A menina americana Scarlette Tipton, de dois anos, que teve um braço amputado após uma batalha contra o câncer, ganhou de seus pais um presente especial: uma gatinha que também sofreu uma amputação.
Matt e Simone Tipton, que moram no condado de Orange, na Califórnia (EUA), estavam à procura de um gatinho para sua filha Scarlette, que nasceu com uma forma rara de câncer. O braço esquerdo da menina teve que ser amputado quando ela tinha 10 meses.
Os pais de Scarlette queriam encontrar um felino que tivesse sido submetido a uma cirurgia de amputação para ajudar na recuperação da filha.
Foi quando eles ouviram falar de Holly, uma gatinha que duas mulheres encontraram machucada em dezembro. A pata esquerda dianteira do Holly precisou ser amputada.
A família adotou a gatinha chamada Holly no abrigo de animais de San Jacinto na véspera de Natal.
A britânica Chrissy Turner, de 8 anos, é a pessoa mais jovem sofrer de câncer de mama. A garota descobriu um nódulo em seu peito no mês de outubro deste ano. Exames provaram que ela tem uma forma rara da doença, conhecida como carcinoma secretor.
Os pais menina, Tory e Annette, já tiveram câncer. A mãe venceu a doença no colo do útero, e Troy foi diagnosticado com linfoma, na época em que Chrissy era um bebê.
Agora, Chrissy irá se submeter a uma mastectomia no Instituto de Câncer Huntsman, em Utah, nos Estados Unidos. A família criou uma campanha no site GoFundMe para arrecadar dinheiro para as contas médicas.
Vale de tudo para alegrar um dia de quimioterapia de uma criança. Até mesmo cantar e dançar a música Let It Go!, trilha do filme “Frozen”, da Disney, de quem a garotinha Millie McColl, de três anos, é fã.
As enfermeiras do hospital New Royal, em Glasgow (Escócia), onde Millie está internada fizeram essa homenagem à menina para amenizar os efeitos da quimioterapia – ela sofre de neuroblastoma, um tipo de câncer terminal que já se espalhou por várias partes do corpo. A mãe da pequena, Lynsey, filmou o momento e divulgou na sua página no Facebook:
“Nós nos divertimos e, como sempre, Millie mostrou que a quimioterapia não vai abatê-la. Agradeço as adoráveis meninas do turno noturno de ontem por entrarem na brincadeira e alegrarem o dia de Millie! Vocês são incríveis!”
A mãe da pequena, Lynsey, filmou o momento e divulgou na sua página no Facebook. Assista aqui.
Uma terapia genética inédita conseguiu reverter o câncer de uma menina de um ano, a primeira pessoa do mundo submetida ao tratamento, de acordo com médicos de um hospital em Londres.
Cinco meses atrás, a menina Layla Richards, de um ano, tinha um tipo de leucemia extremamente agressivo e classificado como incurável.
Mas médicos do Great Ormond Street usaram células imunológicas com DNA “editado” em laboratório para combater o câncer. Eles dizem que sua melhora foi “quase um milagre”.
É muito cedo para saber se a menina está curada, mas seu progresso já representa um grande avanço no campo.
Layla tinha três meses de idade quando foi diagnosticada com a doença.
Ela passou por quimioterapia e transplante de medula, mas, como é comum em bebês muito novos, os tratamentos não tiveram efeito.
Fim da linha
Depois disso, os médicos disseram que não havia mais nada a fazer. Na véspera do aniversário de um ano da menina, sua família foi aconselhada a colocá-la sob cuidados paliativos.
Mas o pai de Layla, Ashleigh, não desistiu. “Preferia tentar algo novo e fiz essa aposta. E hoje ela está aqui rindo e feliz. Ela estava tão fraca antes desse tratamento, era horrível. Estamos gratos por esse momento.”
Layla com sua mãe Lisa, o pai Ashleigh e a irmã Reya
A equipe do banco, em conjunto com a empresa de biotecnologia Cellectis, conseguiu rapidamente permissão para tentar uma terapia experimental que havia sido testada apenas uma vez em camundongos.
O tratamento, chamado “designer immune cells”, algo como células imunológicas projetadas, representa tecnologia de ponta em edição de genoma (um tipo de engenharia genética).
O tratamento é inovador porque, enquanto as terapias já existentes tentam adicionar novos genes para corrigir problemas, esta “edita” os genes que existem.
Tesouras moleculares
Tesouras microscópicas, conhecidas como Talens, foram usadas para alterar o DNA dentro das células imunológicas de um doador.
As células foram alteradas para procurar e matar apenas células com leucemia e para que fossem “invisíveis” para as fortes drogas dadas aos pacientes.
