são inspiração para milhares de pessoas mundo afora.

Para este ensaio, as modelos foram escolhidas mediante concurso na fanpage de Flávia, Quimioterapia e Beleza e foram clicadas, numa mega produção, no Bar Riviera na Avenida Paulista, em São Paulo.
Priscyla Leão, mineira 30, advogada, em novembro de 2013 sentiu um nódulo na clavícula direita, após exames foi diagnosticada com Linfoma de Hodgkin. Fernanda Freitas, paulista, 30, auxiliar de enfermagem, após realizar seu maior sonho de ser mãe, em fevereiro de 2013, foi diagnosticada com carcinoma ductal invasivo, câncer de mama.

As duas jovens se conheceram no ensaio e a página de Flávia Flores no Facebook foi o acalanto para elas que enfrentaram a quimioterapia, a radioterapia, a tão temida queda dos cabelos e os efeitos colaterais do tratamento contra o câncer que é sim, doloroso, mas há como enfrentá-lo sem sofrimento e sem tristeza.

Para Fernanda, a página e o livro de Flávia Flores lhe deram forças para enfrentar o tratamento de frente. “Aprendi amarrações de lenços, dicas de maquiagem e acesso a tantas outras histórias de vida que venceram e isso me ajudou a continuar e acreditar que venceria também. Os ensaios e os vídeos que a Flávia fez me inspiraram, foi um momento único e especial, agradeço a Deus todos os dias por ter conhecido ela e seu trabalho que ajuda muitas mulheres. Fora a atenção e o carinho que ela tem por nós. A Flávia é como se fosse da família!”

Priscyla também relatou emocionada que sempre foi uma pessoa muito positiva, mesmo quando as circunstâncias foram adversas em sua vida e sempre acreditou no melhor. Certa vez, conversando em grupo no WhatsApp com pessoas de diversos países, conheceu a página Quimioterapia e Beleza e se identificou. “Sempre considerei fundamental cuidar da aparência. Mas como faria isso com todas as mudanças que viriam com o tratamento? A Flávia com sua doçura me ajudou e trouxe essas repostas, com muita leveza e bom humor. Quando surgiu a oportunidade do ensaio, confesso que me inscrevi mais pela chance de conhecê-la do que pelo ensaio em si. Mas amei. Todos os envolvidos foram muito carinhosos. As roupas eram divinas. O fotógrafo muito bacana. E conhecer a Flávia foi fantástico. Ela é alto astral, acolhedora, além de linda! Este ensaio com certeza ficará marcado como o melhor momento do meu tratamento,” conta.

Segundo Flávia Flores, que em 2012 foi diagnosticada com câncer de mama, passou pela mastectomia radical (retirada das mamas, seguida de reconstrução imediata) e por todo o tratamento quimioterápico, mas nunca se deixou desaminar e passa isso diariamente em sua página. Para ela vencer o câncer depende e muito do modo de como se enfrenta os problemas. “Nenhum problema é insolúvel e, mesmo os que não pareçam, nos trazem muito aprendizado. A vida é efêmera. Devemos vivê-la com leveza e alegria. Sempre tirando o melhor dos nossos desafios,” finaliza.

Ficha Técnica
Modelos: Priscyla Leão e Fernanda Freitas
Figurino: Cavalera
Make: Duda Santo – De bem Com Você – A Beleza Contra o Câncer
Produção: Quimioterapia e Beleza

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FUNDAÇÃO LAÇO ROSA TRAZ AO BRASIL A EXPOSIÇÃO “THE SCAR PROJECT”

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Fundação Laço Rosa, um dos maiores portais sobre câncer de mama do País, em parceria com com a ONG Niterói Mais Humana trouxe ao Brasil, a exposição internacional do fotógrafo americano David Jay, que expõe pela primeira vez no MAC suas fotografias do The SCAR Project.

A exposição reúne 27 retratos de mulheres que passaram pelo câncer de mama e se submeteram a cirurgia de retirada das mamas.
O The SCAR Project nasceu a partir de uma experiência pessoal de David Jay, que trabalha como fotógrafo de moda há mais de 15 anos, quando convidou uma amiga que havia retirado um dos seios, para uma sessão de fotos. Daí em diante, outras centenas de mulheres foram clicadas e as fotos correram o mundo.

Esta é a primeira vez que brasileiras posam como modelos do projeto. A socióloga Viviane Oliveira foi uma das selecionadas. “As pessoas, mesmo que neguem nos julgam e se importam com a aparência. Sobrevivi ao câncer, estou sobrevivendo ao sofrimento. Estou cada vez mais forte”, afirma.

