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CAT CELEBRITY: DRICA MORAES

A Drica Moraes é a cat celebrity da semana! E sabiam que ela faz aniversário amanhã? Pois é! Nascida no dia 29 de julho de 1969, a leonina é conhecida como Drica mas seu nome é Adriana Moraes Rêgo Reis. Filha de uma dona de restaurante e de um arquiteto, é a única entre os sete filhos que foi para o mundo artístico.

Ela começou fazendo teatro com Miguel Falabella, e logo aos treze anos começou a vida de atriz: participando de teatro infantil. Foi em 1986 que estreou na Globo, mas de maneira discreta: no episódio O seqüestro de Lauro Corona, do extinto Teletema. Em 1989 participou do espetáculo O Segredo de Cocachim, e ganhou o Prêmio Coca Cola. Sua aparição em novelas começou com 1989 também, em Top Model. Depois disso foi aparecendo cada vez mais na televisão: Chocolate com Pimenta, Alma Gêmea, Pé na Jaca, Ti Ti Ti, Guerra dos Sexos, Império, entre outras. Inclusive está em Verdades Secretas agora, fazendo o papel da Carolina Brito (protagonista).

E o cinema não ficou de lado em sua carreira! Em 1990 participou do curta metragem “Vaidade”, seu primeiro papel no cinema. Desde então participou de vários filmes, sendo os mais recentes: Getúlio (2014) e Bruna Surfistinha (2011). Teatro também é algo super presente! A Drica sempre faz uma peça ou outra, ela não para! Vencedora de vários prêmios com suas atuações, a atriz sabe como encantar.

Ela passou por uma fase conturbada, se sentindo mal sem saber o que havia de errado. Depois de uma bateria de exames, foi internada em um hospital em fevereiro de 2010 e recebeu seu diagnóstico: leucemia mieloide aguda. Se encontrou perdida, entrou em depressão, e começou o tratamento com quimioterapia. Seu irmão é médico e acompanhou todo o processo. Em julho fez transplante de medula, e depois de recuperada deu uma entrevista ao Fantástico dizendo: “A vida melhora muito se você não morre” e que pensou em seu filho Mateus a todo tempo. Todo seu tratamento foi muito “discreto” e familiar, não quiseram muita intromissão da mídia. Em 2014, estava em Império e foi afastada por motivos de saúde: começou a rolar o boato que o câncer tinha voltado, mas não. A atriz foi afastada por uma faringite, sua imunidade estava abalada.

Segue a entrevista que ela deu para o Fantástico:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Drica_Moraes

https://pt.wikipedia.org/wiki/Drica_Moraes

http://ego.globo.com/famosos/noticia/2014/12/assessoria-de-drica-moraes-garante-que-atriz-nao-teve-recaida-do-cancer.html

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CAT CELEBRITY: CLÁUDIA JIMENEZ

A cat celebrity da semana é a atriz Claudia Jimenez, nascida em 18 de novembro de 1958 (hoje com seus 56 anos). A carioca é famosa por roubar tantas risadas com seus papéis na televisão – ela sabe bem como trabalhar no mundo do humor. Descobriu cedo a paixão pelo teatro, logo aos 11 anos fez suas estréia em cima dos palcos. Em 2014 participou de “Sexo e as Negas”, mas é muito lembrada por participação em “Escolinha do Professor Raimundo”, “Sai de Baixo”, “Zorra Total”. E também em novelas como “América”, “Sete Pecados” e”Negócios da China”.

Foi casada durante 10 anos com a personal trainer Stella Torreão, terminaram o relacionamento, mas ainda são amigas. Inclusive, Cláudia diz sempre que Stella sempre esteve ao seu lado, durante todos os momentos difíceis.

A atriz enfrentou câncer em 1986, um câncer no mediastino (região do tórax, e teve que ouvir do médico que sua expectativa de vida era de um mês! Fez o tratamento e se curou, mas as suspeitas dos médicos é que esse tratamento pode ter “danificado” o tecido cardíaco. 2 anos depois do tratamento do câncer, passou por um infarte e teve que operar para colocar cinco pontas de safena. Em 2012, teve que substituir a válvula aórtica por sintética.

Em entrevista para o Fantástico, com Renata Vasconcellos, Cláudia conta:

Claudia Jimenez: Quando eu falo para o meu médico: ‘Ô, radioterapia desgraçada’. Ai ele fala: ‘Mas se não fosse ela, você já estava há muito tempo lá em cima, né’. E é verdade, quer dizer, a gente tem sempre que agradecer em vez de reclamar.