As células modificadas foram então injetadas em Layla. Ela também precisou passar por um segundo transplante de medula para restaurar seu sistema imunológico.
Agora, meses após a família ouvir que seu câncer era incurável, Layla não apenas está viva como não tem traços de leucemia em seu corpo.
Paul Veys, do hospital Great Ormond Street, disse que a transformação foi uma das coisas mais marcantes que ele viu em 20 anos: “Estamos em um ponto maravilhoso comparado a cinco meses atrás, mas isso não significa cura.”
“Só vamos saber se ela está curada daqui a um ou dois anos, mas ter chegado tão longe já é um passo enorme.”
Só vamos saber se ela está curada daqui a um ou dois anos, mas ter chegado tão longe já é um passo enorme.”Paul Veys, hospital Great Ormond Street
Ele disse que a situação foi “quase um milagre”.
A história de Layla foi apresentada na Sociedade Americana de Hematologia.
“É a primeira vez que células humanas modificadas desta forma em particular são colocadas em um paciente e isso foi um grande avanço”, disse Waseem Qasim, do Great Ormond Street.
A tecnologia em si tem grande potencial para corrigir outras condições em que células são modificadas e implantadas em pacientes ou para dar novas propriedades a células para permitir que sejam usadas de forma que, no momento, só podemos imaginar.”
Em fevereiro, Noa Sorrell de apenas 11 anos foi diagnosticada com câncer e, no dia 07/10 ela abriu a Semana de Moda de Los Angeles com um desfile mostrando suas próprias criações.
O desfile que foi aplaudido de pé pelo público presente no local, foi possível graças a Fundação Make-A-Wish que realiza sonhos de crianças com doenças graves. Em entrevista à Harper’s Bazaar, Noa contou que desenha roupas desde pequena, mas que se inspirou em tirar as peças do papel somente após seu diagnóstico, durante sua primeira rodada de quimioterapia.
“Eu não estava me sentindo bem e precisava de algo para tirar minha mente da doença. Eu sempre quis projetar e costurar roupas e de repente eu tinha todo o tempo em minhas mãos”, afirmou.
O câncer de Noa no momento está em remissão e ter a oportunidade de ver suas criações na passarela a permitiu sonhar alto: “Quero me curar totalmente e investir na carreira de estilista. Um dia quero me tornar uma designer bem-sucedida cujas criações são usadas tanto por pessoas comuns quanto por famosas nos tapetes vermelhos”, explicou a garota.
Ter câncer não é fácil em nenhuma fase da vida. Mas, para os pequeninos essa tarefa pode ser um pouco mais difícil de compreender. Apesar disso, muitas pessoas dedicam esforços para tornar a luta deles um pouco mais doce. O fotógrafo Jonathan Diaz é um dos adultos de coração grande que colaboram nessa missão.
“True Heroes” ou “Verdadeiros Herois”, em português, é o nome da série que o fotógrafo vem construindo junto com crianças com câncer. Ele pergunta para os garotos qual é o sonho deles e depois de alguns cliques e muito trabalho no Photoshop tudo vira realidade. Ou quase isso.
Para os bravos e pequenos guerreiros é muito importante que sonhos sejam cultivados. Eles são sinônimo de alegria e fonte de força para combater a doença.
O projeto será publicado, também, no formato de um livro. Este contará com 21 fotografias e com o mesmo número de histórias.
Cats, como eu falei Setembro é o mês dourado, todos juntos contra o câncer infanto juvenil.
A verdade é que ninguém acredita que uma criança ou um adolescente possa ter algo tão sério com pouca idade. E nós entendemos a preocupação dos pais ao descobrirem a doença em seus filhos.
Mas é importante saber que, felizmente, os avanços de pesquisas e tratamentos já podem curar os pacientes quando o diagnóstico é feito a tempo. Em outras palavras: quanto antes a doença é descoberta, maiores são as chances de vencê-la.
A F.biz foi convidada pela Coniacc (Confederação Nacional de Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer) a criar a campanha para o Setembro Dourado.
O movimento é uma iniciativa da Coniacc que acontece ao longo do mês em todo o país com o objetivo de alertar os pais sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer infanto-juvenil.
O resultado é uma animação bastante emocional e uma arte impecável. As cenas iniciais mostram um menino que perde o último fio de cabelo durante o tratamento.
Por meio de efeitos que remetem para a passagem do tempo, esse fio sobrevoa a cidade até que encontra seu dono. Ele pousa na cabeça do mesmo garoto que na infância enfrentou a doença, mas que hoje aparece como um jovem saudável.