O The SCAR Project busca alertar para a detecção precoce do câncer de mama, além de ajudar jovens que passaram por este momento a encarar suas cicatrizes por um novo ângulo, uma nova lente.

EXPOSIÇÃO SCAR PROJECT
Onde: MAC – Niterói/RJ – Rua: Mirante da Boa Viagem, s/n ? Niterói RJDe: 10 de outubro a 2 de novembro
De terça a domingo, das 10h às 18h. A bilheteria fecha 15 minutos antes do término do horário de visitação.
Ingresso: R$ 10,00
Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia.
Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais e moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes que venham de bicicleta.
Entrada gratuita também às quartas-feiras.
Informações: 21 2620 2400 / 2620 2481
www.macniteroi.com.br

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EMPRESÁRIA CARIOCA FAZ A DIFERENÇA NA LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL

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A empresária Renata Cordeiro Guerra poderia escrever um livro daqueles para se ler com uma caixa de lenços do lado, para aplacar poças de lágrimas. Mas muito pelo contrário: ela encontrou na doença do filho, Felipe – um tumor cerebral que o venceu em abril deste ano -, forças para lutar, resistir e continuar sua história com a inauguração do Instituto Todos Com Felipe, num escritório montado em sua própria casa, na zona sul carioca.

Mas muito antes disso, desde 2009, Renata presta assistência a crianças e adolescentes com algum tipo de enfermidade, sobretudo àquelas com câncer. “Consegui construir a emergência do INCA, porque a falta de qualidade no atendimento era absurda. A taxa de mortalidade diminuiu e as crianças ganharam sobrevida desde então”, diz ela. Por causa do tempo dedicado a Felipe, a empresária se tornou uma referência de luta e os amigos começaram a contar com sua consultoria sobre doações para ONGs que realizam bons trabalhos. “Eu fazia o meio-campo para as pessoas que queriam ajudar e vi um caminho se abrir. Por que não fazer um instituto? Meu pai é advogado e disse que não era tão difícil”, contou ela, que, em setembro, através de doações de pessoas físicas e jurídicas, também conseguiu construir a Brinquedoteca Felipe Cordeiro Guerra Nigri, no Hospital Nossa Senhora do Loreto, na Ilha do Governador, uma referência no estado para cirurgia e tratamento de crianças e adolescentes com lábio leporino e fissura lábio-palatal.“Enquanto esperavam as consultas, as crianças brincavam na lama. Aquilo me emocionou, juntei parceiros e construí uma área de 100 metros quadrados que atualmente atende 300 crianças. Hoje elas não querem mais sair de lá e o local virou um oásis”, explica.

Renata descobriu a doença do filho em 2005. De lá até abril deste ano, quando o heroico rapazinho faleceu, aos 13 anos, foram inúmeros tratamentos, incluindo quimioterapias, radioterapias, cirurgias, fisioterapias, tratamentos em hospitais no exterior e no Brasil. “Não consigo ficar parada. Se ficar pensando na morte do Felipe, enlouqueço. Esse trabalho me dá uma satisfação tão grande que transforma minha dor em amor”, ensina ela.”Não adianta ficar jogada numa cama chorando. Não faria bem para mim, nem o Felipe gostaria disso e tenho uma filha a quem dar atenção”, diz.

Felipe era superpopular entre os coleguinhas e seus amigos, que sempre o visitavam nos hospitais depois das cirurgias, vão fazer uma festa com renda revertida para o Instituto no dia 25.  “Amigos e familiares têm que estar do lado da criança e isso faz total diferença no tratamento. No caso do câncer, o acompanhamento dos pais e a fé movem montanhas, as portas se abrem e as pessoas encaram a doença de uma outra forma. Se você é derrotada e faz quimioterapia, sai sofrida da sala. Mas se você leva um jogo de tabuleiro e joga com as crianças, eleva o astral, dá esperança e motivação. Nunca desabei quando Felipe estava entre nós e só chorei quando ele morreu. Minhas amigas dizem que têm vergonha de falar que estão chateadas porque o filho fez algo que elas não gostaram, porque eu estou sempre bem. Ainda tenho uma filha e deixo para ficar triste na análise, nos quilômetros de corrida. Cada um pensa de uma forma”, diz Renata, afirmando que o filho sabia por tudo o que estava passando. “Quando ele ficou doente pela segunda vez (2009), falou: ‘Mãe, não tive infância e não vou ter adolescência, né?’. Nunca neguei, mas também não falava sobre como iriam acontecer certas coisas. Sempre dizia que estávamos juntos e que nunca iria deixá-lo de lado. Éramos grudados. Ele era uma pessoa que trocava energia, muito resignado, persistente, queria ir aos tratamentos e lutava pela vida. Tinha maior bom astral e o poder de me acalmar. Transmitia uma paz…Converso sempre com ele”

Renata tem o coração tão grande, cheio de esperança e amor, que ainda divide um sonho: “Construir um hospital para crianças com câncer, que seja referência no assunto”.

Fonte:(Revista Época)

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MEDITAÇÃO REDUZ SENSAÇÃO DE DOR E AJUDA A SUPERAR EFEITOS DE DOENÇAS

Quando o pesquisador Chris Brown usou um laser para provocar pontadas de dor nos braços de voluntários, ele fez uma descoberta curiosa. Metade dos homens e das mulheres sentiu que a dor foi menos incômoda que os outros. Exames em seus cérebros também mostraram que áreas envolvidas na antecipação do medo estavam menos ativas. Os dois grupos de pessoas eram idênticos, a não ser por um detalhe: os que sentiram que a dor foi menos incômoda praticavam meditação. E quanto mais tempo de prática tinham, menor era a sensação de dor.
A pesquisa de Brown e outros especialistas em dor da Universidade de Manchester no Reino Unido?
dá mais indicações de como a meditação pode servir para aliviar os sintomas de condições tão diversas
como dor crônica, artrite reumática, depressão, ansiedade, insônia e síndrome do cólon irritável:

  • A meditação parece funcionar reduzindo a antecipação e a visão negativa da dor e não por distrair 
    a atenção da própria sensação de dor – diz ele.
  • Quando as pessoas meditam, elas se focam em sua respiração e outras sensações corporais e aprendem a experimentar essas sensações com atitudes de aceitação, abertura e curiosidade. Isso parece reduzir os pensamentos negativos sobre sensações como a dor.
  • Descobrimos por meio de exames do cérebro que os praticantes de meditação tinham menos atividade 
    nas áreas associadas com a antecipação. Eles também tinham uma redução da sensação de dor quando comparados com outras pessoas – conta Brown.
  • Acreditamos que na meditação o foco na respiração, exemplo, ancora o indivíduo no presente e não no passado ou no futuro. Quando eles experimentam a dor, não a bloqueiam, mas lidam com ela de uma maneira menos negativa. Dessa forma, a meditação deve reduzir a avaliação emocional da dor ou de outros eventos estressantes por retirar a atenção da antecipação de seu sofrimento. Ação direta no sistema nervoso.
  • Também foi sugerido que a meditação pode funcionar por afetar o sistema nervoso autônomo, ou
    involuntário, que regula o funcionamento de muitos órgãos e músculos, controlando funções como a frequência cardíaca, sudorese, respiração e digestão. Ele consiste do sistema nervoso simpático, que prepara o corpo para a ação, como respostas de “lute ou fuja” em que o batimento cardíaco acelera e os vasos sanguíneos se contraem; e o sistema nervoso parassimpático, que diminui o ritmo cardíaco e de respiração e faz os vasos sanguíneos se expandirem, aumentando a circulação. Acredita-se que a meditação reduz a atividade do sistema simpático e aumenta a do parassimpático.
  • Mais de 50 testes clínicos estão sendo realizados para avaliar os efeitos da meditação sobre várias doenças e condições, e como ela funciona.

Fonte:(O Globo)

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CIRURGIA BARIÁTRICA SALVA MULHER DO CÂNCER

CIRURGIA BARIÁTRICA SALVA MULHER DO CÂNCER

Todo mundo sabe que obesidade é um fator importante para o surgimento do câncer mas sabia que a obesidade pode esconder o câncer?


A Eliane Régis , de Santos/SP, sofreu durante anos com a obesidade mórbida, chegou a pesar 140 quilos e já não conseguia mais fazer tarefas rotineiras até que resolveu emagrecer, e foi aí que começou a sua história.

Após fazer a cirurgia bariátrica e emagrecer 64kg, Eliane salvou sua vida 3 vezes: primeiro, pela perda de peso, e as outras duas porque descobriu a tempo 2 tumores que não eram detectados devido a quantidade de gordura. Logo após a cirurgia foi descoberto um tumor na mama e logo em seguida um no colo do útero.


Hoje Eliane está magra, saudável e o mais importante, curada de ambos os tumores. Fica aí a dica para quem está fora do peso!