Renata Vasconcellos: O que te faz rir na vida?
Claudia Jimenez: Na vida? Humor. Sempre fui palhaça, sempre. No colégio de freira me pagavam um chocolate, bala para eu não deixar de ir na aula de religião, porque quando eu ia era um divertimento só.

Renata Vasconcellos: Você começou também, teve uma experiência, eu me lembro, você no Jô Soares ‘Viva o Gordo’.
Claudia Jimenez: Eu fiquei 4 anos com o Jô, eu comecei dançando na abertura.

Renata Vasconcellos: Se você pudesse lembrar de um trabalho teu hoje que você guarda no teu coração?
Claudia Jimenez: Foi a ‘Escolinha do Professor Raimundo’. A Dona Cacilda. Não era nem propriamente pelo personagem, mas pelo que eu vivi ali dentro sabe. Foram seis anos de gargalhadas.

Renata Vasconcellos: Você mudou o teu estilo de vida?
Claudia Jimenez:Totalmente. A nutricionista me ajudou a comer direito agora.
Eu faço a hidroginástica, que para mim tem sido maravilhosa, com a Stela. Ela é a minha alma gêmea. Nós fomos casadas por 10 anos. E foi, eu sinto que foi a primeira vez que eu amei e a primeira vez que eu me senti amada. Agora que a gente virou irmã, o amor não termina nunca, uma coisa que só aumenta.

Renata Vasconcellos: Você ainda não sonha com o amor?
Claudia Jimenez:Sonho, tem até uns coroas pintando, mas tão querendo ir para uma casinha na floresta com chaminé saindo fumaça.

Renata Vasconcellos: E aí, não é bom?
Claudia Jimenez: Forno à lenha, não. Não é isso que eu quero agora.

Renata Vasconcellos: E o que você quer agora?
Claudia Jimenez:Fazer muito teatro, porque eu estava com ânsia disso

Renata Vasconcellos: Você se sente mais interessante hoje do que você era antes?
Claudia Jimenez: Maturidade ela faz você ficar mais bacana. Às vezes, eu percebo que, internamente, não estou legal eu vou em busca de alguma coisa que me faça ficar legal. Tem gente que fala assim para mim: ‘Ai, como você é frágil’. Eu falo: ‘Frágil? Eu sou a pessoa mais forte que eu conheço’. Chegam perto de mim e  falam: ‘Vamos trocar válvula aórtica’. Eu falo: ‘Ok, vamos’. ‘Vamos fazer cinco pontes de safena’. ‘Ok, vamos’. ‘Botar o marca-passo’. ‘Ok’. Eu faço qualquer coisa para ficar aqui.

Em entrevista na Marie Claire, a atriz contou ainda mais sobre ela! Falou sobre o câncer, sua carreira, o apoio da família… Vejam:MC No diagnóstico do câncer, sua estimativa de vida era de um mês. O que você pensou ao ouvir isso?
CJ
 Nessa hora, você só quer lutar contra aquela coisa. Mas, no fundo, nunca achei que ia morrer. Nas duas vezes em que adoeci, via a doença como alguma coisa que eu estava precisando viver. Pensava: “Esse caminho deu nessa estrada ruim, tenho que mudar”. E ia correr atrás do prejuízo. Às vezes, a doença é uma salvação. Se é uma gripe, talvez você esteja precisando reformular uma coisa pequena. Mas quando a doença é muito grande, é questão de aprender a viver.MC O que você estava precisando reformular?
CJ
 Até descobrir o câncer, eu levava minha vida segundo as necessidades dos outros. Fazia as coisas do jeito que achava que as pessoas iam gostar. Não tinha coragem de dizer: “Sou assim, quem quiser que goste”. Melhorei muito, mas até hoje sou carente.

MC Em quanto tempo você se curou?
CJ
 Em um ano e meio. O tumor era altamente maligno, mas respondeu muito bem à quimioterapia.

MC E o problema no coração?
CJ
 Eu era muito ingênua na relação com o mundo, com as pessoas. Achava que todo mundo é bom, todo mundo é lindo, todo mundo me ama e torce pelo meu sucesso. Geralmente a gente acha do outro o que a gente é. E eu quero que as pessoas se dêem bem porque detesto baixo-astral. Mas a vida não é bem assim. Tenho, sim, que me preservar de algumas pessoas, dizer não para outras.MC Quem te ajudou nesse período?
CJ
 Minha família. Tenho minha mãe, quatro irmãs e sobrinhos que eu adoro. Somos um grude. Também tive o apoio de amigos, principalmente da Stella Torreão [personal trainer e sócia de Claudia em uma academia de ginástica]. Ela é meu anjo da guarda.MC De onde vem sua veia humorística?
CJ
 Venho de uma família alegre. Morávamos em uma rua sem saída, na Tijuca. Com o apagão, estou lembrando que era comum faltar luz à noite naquela época. E eu adorava porque as pessoas ficavam conversando na varanda, meu pai cantava tangos, tinha vaga-lume. Eu era muito ativa, já gostava de fazer palhaçadas. Lá em casa tinha um ventilador enorme, antigo. Aquele troço fazia um barulhão, parecia um avião que ia decolar. Eu fingia ser aeromoça: “Senhores passageiros, apertem os cintos”. Não deixava minhas irmãs dormirem.MC Seu pai morreu quando você tinha 22 anos. Você tinha uma boa relação com ele?
CJ
 Sou parecida com ele no temperamento, no gênio. Ele cantava no cassino da Urca, ganhou várias vezes o primeiro lugar no progama do Ary Barroso, na Rádio Nacional. Minha veia artística vem dele. Mas nossa relação foi difícil. Ele era um espanhol bravo e me deu uma rejeitada. Quando nasci, ele já não queria mais filhos. Acho que por isso eu amava tanto ele, porque ficava tentando conquistá-lo. E sei que no fim da vida ele já estava apaixonado por mim. Quando fiz a “Ópera do Malandro”[peça de Chico Buarque], minha mãe fez um jantar em casa e foram a Marieta[Severo] e o Chico com todo o elenco. E o Chico passou a noite inteira tocando violão com meu pai. Nessa noite, meu pai viu que eu estava trabalhando com gente séria e passou a me olhar com outros olhos.MC Quando você viu que tinha talento?
CJ
 Desde os 11 anos. Eu não queria porra nenhuma com os estudos, mas era a alegria da turma. Tinha amigo que me pagava com chocolates para eu não faltar às aulas de religião, para imitar a freira. Minhas redações eram em forma de diálogo. Um dia, a professora sugeriu interpretar minha redação e fui tomando gosto. Soube que no Tijuca Tênis Clube tinha um grupo de teatro amador. A [atriz] Bia Seidl, minha vizinha de porta de prédio, foi comigo. Lá a gente fazia peças infantis de Maria Clara Machado, Ziraldo. Na primeira peça, “Sereia de Prata”, arrebentei. A Bia era a Sereia e eu, claro, a Dona Baleia. Virei a estrela do clube. Os sócios perguntavam: “A peça é com aquela gordinha?”. Senão nem iam.

MC Como foi parar na Globo?
CJ
 Um dia esse grupo amador passou a vender espetáculos, porque o salário no Tênis Clube era um cachorro-quente com guaraná. Aos 18 anos, bati na porta do Luiz Antonio Corrêa, que dirigia a “Ópera do Malandro”, e falei: “Sou muito boa atriz”. Ganhei o papel da prostituta Mimi Bibelô. O Mauricio Shermann [produtor da Globo]me viu na peça e me convidou para ir à TV Globo. Meu primeiro papel foi a namorada do Alberto Roberto, no “Chico City”. Quando surgiu o “Viva o Gordo”, indicaram a gordinha engraçada para a abertura. Fiquei três anos com o Jô, depois voltei para o Chico Anysio e fiquei 12 anos com ele.Fonte: Marie ClaireFantástico

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CAT CELEBRITY: ELBA RAMALHO

A cantora Elba Ramalho nasceu no dia 17 de agosto de 1951 (63 anos), e além de cantar é atriz também. Paraibana, nasceu na zona rural de Conceição. Quando a família se mudou para Campina Grande (PB) em 1962, seu pai tornou-se proprietário de um teatro. Elba então foi ficando cada vez mais interessada nessa vida artística.

Em 1966 Elba já estava se encontrando! Participou de teatro e até de uma banda de rock (As Brasas), tocando guitarra e bateria. O pai não gostou tanto assim da ideia, então um ano depois enviou ela e suas duas primas para um pensionato em João Pessoa. Mas foi lá que ela foi formando novas amizades, descobrindo gostos em comum e formou a banda Golden Girls, com colegas da escola.

Quando saiu da escola, tentou fazer direito e economia, mas não terminou nenhuma das faculdades. Em 1973 trabalhou com produções de show, e em 1974 mudou-se para o Rio de Janeiro. No Rio ela começou estreiando em teatro. Em 1978 Elba assina contrato com gravadora, mas não deixa o teatro de lado. Inclusive já foi indicada em prêmios como melhor atriz! Ela estreia como cantora com Chico Buarque, cantou mais algumas vezes com ele. Foi realizando suas turnês, tanto nacional como internacional, inclusive participando de festivais como Rock in Rio. Ganhou prêmios como cantora, sua música já foi abertura de novela, já rodou Brasil e Mundo.

Ela é vegetariana, está sempre praticando ioga e meditação e procura cuidar bem de sua saúde. Mas teve um momento que deu uma relaxada em se cuidar. Mais que isso, teve um momento que viveu uma relação conturbada: “Não estava cuidadosa naquele momento. E estava vivendo uma relação conturbada, muito aflita”. E então, foi em 2010 que foi diagnosticada com câncer. Ela contou no programa Encontro: “Comecei a sentir minha voz mais grave, nasciam cabelos enormes na minha perna. Eu tinha um cisto, observava ele há seis anos, e ele começou a sofrer uma transformação. Foi uma infiltração de hormônio”.

Claro que depois do diagnostico foi atrás de se curar: “Fiz radioterapia, tirei um pedaço da mama. Mas me livrei da quimioterapia, porque o câncer era totalmente hormonal. Quando é assim, não precisa”. Depois do tratamento, ela conta que voltou para sua vida saudável, além de prestar atenção nos exames preventivos: “O nome câncer tem um fardo muito mais pesado do que a doença em si. Descobrindo no início como o meu, é tranquilo. A prevenção é tudo. Eu fiz tudo o que o médico disse, terminei meu namoro, virei a página”, contou.

E ela não para! Entre tantos shows e peças na sua vida, nesse ano (2015) ela lançou seu 32º disco da carreira, que foi produzido por Yuri Queiroga e seu filho Luã. Fez shows de lançamento em abril, em São Paulo. Faz o que gosta, com muita energia boa e voz marcante!

Fonte: EncontroElba Ramalho

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CAT CELEBRITY: PATRÍCIA PILLAR

Quem não conhece Patrícia Pillar? Nascida em 11 de janeiro de 1964, em Brasília, filha de um oficial da Marinha e de uma funcionária pública. A capricorniana morou em várias cidade por conta da profissão do pai, mas foi no Rio de Janeiro que ela foi atuar profissionalmente. Ela até tentou fazer Jornalismo, mas desistiu, pois queria focar na sua carreira como atriz. E ela era bem focada quanto isso, sabia bem que queria crescer atuando. Quando adolescente, trabalhava para poder pagar a aula de teatro. Teve sua estreia profissional nos palcos em 1981, em “Os Banhos” e em 1983, atuou em “Para Viver um Grande Amor”, ao lado de Djavan.

Foi com o sucesso do filme que ela foi escolhido para seu primeiro papel em uma novela: “Roque Santeiro” (1985) exibida pela rede Globo. Na novela, fez o papel de Linda Bastos, uma atriz de cinema. Depois disso ela foi só crescendo! Atuou em mais de 20 novelas e seriados. Foram muitas as personagens marcantes: a bóia-fria Luana de “O Rei do Gado” (1996), a protagonista de “Salomé” (1991), a Doutora Cris do seriado “Mulher” (1998) e a Flora, de “A Favorita” (2008). No papel da vilã da novela de João Emanuel Carneiro, ganhou mais de dez prêmios, entre eles o de melhor atriz segundo a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 2012, interpretou mais uma vilã notória, a ex-baronesa Constância de “Lado a Lado”. A obra ganhou o 41º Emmy Internacional, em 2013, na categoria melhor telenovela.

Atuou no cinema também como em: “O Quadrilho” (1995), “Zuzu Angel” (2006), “Pequenas Histórias” (2008), entre outros filmes. Também já trabalhou fora das câmeras, sendo diretora do DVD “Waldick Soriano Ao Vivo” (2007) e do documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração” (2008). Já dirigiu peças de teatro também, além de estrelar nos palcos. Em 2013, Patricia dirigiu o clipe da cantora Márcia Castro, “Vergonha“.  Em janeiro de 2014, estreou a minissérie “Amores Roubados”. Em 2015, Patricia retornou ao cinema ao lado de Claudia Raia, Joaquim de Almeida e do saudoso José Wilker (em um de seus últimos papéis), no longa “O Duelo”, adaptação do diretor Marcos Jorge para a obra “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado. Neste momento, a atriz se prepara para a minissérie “Ligações Perigosas”.

Foi em 2001, aos 37 anos, que a atriz percebeu um nódulo em sua mama esquerda. O câncer foi tratado em fase inicial. A cat fez questão em aparecer careca para incentivar a  conscientização em relação ao câncer de mama.

Fonte: Patrícia Pillar

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SE MINHAS MULETAS FALASSEM

Cats, vocês conhecem a página Se Minhas Muletas Falassem? A Anelise Belusso é responsável pela página, onde ela posta textos lindos e super interessantes! A história dela é de muita força: enfrentou o câncer duas vezes, e nas duas venceu. Em seu blog, ela fala: “Um dia você acorda sentindo dor e descobre que está com câncer. No outro dia se vê careca no espelho e no outro está sem uma perna… No blog “Se Minhas Muletas Falassem…” pretendo apresentar aos admiradores, amigos, familiares e sofredores desse mal a minha autobiografia. Saiba o que eu senti ao me descobrir sem perna, o que eu senti nesse primeiro momento até hoje e o que eu descobri ao longo desses anos após ganhar meu primeiro par de muletas.”

Sua primeira batalha contra o câncer foi em 1998: osteossarcoma no fêmur esquerdo com metástases pulmonares. Ficou mais de um mês em coma, amputou sua perna e ganhou esta batalha. Em 2014, depois de 15 anos, lutou contra câncer de mama. Depois de cirurgia e quimioterapia, venceu mais uma vez.

Cat guerreira e linda, sabe mesmo como ser inspiração! Hoje ela tem 26 anos e é uma verdadeira poeta encantando com suas belas palavras!

Com a prótese ou não, eu sou a mesma garota. Sou assimétrica e quem não é? A vida me compensa isso com todas as suas cores, aromas e sabores! A minha beleza não deve ser analisada pelo número de pernas que possuo, mas sim pelo meu caráter. “Coitadinho” mesmo é aquele que tem a mente pequena e não faz nada pelo mundo ou pelo seu próximo, porque está ocupado de mais com a sua hipocrisia vivendo sua vidinha medíocre.” (Anelise Belusso)

“No meio do caminho tinha uma flor… tinha uma flor no meio do caminho…”

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A CURA DE MARCELLA

Gente, a cat Marcella Meneghetti escreveu um texto lindo sobre esse momento muito especial:

“Não sei nem como começar e como escrever o que estou sentindo neste momento!Só quem passou ou está passando vai conseguir entender o tamanho da minha felicidade nesse momento em que esperei loucamente e desesperadamente chegar.Eu não tenho como descrever o meu sentimento e a minha ALEGRIA. Só sei dizer que transborda gratidão por estar aqui hoje CURADA 100% e para SEMPRE, esse é meu lema!Quando eu recebi a notícia que teria que fazer o transplante de medula óssea (TMO) e que o primeiro tratamento não tinha respondido 100% eu parei e pensei: “Deus, tudo bem eu aceito mais esse desafio! Vamos embora, mas tenho uma coisa a te pedir tá bom? A minha CURA 100% para SEMPRE!
Desde então, quando eu rezo e agradeço, eu agradeço pela minha CURA 100% e para SEMPRE! Eu sabia que o caminho não seria nada fácil a partir dali, mas Deus me colocou nesse caminho para aprender e mudar, dar valor ao que realmente importa e às pequenas coisas da vida! Eu sabia que se estava indo para esse caminho, ele tinha atendido ao meu pedido e estava me levando para minha CURA 100% e para SEMPRE!Então como podem ver ele me atendeu, me abençoou com a saúde plena de volta e agora estou aqui para contar toda a minha trajetória até chegar em minha vitória e poder ajudar muitas pessoas a terem forças mesmo quando o caminho for difícil, pois ele pode ser difícil mas no final você terá esse presente de Deus.Quando entrei no Hospital Santa Paula pela primeira vez para conhecer e passar em consulta com o meu médico, eles me mostraram todo o Instituto Oncológico (IOSP), e lá me senti muito segura. Durante esse tour pelo hospital, passei pelo terceiro andar do prédio que fica a lanchonete e maravilhoso SINO, sim um sino, vocês devem estar se perguntando: mas o que faz um sino em um hospital onde se tem que manter silêncio?! Eu digo, esse sino tem uma mensagem linda com ele que diz assim:“Toque este sino 3 vezes, assim todos vão saber: o meu tratamento foi concluído, esta fase acabou e vou seguir o meu caminho.”Pronto, bastou eu ler isso para eu, a minha mãe, o meu pai e a minha irmã desabar! Nossa, a partir desse momento já idealizamos esse momento em nossas mentes e não víamos a hora de ouvir que estava na hora de tocar o sino! Porque aí sim significava que tudo havia acabado! Para sempre! Aguardamos desde então ansiosamente para o dia do SINO, ele virou o meu símbolo de CURA e de libertação, minha ligação com sinos agora é muito grande, e hoje quando vejo um eu me desmonto e quero todos! Rsrsrs. Notifiquei a todos que me acompanharam de perto sobre o dia e a hora que iria tocar o sino, principalmente a minha família ALEGRIA, que sempre me acompanhou de pertinho, a família do WhatsApp que a minha mãe montou e postei para vocês aqui contando tudo! Quem não viu, corre lá pra saber de mais uma história maravilhosa e gratificante!E vocês já podem imaginar o que foi esse GRANDE dia né?! Tudo aconteceu no dia 17/06/2015 às 14h. Foi demais, sem explicações, a melhor sensação da minha vida!Então, agora vou dividir com vocês esse grande momento da minha vida com algumas fotos e alguns vídeos!”

Agradecer sempre!!!

brigadaaaaaa a todos que participaram desse momento tão especial na minha vida!! Aos que não conseguiram ir, mas que sempre estiveram comigo durante toda essa minha fase, pedindo, rezando e torcendo por mim.. obrigada obrigada e obrigada!AMOOOOO MUITO VOCÊS! 100% E PARA SEMPRE!

Fonte: Blog da Mene

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CAT CELEBRITY: REYNALDO GIANECCHINI

Quem não conhece o galã Reynaldo Gianecchini?

Ele começou como ator em peças de teatro, e sua primeira participação em novela foi em “Laços de Família” (fez o papel do médico Eduardo, que se envolve em um triângulo amoroso com mãe e filha: a Helena e Camila – Aliás, quem não se lembra da cena em que Camila raspa os cabelos?). Desde então vem aparecendo em várias novelas (Esperança, Mulheres Apaixonadas, Da Cor do Pecado, Guerra dos Sexos, Em Família, etc). Também fez papel em peças de teatro e alguns filmes. Iniciou como modelo mas gosta mesmo é de atuar.

Nasceu em 12 de novembro em Birigui, interior de São Paulo. Foi casado com Marília Gabriela, fato que repercutiu muito por ela ser 24 anos mais velha que ele. Depois do fim dessa relação, não assumiu estar com mais ninguém. Ele sempre foi muito reservado, nunca foi de aparecer em muitos escândalos, mas já apareceu em notícias que dizem que teve um caso com Carolina Ferraz em uma época em que ela namorava, ai ai ai!

Em 2011 foi para o hospital com uma faringite, mas acabou descobrindo uma grande bomba: linfoma não-hodgkin. Foi diagnosticado aos 38 anos, e claro, não esperava ter que encarar a morte tão cedo! Ele disse em uma entrevista: “É como se um buraco se abrisse em sua vida, como se tudo começasse a passar em câmera lenta.”

E então foi pra luta! Começou as quimioterapias em 22 de agosto de 2011 e raspou os cabelos antes mesmo que começassem a cair. Deu aquela sumidinha, não pôde trabalhar, então tornou-se caseiro. Em outubro sofreu um baque: perdeu o pai que também lutava contra o câncer.

Ele lidou com tudo isso e não se enquadrou na tristeza. Ele diz: “O importante para mim era saber que valores eu precisava rever, qual o sentido de tudo isso. A primeira questão foi, sim, a morte. Caramba, pensei, a gente age como se não tivesse de lidar com isso. Estou lidando muito cedo, muito jovem, é claro que não quero morrer agora. Mas ela está aqui na minha frente. Comecei a fazer terapia para fuçar em mim tudo o que havia para fuçar, porque era o momento. A gente vive o dia a dia como se a morte não fosse uma certeza. A gente devia viver sempre com a certeza de que amanhã a gente pode morrer. Tanta coisa fica tão pequena, tão sem valor diante da possibilidade da morte. Decidi viver o presente, que é maravilhoso, sem passado e futuro. Comecei a viver de forma tão intensa que até nos momentos de introspecção eu ia muito fundo”.

Quando seus cabelos voltaram, voltaram enroladinhos! Ele conta que antes de tudo, sua sala era só de móveis pretos e brancos, frieza em toda casa. Mas agora tem objeto em todo canto: DVDs como Um Conto Chinês e O Artista nas prateleiras, CDs de músicas de carnaval, girassol artificial para decorar, placa de carro de Montevidéu como lembrança, livros de fotos de Steve McCurry, e até uma instalação colorida da artista plástica e grafiteira Nina Pandolfo que energiza a entrada da cozinha. Formou seu lar, então agora sua casa expressa todo seu desejo de aventura, representa um pouco quem ele é.

Foram seis meses de quimioterapia e um autotransplante de medula óssea (realizado em 2012). Desde então seus exames não mostram mais sinais da doença. Ufa! Mas ainda é aquele cuidado por estar com a imunidade meio abalada. Soube dar a volta por cima, não deixou a beleza de lado e foi eleito o homem mais sexy do ano de 2012 pela revista Quem.

E ele também sabe como inspirar a gente:”É louco eu falar isso, mas nem sei se tive momentos de tristeza. Eu pensava: tenho de ter uma participação ativa na minha cura. Não quero ficar aqui sentado na minha cama de hospital recebendo os remédios. Para falar a verdade, só chorei de emoção ao constatar o amor que vinha para mim. Uma carta ou uma pessoa que me parava no hospital com um sorriso enorme, força, estou junto com você. Falo e me arrepio. Eu embarquei muito nisso. De trazer o amor para mim. Voltar para o sentido real da vida. E o sentido era este: troca. Um aprendizado. Só pode ser esse o sentido. Trocar um olhar de amor. É isso que move a gente para um outro patamar. É isso que faz a gente até se curar.”

Tem seus 42 anos e muitos planos pela frente. Mostrou que um baque desse é um bom motivo para se achar, para se descobrir. Mas que nada disso precisa necessariamente estar ligado a tristeza né?

Fonte: Entrevista Época

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APÓS ENFRENTAR CÂNCER, DESIGNER CRIA CARTÕES QUE ELA GOSTARIA DE TER RECEBIDO DE SEUS AMIGOS

Emily McDowell afirma que, mais do que a perda de cabelos e o tratamento, o mais difícil foi ver amigos e familares se afastando porque eles “não sabiam o que dizer”

A americana Emily McDowell foi diagnosticada como linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que se origina nos gânglios do sistema linfático. Na época, ela que tinha 24 anos, precisou encarar imediatamente nove meses de quimioterapia e radioterapia. Só depois desse período, o linfoma deu sinais de regressão. Mas a parte mais difícil da doença para ela, não foi “perder o cabelo, ser chamada erroneamente de ‘senhor’ ou ter a aparência de doente”, refletiu em seu site. “O mais difícil foi a solidão e o isolamento que senti quando muitos dos meus amigos próximos e familiares desapareceram porque não sabiam o que dizer ou diziam a coisa errada sem perceber”. Hoje, aos 38 anos, Emily está completamente livre do câncer. Mas o impacto emocional da doença e do que ela causou psicologicamente permanece. Ela então pensou em como poderia ajudar outras pessoas que sofressem devido à luta contra alguma doença o mesmo vazio e solidão. No último dia 3, a designer lançou a série especial:“Empathy Cards” (algo como “Cartões Simpáticos”), em que ela diz exatamente aquilo que gostaria de ter ouvido ou lido quando estava doente.

“Muitos de nós lutamos para encontrar as palavras certas para dizer a um amigo ou companheiro, que esteja enfrentado uma série doença – seja câncer, doença crônica, mental ou qualquer outra. Esse é realmente um problema, porque quem nós amamos precisa do nosso suporte mais do que nunca, mas não há palavras certas para expressar nossa vontade de ajudar”, escreveu em seu site. Emily espera que os cartões que criou ajudem a resolver esse dilema e que eles possam fornecer uma “maneira melhor e mais autêntica de se comunicar com alguém que esteja sofrendo uma doença”. Para a designer, os cartões podem ser ainda mais úteis do que um email ou uma simples mensagem. “Em um mundo cada vez mais digital, quando vemos alguém com algum tipo de crise, cartões se fazem ainda mais necessário. É uma maneira pessoal e tangível de estar presente ao lado da pessoa em sua batalha”.

Inicialmente, ela lançou uma série com oito opções, que são vendidas através de seu site, mas promete mais opções nos próximos meses. Em seu instagram, Emily comemorou o sucesso da iniciativa ao mostrar seu estúdio tomado por caixas e caixas com os cartões.

Confira alguns deles:

Cartão 1: “Eu sinto muito por não ter falado com vocês antes. Eu realmente não sei o que dizer”

Cartão 2: “Menos uma sessão de quimioterapia! Vamos celebrar experimentando algo que não tenha um gosto ruim”

Cartão 3: “Sinto muito que você está doente. Eu só queria te dizer que eu nunca vou tentar te vender algum tipo de tratamento aleatório que eu encontrar na internet”.

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MÃE QUE TEVE SEU SEIO REMOVIDO POR CAUSA DE CÂNCER AMAMENTA SEU FILHO

Após descobrir a doença em estágio avançado no meio da gravidez, ela consegue dar à luz.

Alguns fotógrafos passam a vida inteira tirar a foto perfeita. A fotógrafa Kate Murray parece ter conseguido esse momento ao fotografar uma mãe que passou por uma mastectomia radical amamentando seu filho recém-nascido. A mulher que não teve a identidade revelada, recebeu o diagnóstico de câncer de mama em estágio avançado na metade de sua gestação.

Ela passou por sessões de quimioterapia. Quando chegou na 36ª semana, precisou passar por uma indução do parto, para poder receber remédios mais fortes.

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ARTISTA CATARINENSE REGISTRA ENSAIO COMOVENTE SOBRE SUPERAÇÃO

ensaio-superacao-cancer

Quem sofre determinadas situações difíceis, adversidades, doenças, falta de acessibilidade, entre outras dificuldades, buscam sempre esperança e inspiração em histórias de outras pessoas que vivenciaram e superaram tais situações difíceis.

O ensaio a seguir do artista catarinense Wladmir Dal Bó, 40 anos, que de dois anos para cá tem realizado um trabalho social com pacientes de câncer, retrata duas mulheres que superaram suas dificuldades e são inspiração para milhares de pessoas mundo afora. São duas histórias diferentes, mas que têm a mesma causa e responsabilidade social.
São duas mulheres, uma catarinense e outra paulista, se conheceram por acaso e viram que suas histórias de vida e superação têm o mesmo elo: o inspirar e ajudar muitas outras pessoas. Suas histórias viraram projetos e livros que são sucesso de vendas.

A ex-modelo catarinense Flávia Flores, 37 anos, hoje escritora, descobriu no ano 2012 um câncer de mama, depois do choque do diagnóstico, ela resolveu então, criar uma página no Facebook “Quimioterapia e Beleza”, onde ajuda outras mulheres que estão na mesma situação e mostra que com beleza e autoestima elevadas, pode sim, superar essa fase e torna-la menos triste e dolorosa. A fanpage virou projeto pioneiro, livro e se tornou um ícone de combate desta luta.

Mara Gabrilli, 46 anos, é publicitária, psicóloga, foi secretária da Pessoa com Deficiência da capital paulista e vereadora também por São Paulo. Atualmente é Deputada Federal pelo PSDB/SP. Aos 26 anos, sofreu um acidente de carro que a deixou tetraplégica. Após cinco meses internada – dentre os quais dois em respirador artificial – recebeu uma nova condição para a vida: a impossibilidade de se mexer do pescoço para baixo.

Sobre o Ensaio

A tônica principal deste ensaio que mistura moda, beleza e criatividade é mostrar que há um recomeço onde muitos enxergam o fim.
Modelos: Flávia Flores e Mara Gabrilli
Maquiagem: Jane Gimenes e Liz Dantas