“O objetivo é alertar os pais que o câncer infanto-juvenil tem grandes chances de cura, desde que a doença seja diagnosticada logo no início”, destaca Guilherme Jahara, CCO (chief creative officer) da F.biz.
O filme incentiva ainda os adultos a visitarem o site do movimento para conhecerem os sintomas que devem motivar a realização de exames preventivos.
A comunicação também é composta por spot e anúncios em revistas e jornais, e será feita com o apoio de emissoras de televisão e rádio e de empresas jornalísticas, de cinema, de mídia digital out of home e editoras que cederam inserções em âmbito nacional.
O Outubro Rosa, assim como o Novembro Azul, já se consolidou no calendário brasileiro. Agora é a vez do Setembro Dourado, que tem por objetivo chamar atenção das pessoas para o câncer infantil. A iniciativa visa estimular ações preventivas e educativas associadas à doença, promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer.
“A experiência do câncer é difícil para qualquer pessoa, seja acompanhando o sofrimento de um parente próximo ou vivenciando o processo de cura e tratamento. A situação se torna ainda mais delicada quando o paciente é uma criança. Muitos pais se sentem responsáveis pela doença, pensando que poderiam ter feito algo para evitar o quadro”, explica a médica oncopediatra Dra. Fernanda Tibúrcio.
Fato é que câncer em crianças e adolescentes, felizmente, é mais raro. Entretanto, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), já representa a primeira causa de morte (7% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, no Brasil, e em países desenvolvidos. Em 2014, ocorreram 11.840 novos casos de câncer infantil no país. As regiões Sudeste e Nordeste apresentaram os maiores números de casos novos, 5.600 e 2.790, respectivamente, seguidas pelas regiões Sul (1.350), Centro-Oeste (1.280) e Norte (820).
Os tipos mais comuns incluem as leucemias (33%), tumores do sistema nervoso central (20%), linfomas (12%), tumores germinativos (9%), neuroblastomas (8%), tumor de wilms (6%), tumores de partes moles (6%), tumores ósseos (5%) e retinoblastoma (3%).
As causas do surgimento de tumores nas crianças estão mais ligadas a fatores genéticos específicos. Além disso, algumas condições genéticas aumentam a incidência de certos tipos de câncer, como a relação entre crianças diagnosticadas com Síndrome de Down e a leucemia. “Na maioria dos casos, não se conhece a causa. Alguns são devidos à predisposição genética. Não existe associação com tabagismo, etilismo, hábitos de vida como ocorrem em adultos”, explica a médica.
Não existe um método preventivo específico para o câncer em crianças e jovens, mas é de extrema importância que os pais levem seus filhos a consultas periódicas com o pediatra e relatar qualquer alteração no comportamento ou corpo da criança. “Perda de peso, palidez, anemia, febre baixa constante, dor óssea ou nas juntas sem histórico de trauma no local e massas abdominais são alguns indicadores de tumores em crianças”, pontua Dra. Fernanda.
A britânica Libby Tucker-Spiers, de 9 anos, tinha um sonho: ser como a Rapunzel. Para isso, deixava seu cabelo crescer e crescer e crescer. Ele era longo, loiro e lindo! Mas ela resolveu cortá-lo depois de visitar seu amigo Aiden Selleck no hospital, que passa pelo tratamento de câncer nos rins.
Aiden tem sete anos e está careca devido os efeitos da quimioterapia. Ela então não pensou duas vezes: cortou 28 centímetros de seu cabelo para a organização de caridade britânica Little Princess Trust (que confecciona perucas para crianças com câncer).
Eles se conhecem faz anos e até já dizem que são namorados. No dia de São Valentim (dia dos namorados) eles até trocam cartão! Claro que o menino achou o gesto adorável! Ela ganhou um colar como forma de agradecimento por conscientizar as pessoas quanto ao câncer.
Aiden completou recentemente sua quinta semana de quimioterapia, e deve concluir o tratamento em dezembro. Libby, é claro, já está planejando algo especial, para a data. A menina está arrecadando dinheiro para organizar uma festa e até viajar com Aiden para a Disney!
O GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) fez uma campanha em parceria com o canal Cartoon Network, muito linda e inspiradora! Pra quem não conhece, o Cartoon Network é um canal infantil, e muitos dos desenhos mais famosos são feitos por eles. Nessa campanha personagens desses desenhos ligam para os pacientes internados. O vídeo é muito fofo!
A campanha se chama “Help Line de Desenhos” e esse call center fez sucesso! As crianças abriram um sorriso quando falaram com um personagem de desenho! Isso faz com que aquele momento difícil fique por um instante mais leve, trazendo alegria e esperança para esses pequenos. Vejam o vídeo: